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Laser terapêutico
Prof: Cleanto Santos
Vieira
FOTOTERAPIA
Hidrotermofototerapia
• Laser.
• Em 1900 o físico alemão Max Planc,
propôs que a radiação não vem em apenas
uma série de ondas, mas ao mesmo
tempo, uma corrente de partículas que
seriam os “Fótons”.
• Em 1917 Einstein esboça os princípios
básicos para a produção da radiação laser.
• Os primeiros lasers médicos são
desenvolvidos nas décadas de 60 e 70 e
eram usados para destruição tecidual e
coagulação.
• Alguns efeitos benéficos foram observados
nos locais onde havia sido aplicada baixa
energia, o que levou ao uso terapêutico de
lasers de baixa intensidade.
Cap 15: Laser
Fototerapia
• A palavra Laser significa Light amplification by
stimulated emission of radiation (amplificação da
luz por estimulação da emissão de radiação).
• Se difere da luz comum nos seguintes aspectos:
• - Monocromaticidade -> Os lasers são um
comprimento de onda específico único e portanto
têm uma frequência definida. No caso dos lasers
visíveis é produzida uma única cor pura.
• Ex: Lasers de rubi apresentam uma luz vermelha de
643,3nm (dentro do esprecto infra-vermelho e
ultravioleta, apesar de visível.
• Coerência -> A radiação a laser não tem apenas o
mesmo comprimento de onda como também a
mesma fase, ou seja, os picos e as depressões dos
campos eletromagnéticos ocorrem ao mesmo
tempo e isso é chamado de “coerência temporal”.
• Todos correm na mesma direção e isso é chamado
de “coerência espacial”.
Cap 15: Laser
Fototerapia
• A radiação laser é colimada, ou
seja o feixe é paralelo.
• Se comporta como todas as
radiações:
• - É refletida;
• - Sofre refração, portanto pode
ser focada ou difundida;
• - É absorvida;
• A radiação laser é produzida pela
emissão de um grande número
de fótons idênticos a partir de um
material energizado apropriado.
Cap 15: Laser
Fototerapia
• Tipos de Lasers.
• Laser de Rubi consiste em um pequeno
bastão de rubi sintético feito em óxido de
alumínio.
• Um tubo helicoidal de lux de xenônio,
enrolado em torno dele, dá um flash intenso
de luz branca. As duas pontas do bastão são
achatadas e prateadas, uma ponta é
totalmente refletora e a outra parcialmente
transparente para que a radiação possa ser
emitida.
• Laser de hélio neônio consistem em um
tubo longo que contém esses gases naturais
a baixa pressão, cercados por um disparador
de flash semelhante ao laser de rubi e
emitem radiação na região visível vermelha
com 632,8nm.
Cap 15: Laser
Fototerapia
• Lasers de diodo.
• São diodos de luz especializados, baseados
em junções p-n (positivo-negativo) de
semicondutores. Existem vários tipos, como o
arseneto de gálio e alumíno (GaAIAs).
• Nesses os elétrons podem fluir mais
prontamente em uma direção que na outra.
• Os elétrons são excitados pela aplicação de
um potencial elétrico apropriado e sua
ocupação de “orifícios” no arranjo de treliça
de cristal pode então levar à emissão de um
fóton que pode estimular fótons idênticos do
modo já descrito.
• Podem fornecer saída contínua ou pulsada,
os de onda contínua são em geral de potência
baixa.
• Em alguns aparelhos a frequência de pulsos
pode ser variada.
Cap 15: Laser
Fototerapia
• Diodos superluminosos.
• É difícil a construção de diodos
completamente coerentes.
• É mais barato produzir diodos
superluminosos (DSLs) que são
completamente monocromáticos e
colimados porém não coerentes.
• Argumenta-se que a coerência é
terapeuticamente supérflua e em
qualquer caso e logo perdida à medida
que as radiações entram nos tecidos.
• Apesar de não serem estritamente
lasers, eles são amplamente usados na
terapia.
• Devido ao seu tamanho reduzido,
podem ser aplicados diretamente nos
tecidos com um aplicador de mão.
Cap 15: Laser
Classificação dos Lasers CW= onda contínua
Classe Potência Efeito Uso
1 Baixa Nenhum nos olhos ou pele Apontador de
quadro negro
Leitor de código
de barras
2 Baixa
CW -> 1mW
Seguro na pele
Olhos protegidos por resposta
de aversão
3A Baixa-média
CW -> 5mW
Olhar diretamente para dentro
do feixe com auxílios ópticos
pode ser perigoso
Terapêutico
Modelos
fisioterapeuticos
3B Média
CW -> 500mW
Olhar diretamente para dentro
do feixe pode ser perigoso
4 Alta Perigoso para a pele e os olhos Destrutivo
Modelos
cirúrgicos
Fototerapia
• Medida da energia laser.
• A quantidade de energia que cai em uma superfície
é expressa joules (j/m²) ou (J/cm²) e é geralmente
chamada de densidade de energia.
• A taxa com a qual a energia é produzida ou
absorvida é medida em Joules por segundo, ou seja,
em Watts (1 W= 1 J/s) e chamada de potência.
• A maioria dos Laser usados em fisioterapia tem
saída em miliwatts de potência.
• A potência média por unidade de área pode ser
expressa como irradiância ou densidade de
potência em w/cm².
• O feixe de laser não é perfeitamente colimado e a
divergência pode ser expressa como ângulo.
Cap 15: Laser
Fototerapia
• Efeitos da radiação laser nos tecidos.
• Como qualquer radiação o laser pode:
• - Ser refletido da superfície;
• - Penetrar nos tecidos em proporções que dependem:
• - do comprimento de onda;
• - da natureza da superfície do tecido;
• - do ângulo de incidência.
• Após entrar nos tecidos a radiação laser é espalhada por:
• Divergência;
• Reflexão;
• Refração;
• E ainda atenuada por absorção.
• A profundidade de penetração de laser vermelho e infravermelho curta é de poucos
milímetros, 1-2mm para a luz vermelha e 2-4mm para os lasers de diodo arseneto de gálio.
• Uma dose de apenas 0,01 J/cm² pode alterar os processos celulares.
• Os lasers de varredura podem ser usados para tratar áreas maiores.
• Qualquer energia absorvida pelos tecidos irá levar a uma maior energia cinética no nível
molecular e celular.
Cap 15: Laser
Fototerapia
• Absorção nos tecidos.
• As radiações visíveis são absorvidas pela
hemoglobina e melanina, enquanto o
infravermelho é absorvido pela água.
• O laser vermelho deve ser absorvido pelos
citocromos nas mitocôndrias das células, e isso
possivelmente afeta a permeabilidade da
membrana celular.
• Tipos diferentes de células têm fotoaceptores
diferentes em suas membranas, por isso,
comprimentos de onda diferentes podem ter
um efeito tudo-ou-nada sobre células
específicas, o que pode servir no futuro, para
atingir preferencialmente essas células.
• O fator crucial parece ser o transporte de íons
de cálcio através da membrana celular,
estabelecendo uma sequência de eventos
necessários para restaurar a função normal da
célula.
• Mester et all (1985) sugeriram que 4 J/cm² era
uma dose apropriada, mas tem sido utilizadas
doses de 1-32 J/cm²
Cap 15: Laser
Fototerapia
• Uso terapêutico do Laser.
• Existem duas áreas principais nas quais a Laserterapia é usada:
• - A cicatrização de feridas, com radiações da parte vermelha do
espectro visível e mostrado grande eficácia (Laser Hélio-neônio).
• Contudo, Colver e Priestley (1989) constataram uma falha do
Laser Hélio-neônio em afetar os componentes da cicatrização de
feridas in vitro.
• Comprimento de onda -> as evidências que relacionam o
comprimento de onda da radiação com efeitos biológicos
específicos são extensas.
• Comprimentos de onda de 660, 820, 870nm encorajavam os
macrófagos a liberar fatores de estimulação a proliferação de
fibroblastos acima dos níveis de controle.
• Comprimentos de onda de 880nm causavam inibição.
• Somente o comprimento de onda de 820nm era coerente e
polarizado, mostrando que em certos comprimentos de onda a
coerência e a polarização não são essenciais.
• Em geral parece que as respostas às radiações visíveis ocorrem
tanto no nível da célula quanto do organismo.
Cap 15: Laser
Fototerapia
• Frequência de pulso.
• Dyson e Young (1986) constataram que
ao usar o laser combinado infravermelho
a 904nm com pulsos de 200ns e Hélio-
neônio a 632,8nm) em lesões de pele
cirúrgicas de camundongos ocorria
maior contração da ferida na frequência
de pulso do infravermelho a 700Hz do
que 1200Hz.
• 11 dias após a lesão havia maior
celularidade e fibroblastos e mais bem
organizados no grupo de 700Hz.
• Fatores adicionais envolvidos na
cicatrização de feridas com laser podem
influir em um aumento acentuado na
formação de colágeno, vasodilatação e
síntese de DNA e aumento na produção
de RNA.
Cap 15: Laser
Fototerapia
• O laser é recomendado para feridas e úlceras
tróficas para promover uma cicatrização mais
rápida, e considera-se que a radiação visível de
baixa intensidade tenha efeito na aceleração
ou estimulação da proliferação celular.
• Controle da dor.
• Musculoesquelética.
• Artrite reumatoide, osteoartrite, bursite, e
vários aspectos da dor lombar se beneficiam
com o TTO de laser.
• Goldmam (1980) relata alívio da dor e redução
do edema articular com melhorias da função
da mão em pacientes com artrite reumatoide.
• Vasseljem (1992) constatou que 47% do
pacientes com cotovelo de tenista (tratados
três vezes por semana, oito aplicações) ficaram
sem dor, ou menos dolorosos, um mês após o
TTO.
Cap 15: Laser
Fototerapia
• Neurogênica.
• Encontrou-se alívio da dor neurogênica
(neuralgia do trigêmeo, pós herpética e
outras) em alguns pacientes tratados
com laser (Walker -1983), pensa-se que
pode ser devido ao laser afetar o
metabolismo da serotonina.
• Pontos de acupuntura e pontos-gatilho.
• Um estudo duplo-cego da resistência da
pele em cima dos pontos-gatilho, antes
e depois da aplicação de três sessões de
laser hélio-neônio, mostrou um
aumento estatisticamente significativo
na resistência da pele após o TTO,
sugerindo que o laser tem efeito
terapêutico nos pontos-gatilho
musculoesqueléticos subjacentes e
pode ajudar a resolver a condição
patológica.
Cap 15: Laser
Fototerapia
• Velocidade de condução nervosa.
• Foram feitos muitos estudos sobre
velocidade de condução nervosa que
produziram evidências conflitantes, mas
um trabalho cuidadoso e de valor
científico (Baxter et all, 1991) mostrou
repetidamente que a irradiação de laser
sobre o nervo mediano de pessoas
normais aumenta as latências (diferença de
tempo entre o início de um evento e o momento
em que seus efeitos tornam-se perceptíveis) de
condução nervosa.
• Outro estudo verificou que as velocidades
de condução eram 1% mais rápidas com
luz branca e 1% mais lentas com luz
vermelha, mas que não deveriam produzir
resultados clínicos relevantes.
Cap 15: Laser
Fototerapia
• Parâmetros de dosagem.
• Comprimento de onda.
• - fixo para determinado laser;
• - a escolha influi na profundidade de penetração.
• Área a ser tratada.
• - secção transversa do feixe único;
• - aplicações repetidas do feixe único;
• - movimento contínuo do feixe único;
• - coleção de lasers (cluster diodes)
• Potência média (em mW).
• - fixa;
• Variável - pelo controle do laser;
• Pela pulsação;
• Duração da aplicação (em segundos)
• - determina a densidade de energia em J/cm²
• Pulsação (em Hz) – pode ter efeitos especiais.
• Frequência de TTO – geralmente limitada e regulada pelos
resultados.
Cap 15: Laser
Ex:
1. Potência média = 10mW
Área do feixe = 0,125 cm²
2. Portanto, a densidade de potência = __10__ = 80mW/CM²
0,125
3. Se a aplicação dura 50 s, a densidade
de energia = 80 Mw/cm² X 50 s
= 4000 mJ/cm²
= 4 J/cm²
Fototerapia
• Riscos e contra-indicações.
• O principal risco dos laser de baixa intensidade é o dano aos
olhos se o feixe for aplicado diretamente dentro deles.
• Geralmente não ocorre efeito térmico ao serem aplicados na
pele.
• Precauções:
• - Usar dispositivos laser somente em áreas especialmente
designadas;
• - Evitar refletir o feixe de laser em superfícies brilhantes;
• - Somente ligar o laser quando o aplicador estiver em contato
com a pele;
• - Usar os óculos de proteção adequados.
• Contra indicações:
• - Tecido neoplásico;
• - Útero gravídico;
• - Hemorragias e tecidos infectados.
Cap 15: Laser
Referências bibliográficas
• Starkey C. Agentes elétricos. In: Starkey C. Recursos terapêuticos em
fisioterapia. 2ª ed. São Paulo: Manole; 2001.
• Low J, Reed A. Electrical stimulation of nerve and muscle. In:
Electrotherapy explained: principles and practice. 3ª ed. Oxford:
Butterworth-Heinemann; 2000.
Prof: Cleanto Santos Vieira – contato – cleantosantos@Hotmail.com

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Fototerapia - laser - capítulo 15

  • 1. Laser terapêutico Prof: Cleanto Santos Vieira FOTOTERAPIA
  • 2. Hidrotermofototerapia • Laser. • Em 1900 o físico alemão Max Planc, propôs que a radiação não vem em apenas uma série de ondas, mas ao mesmo tempo, uma corrente de partículas que seriam os “Fótons”. • Em 1917 Einstein esboça os princípios básicos para a produção da radiação laser. • Os primeiros lasers médicos são desenvolvidos nas décadas de 60 e 70 e eram usados para destruição tecidual e coagulação. • Alguns efeitos benéficos foram observados nos locais onde havia sido aplicada baixa energia, o que levou ao uso terapêutico de lasers de baixa intensidade. Cap 15: Laser
  • 3. Fototerapia • A palavra Laser significa Light amplification by stimulated emission of radiation (amplificação da luz por estimulação da emissão de radiação). • Se difere da luz comum nos seguintes aspectos: • - Monocromaticidade -> Os lasers são um comprimento de onda específico único e portanto têm uma frequência definida. No caso dos lasers visíveis é produzida uma única cor pura. • Ex: Lasers de rubi apresentam uma luz vermelha de 643,3nm (dentro do esprecto infra-vermelho e ultravioleta, apesar de visível. • Coerência -> A radiação a laser não tem apenas o mesmo comprimento de onda como também a mesma fase, ou seja, os picos e as depressões dos campos eletromagnéticos ocorrem ao mesmo tempo e isso é chamado de “coerência temporal”. • Todos correm na mesma direção e isso é chamado de “coerência espacial”. Cap 15: Laser
  • 4. Fototerapia • A radiação laser é colimada, ou seja o feixe é paralelo. • Se comporta como todas as radiações: • - É refletida; • - Sofre refração, portanto pode ser focada ou difundida; • - É absorvida; • A radiação laser é produzida pela emissão de um grande número de fótons idênticos a partir de um material energizado apropriado. Cap 15: Laser
  • 5. Fototerapia • Tipos de Lasers. • Laser de Rubi consiste em um pequeno bastão de rubi sintético feito em óxido de alumínio. • Um tubo helicoidal de lux de xenônio, enrolado em torno dele, dá um flash intenso de luz branca. As duas pontas do bastão são achatadas e prateadas, uma ponta é totalmente refletora e a outra parcialmente transparente para que a radiação possa ser emitida. • Laser de hélio neônio consistem em um tubo longo que contém esses gases naturais a baixa pressão, cercados por um disparador de flash semelhante ao laser de rubi e emitem radiação na região visível vermelha com 632,8nm. Cap 15: Laser
  • 6. Fototerapia • Lasers de diodo. • São diodos de luz especializados, baseados em junções p-n (positivo-negativo) de semicondutores. Existem vários tipos, como o arseneto de gálio e alumíno (GaAIAs). • Nesses os elétrons podem fluir mais prontamente em uma direção que na outra. • Os elétrons são excitados pela aplicação de um potencial elétrico apropriado e sua ocupação de “orifícios” no arranjo de treliça de cristal pode então levar à emissão de um fóton que pode estimular fótons idênticos do modo já descrito. • Podem fornecer saída contínua ou pulsada, os de onda contínua são em geral de potência baixa. • Em alguns aparelhos a frequência de pulsos pode ser variada. Cap 15: Laser
  • 7. Fototerapia • Diodos superluminosos. • É difícil a construção de diodos completamente coerentes. • É mais barato produzir diodos superluminosos (DSLs) que são completamente monocromáticos e colimados porém não coerentes. • Argumenta-se que a coerência é terapeuticamente supérflua e em qualquer caso e logo perdida à medida que as radiações entram nos tecidos. • Apesar de não serem estritamente lasers, eles são amplamente usados na terapia. • Devido ao seu tamanho reduzido, podem ser aplicados diretamente nos tecidos com um aplicador de mão. Cap 15: Laser Classificação dos Lasers CW= onda contínua Classe Potência Efeito Uso 1 Baixa Nenhum nos olhos ou pele Apontador de quadro negro Leitor de código de barras 2 Baixa CW -> 1mW Seguro na pele Olhos protegidos por resposta de aversão 3A Baixa-média CW -> 5mW Olhar diretamente para dentro do feixe com auxílios ópticos pode ser perigoso Terapêutico Modelos fisioterapeuticos 3B Média CW -> 500mW Olhar diretamente para dentro do feixe pode ser perigoso 4 Alta Perigoso para a pele e os olhos Destrutivo Modelos cirúrgicos
  • 8. Fototerapia • Medida da energia laser. • A quantidade de energia que cai em uma superfície é expressa joules (j/m²) ou (J/cm²) e é geralmente chamada de densidade de energia. • A taxa com a qual a energia é produzida ou absorvida é medida em Joules por segundo, ou seja, em Watts (1 W= 1 J/s) e chamada de potência. • A maioria dos Laser usados em fisioterapia tem saída em miliwatts de potência. • A potência média por unidade de área pode ser expressa como irradiância ou densidade de potência em w/cm². • O feixe de laser não é perfeitamente colimado e a divergência pode ser expressa como ângulo. Cap 15: Laser
  • 9. Fototerapia • Efeitos da radiação laser nos tecidos. • Como qualquer radiação o laser pode: • - Ser refletido da superfície; • - Penetrar nos tecidos em proporções que dependem: • - do comprimento de onda; • - da natureza da superfície do tecido; • - do ângulo de incidência. • Após entrar nos tecidos a radiação laser é espalhada por: • Divergência; • Reflexão; • Refração; • E ainda atenuada por absorção. • A profundidade de penetração de laser vermelho e infravermelho curta é de poucos milímetros, 1-2mm para a luz vermelha e 2-4mm para os lasers de diodo arseneto de gálio. • Uma dose de apenas 0,01 J/cm² pode alterar os processos celulares. • Os lasers de varredura podem ser usados para tratar áreas maiores. • Qualquer energia absorvida pelos tecidos irá levar a uma maior energia cinética no nível molecular e celular. Cap 15: Laser
  • 10. Fototerapia • Absorção nos tecidos. • As radiações visíveis são absorvidas pela hemoglobina e melanina, enquanto o infravermelho é absorvido pela água. • O laser vermelho deve ser absorvido pelos citocromos nas mitocôndrias das células, e isso possivelmente afeta a permeabilidade da membrana celular. • Tipos diferentes de células têm fotoaceptores diferentes em suas membranas, por isso, comprimentos de onda diferentes podem ter um efeito tudo-ou-nada sobre células específicas, o que pode servir no futuro, para atingir preferencialmente essas células. • O fator crucial parece ser o transporte de íons de cálcio através da membrana celular, estabelecendo uma sequência de eventos necessários para restaurar a função normal da célula. • Mester et all (1985) sugeriram que 4 J/cm² era uma dose apropriada, mas tem sido utilizadas doses de 1-32 J/cm² Cap 15: Laser
  • 11. Fototerapia • Uso terapêutico do Laser. • Existem duas áreas principais nas quais a Laserterapia é usada: • - A cicatrização de feridas, com radiações da parte vermelha do espectro visível e mostrado grande eficácia (Laser Hélio-neônio). • Contudo, Colver e Priestley (1989) constataram uma falha do Laser Hélio-neônio em afetar os componentes da cicatrização de feridas in vitro. • Comprimento de onda -> as evidências que relacionam o comprimento de onda da radiação com efeitos biológicos específicos são extensas. • Comprimentos de onda de 660, 820, 870nm encorajavam os macrófagos a liberar fatores de estimulação a proliferação de fibroblastos acima dos níveis de controle. • Comprimentos de onda de 880nm causavam inibição. • Somente o comprimento de onda de 820nm era coerente e polarizado, mostrando que em certos comprimentos de onda a coerência e a polarização não são essenciais. • Em geral parece que as respostas às radiações visíveis ocorrem tanto no nível da célula quanto do organismo. Cap 15: Laser
  • 12. Fototerapia • Frequência de pulso. • Dyson e Young (1986) constataram que ao usar o laser combinado infravermelho a 904nm com pulsos de 200ns e Hélio- neônio a 632,8nm) em lesões de pele cirúrgicas de camundongos ocorria maior contração da ferida na frequência de pulso do infravermelho a 700Hz do que 1200Hz. • 11 dias após a lesão havia maior celularidade e fibroblastos e mais bem organizados no grupo de 700Hz. • Fatores adicionais envolvidos na cicatrização de feridas com laser podem influir em um aumento acentuado na formação de colágeno, vasodilatação e síntese de DNA e aumento na produção de RNA. Cap 15: Laser
  • 13. Fototerapia • O laser é recomendado para feridas e úlceras tróficas para promover uma cicatrização mais rápida, e considera-se que a radiação visível de baixa intensidade tenha efeito na aceleração ou estimulação da proliferação celular. • Controle da dor. • Musculoesquelética. • Artrite reumatoide, osteoartrite, bursite, e vários aspectos da dor lombar se beneficiam com o TTO de laser. • Goldmam (1980) relata alívio da dor e redução do edema articular com melhorias da função da mão em pacientes com artrite reumatoide. • Vasseljem (1992) constatou que 47% do pacientes com cotovelo de tenista (tratados três vezes por semana, oito aplicações) ficaram sem dor, ou menos dolorosos, um mês após o TTO. Cap 15: Laser
  • 14. Fototerapia • Neurogênica. • Encontrou-se alívio da dor neurogênica (neuralgia do trigêmeo, pós herpética e outras) em alguns pacientes tratados com laser (Walker -1983), pensa-se que pode ser devido ao laser afetar o metabolismo da serotonina. • Pontos de acupuntura e pontos-gatilho. • Um estudo duplo-cego da resistência da pele em cima dos pontos-gatilho, antes e depois da aplicação de três sessões de laser hélio-neônio, mostrou um aumento estatisticamente significativo na resistência da pele após o TTO, sugerindo que o laser tem efeito terapêutico nos pontos-gatilho musculoesqueléticos subjacentes e pode ajudar a resolver a condição patológica. Cap 15: Laser
  • 15. Fototerapia • Velocidade de condução nervosa. • Foram feitos muitos estudos sobre velocidade de condução nervosa que produziram evidências conflitantes, mas um trabalho cuidadoso e de valor científico (Baxter et all, 1991) mostrou repetidamente que a irradiação de laser sobre o nervo mediano de pessoas normais aumenta as latências (diferença de tempo entre o início de um evento e o momento em que seus efeitos tornam-se perceptíveis) de condução nervosa. • Outro estudo verificou que as velocidades de condução eram 1% mais rápidas com luz branca e 1% mais lentas com luz vermelha, mas que não deveriam produzir resultados clínicos relevantes. Cap 15: Laser
  • 16. Fototerapia • Parâmetros de dosagem. • Comprimento de onda. • - fixo para determinado laser; • - a escolha influi na profundidade de penetração. • Área a ser tratada. • - secção transversa do feixe único; • - aplicações repetidas do feixe único; • - movimento contínuo do feixe único; • - coleção de lasers (cluster diodes) • Potência média (em mW). • - fixa; • Variável - pelo controle do laser; • Pela pulsação; • Duração da aplicação (em segundos) • - determina a densidade de energia em J/cm² • Pulsação (em Hz) – pode ter efeitos especiais. • Frequência de TTO – geralmente limitada e regulada pelos resultados. Cap 15: Laser Ex: 1. Potência média = 10mW Área do feixe = 0,125 cm² 2. Portanto, a densidade de potência = __10__ = 80mW/CM² 0,125 3. Se a aplicação dura 50 s, a densidade de energia = 80 Mw/cm² X 50 s = 4000 mJ/cm² = 4 J/cm²
  • 17. Fototerapia • Riscos e contra-indicações. • O principal risco dos laser de baixa intensidade é o dano aos olhos se o feixe for aplicado diretamente dentro deles. • Geralmente não ocorre efeito térmico ao serem aplicados na pele. • Precauções: • - Usar dispositivos laser somente em áreas especialmente designadas; • - Evitar refletir o feixe de laser em superfícies brilhantes; • - Somente ligar o laser quando o aplicador estiver em contato com a pele; • - Usar os óculos de proteção adequados. • Contra indicações: • - Tecido neoplásico; • - Útero gravídico; • - Hemorragias e tecidos infectados. Cap 15: Laser
  • 18. Referências bibliográficas • Starkey C. Agentes elétricos. In: Starkey C. Recursos terapêuticos em fisioterapia. 2ª ed. São Paulo: Manole; 2001. • Low J, Reed A. Electrical stimulation of nerve and muscle. In: Electrotherapy explained: principles and practice. 3ª ed. Oxford: Butterworth-Heinemann; 2000. Prof: Cleanto Santos Vieira – contato – cleantosantos@Hotmail.com