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FOTOTERAPIAProf: Cleanto Santos
Vieira
Cap 13: Lâmpada Infravermelha
FOTOTERAPIA
• Os geradores de luz infravermelha
fornecem energia radiante para o
aquecimento superficial da pele.
• A modalidade radiante não precisa de
meio para transmitir energia.
• Há dois tipos de gerador de luz
infravermelha:
• - Gerador de luz infravermelha
próxima (luminoso)
• - Gerador de luz infravermelha
distante (não-luminoso)
• A energia do TTO é produzida
passando-se uma corrente elétrica por
um filamento de carbono ou de
tungstênio.
Cap 13: Lâmpada Infravermelha
FOTOTERAPIA
• Os geradores luminosos produzem um certo grau
de luz visível, colocando-os na extremidade
“próxima” do espectro infravermelho.
• Como há luz visível, parte da energia do tto é
refletida pela superfície da pele.
• A radiação infravermelha não-luminosa é menos
penetrante que a luminosa e seus efeitos atingem
de 2mm e de 5 a 10mm abaixo da superfície da
pele respectivamente.
• A radiação infravermelha não-luminosa gera mais
calor que a luminosa por não penetrar mais
profundamente.
Cap 13: Lâmpada Infravermelha
FOTOTERAPIA
• Como existe uma ampla variedade de
modalidades de aquecimento disponíveis para
uso, os geradores de infravermelho estão
caindo em desuso atualmente nas clínicas de
fisioterapia.
• Pensava-se que a radiação infravermelha
ajudasse no processo de cicatrização de feridas
abertas, como queimaduras.
• Na verdade, essa técnica impede o processo de
cicatrização de feridas abertas por desidratar
os tecidos.
Cap 13: Lâmpada Infravermelha
FOTOTERAPIA
• Efeitos sobre o ciclo de resposta à
lesão:
• A radiação infravermelha aquece
apenas a epiderme.
• Os tecidos mais profundos são
aquecidos por condução, atingindo
profundidades de até 1 cm.
• Os principais efeitos fisiológicos
ocorrem quase que exclusivamente na
parte superficial da pele.
• A hiperemia é o resultado do aumento
do fluxo e da pressão capilar.
Cap 13: Lâmpada Infravermelha
FOTOTERAPIA
• Instalação e aplicação:
• 1. Aqueça a lâmpada, se necessário.
• 2. Para impedir a concentração de calor, limpe a área, eliminado o
suor, poeira e oleosidade e tire as jóias e bijouterias.
• 3. Coloque o paciente em posição confortável. Cubra o corpo, de
modo que apenas a área tratada seja exposta.
• 4. Se deseja aplicar calor úmido, coloque uma toalha úmida sobre a
área de tratamento.
• 5. Posicione a lâmpada de modo que fique à aproximadamente 60
cm de distância do paciente. Ajuste para que a energia atinja os
tecidos em um ângulo reto.
• 6. Para prevenir queimaduras oriente o paciente para não se mover.
• 7. Verificar periodicamente se o paciente está confortável. A
intensidade do tratamento pode ser aumentada ou diminuída
ajustando a distância da lâmpada.
• 8. Oriente o paciente a pedir ajuda se a intensidade do tto ficar muito
forte.
Cap 13: Lâmpada Infravermelha
FOTOTERAPIA
• Duração do Tratamento:
• O tempo do tratamento varia de 20 a 30 minutos
e pode ser aplicado quando necessário.
• Indicações:
• Quadros inflamatórios subagudos ou crônicos;
• Infecções cutâneas;
• Lesões de nervos periféricos antes da estimulação
elétrica (se o paciente não apresentar percepção
de temperatura, pode-se considerar outra
modalidade).
Cap 13: Lâmpada Infravermelha
FOTOTERAPIA
• Contra-Indicações:
• Quadros agudos;
• Doença vascular periférica;
• Áreas com perda sensorial ou
cicatriciais;
• Queimaduras de Sol.
Cap 13: Lâmpada Infravermelha
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• MARCUCCI, Fernando C. I. Histórico da Eletroterapia e Eletroacupuntura. O Fisioterapeuta [site].
Disponível em: http://ofisioterapeuta.blogspot.com/
• Starkey C. Agentes elétricos. In: Starkey C. Recursos terapêuticos em fisioterapia. 2ª ed. São Paulo:
Manole; 2001.
• Low J, Reed A. Electrical stimulation of nerve and muscle. In: Electrotherapy explained: principles
and practice. 3ª ed. Oxford: Butterworth-Heinemann; 2000.
O “Inferno” na concepção artística da escola
Portuguesa do século XVI – autor desconhecido
Prof: Cleanto Santos Vieira – contato –
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Fototerapia - infravermelho - cap 13

  • 1. FOTOTERAPIAProf: Cleanto Santos Vieira Cap 13: Lâmpada Infravermelha
  • 2. FOTOTERAPIA • Os geradores de luz infravermelha fornecem energia radiante para o aquecimento superficial da pele. • A modalidade radiante não precisa de meio para transmitir energia. • Há dois tipos de gerador de luz infravermelha: • - Gerador de luz infravermelha próxima (luminoso) • - Gerador de luz infravermelha distante (não-luminoso) • A energia do TTO é produzida passando-se uma corrente elétrica por um filamento de carbono ou de tungstênio. Cap 13: Lâmpada Infravermelha
  • 3. FOTOTERAPIA • Os geradores luminosos produzem um certo grau de luz visível, colocando-os na extremidade “próxima” do espectro infravermelho. • Como há luz visível, parte da energia do tto é refletida pela superfície da pele. • A radiação infravermelha não-luminosa é menos penetrante que a luminosa e seus efeitos atingem de 2mm e de 5 a 10mm abaixo da superfície da pele respectivamente. • A radiação infravermelha não-luminosa gera mais calor que a luminosa por não penetrar mais profundamente. Cap 13: Lâmpada Infravermelha
  • 4. FOTOTERAPIA • Como existe uma ampla variedade de modalidades de aquecimento disponíveis para uso, os geradores de infravermelho estão caindo em desuso atualmente nas clínicas de fisioterapia. • Pensava-se que a radiação infravermelha ajudasse no processo de cicatrização de feridas abertas, como queimaduras. • Na verdade, essa técnica impede o processo de cicatrização de feridas abertas por desidratar os tecidos. Cap 13: Lâmpada Infravermelha
  • 5. FOTOTERAPIA • Efeitos sobre o ciclo de resposta à lesão: • A radiação infravermelha aquece apenas a epiderme. • Os tecidos mais profundos são aquecidos por condução, atingindo profundidades de até 1 cm. • Os principais efeitos fisiológicos ocorrem quase que exclusivamente na parte superficial da pele. • A hiperemia é o resultado do aumento do fluxo e da pressão capilar. Cap 13: Lâmpada Infravermelha
  • 6. FOTOTERAPIA • Instalação e aplicação: • 1. Aqueça a lâmpada, se necessário. • 2. Para impedir a concentração de calor, limpe a área, eliminado o suor, poeira e oleosidade e tire as jóias e bijouterias. • 3. Coloque o paciente em posição confortável. Cubra o corpo, de modo que apenas a área tratada seja exposta. • 4. Se deseja aplicar calor úmido, coloque uma toalha úmida sobre a área de tratamento. • 5. Posicione a lâmpada de modo que fique à aproximadamente 60 cm de distância do paciente. Ajuste para que a energia atinja os tecidos em um ângulo reto. • 6. Para prevenir queimaduras oriente o paciente para não se mover. • 7. Verificar periodicamente se o paciente está confortável. A intensidade do tratamento pode ser aumentada ou diminuída ajustando a distância da lâmpada. • 8. Oriente o paciente a pedir ajuda se a intensidade do tto ficar muito forte. Cap 13: Lâmpada Infravermelha
  • 7. FOTOTERAPIA • Duração do Tratamento: • O tempo do tratamento varia de 20 a 30 minutos e pode ser aplicado quando necessário. • Indicações: • Quadros inflamatórios subagudos ou crônicos; • Infecções cutâneas; • Lesões de nervos periféricos antes da estimulação elétrica (se o paciente não apresentar percepção de temperatura, pode-se considerar outra modalidade). Cap 13: Lâmpada Infravermelha
  • 8. FOTOTERAPIA • Contra-Indicações: • Quadros agudos; • Doença vascular periférica; • Áreas com perda sensorial ou cicatriciais; • Queimaduras de Sol. Cap 13: Lâmpada Infravermelha
  • 9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • MARCUCCI, Fernando C. I. Histórico da Eletroterapia e Eletroacupuntura. O Fisioterapeuta [site]. Disponível em: http://ofisioterapeuta.blogspot.com/ • Starkey C. Agentes elétricos. In: Starkey C. Recursos terapêuticos em fisioterapia. 2ª ed. São Paulo: Manole; 2001. • Low J, Reed A. Electrical stimulation of nerve and muscle. In: Electrotherapy explained: principles and practice. 3ª ed. Oxford: Butterworth-Heinemann; 2000. O “Inferno” na concepção artística da escola Portuguesa do século XVI – autor desconhecido Prof: Cleanto Santos Vieira – contato – cleantosantos@Hotmail.com