O documento discute a educação escolar quilombola no Brasil, comparando as experiências de duas comunidades: Santa Rita do Bracuí em Angra dos Reis e Campinho da Independência em Paraty. As comunidades tiveram trajetórias diferentes na luta por uma educação que reconheça suas identidades culturais, enfrentando resistência das autoridades locais. A educação escolar quilombola não é homogênea e deve considerar as demandas e experiências singulares de cada comunidade.