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Palestrantes:
Téc. M.Sc. Maria Páscoa S. de Sousa
Roberta Miliane Peres
ASPECTOS DA CULTURA
           QUILOMBOLA


   Cultura Quilombola????????????

   O que é QUILOMBO? Quem sãos os
    QUILOMBOLAS?

   O que é CULTURA, mesmo???
Como definir a CULTURA
QUILOMBOLA????
                                         Pescadores
                                          Artesanais
                                        Caranguejeiros
                                         Camaroeiros
                  Quilombolas                                         Artesões




      Coletores de
     açaí, castanha
                                                                                 Seringueiros
      de andiroba,
         bacuri
                                            Populações
                                            Tradicionais




           Pequenos                                                         Extratores
          Agricultores                                                      de madeira




                                                       Produtores
                                Vaqueiros             de Farinha de
                                                        mandioca
Grupos, Povos ou Comunidades
 Tradicionais







                               Instituiu a Política Nacional de Desenvolvimento
Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais
Grupos, Povos ou Comunidades
     Tradicionais
   “o que faz um grupo social             ser
    identificado como tradicional não é a
    localidade onde se encontra, [...] não é o
    local que define quem elas são, mas sim
    seu modo de vida e as suas formas de
    estreitar relações com a diversidade
    biológica, em função de uma dependência
    que não precisa ser apenas com fins de
    subsistência, pode ser também material,
    econômica, cultural, religiosa, espiritual,
    etc. (MOREIRA, 2007, p. 36)
Porque Discutir Cultura Quilombola na Escola Vasconcelos?

 LEI No 10.639, DE 9 DE JANEIRO DE 2003.
 Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e
  bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino
  a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e dá outras
  providências.
 O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional
  decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

   Art. 1o A Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar acrescida
    dos seguintes arts. 26-A, 79-A e 79-B:

   "Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e
    particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-
    Brasileira.

   § 1o O conteúdo programático a que se refere o caput deste artigo
    incluirá o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos
    negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da
    sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas
    social, econômica e política pertinentes à História do Brasil.
   § 2o Os conteúdos referentes à História e Cultura Afro-
    Brasileira serão ministrados no âmbito de todo o currículo
    escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de
    Literatura e História Brasileiras.

   § 3o (VETADO)"

   "Art. 79-A. (VETADO)"

   "Art. 79-B. O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro
    como „Dia Nacional da Consciência Negra‟.“

   Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 9 de janeiro de 2003; 182o da Independência e 115o da
 República.

   LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
    Cristovam Ricardo Cavalcanti Buarque
Comunidades Tradicionais na Microrregião do Arari


40 comunidades remanescentes de quilombos
(UNAMAZ e NAEA/UFPA), em nove municípios:
Gurupá, Anajás, Curralinho, Bagre, Muaná, Ponta
de Pedras, Cachoeira do Arari, Soure e Salvaterra
(PDTS Marajó, 2007);


Pelo menos 18 estão no Município
de Salvaterra
Os quilombolas de Salvaterra (NCSA – Fascículo 7
Quilombolas da Ilha de Marajó -UNAMAZ/NAEA, 2006)

                                  Bacaba                          2002: 2.6000
                                     l       Boa                  pessoas ou
                       Siricari              Vista                38% da
                                                                  população rural
          Providênci                                              de Salvaterra
              a                                      Caldeirão


                                  Comunid
         Paixão
                                    ades
                                  Quilombo
                                     las                 Bairro
                                                          Alto


          Campina/V
           ila União


                                                           Mangueira
                                             Deus             s
1850                     Salvá
                                    Pau      Ajude
                                   Furad
                                     o
HISTÓRIA NÃO CONTADA, CULTURA NÃO
                   PRESERVADA
“ Minha bisavó, Augusta Dias, escrava refugiada,
morava neste lugar Jutuba, com os filho libertos:
Maria Bela (avó da relatora), Joaquim, Domingas,
Eliziário e José Dias, o mais novo. Quando chegavo
pra pegá rapazes pra ir pra Guerra do Paraguai
[1864-1869], aí ela escondia os filho, vinha as
cavalaria entrá nas casa pra levá os menino pra
lutar na guerra.” (Estelina (Dias) Sarmento dos
Santos, 85 anos – Comunidade Quilombola de
Bairro Alto)

Projeto de Pesquisa: Memória e História Social de Negros Fugidos
territorializados nas cabeceiras do Rio Matupirituba: a Comunidade de
Bairro Alto. (Rosa H. Sousa)
Patrimônio Cultural: Saberes e
Fazeres
Patrimônio Cultural: Saberes e
Fazeres
Patrimônio Cultural: Saberes e
Fazeres
O   como Manifestação da

             e
O   como Manifestação da
O Artesanato como Manifestação do Patrimônio Cultural
 Imaterial




Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial
(UNESCO, 2003)
Manifestações da Cultura
Imaterial
Universidade Federal do Pará
         Campus Universitário do Marajó-
         Soure
         Faculdade de Ciências Biológicas
PROJETO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA
“MARAJOCULTURARTS: Cultura, Artesanato e
Sustentabilidade  Socioambiental      nas
Comunidades Quilombolas de Salvaterra-PA”
(2012-2013)
EQUIPE DO PROJETO
Coordenadora: Téc. M.Sc. Maria Páscoa S. de Sousa
Prof.ª Gyanne Lima (Diretora da Faculdade de Biologia)
Roberta Miliane Peres (Bolsista/Biologia 2011)
Paulo José Silva (Voluntário/Biologia 2011)
Elisana dos S. Vasconcelos (Voluntária/Biologia 2011)
Ewerton N. da Silva (Voluntário/Biologia 2011)
Alan José A. Evangelista (Voluntário/Biologia 2012)
Jéssica Lorena Lima (Voluntário/Biologia 2012)
O PROJETO

   OBJETIVO GERAL

   Recuperar, difundir e preservar o patrimônio
    cultural, imaterial e natural das comunidades
    quilombolas do município de Salvaterra-Pa,
    consubstanciado nos processos e conhecimentos
    envolvidos nas atividades artesanais de produção
    de     paneiros,   cestos,     peneiras    e     tipitis
    (confeccionados a partir de fibras naturais derivadas
    do tucumanzeiro, da jacitara, do inajazeiro, do
    guarumã, do miriti, do maracujá-do-mato e do cipó
    tracuá) e na confecção de cuias (a partir do fruto da
    cuieira/Crescencia cujete e de corantes naturais
    retirados de árvores como o cumatê.
O PROJETO
   Específicos:
   Recuperar por meio da promoção de oficinas, cursos e palestras os
    conhecimentos tradicionais envolvidos na produção artesanal de cestaria
    (cestos, paneiros, peneiras e tipitis) e na confecção de cuias tingidas,
    envolvendo e tendo como principais ministrantes os griôs das próprias
    comunidades quilombolas como forma de prestigiar os conhecimentos e os
    saberes presentes nestas comunidades;
   Formar novos mestres artesãos nas referidas comunidades a fim de preservar o
    conhecimento sobre a produção do artesanato em cestaria e no tingimento de
    cuias nestes locais;
   Difundir o artesanato das comunidades quilombolas de Salvaterra através da
    promoção de oficinas e ou cursos de artesanato em cestaria e confecção de
    cuias nas escolas públicas do município de Salvaterra como estratégia para
    agregar valor (social e econômico) aos produtos artesanais destas
    comunidades;
   Elaborar material técnico-científico (cartilhas, artigos, informativos) sobre a
    produção artesanal das comunidades quilombolas de Salvaterra;
    Garantir a interação entre os estudantes do Curso de Biologia e os membros
    das comunidades tradicionais quilombolas do Marajó como forma de
    proporcionar o intercâmbio de conhecimentos entre os mesmos.
O PROJETO
O PROJETO


Produzir material técnico-científico sobre o artesanato
quilombola (01 cartilha sobre a cestaria; 01 cartilha sobre a
confecção de cuias; artigos científicos sobre a temática;
mapeamento e descrição das espécies vegetais utilizadas na
produção artesanal);

Formar 100 novos mestres artesãos, (em cestaria e confecção
de cuias);
Criar possibilidades e estratégias de geração de renda aos
membros das comunidades a partir da produção artesanal;

Proporcionar a aproximação da Universidade Federal do Pará,
por intermédio do Curso de Biologia, às comunidades
tradicionais do Marajó.
O PROJETO

Público-Alvo:

 Comunidades Quilombolas do Município de
  Salvaterra-Pa;
 Estudantes do ensino médio da E.E.E.M.
  “Prof. Ademar Nunes de Vasconcelos”
  oriundos de comunidades quilombolas;
 Comunidade em geral.


   N° Estimado: 1.500 pessoas
Referenciais
   ACEVEDO MARIN, Rosa Elisabeth. Terras de Herança de Barro Alto: Entre a fazenda da EMBRAPA e a fazenda do
    americano – Salvaterra/PA. Belém: SEJU/UNAMAZ/UFPA /NAEA, 2005.


   ________. Comunidades Negras Rurais no Município de Salvaterra, Ilha de Marajó –Pa: Estudos e Intervenção
    sobre as condições de saúde e saneamento básico. Belém: UNAMAZ/UFPA-PROEX/NUMA, 2004.


   ARAGON, Luis E. Ciência e Educação Superior na Amazônia: Desafios e oportunidades de cooperação
    internacional. Belém: Associação das Universidades Amazônicas –UNAMAZ / NAEA, 2001.


   CARDOSO, Luis Fernando Cardoso e. A constituição local: direito e território quilombola em Bairro Alto, Ilha do
    Marajó, Pará. Luis Fernando Cardoso e Cardoso/ Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e
    Ciências Humanas, Departamento de Ciências Sociais, Programa de Pós-graduação em Antropologia Social.
    Florianópolis-SC, 2008. Disponível<http://www.tede.ufsc.br/tedesimplificado//tde_busca/arquivo.phpcodArquivo=411>;
    acesso em 05/11/2010.


   MELLO, Alex Fiúza de. A interiorização da universidade na Amazônia: um desafio nacional. In: Educação
    Brasileira, Brasília, v. 30, n. 60 e 61, p. 9-35, jan./dez. 2008. Disponível em
    <http://www.crub.org.br/admin/publicacoes/revista_60_61.pdf>; acesso em 15/11/2010.
   ________. Para construir uma universidade na Amazônia: realidade e utopia. Belém: EDUFPA, 2007.


   NOGUEIRA, Cristiane Silva. Território de Pesca no Estuário Marajoara: Comunidades Quilombolas, Águas de
    Trabalho e Conflitos no Município de Salvaterra. (sem data). Dsiponível em
    <http://www.unamaz.org/UserFiles/file/publicações/SeminárioInternacional Águas da Pan Amazônia/Territorio de pesca-
    Cristiane Nogueira.pdf> ; aceso em 11/10/2010.


   NOVA CARTOGRAFIA SOCIAL DA AMAZÔNIA. Comunidades Quilombolas da Ilha do Marajó. Série Movimentos
Muito Obrigada!!!!
   “O Homem vive da natureza, isto significa
    que a natureza é o seu corpo com o qual
    ele deve permanecer em processo
    constante, para não perecer. O fato de que
    a vida física e espiritual do homem se
    relaciona com a natureza não tem outro
    sentido senão o de que a natureza se
    relaciona consigo mesma, pois o homem é
    parte da natureza”. (Karl Marx)

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Aspectos da cultura quilombola

  • 1. Palestrantes: Téc. M.Sc. Maria Páscoa S. de Sousa Roberta Miliane Peres
  • 2. ASPECTOS DA CULTURA QUILOMBOLA  Cultura Quilombola????????????  O que é QUILOMBO? Quem sãos os QUILOMBOLAS?  O que é CULTURA, mesmo???
  • 3. Como definir a CULTURA QUILOMBOLA???? Pescadores Artesanais Caranguejeiros Camaroeiros Quilombolas Artesões Coletores de açaí, castanha Seringueiros de andiroba, bacuri Populações Tradicionais Pequenos Extratores Agricultores de madeira Produtores Vaqueiros de Farinha de mandioca
  • 4. Grupos, Povos ou Comunidades Tradicionais  Instituiu a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais
  • 5. Grupos, Povos ou Comunidades Tradicionais  “o que faz um grupo social ser identificado como tradicional não é a localidade onde se encontra, [...] não é o local que define quem elas são, mas sim seu modo de vida e as suas formas de estreitar relações com a diversidade biológica, em função de uma dependência que não precisa ser apenas com fins de subsistência, pode ser também material, econômica, cultural, religiosa, espiritual, etc. (MOREIRA, 2007, p. 36)
  • 6. Porque Discutir Cultura Quilombola na Escola Vasconcelos?  LEI No 10.639, DE 9 DE JANEIRO DE 2003.  Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e dá outras providências.  O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:   Art. 1o A Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar acrescida dos seguintes arts. 26-A, 79-A e 79-B:  "Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro- Brasileira.  § 1o O conteúdo programático a que se refere o caput deste artigo incluirá o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil.
  • 7. § 2o Os conteúdos referentes à História e Cultura Afro- Brasileira serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História Brasileiras.  § 3o (VETADO)"  "Art. 79-A. (VETADO)"  "Art. 79-B. O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro como „Dia Nacional da Consciência Negra‟.“  Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 9 de janeiro de 2003; 182o da Independência e 115o da República.  LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Cristovam Ricardo Cavalcanti Buarque
  • 8. Comunidades Tradicionais na Microrregião do Arari 40 comunidades remanescentes de quilombos (UNAMAZ e NAEA/UFPA), em nove municípios: Gurupá, Anajás, Curralinho, Bagre, Muaná, Ponta de Pedras, Cachoeira do Arari, Soure e Salvaterra (PDTS Marajó, 2007); Pelo menos 18 estão no Município de Salvaterra
  • 9. Os quilombolas de Salvaterra (NCSA – Fascículo 7 Quilombolas da Ilha de Marajó -UNAMAZ/NAEA, 2006) Bacaba 2002: 2.6000 l Boa pessoas ou Siricari Vista 38% da população rural Providênci de Salvaterra a Caldeirão Comunid Paixão ades Quilombo las Bairro Alto Campina/V ila União Mangueira Deus s 1850 Salvá Pau Ajude Furad o
  • 10.
  • 11. HISTÓRIA NÃO CONTADA, CULTURA NÃO PRESERVADA “ Minha bisavó, Augusta Dias, escrava refugiada, morava neste lugar Jutuba, com os filho libertos: Maria Bela (avó da relatora), Joaquim, Domingas, Eliziário e José Dias, o mais novo. Quando chegavo pra pegá rapazes pra ir pra Guerra do Paraguai [1864-1869], aí ela escondia os filho, vinha as cavalaria entrá nas casa pra levá os menino pra lutar na guerra.” (Estelina (Dias) Sarmento dos Santos, 85 anos – Comunidade Quilombola de Bairro Alto) Projeto de Pesquisa: Memória e História Social de Negros Fugidos territorializados nas cabeceiras do Rio Matupirituba: a Comunidade de Bairro Alto. (Rosa H. Sousa)
  • 15. O como Manifestação da e
  • 16. O como Manifestação da
  • 17. O Artesanato como Manifestação do Patrimônio Cultural Imaterial Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial (UNESCO, 2003)
  • 19. Universidade Federal do Pará Campus Universitário do Marajó- Soure Faculdade de Ciências Biológicas PROJETO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA “MARAJOCULTURARTS: Cultura, Artesanato e Sustentabilidade Socioambiental nas Comunidades Quilombolas de Salvaterra-PA” (2012-2013) EQUIPE DO PROJETO Coordenadora: Téc. M.Sc. Maria Páscoa S. de Sousa Prof.ª Gyanne Lima (Diretora da Faculdade de Biologia) Roberta Miliane Peres (Bolsista/Biologia 2011) Paulo José Silva (Voluntário/Biologia 2011) Elisana dos S. Vasconcelos (Voluntária/Biologia 2011) Ewerton N. da Silva (Voluntário/Biologia 2011) Alan José A. Evangelista (Voluntário/Biologia 2012) Jéssica Lorena Lima (Voluntário/Biologia 2012)
  • 20. O PROJETO  OBJETIVO GERAL  Recuperar, difundir e preservar o patrimônio cultural, imaterial e natural das comunidades quilombolas do município de Salvaterra-Pa, consubstanciado nos processos e conhecimentos envolvidos nas atividades artesanais de produção de paneiros, cestos, peneiras e tipitis (confeccionados a partir de fibras naturais derivadas do tucumanzeiro, da jacitara, do inajazeiro, do guarumã, do miriti, do maracujá-do-mato e do cipó tracuá) e na confecção de cuias (a partir do fruto da cuieira/Crescencia cujete e de corantes naturais retirados de árvores como o cumatê.
  • 21. O PROJETO  Específicos:  Recuperar por meio da promoção de oficinas, cursos e palestras os conhecimentos tradicionais envolvidos na produção artesanal de cestaria (cestos, paneiros, peneiras e tipitis) e na confecção de cuias tingidas, envolvendo e tendo como principais ministrantes os griôs das próprias comunidades quilombolas como forma de prestigiar os conhecimentos e os saberes presentes nestas comunidades;  Formar novos mestres artesãos nas referidas comunidades a fim de preservar o conhecimento sobre a produção do artesanato em cestaria e no tingimento de cuias nestes locais;  Difundir o artesanato das comunidades quilombolas de Salvaterra através da promoção de oficinas e ou cursos de artesanato em cestaria e confecção de cuias nas escolas públicas do município de Salvaterra como estratégia para agregar valor (social e econômico) aos produtos artesanais destas comunidades;  Elaborar material técnico-científico (cartilhas, artigos, informativos) sobre a produção artesanal das comunidades quilombolas de Salvaterra;  Garantir a interação entre os estudantes do Curso de Biologia e os membros das comunidades tradicionais quilombolas do Marajó como forma de proporcionar o intercâmbio de conhecimentos entre os mesmos.
  • 23. O PROJETO Produzir material técnico-científico sobre o artesanato quilombola (01 cartilha sobre a cestaria; 01 cartilha sobre a confecção de cuias; artigos científicos sobre a temática; mapeamento e descrição das espécies vegetais utilizadas na produção artesanal); Formar 100 novos mestres artesãos, (em cestaria e confecção de cuias); Criar possibilidades e estratégias de geração de renda aos membros das comunidades a partir da produção artesanal; Proporcionar a aproximação da Universidade Federal do Pará, por intermédio do Curso de Biologia, às comunidades tradicionais do Marajó.
  • 24. O PROJETO Público-Alvo:  Comunidades Quilombolas do Município de Salvaterra-Pa;  Estudantes do ensino médio da E.E.E.M. “Prof. Ademar Nunes de Vasconcelos” oriundos de comunidades quilombolas;  Comunidade em geral.  N° Estimado: 1.500 pessoas
  • 25. Referenciais  ACEVEDO MARIN, Rosa Elisabeth. Terras de Herança de Barro Alto: Entre a fazenda da EMBRAPA e a fazenda do americano – Salvaterra/PA. Belém: SEJU/UNAMAZ/UFPA /NAEA, 2005.   ________. Comunidades Negras Rurais no Município de Salvaterra, Ilha de Marajó –Pa: Estudos e Intervenção sobre as condições de saúde e saneamento básico. Belém: UNAMAZ/UFPA-PROEX/NUMA, 2004.  ARAGON, Luis E. Ciência e Educação Superior na Amazônia: Desafios e oportunidades de cooperação internacional. Belém: Associação das Universidades Amazônicas –UNAMAZ / NAEA, 2001.  CARDOSO, Luis Fernando Cardoso e. A constituição local: direito e território quilombola em Bairro Alto, Ilha do Marajó, Pará. Luis Fernando Cardoso e Cardoso/ Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Departamento de Ciências Sociais, Programa de Pós-graduação em Antropologia Social. Florianópolis-SC, 2008. Disponível<http://www.tede.ufsc.br/tedesimplificado//tde_busca/arquivo.phpcodArquivo=411>; acesso em 05/11/2010.  MELLO, Alex Fiúza de. A interiorização da universidade na Amazônia: um desafio nacional. In: Educação Brasileira, Brasília, v. 30, n. 60 e 61, p. 9-35, jan./dez. 2008. Disponível em <http://www.crub.org.br/admin/publicacoes/revista_60_61.pdf>; acesso em 15/11/2010.  ________. Para construir uma universidade na Amazônia: realidade e utopia. Belém: EDUFPA, 2007.  NOGUEIRA, Cristiane Silva. Território de Pesca no Estuário Marajoara: Comunidades Quilombolas, Águas de Trabalho e Conflitos no Município de Salvaterra. (sem data). Dsiponível em <http://www.unamaz.org/UserFiles/file/publicações/SeminárioInternacional Águas da Pan Amazônia/Territorio de pesca- Cristiane Nogueira.pdf> ; aceso em 11/10/2010.  NOVA CARTOGRAFIA SOCIAL DA AMAZÔNIA. Comunidades Quilombolas da Ilha do Marajó. Série Movimentos
  • 26. Muito Obrigada!!!!  “O Homem vive da natureza, isto significa que a natureza é o seu corpo com o qual ele deve permanecer em processo constante, para não perecer. O fato de que a vida física e espiritual do homem se relaciona com a natureza não tem outro sentido senão o de que a natureza se relaciona consigo mesma, pois o homem é parte da natureza”. (Karl Marx)