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Coordenação de Ciências Contábeis 
AUDITORIA 
EM DESTAQUE 
Antonio Carlos Pedroso de Siqueira
“Desde que o homem se preocupou com o 
amanhã, preocupou-se também em ‘fazer 
as contas’, mas, em verdade, nem sempre 
soube, racionalmente, o que fazer com as 
informações que guardou”. 
(Melis apud Sá, 1997, p.15).
SUMÉRIA – 4500 a.C - A ORIGEM DA ESCRITA 
Tábuas de Uruk – O primeiro “livro 
contábil”
Assertivas sobre a Contabilidade 
“A Contabilidade é a única Ciência que faz fronteira com 
todas as demais áreas do Saber Humano” – frase de um 
Reitor da Universidade Federal de Minas Gerais 
Na primeira Feira da Ciência ocorrida em Paris em meados 
do Século XIX, a Contabilidade foi definida como: 
“A Ciência da Riqueza e da Prosperidade”
OBJETO DE ESTUDO DA 
CONTABILIDADE 
BENS + 
DIREITOS 
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= PATRIMÔNIO 
ATIVOS 
PASSIVOS 
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
O quê as DC’s revelam? 
O conjunto que forma a demonstração contábil oferece: 
• Estrutura financeira de curto e longo prazo 
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• Estrutura de capital (próprio e de terceiros) 
• Resultado econômico de um determinado período 
• Fluxos de caixa 
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A LÓGICA CONTÁBIL É FUNDAMENTADA NO 
RECONHECIMENTO DA ORIGEM E DA APLICAÇÃO 
DOS RECURSOS UTILIZADOS PELAS ORGANIZAÇÕES
Aplicações de recursos Origens de recursos 
ATIVO 
Bens 
+ 
Direitos 
PASSIVO 
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PATRIMÔNIO LÍQUIDO 
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Capital próprio 
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Resultado
FUNÇÃO FUNDAMENTAL DA CONTABILIDADE 
GERAR 
INFORMAÇÕES PARA 
TOMADA DE 
DECISÃO
FUNÇÃO INFORMATIVA 
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ou FINANCEIRAS 
BALANÇO 
PATRIMONIAL 
DEMONSTRAÇÃO 
DO RESULTADO 
DO EXERCÍCIO 
DEMONSTRAÇÃO 
DAS MUTAÇÕES 
DO PATRIMÔNIO 
LÍQUIDO 
DEMONSTRAÇÃO 
DOS FLUXOS 
DE CAIXA 
(Cias. Fechadas com PL inferior a 
R$ 2 milhões não estão obrigadas) 
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DEMONSTRAÇÃO 
DO VALOR 
ADICIONADO 
(Cias. Abertas)
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DCs Dados Análise Informações 
Orientar decisões
REQUISITOS 
CONHECER PRINCÍPIOS E PROCEDIMENTOS 
CONTÁBEIS 
CONHECER O MERCADO (AVALIAÇÕES COMPARATIVAS) 
CONHECER A DINÂMICA ECONÔMICA E FINANCEIRA 
DAS ORGANIZAÇÕES
USUÁRIOS DAS ANÁLISE 
SÓCIOS 
FORNE 
CEDORES 
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DORES 
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COMUNI 
DADE 
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TES 
GOVERNO 
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ANÁLISES ATRAVÉS DE ÍNDICES, INDICADORES 
E COEFICIENTES 
Medem a saúde 
financeira 
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lucratividade 
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Demonstram a 
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endividamento 
Auxiliam na 
avaliação de 
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ANÁLISE DE CICLO OPERACIONAL 
CICLO 
OPERACIONAL 
Período necessário para a empresa executar 
todas as etapas da sua atividade operacional 
Comprar 
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compras 
Produ-zir 
Vender 
Receber 
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venda 
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Produto acabado
Sociedades afetadas pela Lei 11.638/2007 
SOCIEDADES 
ANÔNIMAS 
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OUTRAS SOCIEDADES DE 
GRANDE PORTE ou 
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Art. 3o Aplicam-se às sociedades de grande porte, ainda que não constituídas sob a forma de sociedades por 
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de Valores Mobiliários. 
Parágrafo único. Considera-se de grande porte, para os fins exclusivos desta Lei, a sociedade ou conjunto de 
sociedades sob controle comum que tiver, no exercício social anterior, ativo total superior a R$ 
240.000.000,00 (duzentos e quarenta milhões de reais) ou receita bruta anual superior a R$ 300.000.000,00 
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Consequências da Nova Contabilidade 
• As demonstrações contábeis passam a avaliar Ativos e 
Passivos pelo Valor Justo 
• O Patrimônio Líquido tende a representar com maior 
propriedade o Valor da Empresa 
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maior quantidade e de forma bem mais transparente
2007 2010 
• Lei 11.638/07 
– Modificação 
das práticas 
contábeis 
estabelecidas 
pela 6.404/76 
• Aplicação 
obrigatória 
do IFRS na 
elaboração 
das DC’s 
2014 
• Lei 12.973/14 – 
Alterações da 
legislação 
tributária para 
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EVOLUÇÃO
AUDITORIA 
Como consequência da Adoção das normas contábeis (IFRS) na 
elaboração das Demonstrações Financeiras houve a Adoção 
das normas internacionais de auditoria (ISA’s) para os 
trabalhos de auditoria 
Aplicação obrigatória a partir das Demonstrações Financeiras 
de períodos iniciados em ou a partir de 1° de janeiro de 2010 , 
com exceção da postergação específica para pequenas e 
médias firmas de auditoria
Processo de Convergência 
Auditoria 
Grupos de Trabalho 
Contabilidade 
Societária 
Contabilidade 
Pública 
Grupo de Trabalho de 
Educação e Treinamento 
Assuntos de Natureza 
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Entidade, seu ambiente e o controle interno 
Complexidade da sua estrutura 
Estrutura Societária Fontes de Receita 
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entidade 
Dispersão das Operações Estrutura de Financiamento
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Fontes de Risco de distorção relevante
Tipos de Riscos de Auditoria 
Risco Inerente: é a suscetibilidade da informação sobre o objeto 
a uma distorção relevante; 
Risco de Controle: é o risco de que uma distorção relevante 
possa ocorrer e não ser evitada, ou detectada e corrigida, em 
tempo hábil, por controles internos relacionados; 
Risco de Detecção: é o risco de que o auditor independente não 
detecte uma distorção relevante existente.
Quadro Resumo das Normas Profissionais e Técnicas 
Código de Ética 
Normas Brasileiras de Contabilidade 
Contabilidade Auditoria e Asseguração Auditoria Interna Perícia 
NBC PG 
Normas Profissionais do 
Auditor Independente – 
NBC PA 
Normas profissionais do 
Auditor Interno NBC PI 
Normas Profissionais do 
perito NBC PP 
NBC TG NBC TSP 
NBC 
TA NBC TR NBC TO NBC TSC NBC TI NBC TP 
Técnicas Profissionais
Estrutura Lógica das Normas 
Código de Ética do Contabilista, Norma de Controle de Qualidade e Estrutura Conceitual para 
Trabalhos de Asseguração
Estrutura das Normas de Asseguração 
Estrutura Internacional – IFAC, ISA e ISAE 
IFAC - International Federation of Accountants 
IAASB - International Auditing and Assurance Standards Board 
ISASs 100-999 ISAEs 3000-3699 
International Standards International Standards on 
on Auditing Assurance Engagements 
IAPSs 1000-1999 IAEPs 3700-3999 
International Auditing International Assurance 
Practice Statements Engagement Practice Statemens
Estrutura das Normas de Asseguração 
Estrutura Nacional – CFC, NBC PA e NBC TA 
CFC - Conselho Federal de Contabilidade 
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Res. CFC 1.328/11 
NBC PA NBC TA 
Profissionais Auditoria Técnicas Auditoria 
CEPC - Código de 
Ética Profissional do Contador 
Res. CFC 1.307/10
Controle de Qualidade NBC PA 01 e NBC TA 220 
Que a Firma estabeleça e mantenha um 
Sistema de Controle de Qualidade 
Segurança razoável do cumprimento de 
normas técnicas e profissionais e das 
exigências regulatórias e legais aplicáveis 
Que os relatórios sejam apropriados nas 
circunstâncias 
A firma deve cumprir os requisitos 
definidos 
NBC PA 01 
Objetivo
Objetivos 
Para a Firma de Auditoria (ou o Auditor Pessoa Física) 
alcançar seus objetivos
Elementos da Infraestrutura 
Responsabilidade da liderança pela qualidade da firma 
Exigências éticas relevantes 
Aceitação e continuidade do relacionamento com o cliente 
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Execução do trabalho
É necessário que as Políticas e Procedimentos sejam documentados... 
...e comunicados ao pessoal 
Responsabilidade individual pelo cumprimento das Políticas e Procedimentos 
Estímulo à participação do pessoal 
Retorno que permita o 
contínuo aprimoramento do Sistema de 
Controle de Qualidade
Exigências Éticas Relevantes 
(a) Integridade; 
(b) Objetividade; 
(c) Competência profissional e zelo; 
(d) Confidencialidade; e, 
(e) Comportamento profissional.
Evidência de Auditoria - Suficiência e Adequação 
A suficiência e adequação de evidência de 
auditoria estão inter-relacionadas 
Suficiência 
Medida da quantidade de evidência de auditoria 
• Afetada pela avaliação do auditor dos riscos de 
distorção 
• Afetada pela qualidade de tal evidência 
Obter mais evidência de auditoria não compensa a sua má qualidade
Evidência de Auditoria - Suficiência e Adequação 
Adequação 
Medida da qualidade de evidência de 
auditoria 
A sua relevância e confiabilidade 
para fornecer suporte às conclusões 
em que se fundamenta a opinião do 
auditor 
Influenciada pela sua fonte e pela sua natureza 
Depende das circunstâncias individuais em que é obtida
Responsabilidades da Administração e do Auditor 
A responsabilidade primária pela 
identificação das partes relacionadas, das 
transações realizadas e dos saldos 
existentes entre elas, incluindo a sua 
adequada divulgação nas demonstrações 
financeiras é da Administração da entidade. 
Por sua vez, o auditor tem a responsabilidade de aplicar procedimentos de auditoria 
direcionados para identificar, avaliar e responder aos riscos de distorção relevante 
decorrentes da não contabilização ou da não divulgação apropriada dessas partes 
relacionadas e das transações realizadas ou dos saldos entre elas.
Responsabilidades 
Análise e julgamento sobre a continuidade para elaboração das 
DFs é da administração, enquanto que cabe 
ao auditor: 
• Obter evidência de auditoria apropriada e suficiente sobre o uso 
do pressuposto da continuidade na elaboração das DFs 
• Concluir se existe incerteza significativa sobre a continuidade 
• Determinar as implicações desse assunto no relatório de auditoria 
sobre as DFs
Visão geral
Visão geral- Fase final de auditoria.
Novo Formato do Relatório de Auditoria sobre Demonstrações 
financeiras 
RELATÓRIO SEM MODIFICAÇÃO 
Título 
Destinatário 
Seções do relatório (parágrafos) 
Parágrafo Introdutório 
Responsabilidade da Administração 
Responsabilidade do Auditor 
Opinião 
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Data 
Assinatura Identificação
NBC TA 705 - RELATÓRIOS DE AUDITORIA COM 
MODIFICAÇÃO 
Entre as seções de Responsabilidade do Auditor e da Opinião é 
incluída uma seção adicional para informar a Base para emissão 
da opinião adversa ou com ressalva 
A seção de responsabilidade do auditor faz menção à 
fundamentação da opinião, inclusive no caso de ressalva, 
adverso ou abstenção de opinião 
A Seção da opinião é claramente denominada Opinião com 
Ressalva ou Opinião Adversa.
Limitação no alcance da auditoria 
A impossibilidade de obtenção de evidência apropriada e suficiente 
pode ocorrer em decorrência: 
• circunstâncias que estão fora de controle da entidade (destruição 
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• circunstâncias relacionadas com a natureza do procedimento de 
auditoria (por exemplo, testes substantivos não são suficientes e o 
controle interno não é eficaz) ou a época (contratação do auditor 
após a realização do inventário físico e ele não consegue concluir 
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auditor 
Emissão de relatório diferente do padrão, incluindo modificações, seja por 
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Demonstrações apresentam distorções relevantes 
Ressalva Adversa 
Impossibilidade de obter evidência de auditoria 
apropriada e suficiente Ressalva Abstenção de opinião
• O Contador é o profissional 
habilitado a prestar serviços de 
Auditoria Independente e emitir 
relatório com Fé Pública 
• É uma atividade nobre no campo 
da contabilidade, pois reúne um 
grande conjunto de 
conhecimento 
• O mercado é carente de 
profissionais habilitados Categoria 1 Categoria 2 Categoria 3 Categoria 4 
Série 1 Série 2 Série 3 
2014 RESULTADOS
A carreira profissional 2014 
Requisitos essenciais: 
• Ser Contador e conhecer muito bem 
Contabilidade, além de outras áreas 
de conhecimento como: 
Administração, Economia, Direito 
• Ter espírito investigativo, analítico e 
dedutivo 
• Capacidade de análise e 
independência
VITÓRIA de 
2014 TODOS 
A linguagem universal no mundo dos 
negócios é a Contabilidade. 
As empresas se comunicam e fazem 
negócios com base em 
Demonstrações Contábeis, 
elaboradas com base nas novas 
normas de contabilidade, 
devidamente certificadas pelo 
Relatório dos Auditores 
Independentes
2014 BENEFÍCIOS 
• Transparência 
• Adoção de Boas Práticas Gestoriais 
• Garantia de continuidade 
operacional 
• Definição dos níveis de riscos
NOVAS 
METAS 
2015 
• Necessidade de 
profissionais habilitados 
• Permanentemente 
atualizados 
• Valorização do profissional 
contábil 
• Busca maior de 
profissionais para Auditoria 
• Todas as empresas 
passam a adotar o IFRS 
• Exigência de certificação 
de Auditor Independente 
• Estudos continuados para 
apresentação da real 
situação de cada Empresa 
• Criatividade e 
personalização
2015 
O NOVO ANO da 
CONQUISTA 
Oportunidades
5 
10 
15 
20 
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35 
40 
45 
50 
55 
60 
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 
4.3 
2.5 
3.5 4.5 
2.4 
4.4 
1.8 
2.8 
2 2 
3 
5 
2015 ESTRATÉGIA 
Contínua aquisição de conhecimentos na área contábil
2015 CRONOGRAMA 
• Auto análise das aptidões pessoais para a área contábil e de auditoria. 
• Estudos mais aprofundados na atividade contábil, especialmente por 
meio de cursos de curta ou média duração. 
• Avaliação sobre os recursos necessários para aprimoramento da 
atividade. 
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BENEFÍCIOS 
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acelerada 
• Conhecimento de 
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atividade 
empresarial 
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experiências com 
outros profissionais 
• Viagens a trabalho 
e para 
aprimoramento 
profissional 
2015 
Ganhos 
financeiros e 
pessoais
Muito obrigado! 
Antonio Carlos Pedroso de Siqueira 
Sócio da: 
SIQUEIRA & ASSOCIADOS Auditores Independentes 
Auditor Independente e Membro da Academia de Ciências 
Contábeis do Paraná 
Para contato estarei ao dispor pelo e-mail: 
siqueira@siqueiraeassociados.net.br

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  • 1. Coordenação de Ciências Contábeis AUDITORIA EM DESTAQUE Antonio Carlos Pedroso de Siqueira
  • 2. “Desde que o homem se preocupou com o amanhã, preocupou-se também em ‘fazer as contas’, mas, em verdade, nem sempre soube, racionalmente, o que fazer com as informações que guardou”. (Melis apud Sá, 1997, p.15).
  • 3. SUMÉRIA – 4500 a.C - A ORIGEM DA ESCRITA Tábuas de Uruk – O primeiro “livro contábil”
  • 4. Assertivas sobre a Contabilidade “A Contabilidade é a única Ciência que faz fronteira com todas as demais áreas do Saber Humano” – frase de um Reitor da Universidade Federal de Minas Gerais Na primeira Feira da Ciência ocorrida em Paris em meados do Século XIX, a Contabilidade foi definida como: “A Ciência da Riqueza e da Prosperidade”
  • 5. OBJETO DE ESTUDO DA CONTABILIDADE BENS + DIREITOS + - OBRIGAÇÕES = PATRIMÔNIO ATIVOS PASSIVOS PATRIMÔNIO LÍQUIDO
  • 6. O quê as DC’s revelam? O conjunto que forma a demonstração contábil oferece: • Estrutura financeira de curto e longo prazo • Estrutura patrimonial pelos bens aplicados na produção de bens e/ou serviços • Estrutura de capital (próprio e de terceiros) • Resultado econômico de um determinado período • Fluxos de caixa • Valor adicionado pelas operações
  • 7. A LÓGICA CONTÁBIL É FUNDAMENTADA NO RECONHECIMENTO DA ORIGEM E DA APLICAÇÃO DOS RECURSOS UTILIZADOS PELAS ORGANIZAÇÕES
  • 8. Aplicações de recursos Origens de recursos ATIVO Bens + Direitos PASSIVO Obrigações com terceiros PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital de terceiros Capital próprio DESPESAS RECEITAS Resultado
  • 9. FUNÇÃO FUNDAMENTAL DA CONTABILIDADE GERAR INFORMAÇÕES PARA TOMADA DE DECISÃO
  • 10. FUNÇÃO INFORMATIVA DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ou FINANCEIRAS BALANÇO PATRIMONIAL DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (Cias. Fechadas com PL inferior a R$ 2 milhões não estão obrigadas) NOTAS EXPLICATIVAS DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO (Cias. Abertas)
  • 11. ANÁLISE DE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DCs Dados Análise Informações Orientar decisões
  • 12. REQUISITOS CONHECER PRINCÍPIOS E PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS CONHECER O MERCADO (AVALIAÇÕES COMPARATIVAS) CONHECER A DINÂMICA ECONÔMICA E FINANCEIRA DAS ORGANIZAÇÕES
  • 13. USUÁRIOS DAS ANÁLISE SÓCIOS FORNE CEDORES INVESTI DORES BAN COS OUTROS ONGs COMUNI DADE CLIEN TES GOVERNO FUNCIO NÁRIOS stakeholders
  • 14. ANÁLISES ATRAVÉS DE ÍNDICES, INDICADORES E COEFICIENTES Medem a saúde financeira Avaliam a lucratividade Indicam níveis de alavancagem Demonstram a composição de endividamento Auxiliam na avaliação de riscos
  • 15. ANÁLISE DE CICLO OPERACIONAL CICLO OPERACIONAL Período necessário para a empresa executar todas as etapas da sua atividade operacional Comprar materiais Estocar materiais Pagar compras Produ-zir Vender Receber $ venda Estocar Produto acabado
  • 16. Sociedades afetadas pela Lei 11.638/2007 SOCIEDADES ANÔNIMAS (Todas) OUTRAS SOCIEDADES DE GRANDE PORTE ou GRUPO DE SOCIEDADES Ativos R$ 240 milhões Receita bruta R$ 300 milhões Art. 3o Aplicam-se às sociedades de grande porte, ainda que não constituídas sob a forma de sociedades por ações, as disposições da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, sobre escrituração e elaboração de demonstrações financeiras e a obrigatoriedade de auditoria independente por auditor registrado na Comissão de Valores Mobiliários. Parágrafo único. Considera-se de grande porte, para os fins exclusivos desta Lei, a sociedade ou conjunto de sociedades sob controle comum que tiver, no exercício social anterior, ativo total superior a R$ 240.000.000,00 (duzentos e quarenta milhões de reais) ou receita bruta anual superior a R$ 300.000.000,00 (trezentos milhões de reais).
  • 17. Consequências da Nova Contabilidade • As demonstrações contábeis passam a avaliar Ativos e Passivos pelo Valor Justo • O Patrimônio Líquido tende a representar com maior propriedade o Valor da Empresa • Aquisições, fusões e incorporações são realizadas em maior quantidade e de forma bem mais transparente
  • 18. 2007 2010 • Lei 11.638/07 – Modificação das práticas contábeis estabelecidas pela 6.404/76 • Aplicação obrigatória do IFRS na elaboração das DC’s 2014 • Lei 12.973/14 – Alterações da legislação tributária para adequar ao IFRS EVOLUÇÃO
  • 19. AUDITORIA Como consequência da Adoção das normas contábeis (IFRS) na elaboração das Demonstrações Financeiras houve a Adoção das normas internacionais de auditoria (ISA’s) para os trabalhos de auditoria Aplicação obrigatória a partir das Demonstrações Financeiras de períodos iniciados em ou a partir de 1° de janeiro de 2010 , com exceção da postergação específica para pequenas e médias firmas de auditoria
  • 20. Processo de Convergência Auditoria Grupos de Trabalho Contabilidade Societária Contabilidade Pública Grupo de Trabalho de Educação e Treinamento Assuntos de Natureza Regulatória
  • 21. Entidade, seu ambiente e o controle interno Complexidade da sua estrutura Estrutura Societária Fontes de Receita Natureza da entidade Dispersão das Operações Estrutura de Financiamento
  • 23. Fontes de Risco de distorção relevante
  • 24. Tipos de Riscos de Auditoria Risco Inerente: é a suscetibilidade da informação sobre o objeto a uma distorção relevante; Risco de Controle: é o risco de que uma distorção relevante possa ocorrer e não ser evitada, ou detectada e corrigida, em tempo hábil, por controles internos relacionados; Risco de Detecção: é o risco de que o auditor independente não detecte uma distorção relevante existente.
  • 25. Quadro Resumo das Normas Profissionais e Técnicas Código de Ética Normas Brasileiras de Contabilidade Contabilidade Auditoria e Asseguração Auditoria Interna Perícia NBC PG Normas Profissionais do Auditor Independente – NBC PA Normas profissionais do Auditor Interno NBC PI Normas Profissionais do perito NBC PP NBC TG NBC TSP NBC TA NBC TR NBC TO NBC TSC NBC TI NBC TP Técnicas Profissionais
  • 26. Estrutura Lógica das Normas Código de Ética do Contabilista, Norma de Controle de Qualidade e Estrutura Conceitual para Trabalhos de Asseguração
  • 27. Estrutura das Normas de Asseguração Estrutura Internacional – IFAC, ISA e ISAE IFAC - International Federation of Accountants IAASB - International Auditing and Assurance Standards Board ISASs 100-999 ISAEs 3000-3699 International Standards International Standards on on Auditing Assurance Engagements IAPSs 1000-1999 IAEPs 3700-3999 International Auditing International Assurance Practice Statements Engagement Practice Statemens
  • 28. Estrutura das Normas de Asseguração Estrutura Nacional – CFC, NBC PA e NBC TA CFC - Conselho Federal de Contabilidade Lei 12.249/10 NBC - Normas Brasileiras de Contabilidade Res. CFC 1.328/11 NBC PA NBC TA Profissionais Auditoria Técnicas Auditoria CEPC - Código de Ética Profissional do Contador Res. CFC 1.307/10
  • 29. Controle de Qualidade NBC PA 01 e NBC TA 220 Que a Firma estabeleça e mantenha um Sistema de Controle de Qualidade Segurança razoável do cumprimento de normas técnicas e profissionais e das exigências regulatórias e legais aplicáveis Que os relatórios sejam apropriados nas circunstâncias A firma deve cumprir os requisitos definidos NBC PA 01 Objetivo
  • 30. Objetivos Para a Firma de Auditoria (ou o Auditor Pessoa Física) alcançar seus objetivos
  • 31. Elementos da Infraestrutura Responsabilidade da liderança pela qualidade da firma Exigências éticas relevantes Aceitação e continuidade do relacionamento com o cliente Recursos humanos Monitoramento Execução do trabalho
  • 32. É necessário que as Políticas e Procedimentos sejam documentados... ...e comunicados ao pessoal Responsabilidade individual pelo cumprimento das Políticas e Procedimentos Estímulo à participação do pessoal Retorno que permita o contínuo aprimoramento do Sistema de Controle de Qualidade
  • 33. Exigências Éticas Relevantes (a) Integridade; (b) Objetividade; (c) Competência profissional e zelo; (d) Confidencialidade; e, (e) Comportamento profissional.
  • 34. Evidência de Auditoria - Suficiência e Adequação A suficiência e adequação de evidência de auditoria estão inter-relacionadas Suficiência Medida da quantidade de evidência de auditoria • Afetada pela avaliação do auditor dos riscos de distorção • Afetada pela qualidade de tal evidência Obter mais evidência de auditoria não compensa a sua má qualidade
  • 35. Evidência de Auditoria - Suficiência e Adequação Adequação Medida da qualidade de evidência de auditoria A sua relevância e confiabilidade para fornecer suporte às conclusões em que se fundamenta a opinião do auditor Influenciada pela sua fonte e pela sua natureza Depende das circunstâncias individuais em que é obtida
  • 36. Responsabilidades da Administração e do Auditor A responsabilidade primária pela identificação das partes relacionadas, das transações realizadas e dos saldos existentes entre elas, incluindo a sua adequada divulgação nas demonstrações financeiras é da Administração da entidade. Por sua vez, o auditor tem a responsabilidade de aplicar procedimentos de auditoria direcionados para identificar, avaliar e responder aos riscos de distorção relevante decorrentes da não contabilização ou da não divulgação apropriada dessas partes relacionadas e das transações realizadas ou dos saldos entre elas.
  • 37. Responsabilidades Análise e julgamento sobre a continuidade para elaboração das DFs é da administração, enquanto que cabe ao auditor: • Obter evidência de auditoria apropriada e suficiente sobre o uso do pressuposto da continuidade na elaboração das DFs • Concluir se existe incerteza significativa sobre a continuidade • Determinar as implicações desse assunto no relatório de auditoria sobre as DFs
  • 39. Visão geral- Fase final de auditoria.
  • 40. Novo Formato do Relatório de Auditoria sobre Demonstrações financeiras RELATÓRIO SEM MODIFICAÇÃO Título Destinatário Seções do relatório (parágrafos) Parágrafo Introdutório Responsabilidade da Administração Responsabilidade do Auditor Opinião Outras Responsabilidades de relatório Data Assinatura Identificação
  • 41. NBC TA 705 - RELATÓRIOS DE AUDITORIA COM MODIFICAÇÃO Entre as seções de Responsabilidade do Auditor e da Opinião é incluída uma seção adicional para informar a Base para emissão da opinião adversa ou com ressalva A seção de responsabilidade do auditor faz menção à fundamentação da opinião, inclusive no caso de ressalva, adverso ou abstenção de opinião A Seção da opinião é claramente denominada Opinião com Ressalva ou Opinião Adversa.
  • 42. Limitação no alcance da auditoria A impossibilidade de obtenção de evidência apropriada e suficiente pode ocorrer em decorrência: • circunstâncias que estão fora de controle da entidade (destruição dos registros em função de intempérie, por exemplo) • circunstâncias relacionadas com a natureza do procedimento de auditoria (por exemplo, testes substantivos não são suficientes e o controle interno não é eficaz) ou a época (contratação do auditor após a realização do inventário físico e ele não consegue concluir sobre a existência por outros meios, por exemplo) • limitações impostas pela administração
  • 43. NBC TA 705 – Modificações na opinião do auditor Emissão de relatório diferente do padrão, incluindo modificações, seja por meio de ressalvas ou outras modificações. Natureza do assunto que gerou a modificação Julgamento do auditor sobre a disseminação de forma generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos sobre as demonstrações Relevante mas não generalizado Relevante e generalizado Demonstrações apresentam distorções relevantes Ressalva Adversa Impossibilidade de obter evidência de auditoria apropriada e suficiente Ressalva Abstenção de opinião
  • 44. • O Contador é o profissional habilitado a prestar serviços de Auditoria Independente e emitir relatório com Fé Pública • É uma atividade nobre no campo da contabilidade, pois reúne um grande conjunto de conhecimento • O mercado é carente de profissionais habilitados Categoria 1 Categoria 2 Categoria 3 Categoria 4 Série 1 Série 2 Série 3 2014 RESULTADOS
  • 45. A carreira profissional 2014 Requisitos essenciais: • Ser Contador e conhecer muito bem Contabilidade, além de outras áreas de conhecimento como: Administração, Economia, Direito • Ter espírito investigativo, analítico e dedutivo • Capacidade de análise e independência
  • 46. VITÓRIA de 2014 TODOS A linguagem universal no mundo dos negócios é a Contabilidade. As empresas se comunicam e fazem negócios com base em Demonstrações Contábeis, elaboradas com base nas novas normas de contabilidade, devidamente certificadas pelo Relatório dos Auditores Independentes
  • 47. 2014 BENEFÍCIOS • Transparência • Adoção de Boas Práticas Gestoriais • Garantia de continuidade operacional • Definição dos níveis de riscos
  • 48. NOVAS METAS 2015 • Necessidade de profissionais habilitados • Permanentemente atualizados • Valorização do profissional contábil • Busca maior de profissionais para Auditoria • Todas as empresas passam a adotar o IFRS • Exigência de certificação de Auditor Independente • Estudos continuados para apresentação da real situação de cada Empresa • Criatividade e personalização
  • 49. 2015 O NOVO ANO da CONQUISTA Oportunidades
  • 50. 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 4.3 2.5 3.5 4.5 2.4 4.4 1.8 2.8 2 2 3 5 2015 ESTRATÉGIA Contínua aquisição de conhecimentos na área contábil
  • 51. 2015 CRONOGRAMA • Auto análise das aptidões pessoais para a área contábil e de auditoria. • Estudos mais aprofundados na atividade contábil, especialmente por meio de cursos de curta ou média duração. • Avaliação sobre os recursos necessários para aprimoramento da atividade. • Escolha de empresa de auditoria para início de carreira.
  • 52. BENEFÍCIOS • Oportunidades de aprendizagem acelerada • Conhecimento de áreas variadas de atividade empresarial • Maior troca de experiências com outros profissionais • Viagens a trabalho e para aprimoramento profissional 2015 Ganhos financeiros e pessoais
  • 53. Muito obrigado! Antonio Carlos Pedroso de Siqueira Sócio da: SIQUEIRA & ASSOCIADOS Auditores Independentes Auditor Independente e Membro da Academia de Ciências Contábeis do Paraná Para contato estarei ao dispor pelo e-mail: siqueira@siqueiraeassociados.net.br