AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
1
CAPA
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2
A sociedade deseja
a apresentação de
demonstrações
contábeis e
divulgações
adequadas e
esclarecedoras à
opinião pública.
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3
O parecer dos auditores
é o elemento
fundamental na
extensão que se traduz
em sinônimo de
confiabilidade às
informações prestadas.
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4
INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS:
 Recursos gerados e aplicados;
 Resultado operacional;
 Variação patrimonial;
Obedeceram a padrões usuais de
medição?
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5
RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO
 Analisar eventos e transações.
 Medir e registrar dados de
transações.
 Classificar e resumir dados
registrados.
 Preparar demonstrações contábeis de
acordo com os Princípios
Fundamentais de Contabilidade.
 Distribuir as demonstrações contábeis
e parecer de auditor aos acionistas
anualmente.
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6
IMPORTÂNCIA DA AUDITORIA
Valendo-se de normas e padrões de
natureza técnica e ética, a auditoria torna-
se um elemento fundamental:
 no sistema de informações;
 na medição de desempenho;
 na prestação de contas da
administração.
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CONCEITO DE AUDITORIA CONTÁBIL
O levantamento, estudo e avaliação
sistemática das transações,
procedimentos, operações, rotinas das
demonstrações financeiras.
 Objetiva mensurar a exatidão dos
registros e das demonstrações contábeis.
 Consiste em controlar áreas-chaves a
fim de evitar situações que propiciem
fraudes, desfalques e subornos.
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APLICAÇÃO DA AUDITORIA CONTÁBIL
Somente as empresas de auditoria contábil ou
auditores contábeis independentes, registrados
na Comissão de Valores Mobiliários poderão
auditar as demonstrações financeiras de
companhias abertas e das instituições, sociedades
ou empresas que integram o sistema de
distribuição e intermediação de valores
mobiliários, art. 26, Lei 6.385/76.
Também, terá sua demonstração auditada
regularmente a empresa que:
 Faturar mais que R$ 300 milhões por ano;
 Possuir ativos superiores a R$ 240 milhões, Lei
11.638/2007.
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REFLEXOS DA AUDITORIA SOBRE A
RIQUEZA PATRIMONIAL
 sob o aspecto administrativo: contribui para a redução
de ineficiência, negligência, incapacidade e improbidade
de empregados e administradores;
 sob o aspecto patrimonial: possibilita melhor controle
dos bens, direitos e obrigações que constituem o
patrimônio;
 sob o aspecto fiscal: é fator de mais rigoroso
cumprimento das obrigações fiscais, resguardando o
patrimônio contra multas;
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 sob o aspecto técnico: contribui para mais
adequada utilização das contas, maior
eficiência dos serviços contábeis, maior
precisão das informações;
 sob o aspecto financeiro: resguarda créditos
de terceiros contra possíveis fraudes e
dilapidações do patrimônio, permitindo
maior controle dos recursos para fazer face
a esses compromissos;
 sob o aspecto econômico: assegura maior
exatidão dos custos e veracidade dos
resultados, na defesa do interesse dos
investidores e titulares do patrimônio.
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FILOSOFIA DA AUDITORIA
Avaliar a política de sistema da empresa, em
termos da adequação, comunicação,
aceitação, aplicação e controle,
 se é necessária na situação;
 se contribui para atingir os objetivos da
empresa;
 se permite assegurar a correta utilização
dos recursos da empresa, tanto de natureza
financeira como, econômica e humana.
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PAPEL DA AUDITORIA
Ser útil tanto à empresa quanto aos
investidores, que, por meio da análise das
demonstrações financeiras, devidamente
acompanhadas do parecer do auditor
independente, podem eleger seguramente
as empresas nas quais efetuarão
aplicações de sua poupança pessoal em
ações.
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Abrange os seguintes aspectos:
 Assessoria no planejamento
tributário;
 Controle das atividades e do
patrimônio;
 Atualização de executivos;
 Avaliação de sistemas de
informação;
 Assessoria na área de controle;
 Planos de reorganização;
 Expansão de atividades.
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NATUREZA DA AUDITORIA
Determinar se as demonstrações
e respectivos registros contábeis
merecem ou não confiança, isto
é, verificar se refletem, ou não, a
situação patrimonial, assim como
os resultados das operações que
estão sendo examinadas.
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PROCESSO DE ABORDAGEM
 Determinar exatamente o que o conjunto
de demonstrações pode representar.
 Decidir os procedimentos aplicáveis para
verificar a fidelidade dessas afirmações.
A seleção das técnicas a serem aplicadas e
dos procedimentos a serem seguidos é
definida com o desenvolvimento de um
programa.
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A continuidade normal das
atividades da entidade
auditada compreende o
período de 1 ano após a
data das demonstrações
contábeis.
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A escolha do Auditor
Independente nas
Sociedades Anônimas é de
competência do Conselho
de Administração.
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ASPECTOS ADMINISTRATIVOS E DE CONTROLE
VANTAGENS PARA A ADMINISTRAÇÃO:
Fiscaliza a eficiência dos controles internos;
Assegura melhor correção dos registros
contábeis;
Opina sobre a adequação das demonstrações;
Dificulta desvios de bens patrimoniais e
pagamentos indevidos;
Possibilita apuração de omissões no registro de
receitas;
Aponta falhas na organização administrativa e
nos controles internos.
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VANTAGENS PARA OS
INVESTIDORES:
 Contribui para maior
exatidão das
demonstrações contábeis;
 Possibilita melhores
informações sobre a real
situação econômica,
patrimonial e financeira
das empresas;
 Assegura maior exatidão
dos resultados apurados.
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VANTAGENS PARA O FISCO:
 Permite maior exatidão das
demonstrações contábeis;
 Assegura maior exatidão
dos resultados apurados;
 Contribui para maior observância das
leis fiscais.
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MÉTODOS DE AUDITORIA
Os métodos aplicados são:
Pela retrospecção verificam-se os
fatos passados já vividos, em fatos
patrimoniais já sucedidos.
A análise é o fator predominante, o
que realmente caracteriza o método
de realização do trabalho.
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TIPOS DE AUDITORIA
AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES
FINANCEIRAS.
É o exame das demonstrações
financeiras por um profissional
independente com a finalidade de
emitir parecer técnico sobre a sua
finalidade.
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AUDITORIA OPERACIONAL OU DE GESTÃO
Consiste em revisões metódicas de:
 programas,
 organizações,
 atividades ou segmentos operacionais
dos setores público ou privado,
com a finalidade de avaliar e comunicar se
os recursos da organização estão sendo
usados eficientemente e se estão sendo
alcançados os objetivos operacionais.
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Auditoria Tributária
Objetiva:
 o exame e a avaliação de planejamento
tributário;
 a eficiência e eficácia dos
procedimentos e controles adotados
para a operação;
 pagamento e recuperação de impostos;
 taxas e quaisquer outros ônus de
natureza fisco-tributária que incidam
nas operações, bens e documentos da
empresa.
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Auditoria de Sistemas Informatizados
Compreende o exame e avaliação dos
processos de planejamento,
desenvolvimento, teste e sistemas
aplicativos.
Visa, também, ao exame e avaliação das
estruturas lógica, física, ambiental,
organizacional, de controle, segurança e
proteção de determinados ativos, sistemas
aplicativos, software e, notadamente, as
informações, visando à qualidade de
controles internos sistêmicos e de sua
observância em todos os níveis gerenciais.
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Auditoria de Compliance
Quando se objetiva determinar se
certas atividades financeiras ou
operacionais de uma entidade
obedecem às regras ou regulamentos
que a elas se aplicam.
A função de Compliance atua mais na
fase de definições ou estabelecimento
das normas, divulgação e treinamento e
no acompanhamento das transações no
dia a dia.
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Auditorias Especiais
Abrange a realização de trabalhos
especiais de auditoria, não
compreendidos na programação
normativa da área, solicitados pelos
membros dos Conselhos
Administrativos, Fiscal, Diretoria ou
determinados em legislação
específica.
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FUNÇÕES CONTÁBEIS
Tanto os usuários externos quanto os
internos necessitam de informações
fidedignas, exatas, apresentadas
honestamente e isentas de distorções.
Para se ter essa confiabilidade, as
informações devem ser examinadas por
pessoas devidamente capacitadas, que
não a encarregada de prepará-las,
portanto, um Auditor.
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De acordo com a Instrução
CVM 308/99, a rotatividade na
prestação de serviços de auditoria
de demonstrações contábeis para
a mesma entidade realizada por
auditor independente deve
ocorrer, no máximo, a cada cinco
anos consecutivos, com intervalo
mínimo de três anos para a sua
recontratação.
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OBRIGADO !
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Existem duas classes fundamentais de
auditoria, quanto ao processo indagativo:
 Auditoria geral ou sintética – é a
Auditoria Financeira, aplicada mais na
auditoria de balanços.
 Auditoria detalhada ou analítica –
abrange o exame de todas as
transações.
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Outra classificação da auditoria é relativa à
forma de intervenção, a qual pode ser:
 Interna;
 Externa.
Operam no mesmo campo e têm interesse na verificação da
existência de:
 um sistema efetivo de controle interno para salvaguardar
o patrimônio;
 um sistema contábil capaz de refletir a posição contábil e
o resultado das operações.
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AUDITORIA INTERNA
A Auditoria Interna compreende:
 os exames,
 análise,
 avaliações,
 levantamentos,
 comprovações,
metodologicamente estruturados para a avaliação da:
• integridade,
• adequação,
• eficácia,
• eficiência,
• economicidade dos processos, dos sistemas de informações e de
controles internos integrados ao ambiente e de gerenciamento de
riscos, com vistas a assistir à administração da entidade no
cumprimento de seus objetivos.
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• É uma avaliação
independente;
• É executada por um
profissional da empresa;
• É ligada à direção da
empresa;
• É contratada pela CLT.
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AS SUAS RESPONSABILIDADES SÃO:
 Informar e assessorar a
administração;
 Coordenar suas atividades com a
de outros, de modo a atingir com
mais facilidade os objetivos da
auditoria em benefício das
atividades da empresa.
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Redução de custos;
 Normas de auditoria interna:
• assegurar qualidade de auditoria;
• normas de auditoria operacional;
• aplicação das normas;
• requisitos profissionais do
mercado.
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SÍNTESE DO TRABALHO DA AUDITORIA INTERNA
 Revisão de Sistemas Contábeis e de Controle
Interno.
 Exame de informações financeiras e
operacionais.
 Revisão da economia, eficiência, eficácia das
operações.
 Revisão do cumprimento de leis, regulamentos.
 Exigências externas e internas.
 Diretivas e políticas administrativas.
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USO DO TRABALHO DA AUDITORIA
INTERNA
Quando o auditor externo procura o
trabalho da auditoria interna, não
significa que o pessoal da Auditoria
Interna ajudará na execução de
procedimentos de Auditoria Externa, mas
apenas nas atividades relevantes para a
auditoria de Demonstrações Contábeis.
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AUDITORIA EXTERNA
É o conjunto de procedimentos técnicos
que tem por objetivo a emissão do parecer
sobre a adequação e como estes
representam a posição patrimonial e
financeira, o resultado das operações, as
mutações do patrimônio líquido, a
demonstração dos fluxos de caixa e dos
valores adicionados da entidade auditada
consoante às normas brasileiras de
Contabilidade.
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A
responsabilidade
do Auditor
Independente
sobre as
demonstrações
contábeis é até o
último dia de
serviço da equipe
em campo.
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DIFERENÇAS DAS AUDITORIAS
ELEMENTOS EXTERNA INTERNA
Sujeito Profissional
independente
Funcionário da
empresa
Ação e objetivo Exame das
demonstrações
financeiras
Exames dos
controles
operacionais
Finalidade Opinar sobre as
demonstrações
financeiras
Promover
melhorias nos
controles
operacionais
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ELEMENTOS EXTERNA INTERNA
Relatório
principal
Parecer Recomendaçõe
s de controle
interno e
eficiência
administrativa
Grau de
independência
Mais amplo Menos amplo
Interessados
no trabalho
A empresa e o
público em
geral
A empresa
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ELEMENTOS EXTERNA INTERNA
Responsabilidade Profissional, civil
e criminal
Trabalhista
Número de áreas
cobertas pelo exame
durante um período
Maior Menor
Intensidade dos
trabalhos em cada
área
Menor Maior
Continuidade Periódico Contínuo
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AUDITORES INTERNOS E
INDEPENDENTES: INTEGRAÇÃO
A integração do trabalho entre auditores
internos e independentes se dá
normalmente na auditoria permanente
(demonstrações contábeis que abrangem
exames em áreas operacionais) e na
auditoria do balanço (exclusivamente
demonstrações contábeis).
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A utilização do trabalho dos
auditores internos pelos
independentes deve seguir alguns
critérios pelo IFAC – International
Federation of Accoutants:
- Segregação organizacional – o
auditor interno deve ser livre para
se comunicar irrestritamente com o
auditor independente.
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- Alcance da função – o
auditor independente
deve verificar a natureza
e profundidade da
cobertura das tarefas que
o auditor interno executa
para a administração.
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- Competência técnica – o
auditor independente deve
certificar-se de que o
trabalho de auditoria
interna é executado por
pessoas que tenham
adequado treinamento
técnico e proficiência como
auditores.
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- Devido cuidado profissional
– o auditor independente
deve certificar-se de que o
trabalho de auditoria interna
parece ser devidamente
planejado, supervisionado,
revisado e documentado.
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TÉCNICA E PROFISSIONALISMO
Outro ponto importante é a
responsabilidade profissional dos
auditores independentes
quando utilizam o trabalho dos
auditores internos.
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Os requisitos técnicos para
integração dos trabalhos, usando
mais uma vez o Guia do IFAC, são:
 metodologias compatíveis;
 alcance do trabalho;
 compatibilização de cronogramas
de trabalho;
 troca de informações;
 ação conjunta.
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PRESSUPOSIÇÃO E OBJETIVOS
O trabalho deve seguir as
Normas de Auditoria
Independente, deve cobrir todas
as áreas da entidade em
determinado período e também
promover a racionalização de
custos, tempo e esforços.
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É preciso aumentar a eficácia
gerencial por meio de
recomendações compatíveis,
aplicáveis e inovadoras,
aumentar a eficácia e
eficiência do processo
auditorial e trazer benefícios
efetivos para a entidade
auditada.
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A FUNÇÃO ESTRATÉGICA
AUDITORIA INTERNA
A Auditoria Interna, como
elemento-chave no processo de
avaliação contínua dos processos
e atividades das empresas, deve
estar adequadamente
sincronizada com o mercado.
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A Auditoria Interna deve assumir
uma participação pró-ativa no
suporte à gestão empresarial sendo
responsável não só por assegurar a
qualidade e efetividade da estrutura
de controle interno, como, também,
propor recomendações de valor
agregado às atividades e aos
negócios da empresa.
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OBRIGADO !
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ORGANIZAÇÕES PROFISSIONAIS
 AICPA – American Institute of Certified
Public Accountants – exerce
considerável autoridade sobre seus
membros e sobre a profissão;
 AUDIBRA – Associação Brasileira de
Auditoria;
 IBRACON – Instituto de Auditores
Independentes do Brasil.
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COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
A Lei 6.385/1976, que dispõe sobre o
mercado de valores mobiliários e cria a
CVM, a qual determina no Artigo 26 que
somente Empresas de Auditoria Contábil
ou Auditores Contábeis Independentes
registrados na CVM poderão auditar as
demonstrações financeiras de
companhias abertas e de instituições,
sociedades ou empresas que integram o
sistema de distribuição e intermediação
de valores mobiliários.
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60
Também, dispõe
sobre o registro e o
exercício da
atividade de
auditoria
independente, define
os deveres e
responsabilidades,
bem como os casos
em que o registro
pode ser recusado,
suspenso ou
cancelado.
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CADASTRO NACIONAL DE
AUDITORES INDEPENDENTES - CNAI
A Resolução CFC 1.109/2007 dispõe sobre o
Cadastro Nacional de Auditores Independentes
do Conselho Federal de Contabilidade,
determinando que o Contador regularmente
registrado no Conselho Regional de
Contabilidade (CRC), independente do tempo de
inscrição, tendo sido aprovado no Exame de
Qualificação Técnica, terá direito ao registro no
Cadastro Nacional de Auditores Independentes
(CNAI) do Conselho Federal de Contabilidade.
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INSTRUÇÕES PERIÓDICAS
O auditor independente – pessoa
física ou jurídica – deverá
remeter anualmente, até o mês
de abril, as seguintes
informações: relação nominal
das entidades registradas na
CVM para as quais presta
serviços.
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RESPONSABILIDADE DO AUDITOR
 Entender do negócio do cliente e o setor em
que o negócio se situa.
 Obter e avaliar evidência referente às
demonstrações contábeis.
 Verificar se demonstrações
contábeis estão apresentadas
de acordo com Princípios
Fundamentais de Contabilidade.
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 Emitir parecer no relatório de
auditoria.
 Entregar parecer de auditoria ao
cliente.
 Apresentar recomendações que
agreguem valor para a companhia,
a administração e o conselho de
administração.
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PENALIDADES ADMINISTRATIVAS
Os auditores independentes poderão ser
advertidos, multados, ou ter seu registro na
CVM suspenso, cancelado, sem prejuízo de
outras sanções legais cabíveis quando:
 atuarem em desacordo com as normas legais;
 realizarem auditoria inepta ou fraudulenta,
falsearem dados ou informações;
 utilizarem, benefício próprio ou de terceiros,
informações a que tenham tido acesso em
decorrência do exercício da auditoria.
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FORMAS DE EXERCÍCIO DA AUDITORIA
Quanto às formas de exercício da atividade do
auditor independente, distinguem-se as
seguintes:
 Individualmente – o contador age sob sua
responsabilidade e em nome individual.
 Em participação com outros profissionais –
divide a responsabilidade com outros colegas,
participando nos trabalhos.
 Por meio de organização que congregue vários
profissionais – constitui empresa de prestação
de serviços de auditoria.
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QUADRO DE PESSOAL TÉCNICO
Nas grandes firmas de auditoria, esses cargos
estão divididos genericamente da seguinte forma:
Assistente – durante 2 (dois) anos analisa várias
contas, verifica a documentação suporte, as
contagens de caixa e de itens de estoque, a
verificação de preços, de prazos e a confirmação
de contas a receber;
Sênior – faz pequenas auditorias e encarega-se
de segmentos importantes de trabalhos maiores,
necessitando pouca ou nenhuma supervisão e a
incumbência de orientar o trabalho de
assistentes.
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Supervisor ou gerente – demonstram
qualidades de liderança e de análise, além
de terem muitos anos de experiência.
Depois de se especializarem em algum
campo, recebem a incumbêmcia de dirigir
vários trabalhos ao mesmo tempo: no setor
fiscal ou no de serviços a pequenas
empresas.
Sócios – assumem responsabilidade total
pelo exercício da auditoria. Dedicam às
relações públicas e aos contratos
profissionais. Examinam as versões finais
dos relatórios. Emitem os pareceres.
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AUDITORIA x FORMAÇÃO PROFISSIONAL
AUDITOR
CONTADOR
ECONOMISTA
ENGENHEIRO
ADMINISTRADOR
MÉDICO
ATUÁRIO
AGRÔNOMO
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TREINAMENTO DE PESSOAL
Muitas firmas exigem que os recém-contratados
passem por um programa de treinamento formal.
Esses programas às vezes versam
exclusivamente sobre a política da empresa,
outras vezes sobre pormenores dos
procedimentos de auditoria.
À medida que progridem, os auditores passam
por outros programas de treinamento, sobre
assuntos mais difíceis e elevados ou sobre
questões correntes, mais comuns.
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ÉTICA PROFISSIONAL NA AUDITORIA
A ética profissional é de grande valia em todas
as profissões, notadamente na de auditor, que
tem em suas mãos grande responsabilidade,
mediante seu serviço.
É possível conhecer
todas as irregularidades,
erros, falhas dentro do
Grupo de empresas,
conhecendo o responsável
hierárquico e executores
das rotinas, que originam
estas informações.
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EXIGÊNCIAS DO CÓDIGO DE ÉTICA:
• Subordinação hierárquica dentro da
empresa;
• Modo de trabalho;
• Envolvimento em política interna, tráfico
de influência, que reduz sensivelmente a
performance e o desempenho de rotinas
e controles;
• Discrição;
• Observância dos regulamentos internos,
normas, instruções, leis etc.
• Comportamento pessoal.
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PADRÕES DE CONDUTA
Tais padrões constituem a ética do exercício
profissional. Como padrões éticos do auditor
cumpre destacar:
 Bom senso no procedimento de revisão e
sugestão – caracterizados por: tolerância,
abandono de detalhes que prejudiquem a
finalidade, acomodação desde que beneficie os
fins, equilíbrio e serenidade e ausência
completa de paixão.
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Autoconfiança – é a geradora de
normas positivas de condutas.
Sigilo profissional – o auditor deve
ser um bom ouvinte.
Discrição profissional – evitar
ostensividade nos exames e no
plano de trabalho que se executa.
Capacidade prática – é a execução
perfeita do conhecimento.
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76
 Sentido objetivo – não se deve crer
que é o detalhe exagerado que
enriquece a técnica do auditor.
 Liberdade de pensamento e ação –
deve ser assegurada como
igualmente defendida pelo auditor.
 Meticulosidade e correção –
certificar-se bem a respeito de um
fato, colhendo todos os dados
necessários e buscando a correção, é
ser escrupuloso.
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BALANÇO DE FIRMA DE AUDITORIA
SERÁ AUDITADO
Quem audita o auditor?
Se havia dúvidas, agora não há mais:
são os auditores.
As grandes firmas de auditoria,
conhecidas como as “Big Four” vão ter
que ter suas contas checadas por um
concorrente.
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A Lei 11.638/2007 em um artigo,
que não está relacionado à
convergência às normas
internacionais, obriga as sociedades
de grande porte limitadas –
nacionais e estrangeiras – a elaborar
demonstrações financeiras anuais
segundo a lei brasileira, o que inclui
a auditoria externa.
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79
Firmas de auditoria e consultoria como
PricewaterhouseCoopers, Deloitte,
KPMG e Ernest & Young são grandes
beneficiadas com a mudança da lei, por
conta do grande volume de trabalho
que está sendo demandado pelas
empresas abertas para a adaptação à
regras internacionais.
Além disso, a auditoria das companhias
limitadas abriu um novo campo para
serviços de auditoria e consultoria.
AUDITORIA CONTÁBIL
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80
O único problema é que a lei
também se aplica às grandes
auditorias, já que considera
empresa de grande porte
“sociedade ou conjunto de
sociedades sob controle comum”
com ativo total superior a R$ 240
milhões e receita bruta anual
superior a R$ 300 milhões.
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81
OBRIGADO !
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82
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83
De acordo com a NBC PA 01 –
que executam exames de auditoria e
revisões de informação contábil histórica e outros
trabalhos de asseguração e de serviços correlatos, a firma
tem por obrigação estabelecer e manter sistema de
controle de qualidade para obter segurança razoável que:
• a firma e seu pessoal cumprem com as normas
profissionais e técnicas e as exigências legais e
regulatórias; aplicáveis; e
• os relatórios emitidos pela firma ou pelos sócios do
trabalho são apropriados nas circunstâncias.
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84
SUPERVISÃO E CONTROLE DE
QUALIDADE
Os auditores independentes –
empresas ou profissionais
autônomos – devem implantar e
manter regras e procedimentos de
supervisão e controle interno de
qualidade, que garantam a qualidade
dos serviços executados.
AUDITORIA CONTÁBIL
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85
Vários fatores devem ser levados em
consideração na definição das regras
e dos procedimentos de controle
interno de qualidade, principalmente
aqueles relacionados à estrutura da
equipe técnica do auditor, ao porte,
à cultura, à organização e à
complexidade dos serviços que
realizar.
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86
Na supervisão dos trabalhos da equipe
técnica durante a execução da
auditoria, o auditor deve:
•avaliar o cumprimento do
planejamento e do programa de
trabalho;
•avaliar se as tarefas distribuídas à
equipe técnica estão sendo cumpridas
no grau de competência exigido;
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87
• resolver questões significativas quanto à
aplicação dos Princípios Fundamentais de
Contabilidade e das Normas Brasileiras de
Contabilidade;
• avaliar se os trabalhos foram, adequadamente,
documentados e os objetivos dos
procedimentos técnicos alcançados; e
• avaliar se as conclusões obtidas são resultantes
dos trabalhos executados e permitem ao
auditor fundamentar sua opinião sobre as
Demonstrações Contábeis.
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88
Os requisitos que o auditor deve adotar
para o controle da qualidade dos seus serviços
são os que seguem:
• o pessoal designado deve ter a competência e
a habilidade profissionais compatíveis com o
requerido no trabalho realizado;
• o pessoal designado deve ter o nível de
independência e demais atributos definidos nas
Normas Profissionais de Auditor Independente
para ter uma conduta profissional
inquestionável;
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89
• o trabalho de auditoria deve ser realizado por
pessoal que tenha um nível de treinamento e de
experiência profissional compatível com o grau
de complexidade das atividades da entidade
auditada; e
• o auditor deve planejar, supervisionar e revisar
o trabalho em todas as suas etapas, de modo a
garantir aos usuários de seus serviços a certeza
razoável de que o trabalho seja realizado de
acordo com as normas de controle de
qualidade requeridas nas circunstâncias.
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90
O controle de qualidade do auditor inclui a
avaliação permanente da carteira dos
clientes, quanto aos seguintes aspectos:
• capacidade de atendimento ao cliente,
em face da estrutura existente;
• grau de independência existente; e
• integridade dos administradores do
cliente.
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91
HABILIDADES E COMPETÊNCIAS
O auditor deve manter procedimentos
visando à confirmação de que seu pessoal
atingiu e mantém as qualificações técnicas e
a competência necessárias para cumprir as
suas responsabilidades profissionais.
Para atingir tal objetivo, o auditor deve
adotar procedimentos formais para
contratação, treinamento, desenvolvimento e
promoção do seu pessoal.
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92
EXECUÇÃO DOS TRABALHOS DE
AUDITORIA INDEPENDENTE
O auditor deve ter política de documentação dos
trabalhos executados e das informações obtidas na
fase de aceitação ou retenção do cliente, em
especial, quanto:
• ao planejamento preliminar com base nos
julgamentos e nas informações obtidos; e
• à habilitação legal para o exercício profissional,
inclusive quanto à habilidade e à competência da
equipe técnica, com evidenciação por trabalho de
auditoria independente dos profissionais envolvidos
quanto a suas atribuições.
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93
AVALIAÇÃO PERMANENTE DA
CARTEIRA DE CLIENTES
Para os clientes que envolvam maiores riscos, o
auditor deve indicar mais de um responsável
técnico quando da aceitação ou da retenção dos
mesmos, da revisão do planejamento, da
discussão dos assuntos críticos durante a fase de
execução dos trabalhos e quando do seu
encerramento, em especial relativos ao relatório.
No caso de ser um único profissional prestador
dos serviços de auditoria independente, estes
procedimentos devem ser executados com a
participação de outro profissional habilitado.
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94
CONTROLE DE QUALIDADE INTERNO
Deve ser executada a avaliação de clientes recorrentes a
cada contratação ou quando houver mudança relevante nas
condições do mesmo ou no seu mercado de atuação.
Um programa de verificação periódica da qualidade deve
ser aplicado anualmente, incluindo:
• a seleção de amostra de serviços prestados a clientes e a
aplicação de um programa de verificação do atendimento
às Normas de Auditoria Independente, profissional e
técnica; e
• aplicação, sobre a amostra selecionada, de um programa
de verificação do atendimento às Normas Brasileiras de
Contabilidade.
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95
Os Programas de Educação Continuada
cumprem o papel de elevar a qualidade do
perfil do profissional contábil.
Os profissionais têm se preocupado muito
mais com a busca de informações
intelectuais e humanísticas do que
informações burocráticas.
É por essa razão que a Contabilidade está
sendo valorizada e reconhecida junto à
sociedade.
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96
PLANO DE CONTROLE DE QUALIDADE
Controle Externo - Art. 33, Instrução CVM No
308/1999
Os auditores independentes deverão, a
cada quatro anos, submeter-se à revisão
de seu controle de qualidade, segundo as
diretrizes emanadas do CFC e do
IBRACON, que será realizada por outro
auditor independente, também registrado
na CVM, cuja escolha deverá ser
comunicada previamente a esta
autarquia.
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97
A CVM editou a Instrução no
509, que altera a Instrução
no 308/1999 e a Instrução no
480/2009.
A Instrução CVM no 509 é
resultado da Audiência
Pública SNC no 10/2011.
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98
A Instrução estabelece que as
companhias que instalarem e
mantiverem
(CAE)
nas condições exigidas pela
Instrução poderão contratar
Auditor Independente para a
prestação de serviços de
auditoria por até
.
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99
O CAE tem as seguintes atribuições:
• opinar sobre a contratação e destituição do
Auditor Independente para a elaboração de
auditoria externa independente ou para
qualquer outro serviço;
• supervisionar e avaliar as atividades dos
auditores independentes;
• monitorar a qualidade e integridade dos
mecanismos de controles internos e das
demonstrações financeiras da companhia;
• avaliar e monitorar as exposições de risco da
companhia.
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100
REVISÃO EXTERNA DE QUALIDADE
CONCEITO
Constitui-se em um processo
educacional, de
acompanhamento e de
fiscalização, que visa alcançar
desempenho profissional da
mais alta qualidade.
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101
OBJETIVO
É a avaliação dos procedimentos adotados pelos
Contadores e Auditores com vistas a assegurar a
qualidade dos trabalhos desenvolvidos.
A qualidade é medida pelo atendimento das
normas técnicas e profissionais estabelecidas
pelo CFC, pelos pronunciamentos do IBRACON –
Instituto de Auditores Independentes do Brasil e
pelas normas emitidas por órgãos reguladores.
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102
ADMINISTRAÇÃO DO PROGRAMA DE
REVISÃO
As partes envolvidas são as seguintes:
 Comitê Administrador do Programa
(CRE);
 O Auditor responsável pela realização
das revisões individuais;
 A firma ou o auditor, objeto da revisão.
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103
RELATÓRIOS DE REVISÃO
Terminada cada revisão, o auditor-revisor deve
emitir relatório com suas conclusões, que
deverá ser encaminhado ao CRE, que poderá
requerer os esclarecimentos que considere
necessários para um correto entendimento e
tomada de decisões quanto aos resultados
reportados.
A apresentação deverá ser objeto de reunião
específica, para garantir a adequada
comunicação entre o comitê e o auditor-revisor.
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104
CARACTERÍSTICAS DO PROGRAMA
CONFIDENCIALIDADE
Aplicam-se a este programa as mesmas
normas sobre confidencialidade, aplicáveis a
qualquer trabalho de auditoria
independente, conforme definido pelo CFC.
Neste contexto, os membros do CRE e das
equipes revisoras ficam impedidos de
divulgar qualquer informação obtida durante
a participação no programa de revisão.
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105
INDEPENDÊNCIA
O auditor-revisor e os membros
da equipe revisora devem ser
independentes do auditor-
revisado, de acordo com as
definições previstas nas normas
profissionais e, se aplicáveis,
nas normas de órgãos
reguladores.
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106
O auditor-revisor e os seus membros
podem possuir investimentos ou
familiares nos clientes do auditor
revisado.
Porém, os membros da equipe revisora
não podem revisar trabalhos realizados
em entidades nas quais possuam tais
relacionamentos.
São proibidas as revisões recíprocas
entre firmas de auditores.
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107
CONFLITOS DE INTERESSES
Nem o auditor-revisor nem os
membros da equipe revisora ou
profissionais envolvidos na
administração do programa de
revisão pelos pares podem ter
qualquer conflito de interesses com
relação ao auditor-revisado e aos
clientes selecionados para a revisão.
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108
COMPETÊNCIA
A equipe revisora deve
possuir estrutura
compatível com a revisão
a ser realizada.
A compatibilidade refere-
se, principalmente, à
experiência dos revisores
em trabalhos de
auditoria de similar
complexidade.
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109
ORGANIZAÇÃO DOS TRABALHOS
A seleção do auditor-revisor
cabe ao auditor a ser
revbisado, tanto no caso de
auditor pessoa física quanto
de firma de auditoria.
A equipe revisora será
formada por uma ou mais
pessoas, dependendo das
dimensões e da natureza do
auditor a ser revisado.
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110
REALIZAÇÃO DA REVISÃO PELOS PARES
OBJETIVOS
A revisão deverá ser organizada para permitir que o
auditor-revisor emita opinião sobre se, durante o período
coberto pela revisão:
 o sistema de controle de qualidade, incluindo a estrutura
organizacional e a metodologia de auditoria, estabelecido
pelo auditor-revisado para os trabalhos de auditoria
atende às normas profissionais estabelecidas,
independentemente de o auditor-revisado ter realizado
trabalho com emissão de parecer de auditoria no período
sob revisão; e
 se os procedimentos de controle de qualidade definidos
foram efetivamente adotados.
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111
PROCEDIMENTOS
A revisão deve abranger, exclusivamente,
aspectos de atendimento às normas
profissionais, sem a inclusão de quaisquer
questões relativas a negócios.
O processo da revisão externa de qualidade
será desenvolvido conforme procedimentos
a serem detalhados pelo CRE, que
considerarão o seguinte:
a) obtenção, análise e avaliação das políticas
e procedimentos de controle de qualidade
estabelecidas pelo auditor-revisado;
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112
b) análise da adequação da informação
recebida nas entrevistas com pessoas do
auditor-revisado, em diferentes níveis de
experiência;
c) confirmação da estrutura de controle
interno mediante confronto com os papéis
de trabalho, de uma amostra de trabalhos;
d) discussão com o auditor-revisado sobre
os aspectos identificados, apresentação
das eventuais falhas e respectivas
recomendações;
e) elaboração do relatório de revisões de
qualidade;
f) preparação da documentação de
discussões com os revisados.
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113
RELATÓRIOS
CONTEÚDO
O relatório do auditor-revisor deverá incluir os
seguintes elementos:
a) escopo da revisão e eventuais limitações;
b) se está sendo emitida carta de recomendação;
c) descrição sumária das principais características
das políticas e procedimentos de controle de
qualidade; e
d) conclusão sobre se essas políticas e
procedimentos de controle de qualidade atendem
às normas aplicáveis e se elas foram observadas
no período sob revisão.
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114
PRAZO
A emissão do relatório deve ocorrer no prazo
máximo de 45 dias após a finalização da
revisão em campo e sua data será a do
encerramento da revisão.
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115
TIPOS DE RELATÓRIOS
O relatório emitido poderá ser de quatro tipos:
a) sem ressalvas, quando o auditor-revisor concluir
positivamente sobre os trabalhos realizados;
a) com ressalvas, o auditor-revisor encontrou falhas
relevantes que, porém, não requeiram a emissão
de opinião adversa. Neste caso, é obrigatória a
emissão de carta de recomendações; ou, for
imposta alguma limitação no escopo da revisão
que impeça o auditor-revisor de aplicar um ou
mais procedimentos requeridos. Neste caso, a
emissão de carta de recomendações pode não ser
requerida, dependendo das causas das limitações
no escopo da revisão;
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116
c) com conclusão adversa, quando a
magnitude das falhas identificadas for
tão relevante que evidencie que as
políticas e procedimentos de qualidade
não estão de acordo com as normas
profissionais; e
d) com abstenção de conclusão, quando
as limitações impostas ao trabalho
forem tão relevantes que os auditores-
revisores não tenham condições de
concluir sobre a revisão.
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117
OBRIGADO !
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118
AUDITORIA CONTÁBIL
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119
ORIGEM DA AUDITORIA INTERNA
No Exterior
Worshipful Pewters Co. – 1854 –
nomeou membros para examinar
suas contas (auditoria interna
contábil) e o desempenho dos
demais na extração, transporte e
venda de minério (auditoria interna
operacional).
AUDITORIA CONTÁBIL
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120
Após 1941
 Como um controle administrativo,
cuja função é medir e avaliar a
eficácia de outros controles.
 Fundação em New York – The
Institute of Internal Auditors,
tendo como lema: progress
through sharing (progresso pelo
intercâmbio).
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121
NO BRASIL
 A versão do lema: Progresso pelo
intercâmbio foi adotada em 1967 pelo
Instituto dos Auditores Internos do
Brasil.
 Com o desenvolvimento da indústria e
do comércio, verificou-se que os
auditores internos tinham, na
realidade, funções mais amplas como
ser os olhos e ouvidos da
Administração, para obterem
controles internos funcionais.
AUDITORIA CONTÁBIL
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122
CAUSAS DO SURGIMENTO
DA AUDITORIA INTERNA
 A necessidade de dar maior ênfase às
normas ou procedimentos internos.
 A necessidade de uma auditoria periódica,
com maior grau de profundidade e visando
também a outras áreas não relacionadas
com contabilidade.
Surge o auditor interno, como uma
ramificação da profissão de auditor externo.
AUDITORIA CONTÁBIL
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123
ORIGEM DA AUDITORIA EXTERNA
NO EXTERIOR
 O primeiro auditor provavelmente foi
um proficiente guarda-livros.
 Século XIII na Inglaterra – termo
auditar.
 Funções de auditoria – conselhos
londrinos, 1310; tribunal de contas,
1640 em Paris e a Academia dei
Ragionieri, 1658 em Milão e Bolonha.
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124
 O reconhecimento da escrituração
contábil, 1581 em Veneza.
 A Revolução Industrial, na
Inglaterra, quando a demanda de
capital e a expansão das
atividades, naturalmente criaram
problemas contábeis mais
complexos.
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125
 Railway Companies Consolidation Act,
1845, que obrigava a verificação anual
dos balanços por auditores.
 Com a expansão do mercado e o
acirramento da concorrência, houve a
necessidade de ampliar suas instalações
fabris e administrativas, investir no
desenvolvimento tecnológico e
aprimorar os controles internos.
AUDITORIA CONTÁBIL
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126
 Captação de
recursos junto
a terceiros e a
abertura do
capital social
para novos
acionistas.
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127
NO BRASIL
 Tem origem inglesa.
 Clarkson & Cross, 1903, primeiro
parecer de auditoria.
 MCauliffe Davis Bell & Co,
atualmente Arthur Andersen S/C,
já mantinha escritório no Rio de
Janeiro, desde 1909.
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128
Em 1915, a Price Waterhouse já
mantinha escritório no Rio de
Janeiro.
 Instituto dos Contadores Públicos
do Brasil, em 1957.
 Banco Central do Brasil, em 1968
reconhece a auditoria oficialmente.
AUDITORIA CONTÁBIL
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129
 Em 1972, por regulamentação
do Banco Central do Brasil, do
Conselho Federal de
Contabilidade e pela formação
de ubm órgão nacional – o
Instituto dos Auditores
Independentes do Brasil.
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130
CAUSAS DO SURGIMENTO
DA AUDITORIA EXTERNA
 Da necessidade de confirmação dos
registros contábeis.
 Desenvolvimento econômico, que tem na
confirmação dos registros contábeis a
proteção a seu patrimônio.
 Auditoria das Contas Públicas, 1314, na
Inglaterra.
AUDITORIA CONTÁBIL
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131
 Associações de
Contadores
Públicos.
 A grandeza
econômica e
comercial da
Inglaterra e da
Holanda, bem como
dos Estados Unidos.
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132
EVOLUÇÃO DA AUDITORIA
 Crescimento das Sociedades
Anônimas que têm na
confirmação dos registros
contábeis a proteção do seu
patrimônio.
 A exportação de capitais, por parte
das nações economicamente mais
evoluídas.
AUDITORIA CONTÁBIL
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133
DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO
 A partir de 1900, a profissão do
Auditor tomou maior impulso por
meio do desenvolvimento do
capitalismo.
 Em 1934, com a criação do Security
and Exchange Comission – SEC, a
profissão de Auditor criou novo
estímulo com a obrigação da
auditoria pelas empresas.
AUDITORIA CONTÁBIL
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134
No Brasil, o desenvolvimento da
Auditoria teve influência de:
 filiais e subsidiárias de firmas estrangeiras;
 financiamento de empresas brasileiras;
 crescimento das empresas brasileiras;
 diversificação de suas atividades econômicas;
 evolução do mercado de capitais;
 criação das normas de auditoria, 1972;
 criação da CVM e da Lei das Sociedades por
Ações, em 1976.
AUDITORIA CONTÁBIL
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135
DESENVOLVIMENTO DAS TÉCNICAS
Existe realmente a necessidade do
auditor examinar todos os lançamentos
contábeis?
 O auditor deve se preocupar com os erros
que, individualmente ou cumulativamente,
possam levar os leitores das demonstrações
contábeis a terem uma interpretação
errônea sobre estas.
 Normalmente a empresa já tem um
conjunto de procedimentos internos com o
objetivo de evitar a ocorrência de erros.
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136
FATORES QUE EXIGEM A ATUAÇÃO DO
AUDITOR
Sua atuação interessa principalmente às
seguintes pessoas e/ou órgãos:
 Executivos de empresas;
 Investidores;
 Financiadores e Fornecedores;
 O Fisco;
 O Poder Público.
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137
NECESSIDADE DA REVISÃO E
ATUALIZAÇÃO DAS NORMAS DE AUDITORIA
Um dos passos mais importantes foi dado em
1991, quando, num trabalho conjunto, o CFC, o
IBRACON, a CVM e o BACEN unificaram as
Normas de Auditoria Independente das
Demonstrações Contábeis.
Atualmente as big four são:
PricewaterhouseCoopers, Ernst & Young,
KPMG, Deloitte Touche Tohmatsu.
Arthur Andersen.
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138
PERSPECTIVAS DA AUDITORIA
O mercado da Auditoria
Independente tem crescido bastante
nos últimos anos e tem um amplo
espaço a crescer.
Basta verificar algumas áreas em
que a atuação do auditor
independente é muito pequena ou
mesmo inexistente:
AUDITORIA CONTÁBIL
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139
 Administração Direta;
 Prefeituras;
 Universidades, Faculdades isoladas;
 Clubes Sociais e Esportivos;
 Fundações e Associações sem fins lucrativos;
 Hospitais;
 Estatais Estaduais.
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140
TENDÊNCIAS DA AUDITORIA
É necessário analisar uma série de
fatores relacionados principalmente
com:
 Aspectos conjunturais –
minimização de custos, otimização
de mão de obra, destinação de
recursos, mercado investidor – qual
produto o auditor deve oferecer a
essa comunidade; o que essa
comunidade necessita para seu
benefício.
AUDITORIA CONTÁBIL
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141
 Cenário do conhecimento –
cultural, acadêmico e profissional –
deve passar por uma enorme e
radical transformação.
 Cenário técnico – transformações e
reformulações de padrões – o que
resultará na mudança do enfoque e
estratégia do auditor.
AUDITORIA CONTÁBIL
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142
 Cenário disciplinar – a formação
acadêmica passará por uma
modificação substancial – é um
erro admitir que, por ser contador,
um profissional pode ser auditor.
 Cenário ético – aquele que não
seguir ou atender aos padrões de
ética estará completamente alijado
da comunidade.
AUDITORIA CONTÁBIL
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143
Cenário Pessoal
– a versatilidade
será um atributo
importante para
o auditor,
baseado na
visão de
conjunto
cultural-
profissional.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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144
 Expectativas técnicas – o
importante será expressar o
que está certo e o que está
errado, o quanto o investidor
está perdendo ou deixando de
ganhar, bem como as
perspectivas da entidade, de
maneira direta e objetiva.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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145
Auditoria Independente no Brasil nos
últimos anos e o mercado atual
Os escândalos contábeis que atingiram
gigantes como Enron e Parmalat têm
ajudado pequenas e médias auditorias a
conquistar uma fatia de mercado que
antes pertencia às grandes do setor, as
chamadas “Big Four” (Deloitte, Price,
Ernst & Young e KPMG).
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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146
O segmento de pequenas e médias
empresas também representa um
importante filão para as auditorias.
Essas empresas perceberam que
auditoria não é só para apontar
problemas.
Elas ajudam a fazer a empresa
crescer. São cerca de 8.000
potenciais clientes.
AUDITORIA CONTÁBIL
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147
OBRIGADO !
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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148
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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149
 as normas são para controlar a
qualidade do exame e do
relatório;
 os procedimentos de auditoria
descrevem as tarefas
realmente cumpridas pelo
auditor, na realização do
exame.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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150
CONCEITO
São as regras estabelecidas pelos
órgãos regulares da profissão
contábil, em todos os países, com o
objetivo de regulamentar o exercício
da função de auditor, estabelecendo
orientação de diretrizes a serem
seguidas por esses profissionais no
exercício de suas funções.
AUDITORIA CONTÁBIL
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151
Normas Gerais (Pessoa) – referem-se,
primordialmente, ao caráter, atitudes e
treinamento de auditores e são também
conhecidas como normas pessoais.
Dizem respeito:
• ao treinamento técnico e
competência do auditor;
• experiência;
• zelo profissional;
• atitude de independência
mental.
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152
Normas de Execução dos
Trabalhos – os auditores
têm que examinar
evidências suficientes,
tiradas dos registros
contábeis e financeiros do
cliente, e os dados que as
fundamentam, para
justificarem a emissão
do parecer.
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153
Normas de Parecer –
é de extrema
importância que se
faça o relatório de
modo profissional e
que servem de
orientação global
para a preparação
do relatório.
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154
IMPORTÂNCIA DAS NORMAS
DE AUDITORIA
As normas de auditoria, juntamente com
os procedimentos para sua
implementação, estabelecem a ordem e a
disciplina na realização do trabalho.
A observância dessas normas leva à
realização de auditorias completas e
objetivas, com resultados e
recomendações palpáveis, fundamentos
possíveis de serem justificados.
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155
FRAUDE E ERRO
FRAUDE – ato
intencional de
omissão ou
manipulação de
transações,
adulteração de
documentos,
registros e
demonstrações
contábeis.
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156
A fraude pode ser caracterizada por:
 manipulação, falsificação ou alteração de
registros ou documentos, de modo a modificar
os registros de ativos, passivos e resultados;
 apropriação indébita de ativos;
 supressão ou omissão de transações nos
registros contábeis;
 registro de transações sem comprovação; e
 aplicação de práticas contábeis indevidas.
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157
ERRO – ato não
intencional
resultante de
omissão,
desatenção ou má
interpretação de
fatos na elaboração
de registros e
demontrações
contábeis.
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158
Tipos de Erros:
 erros aritméticos na escrituração
contábil ou nas demonstrações
contábeis;
 aplicação incorreta das normas
contábeis;
 interpretação errada das variações
patrimoniais.
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159
RESPONSABILIDADE DO AUDITOR X
DIRIGENTES DA EMPRESA
A empresa, por meio de seus dirigentes, é
responsável:
 pelo estabelecimento de diretrizes
contábeis adequadas;
 pela proteção de ativos;
 pelo planejamento e manutenção de um
sistema de controle interno que possa
assegurar a apresentação adequada das
demonstrações financeiras.
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160
A responsabilidade do
auditor limita-se à
emissão do parecer
sobre as demonstrações
executadas.
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161
NORMAS GERAIS OU RELATIVAS À
PESSOA DO AUDITOR
COMPETÊNCIA TÉCNICO-PROFISSIONAL
O contador, na função de auditor independente,
deve manter seu nível de competência
profissional pelo conhecimento atualizado das
Normas Brasileiras de Contabilidade, das técnicas
contábeis, especialmente na área de auditoria, da
legislação inerente à profissão, dos conceitos e
técnicas administrativas e da legislação
específica aplicável à entidade auditada.
AUDITORIA CONTÁBIL
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162
O auditor deve recusar os
serviços sempre que reconhecer
não estar adequadamente
capacitado para desenvolvê-los,
contemplada a utilização de
especialistas noutras áreas, face
à especialização requerida e aos
objetivos do contratante.
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163
Independência
É a capacidade que a entidade de
auditoria tem de julgar e atuar com
integridade e objetividade,
permitindo a emissão de relatórios
ou pareceres imparciais em relação à
entidade auditada, aos acionistas,
aos sócios, aos quotistas, aos
cooperados e a todas as demais
partes que possam estar
relacionadas com o seu trabalho.
AUDITORIA CONTÁBIL
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164
A independência exige:
independência de pensamento –agir
com integridade, objetividade e
ceticismo profissional;
aparência de independência – evitar
fatos e circunstâncias significativas a
ponto que um terceiro bem
informado, reconheça que suas
atitudes estão comprometidas.
AUDITORIA CONTÁBIL
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165
A independência pode ser afetada por:
 ameaça de interesse próprio ocorre quando uma
entidade de auditoria ou um membro da equipe de
auditoria poderia auferir benefícios de um interesse
financeiro na entidade auditada, ou outro conflito de
interesse próprio com essa entidade auditada;
 ameaça de autorrevisão ocorre quando o resultado
de um trabalho anterior precisa ser reanalisado ao
serem tiradas conclusões sobre o trabalho de
auditoria ou quando um membro da equipe de
auditoria era, anteriormente, administrador ou
diretor da entidade auditada, ou era um funcionário
cujo cargo lhe permitia exercer influência direta e
importante sobre o objeto do trabalho de auditoria;
AUDITORIA CONTÁBIL
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166
 ameaça de defesa de interesses da entidade auditada ocorre
quando a entidade de auditoria ou um membro da equipe de
auditoria defendem ou parecem defender a posição ou a opinião
da entidade auditada, a ponto de poderem comprometer ou
darem a impressão de comprometer a objetividade;
 ameaça de familiaridade ocorre quando, em virtude de um
relacionamento estreito com uma entidade auditada, com seus
administradores, com diretores ou com funcionários, uma
entidade de auditoria ou membro da equipe de auditoria passam
a se identificar, demasiadamente, com os interesses da entidade
auditada;
 ameaça de intimidação ocorre quando um membro da equipe de
auditoria encontra obstáculos para agir, objetivamente, e com
ceticismo profissional devido a ameaças, reais ou percebidas,
por parte de administradores, diretores ou funcionários de uma
entidade auditada.
AUDITORIA CONTÁBIL
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167
Perda de Independência
Determinadas situações caracterizam a perda de
independência da entidade de auditoria em relação à
entidade auditada. Sendo:
 Interesses financeiros são a propriedade de títulos e
valores mobiliários e quaisquer outros tipos de
investimentos adquiridos ou mantidos pela entidade de
auditoria, seus sócios, membros da equipe de auditoria
ou membros imediatos da família destas pessoas,
relativamente à entidade auditada, suas controladas ou
integrantes de um mesmo grupo econômico, dividindo-se
em diretos e indiretos.
 Interesses financeiros diretos são aqueles sobre os quais
o detentor tem controle, seja em ações, debêntures ou
em outros títulos e valores mobiliários;
AUDITORIA CONTÁBIL
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168
Interesses financeiros indiretos são aqueles
sobre os quais o detentor não tem controle
algum, ou seja, são interesses em empresas ou
outras entidades, mantidas por titular
beneficiário mediante um plano de investimento
global, sucessão, fideicomisso, fundo comum de
investimento ou entidade financeira sobre os
quais a pessoa não detém o controle nem
exerce influência significativa. Um interesse
financeiro indireto é considerado relevante se
seu valor for superior a 5% do patrimônio
líquido da pessoa. Para esse fim, deve ser
adicionado o patrimônio líquido dos membros
imediatos da família.
AUDITORIA CONTÁBIL
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169
Relacionamentos Comerciais com a Entidade Auditada
As transações comerciais da entidade de auditoria, de sócios e
membros da equipe de auditoria com uma entidade auditada
devem ser feitas dentro do curso normal de negócios e na
mesma condição com terceiros.
Relacionamentos comerciais em condições diferenciadas,
privilegiadas e relevantes com entidades auditadas afetam a
independência do auditor e, nesses casos, deve ser adotada
uma das seguintes ações:
 terminar o relacionamento comercial;
 substituir o membro da equipe que tenha relacionamento
comercial;
 recusar a realização do trabalho de auditoria.
AUDITORIA CONTÁBIL
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170
Rotação dos Líderes de Equipe de Auditoria
Visando possibilitar contínua renovação da objetividade e
do ceticismo do auditor, necessários na auditoria, é
requerida a rotação dos responsáveis técnicos pelos
trabalhos na entidade auditada.
Podem influenciar a objetividade e o ceticismo do auditor:
 tempo que o profissional faz parte da equipe de
auditoria. O risco de perda da objetividade e do ceticismo
pode ocorrer com o passar dos anos;
 função do profissional na equipe de auditoria. Neste
aspecto, entende-se que as demais funções da equipe de
auditoria, ou seja, as funções de gerente, sênior ou
encarregado e assistentes dedicam-se a realizar os
trabalhos de auditoria e não a tomar decisões-chave.
AUDITORIA CONTÁBIL
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171
Prestação de Outros Serviços
As entidades de auditoria prestam, usualmente,
outros serviços para as entidades auditadas,
compatíveis com seu nível de conhecimento e
capacitação.
As entidades auditadas valorizam os serviços
proporcionados por essas entidades de auditoria
quando estas possuem um bom entendimento do
negócio e contribuem com conhecimento e
capacitação em outras áreas.
AUDITORIA CONTÁBIL
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172
A prestação desses outros serviços, entretanto, não
pode criar ameaças à independência da entidade de
auditoria ou de membros da equipe de auditoria.
Os princípios básicos que devem fundamentar
qualquer regra de independência do auditor são:
 o auditor não deve auditar o seu próprio trabalho;
 o auditor não deve exercer funções gerenciais na
entidade auditada;
 o auditor não deve promover interesses da
entidade auditada.
AUDITORIA CONTÁBIL
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173
Presentes e Brindes
Aceitar presentes, brindes ou outros benefícios
de uma entidade auditada pode criar conflitos de
interesse e, por conseguinte, perda de
independência.
Quando uma entidade de auditoria ou um
membro de equipe aceitam presentes, brindes ou
outros benefícios cujo valor não seja claramente
insignificante, a perda de independência é
caracterizada, não sendo possível a aplicação de
qualquer salvaguarda.
AUDITORIA CONTÁBIL
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174
GUARDA DA DOCUMENTAÇÃO
O auditor deve conservar em boa
guarda, pelo prazo de cinco anos a
partir da data de emissão de seu
parecer, toda a documentação,
correspondência, papéis de trabalho,
relatórios e pareceres relacionados
com os serviços realizados.
AUDITORIA CONTÁBIL
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175
Incompatibilidade ou Inconsistência
do Valor dos Honorários
Os Honorários Profissionais, não devem ser
praticados por gerar conflitos de interesses e,
por consequência, perda de independência e,
dessa forma, a entidade de auditoria não deve
estabelecer honorários contingenciais
relacionados a serviços de auditoria
prestados para a entidade auditada, suas
coligadas, controladas, controladoras ou
integrantes do mesmo grupo econômico.
AUDITORIA CONTÁBIL
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176
Quando os honorários de auditoria
forem de valor, substancialmente,
inferior ao estabelecido para os outros
serviços que a entidade de auditoria
realize para a entidade auditada, pode
se estabelecer o conflito de interesses,
por razões de dependência financeira e,
por conseguinte, a perda de
independência.
AUDITORIA CONTÁBIL
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177
Sigilo
É a obrigatoriedade do Auditor
Independente de não revelar, em
nenhuma hipótese, as
informações que obteve e tem
conhecimento em função de seu
trabalho na entidade auditada.
AUDITORIA CONTÁBIL
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178
Dever do Sigilo
Deve ser observado nas seguintes
circunstâncias:
 na relação entre o Auditor Independente e a
entidade auditada;
 na relação entre os Auditores Independentes;
 na relação entre o Auditor Independente e os
organismos reguladores e fiscalizadores;
 na relação entre o Auditor Independente e
demais terceiros.
AUDITORIA CONTÁBIL
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179
Utilização de Trabalhos de Especialistas
Existem condições e procedimentos para
utilização de especialistas, pelo
, como parte da evidência de seus
trabalhos de auditoria das demonstrações
contábeis.
Ao utilizar-se de trabalhos executados por
outros especialistas legalmente habilitados, o
deve obter evidência
suficiente de que tais trabalhos são adequados
para fins de sua auditoria.
AUDITORIA CONTÁBIL
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180
Referência ao Especialista no Parecer do Auditor
A responsabilidade do auditor fica restrita à sua
competência profissional.
Em se tratando de um parecer sem ressalva, o
não pode fazer referência do trabalho
de especialista no seu parecer.
Em situações onde especialista legalmente habilitado
for contratado pela entidade auditada, sem vínculo
empregatício, para executar serviços que tenham
efeitos relevantes nas demonstrações contábeis, este
fato deve ser divulgado nas demonstrações contábeis
e o auditor, ao emitir o parecer de forma diferente do
parecer sem ressalvas, pode fazer referência ao
trabalho do especialista.
AUDITORIA CONTÁBIL
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181
PLANEJAMENTO E SUPERVISÃO
O auditor deve planejar seu trabalho
consoante as Normas Profissionais de
Auditor Independente as Normas
Brasileiras de Contabilidade e de acordo
com os prazos e demais compromissos
contratualmente assumidos com a
entidade.
AUDITORIA CONTÁBIL
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182
RELEVÂNCIA
Os exames de auditoria devem ser
planejados e executados na expectativa
de que os eventos relevantes relacionados
com as demonstrações contábeis sejam
identificados.
AUDITORIA CONTÁBIL
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183
É a possibilidade de o auditor vir
a
sobre
as demonstrações contábeis
significativamente incorretas.
AUDITORIA CONTÁBIL
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184
A análise dos riscos de auditoria deve
ser feita na fase de
, considerando a relevância de:
, considerando as demonstrações
contábeis, bem como as atividades, qualidade de
administração, avaliação do sistema contábil e de
controles internos e a situação econômica e financeira;
, relativos ao saldo das contas ou
naturezas e volume de transações.
AUDITORIA CONTÁBIL
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185
– é o risco de
, por ser o exame
efetuado em base de testes.
– é o risco de que os sistemas
contábeis e de controle interno
.
– é o risco de que o saldo de uma
conta ou classe de transações tenha uma
distorção que poderia ser relevante,
.
AUDITORIA CONTÁBIL
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186
O auditor deve efetuar o estudo e
avaliação do sistema contábil e dos
controles internos da entidade, com
base para determinar a natureza,
, considerando:
AUDITORIA CONTÁBIL
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187
 o tamanho e complexidade das
atividades da entidade;
 os sistemas de informação
contábil, para efeitos tanto
internos quanto externos;
 as áreas de risco de auditoria;
AUDITORIA CONTÁBIL
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188
 a natureza da documentação, em
face dos sistemas de
informatização adotados pela
entidade;
 o grau de descentralização de
decisão adotado pela
administração da entidade;
 o grau de
, se existente.
AUDITORIA CONTÁBIL
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189
O Parecer dos Auditores Independentes é
o documento mediante o qual
, de forma clara e
objetiva, sobre as demonstrações
contábeis nele indicadas.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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190
Considerando que o auditor, ao
expressar sua opinião,
, é indispensável
que tal documento obedeça às
características intrínsecas e
extrínsecas, sendo:
AUDITORIA CONTÁBIL
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191
 o parecer é aos
acionistas, cotistas, ou sócios,
ao conselho de administração
ou à diretoria da entidade;
 o parecer as
demonstrações contábeis
sobre as quais o auditor está
expressando sua opinião;
AUDITORIA CONTÁBIL
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192
 o parecer deve ser
, e conter seu número de
registro no CRC – Conselho Regional
de Contabilidade;
 caso o trabalho tenha sido realizado
por , o nome e o
número de registro cadastral no CRC;
AUDITORIA CONTÁBIL
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193
 a data do parecer deve corresponder ao
;
 o parecer deve expressar clara e
objetivamente, se as demonstrações
contábeis auditadas, em todos os
aspectos relevantes,
,
.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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194
As informações que serviram de base
para o último parecer sobre as
demonstrações contábeis emitido
pelo que tenha
sido precedido podem ser divulgadas
para o , desde que a
entidade auditada autorize
previamente, por escrito.
AUDITORIA CONTÁBIL
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195
Modelo de relatório do auditor independente - NBC TA
700
(Destinatário apropriado)
Examinamos as demonstrações contábeis da
Companhia ABC (companhia), que compreendem o
balanço patrimonial em 31 de dezembro de 20X1 e as
respectivas demonstrações do resultado, das
mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa
para o exercício findo naquela data, assim como o
resumo das principais práticas contábeis e demais
notas explicativas.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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196
Responsabilidade da administração sobre as
demonstrações contábeis
A administração da Companhia é responsável
pela elaboração e adequada apresentação dessas
demonstrações contábeis de acordo com as
práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos
controles internos que ela determinou como
necessários para permitir a elaboração de
demonstrações contábeis livres de distorção
relevante, independentemente se causada por
fraude ou erro.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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197
Responsabilidade dos auditores independentes
Nossa responsabilidade é a de expressar uma
opinião sobre essas demonstrações contábeis
com base em nossa auditoria, conduzida de
acordo com as normas brasileiras e
internacionais de auditoria.
Essas normas requerem o cumprimento de
exigências éticas pelos auditores e que a
auditoria seja planejada e executada com o
objetivo de obter segurança razoável de que as
demonstrações contábeis estão livres de
distorção relevante.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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198
Uma auditoria envolve a execução de procedimentos
selecionados para obtenção de evidência a respeito dos
valores e divulgações apresentados nas demonstrações
contábeis.
Os procedimentos selecionados dependem do julgamento
do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção
relevante nas demonstrações contábeis,
independentemente se causada por fraude ou erro.
Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles
internos relevantes para a elaboração e adequada
apresentação das demonstrações contábeis da companhia
para planejar os procedimentos de auditoria que são
apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de
expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles
internos da companhia.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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199
Uma auditoria inclui, também, a avaliação
da adequação das práticas contábeis
utilizadas e a razoabilidade das
estimativas contábeis feitas pela
administração, bem como a avaliação da
apresentação das demonstrações
contábeis tomadas em conjunto.
Acreditamos que a evidência de auditoria
obtida é suficiente e apropriada para
fundamentar nossa opinião.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
200
Opinião
Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas
apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a
posição patrimonial e financeira da Companhia ABC em 31 de
dezembro de 20X1, o desempenho de suas operações e os seus
fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com
as práticas contábeis adotadas no Brasil.
Local (localidade do escritório de auditoria que emitiu o relatório)
e data do relatório do auditor independente
Nome do auditor independente (pessoa física ou jurídica)
Nome do profissional (sócio ou responsável técnico, no caso de o
auditor ser pessoa jurídica)
Números de registro no CRC da firma de auditoria e do
profissional que assina o relatório
Assinatura do auditor independente
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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201
O auditor deve emitir parecer
sem ressalva quando existir qualquer
das circunstâncias seguintes, que, na
sua opinião, tenham efeitos
relevantes para as demonstrações
contábeis:
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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202
a
respeito do conteúdo e/ou
forma de apresentação das
demonstrações contábeis; ou
.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
203
Essas informações devem
ser apresentadas em
do parecer,
e, se
for caso, fazer referência a uma
divulgação mais ampla pela
entidade em nota explicativa às
demonstrações contábeis.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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204
Quando o auditor conclui que o
não é de tal magnitude
que requeira parecer adverso ou
abstenção de opinião.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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205
Deve obedecer ao modelo do
parecer sem ressalva, com a
utilização das expressões
referindo-se aos efeitos do
assunto objeto da ressalva.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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206
O auditor emite opinião de
que as demonstrações
contábeis
, nas datas e
períodos indicados.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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207
O auditor deve emitir parecer
adverso quando verificar que as
demonstrações contábeis estão
, em tal
magnitude que impossibilite a
emissão do parecer com
ressalva.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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208
É aquele em que
, por
não ter obtido comprovação
suficiente para fundamentá-la.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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209
Quando ocorrer incerteza em relação a fato
relevante,
, bem como o resultado das
suas operações, deve o auditor adicionar um
, após o
parágrafo de opinião, fazendo referência à nota
explicativa da administração, que deve descrever
de forma mais extensa, a natureza e, quando
possível, o efeito da incerteza.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
210
Na hipótese do emprego
de ,
o parecer
.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
211
Se o auditor concluir que a
matéria envolvendo
não está
adequadamente divulgada nas
demonstrações contábeis, o seu
,
pela omissão ou inadequação da
divulgação.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
212
O auditor deve incluir no seu parecer
informações consideradas relevantes
, ainda que
divulgadas pela entidade.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
213
Se, após a emissão do parecer, o auditor
tomar , existente
na data da emissão do parecer que, se
conhecido na ocasião, poderia ter gerado
a modificação do seu parecer final, nesse
caso o procedimento a ser efetuado pelo
auditor será
com sobre
as demonstrações contábeis revisadas.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
214
Quando houver de outros
auditores independentes no exame das
demonstrações contábeis das
controladas e/ou coligadas, relevantes,
o auditor da controladora e/ou
investidora
.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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215
O auditor pode expressar opinião
sobre demonstrações contábeis
apresentadas de forma condensada,
desde que tenha
sobre as demonstrações contábeis
originais.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
216
Toda ,
relacionada com ressalva, parecer
adverso, parecer com abstenção de
opinião e/ou ênfase, constante do
parecer do auditor sobre
demonstrações contábeis originais,
.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
217
Sempre que o nome do Auditor
estiver, de alguma forma, associado
com demonstrações ou informações
contábeis que , estas
devem ser claramente identificadas
como em cada folha
do conjunto.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
218
Podem ser , elaborados de
forma escrita e sujeitos a determinadas normas,
muitas das quais estão contidas nas próprias
normas de auditoria, existindo ainda os
, que geralmente não consubstanciam a
forma escrita, mas compreendem apenas
informações verbais, transmitidas aos
administradores da entidade auditada ou a seus
subordinados, e que envolvem assuntos não
relevantes, que podem ser corrigidos sem que
precisem constar de relatórios formais.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
219
Entre os , podemos
distinguir os seguintes tipos principais:
– também
conhecido por Parecer do Auditor.
– poderão ser
bastante analíticos, quanto à descrição
dos trabalhos realizados, mas poderão
não conter uma opinião final e formal do
auditor.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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220
OBRIGADO !
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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221
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
222
Os Testes em Auditoria constituem o
processo pelo qual o auditor reúne
elementos comprobatórios.
Pode-se aplicar os testes a todas as
transações ou a uma amostra
representativa adequada.
É o procedimento por meio do qual o
auditor consegue examinar uma
quantidade menor que o total de um
conjunto de dados, a fim de emitir uma
conclusão sobre o mesmo.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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223
O problema fundamental do auditor é a
maneira de determinar a natureza e a
extensão da verificação necessária:
• até onde se deve chegar,
• quanto é necessário investigar,
• quais são as variáveis a considerar,
para se ter a certeza de que as condições
testadas referem-se também às que não
foram e, com isso, formar uma opinião
definitiva sobre as áreas auditadas.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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224
PROCEDIMENTOS
São o conjunto de
técnicas que
permitem ao auditor
obter evidências ou
provas suficientes e
adequadas para
fundamentar sua
opinião sobre as
demonstrações
contábeis auditadas
e abrangem testes de
observância e testes
substantivos.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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225
CLASSIFICAÇÃO DAS EVIDÊNCIAS
Durante todo o processo de formação
de uma opinião independente, o
auditor vai recolhendo evidências
acerca da fidedignidade das
demonstrações contábeis tomadas
em conjunto.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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226
Para melhor conhecer os
diferentes tipos de evidências, os
auditores classificam-nas
inicialmente em:
• evidências quanto à finalidade,
• evidências quanto à natureza.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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227
Evidências quanto à FINALIDADE
SOBRE A CONTINUIDADE
A continuidade normal das atividades
deve merecer especial atenção do
Auditor, quando do planejamento
dos seus trabalhos, ao analisar os
riscos de auditoria, e deve ser
complementada quando da execução
de seus exames.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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228
SOBRE O SISTEMA DE CONTROLES
INTERNOS
Os auditores reconhecem que grande
parte da fidedignidade das
demonstrações contábeis
é assegurada pela
qualidade do sistema
de controles internos em
uso.
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229
EVIDÊNCIAS BÁSICAS
Ao auditor cabe julgar a veracidade das
informações, como essência de seu trabalho.
Existem, dessa forma, duas questões capitais,
faz-se mister assegurar-se:
 de que todas as transações realizadas foram,
de fato, registradas de acordo com os
Princípios Fundamentais de Contabilidade; e
 de que essas transações são legítimas.
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230
2) Evidências quanto à NATUREZA
 Existência Física;
 Declaração de fontes consultadas:
- escritas,
- verbais.
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231
Documentação comprobatória:
 documentos externos;
 documentos internos com
circularização externa; e
 documentos internos sem
circularização externas.
 Repetição de Cálculos;
 Procedimentos de controle interno;
 Acontecimentos posteriores.
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232
TÉCNICAS DE AUDITORIA
São o conjunto de investigações
empregadas pelo auditor para
reunir as evidências.
As técnicas não são provas em si,
mas devem proporcionar a obtenção
das provas necessárias para emitir
o parecer fundamentado.
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233
As técnicas mais usuais são as
seguintes:
EXAME E CONTAGEM FÍSICA
Este procedimento é utilizado para
as contas do ativo e consiste em
identificar fisicamente o bem.
O exame físico deve conter as
seguintes caracterísitcas básicas:
quantidade, existência física,
identificação, autenticidade e
qualidade.
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234
CIRCULARIZAÇÃO
 Positiva – é aquela em que o auditor
sempre espera receber uma resposta,
confirmando, ou não, o saldo ou
posição demonstrada.
 Negativa – somente prevê resposta em
caso de discordância da fonte externa
em relação ao saldo ou posição informada.
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235
CONFERÊNCIA DE CÁLCULOS:
• cálculo de valores de estoques;
• cálculos de amortização de despesas
antecipadas;
• cálculos de depreciações dos bens do
ativo imobilizado;
• cálculos dos juros provisionados.
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236
Inspeção dos documentos:
Averiguação:
Fazer perguntas ao pessoal do cliente sobre quaisquer
aspectos ou questões acerca dos quais o auditor tenha
dúvida ou queira simplesmente confirmar seu pensamento.
Correlação:
É o relacionamento harmônico do sistema contábil de
partidas dobradas. A uniformidade das contas que se
relacionam, constitui certamente alguma prova de que elas
estão livres de, pelo menos, erros mecânicos.
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237
TESTES DE AUDITORIA
Testes de Observância
(cumprimento de normas internas dos
controles chaves).
São os procedimentos empregados, a fim
de determinar se cumprem corretamente
certos procedimentos de controle interno,
estabelecidos pelo sistema de empresa.
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238
Para entender o
funcionamento do sistema de
controles internos o auditor
entrevista os funcionários,
colhendo informações acerca
de como as transações são
processadas.
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239
Após esse entendimento, é necessário:
• verificar se o sistema funciona
consistentemente conforme descrito
pelos funcionários da empresa; e
• determinar a natureza e a
quantidade de erros que possam ter
ocorrido na aplicação dos
procedimentos de controle previstos
no sistema.
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240
Testes Substantivos
(comprobatórios de transações)
São aqueles empregados com a
finalidade de obter provas
suficientes e convincentes sobre as
transações, saldo e divulgações nas
demonstrações financeiras, que
proporcionem fundamentação
razoável para a emissão do relatório.
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241
O objetivo é certificar-se da correção de
um ou mais dos seguintes pontos:
 existência: se o componente
patrimonial existe em certa data;
 direitos e obrigações: se efetivamente
existentes em certa data;
 ocorrência: se a transação de fato
ocorreu;
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242
 abrangência: se todas as
transações estão registradas; e
 mensuração, apresentação e
divulgação: se os itens estão
avaliados, divulgados,
classificados e descritos de acordo
com os Princípios Fundamentais
de Contabilidade e as Normas
Brasileiras de Contabilidade.
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243
Testes Substantivos
Subdividem-se em:
 testes das transações e saldos;
 procedimentos de revisão analítica.
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244
Testes Substantivos GLOBAIS
Em alguns casos, o auditor pode
convencer-se de que o saldo total é
razoável, sem serem necessários testes
detalhados.
Exemplo: Dados relativos ao ativo
imobilizado e amortização; lucros de
títulos de renda; folha de pagamento ou
salários de empregados de uma
organização pequena.
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245
Testes Substantivos de PROCEDIMENTOS DE
REVISÃO ANALÍTICA
Correspondem a uma modalidade de testes
substantivos de elementos econômico-
financeiros por meio de análise e comparação
do relacionamento entre eles.
Poderá indicar a necessidade de
procedimentos adicionais ou, contrariamente,
a extensão a que outros poderão ser
reduzidos.
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246
APLICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE
AUDITORIA
Deve ser realizada, em razão da
complexidade e volume das operações,
por meio de provas seletivas, testes e
amostragens, cabendo ao auditor, com
base na análise de riscos de auditoria e
outros elementos de que dispuser,
determinar a amplitude dos exames
necessários à obtenção dos elementos
de convicção que sejam válidos para o
todo.
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247
Na prática dos testes de observância e
substantivos, o auditor deve considerar os
seguintes procedimentos técnicos básicos:
a) Inspeção – exame dos registros,
documentos e de ativos tangíveis;
b) Observação – acompanhamento de
processo ou procedimento quando de
sua execução;
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248
c) Investigação e Confirmação – obtenção de
informações junto a pessoas ou entidades
conhecedoras da transação, dentro ou fora da
entidade;
d) Cálculo – conferência da exatidão aritmética de
documentos comprobatórios, registros e
demonstrações contábeis e outras circunstâncias; e
e) Revisão Analítica – verificação do comportamento
de valores significativos, mediante índices,
quocientes, quantidades absolutas ou outros
meios, com vistas à identificação de situação ou
tendências atípicas.
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249
COMBINAÇÃO DE TESTES DE
OBSERVÂNCIA E SUBSTANTIVOS
O equilíbrio a ser atingido na combinação
dos testes depende de diversos fatores e
circunstâncias, sendo:
 se os controles internos são fortes, a
combinação dos procedimentos
normalmente deve favorecer os testes
de observância e os testes substantivos
analíticos;
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250
 se os controles internos são fracos, a
combinação dos procedimentos deve
normalmente favorecer os testes
substantivos mais extensos, tanto os
analíticos como os de detalhes;
 o tamanho da amostragem de todos os
testes normalmente deve ser maior
quando os controles internos são fracos.
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251
DIREÇÃO DOS TESTES
O saldo de uma conta do balanço
patrimonial ou da demonstração do
resultado pode estar errado para mais
(superavaliado) ou para menos
(subavaliado).
A experiência tem demonstrado que é
mais prático dirigir os testes principais de
superavaliação para as contas devedoras e
os de subavaliação para as contas
credoras.
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252
TESTES PARA
SUPERAVALIAÇÃO
O auditor parte do valor registrado
no razão geral para o documento-
suporte da transação.
Razão geral -> registro final ->
registro intermediário -> registro
inicial -> documento.
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253
TESTES PARA
SUBAVALIAÇÃO
O auditor parte do documento para o
razão geral, agindo de forma
contrária ao do teste de
superavaliação.
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254
AMOSTRAGEM
ESTATÍSTICA
Ao determinar a extensão de um teste de
auditoria ou método de seleção de itens a
testar, o auditor pode empregar técnicas de
amostragem.
Amostragem é a utilização de um processo
para obtenção de dados aplicáveis a um
conjunto, denominado universo ou população,
por meio do exame de uma parte deste
conjunto denominada amostra.
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255
Ao planejar e determinar a amostra
de auditoria, o auditor deve levar em
consideração os seguintes aspectos:
• os objetivos específicos da auditoria;
• a população da qual o auditor deseja
extrair a amostra;
• a estratificação da população;
• o tamanho da amostra;
• o risco da amostragem;
• o erro tolerável; e
• o erro esperado.
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256
O risco de amostragem
surge da possibilidade de que
a conclusão do auditor, com
base em uma amostra, possa
ser diferente da conclusão
que seria alcançada se toda a
população estivesse sujeita
ao mesmo procedimento de
auditoria.
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257
O auditor está sujeito ao risco de
amostragem nos testes de observância e
testes substantivos, sendo:
1) Testes de Observância:
• Risco de subavaliação da confiabilidade:
é o risco de que, embora o resultado da
aplicação de procedimentos de auditoria
sobre a amostra não seja satisfatório, o
restante da população possua menor
nível de erro do que aquele detectado na
amostra.
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258
• Risco de superavaliação da
confiabilidade: é o risco de que,
embora o resultado da
aplicação de procedimentos de
auditoria sobre a amostra seja
satisfatório, o restante da
população possua maior nível
de erro do que aquele
detectado na amostra.
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259
2) Testes Substantivos:
• Risco de rejeição incorreta: é o
risco de que, embora o resultado da
aplicação de procedimentos de
auditoria sobre a amostra leve à
conclusão de que o saldo de uma
conta ou classe de transações
registradas está, relevantemente,
distorcido, mas, efetivamente, não
está;
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260
• Risco de aceitação incorreta: é o
risco de que, embora o resultado da
aplicação de procedimentos de
auditoria sobre a amostra leve à
conclusão de que o saldo de uma
conta ou classe de transações
registradas não está,
relevantemente, distorcido, mas,
efetivamente, está.
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261
OBRIGADO !
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262
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263
Os problemas de
encontram-se em todas as áreas das
empresas modernas.
Exemplo: vendas, fabricação, compras.
Quando exercido adequadamente sobre
uma das funções acima, o controle assume
fundamental importância, objetivando
atingir os resultados mais favoráveis com
menores desperdícios.
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264
:
Auditoria Interna: equivale a um
trabalho organizado de revisão e
apreciação de trabalho, normalmente
executado por um departamento
especializado.
Controle Interno: refere-se aos
procedimentos e à organização adotados
como planos permanentes da empresa.
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265
Antes de elaborar o plano ou
programa que guiará o auditor, é
necessário observar como se
encontram os controles da empresa.
quanto o controle, mais
segurança para o trabalho;
quanto o controle, mais
cuidado será exigido na execução
das tarefas.
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266
CONCEITOS E OBSERVAÇÕES FUNDAMENTAIS
O compreende o plano de
organização e todos os métodos e
medidas adotadas na empresa para:
 salvaguardar seus ativos;
 verificar a exatidão e fidelidade dos
dados contábeis;
 desenvolver a eficiência nas operações;
 estimular o seguimento das políticas
administrativas prescritas. (AICPA)
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267
Abrangência
sob o enfoque contábil compreende o conjunto
de recursos, métodos, procedimentos e processos adotados pela
entidade , com a finalidade de:
 salvaguardar os ativos e assegurar a veracidade dos
componentes patrimoniais;
 dar conformidade ao registro contábil em relação ao ato
correspondente;
 propiciar a obtenção de informação oportuna e adequada;
 estimular adesão às normas e às diretrizes fixadas;
 contribuir para a promoção da eficiência operacional da
entidade;
 auxiliar na prevenção de práticas ineficientes e antieconômicas,
erros, fraudes, malversação, abusos, desvios e outras
inadequações.
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268
O deve ser exercido em
todos os níveis da entidade do setor
público, compreendendo:
 a preservação do patrimônio público;
 o controle da execução das ações que
integram os programas;
 a observância às leis, aos regulamentos
e às diretrizes estabelecidas.
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269
Classificação
O é classificado nas seguintes
categorias:
 operacional – relacionado às ações que
propiciam o alcance dos objetivos da entidade;
 contábil – relacionado à veracidade e à
fidedignidade dos registros e das
demonstrações contábeis;
 normativo – relacionado à observância da
regulamentação pertinente.
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270
Estrutura e Componentes
Estrutura de compreende:
 O ambiente de controle deve demonstrar o
grau de comprometimento em todos os níveis
da administração com a qualidade do
em seu conjunto.
 Mapeamento de riscos é a identificação dos
eventos ou das condições que podem afetar a
qualidade da informação contábil.
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271
 Avaliação de riscos corresponde à análise da
relevância dos riscos identificados, incluindo:
 a avaliação da probabilidade de sua ocorrência;
 a forma como serão gerenciados;
 a definição das ações a serem implementadas para
prevenir a sua ocorrência ou minimizar seu potencial;
 a resposta ao risco, indicando a decisão gerencial
para mitigar os riscos, a partir de uma abordagem
geral e estratégica, considerando as hipóteses de
eliminação, redução, aceitação ou compartilhamento.
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272
 Riscos ocorrências, circunstâncias ou fatos imprevisíveis
que podem afetar a qualidade da informação contábil.
 Procedimentos de controle são medidas e ações
estabelecidas para prevenir ou detectar os riscos
inerentes ou potenciais à tempestividade, à
fidedignidade e à precisão da informação contábil,
classificando-se em:
 procedimentos de prevenção – medidas que antecedem o
processamento de um ato ou um fato, para prevenir a
ocorrência de omissões, inadequações e intempestividade
da informação contábil;
 procedimentos de detecção – medidas que visem à
identificação, concomitante ou a posteriori, de erros,
omissões, inadequações e intempestividade da informação
contábil.
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273
 Monitoramento compreende o
acompanhamento dos
pressupostos do
, visando assegurar a
sua adequação aos objetivos,
ao ambiente, aos recursos e
aos riscos.
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274
AVALIAÇÃO DO CONTROLE INTERNO
As normas de auditoria geralmente
aceitas, referentes ao trabalho de
campo, estabelecem que o auditor
deve avaliar o sistema de
da empresa auditada, a fim
de determinar a natureza, época e
extensão dos procedimentos de
auditoria.
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275
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276
O auditor independente executa os
seguintes passos na avaliação do
:
 levanta o sistema de ;
 verifica se o sistema levantado é o que
está sendo seguido na prática;
 avalia a possibilidade de o sistema
revelar de imediato erros e
irregularidades;
 determina o tipo, data e volume dos
procedimentos de auditoria.
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277
Preocupados com a
, eles
armam-se contra o
problema e mostram-
se, cada vez mais,
interessados em
aprender novas
técnicas e
procedimentos básicos
para evitar situações
de fraudes, subornos e
desfalques.
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278
Além da adoção de
rígidos controles
internos, o papel da
auditoria vem
ganhando crescente
importância e contribui
para a eficácia dos
resultados finais em
qualquer companhia.
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279
COMO CONTROLAR ÁREAS DE
RISCO
VENDAS: há facilidades para
recebimento de comissões, descontos
e consignações indevidas;
CONTAS A PAGAR: concentram-se nos
cheques de serviço, que podem ou não
ser fantasmas, e na antecipação de
pagamentos, com finalidade de
recebimento de proprinas.
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280
COMPRAS: é um
dos mais difíceis
de se controlar
por meio da
auditoria, pois o
delito fica
registrado fora
dos livros
contábeis da
empresa.
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281
CONTAS A RECEBER: a tendência,
com a crise de caixa na maioria
das companhias, é abrir mão de
recolher por parte do valor
financeiro (multa, juros) e
receber apenas o montante
principal.
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282
Recomenda-se a verificação, regular,
dos números das contas-correntes
dos funcionários, a fim de evitar
depósitos em contas fantasmas.
Valores residuais de produção de
grande volume (matéria-prima)
também requerem cuidados extras.
A diferença enriquece a pessoa da
noite para o dia.
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283
QUAIS OS PROCEDIMENTOS MAIS EFICIENTES?
Para reduzir probabilidades de desvio
destaca-se a importância do sistema de
provas surpresas (sistema preventivo)
realizado pela auditoria.
Deve-se criar um guia de procedimentos e
provas departamentais, em cada unidade
da organização, realizado pelos próprios
funcionários.
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284
TIPOS DE CONTROLES: CONTÁBEIS E
ADMINISTRATIVOS
CONTROLES CONTÁBEIS –
compreendem o plano de
organização e de todos os métodos e
procedimentos utilizados para
salvaguardar o patrimônio e a
propriedade dos itens que o
compõem.
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285
Compreendidos por:
 segregação de funções: cria
independência entre as funções de
execução operacional, custódia dos bens
patrimoniais e sua contabilização;
 sistema de autorização: controla as
operações através de métodos de
aprovações, de acordo com as
responsabilidades e riscos envolvidos;
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286
sistema de registro: compreende a
classificação dos dados dentro de
uma estrutura formal de contas,
existência de um Plano de Contas
que facilita o registro e preparação
das demonstrações contábeis, e a
utilização de um manual descritivo
para o uso das contas.
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287
CONTROLES ADMINISTRATIVOS
Compreendem o plano de organização e
todos os métodos e procedimentos
utilizados para:
 proporcionar eficiência às operações;
 dar ênfase à política de negócios da
empresa, bem como a seus registros
financeiros.
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288
Compreendidos por:
 normas salutares, que observam
práticas saudáveis aos interesses da
empresa no cumprimento dos deveres e
funções;
 pessoal qualificado, que esteja apto a
desenvolver suas atividades bem
instruído e supervisionado por seus
responsáveis.
AUDITORIA CONTÁBIL
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289
IMPORTÂNCIA DO CONTROLE INTERNO
A Administração da Empresa é
responsável:
 pelo estabelecimento do sistema
de
 pela verificação de seu
cumprimento pelos funcionários;
 por sua modificação, visando
adaptá-lo às novas circunstâncias.
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290
Compreende:
• Responsabilidade;
• Rotinas Internas;
• Acesso a Ativos;
• Segregação de
funções;
• Confronto dos ativos
com os registros;
• Amarrações do
sistema;
• Auditoria Interna.
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291
LIMITAÇÕES DO CONTROLE
INTERNO
As limitações do são,
principalmente, com relação a:
• conluio de funcionários na apropriação de bens
na empresa;
• instrução inadequada dos funcionários com
relação às normas internas;
• negligência dos funcionários na execução de
suas tarefas diárias.
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292
FRAUDES E DESFALQUES NAS
EMPRESAS
É um problema comum e crescente,
decorrente do enfraquecimento dos
valores éticos, morais e sociais e,
principalmente, da ineficácia dos sistemas
de controles internos.
Os fatores que motivam as pessoas a
cometerem fraude podem ser classificados
em três aspectos:
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293
oportunidade para cometê-la e
escondê-la;
pressão por dificuldades
financeiras; e
racionalização do
entendimento sobre
a falta cometida.
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294
DESFALQUE TEMPORÁRIO
Ocorre quando o funcionário
apossa-se de um bem da
empresa e não altera os
registros da contabilidade
(transferindo o ativo roubado
para despesas).
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295
São exemplos de desfalques temporários:
funcionário apodera-se do dinheiro recebido de
clientes, proveniente de vendas a prazo, antes
do registro do recebimento.
funcionário assenhoreia-se do dinheiro recebido
de clientes, após registro contábil do
recebimento.
funcionário apoderou-se de um ativo da
empresa (dinheiro de caixa, cautelas de títulos,
estoques, imobilizado etc.).
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296
DESFALQUE PERMANENTE
Ocorre quando um
funcionário desvia um bem
da empresa e modifica os
registros contábeis, de
forma que os ativos
existentes concordem com
os valores registrados na
Contabilidade.
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297
São exemplos de desfalques permanentes:
 funcionário responsável pelos
recebimentos de clientes e pelo preparo
dos registros contábeis de vendas e
recebimentos desvia um recebimento de
vendas a prazo e baixa a duplicata
correspondente contra vendas (débito
em Devolução de Vendas e crédito em
Duplicatas a Receber);
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298
funcionário responsável pelas
matérias-primas e pela
elaboração de lançamentos
contábeis rouba uma matéria-
prima e baixa o bem
correspondente para despesa
(débito em Despesas Diversas e
crédito em Matéria-prima).
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299
LEVANTAMENTO DO SISTEMA DE
CONTROLE INTERNO
As informações sobre o sistema de
são obtidas das seguintes formas:
leitura dos manuais internos de organização
e procedimentos;
conversa com funcionários da empresa;
inspeção física desde o início da operação
(compra, venda, pagamentos etc.) até o
registro no razão geral.
AUDITORIA CONTÁBIL
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300
As informações obtidas sobre o
são registradas pelo auditor
independente de uma ou do conjunto de
duas ou três das formas exemplificadas a
seguir:
 memorandos narrativos;
 questionários padronizados;
 fluxogramas.
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301
AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE
INTERNO E DETERMINAÇÃO DOS
PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA
Consiste em aplicar medidas significativas
na consideração de transações relevantes
e ativos correlatos envolvidos na
auditoria, tem como finalidade principal
detectar erros e irregularidades materiais
nas demonstrações financeiras.
AUDITORIA CONTÁBIL
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302
Medidas que devem ser observadas:
considerar os tipos de erros e
irregularidades que poderiam
ocorrer;
determinar os procedimentos de
controle contábil que devam
prevenir ou detectar esses erros e
irregularidades;
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303
 determinar se os procedimentos
necessários são estabelecidos e estão
sendo seguidos satisfatoriamente;
 avaliar as falhas, isto é, tipos de erros e
irregularidades potenciais não cobertos
pelo procedimento de controle existente
para determinar seu efeito sobre a
natureza, caráter oportuno ou extensão
dos procedimentos de auditoria a serem
aplicados, e sugestões a serem feitas ao
cliente.
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304
A avaliação do sistema de
compreende:
•determinar os erros ou
irregularidades que poderiam
acontecer;
•verificar se o sistema atual de
controles detectaria de imediato
esses erros ou irregularidades;
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305
•analisar as fraquezas ou falta de
controle, que possibilitam a existência
de erros ou irregularidades, a fim de
determinar a natureza, data e
extensão dos procedimentos de
auditoria;
•emitir relatório-comentário dando
sugestões para o aprimoramento do
sistema de da
empresa.
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306
O processo de avaliação do
consta de três etapas:
 o realce do sistema;
 a avaliação propriamente dita do
sistema;
 a realização de testes de
cumprimento de normas internas.
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307
REALCE DO SISTEMA
Efetua-se durante a etapa de
planejamento do exame.
O objetivo é obter informação se
supõe que o sistema funcione e
pode-se alcançá-lo mediante
discussão com as pessoas
responsáveis pelo .
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308
Uma significativa evidência persuasiva pode ser
obtida mediante a própria documentação de
da área, por exemplo, manuais,
descrições de tarefas e fluxogramas.
Confirmar o conhecimento, executar
procedimentos de reconstituição ou recapitulação
dos controles de fluxo de documentação.
Documentar a análise do nos
papéis de trabalho.
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309
AVALIAÇÃO
Deve-se proceder a sua avaliação crítica
para determinar sua eficácia e os pontos
passíveis de melhoria.
Muitas vezes, nesta etapa, conclui-se que
o sistema não é eficaz; sendo assim, não
se executarão os testes de cumprimento,
pois ainda que o resultado seja
satisfatório, não se atingirão os objetivos.
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310
Durante a fase de avaliação, um aspecto
de grande importância é a identificação
dos controles-chaves do sistema.
O controle-chave é aquele que:
• assegura que um sistema administrativo
produza informação fidedigna; e
• serve de base para satisfação dos
objetivos de auditoria.
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311
TESTE DE CUMPRIMENTO DE
NORMAS INTERNAS
Não basta formar uma opinião sobre a eficácia do
sistema, baseando-se em representações verbais
ou escritas, feitas por funcionários.
Cumpre constatar que o sistema funciona
realmente como foi descrito, pois, a bem da
verdade, pode haver diferenças substanciais
entre o que foi relatado e o que foi fielmente
aplicado.
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312
Um teste de cumprimento realiza-se em
diversas etapas:
• determinar os objetivos do teste –
procura-se confirmar que os controles
previamente identificados como
controles-chaves funcionaram durante
todo o período submetido a exame;
• definir o universo – é o conjunto de
transações homogêneas submetidas ao
sistema de controle e registro que se
testa.
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313
QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DO CONTROLE
INTERNO
Têm como finalidade auxiliar a avaliação da eficiência ou
adequação dos controles internos (operacionais e contábeis)
do cliente, ou seja:
• Se os controles contábeis internos asseguram o correto
registro das transações financeiras;
• se os controles internos administrativos proporcionam
eficiência operacional e observância da política da empresa e
da legislação em vigor;
• se as verificações internas protegem adequadamente os
ativos do cliente contra fraudes e outras irregularidades.
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314
FORMAS DE APLICAÇÃO
As questões devem ser formuladas de
modo que uma resposta afirmativa
implique numa condição satisfatória.
Uma resposta negativa indica um ponto
fraco com relação àquele item em
particular.
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315
LEVANTAMENTO E DESCRIÇÃO DA
ROTINA
Os auditores devem levantar e descrever
rotinas objetivando:
• identificar pontos críticos que facilitem a
definição da extensão dos exames finais;
• fornecer dados para simplificar os
trabalhos de auditoria e/ou possíveis
consultorias futuras.
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316
DESCRIÇÃO DA ROTINA
A rotina pode ser descrita por meio de uma narrativa, ou
então pela elaboração de um fluxograma.
NARRATIVA – inclui uma descrição da rotina passo a passo
de maneira lógica clara e concisa, evidenciando o fluxo de
documentos de um ou mais departamentos desde sua
origem até sua disposição final.
FLUXOGRAMAS – constitui uma técnica analítica, que utiliza
símbolos para descrever uma rotina passo a passo em um
ou mais departamentos, evidenciando o movimento de
documentos desde sua origem até sua disposição final.
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317
FLUXOGRAMA
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318
CARACTERÍSTICAS DE UM
EFICIENTE SISTEMA DE CONTROLE INTERNO
Compreendem:
 plano de organização que proporcione apropriada
segregação de funções e correta divisão das
responsabilidades funcionais;
 observação de práticas salutares no cumprimento dos
devedores e funções de cada um dos departamentos da
organização;
 sistema de autorização e procedimentos de escrituração
adequados, que proporcionem controle eficiente sobre o
ativo, passivo, receitas, custos e despesas.
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319
CATEGORIAS DE CONTROLES INTERNOS
Controles Organizacionais
Referem-se ao controle obtido por meio da
maneira de designar responsabilidades e delegar
autoridade.
Essa estrutura é um marco no qual se realizam as
atividades de planejamento, execução e controle
das operações da entidade e cuja eficácia
dependerá de considerações tais como:
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320
atribuição de responsabilidades e
delegação de autoridade claramente
definidas;
segregação de funções
incompatíveis para evitar que sejam
controladas por qualquer indivíduo
ou departamento da organização;
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321
fornecimento de recursos, inclusive
pessoal competente, em quantidade
suficiente para o cumprimento das
responsabilidades atribuídas;
existência de sistemas de medição
e avaliação do desempenho.
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322
Controle do Sistema de
Informação
Referem-se ao controle obtido
mediante a prestação de
informações aos níveis
adequados da administração.
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323
Não obstante, algumas características que
um bom sistema não deve omitir são as
seguintes:
 a informação deve ser suficientemente
detalhada para permitir identificação
das operações fora de linha ou possíveis
problemas;
 os relatórios devem conter informação
relevante para os usuários;
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324
a forma de apresentação deve destacar a
informação de maior importância;
a informação deve ser distribuída
conforme as responsabilidades
atribuídas;
a informação deve ser usada pelos que
tenham competência e tempo
necessários para compreender seu
significado e adotar medidas corretivas,
se necessárias.
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325
Controles de Procedimentos
Referem-se ao controle obtido
mediante a observação de políticas e
procedimentos dentro da
organização.
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326
São as seguintes algumas das
características desejáveis nos controles de
procedimento:
 que sejam adequados à estrutura
organizacional;
 que sejam bem definidos e
documentados;
 que se mostrem fáceis de interpretar e
aplicar.
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327
DOCUMENTAÇÃO DE PROCEDIMENTOS
Os procedimentos contábeis e de
operação devem ser documentados em
manuais (de contabilidade e de
procedimentos) e fluxogramas de modo
que as políticas e instruções da
empresa possam ser conhecidas de
maneira explícita e uniformemente
aplicadas.
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328
LIMITAÇÕES INERENTES AOS SISTEMAS
DE CONTROLE INTERNO
Na aplicação da maioria dos
procedimentos de controle, podem ocorrer
falhas resultantes de entendimento
precário, erros de juízo, descuidos ou
outros fatores humanos.
Os procedimentos de controle cuja
eficácia depende da divisão de funções,
podem ser burlados mediante conivência.
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329
Após avaliar o sistema de controle e
identificar aspectos
administrativos/operacionais passíveis de
melhorias, o auditor pode emitir, se assim
for o desejo dos administradores da
entidade auditada, um documento
denominado carta-comentário.
O relatório com as sugestões para
aprimoramento dos controles internos,
resultantes do trabalho do auditor
independente, denomina-se carta de
recomendações.
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330
OBRIGADO !
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331
AUDITORIA CONTÁBIL
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332
O auditor deve
as questões que foram consideradas
importantes para
, visando a
e
Independente das Demonstrações
Contábeis.
AUDITORIA CONTÁBIL
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333
Constituem a
ou fornecida
a este na execução da auditoria.
Eles integram um
, por intermédio de
informações em papel, meios
eletrônicos ou outros que assegurem
o objetivo a que se destinam.
AUDITORIA CONTÁBIL
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334
Os a:
, pela análise dos documentos de
auditorias anteriores ou pelos coligidos quando
da contratação de uma primeira auditoria,
;
;
,
para fundamentar o parecer do auditor
independente.
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335
O auditor deve nos
:
 ao planejamento de auditoria,
 à natureza,
 à oportunidade e a extensão dos
procedimentos aplicados,
 aos resultados obtidos e às suas
conclusões da evidência da
auditoria.
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336
Os devem
acerca
de todas as
, juntamente com a
a que chegou,
inclusive nas áreas que
envolvem questões de difícil
julgamento.
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337
A dos
como:
• natureza do trabalho;
• natureza e complexidade da atividade da
entidade;
• natureza e condição dos sistemas contábeis e
de controle interno da entidade;
• direção, supervisão e revisão do trabalho
executado pela equipe técnica;
• metodologia e tecnologia utilizadas
no curso dos trabalhos.
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338
Os padronizados podem
, e sua utilização
facilita a delegação de tarefas, proporcionando
meio adicional de .
Entre os ,
encontram-se, além de outros:
 listas de verificação de procedimentos,
 cartas de confirmação de saldos,
 termos de inspeções físicas de caixa, de
estoques e de outros ativos.
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339
Os , além de outros
mais específicos, incluem:
• informações sobre a
da entidade;
• cópias ou excertos de
, contratos e atas;
• informações sobre o
em que a
entidade opera;
AUDITORIA CONTÁBIL
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340
• evidências do ,
incluindo programas de auditoria e
quaisquer mudanças nesses programas;
• evidências do entendimento, por parte do
auditor, do
, e sua concordância quanto à
eficácia e adequação;
• evidências de
;
• evidências de avaliação e conclusões do
auditor e revisão sobre o trabalho da
auditoria interna;
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341
, movimentação e
saldos de contas;
, coeficientes,
quocientes, índices e outros indicadores
significativos;
• registro da natureza, oportunidade e
extensão dos
e seus resultados;
• evidências de que o trabalho executado
pela equipe técnica foi
;
AUDITORIA CONTÁBIL
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342
• indicação de os
procedimentos de auditoria e de quando o
fez;
• detalhes dos procedimentos relativos às
demonstrações contábeis
;
• cópias de com outros
auditores, peritos, especialistas e terceiros;
• cópias de da
entidade, e suas respostas, em relação aos
trabalhos, às condições de contratação e às
deficiências constatadas, inclusive no
controle interno;
AUDITORIA CONTÁBIL
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343
;
acerca de
aspectos significativos, incluindo o
modo como foram resolvidas ou
tratadas questões não usuais;
,
assinadas pela administração da
entidade e pelo contador responsável,
e do parecer e dos relatórios do
auditor.
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344
O auditor deve adotar procedimentos apropriados
para manter a custódia dos
pelo , a partir da data de
emissão do seu parecer.
A dos é
dever permanente do auditor.
Os são de
. Partes ou excertos destes
podem, a critério do auditor, ser postos à
disposição da entidade.
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345
– de forma que todos entendam sem a
necessidade de explicações da pessoa que os
elaborou.
– de forma que se entenda onde o
auditor pretende chegar.
– de forma a não prejudicar o
entendimento destes.
– de forma lógica de raciocínio, na
sequência natural do objetivo a ser atingido.
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346
:
 Mapas preparados pelos departamentos de
contabilidade, financeiro e fiscal, ou pelo
auditor;
 Memorandos;
 Confirmações;
 Outros tipos de documentação preparada ou
reunida durante o exame.
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347
:
– inclui todos os
papéis que são de importância diária e
contínua, ano após ano.
Ex.: organograma, estatuto, composição
e evolução do capital
– é composta de
todos os papéis do exercício em curso.
Ex.: planejamento dos trabalhos,
balancetes etc.
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351
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352
Devem ser completos, isto é, cada folha de
trabalho, ou grupo de folhas, no caso de uma não
ser suficiente para determinado fim, deverá ter
sua própria utilidade.
Essas folhas devem ser esclarecedoras por si
mesmas e conter todas as informações
pertinentes, quer sejam relacionadas com a
, quer com a
.
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353
Cada folha no arquivo deve ter
, ou uma combinação de
ambos, para distingui-la de todas as outras.
Terminada a auditoria, emitido o parecer e
elaborados os relatórios, os
devem ser , mas de
fácil acesso, pois estão sujeitos a verificações
constantes, para atender a consultas do cliente,
sendo certo que serão utilizados pela equipe
escalada para a auditoria do ano seguinte, a qual
abrirá os novos papéis consultando os anteriores.
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354
AUDITORIA CONTÁBIL
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355
Números de referência:
 São necessários para referenciar a
informação entre as células
 Compõem-se de uma letra e um
número.
 Designação de referências para as
células mestras.
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356
A pode ser feita
como segue:
A – Disponibilidades
B – Contas a Receber
C – Demais contas a Receber
D – Estoques
E – Despesas do Exercício Seguinte
F - Controladora, Controladas e Coligadas
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357
AA – Fornecedores
BB – Salários e
Contribuições
CC – Impostos
DD – Distribuições
Estatutárias
EE – Demais Contas a
Pagar
FF – Financiamento
HH – Debêntures
II – Controladora,
Controladas e Coligadas
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358
:
 Somente cruzar cifras idênticas.
 Todo cruzamento da referência deve ser
feito e em todas as direções.
 A posição da referência com relação ao
número referenciado indica sua direção.
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359
ORDENAÇÃO
Utilizamos o resumo das células mestras BT – Balanço
de Trabalho como um balancete das seções.
Em resumo contém:
 o nome das seções coincidentes com os anotados nas células
mestres;
 a referência da seção com a de cada célula mestra;
 os totais das células mestras ainda não auditados do
exercício, examinados tais como foram entregues pela
contabilidade;
 espaço para resumir os eventuais ajustes e reclassificação de
auditoria;
 os saldos auditados do exercício.
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360
As células mestras contêm:
 título dos grupos ou subgrupos de
contas das demonstrações contábeis;
 os saldos finais do exercício anterior;
 os saldos não auditados do período;
 espaço para ajustes e reclassificações;
 os saldos auditados do período
referenciados no resumo das células
mestras (BT).
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361
São os elaborados
para cada seção, que têm por
que efetuamos
para suportar cada saldo apresentado na
célula mestra.
Devem apresentar abaixo do nome da
empresa, o título da seção e, abaixo deste,
o nome do teste específico ou de qualquer
outra finalidade da célula.
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362
 pontos para atenção (relatórios);
 explicação de flutuações relevantes;
 falhas de controle interno e exceções.
.
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363
Indicam os trabalhos efetuados durante o
exame.
:
 Podem ser escritos rapidamente;
 Eliminam a necessidade de repetir
explicações;
 Facilitam a revisão rápida e eficiente.
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364
:
 Devem ser feitos em para evitar
confusões com letras, símbolos e números;
 Devem ser
quando servirem para registro de fatos
diferentes;
 Quando possível, nos
s.
os
, de modo que se torne impossível
acompanhar o desenvolvimento do trabalho
feito.
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OBRIGADO !
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374
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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375
O auditor deve
consoante as
Normas Profissionais de
Auditor Independente,
assumidos
com a entidade.
AUDITORIA CONTÁBIL
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376
O é a
etapa do trabalho na qual o auditor
independente
,
elaborando-o a partir da contratação
dos serviços,
, de modo que
possa desempenhar uma auditoria
eficaz.
AUDITORIA CONTÁBIL
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377
A é o
documento no qual o
Auditor formaliza as
condições do trabalho a
ser executado.
AUDITORIA CONTÁBIL
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378
Deve ser usada como orientação e deve ser adaptada
de acordo com as exigências e circunstâncias
específicas.
Ao Conselho de Administração (ou representante
qualificado da administração).
A finalidade desta carta é confirmar nosso
entendimento sobre os termos e objetivos da nossa
contratação e sobre a natureza e limitações dos
serviços a serem prestados.
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379
Serão prestados os seguintes serviços:
Revisaremos o balanço patrimonial da Empresa
ABC em 31 de dezembro de 20XX e as
respectivas demonstrações do resultado, das
mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de
caixa para o exercício findo em 31 de dezembro
de 20XX, em conformidade com as normas
brasileiras e internacionais de revisão. Não
realizaremos uma auditoria das demonstrações
contábeis e, consequentemente, não
expressaremos uma opinião sobre essas
demonstrações, emitindo um relatório como
segue:
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380
A administração da entidade é responsável pela
elaboração das demonstrações contábeis, com a
inserção das divulgações adequadas. Isso inclui
a manutenção de registros contábeis e controles
internos adequados e a seleção e a aplicação de
políticas contábeis.
Como parte do processo de revisão,
solicitaremos representações formais (Carta de
Representação da Administração) referentes às
afirmações feitas em conexão com a revisão.
AUDITORIA CONTÁBIL
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381
Nosso trabalho não assegura a descoberta da existência de
fraudes, erros ou atos ilegais. Entretanto, informaremos
sobre quaisquer assuntos relevantes dos quais tomarmos
conhecimento.
Solicitamos que assinem e nos devolvam a cópia anexa a
esta carta, indicando sua aprovação com os entendimentos
sobre a nossa revisão das demonstrações contábeis.
XYZ & Co
Aceitação em nome da Empresa ABC
(assinatura)
....................
Nome e cargo
Data
AUDITORIA CONTÁBIL
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382
Os principais objetivos do
são:
• obter , para
identificar eventos e transações relevantes que
afetem as Demonstrações Contábeis;
• propiciar o
com a entidade dentro dos prazos e compromissos,
previamente, estabelecidos;
• assegurar que as áreas importantes da entidade e os
valores relevantes contidos em suas demonstrações
contábeis recebam a atenção requerida;
AUDITORIA CONTÁBIL
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383
da entidade;
à entidade;
a serem efetuados, em consonância com os
termos constantes na sua proposta de serviços para a
realização do trabalho;
de trabalho, quando houver;
AUDITORIA CONTÁBIL
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384
,
especialmente quando forem realizados por
uma equipe de profissionais;
a ser
efetuado por outros auditores independentes e
especialistas;
a ser
efetuado por auditores internos;
, pareceres e outros informes
decorrentes do trabalho contratado com a
entidade.
AUDITORIA CONTÁBIL
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385
 cronograma;
 procedimentos de auditoria;
 riscos de auditoria;
 pessoal designado;
 épocas oportunas dos trabalhos;
 supervisão e revisão;
 indagações à administração para concluir o
planejamento;
 revisões e atualizações no planejamento e
nos programas de auditoria.
AUDITORIA CONTÁBIL
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386
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389
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390
Cabe ao
encarregado do trabalho
ou ao , se não
houver gerente
designado.
Geralmente o
trabalham em
conjunto na preparação
do plano.
AUDITORIA CONTÁBIL
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391
As empresas encerram seu exercício
social em dezembro.
Esse fato ocasiona acúmulo de serviços
nas firmas de auditoria externa nos três
meses seguintes a dezembro, enquanto
nos outros meses do ano (abril a
dezembro) essas firmas têm certa
ociosidade.
AUDITORIA CONTÁBIL
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392
Para contornar esse
problema os auditores
externos executam,
sempre que possível,
maior volume de serviços
de auditoria nas
.
AUDITORIA CONTÁBIL
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393
Existem outros motivos para maior
concentração de serviços nas
, sendo:
• Detectar problemas de imediato;
• Evitar esforço físico e mental muito grande dos
auditores nos meses de janeiro a março;
• Evitar horas extras nos meses de janeiro a
março;
• Dar mais atenção à empresa auditada;
• Emitir o parecer dentro de um prazo razoável
de tempo, após a empresa ter levantado as
demonstrações financeiras.
AUDITORIA CONTÁBIL
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394
O
para uma empresa
não é barato.
Portanto o auditor externo
deve, sempre que possível,
utilizar pessoal da empresa
para que seu serviço saia
por um valor razoável.
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395
Exemplificando, o
nos
seguintes serviços:
 Apanhar documentos nos arquivos da
empresa;
 Preencher os papéis de trabalho de
movimentação de contas de
investimentos, Ativo Imobilizado e
Patrimônio Líquido;
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396
 Preparar análise compondo os
saldos das contas do Balanço
Patrimonial;
 Reconciliar as cartas de
confirmação de saldos de clientes
e fornecedores com os registros da
empresa;
 Preparar os mapas de revisão
analítica.
AUDITORIA CONTÁBIL
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397
O auditor externo deve planejar seu
trabalho de modo que as
, para que
ele possa determinar a natureza,
extensão e datas dos testes detalhados
ou procedimentos de auditoria para as
diversas contas do Balanço Patrimonial e
da Demonstração do Resultado do
Exercício.
AUDITORIA CONTÁBIL
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398
A auditoria deve ser planejada de modo
que os
, para que a
administração da empresa
sem que haja atraso na
divulgação das demonstrações financeiras
anuais.
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399
É um rol de
, expostos de forma tal que as inter-
-relações de um procedimento com outro
estejam claramente demonstradas.
Consiste em plano de trabalho para
.
Ele prevê os que deverão ser
aplicados para que se possa alcançar o resultado
desejado.
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400
Um programa de auditoria muito
raramente deve ser considerado
completo ( ) antes de
ser iniciado o trabalho de campo e
de ter feito uma
e a
.
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401
chega-se à conclusão de que eles
devem ser feitos sob medida para as
circunstâncias.
E se os programas estão sujeitos à revisão em
função de condições existentes, é óbvio concluir
que eles
.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
402
Um programa de auditoria
compreensivo que for preparado
para cada trabalho será útil como
, apresentando,
.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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403
Ao planejar um programa de auditoria, várias
considerações básicas devem ser lembradas e sua
importância levada em conta.
:
 A na apuração de
qualquer erro ou irregularidade que afetem os
dados sob exame;
, em virtude das variações na
eficiência do controle interno.
AUDITORIA CONTÁBIL
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404
Os procedimentos específicos a serem aplicados
podem variar de um exame a outro,
.
:
• Seleção de procedimentos a serem aplicados;
• Tempo de aplicação dos procedimentos
selecionados;
• Aumento da amplitude dos testes.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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405
:
• a que se
aplicam a certas situações que se
apresentam,
• a
, bem como da amplitude
de sua aplicação.
AUDITORIA CONTÁBIL
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406
• Leia as atas de reunião de acionistas, do conselho de
administração, da diretoria e do conselho fiscal;
• Leia os relatórios da auditoria interna emitidos durante o
exercício social a ser auditado;
• Visite a fábrica e os principais departamentos da empresa;
• Leia as legislações fiscais e as normas de contabilidade e
auditoria emitidas durante o exercício social e aplicáveis à
empresa sob exame.
AUDITORIA CONTÁBIL
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407
• Discuta os pontos levantados no
tópico anterior;
• Indague se houve ou haverá
mudanças na natureza dos
negócios, política financeira,
práticas contábeis etc.
AUDITORIA CONTÁBIL
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408
OBRIGADO !
AUDITORIA CONTÁBIL
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409
AUDITORIA CONTÁBIL
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410
.
ATIVO PASSIVO E PATRIMÔMIO LÍQUIDO
CIRCULANTE CIRCULANTE
Caixa, Bancos e Aplicações Financeiras
Contas a Receber
Estoques
Impostos a Recuperar
Despesas do Exercício Seguinte
Fornecedores
Financiamentos
Salários e Encargos Sociais
Dividendos e Juros sobre Capital Próprio
Imposto de Renda a Pagar
Impostos a Recolher
Adiantamentos de Clientes
NÃO CIRCULANTE NÃO CIRCULANTE
Realizável a Longo Prazo
Investimentos
Imobilizado
Intangível
Financiamentos
Impostos e Contribuições a Recolher
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
Capital Social
Reservas de Capital
Ajustes de Avaliação Patrimonial – Lei
11.638/07
TOTAL DO ATIVO TOTAL DO PASSIVO e PL
AUDITORIA CONTÁBIL
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411
Para elaboração e aplicação dos
programas de auditoria para as
contas do Ativo, deve-se estar
sempre atento aos objetivos a serem
atingidos, sendo:
Determinar se foram utilizados os
Princípios Fundamentais de
Contabilidade, em bases uniformes;
AUDITORIA CONTÁBIL
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412
Determinar se está corretamente
classificado nas demonstrações
contábeis e se as divulgações cabíveis
foram expostas por notas explicativas;
Apurar se realmente existem todas as
disponibilidades mencionadas no
balanço;
Assegurar-se de que existem todas as
disponibilidades que deveriam existir;
AUDITORIA CONTÁBIL
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413
Assegurar-se de que os títulos
negociáveis e as inversões financeiras
existem realmente e são propriedade da
empresa em exame;
Assegurar-se, ainda, de que todos os
rendimentos produzidos foram
devidamente recebidos e contabilizados;
Apurar se as contas a receber de cliente
são autênticas e se têm origem em
transação relacionada com vendas;
AUDITORIA CONTÁBIL
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414
 Apurar se os valores apresentados são efetivamente
realizáveis;
 Assegurar-se de que os estoques existem fisicamente e
são de propriedade da empresa auditada;
 Determinar se os estoques são apropriados para sua
finalidade e se têm condições de realização, isto é,
verificar se há obsolescências, defeitos, má conservação
etc.;
 Examinar os critérios de avaliação e a adequação desses
critérios, tendo em vista os princípios fundamentais de
contabilidade e a correção dos cálculos;
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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415
 Verificar a existência e propriedade
dos procedimentos aplicados a
investimentos relevantes;
 Constatar a existência, posse e
propriedade dos bens imobilizados,
 Examinar a adequação de
contabilização dos custos, correção e
depreciação do imobilizado, sua
classificação contábil, consideradas a
natureza, vida útil e utilização dos
mesmos.
AUDITORIA CONTÁBIL
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416
PLANEJAMENTO DE AUDITORIA
O objetivo global de um exame
de auditoria é dar aos auditores
provas suficientes para
fundamentar seu parecer sobre
as demonstrações financeiras,
em sua totalidade.
AUDITORIA CONTÁBIL
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417
OBJETIVOS E PROCEDIMENTOS
Embora os objetivos de auditoria possam variar
ligeiramente de um tipo para outro ativo, eles
aplicam-se, de modo geral, a quase todos os
tipos.
 Existência
 Avaliação
 Autorização
 Propriedade
 Restrições
 Exatidão de valores
 Utilidade
 Apresentação nas demonstrações.
AUDITORIA CONTÁBIL
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418
AUDITORIA DE CAIXA E BANCOS
Os procedimentos devem ser definidos em
função dos objetivos do auditor. Uma vez
que o Caixa é considerado um bem que
envolve grande risco e relativamente
difícil de ser controlado, os
procedimentos de auditoria a ele
destinados tendem a ser mais extensos e
mais detalhados que as outras áreas.
AUDITORIA CONTÁBIL
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419
. Verificar:
Encaixe (numerário em mãos);
Caixa depositado;
Depósito em trânsito;
Cheques em circulação;
Existência de cheques antigos.
AUDITORIA CONTÁBIL
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420
DESFALQUES NO CAIXA
O número de métodos criados para
se dar desfalques no Caixa talvez só
seja igualado pelo número de
pessoas que tentaram até hoje dar
desfalques.
AUDITORIA CONTÁBIL
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421
Há dois tipos comuns de desfalques
não encobertos, que são:
Lapping se faz com cobranças de
contas a receber e consiste em
desviar os resultados de cobranças,
substituindo-se o montante desviado
por cobranças posteriores.
AUDITORIA CONTÁBIL
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422
Kiting é um tipo de desfalque
de Caixa que envolve os
desembolsos aí feitos. É,
essencialmente, um sistema
de encobrir faltas de dinheiro
com transferências, em
cheques, não registradas.
AUDITORIA CONTÁBIL
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423
Caixa e Bancos (disponível):
relação de tipos de erros das
demonstrações financeiras,
objetivos de auditoria e testes
substantivos de auditoria.
LIVRO PÁGINA 525
AUDITORIA CONTÁBIL
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424
AUDITORIA DE CONTAS A RECEBER
Verificar a propriedade; existência real e
a exatidão dos valores; determinação da
rentabilidade da cobrança; descoberta de
quaisquer ônus referentes às contas a
receber e determinação da melhor forma
de apresentação das demonstrações
financeiras.
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425
EVIDÊNCIAS EXTERNAS – CONFIRMAÇÃO
É a confirmação direta do débito com o devedor.
O auditor pode usar um pedido de confirmação:
 Positivo – pedem ao devedor que responda se
a informação constante do pedido é correta ou
incorreta. Se for incorreta, o devedor deverá
apontar o erro. PÁGINA 424
 Negativo – são para solicitar ao devedor que
responda apenas se a informação está errada.
PÁGINA 425
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426
Evidência Interna – teste dos registros
contábeis e exame da documentação
hábil.
Procedimentos Analíticos – analisar, pelos
vencimentos, os saldos de contas a
receber.
Controle Interno – segregação de tarefas;
autorizações e procedimentos de
faturamento.
AUDITORIA CONTÁBIL
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427
Segregação de tarefas;
 Autorizações;
 Procedimentos de faturamento;
 Apresentação de Contas a Receber
nas Demonstrações Financeiras.
AUDITORIA CONTÁBIL
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428
Contas a Receber: relação de
tipos de erros das
demonstrações financeiras,
objetivos de auditoria e testes
substantivos de auditoria.
Página: 531
AUDITORIA CONTÁBIL
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429
AUDITORIA DE ESTOQUES
• Determinação de que há bom controle sobre os
estoques;
• Verificação de que o cliente é realmente o
proprietário do estoque;
• Determinação de quantidades de estoque em mãos
do cliente;
• Averiguação e certeza de que o cliente atribui preço
adequado a seu estoque;
• Determinação se há ônus sobre o estoque;
• Determinação da possibilidade de venda do estoque
existente;
• Determinação da forma correta de apresentação do
estoque nas demonstrações financeiras.
AUDITORIA CONTÁBIL
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430
OBSERVAÇÃO DO ESTOQUE
Esse procedimento ajuda os auditores a
atingirem vários objetivos, inclusive
aqueles relativos à propriedade,
quantidades, existência real e
possibilidade de venda.
Uma observação bem feita do estoque
deve dar ao auditor a certeza com relação
às características físicas, qualitativas e
quantitativas dos estoques.
AUDITORIA CONTÁBIL
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431
PROCEDIMENTOS DO CLIENTE
Antes de iniciar a contagem física dos estoques,
propriamente dita, o cliente deve dar instruções
específicas a todos os empregados sobre o que
fazer durante a contagem física.
Não cabe ao auditor contar (fazer levantamento)
enquanto observa uma contagem de estoque e,
sim, verificar a mesma, na base de teste e
determinar, em geral as providências para que
os resultados sejam exatos.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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432
Estoques: relação de tipos de
erros das demonstrações
financeiras, objetivos de
auditoria e testes substantivos
de auditoria.
PÁGINA 540
AUDITORIA CONTÁBIL
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433
AUDITORIA DO IMOBILIZADO
• Determinar sua existência física e a permanência em uso;
• Determinar se pertence à empresa;
• Determinar se foram utilizados os princípios
fundamentais de contabilidade;
• Determinar se o imobilizado não contém despesas
capitalizadas e, por outro lado, as despesas não contém
itens capitalizáveis;
• Determinar se os bens do imobilizado foram
adequadamente depreciados monetariamente em bases
aceitáveis;
• Determinar a existência de imobilizado penhorado, dado
em garantia ou com restrição de uso;
AUDITORIA CONTÁBIL
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434
CAMPO DE EXAME
Compreende os direitos que tenham por
objeto bens destinados à manutenção das
atividades da empresa, ou exercidos com
essa finalidade, inclusive os de
propriedade industrial ou comercial.
Estão igualmente incluídas no campo de
exame as contas retificadoras do ativo
imobilizado que digam respeito às
depreciações, amortizações e exaustões.
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435
REVISÃO DO CONTROLE INTERNO
• Alguns pontos de controle interno que podem ser
comumente encontrados:
• Contagens físicas periódicas;
• Balancete periódico entre as fichas individuais do
imobilizado com os registros contábeis;
• Sistema de autorização para aquisições e vendas de bens
do imobilizado;
• Sistema de comunicação para os casos de transferências,
obsolescência ou baixas de bens do imobilizado;
• Limites de capitalização quanto a valores e tempo de vida
útil;
• Segregação de funções entre o setor de compras e a
recepção dos bens do imobilizado.
AUDITORIA CONTÁBIL
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436
PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA
Exame físico;
Confirmação;
Documentos originais;
Cálculo;
Escrituração;
Investigação;
Inquérito;
Registros Auxiliares;
Correlação;
Observação.
AUDITORIA CONTÁBIL
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437
Ativo Imobilizado: relação de
tipos de erros das
demonstrações financeiras,
objetivos de auditoria e testes
substantivos de auditoria.
PÁGINA 546
AUDITORIA CONTÁBIL
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438
Baixas, Depreciação, Exaustão e
Amortização: relação de tipos de
erros das demonstrações
financeiras, objetivos de auditoria e
testes substantivos de auditoria.
PÁGINA 547
AUDITORIA CONTÁBIL
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439
AUDITORIA DE INVESTIMENTOS
Determinar:
 A existência de um sistema adequado de controle
interno sobre investimentos e lucros deles decorrentes;
 Que os investimentos apresentados nos registros do
cliente realmente existem e são de propriedade deste;
 A avaliação adequada para os investimentos e de
apresentação correta dos mesmos nas demonstrações
financeiras;
 A descoberta e divulgação de eventuais ônus sobre os
investimentos;
 O registro adequado de resultados e de receitas com
investimentos.
AUDITORIA CONTÁBIL
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440
Quando há títulos envolvidos, considera-
se boa prática o auditor examiná-los e
confrontá-los com a contagem feita pelo
cliente.
Se esse procedimento for impraticável,
uma alternativa pode ser a confirmação
com o encarregado externo da custódia
dos bens.
AUDITORIA CONTÁBIL
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441
Os investimentos, em geral, são apresentados
nas demonstrações financeiras pelo custo ou
pelo preço de mercado, o que for mais baixo.
Nos caso em que o investidor exerce algum
controle sobre a investida, recomenda-se o
método da participação proporcional no
patrimônio líquido e quando se trata de
empresas submetidas a regulamentação
especial, os investimentos são apresentados pelo
valor de mercado.
AUDITORIA CONTÁBIL
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442
Investimentos e outros ativos:
relação de tipos de erros das
demonstrações financeiras,
objetivos de auditoria e testes
substantivos de auditoria.
LIVRO PÁGINA 552
AUDITORIA CONTÁBIL
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443
OBRIGADO !
AUDITORIA CONTÁBIL
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444
AUDITORIA CONTÁBIL
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445
.
ATIVO PASSIVO E PATRIMÔMIO LÍQUIDO
CIRCULANTE CIRCULANTE
Caixa, Bancos e Aplicações Financeiras
Contas a Receber
Estoques
Impostos a Recuperar
Despesas do Exercício Seguinte
Fornecedores
Financiamentos
Salários e Encargos Sociais
Dividendos e Juros sobre Capital Próprio
Imposto de Renda a Pagar
Impostos a Recolher
Adiantamentos de Clientes
NÃO CIRCULANTE NÃO CIRCULANTE
Realizável a Longo Prazo
Investimentos
Imobilizado
Intangível
Financiamentos
Impostos e Contribuições a Recolher
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
Capital Social
Reservas de Capital
Ajustes de Avaliação Patrimonial – Lei
11.638/07
TOTAL DO ATIVO TOTAL DO PASSIVO e PL
AUDITORIA CONTÁBIL
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446
As obrigações representam fontes de
recursos e reivindicações de terceiros
contra ativos da empresa.
Os principais erros no passivo circulante
decorrem de subavaliação, valores
fictícios, omissões, acréscimos falsos e
simulações.
Esses erros também são destinados a
verificar fins diversos, tais como:
falências, desvios de numerário, entre
outros.
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447
GRUPOS DE CONTAS,
OBJETIVOS E
PROCEDIMENTOS DE
AUDITORIA
LIVRO PÁGINA 600
AUDITORIA CONTÁBIL
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448
O objetivo deste programa é determinar que:
 Contas a pagar representam obrigações
correntes devidamente autorizadas;
 Importância incluídas nas contas a pagar estão
adequadamente classificadas, e de
conformidade com os Princípios Fundamentais
de Contabilidade consistentemente aplicados;
 Contas a pagar incluem todas as obrigações
correntes significativas.
AUDITORIA CONTÁBIL
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449
O objetivo deste programa é determinar que:
 O grau de confiabilidade dos registros e saldos
contábeis das obrigações sociais e fiscais é
adequado;
 As obrigações abrangem custos e despesas
relativos ao período;
 Todas contingências e despesas futuras
estimadas foram provisionadas, classificadas e
descritas de acordo com os Princípios
Fundamentais de Contabilidade,
consistentemente aplicados.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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450
Os objetivos do auditor, ao verificar o exigível,
compreendem o seguinte:
 Verificar se existe controle interno satisfatório sobre o
exigível;
 Determinar a razoabilidade e a propriedade do passivo
registrado;
 Certificar-se de que todo o passivo foi registrado, ou
seja de que não há item algum do passivo sem registro;
 Determinar se os itens do passivo são corretamente
apresentados nas demonstrações financeiras.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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451
O objetivo deste programa é determinar que:
 As obrigações foram devidamente autorizadas e
apropriadamente classificadas e descritas nas
demonstrações financeiras;
 Passivos são registrados corretamente;
 Os respectivos encargos são contabilizados de acordo
com os Princípios Fundamentais de Contabilidade;
 A contabilização dos encargos é consistentemente
efetuada;
 As demonstrações financeiras incluem informações
adequadas sobre cláusulas restritivas, em encargos,
ativos caucionados etc.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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452
CONTAS A PAGAR: RELAÇÃO DE
TIPOS DE ERROS DAS
DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS,
OBJETIVOS DE AUDITORIA E TESTES
SUBSTANTIVOS DE AUDITORIA.
LIVRO PÁGINA 603
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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453
Passivos acumulados: relação de
tipos de erros das demonstrações
financeiras, objetivos de auditoria e
testes substantivos de auditoria.
Livro página: 604
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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454
Empréstimos e outras dívidas:
relação de tipos de erros das
demonstrações financeiras,
objetivos de auditoria e testes
substantivos de auditoria.
Livro página: 605
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
455
Imposto de Renda: relação de
tipos de erros das demonstrações
financeiras, objetivos de
auditoria e testes substantivos
de auditoria.
Livro página: 606
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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456
OBRIGADO !
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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457
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
458
Os aspectos mais importantes a verificar,
na área, são os de observância dos
formalismos legais e estatutários:
 Determinar se as ações ou o título de
propriedade do capital social foram
adequadamente autorizados e emitidos;
 Determinar se todas as normas
descritas nos estatutos sociais, as
obrigações sociais e legais foram
cumpridas;
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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459
 Assegurar-se da organização e
atualização dos livros societários, atas
de assembléias gerais e de reuniões da
diretoria e/ou do Conselho de
Administração;
 Determinar se o Patrimônio Líquido foi
corretamente contabilizado e
classificado nas demonstrações
contábeis.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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460
Os objetivos da Auditoria das Contas de
Patrimônio Líquido consistem nas seguintes
finalidade:
 Determinar a quantidade de ações ou títulos
de propriedade do capital, bem como se tais
foram adequadamente autorizados ou
emitidos;
 Determinar se todas as normas descritas nos
estatutos sociais, as obrigações sociais e legais
foram cumpridas, tal como for entendido pelo
auditor;
 Determinar se foram utilizados os Princípios
Fundamentais de Contabilidade em bases
uniformes;
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
461
 Determinar a existência de restrições
de uso das contas patrimoniais;
 Determinar se o Patrimônio Líquido
está corretamente classificado nas
demonstrações financeiras, se as
divulgações cabíveis foram expostas por
notas explicativas;
 Estabelecer se o tratamento das contas
do PL nos casos de reorganização tem
sido adequado;
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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462
 Verificar a disponibilidade do PL quanto
a sua distribuição aos acionistas,
quotistas ou proprietários;
 Verificar a segurança dos comprovantes
de requisição de propriedade dos títulos
emitidos, entre outras.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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463
Os procedimentos de auditoria a
serem utilizados dependem da
avaliação do controle interno e da
materialidade envolvida, podendo
ser descritos separadamente, sem
que isto encubra o relacionamento
existente entre as diversas contas
patrimoniais.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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464
O interesse primordial volta-se para
o número de ações registradas em
circulação e sua avaliação.
As grandes empresas que são
representadas pelas S A’s, por
exemplo um banco.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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465
Os testes feitos pelo auditor compõem-se de:
 soma do número de ações registradas e
conferência dos totais com o razão geral;
 teste de informação detalhada dos dois
registros, para ver se confirmam;
 exame de certificados cancelados, para
verificar se realmente se fez o
cancelamento, e;
 exame de certificados não emitidos, para
assegurar que não houve emissão sem
autorização.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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466
O auditor deve certificar-se da
correção das contas de capital.
Todas as declarações devem ser
conferidas com as atas de
Assembleia de Acionistas.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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467
:
A principal técnica é o exame de
transação que deu origem aos valores
registrados.
Os lançamentos usados para registro
dessas transações devem ser conferidos
por meio dos registros contábeis e
comparados com quaisquer outros
elementos de prova disponíveis.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
468
Verificar a apresentação correta e divulgação
apropriada.
Certas regras básicas de divulgação são:
 devem-se separar os valores realizados e os a
integralizar;
 o capital deve ser apresentado por um valor
adequado a sua natureza;
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
469
 em geral, deve-se divulgar as fontes dos
diversos componentes do capital
integralizado;
 as apropriações dos lucros devem ser
identificadas e devem ter
fundamentação lógica e razoável;
 as restrições aplicáveis aos pagamentos
de dividendos devem ser divulgadas.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
470
Capital e outros itens patrimoniais:
relação de tipos de erros das
demonstrações financeiras,
objetivos de auditoria e testes
substantivos de auditoria
LIVRO PÁGINA 626
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
471
As informações dos fluxos de caixa
de uma entidade são úteis para
proporcionar aos usuários das
demonstrações contábeis uma base
para avaliar a capacidade de a
entidade gerar caixa e equivalentes
de caixa, bem como suas
necessidades de liquidez.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
472
DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA
As informações dos fluxos de caixa de uma
entidade são úteis para proporcionar aos usuários
das demonstrações contábeis uma base para
avaliar a capacidade de a entidade gerar caixa e
equivalentes de caixa, bem como suas
necessidades de liquidez. As decisões econômicas
que são tomadas pelos usuários exigem avaliação
da capacidade de a entidade gerar caixa e
equivalentes de caixa, bem como da época e do
grau de segurança de geração de tais recursos.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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473
A entidade deve elaborar
demonstração dos fluxos de
caixa e apresentá-la como
parte integrante das suas
demonstrações contábeis
divulgadas ao final de cada
período.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
474
Quando usada em conjunto com as demais
demonstrações contábeis, proporciona
informações que habilitam os usuários a
avaliar as mudanças nos ativos líquidos de
uma entidade, sua estrutura financeira
(inclusive sua liquidez e solvência) e sua
capacidade para alterar os valores e
prazos dos fluxos de caixa, a fim de
adaptá-los às mudanças nas
circunstâncias e oportunidades.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
475
OBRIGADO !
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
476
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
477
O volume de lançamentos é muito
grande, assim como o de
comprovantes, e a possibilidade de
erros, intencionais ou não, é infinita.
A época mais indicada para efetuar
esse trabalho é o da visita anterior
ao encerramento do exercício.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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478
Uma forma bastante recomendável é
a comparabilidade dos valores ao
longo dos meses, seja do próprio
exercício, seja do exercício anterior.
O auditor deverá munir-se dos
balancetes dos dois períodos citados,
transcrever os totais, mês a mês,
conta por conta, num papel de
trabalho e analisar as variações.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
479
CAMPO DE EXAME
As contas de receitas e despesas têm
influência direta nas contas de
disponibilidades.
Por esse motivo, estão mais sujeitas à
tentação de fraude.
Assim todas as contas que interferem no
resultado do exercício fazem parte da
área de exame.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
480
:
 Determinar se todas as receitas, custos
e despesas atribuídos ao período estão
devidamente comprovados e
contabilizados;
 Determinar se todas as receitas, custos
e despesas não atribuídos ao período ou
que beneficiem exercícios futuros estão
corretamente diferidos;
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481
 Determinar se as receitas, custos e
despesas estão contabilizados de acordo
com os Princípios Fundamentais de
Contabilidade, em bases uniformes;
 Determinar se as receitas, custos e
despesas estão corretamente
classificados nas demonstrações
contábeis, e se as divulgações cabíveis
foram expostas por notas explicativas.
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482
O objetivo maior nessas contas é a busca
de índicios, ou a própria detecção de
fraudes, desvios, sonegação, apropriação,
ou outros tipos de delitos praticados
contra o patrimônio da empresa,
intencionalmente ou por falhas do
controle, praticados pelos
administradores ou por empregados
desleais.
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483
Deve ter por base a competente
autorização para as despesas e o
acompanhamento de seu registro
final, de formas a evitar que a
mesma despesa possa ser objeto de
mais de um pagamento.
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484
O sistema de vendas a vista
deve ter sua maior preocupação
em evitar o subfaturamento das
vendas, além de assegurar que
todas as notas emitidas sejam
efetivamente registradas no
caixa.
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485
O auditor deve avaliar os seguintes
pontos:
• A natureza das operações incluídas na
conta;
• A extensão do controle interno sobre
operações;
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486
• Algumas operações incomuns podem
ser submetidas a menor controle
interno do que outras operações mais
comuns e numerosas;
• A importância relativa das operações;
• A extensão em que outros testes
forneceram, indiferentemente,
comprovação para o saldo da contas.
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487
Ao examinar tais contas, o auditor
geralmente prepara uma análise de
conta, retroagindo da conta do razão
para os documentos originais do
registro.
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488
Para cada lançamento, ele procura
respostas a estas perguntas:
 foi a operação autorizada?
 parece ela ser uma operação razoável
para a empresa em exame?
 foi ela registrada de acordo com sólidos
princípios de contabilidade e com a
praxe contábil da empresa?
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489
Os procedimentos gerais referentes às Contas de
Despesa são:
 verificação de que os registros subsidiários
coincidem com os saldos do balanço e de que
se constituem em base adequada para a
execução dos testes de auditoria;
 revisão das principais práticas contábeis
quanto a sua adequação e uniformidade de sua
aplicação;
 exame de transações com partes relacionadas.
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490
 Custo dos produtos vendidos;
 Custo não absorvido na produção;
 Distribuição na folha de pagamento;
 Despesas de vendas;
 Despesas administrativas;
 Provisão para créditos de liquidação
duvidosa;
 Depreciações;
 Despesas financeiras.
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491
Vendas e outras receitas e
provisões relacionadas: relação
de tipos de erros das
demonstrações financeiras,
objetivos de auditoria e testes
substantivos de auditoria.
LIVRO PÁGINA 663
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492
Custo das vendas: relação de
tipos de erros das
demonstrações financeiras,
objetivos de auditoria e testes
substantivos de auditoria.
LIVRO PÁGINA 664
AUDITORIA CONTÁBIL
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493
Despesas com juros: relação de tipos
de erros das demonstrações
financeiras, objetivos de auditoria e
testes substantivos de auditoria.
LIVRO PÁGINA 665
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494
Despesas operacionais: relação de
tipos de erros das demonstrações
financeiras, objetivos de auditoria e
testes substantivos de auditoria.
LIVRO PÁGINA 666
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495
Outras receitas e despesas: relação
de tipos de erros das demonstrações
financeiras, objetivos de auditoria e
testes substantivos de auditoria.
LIVRO PÁGINA 666
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496
Títulos negociáveis (aplicações
financeiras): relação de tipos de
erros das demonstrações
financeiras, objetivos de auditoria e
testes substantivos de auditoria.
LIVRO PÁGINA 667
AUDITORIA CONTÁBIL
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497
Renda oriunda de caixa e títulos
negociáveis: relação de tipos de
erros das demonstrações
financeiras, objetivos de auditoria e
testes substantivos de auditoria.
LIVRO PÁGINA 668
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498
Os critérios para elaboração e
apresentação da Demonstração do Valor
Adicionado (DVA) representam um dos
elementos componentes do Balanço Social
e têm por finalidade evidenciar a riqueza
criada pela entidade e sua distribuição,
durante determinado período.
AUDITORIA CONTÁBIL
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499
A entidade, sob a forma jurídica de sociedade por
ações, com capital aberto, e outras entidades que
a lei assim estabelecer, devem elaborar a DVA e
apresentá-la como parte das demonstrações
contábeis divulgadas ao final de cada exercício
social.
É recomendado, entretanto, a sua elaboração por
todas as entidades que divulgam demonstrações
contábeis.
AUDITORIA CONTÁBIL
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500
OBRIGADO !
AUDITORIA CONTÁBIL
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501
AUDITORIA CONTÁBIL
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502
O deste programa é
verificar aquelas contas, sejam
patrimoniais ou de resultados,
que não tenham sido abrangidas
nos exames feitos por meio dos
outros programas.
AUDITORIA CONTÁBIL
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503
O deve incluir
não só as contas referidas, mas
também aquelas que tenham
sido encerradas durante o
exercício, isto é, antes do final
do exercício.
AUDITORIA CONTÁBIL
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504
Deve-se verificar se tais contas guardam
certa uniformidade em relação ao
exercício anterior.
Outro teste é o de
em relação a sua
finalidade e às necessidades operacionais
da empresa.
AUDITORIA CONTÁBIL
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505
Caso haja orçamentos prévios, ou
estimativas, ou previsões:
 Deve-se fazer a comparação, para
verificar a irregularidade;
 Deve-se inspecionar o movimento das
contas, em busca de flutuações
acentuadas, lançamentos inusitados,
contrapartidas incomuns e outros
fatores anormais;
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506
 pesquisar e analisar para
assegurar-se de sua razoabilidade;
 Verificar o
crescimento/decréscimo das
vendas e sua relação com o custo
dos produtos vendidos, o lucro
bruto e qualquer outra conta
diretamente ligada às flutuações
operacionais.
AUDITORIA CONTÁBIL
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507
OBRIGADO !
AUDITORIA CONTÁBIL
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508
AUDITORIA CONTÁBIL
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509
O auditor deve considerar em seu
parecer os efeitos decorrentes de
transações e eventos subsequentes
relevantes ao exame das
Demonstrações Contábeis,
mencionando-os como ressalva ou
em parágrafo de ênfase, quando não
ajustadas ou reveladas
adequadamente.
AUDITORIA CONTÁBIL
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510
O auditor deve considerar três situações de
eventos subsequentes:
• os ocorridos entre a data do término do
exercício social e a data da emissão do
parecer;
• os ocorridos depois do término do trabalho de
campo e da emissão do parecer, e antes da
divulgação das Demonstrações Contábeis; e
• os conhecidos após a divulgação das
Demonstrações Contábeis.
AUDITORIA CONTÁBIL
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511
Para ter condições de formar opinião
sobre as Demonstrações Contábeis,
considerando os efeitos relevantes das
transações e eventos subsequentes ao
encerramento do exercício social, o
auditor deve considerar:
• os procedimentos da administração para
que os eventos sejam divulgados;
AUDITORIA CONTÁBIL
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512
• os atos e fatos administrativos registrados em
atas de reuniões de acionistas,
administradores e outros órgãos estatutários;
• os informes de qualquer espécie divulgados
pela entidade;
• a situação de contingências conhecidas e
reveladas pela administração e pelos
advogados da entidade; e
• a existência de eventos não revelados pela
administração nas Demonstrações Contábeis e
que tenham efeitos relevantes sobre as
mesmas.
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513
Transações e eventos subsequentes que
proporcionam evidência adicional de
condições que existiam no fim do período
auditado e requerem julgamento
profissional e conhecimento dos fatos e
circunstâncias:
• perda em contas a receber decorrente
da falência do devedor; e
• pagamento ou sentença judicial.
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514
Transações e eventos subsequentes havidos
entre a data de término do exercício social e a
data da divulgação das Demonstrações Contábeis
são:
• aporte de recursos, inclusive como aumento de
capital;
• compra de nova subsidiária ou de participação
adicional relevante em investimento anterior;
• destruição de estoques ou estabelecimento em
decorrência de sinistro;
• alteração do controle societário.
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515
Eventos Subsequentes à data do balanço são aqueles,
sejam eles favoráveis ou desfavoráveis, que ocorrem
entre a data do balanço e a data na qual é autorizada a
conclusão da elaboração das demonstrações
contábeis. Dois tipos de eventos podem ser
identificados:
 os que evidenciam condições que já existiam na
data do balanço (eventos subsequentes à data do
balanço que originam ajustes); e
 os que são indicadores de condições que surgiram
subsequentemente à data do balanço (eventos
subsequentes à data do balanço que não originam
ajustes).
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516
RECONHECIMENTO E MENSURAÇÃO
Eventos Subsequentes à Data do
Balanço que Originam Ajustes
A entidade deve ajustar os valores
reconhecidos em suas demonstrações
contábeis para que reflitam eventos
subsequentes à data do balanço que
venham a confirmar as condições
existentes até aquela data.
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517
Alguns tipos de eventos subsequentes à
data do balanço que exigem que a
entidade ajuste os valores reconhecidos
em suas demonstrações contábeis ou
reconheça itens que não tenham sido
previamente reconhecidos:
 o pagamento ou a divulgação de uma
decisão definitiva relacionado a um
processo judicial, confirmando que a
entidade já tinha uma obrigação
presente na data do balanço.
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518
 a obtenção de informação indicando que um
ativo estava deteriorado na data do balanço
ou que o montante de um prejuízo por
deterioração previamente reconhecido em
relação àquele ativo precisa ser ajustado.
Como por exemplo:
 a falência ou a recuperação judicial de um cliente
normalmente confirma que já existia potencialmente
um prejuízo em uma conta a receber na data do
balanço, e que a entidade precisa ajustar o valor
contábil da conta a receber;
 a venda de estoques com prejuízo pode proporcionar
evidência sobre o valor de realização líquido desses
estoques na data do balanço;
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519
 a determinação do custo de ativos comprados ou do
valor de ativos recebidos em troca de ativos
vendidos antes da data do balanço;
 a determinação do valor referente ao pagamento de
participação nos lucros ou referente a gratificações,
no caso de a entidade ter, na data do balanço, uma
obrigação presente legal não formalizada de fazer
tais pagamentos em decorrência de eventos
ocorridos antes daquela data; e
 a descoberta de fraude ou erros mostra que as
demonstrações contábeis estavam incorretas.
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520
Eventos Subsequentes à Data do
Balanço que Não Originam Ajustes
A entidade não deve ajustar os
valores reconhecidos em suas
demonstrações contábeis por eventos
subsequentes à data do balanço que
reflitam circunstâncias que surgiram
após aquela data.
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521
Um exemplo de evento subsequente que não origina ajustes
é o declínio do valor de mercado de investimentos ocorrido
no período entre a data do balanço e a data de autorização
de conclusão da elaboração das demonstrações contábeis.
O declínio do valor de mercado não se relaciona
normalmente à condição do investimento na data do
balanço, mas reflete circunstâncias que surgiram no período
seguinte.
Portanto, uma entidade não ajusta os valores reconhecidos
para o investimento em suas demonstrações contábeis.
Igualmente, a entidade não atualiza os valores divulgados
para os investimentos na data do balanço, embora possa
precisar efetuar uma divulgação adicional.
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522
Dividendos
Juntamente com as demonstrações contábeis do
exercício, os órgãos da administração da entidade
devem apresentar proposta, conforme legislação
vigente, sobre a destinação a ser dada ao lucro
líquido do exercício, o que inclui a distribuição de
dividendos.
Essa proposição deve atender ao menos aos
requisitos mínimos estabelecidos na legislação
em vigor e nos estatutos da entidade.
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523
Procedimentos de Auditoria sobre
Transações e Eventos ocorridos entre o
término do exercício e a emissão do
Parecer
O auditor deve planejar e executar
procedimentos para obter evidência de
auditoria suficiente e apropriada de
que todas as transações e os eventos
ocorridos no período, e que podem
requerer ajuste nas Demonstrações
Contábeis e suas notas explicativas,
foram identificados.
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524
Esses procedimentos são adicionais àqueles,
normalmente, aplicados a transações específicas
ocorridas após o fim do período, com o objetivo
de obter evidência de auditoria quanto a saldos
de contas no fim dele, como, por exemplo, o
teste do corte de estoques e pagamentos a
credores.
Entretanto, não se exige que o auditor proceda a
uma revisão contínua de todos os assuntos que
foram objeto de procedimentos anteriores.
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525
Transações e Eventos ocorridos após
emissão do Parecer, e a divulgação das
Demonstrações Contábeis
O auditor não é responsável pela execução de
procedimentos ou indagações sobre as
Demonstrações Contábeis após a data do seu
Parecer.
Durante o período entre as datas do Parecer do
auditor e a de divulgação das Demonstrações
Contábeis, a administração é responsável por
informar ao auditor fatos que possam afetar as
Demonstrações Contábeis.
AUDITORIA CONTÁBIL
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526
Quando, após a data do Parecer do
auditor, mas antes da divulgação das
Demonstrações Contábeis o auditor tomar
conhecimento de fato que possa afetar de
maneira relevante as Demonstrações
Contábeis, ele deve decidir se elas devem
ser ajustadas, discutir o assunto com a
administração e tomar as medidas
apropriadas às circunstâncias.
AUDITORIA CONTÁBIL
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527
Transações e Eventos conhecidos após a
divulgação das Demonstrações Contábeis
Após a divulgação das Demonstrações
Contábeis, o auditor não tem
responsabilidade de fazer qualquer
indagação sobre essas demonstrações.
AUDITORIA CONTÁBIL
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528
Quando, após a divulgação das
Demonstrações Contábeis, o auditor
tomar conhecimento de fato anterior à
data do seu Parecer e que, se fosse
conhecido naquela data, poderia tê-lo
levado a emitir o documento com
conteúdo diverso do que foi, o auditor
deve decidir se as Demonstrações
Contábeis precisam de revisão, discutir o
assunto com a administração e tomar as
medidas apropriadas às circunstâncias.
AUDITORIA CONTÁBIL
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529
Em certas situações, o auditor pode julgar
desnecessária a alteração das
Demonstrações Contábeis e a emissão de
novo Parecer, como, por exemplo, quando
estiver iminente a emissão das
Demonstrações Contábeis relativas ao
período seguinte, desde que elas
contemplem os necessários ajustes e/ou
contenham as informações normalmente
divulgadas.
AUDITORIA CONTÁBIL
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530
OFERTA DE VALORES MOBILIÁRIOS
AO PÚBLICO
O auditor deve considerar qualquer
exigência legal e atinente a ele
aplicável em todas as jurisdições em
que os valores mobiliários estiverem
sendo oferecidos.
AUDITORIA CONTÁBIL
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531
Por exemplo, o auditor pode ser obrigado a
executar procedimentos de auditoria adicionais
até a data do documento de oferta final, que,
normalmente, devem incluir a execução dos
procedimentos mencionados no item 17.4 até a
data, ou próximo da data efetiva, do documento
final de oferta.
Também devem incluir a leitura do documento de
oferta para avaliar se outras informações nele
contidas se harmonizam com as informações
contábeis com que o auditor estiver relacionado.
AUDITORIA CONTÁBIL
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532
OBRIGADO !
AUDITORIA CONTÁBIL
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533
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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534
O trabalho no campo chegou ao fim.
Resta a tarefa final, talvez a mais
importante, aquela de verificar se tudo o
que devia ser feito o foi.
E se nisso foi aplicada a diligência
requerida, se nada ficou negligenciado.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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535
Todo o trabalho realizado ficou
consubstanciado nos papéis de
trabalho, todas as informações
necessárias para formar a opinião do
auditor e emitir seus relatórios ali
estão contidas, fica evidente que são
esses papéis de trabalho que devem,
agora, ser atentamente revisados,
desde a primeira até a última folha.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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536
PROCEDIMENTOS
A revisão abrange todas as folhas dos papéis de
trabalho e alcança os documentos neles
anexados.
Deve-se verificar não só a parte meramente
formal do preenchimento mas também o que
está neles contido:
• Abrangência dos programas;
• As análises das contas;
• Os ajustes propostos;
• As conclusões anotadas;
• Os procedimentos executados.
AUDITORIA CONTÁBIL
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537
REVISÃO COM O CLIENTE
É recomendável que o auditor se reúna com
as pessoas responsáveis do cliente e
confronte com as mesmas suas conclusões:
 as discrepâncias,
 os ajustes,
 outros pontos em que a auditoria não
concordou inteiramente com os registros e
demonstrações que lhes foram
submetidas.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
538
CARTA DE REPRESENTAÇÃO
A Carta de Responsabilidade da
Administração é o documento que
deve ser emitido pelos
administradores da entidade, cujas
Demonstrações Contábeis estão
sendo auditadas.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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539
Essa Carta é endereçada ao Auditor
Independente, confirmando as
informações e os dados a ele
fornecidos, assim como as bases de
preparação, apresentação e
divulgação das Demonstrações
Contábeis submetidas para exame
de acordo com as Normas de
Auditoria Independente das
Demonstrações Contábeis.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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540
Reconhecimento por parte da Administração de
sua responsabilidade pelas Demonstrações
Contábeis
O auditor deve obter evidência de que a
Administração reconhece sua responsabilidade
pela preparação e apresentação adequada, assim
como pela aprovação das Demonstrações
Contábeis de acordo com as práticas contábeis
adotadas no Brasil ou outro conjunto de Normas
Contábeis que sejam aplicáveis nas
circunstâncias.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
541
Declarações da Administração como
evidência de Auditoria
O auditor deve obter declarações por
escrito da Administração sobre
assuntos significativos para as
Demonstrações Contábeis sempre
que não se possa ter expectativa
razoável quanto à existência de
outra evidência de auditoria
pertinente.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
542
A possibilidade de mal-entendidos
entre o Auditor e a Administração é
reduzida quando declarações verbais
são confirmadas por escrito pela
Administração.
Assuntos que devem ser incluídos
em uma Carta da Administração.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
543
O Auditor deve obter declaração por escrito da
Administração que:
• reconhece sua responsabilidade pela
elaboração e implementação de controles
internos para prevenir e identificar erros;
• acredita que os efeitos agregados de
distorções não ajustadas são irrelevantes,
individualmente ou em conjunto, para as
Demonstrações Contábeis como um todo.
Resumo de tais itens deve ser incluído ou
anexado à Carta de Responsabilidade da
Administração.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
544
No decorrer da auditoria, a Administração
da entidade auditada faz declarações ao
Auditor, espontaneamente ou em
resposta a indagações específicas.
Quando essas declarações estão
relacionadas com assuntos que sejam
significativos para as Demonstrações
Contábeis, o Auditor deve:
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
545
 buscar evidência comprobatória de auditoria
com base em fontes dentro e fora da entidade;
 avaliar se as declarações feitas pela
administração são razoáveis e consistentes
com outras evidências de auditoria obtidas,
incluindo outras declarações; e
 analisar se as pessoas que fazem as
declarações podem ser consideradas bem
informadas sobre assuntos específicos sob os
quais emitiram suas declarações.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
546
Documentação das Declarações
da Administração
Uma declaração por escrito é
uma evidência de auditoria
melhor do que uma declaração
verbal e pode assumir, por
exemplo, as seguintes formas:
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
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547
carta com as declarações de
responsabilidade da Administração;
carta do auditor descrevendo,
resumidamente, seu entendimento
das declarações da administração,
devidamente reconhecidas e
confirmadas pela administração; ou
atas de reuniões do Conselho de
Administração, dos sócios ou de
órgão da Administração com função
semelhante.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
548
Elementos básicos da Carta com as Declarações
de Responsabilidade da Administração
A Carta de Responsabilidade da Administração
com as suas declarações deve ser endereçada
aos auditores independentes e deve conter, no
mínimo, as seguintes informações específicas,
sempre que, a juízo destes, essas informações
sejam significativas para formar opinião sobre as
Demonstrações Contábeis que estão auditando,
a saber:
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
549
 fazer referência às Demonstrações Contábeis
cobertas pelo parecer de auditoria, incluindo
seus principais valores (ativo total, passivos,
patrimônio líquido, lucro líquido ou outros
julgados importantes para a identificação);
 mencionar que a Administração está ciente de
sua responsabilidade pela adequada
preparação e apresentação das Demonstrações
Contábeis de acordo com as práticas contábeis
adotadas no Brasil (ou outro conjunto de
normas que seja aplicável), divulgando as
principais bases de avaliação dos ativos e dos
passivos e de reconhecimento de receitas e
despesas;
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
550
 mencionar que a Administração
cumpriu com as normas e os
regulamentos a que a entidade
está sujeita;
 mencionar que o Sistema Contábil
e de controle interno adotado pela
entidade auditada é de
responsabilidade da Administração
e adequado ao seu tipo de
atividade e volume de transações;
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
551
 confirmar que todas as transações
efetuadas no período coberto pelas
Demonstrações Contábeis foram
devidamente registradas nos livros
contábeis;
 confirmar que as estimativas contábeis
foram efetuadas sob responsabilidade
da Administração, com base em dados
consistentes e que os riscos e incertezas
existentes foram divulgados nas
Demonstrações Contábeis;
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
552
 confirmar que não existem contingências
ambientais, fiscais, trabalhistas,
previdenciárias ou de outras naturezas que
possam afetar, substancialmente, a situação
patrimonial e financeira da entidade auditada
além daquelas que foram divulgadas nas
Demonstrações Contábeis;
 confirmar a relação de todos os consultores
jurídicos externos que representaram ou
patrocinaram causas envolvendo a entidade
auditada até a data da carta;
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
553
 confirmar que não existe nenhum fato conhecido que
possa impedir a continuidade normal das atividades da
entidade;
 confirmar que todos os livros contábeis e os registros
auxiliares, inclusive atas de reuniões de acionistas ou
sócios, diretores ou conselheiros e outros documentos
comprobatórios, foram colocados à disposição dos
Auditores, e que não existem outros além daqueles
disponibilizados. Quanto mais específica for a Carta
melhor será a sua utilidade. Portanto, o auditor
independente deve considerar a hipótese de serem
listados as atas e os outros documentos que a seu
julgamento sejam importantes;
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
554
A Carta de Responsabilidade da
Administração deve ser assinada pelos
membros da Administração que sejam os
principais responsáveis pela entidade e
sua movimentação financeira, assim como
pelo Contador responsável pelas
Demonstrações Contábeis, de forma a
cobrir os aspectos contábeis com base no
melhor entendimento e juízo desses
executivos.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
555
Em determinadas circunstâncias, o
Auditor pode considerar necessário obter
cartas com declarações de
responsabilidade de outros membros da
Administração.
Por exemplo, o Auditor pode requerer
uma declaração por escrito de que todas
as atas das assembleias dos acionistas,
do Conselho de Administração e dos
Comitês relevantes lhe foram
disponibilizadas.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
556
Ação a ser adotada caso a Administração se
recuse a prestar Declarações.
A recusa da Administração em fornecer parcial
ou totalmente a Carta de Responsabilidade
constitui-se numa limitação de escopo, e o
Auditor deve expressar parecer com ressalva ou
com abstenção de opinião.
No caso de declaração parcial, o Auditor deve
reavaliar a confiança depositada em outras
declarações feitas pela Administração no
decorrer da auditoria.
AUDITORIA CONTÁBIL
Auditoria Contábil
Silvio Aparecido Crepaldi
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OBRIGADO !

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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 2 A sociedade deseja a apresentação de demonstrações contábeis e divulgações adequadas e esclarecedoras à opinião pública.
  • 3.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 3 O parecer dos auditores é o elemento fundamental na extensão que se traduz em sinônimo de confiabilidade às informações prestadas.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 4 INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS:  Recursos gerados e aplicados;  Resultado operacional;  Variação patrimonial; Obedeceram a padrões usuais de medição?
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 5 RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO  Analisar eventos e transações.  Medir e registrar dados de transações.  Classificar e resumir dados registrados.  Preparar demonstrações contábeis de acordo com os Princípios Fundamentais de Contabilidade.  Distribuir as demonstrações contábeis e parecer de auditor aos acionistas anualmente.
  • 6.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 6 IMPORTÂNCIA DA AUDITORIA Valendo-se de normas e padrões de natureza técnica e ética, a auditoria torna- se um elemento fundamental:  no sistema de informações;  na medição de desempenho;  na prestação de contas da administração.
  • 7.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 7 CONCEITO DE AUDITORIA CONTÁBIL O levantamento, estudo e avaliação sistemática das transações, procedimentos, operações, rotinas das demonstrações financeiras.  Objetiva mensurar a exatidão dos registros e das demonstrações contábeis.  Consiste em controlar áreas-chaves a fim de evitar situações que propiciem fraudes, desfalques e subornos.
  • 8.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 8 APLICAÇÃO DA AUDITORIA CONTÁBIL Somente as empresas de auditoria contábil ou auditores contábeis independentes, registrados na Comissão de Valores Mobiliários poderão auditar as demonstrações financeiras de companhias abertas e das instituições, sociedades ou empresas que integram o sistema de distribuição e intermediação de valores mobiliários, art. 26, Lei 6.385/76. Também, terá sua demonstração auditada regularmente a empresa que:  Faturar mais que R$ 300 milhões por ano;  Possuir ativos superiores a R$ 240 milhões, Lei 11.638/2007.
  • 9.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 9 REFLEXOS DA AUDITORIA SOBRE A RIQUEZA PATRIMONIAL  sob o aspecto administrativo: contribui para a redução de ineficiência, negligência, incapacidade e improbidade de empregados e administradores;  sob o aspecto patrimonial: possibilita melhor controle dos bens, direitos e obrigações que constituem o patrimônio;  sob o aspecto fiscal: é fator de mais rigoroso cumprimento das obrigações fiscais, resguardando o patrimônio contra multas;
  • 10.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 10  sob o aspecto técnico: contribui para mais adequada utilização das contas, maior eficiência dos serviços contábeis, maior precisão das informações;  sob o aspecto financeiro: resguarda créditos de terceiros contra possíveis fraudes e dilapidações do patrimônio, permitindo maior controle dos recursos para fazer face a esses compromissos;  sob o aspecto econômico: assegura maior exatidão dos custos e veracidade dos resultados, na defesa do interesse dos investidores e titulares do patrimônio.
  • 11.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 11 FILOSOFIA DA AUDITORIA Avaliar a política de sistema da empresa, em termos da adequação, comunicação, aceitação, aplicação e controle,  se é necessária na situação;  se contribui para atingir os objetivos da empresa;  se permite assegurar a correta utilização dos recursos da empresa, tanto de natureza financeira como, econômica e humana.
  • 12.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 12 PAPEL DA AUDITORIA Ser útil tanto à empresa quanto aos investidores, que, por meio da análise das demonstrações financeiras, devidamente acompanhadas do parecer do auditor independente, podem eleger seguramente as empresas nas quais efetuarão aplicações de sua poupança pessoal em ações.
  • 13.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 13 Abrange os seguintes aspectos:  Assessoria no planejamento tributário;  Controle das atividades e do patrimônio;  Atualização de executivos;  Avaliação de sistemas de informação;  Assessoria na área de controle;  Planos de reorganização;  Expansão de atividades.
  • 14.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 14 NATUREZA DA AUDITORIA Determinar se as demonstrações e respectivos registros contábeis merecem ou não confiança, isto é, verificar se refletem, ou não, a situação patrimonial, assim como os resultados das operações que estão sendo examinadas.
  • 15.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 15 PROCESSO DE ABORDAGEM  Determinar exatamente o que o conjunto de demonstrações pode representar.  Decidir os procedimentos aplicáveis para verificar a fidelidade dessas afirmações. A seleção das técnicas a serem aplicadas e dos procedimentos a serem seguidos é definida com o desenvolvimento de um programa.
  • 16.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 16 A continuidade normal das atividades da entidade auditada compreende o período de 1 ano após a data das demonstrações contábeis.
  • 17.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 17 A escolha do Auditor Independente nas Sociedades Anônimas é de competência do Conselho de Administração.
  • 18.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 18 ASPECTOS ADMINISTRATIVOS E DE CONTROLE VANTAGENS PARA A ADMINISTRAÇÃO: Fiscaliza a eficiência dos controles internos; Assegura melhor correção dos registros contábeis; Opina sobre a adequação das demonstrações; Dificulta desvios de bens patrimoniais e pagamentos indevidos; Possibilita apuração de omissões no registro de receitas; Aponta falhas na organização administrativa e nos controles internos.
  • 19.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 19 VANTAGENS PARA OS INVESTIDORES:  Contribui para maior exatidão das demonstrações contábeis;  Possibilita melhores informações sobre a real situação econômica, patrimonial e financeira das empresas;  Assegura maior exatidão dos resultados apurados.
  • 20.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 20 VANTAGENS PARA O FISCO:  Permite maior exatidão das demonstrações contábeis;  Assegura maior exatidão dos resultados apurados;  Contribui para maior observância das leis fiscais.
  • 21.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 21 MÉTODOS DE AUDITORIA Os métodos aplicados são: Pela retrospecção verificam-se os fatos passados já vividos, em fatos patrimoniais já sucedidos. A análise é o fator predominante, o que realmente caracteriza o método de realização do trabalho.
  • 22.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 22 TIPOS DE AUDITORIA AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS. É o exame das demonstrações financeiras por um profissional independente com a finalidade de emitir parecer técnico sobre a sua finalidade.
  • 23.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 23 AUDITORIA OPERACIONAL OU DE GESTÃO Consiste em revisões metódicas de:  programas,  organizações,  atividades ou segmentos operacionais dos setores público ou privado, com a finalidade de avaliar e comunicar se os recursos da organização estão sendo usados eficientemente e se estão sendo alcançados os objetivos operacionais.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 24 Auditoria Tributária Objetiva:  o exame e a avaliação de planejamento tributário;  a eficiência e eficácia dos procedimentos e controles adotados para a operação;  pagamento e recuperação de impostos;  taxas e quaisquer outros ônus de natureza fisco-tributária que incidam nas operações, bens e documentos da empresa.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 25 Auditoria de Sistemas Informatizados Compreende o exame e avaliação dos processos de planejamento, desenvolvimento, teste e sistemas aplicativos. Visa, também, ao exame e avaliação das estruturas lógica, física, ambiental, organizacional, de controle, segurança e proteção de determinados ativos, sistemas aplicativos, software e, notadamente, as informações, visando à qualidade de controles internos sistêmicos e de sua observância em todos os níveis gerenciais.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 26 Auditoria de Compliance Quando se objetiva determinar se certas atividades financeiras ou operacionais de uma entidade obedecem às regras ou regulamentos que a elas se aplicam. A função de Compliance atua mais na fase de definições ou estabelecimento das normas, divulgação e treinamento e no acompanhamento das transações no dia a dia.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 27 Auditorias Especiais Abrange a realização de trabalhos especiais de auditoria, não compreendidos na programação normativa da área, solicitados pelos membros dos Conselhos Administrativos, Fiscal, Diretoria ou determinados em legislação específica.
  • 28.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 28 FUNÇÕES CONTÁBEIS Tanto os usuários externos quanto os internos necessitam de informações fidedignas, exatas, apresentadas honestamente e isentas de distorções. Para se ter essa confiabilidade, as informações devem ser examinadas por pessoas devidamente capacitadas, que não a encarregada de prepará-las, portanto, um Auditor.
  • 29.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 29 De acordo com a Instrução CVM 308/99, a rotatividade na prestação de serviços de auditoria de demonstrações contábeis para a mesma entidade realizada por auditor independente deve ocorrer, no máximo, a cada cinco anos consecutivos, com intervalo mínimo de três anos para a sua recontratação.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 30 OBRIGADO !
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 32 Existem duas classes fundamentais de auditoria, quanto ao processo indagativo:  Auditoria geral ou sintética – é a Auditoria Financeira, aplicada mais na auditoria de balanços.  Auditoria detalhada ou analítica – abrange o exame de todas as transações.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 33 Outra classificação da auditoria é relativa à forma de intervenção, a qual pode ser:  Interna;  Externa. Operam no mesmo campo e têm interesse na verificação da existência de:  um sistema efetivo de controle interno para salvaguardar o patrimônio;  um sistema contábil capaz de refletir a posição contábil e o resultado das operações.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 34 AUDITORIA INTERNA A Auditoria Interna compreende:  os exames,  análise,  avaliações,  levantamentos,  comprovações, metodologicamente estruturados para a avaliação da: • integridade, • adequação, • eficácia, • eficiência, • economicidade dos processos, dos sistemas de informações e de controles internos integrados ao ambiente e de gerenciamento de riscos, com vistas a assistir à administração da entidade no cumprimento de seus objetivos.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 35 • É uma avaliação independente; • É executada por um profissional da empresa; • É ligada à direção da empresa; • É contratada pela CLT.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 36 AS SUAS RESPONSABILIDADES SÃO:  Informar e assessorar a administração;  Coordenar suas atividades com a de outros, de modo a atingir com mais facilidade os objetivos da auditoria em benefício das atividades da empresa.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 37 Redução de custos;  Normas de auditoria interna: • assegurar qualidade de auditoria; • normas de auditoria operacional; • aplicação das normas; • requisitos profissionais do mercado.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 38 SÍNTESE DO TRABALHO DA AUDITORIA INTERNA  Revisão de Sistemas Contábeis e de Controle Interno.  Exame de informações financeiras e operacionais.  Revisão da economia, eficiência, eficácia das operações.  Revisão do cumprimento de leis, regulamentos.  Exigências externas e internas.  Diretivas e políticas administrativas.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 39 USO DO TRABALHO DA AUDITORIA INTERNA Quando o auditor externo procura o trabalho da auditoria interna, não significa que o pessoal da Auditoria Interna ajudará na execução de procedimentos de Auditoria Externa, mas apenas nas atividades relevantes para a auditoria de Demonstrações Contábeis.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 40 AUDITORIA EXTERNA É o conjunto de procedimentos técnicos que tem por objetivo a emissão do parecer sobre a adequação e como estes representam a posição patrimonial e financeira, o resultado das operações, as mutações do patrimônio líquido, a demonstração dos fluxos de caixa e dos valores adicionados da entidade auditada consoante às normas brasileiras de Contabilidade.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 41 A responsabilidade do Auditor Independente sobre as demonstrações contábeis é até o último dia de serviço da equipe em campo.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 42 DIFERENÇAS DAS AUDITORIAS ELEMENTOS EXTERNA INTERNA Sujeito Profissional independente Funcionário da empresa Ação e objetivo Exame das demonstrações financeiras Exames dos controles operacionais Finalidade Opinar sobre as demonstrações financeiras Promover melhorias nos controles operacionais
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 43 ELEMENTOS EXTERNA INTERNA Relatório principal Parecer Recomendaçõe s de controle interno e eficiência administrativa Grau de independência Mais amplo Menos amplo Interessados no trabalho A empresa e o público em geral A empresa
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 44 ELEMENTOS EXTERNA INTERNA Responsabilidade Profissional, civil e criminal Trabalhista Número de áreas cobertas pelo exame durante um período Maior Menor Intensidade dos trabalhos em cada área Menor Maior Continuidade Periódico Contínuo
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 45 AUDITORES INTERNOS E INDEPENDENTES: INTEGRAÇÃO A integração do trabalho entre auditores internos e independentes se dá normalmente na auditoria permanente (demonstrações contábeis que abrangem exames em áreas operacionais) e na auditoria do balanço (exclusivamente demonstrações contábeis).
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 46 A utilização do trabalho dos auditores internos pelos independentes deve seguir alguns critérios pelo IFAC – International Federation of Accoutants: - Segregação organizacional – o auditor interno deve ser livre para se comunicar irrestritamente com o auditor independente.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 47 - Alcance da função – o auditor independente deve verificar a natureza e profundidade da cobertura das tarefas que o auditor interno executa para a administração.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 48 - Competência técnica – o auditor independente deve certificar-se de que o trabalho de auditoria interna é executado por pessoas que tenham adequado treinamento técnico e proficiência como auditores.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 49 - Devido cuidado profissional – o auditor independente deve certificar-se de que o trabalho de auditoria interna parece ser devidamente planejado, supervisionado, revisado e documentado.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 50 TÉCNICA E PROFISSIONALISMO Outro ponto importante é a responsabilidade profissional dos auditores independentes quando utilizam o trabalho dos auditores internos.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 51 Os requisitos técnicos para integração dos trabalhos, usando mais uma vez o Guia do IFAC, são:  metodologias compatíveis;  alcance do trabalho;  compatibilização de cronogramas de trabalho;  troca de informações;  ação conjunta.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 52 PRESSUPOSIÇÃO E OBJETIVOS O trabalho deve seguir as Normas de Auditoria Independente, deve cobrir todas as áreas da entidade em determinado período e também promover a racionalização de custos, tempo e esforços.
  • 53.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 53 É preciso aumentar a eficácia gerencial por meio de recomendações compatíveis, aplicáveis e inovadoras, aumentar a eficácia e eficiência do processo auditorial e trazer benefícios efetivos para a entidade auditada.
  • 54.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 54 A FUNÇÃO ESTRATÉGICA AUDITORIA INTERNA A Auditoria Interna, como elemento-chave no processo de avaliação contínua dos processos e atividades das empresas, deve estar adequadamente sincronizada com o mercado.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 55 A Auditoria Interna deve assumir uma participação pró-ativa no suporte à gestão empresarial sendo responsável não só por assegurar a qualidade e efetividade da estrutura de controle interno, como, também, propor recomendações de valor agregado às atividades e aos negócios da empresa.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 56 OBRIGADO !
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 58 ORGANIZAÇÕES PROFISSIONAIS  AICPA – American Institute of Certified Public Accountants – exerce considerável autoridade sobre seus membros e sobre a profissão;  AUDIBRA – Associação Brasileira de Auditoria;  IBRACON – Instituto de Auditores Independentes do Brasil.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 59 COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS A Lei 6.385/1976, que dispõe sobre o mercado de valores mobiliários e cria a CVM, a qual determina no Artigo 26 que somente Empresas de Auditoria Contábil ou Auditores Contábeis Independentes registrados na CVM poderão auditar as demonstrações financeiras de companhias abertas e de instituições, sociedades ou empresas que integram o sistema de distribuição e intermediação de valores mobiliários.
  • 60.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 60 Também, dispõe sobre o registro e o exercício da atividade de auditoria independente, define os deveres e responsabilidades, bem como os casos em que o registro pode ser recusado, suspenso ou cancelado.
  • 61.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 61 CADASTRO NACIONAL DE AUDITORES INDEPENDENTES - CNAI A Resolução CFC 1.109/2007 dispõe sobre o Cadastro Nacional de Auditores Independentes do Conselho Federal de Contabilidade, determinando que o Contador regularmente registrado no Conselho Regional de Contabilidade (CRC), independente do tempo de inscrição, tendo sido aprovado no Exame de Qualificação Técnica, terá direito ao registro no Cadastro Nacional de Auditores Independentes (CNAI) do Conselho Federal de Contabilidade.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 62 INSTRUÇÕES PERIÓDICAS O auditor independente – pessoa física ou jurídica – deverá remeter anualmente, até o mês de abril, as seguintes informações: relação nominal das entidades registradas na CVM para as quais presta serviços.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 63 RESPONSABILIDADE DO AUDITOR  Entender do negócio do cliente e o setor em que o negócio se situa.  Obter e avaliar evidência referente às demonstrações contábeis.  Verificar se demonstrações contábeis estão apresentadas de acordo com Princípios Fundamentais de Contabilidade.
  • 64.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 64  Emitir parecer no relatório de auditoria.  Entregar parecer de auditoria ao cliente.  Apresentar recomendações que agreguem valor para a companhia, a administração e o conselho de administração.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 65 PENALIDADES ADMINISTRATIVAS Os auditores independentes poderão ser advertidos, multados, ou ter seu registro na CVM suspenso, cancelado, sem prejuízo de outras sanções legais cabíveis quando:  atuarem em desacordo com as normas legais;  realizarem auditoria inepta ou fraudulenta, falsearem dados ou informações;  utilizarem, benefício próprio ou de terceiros, informações a que tenham tido acesso em decorrência do exercício da auditoria.
  • 66.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 66 FORMAS DE EXERCÍCIO DA AUDITORIA Quanto às formas de exercício da atividade do auditor independente, distinguem-se as seguintes:  Individualmente – o contador age sob sua responsabilidade e em nome individual.  Em participação com outros profissionais – divide a responsabilidade com outros colegas, participando nos trabalhos.  Por meio de organização que congregue vários profissionais – constitui empresa de prestação de serviços de auditoria.
  • 67.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 67 QUADRO DE PESSOAL TÉCNICO Nas grandes firmas de auditoria, esses cargos estão divididos genericamente da seguinte forma: Assistente – durante 2 (dois) anos analisa várias contas, verifica a documentação suporte, as contagens de caixa e de itens de estoque, a verificação de preços, de prazos e a confirmação de contas a receber; Sênior – faz pequenas auditorias e encarega-se de segmentos importantes de trabalhos maiores, necessitando pouca ou nenhuma supervisão e a incumbência de orientar o trabalho de assistentes.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 68 Supervisor ou gerente – demonstram qualidades de liderança e de análise, além de terem muitos anos de experiência. Depois de se especializarem em algum campo, recebem a incumbêmcia de dirigir vários trabalhos ao mesmo tempo: no setor fiscal ou no de serviços a pequenas empresas. Sócios – assumem responsabilidade total pelo exercício da auditoria. Dedicam às relações públicas e aos contratos profissionais. Examinam as versões finais dos relatórios. Emitem os pareceres.
  • 69.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 69 AUDITORIA x FORMAÇÃO PROFISSIONAL AUDITOR CONTADOR ECONOMISTA ENGENHEIRO ADMINISTRADOR MÉDICO ATUÁRIO AGRÔNOMO
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 70 TREINAMENTO DE PESSOAL Muitas firmas exigem que os recém-contratados passem por um programa de treinamento formal. Esses programas às vezes versam exclusivamente sobre a política da empresa, outras vezes sobre pormenores dos procedimentos de auditoria. À medida que progridem, os auditores passam por outros programas de treinamento, sobre assuntos mais difíceis e elevados ou sobre questões correntes, mais comuns.
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  • 72.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 72 ÉTICA PROFISSIONAL NA AUDITORIA A ética profissional é de grande valia em todas as profissões, notadamente na de auditor, que tem em suas mãos grande responsabilidade, mediante seu serviço. É possível conhecer todas as irregularidades, erros, falhas dentro do Grupo de empresas, conhecendo o responsável hierárquico e executores das rotinas, que originam estas informações.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 73 EXIGÊNCIAS DO CÓDIGO DE ÉTICA: • Subordinação hierárquica dentro da empresa; • Modo de trabalho; • Envolvimento em política interna, tráfico de influência, que reduz sensivelmente a performance e o desempenho de rotinas e controles; • Discrição; • Observância dos regulamentos internos, normas, instruções, leis etc. • Comportamento pessoal.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 74 PADRÕES DE CONDUTA Tais padrões constituem a ética do exercício profissional. Como padrões éticos do auditor cumpre destacar:  Bom senso no procedimento de revisão e sugestão – caracterizados por: tolerância, abandono de detalhes que prejudiquem a finalidade, acomodação desde que beneficie os fins, equilíbrio e serenidade e ausência completa de paixão.
  • 75.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 75 Autoconfiança – é a geradora de normas positivas de condutas. Sigilo profissional – o auditor deve ser um bom ouvinte. Discrição profissional – evitar ostensividade nos exames e no plano de trabalho que se executa. Capacidade prática – é a execução perfeita do conhecimento.
  • 76.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 76  Sentido objetivo – não se deve crer que é o detalhe exagerado que enriquece a técnica do auditor.  Liberdade de pensamento e ação – deve ser assegurada como igualmente defendida pelo auditor.  Meticulosidade e correção – certificar-se bem a respeito de um fato, colhendo todos os dados necessários e buscando a correção, é ser escrupuloso.
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    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 77 BALANÇO DE FIRMA DE AUDITORIA SERÁ AUDITADO Quem audita o auditor? Se havia dúvidas, agora não há mais: são os auditores. As grandes firmas de auditoria, conhecidas como as “Big Four” vão ter que ter suas contas checadas por um concorrente.
  • 78.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 78 A Lei 11.638/2007 em um artigo, que não está relacionado à convergência às normas internacionais, obriga as sociedades de grande porte limitadas – nacionais e estrangeiras – a elaborar demonstrações financeiras anuais segundo a lei brasileira, o que inclui a auditoria externa.
  • 79.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 79 Firmas de auditoria e consultoria como PricewaterhouseCoopers, Deloitte, KPMG e Ernest & Young são grandes beneficiadas com a mudança da lei, por conta do grande volume de trabalho que está sendo demandado pelas empresas abertas para a adaptação à regras internacionais. Além disso, a auditoria das companhias limitadas abriu um novo campo para serviços de auditoria e consultoria.
  • 80.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 80 O único problema é que a lei também se aplica às grandes auditorias, já que considera empresa de grande porte “sociedade ou conjunto de sociedades sob controle comum” com ativo total superior a R$ 240 milhões e receita bruta anual superior a R$ 300 milhões.
  • 81.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 81 OBRIGADO !
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  • 83.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 83 De acordo com a NBC PA 01 – que executam exames de auditoria e revisões de informação contábil histórica e outros trabalhos de asseguração e de serviços correlatos, a firma tem por obrigação estabelecer e manter sistema de controle de qualidade para obter segurança razoável que: • a firma e seu pessoal cumprem com as normas profissionais e técnicas e as exigências legais e regulatórias; aplicáveis; e • os relatórios emitidos pela firma ou pelos sócios do trabalho são apropriados nas circunstâncias.
  • 84.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 84 SUPERVISÃO E CONTROLE DE QUALIDADE Os auditores independentes – empresas ou profissionais autônomos – devem implantar e manter regras e procedimentos de supervisão e controle interno de qualidade, que garantam a qualidade dos serviços executados.
  • 85.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 85 Vários fatores devem ser levados em consideração na definição das regras e dos procedimentos de controle interno de qualidade, principalmente aqueles relacionados à estrutura da equipe técnica do auditor, ao porte, à cultura, à organização e à complexidade dos serviços que realizar.
  • 86.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 86 Na supervisão dos trabalhos da equipe técnica durante a execução da auditoria, o auditor deve: •avaliar o cumprimento do planejamento e do programa de trabalho; •avaliar se as tarefas distribuídas à equipe técnica estão sendo cumpridas no grau de competência exigido;
  • 87.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 87 • resolver questões significativas quanto à aplicação dos Princípios Fundamentais de Contabilidade e das Normas Brasileiras de Contabilidade; • avaliar se os trabalhos foram, adequadamente, documentados e os objetivos dos procedimentos técnicos alcançados; e • avaliar se as conclusões obtidas são resultantes dos trabalhos executados e permitem ao auditor fundamentar sua opinião sobre as Demonstrações Contábeis.
  • 88.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 88 Os requisitos que o auditor deve adotar para o controle da qualidade dos seus serviços são os que seguem: • o pessoal designado deve ter a competência e a habilidade profissionais compatíveis com o requerido no trabalho realizado; • o pessoal designado deve ter o nível de independência e demais atributos definidos nas Normas Profissionais de Auditor Independente para ter uma conduta profissional inquestionável;
  • 89.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 89 • o trabalho de auditoria deve ser realizado por pessoal que tenha um nível de treinamento e de experiência profissional compatível com o grau de complexidade das atividades da entidade auditada; e • o auditor deve planejar, supervisionar e revisar o trabalho em todas as suas etapas, de modo a garantir aos usuários de seus serviços a certeza razoável de que o trabalho seja realizado de acordo com as normas de controle de qualidade requeridas nas circunstâncias.
  • 90.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 90 O controle de qualidade do auditor inclui a avaliação permanente da carteira dos clientes, quanto aos seguintes aspectos: • capacidade de atendimento ao cliente, em face da estrutura existente; • grau de independência existente; e • integridade dos administradores do cliente.
  • 91.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 91 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS O auditor deve manter procedimentos visando à confirmação de que seu pessoal atingiu e mantém as qualificações técnicas e a competência necessárias para cumprir as suas responsabilidades profissionais. Para atingir tal objetivo, o auditor deve adotar procedimentos formais para contratação, treinamento, desenvolvimento e promoção do seu pessoal.
  • 92.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 92 EXECUÇÃO DOS TRABALHOS DE AUDITORIA INDEPENDENTE O auditor deve ter política de documentação dos trabalhos executados e das informações obtidas na fase de aceitação ou retenção do cliente, em especial, quanto: • ao planejamento preliminar com base nos julgamentos e nas informações obtidos; e • à habilitação legal para o exercício profissional, inclusive quanto à habilidade e à competência da equipe técnica, com evidenciação por trabalho de auditoria independente dos profissionais envolvidos quanto a suas atribuições.
  • 93.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 93 AVALIAÇÃO PERMANENTE DA CARTEIRA DE CLIENTES Para os clientes que envolvam maiores riscos, o auditor deve indicar mais de um responsável técnico quando da aceitação ou da retenção dos mesmos, da revisão do planejamento, da discussão dos assuntos críticos durante a fase de execução dos trabalhos e quando do seu encerramento, em especial relativos ao relatório. No caso de ser um único profissional prestador dos serviços de auditoria independente, estes procedimentos devem ser executados com a participação de outro profissional habilitado.
  • 94.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 94 CONTROLE DE QUALIDADE INTERNO Deve ser executada a avaliação de clientes recorrentes a cada contratação ou quando houver mudança relevante nas condições do mesmo ou no seu mercado de atuação. Um programa de verificação periódica da qualidade deve ser aplicado anualmente, incluindo: • a seleção de amostra de serviços prestados a clientes e a aplicação de um programa de verificação do atendimento às Normas de Auditoria Independente, profissional e técnica; e • aplicação, sobre a amostra selecionada, de um programa de verificação do atendimento às Normas Brasileiras de Contabilidade.
  • 95.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 95 Os Programas de Educação Continuada cumprem o papel de elevar a qualidade do perfil do profissional contábil. Os profissionais têm se preocupado muito mais com a busca de informações intelectuais e humanísticas do que informações burocráticas. É por essa razão que a Contabilidade está sendo valorizada e reconhecida junto à sociedade.
  • 96.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 96 PLANO DE CONTROLE DE QUALIDADE Controle Externo - Art. 33, Instrução CVM No 308/1999 Os auditores independentes deverão, a cada quatro anos, submeter-se à revisão de seu controle de qualidade, segundo as diretrizes emanadas do CFC e do IBRACON, que será realizada por outro auditor independente, também registrado na CVM, cuja escolha deverá ser comunicada previamente a esta autarquia.
  • 97.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 97 A CVM editou a Instrução no 509, que altera a Instrução no 308/1999 e a Instrução no 480/2009. A Instrução CVM no 509 é resultado da Audiência Pública SNC no 10/2011.
  • 98.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 98 A Instrução estabelece que as companhias que instalarem e mantiverem (CAE) nas condições exigidas pela Instrução poderão contratar Auditor Independente para a prestação de serviços de auditoria por até .
  • 99.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 99 O CAE tem as seguintes atribuições: • opinar sobre a contratação e destituição do Auditor Independente para a elaboração de auditoria externa independente ou para qualquer outro serviço; • supervisionar e avaliar as atividades dos auditores independentes; • monitorar a qualidade e integridade dos mecanismos de controles internos e das demonstrações financeiras da companhia; • avaliar e monitorar as exposições de risco da companhia.
  • 100.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 100 REVISÃO EXTERNA DE QUALIDADE CONCEITO Constitui-se em um processo educacional, de acompanhamento e de fiscalização, que visa alcançar desempenho profissional da mais alta qualidade.
  • 101.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 101 OBJETIVO É a avaliação dos procedimentos adotados pelos Contadores e Auditores com vistas a assegurar a qualidade dos trabalhos desenvolvidos. A qualidade é medida pelo atendimento das normas técnicas e profissionais estabelecidas pelo CFC, pelos pronunciamentos do IBRACON – Instituto de Auditores Independentes do Brasil e pelas normas emitidas por órgãos reguladores.
  • 102.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 102 ADMINISTRAÇÃO DO PROGRAMA DE REVISÃO As partes envolvidas são as seguintes:  Comitê Administrador do Programa (CRE);  O Auditor responsável pela realização das revisões individuais;  A firma ou o auditor, objeto da revisão.
  • 103.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 103 RELATÓRIOS DE REVISÃO Terminada cada revisão, o auditor-revisor deve emitir relatório com suas conclusões, que deverá ser encaminhado ao CRE, que poderá requerer os esclarecimentos que considere necessários para um correto entendimento e tomada de decisões quanto aos resultados reportados. A apresentação deverá ser objeto de reunião específica, para garantir a adequada comunicação entre o comitê e o auditor-revisor.
  • 104.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 104 CARACTERÍSTICAS DO PROGRAMA CONFIDENCIALIDADE Aplicam-se a este programa as mesmas normas sobre confidencialidade, aplicáveis a qualquer trabalho de auditoria independente, conforme definido pelo CFC. Neste contexto, os membros do CRE e das equipes revisoras ficam impedidos de divulgar qualquer informação obtida durante a participação no programa de revisão.
  • 105.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 105 INDEPENDÊNCIA O auditor-revisor e os membros da equipe revisora devem ser independentes do auditor- revisado, de acordo com as definições previstas nas normas profissionais e, se aplicáveis, nas normas de órgãos reguladores.
  • 106.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 106 O auditor-revisor e os seus membros podem possuir investimentos ou familiares nos clientes do auditor revisado. Porém, os membros da equipe revisora não podem revisar trabalhos realizados em entidades nas quais possuam tais relacionamentos. São proibidas as revisões recíprocas entre firmas de auditores.
  • 107.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 107 CONFLITOS DE INTERESSES Nem o auditor-revisor nem os membros da equipe revisora ou profissionais envolvidos na administração do programa de revisão pelos pares podem ter qualquer conflito de interesses com relação ao auditor-revisado e aos clientes selecionados para a revisão.
  • 108.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 108 COMPETÊNCIA A equipe revisora deve possuir estrutura compatível com a revisão a ser realizada. A compatibilidade refere- se, principalmente, à experiência dos revisores em trabalhos de auditoria de similar complexidade.
  • 109.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 109 ORGANIZAÇÃO DOS TRABALHOS A seleção do auditor-revisor cabe ao auditor a ser revbisado, tanto no caso de auditor pessoa física quanto de firma de auditoria. A equipe revisora será formada por uma ou mais pessoas, dependendo das dimensões e da natureza do auditor a ser revisado.
  • 110.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 110 REALIZAÇÃO DA REVISÃO PELOS PARES OBJETIVOS A revisão deverá ser organizada para permitir que o auditor-revisor emita opinião sobre se, durante o período coberto pela revisão:  o sistema de controle de qualidade, incluindo a estrutura organizacional e a metodologia de auditoria, estabelecido pelo auditor-revisado para os trabalhos de auditoria atende às normas profissionais estabelecidas, independentemente de o auditor-revisado ter realizado trabalho com emissão de parecer de auditoria no período sob revisão; e  se os procedimentos de controle de qualidade definidos foram efetivamente adotados.
  • 111.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 111 PROCEDIMENTOS A revisão deve abranger, exclusivamente, aspectos de atendimento às normas profissionais, sem a inclusão de quaisquer questões relativas a negócios. O processo da revisão externa de qualidade será desenvolvido conforme procedimentos a serem detalhados pelo CRE, que considerarão o seguinte: a) obtenção, análise e avaliação das políticas e procedimentos de controle de qualidade estabelecidas pelo auditor-revisado;
  • 112.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 112 b) análise da adequação da informação recebida nas entrevistas com pessoas do auditor-revisado, em diferentes níveis de experiência; c) confirmação da estrutura de controle interno mediante confronto com os papéis de trabalho, de uma amostra de trabalhos; d) discussão com o auditor-revisado sobre os aspectos identificados, apresentação das eventuais falhas e respectivas recomendações; e) elaboração do relatório de revisões de qualidade; f) preparação da documentação de discussões com os revisados.
  • 113.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 113 RELATÓRIOS CONTEÚDO O relatório do auditor-revisor deverá incluir os seguintes elementos: a) escopo da revisão e eventuais limitações; b) se está sendo emitida carta de recomendação; c) descrição sumária das principais características das políticas e procedimentos de controle de qualidade; e d) conclusão sobre se essas políticas e procedimentos de controle de qualidade atendem às normas aplicáveis e se elas foram observadas no período sob revisão.
  • 114.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 114 PRAZO A emissão do relatório deve ocorrer no prazo máximo de 45 dias após a finalização da revisão em campo e sua data será a do encerramento da revisão.
  • 115.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 115 TIPOS DE RELATÓRIOS O relatório emitido poderá ser de quatro tipos: a) sem ressalvas, quando o auditor-revisor concluir positivamente sobre os trabalhos realizados; a) com ressalvas, o auditor-revisor encontrou falhas relevantes que, porém, não requeiram a emissão de opinião adversa. Neste caso, é obrigatória a emissão de carta de recomendações; ou, for imposta alguma limitação no escopo da revisão que impeça o auditor-revisor de aplicar um ou mais procedimentos requeridos. Neste caso, a emissão de carta de recomendações pode não ser requerida, dependendo das causas das limitações no escopo da revisão;
  • 116.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 116 c) com conclusão adversa, quando a magnitude das falhas identificadas for tão relevante que evidencie que as políticas e procedimentos de qualidade não estão de acordo com as normas profissionais; e d) com abstenção de conclusão, quando as limitações impostas ao trabalho forem tão relevantes que os auditores- revisores não tenham condições de concluir sobre a revisão.
  • 117.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 117 OBRIGADO !
  • 118.
  • 119.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 119 ORIGEM DA AUDITORIA INTERNA No Exterior Worshipful Pewters Co. – 1854 – nomeou membros para examinar suas contas (auditoria interna contábil) e o desempenho dos demais na extração, transporte e venda de minério (auditoria interna operacional).
  • 120.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 120 Após 1941  Como um controle administrativo, cuja função é medir e avaliar a eficácia de outros controles.  Fundação em New York – The Institute of Internal Auditors, tendo como lema: progress through sharing (progresso pelo intercâmbio).
  • 121.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 121 NO BRASIL  A versão do lema: Progresso pelo intercâmbio foi adotada em 1967 pelo Instituto dos Auditores Internos do Brasil.  Com o desenvolvimento da indústria e do comércio, verificou-se que os auditores internos tinham, na realidade, funções mais amplas como ser os olhos e ouvidos da Administração, para obterem controles internos funcionais.
  • 122.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 122 CAUSAS DO SURGIMENTO DA AUDITORIA INTERNA  A necessidade de dar maior ênfase às normas ou procedimentos internos.  A necessidade de uma auditoria periódica, com maior grau de profundidade e visando também a outras áreas não relacionadas com contabilidade. Surge o auditor interno, como uma ramificação da profissão de auditor externo.
  • 123.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 123 ORIGEM DA AUDITORIA EXTERNA NO EXTERIOR  O primeiro auditor provavelmente foi um proficiente guarda-livros.  Século XIII na Inglaterra – termo auditar.  Funções de auditoria – conselhos londrinos, 1310; tribunal de contas, 1640 em Paris e a Academia dei Ragionieri, 1658 em Milão e Bolonha.
  • 124.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 124  O reconhecimento da escrituração contábil, 1581 em Veneza.  A Revolução Industrial, na Inglaterra, quando a demanda de capital e a expansão das atividades, naturalmente criaram problemas contábeis mais complexos.
  • 125.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 125  Railway Companies Consolidation Act, 1845, que obrigava a verificação anual dos balanços por auditores.  Com a expansão do mercado e o acirramento da concorrência, houve a necessidade de ampliar suas instalações fabris e administrativas, investir no desenvolvimento tecnológico e aprimorar os controles internos.
  • 126.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 126  Captação de recursos junto a terceiros e a abertura do capital social para novos acionistas.
  • 127.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 127 NO BRASIL  Tem origem inglesa.  Clarkson & Cross, 1903, primeiro parecer de auditoria.  MCauliffe Davis Bell & Co, atualmente Arthur Andersen S/C, já mantinha escritório no Rio de Janeiro, desde 1909.
  • 128.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 128 Em 1915, a Price Waterhouse já mantinha escritório no Rio de Janeiro.  Instituto dos Contadores Públicos do Brasil, em 1957.  Banco Central do Brasil, em 1968 reconhece a auditoria oficialmente.
  • 129.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 129  Em 1972, por regulamentação do Banco Central do Brasil, do Conselho Federal de Contabilidade e pela formação de ubm órgão nacional – o Instituto dos Auditores Independentes do Brasil.
  • 130.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 130 CAUSAS DO SURGIMENTO DA AUDITORIA EXTERNA  Da necessidade de confirmação dos registros contábeis.  Desenvolvimento econômico, que tem na confirmação dos registros contábeis a proteção a seu patrimônio.  Auditoria das Contas Públicas, 1314, na Inglaterra.
  • 131.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 131  Associações de Contadores Públicos.  A grandeza econômica e comercial da Inglaterra e da Holanda, bem como dos Estados Unidos.
  • 132.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 132 EVOLUÇÃO DA AUDITORIA  Crescimento das Sociedades Anônimas que têm na confirmação dos registros contábeis a proteção do seu patrimônio.  A exportação de capitais, por parte das nações economicamente mais evoluídas.
  • 133.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 133 DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO  A partir de 1900, a profissão do Auditor tomou maior impulso por meio do desenvolvimento do capitalismo.  Em 1934, com a criação do Security and Exchange Comission – SEC, a profissão de Auditor criou novo estímulo com a obrigação da auditoria pelas empresas.
  • 134.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 134 No Brasil, o desenvolvimento da Auditoria teve influência de:  filiais e subsidiárias de firmas estrangeiras;  financiamento de empresas brasileiras;  crescimento das empresas brasileiras;  diversificação de suas atividades econômicas;  evolução do mercado de capitais;  criação das normas de auditoria, 1972;  criação da CVM e da Lei das Sociedades por Ações, em 1976.
  • 135.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 135 DESENVOLVIMENTO DAS TÉCNICAS Existe realmente a necessidade do auditor examinar todos os lançamentos contábeis?  O auditor deve se preocupar com os erros que, individualmente ou cumulativamente, possam levar os leitores das demonstrações contábeis a terem uma interpretação errônea sobre estas.  Normalmente a empresa já tem um conjunto de procedimentos internos com o objetivo de evitar a ocorrência de erros.
  • 136.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 136 FATORES QUE EXIGEM A ATUAÇÃO DO AUDITOR Sua atuação interessa principalmente às seguintes pessoas e/ou órgãos:  Executivos de empresas;  Investidores;  Financiadores e Fornecedores;  O Fisco;  O Poder Público.
  • 137.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 137 NECESSIDADE DA REVISÃO E ATUALIZAÇÃO DAS NORMAS DE AUDITORIA Um dos passos mais importantes foi dado em 1991, quando, num trabalho conjunto, o CFC, o IBRACON, a CVM e o BACEN unificaram as Normas de Auditoria Independente das Demonstrações Contábeis. Atualmente as big four são: PricewaterhouseCoopers, Ernst & Young, KPMG, Deloitte Touche Tohmatsu. Arthur Andersen.
  • 138.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 138 PERSPECTIVAS DA AUDITORIA O mercado da Auditoria Independente tem crescido bastante nos últimos anos e tem um amplo espaço a crescer. Basta verificar algumas áreas em que a atuação do auditor independente é muito pequena ou mesmo inexistente:
  • 139.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 139  Administração Direta;  Prefeituras;  Universidades, Faculdades isoladas;  Clubes Sociais e Esportivos;  Fundações e Associações sem fins lucrativos;  Hospitais;  Estatais Estaduais.
  • 140.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 140 TENDÊNCIAS DA AUDITORIA É necessário analisar uma série de fatores relacionados principalmente com:  Aspectos conjunturais – minimização de custos, otimização de mão de obra, destinação de recursos, mercado investidor – qual produto o auditor deve oferecer a essa comunidade; o que essa comunidade necessita para seu benefício.
  • 141.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 141  Cenário do conhecimento – cultural, acadêmico e profissional – deve passar por uma enorme e radical transformação.  Cenário técnico – transformações e reformulações de padrões – o que resultará na mudança do enfoque e estratégia do auditor.
  • 142.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 142  Cenário disciplinar – a formação acadêmica passará por uma modificação substancial – é um erro admitir que, por ser contador, um profissional pode ser auditor.  Cenário ético – aquele que não seguir ou atender aos padrões de ética estará completamente alijado da comunidade.
  • 143.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 143 Cenário Pessoal – a versatilidade será um atributo importante para o auditor, baseado na visão de conjunto cultural- profissional.
  • 144.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 144  Expectativas técnicas – o importante será expressar o que está certo e o que está errado, o quanto o investidor está perdendo ou deixando de ganhar, bem como as perspectivas da entidade, de maneira direta e objetiva.
  • 145.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 145 Auditoria Independente no Brasil nos últimos anos e o mercado atual Os escândalos contábeis que atingiram gigantes como Enron e Parmalat têm ajudado pequenas e médias auditorias a conquistar uma fatia de mercado que antes pertencia às grandes do setor, as chamadas “Big Four” (Deloitte, Price, Ernst & Young e KPMG).
  • 146.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 146 O segmento de pequenas e médias empresas também representa um importante filão para as auditorias. Essas empresas perceberam que auditoria não é só para apontar problemas. Elas ajudam a fazer a empresa crescer. São cerca de 8.000 potenciais clientes.
  • 147.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 147 OBRIGADO !
  • 148.
  • 149.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 149  as normas são para controlar a qualidade do exame e do relatório;  os procedimentos de auditoria descrevem as tarefas realmente cumpridas pelo auditor, na realização do exame.
  • 150.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 150 CONCEITO São as regras estabelecidas pelos órgãos regulares da profissão contábil, em todos os países, com o objetivo de regulamentar o exercício da função de auditor, estabelecendo orientação de diretrizes a serem seguidas por esses profissionais no exercício de suas funções.
  • 151.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 151 Normas Gerais (Pessoa) – referem-se, primordialmente, ao caráter, atitudes e treinamento de auditores e são também conhecidas como normas pessoais. Dizem respeito: • ao treinamento técnico e competência do auditor; • experiência; • zelo profissional; • atitude de independência mental.
  • 152.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 152 Normas de Execução dos Trabalhos – os auditores têm que examinar evidências suficientes, tiradas dos registros contábeis e financeiros do cliente, e os dados que as fundamentam, para justificarem a emissão do parecer.
  • 153.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 153 Normas de Parecer – é de extrema importância que se faça o relatório de modo profissional e que servem de orientação global para a preparação do relatório.
  • 154.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 154 IMPORTÂNCIA DAS NORMAS DE AUDITORIA As normas de auditoria, juntamente com os procedimentos para sua implementação, estabelecem a ordem e a disciplina na realização do trabalho. A observância dessas normas leva à realização de auditorias completas e objetivas, com resultados e recomendações palpáveis, fundamentos possíveis de serem justificados.
  • 155.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 155 FRAUDE E ERRO FRAUDE – ato intencional de omissão ou manipulação de transações, adulteração de documentos, registros e demonstrações contábeis.
  • 156.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 156 A fraude pode ser caracterizada por:  manipulação, falsificação ou alteração de registros ou documentos, de modo a modificar os registros de ativos, passivos e resultados;  apropriação indébita de ativos;  supressão ou omissão de transações nos registros contábeis;  registro de transações sem comprovação; e  aplicação de práticas contábeis indevidas.
  • 157.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 157 ERRO – ato não intencional resultante de omissão, desatenção ou má interpretação de fatos na elaboração de registros e demontrações contábeis.
  • 158.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 158 Tipos de Erros:  erros aritméticos na escrituração contábil ou nas demonstrações contábeis;  aplicação incorreta das normas contábeis;  interpretação errada das variações patrimoniais.
  • 159.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 159 RESPONSABILIDADE DO AUDITOR X DIRIGENTES DA EMPRESA A empresa, por meio de seus dirigentes, é responsável:  pelo estabelecimento de diretrizes contábeis adequadas;  pela proteção de ativos;  pelo planejamento e manutenção de um sistema de controle interno que possa assegurar a apresentação adequada das demonstrações financeiras.
  • 160.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 160 A responsabilidade do auditor limita-se à emissão do parecer sobre as demonstrações executadas.
  • 161.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 161 NORMAS GERAIS OU RELATIVAS À PESSOA DO AUDITOR COMPETÊNCIA TÉCNICO-PROFISSIONAL O contador, na função de auditor independente, deve manter seu nível de competência profissional pelo conhecimento atualizado das Normas Brasileiras de Contabilidade, das técnicas contábeis, especialmente na área de auditoria, da legislação inerente à profissão, dos conceitos e técnicas administrativas e da legislação específica aplicável à entidade auditada.
  • 162.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 162 O auditor deve recusar os serviços sempre que reconhecer não estar adequadamente capacitado para desenvolvê-los, contemplada a utilização de especialistas noutras áreas, face à especialização requerida e aos objetivos do contratante.
  • 163.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 163 Independência É a capacidade que a entidade de auditoria tem de julgar e atuar com integridade e objetividade, permitindo a emissão de relatórios ou pareceres imparciais em relação à entidade auditada, aos acionistas, aos sócios, aos quotistas, aos cooperados e a todas as demais partes que possam estar relacionadas com o seu trabalho.
  • 164.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 164 A independência exige: independência de pensamento –agir com integridade, objetividade e ceticismo profissional; aparência de independência – evitar fatos e circunstâncias significativas a ponto que um terceiro bem informado, reconheça que suas atitudes estão comprometidas.
  • 165.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 165 A independência pode ser afetada por:  ameaça de interesse próprio ocorre quando uma entidade de auditoria ou um membro da equipe de auditoria poderia auferir benefícios de um interesse financeiro na entidade auditada, ou outro conflito de interesse próprio com essa entidade auditada;  ameaça de autorrevisão ocorre quando o resultado de um trabalho anterior precisa ser reanalisado ao serem tiradas conclusões sobre o trabalho de auditoria ou quando um membro da equipe de auditoria era, anteriormente, administrador ou diretor da entidade auditada, ou era um funcionário cujo cargo lhe permitia exercer influência direta e importante sobre o objeto do trabalho de auditoria;
  • 166.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 166  ameaça de defesa de interesses da entidade auditada ocorre quando a entidade de auditoria ou um membro da equipe de auditoria defendem ou parecem defender a posição ou a opinião da entidade auditada, a ponto de poderem comprometer ou darem a impressão de comprometer a objetividade;  ameaça de familiaridade ocorre quando, em virtude de um relacionamento estreito com uma entidade auditada, com seus administradores, com diretores ou com funcionários, uma entidade de auditoria ou membro da equipe de auditoria passam a se identificar, demasiadamente, com os interesses da entidade auditada;  ameaça de intimidação ocorre quando um membro da equipe de auditoria encontra obstáculos para agir, objetivamente, e com ceticismo profissional devido a ameaças, reais ou percebidas, por parte de administradores, diretores ou funcionários de uma entidade auditada.
  • 167.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 167 Perda de Independência Determinadas situações caracterizam a perda de independência da entidade de auditoria em relação à entidade auditada. Sendo:  Interesses financeiros são a propriedade de títulos e valores mobiliários e quaisquer outros tipos de investimentos adquiridos ou mantidos pela entidade de auditoria, seus sócios, membros da equipe de auditoria ou membros imediatos da família destas pessoas, relativamente à entidade auditada, suas controladas ou integrantes de um mesmo grupo econômico, dividindo-se em diretos e indiretos.  Interesses financeiros diretos são aqueles sobre os quais o detentor tem controle, seja em ações, debêntures ou em outros títulos e valores mobiliários;
  • 168.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 168 Interesses financeiros indiretos são aqueles sobre os quais o detentor não tem controle algum, ou seja, são interesses em empresas ou outras entidades, mantidas por titular beneficiário mediante um plano de investimento global, sucessão, fideicomisso, fundo comum de investimento ou entidade financeira sobre os quais a pessoa não detém o controle nem exerce influência significativa. Um interesse financeiro indireto é considerado relevante se seu valor for superior a 5% do patrimônio líquido da pessoa. Para esse fim, deve ser adicionado o patrimônio líquido dos membros imediatos da família.
  • 169.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 169 Relacionamentos Comerciais com a Entidade Auditada As transações comerciais da entidade de auditoria, de sócios e membros da equipe de auditoria com uma entidade auditada devem ser feitas dentro do curso normal de negócios e na mesma condição com terceiros. Relacionamentos comerciais em condições diferenciadas, privilegiadas e relevantes com entidades auditadas afetam a independência do auditor e, nesses casos, deve ser adotada uma das seguintes ações:  terminar o relacionamento comercial;  substituir o membro da equipe que tenha relacionamento comercial;  recusar a realização do trabalho de auditoria.
  • 170.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 170 Rotação dos Líderes de Equipe de Auditoria Visando possibilitar contínua renovação da objetividade e do ceticismo do auditor, necessários na auditoria, é requerida a rotação dos responsáveis técnicos pelos trabalhos na entidade auditada. Podem influenciar a objetividade e o ceticismo do auditor:  tempo que o profissional faz parte da equipe de auditoria. O risco de perda da objetividade e do ceticismo pode ocorrer com o passar dos anos;  função do profissional na equipe de auditoria. Neste aspecto, entende-se que as demais funções da equipe de auditoria, ou seja, as funções de gerente, sênior ou encarregado e assistentes dedicam-se a realizar os trabalhos de auditoria e não a tomar decisões-chave.
  • 171.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 171 Prestação de Outros Serviços As entidades de auditoria prestam, usualmente, outros serviços para as entidades auditadas, compatíveis com seu nível de conhecimento e capacitação. As entidades auditadas valorizam os serviços proporcionados por essas entidades de auditoria quando estas possuem um bom entendimento do negócio e contribuem com conhecimento e capacitação em outras áreas.
  • 172.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 172 A prestação desses outros serviços, entretanto, não pode criar ameaças à independência da entidade de auditoria ou de membros da equipe de auditoria. Os princípios básicos que devem fundamentar qualquer regra de independência do auditor são:  o auditor não deve auditar o seu próprio trabalho;  o auditor não deve exercer funções gerenciais na entidade auditada;  o auditor não deve promover interesses da entidade auditada.
  • 173.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 173 Presentes e Brindes Aceitar presentes, brindes ou outros benefícios de uma entidade auditada pode criar conflitos de interesse e, por conseguinte, perda de independência. Quando uma entidade de auditoria ou um membro de equipe aceitam presentes, brindes ou outros benefícios cujo valor não seja claramente insignificante, a perda de independência é caracterizada, não sendo possível a aplicação de qualquer salvaguarda.
  • 174.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 174 GUARDA DA DOCUMENTAÇÃO O auditor deve conservar em boa guarda, pelo prazo de cinco anos a partir da data de emissão de seu parecer, toda a documentação, correspondência, papéis de trabalho, relatórios e pareceres relacionados com os serviços realizados.
  • 175.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 175 Incompatibilidade ou Inconsistência do Valor dos Honorários Os Honorários Profissionais, não devem ser praticados por gerar conflitos de interesses e, por consequência, perda de independência e, dessa forma, a entidade de auditoria não deve estabelecer honorários contingenciais relacionados a serviços de auditoria prestados para a entidade auditada, suas coligadas, controladas, controladoras ou integrantes do mesmo grupo econômico.
  • 176.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 176 Quando os honorários de auditoria forem de valor, substancialmente, inferior ao estabelecido para os outros serviços que a entidade de auditoria realize para a entidade auditada, pode se estabelecer o conflito de interesses, por razões de dependência financeira e, por conseguinte, a perda de independência.
  • 177.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 177 Sigilo É a obrigatoriedade do Auditor Independente de não revelar, em nenhuma hipótese, as informações que obteve e tem conhecimento em função de seu trabalho na entidade auditada.
  • 178.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 178 Dever do Sigilo Deve ser observado nas seguintes circunstâncias:  na relação entre o Auditor Independente e a entidade auditada;  na relação entre os Auditores Independentes;  na relação entre o Auditor Independente e os organismos reguladores e fiscalizadores;  na relação entre o Auditor Independente e demais terceiros.
  • 179.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 179 Utilização de Trabalhos de Especialistas Existem condições e procedimentos para utilização de especialistas, pelo , como parte da evidência de seus trabalhos de auditoria das demonstrações contábeis. Ao utilizar-se de trabalhos executados por outros especialistas legalmente habilitados, o deve obter evidência suficiente de que tais trabalhos são adequados para fins de sua auditoria.
  • 180.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 180 Referência ao Especialista no Parecer do Auditor A responsabilidade do auditor fica restrita à sua competência profissional. Em se tratando de um parecer sem ressalva, o não pode fazer referência do trabalho de especialista no seu parecer. Em situações onde especialista legalmente habilitado for contratado pela entidade auditada, sem vínculo empregatício, para executar serviços que tenham efeitos relevantes nas demonstrações contábeis, este fato deve ser divulgado nas demonstrações contábeis e o auditor, ao emitir o parecer de forma diferente do parecer sem ressalvas, pode fazer referência ao trabalho do especialista.
  • 181.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 181 PLANEJAMENTO E SUPERVISÃO O auditor deve planejar seu trabalho consoante as Normas Profissionais de Auditor Independente as Normas Brasileiras de Contabilidade e de acordo com os prazos e demais compromissos contratualmente assumidos com a entidade.
  • 182.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 182 RELEVÂNCIA Os exames de auditoria devem ser planejados e executados na expectativa de que os eventos relevantes relacionados com as demonstrações contábeis sejam identificados.
  • 183.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 183 É a possibilidade de o auditor vir a sobre as demonstrações contábeis significativamente incorretas.
  • 184.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 184 A análise dos riscos de auditoria deve ser feita na fase de , considerando a relevância de: , considerando as demonstrações contábeis, bem como as atividades, qualidade de administração, avaliação do sistema contábil e de controles internos e a situação econômica e financeira; , relativos ao saldo das contas ou naturezas e volume de transações.
  • 185.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 185 – é o risco de , por ser o exame efetuado em base de testes. – é o risco de que os sistemas contábeis e de controle interno . – é o risco de que o saldo de uma conta ou classe de transações tenha uma distorção que poderia ser relevante, .
  • 186.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 186 O auditor deve efetuar o estudo e avaliação do sistema contábil e dos controles internos da entidade, com base para determinar a natureza, , considerando:
  • 187.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 187  o tamanho e complexidade das atividades da entidade;  os sistemas de informação contábil, para efeitos tanto internos quanto externos;  as áreas de risco de auditoria;
  • 188.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 188  a natureza da documentação, em face dos sistemas de informatização adotados pela entidade;  o grau de descentralização de decisão adotado pela administração da entidade;  o grau de , se existente.
  • 189.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 189 O Parecer dos Auditores Independentes é o documento mediante o qual , de forma clara e objetiva, sobre as demonstrações contábeis nele indicadas.
  • 190.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 190 Considerando que o auditor, ao expressar sua opinião, , é indispensável que tal documento obedeça às características intrínsecas e extrínsecas, sendo:
  • 191.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 191  o parecer é aos acionistas, cotistas, ou sócios, ao conselho de administração ou à diretoria da entidade;  o parecer as demonstrações contábeis sobre as quais o auditor está expressando sua opinião;
  • 192.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 192  o parecer deve ser , e conter seu número de registro no CRC – Conselho Regional de Contabilidade;  caso o trabalho tenha sido realizado por , o nome e o número de registro cadastral no CRC;
  • 193.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 193  a data do parecer deve corresponder ao ;  o parecer deve expressar clara e objetivamente, se as demonstrações contábeis auditadas, em todos os aspectos relevantes, , .
  • 194.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 194 As informações que serviram de base para o último parecer sobre as demonstrações contábeis emitido pelo que tenha sido precedido podem ser divulgadas para o , desde que a entidade auditada autorize previamente, por escrito.
  • 195.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 195 Modelo de relatório do auditor independente - NBC TA 700 (Destinatário apropriado) Examinamos as demonstrações contábeis da Companhia ABC (companhia), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 20X1 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.
  • 196.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 196 Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.
  • 197.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 197 Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.
  • 198.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 198 Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da companhia.
  • 199.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 199 Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
  • 200.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 200 Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia ABC em 31 de dezembro de 20X1, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Local (localidade do escritório de auditoria que emitiu o relatório) e data do relatório do auditor independente Nome do auditor independente (pessoa física ou jurídica) Nome do profissional (sócio ou responsável técnico, no caso de o auditor ser pessoa jurídica) Números de registro no CRC da firma de auditoria e do profissional que assina o relatório Assinatura do auditor independente
  • 201.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 201 O auditor deve emitir parecer sem ressalva quando existir qualquer das circunstâncias seguintes, que, na sua opinião, tenham efeitos relevantes para as demonstrações contábeis:
  • 202.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 202 a respeito do conteúdo e/ou forma de apresentação das demonstrações contábeis; ou .
  • 203.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 203 Essas informações devem ser apresentadas em do parecer, e, se for caso, fazer referência a uma divulgação mais ampla pela entidade em nota explicativa às demonstrações contábeis.
  • 204.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 204 Quando o auditor conclui que o não é de tal magnitude que requeira parecer adverso ou abstenção de opinião.
  • 205.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 205 Deve obedecer ao modelo do parecer sem ressalva, com a utilização das expressões referindo-se aos efeitos do assunto objeto da ressalva.
  • 206.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 206 O auditor emite opinião de que as demonstrações contábeis , nas datas e períodos indicados.
  • 207.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 207 O auditor deve emitir parecer adverso quando verificar que as demonstrações contábeis estão , em tal magnitude que impossibilite a emissão do parecer com ressalva.
  • 208.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 208 É aquele em que , por não ter obtido comprovação suficiente para fundamentá-la.
  • 209.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 209 Quando ocorrer incerteza em relação a fato relevante, , bem como o resultado das suas operações, deve o auditor adicionar um , após o parágrafo de opinião, fazendo referência à nota explicativa da administração, que deve descrever de forma mais extensa, a natureza e, quando possível, o efeito da incerteza.
  • 210.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 210 Na hipótese do emprego de , o parecer .
  • 211.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 211 Se o auditor concluir que a matéria envolvendo não está adequadamente divulgada nas demonstrações contábeis, o seu , pela omissão ou inadequação da divulgação.
  • 212.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 212 O auditor deve incluir no seu parecer informações consideradas relevantes , ainda que divulgadas pela entidade.
  • 213.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 213 Se, após a emissão do parecer, o auditor tomar , existente na data da emissão do parecer que, se conhecido na ocasião, poderia ter gerado a modificação do seu parecer final, nesse caso o procedimento a ser efetuado pelo auditor será com sobre as demonstrações contábeis revisadas.
  • 214.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 214 Quando houver de outros auditores independentes no exame das demonstrações contábeis das controladas e/ou coligadas, relevantes, o auditor da controladora e/ou investidora .
  • 215.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 215 O auditor pode expressar opinião sobre demonstrações contábeis apresentadas de forma condensada, desde que tenha sobre as demonstrações contábeis originais.
  • 216.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 216 Toda , relacionada com ressalva, parecer adverso, parecer com abstenção de opinião e/ou ênfase, constante do parecer do auditor sobre demonstrações contábeis originais, .
  • 217.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 217 Sempre que o nome do Auditor estiver, de alguma forma, associado com demonstrações ou informações contábeis que , estas devem ser claramente identificadas como em cada folha do conjunto.
  • 218.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 218 Podem ser , elaborados de forma escrita e sujeitos a determinadas normas, muitas das quais estão contidas nas próprias normas de auditoria, existindo ainda os , que geralmente não consubstanciam a forma escrita, mas compreendem apenas informações verbais, transmitidas aos administradores da entidade auditada ou a seus subordinados, e que envolvem assuntos não relevantes, que podem ser corrigidos sem que precisem constar de relatórios formais.
  • 219.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 219 Entre os , podemos distinguir os seguintes tipos principais: – também conhecido por Parecer do Auditor. – poderão ser bastante analíticos, quanto à descrição dos trabalhos realizados, mas poderão não conter uma opinião final e formal do auditor.
  • 220.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 220 OBRIGADO !
  • 221.
  • 222.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 222 Os Testes em Auditoria constituem o processo pelo qual o auditor reúne elementos comprobatórios. Pode-se aplicar os testes a todas as transações ou a uma amostra representativa adequada. É o procedimento por meio do qual o auditor consegue examinar uma quantidade menor que o total de um conjunto de dados, a fim de emitir uma conclusão sobre o mesmo.
  • 223.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 223 O problema fundamental do auditor é a maneira de determinar a natureza e a extensão da verificação necessária: • até onde se deve chegar, • quanto é necessário investigar, • quais são as variáveis a considerar, para se ter a certeza de que as condições testadas referem-se também às que não foram e, com isso, formar uma opinião definitiva sobre as áreas auditadas.
  • 224.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 224 PROCEDIMENTOS São o conjunto de técnicas que permitem ao auditor obter evidências ou provas suficientes e adequadas para fundamentar sua opinião sobre as demonstrações contábeis auditadas e abrangem testes de observância e testes substantivos.
  • 225.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 225 CLASSIFICAÇÃO DAS EVIDÊNCIAS Durante todo o processo de formação de uma opinião independente, o auditor vai recolhendo evidências acerca da fidedignidade das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.
  • 226.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 226 Para melhor conhecer os diferentes tipos de evidências, os auditores classificam-nas inicialmente em: • evidências quanto à finalidade, • evidências quanto à natureza.
  • 227.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 227 Evidências quanto à FINALIDADE SOBRE A CONTINUIDADE A continuidade normal das atividades deve merecer especial atenção do Auditor, quando do planejamento dos seus trabalhos, ao analisar os riscos de auditoria, e deve ser complementada quando da execução de seus exames.
  • 228.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 228 SOBRE O SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS Os auditores reconhecem que grande parte da fidedignidade das demonstrações contábeis é assegurada pela qualidade do sistema de controles internos em uso.
  • 229.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 229 EVIDÊNCIAS BÁSICAS Ao auditor cabe julgar a veracidade das informações, como essência de seu trabalho. Existem, dessa forma, duas questões capitais, faz-se mister assegurar-se:  de que todas as transações realizadas foram, de fato, registradas de acordo com os Princípios Fundamentais de Contabilidade; e  de que essas transações são legítimas.
  • 230.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 230 2) Evidências quanto à NATUREZA  Existência Física;  Declaração de fontes consultadas: - escritas, - verbais.
  • 231.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 231 Documentação comprobatória:  documentos externos;  documentos internos com circularização externa; e  documentos internos sem circularização externas.  Repetição de Cálculos;  Procedimentos de controle interno;  Acontecimentos posteriores.
  • 232.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 232 TÉCNICAS DE AUDITORIA São o conjunto de investigações empregadas pelo auditor para reunir as evidências. As técnicas não são provas em si, mas devem proporcionar a obtenção das provas necessárias para emitir o parecer fundamentado.
  • 233.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 233 As técnicas mais usuais são as seguintes: EXAME E CONTAGEM FÍSICA Este procedimento é utilizado para as contas do ativo e consiste em identificar fisicamente o bem. O exame físico deve conter as seguintes caracterísitcas básicas: quantidade, existência física, identificação, autenticidade e qualidade.
  • 234.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 234 CIRCULARIZAÇÃO  Positiva – é aquela em que o auditor sempre espera receber uma resposta, confirmando, ou não, o saldo ou posição demonstrada.  Negativa – somente prevê resposta em caso de discordância da fonte externa em relação ao saldo ou posição informada.
  • 235.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 235 CONFERÊNCIA DE CÁLCULOS: • cálculo de valores de estoques; • cálculos de amortização de despesas antecipadas; • cálculos de depreciações dos bens do ativo imobilizado; • cálculos dos juros provisionados.
  • 236.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 236 Inspeção dos documentos: Averiguação: Fazer perguntas ao pessoal do cliente sobre quaisquer aspectos ou questões acerca dos quais o auditor tenha dúvida ou queira simplesmente confirmar seu pensamento. Correlação: É o relacionamento harmônico do sistema contábil de partidas dobradas. A uniformidade das contas que se relacionam, constitui certamente alguma prova de que elas estão livres de, pelo menos, erros mecânicos.
  • 237.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 237 TESTES DE AUDITORIA Testes de Observância (cumprimento de normas internas dos controles chaves). São os procedimentos empregados, a fim de determinar se cumprem corretamente certos procedimentos de controle interno, estabelecidos pelo sistema de empresa.
  • 238.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 238 Para entender o funcionamento do sistema de controles internos o auditor entrevista os funcionários, colhendo informações acerca de como as transações são processadas.
  • 239.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 239 Após esse entendimento, é necessário: • verificar se o sistema funciona consistentemente conforme descrito pelos funcionários da empresa; e • determinar a natureza e a quantidade de erros que possam ter ocorrido na aplicação dos procedimentos de controle previstos no sistema.
  • 240.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 240 Testes Substantivos (comprobatórios de transações) São aqueles empregados com a finalidade de obter provas suficientes e convincentes sobre as transações, saldo e divulgações nas demonstrações financeiras, que proporcionem fundamentação razoável para a emissão do relatório.
  • 241.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 241 O objetivo é certificar-se da correção de um ou mais dos seguintes pontos:  existência: se o componente patrimonial existe em certa data;  direitos e obrigações: se efetivamente existentes em certa data;  ocorrência: se a transação de fato ocorreu;
  • 242.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 242  abrangência: se todas as transações estão registradas; e  mensuração, apresentação e divulgação: se os itens estão avaliados, divulgados, classificados e descritos de acordo com os Princípios Fundamentais de Contabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade.
  • 243.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 243 Testes Substantivos Subdividem-se em:  testes das transações e saldos;  procedimentos de revisão analítica.
  • 244.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 244 Testes Substantivos GLOBAIS Em alguns casos, o auditor pode convencer-se de que o saldo total é razoável, sem serem necessários testes detalhados. Exemplo: Dados relativos ao ativo imobilizado e amortização; lucros de títulos de renda; folha de pagamento ou salários de empregados de uma organização pequena.
  • 245.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 245 Testes Substantivos de PROCEDIMENTOS DE REVISÃO ANALÍTICA Correspondem a uma modalidade de testes substantivos de elementos econômico- financeiros por meio de análise e comparação do relacionamento entre eles. Poderá indicar a necessidade de procedimentos adicionais ou, contrariamente, a extensão a que outros poderão ser reduzidos.
  • 246.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 246 APLICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA Deve ser realizada, em razão da complexidade e volume das operações, por meio de provas seletivas, testes e amostragens, cabendo ao auditor, com base na análise de riscos de auditoria e outros elementos de que dispuser, determinar a amplitude dos exames necessários à obtenção dos elementos de convicção que sejam válidos para o todo.
  • 247.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 247 Na prática dos testes de observância e substantivos, o auditor deve considerar os seguintes procedimentos técnicos básicos: a) Inspeção – exame dos registros, documentos e de ativos tangíveis; b) Observação – acompanhamento de processo ou procedimento quando de sua execução;
  • 248.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 248 c) Investigação e Confirmação – obtenção de informações junto a pessoas ou entidades conhecedoras da transação, dentro ou fora da entidade; d) Cálculo – conferência da exatidão aritmética de documentos comprobatórios, registros e demonstrações contábeis e outras circunstâncias; e e) Revisão Analítica – verificação do comportamento de valores significativos, mediante índices, quocientes, quantidades absolutas ou outros meios, com vistas à identificação de situação ou tendências atípicas.
  • 249.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 249 COMBINAÇÃO DE TESTES DE OBSERVÂNCIA E SUBSTANTIVOS O equilíbrio a ser atingido na combinação dos testes depende de diversos fatores e circunstâncias, sendo:  se os controles internos são fortes, a combinação dos procedimentos normalmente deve favorecer os testes de observância e os testes substantivos analíticos;
  • 250.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 250  se os controles internos são fracos, a combinação dos procedimentos deve normalmente favorecer os testes substantivos mais extensos, tanto os analíticos como os de detalhes;  o tamanho da amostragem de todos os testes normalmente deve ser maior quando os controles internos são fracos.
  • 251.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 251 DIREÇÃO DOS TESTES O saldo de uma conta do balanço patrimonial ou da demonstração do resultado pode estar errado para mais (superavaliado) ou para menos (subavaliado). A experiência tem demonstrado que é mais prático dirigir os testes principais de superavaliação para as contas devedoras e os de subavaliação para as contas credoras.
  • 252.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 252 TESTES PARA SUPERAVALIAÇÃO O auditor parte do valor registrado no razão geral para o documento- suporte da transação. Razão geral -> registro final -> registro intermediário -> registro inicial -> documento.
  • 253.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 253 TESTES PARA SUBAVALIAÇÃO O auditor parte do documento para o razão geral, agindo de forma contrária ao do teste de superavaliação.
  • 254.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 254 AMOSTRAGEM ESTATÍSTICA Ao determinar a extensão de um teste de auditoria ou método de seleção de itens a testar, o auditor pode empregar técnicas de amostragem. Amostragem é a utilização de um processo para obtenção de dados aplicáveis a um conjunto, denominado universo ou população, por meio do exame de uma parte deste conjunto denominada amostra.
  • 255.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 255 Ao planejar e determinar a amostra de auditoria, o auditor deve levar em consideração os seguintes aspectos: • os objetivos específicos da auditoria; • a população da qual o auditor deseja extrair a amostra; • a estratificação da população; • o tamanho da amostra; • o risco da amostragem; • o erro tolerável; e • o erro esperado.
  • 256.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 256 O risco de amostragem surge da possibilidade de que a conclusão do auditor, com base em uma amostra, possa ser diferente da conclusão que seria alcançada se toda a população estivesse sujeita ao mesmo procedimento de auditoria.
  • 257.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 257 O auditor está sujeito ao risco de amostragem nos testes de observância e testes substantivos, sendo: 1) Testes de Observância: • Risco de subavaliação da confiabilidade: é o risco de que, embora o resultado da aplicação de procedimentos de auditoria sobre a amostra não seja satisfatório, o restante da população possua menor nível de erro do que aquele detectado na amostra.
  • 258.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 258 • Risco de superavaliação da confiabilidade: é o risco de que, embora o resultado da aplicação de procedimentos de auditoria sobre a amostra seja satisfatório, o restante da população possua maior nível de erro do que aquele detectado na amostra.
  • 259.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 259 2) Testes Substantivos: • Risco de rejeição incorreta: é o risco de que, embora o resultado da aplicação de procedimentos de auditoria sobre a amostra leve à conclusão de que o saldo de uma conta ou classe de transações registradas está, relevantemente, distorcido, mas, efetivamente, não está;
  • 260.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 260 • Risco de aceitação incorreta: é o risco de que, embora o resultado da aplicação de procedimentos de auditoria sobre a amostra leve à conclusão de que o saldo de uma conta ou classe de transações registradas não está, relevantemente, distorcido, mas, efetivamente, está.
  • 261.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 261 OBRIGADO !
  • 262.
  • 263.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 263 Os problemas de encontram-se em todas as áreas das empresas modernas. Exemplo: vendas, fabricação, compras. Quando exercido adequadamente sobre uma das funções acima, o controle assume fundamental importância, objetivando atingir os resultados mais favoráveis com menores desperdícios.
  • 264.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 264 : Auditoria Interna: equivale a um trabalho organizado de revisão e apreciação de trabalho, normalmente executado por um departamento especializado. Controle Interno: refere-se aos procedimentos e à organização adotados como planos permanentes da empresa.
  • 265.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 265 Antes de elaborar o plano ou programa que guiará o auditor, é necessário observar como se encontram os controles da empresa. quanto o controle, mais segurança para o trabalho; quanto o controle, mais cuidado será exigido na execução das tarefas.
  • 266.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 266 CONCEITOS E OBSERVAÇÕES FUNDAMENTAIS O compreende o plano de organização e todos os métodos e medidas adotadas na empresa para:  salvaguardar seus ativos;  verificar a exatidão e fidelidade dos dados contábeis;  desenvolver a eficiência nas operações;  estimular o seguimento das políticas administrativas prescritas. (AICPA)
  • 267.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 267 Abrangência sob o enfoque contábil compreende o conjunto de recursos, métodos, procedimentos e processos adotados pela entidade , com a finalidade de:  salvaguardar os ativos e assegurar a veracidade dos componentes patrimoniais;  dar conformidade ao registro contábil em relação ao ato correspondente;  propiciar a obtenção de informação oportuna e adequada;  estimular adesão às normas e às diretrizes fixadas;  contribuir para a promoção da eficiência operacional da entidade;  auxiliar na prevenção de práticas ineficientes e antieconômicas, erros, fraudes, malversação, abusos, desvios e outras inadequações.
  • 268.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 268 O deve ser exercido em todos os níveis da entidade do setor público, compreendendo:  a preservação do patrimônio público;  o controle da execução das ações que integram os programas;  a observância às leis, aos regulamentos e às diretrizes estabelecidas.
  • 269.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 269 Classificação O é classificado nas seguintes categorias:  operacional – relacionado às ações que propiciam o alcance dos objetivos da entidade;  contábil – relacionado à veracidade e à fidedignidade dos registros e das demonstrações contábeis;  normativo – relacionado à observância da regulamentação pertinente.
  • 270.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 270 Estrutura e Componentes Estrutura de compreende:  O ambiente de controle deve demonstrar o grau de comprometimento em todos os níveis da administração com a qualidade do em seu conjunto.  Mapeamento de riscos é a identificação dos eventos ou das condições que podem afetar a qualidade da informação contábil.
  • 271.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 271  Avaliação de riscos corresponde à análise da relevância dos riscos identificados, incluindo:  a avaliação da probabilidade de sua ocorrência;  a forma como serão gerenciados;  a definição das ações a serem implementadas para prevenir a sua ocorrência ou minimizar seu potencial;  a resposta ao risco, indicando a decisão gerencial para mitigar os riscos, a partir de uma abordagem geral e estratégica, considerando as hipóteses de eliminação, redução, aceitação ou compartilhamento.
  • 272.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 272  Riscos ocorrências, circunstâncias ou fatos imprevisíveis que podem afetar a qualidade da informação contábil.  Procedimentos de controle são medidas e ações estabelecidas para prevenir ou detectar os riscos inerentes ou potenciais à tempestividade, à fidedignidade e à precisão da informação contábil, classificando-se em:  procedimentos de prevenção – medidas que antecedem o processamento de um ato ou um fato, para prevenir a ocorrência de omissões, inadequações e intempestividade da informação contábil;  procedimentos de detecção – medidas que visem à identificação, concomitante ou a posteriori, de erros, omissões, inadequações e intempestividade da informação contábil.
  • 273.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 273  Monitoramento compreende o acompanhamento dos pressupostos do , visando assegurar a sua adequação aos objetivos, ao ambiente, aos recursos e aos riscos.
  • 274.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 274 AVALIAÇÃO DO CONTROLE INTERNO As normas de auditoria geralmente aceitas, referentes ao trabalho de campo, estabelecem que o auditor deve avaliar o sistema de da empresa auditada, a fim de determinar a natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria.
  • 275.
  • 276.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 276 O auditor independente executa os seguintes passos na avaliação do :  levanta o sistema de ;  verifica se o sistema levantado é o que está sendo seguido na prática;  avalia a possibilidade de o sistema revelar de imediato erros e irregularidades;  determina o tipo, data e volume dos procedimentos de auditoria.
  • 277.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 277 Preocupados com a , eles armam-se contra o problema e mostram- se, cada vez mais, interessados em aprender novas técnicas e procedimentos básicos para evitar situações de fraudes, subornos e desfalques.
  • 278.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 278 Além da adoção de rígidos controles internos, o papel da auditoria vem ganhando crescente importância e contribui para a eficácia dos resultados finais em qualquer companhia.
  • 279.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 279 COMO CONTROLAR ÁREAS DE RISCO VENDAS: há facilidades para recebimento de comissões, descontos e consignações indevidas; CONTAS A PAGAR: concentram-se nos cheques de serviço, que podem ou não ser fantasmas, e na antecipação de pagamentos, com finalidade de recebimento de proprinas.
  • 280.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 280 COMPRAS: é um dos mais difíceis de se controlar por meio da auditoria, pois o delito fica registrado fora dos livros contábeis da empresa.
  • 281.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 281 CONTAS A RECEBER: a tendência, com a crise de caixa na maioria das companhias, é abrir mão de recolher por parte do valor financeiro (multa, juros) e receber apenas o montante principal.
  • 282.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 282 Recomenda-se a verificação, regular, dos números das contas-correntes dos funcionários, a fim de evitar depósitos em contas fantasmas. Valores residuais de produção de grande volume (matéria-prima) também requerem cuidados extras. A diferença enriquece a pessoa da noite para o dia.
  • 283.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 283 QUAIS OS PROCEDIMENTOS MAIS EFICIENTES? Para reduzir probabilidades de desvio destaca-se a importância do sistema de provas surpresas (sistema preventivo) realizado pela auditoria. Deve-se criar um guia de procedimentos e provas departamentais, em cada unidade da organização, realizado pelos próprios funcionários.
  • 284.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 284 TIPOS DE CONTROLES: CONTÁBEIS E ADMINISTRATIVOS CONTROLES CONTÁBEIS – compreendem o plano de organização e de todos os métodos e procedimentos utilizados para salvaguardar o patrimônio e a propriedade dos itens que o compõem.
  • 285.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 285 Compreendidos por:  segregação de funções: cria independência entre as funções de execução operacional, custódia dos bens patrimoniais e sua contabilização;  sistema de autorização: controla as operações através de métodos de aprovações, de acordo com as responsabilidades e riscos envolvidos;
  • 286.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 286 sistema de registro: compreende a classificação dos dados dentro de uma estrutura formal de contas, existência de um Plano de Contas que facilita o registro e preparação das demonstrações contábeis, e a utilização de um manual descritivo para o uso das contas.
  • 287.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 287 CONTROLES ADMINISTRATIVOS Compreendem o plano de organização e todos os métodos e procedimentos utilizados para:  proporcionar eficiência às operações;  dar ênfase à política de negócios da empresa, bem como a seus registros financeiros.
  • 288.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 288 Compreendidos por:  normas salutares, que observam práticas saudáveis aos interesses da empresa no cumprimento dos deveres e funções;  pessoal qualificado, que esteja apto a desenvolver suas atividades bem instruído e supervisionado por seus responsáveis.
  • 289.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 289 IMPORTÂNCIA DO CONTROLE INTERNO A Administração da Empresa é responsável:  pelo estabelecimento do sistema de  pela verificação de seu cumprimento pelos funcionários;  por sua modificação, visando adaptá-lo às novas circunstâncias.
  • 290.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 290 Compreende: • Responsabilidade; • Rotinas Internas; • Acesso a Ativos; • Segregação de funções; • Confronto dos ativos com os registros; • Amarrações do sistema; • Auditoria Interna.
  • 291.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 291 LIMITAÇÕES DO CONTROLE INTERNO As limitações do são, principalmente, com relação a: • conluio de funcionários na apropriação de bens na empresa; • instrução inadequada dos funcionários com relação às normas internas; • negligência dos funcionários na execução de suas tarefas diárias.
  • 292.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 292 FRAUDES E DESFALQUES NAS EMPRESAS É um problema comum e crescente, decorrente do enfraquecimento dos valores éticos, morais e sociais e, principalmente, da ineficácia dos sistemas de controles internos. Os fatores que motivam as pessoas a cometerem fraude podem ser classificados em três aspectos:
  • 293.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 293 oportunidade para cometê-la e escondê-la; pressão por dificuldades financeiras; e racionalização do entendimento sobre a falta cometida.
  • 294.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 294 DESFALQUE TEMPORÁRIO Ocorre quando o funcionário apossa-se de um bem da empresa e não altera os registros da contabilidade (transferindo o ativo roubado para despesas).
  • 295.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 295 São exemplos de desfalques temporários: funcionário apodera-se do dinheiro recebido de clientes, proveniente de vendas a prazo, antes do registro do recebimento. funcionário assenhoreia-se do dinheiro recebido de clientes, após registro contábil do recebimento. funcionário apoderou-se de um ativo da empresa (dinheiro de caixa, cautelas de títulos, estoques, imobilizado etc.).
  • 296.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 296 DESFALQUE PERMANENTE Ocorre quando um funcionário desvia um bem da empresa e modifica os registros contábeis, de forma que os ativos existentes concordem com os valores registrados na Contabilidade.
  • 297.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 297 São exemplos de desfalques permanentes:  funcionário responsável pelos recebimentos de clientes e pelo preparo dos registros contábeis de vendas e recebimentos desvia um recebimento de vendas a prazo e baixa a duplicata correspondente contra vendas (débito em Devolução de Vendas e crédito em Duplicatas a Receber);
  • 298.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 298 funcionário responsável pelas matérias-primas e pela elaboração de lançamentos contábeis rouba uma matéria- prima e baixa o bem correspondente para despesa (débito em Despesas Diversas e crédito em Matéria-prima).
  • 299.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 299 LEVANTAMENTO DO SISTEMA DE CONTROLE INTERNO As informações sobre o sistema de são obtidas das seguintes formas: leitura dos manuais internos de organização e procedimentos; conversa com funcionários da empresa; inspeção física desde o início da operação (compra, venda, pagamentos etc.) até o registro no razão geral.
  • 300.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 300 As informações obtidas sobre o são registradas pelo auditor independente de uma ou do conjunto de duas ou três das formas exemplificadas a seguir:  memorandos narrativos;  questionários padronizados;  fluxogramas.
  • 301.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 301 AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE INTERNO E DETERMINAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA Consiste em aplicar medidas significativas na consideração de transações relevantes e ativos correlatos envolvidos na auditoria, tem como finalidade principal detectar erros e irregularidades materiais nas demonstrações financeiras.
  • 302.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 302 Medidas que devem ser observadas: considerar os tipos de erros e irregularidades que poderiam ocorrer; determinar os procedimentos de controle contábil que devam prevenir ou detectar esses erros e irregularidades;
  • 303.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 303  determinar se os procedimentos necessários são estabelecidos e estão sendo seguidos satisfatoriamente;  avaliar as falhas, isto é, tipos de erros e irregularidades potenciais não cobertos pelo procedimento de controle existente para determinar seu efeito sobre a natureza, caráter oportuno ou extensão dos procedimentos de auditoria a serem aplicados, e sugestões a serem feitas ao cliente.
  • 304.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 304 A avaliação do sistema de compreende: •determinar os erros ou irregularidades que poderiam acontecer; •verificar se o sistema atual de controles detectaria de imediato esses erros ou irregularidades;
  • 305.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 305 •analisar as fraquezas ou falta de controle, que possibilitam a existência de erros ou irregularidades, a fim de determinar a natureza, data e extensão dos procedimentos de auditoria; •emitir relatório-comentário dando sugestões para o aprimoramento do sistema de da empresa.
  • 306.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 306 O processo de avaliação do consta de três etapas:  o realce do sistema;  a avaliação propriamente dita do sistema;  a realização de testes de cumprimento de normas internas.
  • 307.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 307 REALCE DO SISTEMA Efetua-se durante a etapa de planejamento do exame. O objetivo é obter informação se supõe que o sistema funcione e pode-se alcançá-lo mediante discussão com as pessoas responsáveis pelo .
  • 308.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 308 Uma significativa evidência persuasiva pode ser obtida mediante a própria documentação de da área, por exemplo, manuais, descrições de tarefas e fluxogramas. Confirmar o conhecimento, executar procedimentos de reconstituição ou recapitulação dos controles de fluxo de documentação. Documentar a análise do nos papéis de trabalho.
  • 309.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 309 AVALIAÇÃO Deve-se proceder a sua avaliação crítica para determinar sua eficácia e os pontos passíveis de melhoria. Muitas vezes, nesta etapa, conclui-se que o sistema não é eficaz; sendo assim, não se executarão os testes de cumprimento, pois ainda que o resultado seja satisfatório, não se atingirão os objetivos.
  • 310.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 310 Durante a fase de avaliação, um aspecto de grande importância é a identificação dos controles-chaves do sistema. O controle-chave é aquele que: • assegura que um sistema administrativo produza informação fidedigna; e • serve de base para satisfação dos objetivos de auditoria.
  • 311.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 311 TESTE DE CUMPRIMENTO DE NORMAS INTERNAS Não basta formar uma opinião sobre a eficácia do sistema, baseando-se em representações verbais ou escritas, feitas por funcionários. Cumpre constatar que o sistema funciona realmente como foi descrito, pois, a bem da verdade, pode haver diferenças substanciais entre o que foi relatado e o que foi fielmente aplicado.
  • 312.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 312 Um teste de cumprimento realiza-se em diversas etapas: • determinar os objetivos do teste – procura-se confirmar que os controles previamente identificados como controles-chaves funcionaram durante todo o período submetido a exame; • definir o universo – é o conjunto de transações homogêneas submetidas ao sistema de controle e registro que se testa.
  • 313.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 313 QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DO CONTROLE INTERNO Têm como finalidade auxiliar a avaliação da eficiência ou adequação dos controles internos (operacionais e contábeis) do cliente, ou seja: • Se os controles contábeis internos asseguram o correto registro das transações financeiras; • se os controles internos administrativos proporcionam eficiência operacional e observância da política da empresa e da legislação em vigor; • se as verificações internas protegem adequadamente os ativos do cliente contra fraudes e outras irregularidades.
  • 314.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 314 FORMAS DE APLICAÇÃO As questões devem ser formuladas de modo que uma resposta afirmativa implique numa condição satisfatória. Uma resposta negativa indica um ponto fraco com relação àquele item em particular.
  • 315.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 315 LEVANTAMENTO E DESCRIÇÃO DA ROTINA Os auditores devem levantar e descrever rotinas objetivando: • identificar pontos críticos que facilitem a definição da extensão dos exames finais; • fornecer dados para simplificar os trabalhos de auditoria e/ou possíveis consultorias futuras.
  • 316.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 316 DESCRIÇÃO DA ROTINA A rotina pode ser descrita por meio de uma narrativa, ou então pela elaboração de um fluxograma. NARRATIVA – inclui uma descrição da rotina passo a passo de maneira lógica clara e concisa, evidenciando o fluxo de documentos de um ou mais departamentos desde sua origem até sua disposição final. FLUXOGRAMAS – constitui uma técnica analítica, que utiliza símbolos para descrever uma rotina passo a passo em um ou mais departamentos, evidenciando o movimento de documentos desde sua origem até sua disposição final.
  • 317.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 317 FLUXOGRAMA
  • 318.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 318 CARACTERÍSTICAS DE UM EFICIENTE SISTEMA DE CONTROLE INTERNO Compreendem:  plano de organização que proporcione apropriada segregação de funções e correta divisão das responsabilidades funcionais;  observação de práticas salutares no cumprimento dos devedores e funções de cada um dos departamentos da organização;  sistema de autorização e procedimentos de escrituração adequados, que proporcionem controle eficiente sobre o ativo, passivo, receitas, custos e despesas.
  • 319.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 319 CATEGORIAS DE CONTROLES INTERNOS Controles Organizacionais Referem-se ao controle obtido por meio da maneira de designar responsabilidades e delegar autoridade. Essa estrutura é um marco no qual se realizam as atividades de planejamento, execução e controle das operações da entidade e cuja eficácia dependerá de considerações tais como:
  • 320.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 320 atribuição de responsabilidades e delegação de autoridade claramente definidas; segregação de funções incompatíveis para evitar que sejam controladas por qualquer indivíduo ou departamento da organização;
  • 321.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 321 fornecimento de recursos, inclusive pessoal competente, em quantidade suficiente para o cumprimento das responsabilidades atribuídas; existência de sistemas de medição e avaliação do desempenho.
  • 322.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 322 Controle do Sistema de Informação Referem-se ao controle obtido mediante a prestação de informações aos níveis adequados da administração.
  • 323.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 323 Não obstante, algumas características que um bom sistema não deve omitir são as seguintes:  a informação deve ser suficientemente detalhada para permitir identificação das operações fora de linha ou possíveis problemas;  os relatórios devem conter informação relevante para os usuários;
  • 324.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 324 a forma de apresentação deve destacar a informação de maior importância; a informação deve ser distribuída conforme as responsabilidades atribuídas; a informação deve ser usada pelos que tenham competência e tempo necessários para compreender seu significado e adotar medidas corretivas, se necessárias.
  • 325.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 325 Controles de Procedimentos Referem-se ao controle obtido mediante a observação de políticas e procedimentos dentro da organização.
  • 326.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 326 São as seguintes algumas das características desejáveis nos controles de procedimento:  que sejam adequados à estrutura organizacional;  que sejam bem definidos e documentados;  que se mostrem fáceis de interpretar e aplicar.
  • 327.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 327 DOCUMENTAÇÃO DE PROCEDIMENTOS Os procedimentos contábeis e de operação devem ser documentados em manuais (de contabilidade e de procedimentos) e fluxogramas de modo que as políticas e instruções da empresa possam ser conhecidas de maneira explícita e uniformemente aplicadas.
  • 328.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 328 LIMITAÇÕES INERENTES AOS SISTEMAS DE CONTROLE INTERNO Na aplicação da maioria dos procedimentos de controle, podem ocorrer falhas resultantes de entendimento precário, erros de juízo, descuidos ou outros fatores humanos. Os procedimentos de controle cuja eficácia depende da divisão de funções, podem ser burlados mediante conivência.
  • 329.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 329 Após avaliar o sistema de controle e identificar aspectos administrativos/operacionais passíveis de melhorias, o auditor pode emitir, se assim for o desejo dos administradores da entidade auditada, um documento denominado carta-comentário. O relatório com as sugestões para aprimoramento dos controles internos, resultantes do trabalho do auditor independente, denomina-se carta de recomendações.
  • 330.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 330 OBRIGADO !
  • 331.
  • 332.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 332 O auditor deve as questões que foram consideradas importantes para , visando a e Independente das Demonstrações Contábeis.
  • 333.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 333 Constituem a ou fornecida a este na execução da auditoria. Eles integram um , por intermédio de informações em papel, meios eletrônicos ou outros que assegurem o objetivo a que se destinam.
  • 334.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 334 Os a: , pela análise dos documentos de auditorias anteriores ou pelos coligidos quando da contratação de uma primeira auditoria, ; ; , para fundamentar o parecer do auditor independente.
  • 335.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 335 O auditor deve nos :  ao planejamento de auditoria,  à natureza,  à oportunidade e a extensão dos procedimentos aplicados,  aos resultados obtidos e às suas conclusões da evidência da auditoria.
  • 336.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 336 Os devem acerca de todas as , juntamente com a a que chegou, inclusive nas áreas que envolvem questões de difícil julgamento.
  • 337.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 337 A dos como: • natureza do trabalho; • natureza e complexidade da atividade da entidade; • natureza e condição dos sistemas contábeis e de controle interno da entidade; • direção, supervisão e revisão do trabalho executado pela equipe técnica; • metodologia e tecnologia utilizadas no curso dos trabalhos.
  • 338.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 338 Os padronizados podem , e sua utilização facilita a delegação de tarefas, proporcionando meio adicional de . Entre os , encontram-se, além de outros:  listas de verificação de procedimentos,  cartas de confirmação de saldos,  termos de inspeções físicas de caixa, de estoques e de outros ativos.
  • 339.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 339 Os , além de outros mais específicos, incluem: • informações sobre a da entidade; • cópias ou excertos de , contratos e atas; • informações sobre o em que a entidade opera;
  • 340.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 340 • evidências do , incluindo programas de auditoria e quaisquer mudanças nesses programas; • evidências do entendimento, por parte do auditor, do , e sua concordância quanto à eficácia e adequação; • evidências de ; • evidências de avaliação e conclusões do auditor e revisão sobre o trabalho da auditoria interna;
  • 341.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 341 , movimentação e saldos de contas; , coeficientes, quocientes, índices e outros indicadores significativos; • registro da natureza, oportunidade e extensão dos e seus resultados; • evidências de que o trabalho executado pela equipe técnica foi ;
  • 342.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 342 • indicação de os procedimentos de auditoria e de quando o fez; • detalhes dos procedimentos relativos às demonstrações contábeis ; • cópias de com outros auditores, peritos, especialistas e terceiros; • cópias de da entidade, e suas respostas, em relação aos trabalhos, às condições de contratação e às deficiências constatadas, inclusive no controle interno;
  • 343.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 343 ; acerca de aspectos significativos, incluindo o modo como foram resolvidas ou tratadas questões não usuais; , assinadas pela administração da entidade e pelo contador responsável, e do parecer e dos relatórios do auditor.
  • 344.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 344 O auditor deve adotar procedimentos apropriados para manter a custódia dos pelo , a partir da data de emissão do seu parecer. A dos é dever permanente do auditor. Os são de . Partes ou excertos destes podem, a critério do auditor, ser postos à disposição da entidade.
  • 345.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 345 – de forma que todos entendam sem a necessidade de explicações da pessoa que os elaborou. – de forma que se entenda onde o auditor pretende chegar. – de forma a não prejudicar o entendimento destes. – de forma lógica de raciocínio, na sequência natural do objetivo a ser atingido.
  • 346.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 346 :  Mapas preparados pelos departamentos de contabilidade, financeiro e fiscal, ou pelo auditor;  Memorandos;  Confirmações;  Outros tipos de documentação preparada ou reunida durante o exame.
  • 347.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 347 : – inclui todos os papéis que são de importância diária e contínua, ano após ano. Ex.: organograma, estatuto, composição e evolução do capital – é composta de todos os papéis do exercício em curso. Ex.: planejamento dos trabalhos, balancetes etc.
  • 348.
  • 349.
  • 350.
  • 351.
  • 352.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 352 Devem ser completos, isto é, cada folha de trabalho, ou grupo de folhas, no caso de uma não ser suficiente para determinado fim, deverá ter sua própria utilidade. Essas folhas devem ser esclarecedoras por si mesmas e conter todas as informações pertinentes, quer sejam relacionadas com a , quer com a .
  • 353.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 353 Cada folha no arquivo deve ter , ou uma combinação de ambos, para distingui-la de todas as outras. Terminada a auditoria, emitido o parecer e elaborados os relatórios, os devem ser , mas de fácil acesso, pois estão sujeitos a verificações constantes, para atender a consultas do cliente, sendo certo que serão utilizados pela equipe escalada para a auditoria do ano seguinte, a qual abrirá os novos papéis consultando os anteriores.
  • 354.
  • 355.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 355 Números de referência:  São necessários para referenciar a informação entre as células  Compõem-se de uma letra e um número.  Designação de referências para as células mestras.
  • 356.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 356 A pode ser feita como segue: A – Disponibilidades B – Contas a Receber C – Demais contas a Receber D – Estoques E – Despesas do Exercício Seguinte F - Controladora, Controladas e Coligadas
  • 357.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 357 AA – Fornecedores BB – Salários e Contribuições CC – Impostos DD – Distribuições Estatutárias EE – Demais Contas a Pagar FF – Financiamento HH – Debêntures II – Controladora, Controladas e Coligadas
  • 358.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 358 :  Somente cruzar cifras idênticas.  Todo cruzamento da referência deve ser feito e em todas as direções.  A posição da referência com relação ao número referenciado indica sua direção.
  • 359.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 359 ORDENAÇÃO Utilizamos o resumo das células mestras BT – Balanço de Trabalho como um balancete das seções. Em resumo contém:  o nome das seções coincidentes com os anotados nas células mestres;  a referência da seção com a de cada célula mestra;  os totais das células mestras ainda não auditados do exercício, examinados tais como foram entregues pela contabilidade;  espaço para resumir os eventuais ajustes e reclassificação de auditoria;  os saldos auditados do exercício.
  • 360.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 360 As células mestras contêm:  título dos grupos ou subgrupos de contas das demonstrações contábeis;  os saldos finais do exercício anterior;  os saldos não auditados do período;  espaço para ajustes e reclassificações;  os saldos auditados do período referenciados no resumo das células mestras (BT).
  • 361.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 361 São os elaborados para cada seção, que têm por que efetuamos para suportar cada saldo apresentado na célula mestra. Devem apresentar abaixo do nome da empresa, o título da seção e, abaixo deste, o nome do teste específico ou de qualquer outra finalidade da célula.
  • 362.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 362  pontos para atenção (relatórios);  explicação de flutuações relevantes;  falhas de controle interno e exceções. .
  • 363.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 363 Indicam os trabalhos efetuados durante o exame. :  Podem ser escritos rapidamente;  Eliminam a necessidade de repetir explicações;  Facilitam a revisão rápida e eficiente.
  • 364.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 364 :  Devem ser feitos em para evitar confusões com letras, símbolos e números;  Devem ser quando servirem para registro de fatos diferentes;  Quando possível, nos s. os , de modo que se torne impossível acompanhar o desenvolvimento do trabalho feito.
  • 365.
  • 366.
  • 367.
  • 368.
  • 369.
  • 370.
  • 371.
  • 372.
  • 373.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 373 OBRIGADO !
  • 374.
  • 375.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 375 O auditor deve consoante as Normas Profissionais de Auditor Independente, assumidos com a entidade.
  • 376.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 376 O é a etapa do trabalho na qual o auditor independente , elaborando-o a partir da contratação dos serviços, , de modo que possa desempenhar uma auditoria eficaz.
  • 377.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 377 A é o documento no qual o Auditor formaliza as condições do trabalho a ser executado.
  • 378.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 378 Deve ser usada como orientação e deve ser adaptada de acordo com as exigências e circunstâncias específicas. Ao Conselho de Administração (ou representante qualificado da administração). A finalidade desta carta é confirmar nosso entendimento sobre os termos e objetivos da nossa contratação e sobre a natureza e limitações dos serviços a serem prestados.
  • 379.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 379 Serão prestados os seguintes serviços: Revisaremos o balanço patrimonial da Empresa ABC em 31 de dezembro de 20XX e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo em 31 de dezembro de 20XX, em conformidade com as normas brasileiras e internacionais de revisão. Não realizaremos uma auditoria das demonstrações contábeis e, consequentemente, não expressaremos uma opinião sobre essas demonstrações, emitindo um relatório como segue:
  • 380.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 380 A administração da entidade é responsável pela elaboração das demonstrações contábeis, com a inserção das divulgações adequadas. Isso inclui a manutenção de registros contábeis e controles internos adequados e a seleção e a aplicação de políticas contábeis. Como parte do processo de revisão, solicitaremos representações formais (Carta de Representação da Administração) referentes às afirmações feitas em conexão com a revisão.
  • 381.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 381 Nosso trabalho não assegura a descoberta da existência de fraudes, erros ou atos ilegais. Entretanto, informaremos sobre quaisquer assuntos relevantes dos quais tomarmos conhecimento. Solicitamos que assinem e nos devolvam a cópia anexa a esta carta, indicando sua aprovação com os entendimentos sobre a nossa revisão das demonstrações contábeis. XYZ & Co Aceitação em nome da Empresa ABC (assinatura) .................... Nome e cargo Data
  • 382.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 382 Os principais objetivos do são: • obter , para identificar eventos e transações relevantes que afetem as Demonstrações Contábeis; • propiciar o com a entidade dentro dos prazos e compromissos, previamente, estabelecidos; • assegurar que as áreas importantes da entidade e os valores relevantes contidos em suas demonstrações contábeis recebam a atenção requerida;
  • 383.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 383 da entidade; à entidade; a serem efetuados, em consonância com os termos constantes na sua proposta de serviços para a realização do trabalho; de trabalho, quando houver;
  • 384.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 384 , especialmente quando forem realizados por uma equipe de profissionais; a ser efetuado por outros auditores independentes e especialistas; a ser efetuado por auditores internos; , pareceres e outros informes decorrentes do trabalho contratado com a entidade.
  • 385.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 385  cronograma;  procedimentos de auditoria;  riscos de auditoria;  pessoal designado;  épocas oportunas dos trabalhos;  supervisão e revisão;  indagações à administração para concluir o planejamento;  revisões e atualizações no planejamento e nos programas de auditoria.
  • 386.
  • 387.
  • 388.
  • 389.
  • 390.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 390 Cabe ao encarregado do trabalho ou ao , se não houver gerente designado. Geralmente o trabalham em conjunto na preparação do plano.
  • 391.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 391 As empresas encerram seu exercício social em dezembro. Esse fato ocasiona acúmulo de serviços nas firmas de auditoria externa nos três meses seguintes a dezembro, enquanto nos outros meses do ano (abril a dezembro) essas firmas têm certa ociosidade.
  • 392.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 392 Para contornar esse problema os auditores externos executam, sempre que possível, maior volume de serviços de auditoria nas .
  • 393.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 393 Existem outros motivos para maior concentração de serviços nas , sendo: • Detectar problemas de imediato; • Evitar esforço físico e mental muito grande dos auditores nos meses de janeiro a março; • Evitar horas extras nos meses de janeiro a março; • Dar mais atenção à empresa auditada; • Emitir o parecer dentro de um prazo razoável de tempo, após a empresa ter levantado as demonstrações financeiras.
  • 394.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 394 O para uma empresa não é barato. Portanto o auditor externo deve, sempre que possível, utilizar pessoal da empresa para que seu serviço saia por um valor razoável.
  • 395.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 395 Exemplificando, o nos seguintes serviços:  Apanhar documentos nos arquivos da empresa;  Preencher os papéis de trabalho de movimentação de contas de investimentos, Ativo Imobilizado e Patrimônio Líquido;
  • 396.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 396  Preparar análise compondo os saldos das contas do Balanço Patrimonial;  Reconciliar as cartas de confirmação de saldos de clientes e fornecedores com os registros da empresa;  Preparar os mapas de revisão analítica.
  • 397.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 397 O auditor externo deve planejar seu trabalho de modo que as , para que ele possa determinar a natureza, extensão e datas dos testes detalhados ou procedimentos de auditoria para as diversas contas do Balanço Patrimonial e da Demonstração do Resultado do Exercício.
  • 398.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 398 A auditoria deve ser planejada de modo que os , para que a administração da empresa sem que haja atraso na divulgação das demonstrações financeiras anuais.
  • 399.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 399 É um rol de , expostos de forma tal que as inter- -relações de um procedimento com outro estejam claramente demonstradas. Consiste em plano de trabalho para . Ele prevê os que deverão ser aplicados para que se possa alcançar o resultado desejado.
  • 400.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 400 Um programa de auditoria muito raramente deve ser considerado completo ( ) antes de ser iniciado o trabalho de campo e de ter feito uma e a .
  • 401.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 401 chega-se à conclusão de que eles devem ser feitos sob medida para as circunstâncias. E se os programas estão sujeitos à revisão em função de condições existentes, é óbvio concluir que eles .
  • 402.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 402 Um programa de auditoria compreensivo que for preparado para cada trabalho será útil como , apresentando, .
  • 403.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 403 Ao planejar um programa de auditoria, várias considerações básicas devem ser lembradas e sua importância levada em conta. :  A na apuração de qualquer erro ou irregularidade que afetem os dados sob exame; , em virtude das variações na eficiência do controle interno.
  • 404.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 404 Os procedimentos específicos a serem aplicados podem variar de um exame a outro, . : • Seleção de procedimentos a serem aplicados; • Tempo de aplicação dos procedimentos selecionados; • Aumento da amplitude dos testes.
  • 405.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 405 : • a que se aplicam a certas situações que se apresentam, • a , bem como da amplitude de sua aplicação.
  • 406.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 406 • Leia as atas de reunião de acionistas, do conselho de administração, da diretoria e do conselho fiscal; • Leia os relatórios da auditoria interna emitidos durante o exercício social a ser auditado; • Visite a fábrica e os principais departamentos da empresa; • Leia as legislações fiscais e as normas de contabilidade e auditoria emitidas durante o exercício social e aplicáveis à empresa sob exame.
  • 407.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 407 • Discuta os pontos levantados no tópico anterior; • Indague se houve ou haverá mudanças na natureza dos negócios, política financeira, práticas contábeis etc.
  • 408.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 408 OBRIGADO !
  • 409.
  • 410.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 410 . ATIVO PASSIVO E PATRIMÔMIO LÍQUIDO CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa, Bancos e Aplicações Financeiras Contas a Receber Estoques Impostos a Recuperar Despesas do Exercício Seguinte Fornecedores Financiamentos Salários e Encargos Sociais Dividendos e Juros sobre Capital Próprio Imposto de Renda a Pagar Impostos a Recolher Adiantamentos de Clientes NÃO CIRCULANTE NÃO CIRCULANTE Realizável a Longo Prazo Investimentos Imobilizado Intangível Financiamentos Impostos e Contribuições a Recolher PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social Reservas de Capital Ajustes de Avaliação Patrimonial – Lei 11.638/07 TOTAL DO ATIVO TOTAL DO PASSIVO e PL
  • 411.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 411 Para elaboração e aplicação dos programas de auditoria para as contas do Ativo, deve-se estar sempre atento aos objetivos a serem atingidos, sendo: Determinar se foram utilizados os Princípios Fundamentais de Contabilidade, em bases uniformes;
  • 412.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 412 Determinar se está corretamente classificado nas demonstrações contábeis e se as divulgações cabíveis foram expostas por notas explicativas; Apurar se realmente existem todas as disponibilidades mencionadas no balanço; Assegurar-se de que existem todas as disponibilidades que deveriam existir;
  • 413.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 413 Assegurar-se de que os títulos negociáveis e as inversões financeiras existem realmente e são propriedade da empresa em exame; Assegurar-se, ainda, de que todos os rendimentos produzidos foram devidamente recebidos e contabilizados; Apurar se as contas a receber de cliente são autênticas e se têm origem em transação relacionada com vendas;
  • 414.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 414  Apurar se os valores apresentados são efetivamente realizáveis;  Assegurar-se de que os estoques existem fisicamente e são de propriedade da empresa auditada;  Determinar se os estoques são apropriados para sua finalidade e se têm condições de realização, isto é, verificar se há obsolescências, defeitos, má conservação etc.;  Examinar os critérios de avaliação e a adequação desses critérios, tendo em vista os princípios fundamentais de contabilidade e a correção dos cálculos;
  • 415.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 415  Verificar a existência e propriedade dos procedimentos aplicados a investimentos relevantes;  Constatar a existência, posse e propriedade dos bens imobilizados,  Examinar a adequação de contabilização dos custos, correção e depreciação do imobilizado, sua classificação contábil, consideradas a natureza, vida útil e utilização dos mesmos.
  • 416.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 416 PLANEJAMENTO DE AUDITORIA O objetivo global de um exame de auditoria é dar aos auditores provas suficientes para fundamentar seu parecer sobre as demonstrações financeiras, em sua totalidade.
  • 417.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 417 OBJETIVOS E PROCEDIMENTOS Embora os objetivos de auditoria possam variar ligeiramente de um tipo para outro ativo, eles aplicam-se, de modo geral, a quase todos os tipos.  Existência  Avaliação  Autorização  Propriedade  Restrições  Exatidão de valores  Utilidade  Apresentação nas demonstrações.
  • 418.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 418 AUDITORIA DE CAIXA E BANCOS Os procedimentos devem ser definidos em função dos objetivos do auditor. Uma vez que o Caixa é considerado um bem que envolve grande risco e relativamente difícil de ser controlado, os procedimentos de auditoria a ele destinados tendem a ser mais extensos e mais detalhados que as outras áreas.
  • 419.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 419 . Verificar: Encaixe (numerário em mãos); Caixa depositado; Depósito em trânsito; Cheques em circulação; Existência de cheques antigos.
  • 420.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 420 DESFALQUES NO CAIXA O número de métodos criados para se dar desfalques no Caixa talvez só seja igualado pelo número de pessoas que tentaram até hoje dar desfalques.
  • 421.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 421 Há dois tipos comuns de desfalques não encobertos, que são: Lapping se faz com cobranças de contas a receber e consiste em desviar os resultados de cobranças, substituindo-se o montante desviado por cobranças posteriores.
  • 422.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 422 Kiting é um tipo de desfalque de Caixa que envolve os desembolsos aí feitos. É, essencialmente, um sistema de encobrir faltas de dinheiro com transferências, em cheques, não registradas.
  • 423.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 423 Caixa e Bancos (disponível): relação de tipos de erros das demonstrações financeiras, objetivos de auditoria e testes substantivos de auditoria. LIVRO PÁGINA 525
  • 424.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 424 AUDITORIA DE CONTAS A RECEBER Verificar a propriedade; existência real e a exatidão dos valores; determinação da rentabilidade da cobrança; descoberta de quaisquer ônus referentes às contas a receber e determinação da melhor forma de apresentação das demonstrações financeiras.
  • 425.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 425 EVIDÊNCIAS EXTERNAS – CONFIRMAÇÃO É a confirmação direta do débito com o devedor. O auditor pode usar um pedido de confirmação:  Positivo – pedem ao devedor que responda se a informação constante do pedido é correta ou incorreta. Se for incorreta, o devedor deverá apontar o erro. PÁGINA 424  Negativo – são para solicitar ao devedor que responda apenas se a informação está errada. PÁGINA 425
  • 426.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 426 Evidência Interna – teste dos registros contábeis e exame da documentação hábil. Procedimentos Analíticos – analisar, pelos vencimentos, os saldos de contas a receber. Controle Interno – segregação de tarefas; autorizações e procedimentos de faturamento.
  • 427.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 427 Segregação de tarefas;  Autorizações;  Procedimentos de faturamento;  Apresentação de Contas a Receber nas Demonstrações Financeiras.
  • 428.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 428 Contas a Receber: relação de tipos de erros das demonstrações financeiras, objetivos de auditoria e testes substantivos de auditoria. Página: 531
  • 429.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 429 AUDITORIA DE ESTOQUES • Determinação de que há bom controle sobre os estoques; • Verificação de que o cliente é realmente o proprietário do estoque; • Determinação de quantidades de estoque em mãos do cliente; • Averiguação e certeza de que o cliente atribui preço adequado a seu estoque; • Determinação se há ônus sobre o estoque; • Determinação da possibilidade de venda do estoque existente; • Determinação da forma correta de apresentação do estoque nas demonstrações financeiras.
  • 430.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 430 OBSERVAÇÃO DO ESTOQUE Esse procedimento ajuda os auditores a atingirem vários objetivos, inclusive aqueles relativos à propriedade, quantidades, existência real e possibilidade de venda. Uma observação bem feita do estoque deve dar ao auditor a certeza com relação às características físicas, qualitativas e quantitativas dos estoques.
  • 431.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 431 PROCEDIMENTOS DO CLIENTE Antes de iniciar a contagem física dos estoques, propriamente dita, o cliente deve dar instruções específicas a todos os empregados sobre o que fazer durante a contagem física. Não cabe ao auditor contar (fazer levantamento) enquanto observa uma contagem de estoque e, sim, verificar a mesma, na base de teste e determinar, em geral as providências para que os resultados sejam exatos.
  • 432.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 432 Estoques: relação de tipos de erros das demonstrações financeiras, objetivos de auditoria e testes substantivos de auditoria. PÁGINA 540
  • 433.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 433 AUDITORIA DO IMOBILIZADO • Determinar sua existência física e a permanência em uso; • Determinar se pertence à empresa; • Determinar se foram utilizados os princípios fundamentais de contabilidade; • Determinar se o imobilizado não contém despesas capitalizadas e, por outro lado, as despesas não contém itens capitalizáveis; • Determinar se os bens do imobilizado foram adequadamente depreciados monetariamente em bases aceitáveis; • Determinar a existência de imobilizado penhorado, dado em garantia ou com restrição de uso;
  • 434.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 434 CAMPO DE EXAME Compreende os direitos que tenham por objeto bens destinados à manutenção das atividades da empresa, ou exercidos com essa finalidade, inclusive os de propriedade industrial ou comercial. Estão igualmente incluídas no campo de exame as contas retificadoras do ativo imobilizado que digam respeito às depreciações, amortizações e exaustões.
  • 435.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 435 REVISÃO DO CONTROLE INTERNO • Alguns pontos de controle interno que podem ser comumente encontrados: • Contagens físicas periódicas; • Balancete periódico entre as fichas individuais do imobilizado com os registros contábeis; • Sistema de autorização para aquisições e vendas de bens do imobilizado; • Sistema de comunicação para os casos de transferências, obsolescência ou baixas de bens do imobilizado; • Limites de capitalização quanto a valores e tempo de vida útil; • Segregação de funções entre o setor de compras e a recepção dos bens do imobilizado.
  • 436.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 436 PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA Exame físico; Confirmação; Documentos originais; Cálculo; Escrituração; Investigação; Inquérito; Registros Auxiliares; Correlação; Observação.
  • 437.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 437 Ativo Imobilizado: relação de tipos de erros das demonstrações financeiras, objetivos de auditoria e testes substantivos de auditoria. PÁGINA 546
  • 438.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 438 Baixas, Depreciação, Exaustão e Amortização: relação de tipos de erros das demonstrações financeiras, objetivos de auditoria e testes substantivos de auditoria. PÁGINA 547
  • 439.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 439 AUDITORIA DE INVESTIMENTOS Determinar:  A existência de um sistema adequado de controle interno sobre investimentos e lucros deles decorrentes;  Que os investimentos apresentados nos registros do cliente realmente existem e são de propriedade deste;  A avaliação adequada para os investimentos e de apresentação correta dos mesmos nas demonstrações financeiras;  A descoberta e divulgação de eventuais ônus sobre os investimentos;  O registro adequado de resultados e de receitas com investimentos.
  • 440.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 440 Quando há títulos envolvidos, considera- se boa prática o auditor examiná-los e confrontá-los com a contagem feita pelo cliente. Se esse procedimento for impraticável, uma alternativa pode ser a confirmação com o encarregado externo da custódia dos bens.
  • 441.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 441 Os investimentos, em geral, são apresentados nas demonstrações financeiras pelo custo ou pelo preço de mercado, o que for mais baixo. Nos caso em que o investidor exerce algum controle sobre a investida, recomenda-se o método da participação proporcional no patrimônio líquido e quando se trata de empresas submetidas a regulamentação especial, os investimentos são apresentados pelo valor de mercado.
  • 442.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 442 Investimentos e outros ativos: relação de tipos de erros das demonstrações financeiras, objetivos de auditoria e testes substantivos de auditoria. LIVRO PÁGINA 552
  • 443.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 443 OBRIGADO !
  • 444.
  • 445.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 445 . ATIVO PASSIVO E PATRIMÔMIO LÍQUIDO CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa, Bancos e Aplicações Financeiras Contas a Receber Estoques Impostos a Recuperar Despesas do Exercício Seguinte Fornecedores Financiamentos Salários e Encargos Sociais Dividendos e Juros sobre Capital Próprio Imposto de Renda a Pagar Impostos a Recolher Adiantamentos de Clientes NÃO CIRCULANTE NÃO CIRCULANTE Realizável a Longo Prazo Investimentos Imobilizado Intangível Financiamentos Impostos e Contribuições a Recolher PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social Reservas de Capital Ajustes de Avaliação Patrimonial – Lei 11.638/07 TOTAL DO ATIVO TOTAL DO PASSIVO e PL
  • 446.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 446 As obrigações representam fontes de recursos e reivindicações de terceiros contra ativos da empresa. Os principais erros no passivo circulante decorrem de subavaliação, valores fictícios, omissões, acréscimos falsos e simulações. Esses erros também são destinados a verificar fins diversos, tais como: falências, desvios de numerário, entre outros.
  • 447.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 447 GRUPOS DE CONTAS, OBJETIVOS E PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA LIVRO PÁGINA 600
  • 448.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 448 O objetivo deste programa é determinar que:  Contas a pagar representam obrigações correntes devidamente autorizadas;  Importância incluídas nas contas a pagar estão adequadamente classificadas, e de conformidade com os Princípios Fundamentais de Contabilidade consistentemente aplicados;  Contas a pagar incluem todas as obrigações correntes significativas.
  • 449.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 449 O objetivo deste programa é determinar que:  O grau de confiabilidade dos registros e saldos contábeis das obrigações sociais e fiscais é adequado;  As obrigações abrangem custos e despesas relativos ao período;  Todas contingências e despesas futuras estimadas foram provisionadas, classificadas e descritas de acordo com os Princípios Fundamentais de Contabilidade, consistentemente aplicados.
  • 450.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 450 Os objetivos do auditor, ao verificar o exigível, compreendem o seguinte:  Verificar se existe controle interno satisfatório sobre o exigível;  Determinar a razoabilidade e a propriedade do passivo registrado;  Certificar-se de que todo o passivo foi registrado, ou seja de que não há item algum do passivo sem registro;  Determinar se os itens do passivo são corretamente apresentados nas demonstrações financeiras.
  • 451.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 451 O objetivo deste programa é determinar que:  As obrigações foram devidamente autorizadas e apropriadamente classificadas e descritas nas demonstrações financeiras;  Passivos são registrados corretamente;  Os respectivos encargos são contabilizados de acordo com os Princípios Fundamentais de Contabilidade;  A contabilização dos encargos é consistentemente efetuada;  As demonstrações financeiras incluem informações adequadas sobre cláusulas restritivas, em encargos, ativos caucionados etc.
  • 452.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 452 CONTAS A PAGAR: RELAÇÃO DE TIPOS DE ERROS DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS, OBJETIVOS DE AUDITORIA E TESTES SUBSTANTIVOS DE AUDITORIA. LIVRO PÁGINA 603
  • 453.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 453 Passivos acumulados: relação de tipos de erros das demonstrações financeiras, objetivos de auditoria e testes substantivos de auditoria. Livro página: 604
  • 454.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 454 Empréstimos e outras dívidas: relação de tipos de erros das demonstrações financeiras, objetivos de auditoria e testes substantivos de auditoria. Livro página: 605
  • 455.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 455 Imposto de Renda: relação de tipos de erros das demonstrações financeiras, objetivos de auditoria e testes substantivos de auditoria. Livro página: 606
  • 456.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 456 OBRIGADO !
  • 457.
  • 458.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 458 Os aspectos mais importantes a verificar, na área, são os de observância dos formalismos legais e estatutários:  Determinar se as ações ou o título de propriedade do capital social foram adequadamente autorizados e emitidos;  Determinar se todas as normas descritas nos estatutos sociais, as obrigações sociais e legais foram cumpridas;
  • 459.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 459  Assegurar-se da organização e atualização dos livros societários, atas de assembléias gerais e de reuniões da diretoria e/ou do Conselho de Administração;  Determinar se o Patrimônio Líquido foi corretamente contabilizado e classificado nas demonstrações contábeis.
  • 460.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 460 Os objetivos da Auditoria das Contas de Patrimônio Líquido consistem nas seguintes finalidade:  Determinar a quantidade de ações ou títulos de propriedade do capital, bem como se tais foram adequadamente autorizados ou emitidos;  Determinar se todas as normas descritas nos estatutos sociais, as obrigações sociais e legais foram cumpridas, tal como for entendido pelo auditor;  Determinar se foram utilizados os Princípios Fundamentais de Contabilidade em bases uniformes;
  • 461.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 461  Determinar a existência de restrições de uso das contas patrimoniais;  Determinar se o Patrimônio Líquido está corretamente classificado nas demonstrações financeiras, se as divulgações cabíveis foram expostas por notas explicativas;  Estabelecer se o tratamento das contas do PL nos casos de reorganização tem sido adequado;
  • 462.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 462  Verificar a disponibilidade do PL quanto a sua distribuição aos acionistas, quotistas ou proprietários;  Verificar a segurança dos comprovantes de requisição de propriedade dos títulos emitidos, entre outras.
  • 463.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 463 Os procedimentos de auditoria a serem utilizados dependem da avaliação do controle interno e da materialidade envolvida, podendo ser descritos separadamente, sem que isto encubra o relacionamento existente entre as diversas contas patrimoniais.
  • 464.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 464 O interesse primordial volta-se para o número de ações registradas em circulação e sua avaliação. As grandes empresas que são representadas pelas S A’s, por exemplo um banco.
  • 465.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 465 Os testes feitos pelo auditor compõem-se de:  soma do número de ações registradas e conferência dos totais com o razão geral;  teste de informação detalhada dos dois registros, para ver se confirmam;  exame de certificados cancelados, para verificar se realmente se fez o cancelamento, e;  exame de certificados não emitidos, para assegurar que não houve emissão sem autorização.
  • 466.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 466 O auditor deve certificar-se da correção das contas de capital. Todas as declarações devem ser conferidas com as atas de Assembleia de Acionistas.
  • 467.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 467 : A principal técnica é o exame de transação que deu origem aos valores registrados. Os lançamentos usados para registro dessas transações devem ser conferidos por meio dos registros contábeis e comparados com quaisquer outros elementos de prova disponíveis.
  • 468.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 468 Verificar a apresentação correta e divulgação apropriada. Certas regras básicas de divulgação são:  devem-se separar os valores realizados e os a integralizar;  o capital deve ser apresentado por um valor adequado a sua natureza;
  • 469.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 469  em geral, deve-se divulgar as fontes dos diversos componentes do capital integralizado;  as apropriações dos lucros devem ser identificadas e devem ter fundamentação lógica e razoável;  as restrições aplicáveis aos pagamentos de dividendos devem ser divulgadas.
  • 470.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 470 Capital e outros itens patrimoniais: relação de tipos de erros das demonstrações financeiras, objetivos de auditoria e testes substantivos de auditoria LIVRO PÁGINA 626
  • 471.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 471 As informações dos fluxos de caixa de uma entidade são úteis para proporcionar aos usuários das demonstrações contábeis uma base para avaliar a capacidade de a entidade gerar caixa e equivalentes de caixa, bem como suas necessidades de liquidez.
  • 472.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 472 DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA As informações dos fluxos de caixa de uma entidade são úteis para proporcionar aos usuários das demonstrações contábeis uma base para avaliar a capacidade de a entidade gerar caixa e equivalentes de caixa, bem como suas necessidades de liquidez. As decisões econômicas que são tomadas pelos usuários exigem avaliação da capacidade de a entidade gerar caixa e equivalentes de caixa, bem como da época e do grau de segurança de geração de tais recursos.
  • 473.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 473 A entidade deve elaborar demonstração dos fluxos de caixa e apresentá-la como parte integrante das suas demonstrações contábeis divulgadas ao final de cada período.
  • 474.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 474 Quando usada em conjunto com as demais demonstrações contábeis, proporciona informações que habilitam os usuários a avaliar as mudanças nos ativos líquidos de uma entidade, sua estrutura financeira (inclusive sua liquidez e solvência) e sua capacidade para alterar os valores e prazos dos fluxos de caixa, a fim de adaptá-los às mudanças nas circunstâncias e oportunidades.
  • 475.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 475 OBRIGADO !
  • 476.
  • 477.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 477 O volume de lançamentos é muito grande, assim como o de comprovantes, e a possibilidade de erros, intencionais ou não, é infinita. A época mais indicada para efetuar esse trabalho é o da visita anterior ao encerramento do exercício.
  • 478.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 478 Uma forma bastante recomendável é a comparabilidade dos valores ao longo dos meses, seja do próprio exercício, seja do exercício anterior. O auditor deverá munir-se dos balancetes dos dois períodos citados, transcrever os totais, mês a mês, conta por conta, num papel de trabalho e analisar as variações.
  • 479.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 479 CAMPO DE EXAME As contas de receitas e despesas têm influência direta nas contas de disponibilidades. Por esse motivo, estão mais sujeitas à tentação de fraude. Assim todas as contas que interferem no resultado do exercício fazem parte da área de exame.
  • 480.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 480 :  Determinar se todas as receitas, custos e despesas atribuídos ao período estão devidamente comprovados e contabilizados;  Determinar se todas as receitas, custos e despesas não atribuídos ao período ou que beneficiem exercícios futuros estão corretamente diferidos;
  • 481.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 481  Determinar se as receitas, custos e despesas estão contabilizados de acordo com os Princípios Fundamentais de Contabilidade, em bases uniformes;  Determinar se as receitas, custos e despesas estão corretamente classificados nas demonstrações contábeis, e se as divulgações cabíveis foram expostas por notas explicativas.
  • 482.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 482 O objetivo maior nessas contas é a busca de índicios, ou a própria detecção de fraudes, desvios, sonegação, apropriação, ou outros tipos de delitos praticados contra o patrimônio da empresa, intencionalmente ou por falhas do controle, praticados pelos administradores ou por empregados desleais.
  • 483.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 483 Deve ter por base a competente autorização para as despesas e o acompanhamento de seu registro final, de formas a evitar que a mesma despesa possa ser objeto de mais de um pagamento.
  • 484.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 484 O sistema de vendas a vista deve ter sua maior preocupação em evitar o subfaturamento das vendas, além de assegurar que todas as notas emitidas sejam efetivamente registradas no caixa.
  • 485.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 485 O auditor deve avaliar os seguintes pontos: • A natureza das operações incluídas na conta; • A extensão do controle interno sobre operações;
  • 486.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 486 • Algumas operações incomuns podem ser submetidas a menor controle interno do que outras operações mais comuns e numerosas; • A importância relativa das operações; • A extensão em que outros testes forneceram, indiferentemente, comprovação para o saldo da contas.
  • 487.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 487 Ao examinar tais contas, o auditor geralmente prepara uma análise de conta, retroagindo da conta do razão para os documentos originais do registro.
  • 488.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 488 Para cada lançamento, ele procura respostas a estas perguntas:  foi a operação autorizada?  parece ela ser uma operação razoável para a empresa em exame?  foi ela registrada de acordo com sólidos princípios de contabilidade e com a praxe contábil da empresa?
  • 489.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 489 Os procedimentos gerais referentes às Contas de Despesa são:  verificação de que os registros subsidiários coincidem com os saldos do balanço e de que se constituem em base adequada para a execução dos testes de auditoria;  revisão das principais práticas contábeis quanto a sua adequação e uniformidade de sua aplicação;  exame de transações com partes relacionadas.
  • 490.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 490  Custo dos produtos vendidos;  Custo não absorvido na produção;  Distribuição na folha de pagamento;  Despesas de vendas;  Despesas administrativas;  Provisão para créditos de liquidação duvidosa;  Depreciações;  Despesas financeiras.
  • 491.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 491 Vendas e outras receitas e provisões relacionadas: relação de tipos de erros das demonstrações financeiras, objetivos de auditoria e testes substantivos de auditoria. LIVRO PÁGINA 663
  • 492.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 492 Custo das vendas: relação de tipos de erros das demonstrações financeiras, objetivos de auditoria e testes substantivos de auditoria. LIVRO PÁGINA 664
  • 493.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 493 Despesas com juros: relação de tipos de erros das demonstrações financeiras, objetivos de auditoria e testes substantivos de auditoria. LIVRO PÁGINA 665
  • 494.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 494 Despesas operacionais: relação de tipos de erros das demonstrações financeiras, objetivos de auditoria e testes substantivos de auditoria. LIVRO PÁGINA 666
  • 495.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 495 Outras receitas e despesas: relação de tipos de erros das demonstrações financeiras, objetivos de auditoria e testes substantivos de auditoria. LIVRO PÁGINA 666
  • 496.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 496 Títulos negociáveis (aplicações financeiras): relação de tipos de erros das demonstrações financeiras, objetivos de auditoria e testes substantivos de auditoria. LIVRO PÁGINA 667
  • 497.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 497 Renda oriunda de caixa e títulos negociáveis: relação de tipos de erros das demonstrações financeiras, objetivos de auditoria e testes substantivos de auditoria. LIVRO PÁGINA 668
  • 498.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 498 Os critérios para elaboração e apresentação da Demonstração do Valor Adicionado (DVA) representam um dos elementos componentes do Balanço Social e têm por finalidade evidenciar a riqueza criada pela entidade e sua distribuição, durante determinado período.
  • 499.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 499 A entidade, sob a forma jurídica de sociedade por ações, com capital aberto, e outras entidades que a lei assim estabelecer, devem elaborar a DVA e apresentá-la como parte das demonstrações contábeis divulgadas ao final de cada exercício social. É recomendado, entretanto, a sua elaboração por todas as entidades que divulgam demonstrações contábeis.
  • 500.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 500 OBRIGADO !
  • 501.
  • 502.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 502 O deste programa é verificar aquelas contas, sejam patrimoniais ou de resultados, que não tenham sido abrangidas nos exames feitos por meio dos outros programas.
  • 503.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 503 O deve incluir não só as contas referidas, mas também aquelas que tenham sido encerradas durante o exercício, isto é, antes do final do exercício.
  • 504.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 504 Deve-se verificar se tais contas guardam certa uniformidade em relação ao exercício anterior. Outro teste é o de em relação a sua finalidade e às necessidades operacionais da empresa.
  • 505.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 505 Caso haja orçamentos prévios, ou estimativas, ou previsões:  Deve-se fazer a comparação, para verificar a irregularidade;  Deve-se inspecionar o movimento das contas, em busca de flutuações acentuadas, lançamentos inusitados, contrapartidas incomuns e outros fatores anormais;
  • 506.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 506  pesquisar e analisar para assegurar-se de sua razoabilidade;  Verificar o crescimento/decréscimo das vendas e sua relação com o custo dos produtos vendidos, o lucro bruto e qualquer outra conta diretamente ligada às flutuações operacionais.
  • 507.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 507 OBRIGADO !
  • 508.
  • 509.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 509 O auditor deve considerar em seu parecer os efeitos decorrentes de transações e eventos subsequentes relevantes ao exame das Demonstrações Contábeis, mencionando-os como ressalva ou em parágrafo de ênfase, quando não ajustadas ou reveladas adequadamente.
  • 510.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 510 O auditor deve considerar três situações de eventos subsequentes: • os ocorridos entre a data do término do exercício social e a data da emissão do parecer; • os ocorridos depois do término do trabalho de campo e da emissão do parecer, e antes da divulgação das Demonstrações Contábeis; e • os conhecidos após a divulgação das Demonstrações Contábeis.
  • 511.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 511 Para ter condições de formar opinião sobre as Demonstrações Contábeis, considerando os efeitos relevantes das transações e eventos subsequentes ao encerramento do exercício social, o auditor deve considerar: • os procedimentos da administração para que os eventos sejam divulgados;
  • 512.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 512 • os atos e fatos administrativos registrados em atas de reuniões de acionistas, administradores e outros órgãos estatutários; • os informes de qualquer espécie divulgados pela entidade; • a situação de contingências conhecidas e reveladas pela administração e pelos advogados da entidade; e • a existência de eventos não revelados pela administração nas Demonstrações Contábeis e que tenham efeitos relevantes sobre as mesmas.
  • 513.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 513 Transações e eventos subsequentes que proporcionam evidência adicional de condições que existiam no fim do período auditado e requerem julgamento profissional e conhecimento dos fatos e circunstâncias: • perda em contas a receber decorrente da falência do devedor; e • pagamento ou sentença judicial.
  • 514.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 514 Transações e eventos subsequentes havidos entre a data de término do exercício social e a data da divulgação das Demonstrações Contábeis são: • aporte de recursos, inclusive como aumento de capital; • compra de nova subsidiária ou de participação adicional relevante em investimento anterior; • destruição de estoques ou estabelecimento em decorrência de sinistro; • alteração do controle societário.
  • 515.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 515 Eventos Subsequentes à data do balanço são aqueles, sejam eles favoráveis ou desfavoráveis, que ocorrem entre a data do balanço e a data na qual é autorizada a conclusão da elaboração das demonstrações contábeis. Dois tipos de eventos podem ser identificados:  os que evidenciam condições que já existiam na data do balanço (eventos subsequentes à data do balanço que originam ajustes); e  os que são indicadores de condições que surgiram subsequentemente à data do balanço (eventos subsequentes à data do balanço que não originam ajustes).
  • 516.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 516 RECONHECIMENTO E MENSURAÇÃO Eventos Subsequentes à Data do Balanço que Originam Ajustes A entidade deve ajustar os valores reconhecidos em suas demonstrações contábeis para que reflitam eventos subsequentes à data do balanço que venham a confirmar as condições existentes até aquela data.
  • 517.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 517 Alguns tipos de eventos subsequentes à data do balanço que exigem que a entidade ajuste os valores reconhecidos em suas demonstrações contábeis ou reconheça itens que não tenham sido previamente reconhecidos:  o pagamento ou a divulgação de uma decisão definitiva relacionado a um processo judicial, confirmando que a entidade já tinha uma obrigação presente na data do balanço.
  • 518.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 518  a obtenção de informação indicando que um ativo estava deteriorado na data do balanço ou que o montante de um prejuízo por deterioração previamente reconhecido em relação àquele ativo precisa ser ajustado. Como por exemplo:  a falência ou a recuperação judicial de um cliente normalmente confirma que já existia potencialmente um prejuízo em uma conta a receber na data do balanço, e que a entidade precisa ajustar o valor contábil da conta a receber;  a venda de estoques com prejuízo pode proporcionar evidência sobre o valor de realização líquido desses estoques na data do balanço;
  • 519.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 519  a determinação do custo de ativos comprados ou do valor de ativos recebidos em troca de ativos vendidos antes da data do balanço;  a determinação do valor referente ao pagamento de participação nos lucros ou referente a gratificações, no caso de a entidade ter, na data do balanço, uma obrigação presente legal não formalizada de fazer tais pagamentos em decorrência de eventos ocorridos antes daquela data; e  a descoberta de fraude ou erros mostra que as demonstrações contábeis estavam incorretas.
  • 520.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 520 Eventos Subsequentes à Data do Balanço que Não Originam Ajustes A entidade não deve ajustar os valores reconhecidos em suas demonstrações contábeis por eventos subsequentes à data do balanço que reflitam circunstâncias que surgiram após aquela data.
  • 521.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 521 Um exemplo de evento subsequente que não origina ajustes é o declínio do valor de mercado de investimentos ocorrido no período entre a data do balanço e a data de autorização de conclusão da elaboração das demonstrações contábeis. O declínio do valor de mercado não se relaciona normalmente à condição do investimento na data do balanço, mas reflete circunstâncias que surgiram no período seguinte. Portanto, uma entidade não ajusta os valores reconhecidos para o investimento em suas demonstrações contábeis. Igualmente, a entidade não atualiza os valores divulgados para os investimentos na data do balanço, embora possa precisar efetuar uma divulgação adicional.
  • 522.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 522 Dividendos Juntamente com as demonstrações contábeis do exercício, os órgãos da administração da entidade devem apresentar proposta, conforme legislação vigente, sobre a destinação a ser dada ao lucro líquido do exercício, o que inclui a distribuição de dividendos. Essa proposição deve atender ao menos aos requisitos mínimos estabelecidos na legislação em vigor e nos estatutos da entidade.
  • 523.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 523 Procedimentos de Auditoria sobre Transações e Eventos ocorridos entre o término do exercício e a emissão do Parecer O auditor deve planejar e executar procedimentos para obter evidência de auditoria suficiente e apropriada de que todas as transações e os eventos ocorridos no período, e que podem requerer ajuste nas Demonstrações Contábeis e suas notas explicativas, foram identificados.
  • 524.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 524 Esses procedimentos são adicionais àqueles, normalmente, aplicados a transações específicas ocorridas após o fim do período, com o objetivo de obter evidência de auditoria quanto a saldos de contas no fim dele, como, por exemplo, o teste do corte de estoques e pagamentos a credores. Entretanto, não se exige que o auditor proceda a uma revisão contínua de todos os assuntos que foram objeto de procedimentos anteriores.
  • 525.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 525 Transações e Eventos ocorridos após emissão do Parecer, e a divulgação das Demonstrações Contábeis O auditor não é responsável pela execução de procedimentos ou indagações sobre as Demonstrações Contábeis após a data do seu Parecer. Durante o período entre as datas do Parecer do auditor e a de divulgação das Demonstrações Contábeis, a administração é responsável por informar ao auditor fatos que possam afetar as Demonstrações Contábeis.
  • 526.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 526 Quando, após a data do Parecer do auditor, mas antes da divulgação das Demonstrações Contábeis o auditor tomar conhecimento de fato que possa afetar de maneira relevante as Demonstrações Contábeis, ele deve decidir se elas devem ser ajustadas, discutir o assunto com a administração e tomar as medidas apropriadas às circunstâncias.
  • 527.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 527 Transações e Eventos conhecidos após a divulgação das Demonstrações Contábeis Após a divulgação das Demonstrações Contábeis, o auditor não tem responsabilidade de fazer qualquer indagação sobre essas demonstrações.
  • 528.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 528 Quando, após a divulgação das Demonstrações Contábeis, o auditor tomar conhecimento de fato anterior à data do seu Parecer e que, se fosse conhecido naquela data, poderia tê-lo levado a emitir o documento com conteúdo diverso do que foi, o auditor deve decidir se as Demonstrações Contábeis precisam de revisão, discutir o assunto com a administração e tomar as medidas apropriadas às circunstâncias.
  • 529.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 529 Em certas situações, o auditor pode julgar desnecessária a alteração das Demonstrações Contábeis e a emissão de novo Parecer, como, por exemplo, quando estiver iminente a emissão das Demonstrações Contábeis relativas ao período seguinte, desde que elas contemplem os necessários ajustes e/ou contenham as informações normalmente divulgadas.
  • 530.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 530 OFERTA DE VALORES MOBILIÁRIOS AO PÚBLICO O auditor deve considerar qualquer exigência legal e atinente a ele aplicável em todas as jurisdições em que os valores mobiliários estiverem sendo oferecidos.
  • 531.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 531 Por exemplo, o auditor pode ser obrigado a executar procedimentos de auditoria adicionais até a data do documento de oferta final, que, normalmente, devem incluir a execução dos procedimentos mencionados no item 17.4 até a data, ou próximo da data efetiva, do documento final de oferta. Também devem incluir a leitura do documento de oferta para avaliar se outras informações nele contidas se harmonizam com as informações contábeis com que o auditor estiver relacionado.
  • 532.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 532 OBRIGADO !
  • 533.
  • 534.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 534 O trabalho no campo chegou ao fim. Resta a tarefa final, talvez a mais importante, aquela de verificar se tudo o que devia ser feito o foi. E se nisso foi aplicada a diligência requerida, se nada ficou negligenciado.
  • 535.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 535 Todo o trabalho realizado ficou consubstanciado nos papéis de trabalho, todas as informações necessárias para formar a opinião do auditor e emitir seus relatórios ali estão contidas, fica evidente que são esses papéis de trabalho que devem, agora, ser atentamente revisados, desde a primeira até a última folha.
  • 536.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 536 PROCEDIMENTOS A revisão abrange todas as folhas dos papéis de trabalho e alcança os documentos neles anexados. Deve-se verificar não só a parte meramente formal do preenchimento mas também o que está neles contido: • Abrangência dos programas; • As análises das contas; • Os ajustes propostos; • As conclusões anotadas; • Os procedimentos executados.
  • 537.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 537 REVISÃO COM O CLIENTE É recomendável que o auditor se reúna com as pessoas responsáveis do cliente e confronte com as mesmas suas conclusões:  as discrepâncias,  os ajustes,  outros pontos em que a auditoria não concordou inteiramente com os registros e demonstrações que lhes foram submetidas.
  • 538.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 538 CARTA DE REPRESENTAÇÃO A Carta de Responsabilidade da Administração é o documento que deve ser emitido pelos administradores da entidade, cujas Demonstrações Contábeis estão sendo auditadas.
  • 539.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 539 Essa Carta é endereçada ao Auditor Independente, confirmando as informações e os dados a ele fornecidos, assim como as bases de preparação, apresentação e divulgação das Demonstrações Contábeis submetidas para exame de acordo com as Normas de Auditoria Independente das Demonstrações Contábeis.
  • 540.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 540 Reconhecimento por parte da Administração de sua responsabilidade pelas Demonstrações Contábeis O auditor deve obter evidência de que a Administração reconhece sua responsabilidade pela preparação e apresentação adequada, assim como pela aprovação das Demonstrações Contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil ou outro conjunto de Normas Contábeis que sejam aplicáveis nas circunstâncias.
  • 541.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 541 Declarações da Administração como evidência de Auditoria O auditor deve obter declarações por escrito da Administração sobre assuntos significativos para as Demonstrações Contábeis sempre que não se possa ter expectativa razoável quanto à existência de outra evidência de auditoria pertinente.
  • 542.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 542 A possibilidade de mal-entendidos entre o Auditor e a Administração é reduzida quando declarações verbais são confirmadas por escrito pela Administração. Assuntos que devem ser incluídos em uma Carta da Administração.
  • 543.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 543 O Auditor deve obter declaração por escrito da Administração que: • reconhece sua responsabilidade pela elaboração e implementação de controles internos para prevenir e identificar erros; • acredita que os efeitos agregados de distorções não ajustadas são irrelevantes, individualmente ou em conjunto, para as Demonstrações Contábeis como um todo. Resumo de tais itens deve ser incluído ou anexado à Carta de Responsabilidade da Administração.
  • 544.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 544 No decorrer da auditoria, a Administração da entidade auditada faz declarações ao Auditor, espontaneamente ou em resposta a indagações específicas. Quando essas declarações estão relacionadas com assuntos que sejam significativos para as Demonstrações Contábeis, o Auditor deve:
  • 545.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 545  buscar evidência comprobatória de auditoria com base em fontes dentro e fora da entidade;  avaliar se as declarações feitas pela administração são razoáveis e consistentes com outras evidências de auditoria obtidas, incluindo outras declarações; e  analisar se as pessoas que fazem as declarações podem ser consideradas bem informadas sobre assuntos específicos sob os quais emitiram suas declarações.
  • 546.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 546 Documentação das Declarações da Administração Uma declaração por escrito é uma evidência de auditoria melhor do que uma declaração verbal e pode assumir, por exemplo, as seguintes formas:
  • 547.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 547 carta com as declarações de responsabilidade da Administração; carta do auditor descrevendo, resumidamente, seu entendimento das declarações da administração, devidamente reconhecidas e confirmadas pela administração; ou atas de reuniões do Conselho de Administração, dos sócios ou de órgão da Administração com função semelhante.
  • 548.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 548 Elementos básicos da Carta com as Declarações de Responsabilidade da Administração A Carta de Responsabilidade da Administração com as suas declarações deve ser endereçada aos auditores independentes e deve conter, no mínimo, as seguintes informações específicas, sempre que, a juízo destes, essas informações sejam significativas para formar opinião sobre as Demonstrações Contábeis que estão auditando, a saber:
  • 549.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 549  fazer referência às Demonstrações Contábeis cobertas pelo parecer de auditoria, incluindo seus principais valores (ativo total, passivos, patrimônio líquido, lucro líquido ou outros julgados importantes para a identificação);  mencionar que a Administração está ciente de sua responsabilidade pela adequada preparação e apresentação das Demonstrações Contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil (ou outro conjunto de normas que seja aplicável), divulgando as principais bases de avaliação dos ativos e dos passivos e de reconhecimento de receitas e despesas;
  • 550.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 550  mencionar que a Administração cumpriu com as normas e os regulamentos a que a entidade está sujeita;  mencionar que o Sistema Contábil e de controle interno adotado pela entidade auditada é de responsabilidade da Administração e adequado ao seu tipo de atividade e volume de transações;
  • 551.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 551  confirmar que todas as transações efetuadas no período coberto pelas Demonstrações Contábeis foram devidamente registradas nos livros contábeis;  confirmar que as estimativas contábeis foram efetuadas sob responsabilidade da Administração, com base em dados consistentes e que os riscos e incertezas existentes foram divulgados nas Demonstrações Contábeis;
  • 552.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 552  confirmar que não existem contingências ambientais, fiscais, trabalhistas, previdenciárias ou de outras naturezas que possam afetar, substancialmente, a situação patrimonial e financeira da entidade auditada além daquelas que foram divulgadas nas Demonstrações Contábeis;  confirmar a relação de todos os consultores jurídicos externos que representaram ou patrocinaram causas envolvendo a entidade auditada até a data da carta;
  • 553.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 553  confirmar que não existe nenhum fato conhecido que possa impedir a continuidade normal das atividades da entidade;  confirmar que todos os livros contábeis e os registros auxiliares, inclusive atas de reuniões de acionistas ou sócios, diretores ou conselheiros e outros documentos comprobatórios, foram colocados à disposição dos Auditores, e que não existem outros além daqueles disponibilizados. Quanto mais específica for a Carta melhor será a sua utilidade. Portanto, o auditor independente deve considerar a hipótese de serem listados as atas e os outros documentos que a seu julgamento sejam importantes;
  • 554.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 554 A Carta de Responsabilidade da Administração deve ser assinada pelos membros da Administração que sejam os principais responsáveis pela entidade e sua movimentação financeira, assim como pelo Contador responsável pelas Demonstrações Contábeis, de forma a cobrir os aspectos contábeis com base no melhor entendimento e juízo desses executivos.
  • 555.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 555 Em determinadas circunstâncias, o Auditor pode considerar necessário obter cartas com declarações de responsabilidade de outros membros da Administração. Por exemplo, o Auditor pode requerer uma declaração por escrito de que todas as atas das assembleias dos acionistas, do Conselho de Administração e dos Comitês relevantes lhe foram disponibilizadas.
  • 556.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 556 Ação a ser adotada caso a Administração se recuse a prestar Declarações. A recusa da Administração em fornecer parcial ou totalmente a Carta de Responsabilidade constitui-se numa limitação de escopo, e o Auditor deve expressar parecer com ressalva ou com abstenção de opinião. No caso de declaração parcial, o Auditor deve reavaliar a confiança depositada em outras declarações feitas pela Administração no decorrer da auditoria.
  • 557.
    AUDITORIA CONTÁBIL Auditoria Contábil SilvioAparecido Crepaldi 557 OBRIGADO !