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O objetivo desta matéria é apresentar aos discentes os
fundamentos básicos de auditoria, com a demonstrações das
normas contábeis mais atualizadas, as técnicas aplicáveis e as
questões que envolvem a prevenção de erros e fraudes.
Com aplicação prática, finalmente os discentes estarão
preparados para se situarem e atuarem nas diversas
demandas de auditoria contábil, seja interna ou externa, seja
independente ou não.
Profº Moisés Bagagi
I. Fundamentos de auditoria
II. O objeto da auditoria contábil
III. Técnicas de auditoria
IV. Execução das auditorias
V. Finalização da auditoria
Profº Moisés Bagagi
AGENDA
Auditoria
1. Introdução à auditoria
2. Processo de auditoria
3. Normas de auditoria
4. Parecer de auditoria
I. Fundamentos de auditoria
4
Auditoria
Auditoria é uma especialização contábil voltada a testar a eficiência e
eficácia do controle patrimonial implantado com o objetivo de expressar
uma opinião sobre determinado dado. É uma função independente de
avaliação, estabelecida para examinar e avaliar internamente as atividades
de uma empresa, através de exames minuciosos e sistemático das
atividade desenvolvidas.
O objetivo é aumentar o grau de confiança dos usuários em relação ao
objeto. O objeto, dessa forma, se dará variavelmente conforme o fim a que
se destina ou o que se tem em vista.
Pode ser interna ou externa, contábil, de processos, de gestão, jurídica e
etc.
1. Introdução à auditoria
Auditoria
O processo de auditoria precisa seguir uma metodologia rigorosa e ser
executado de maneira sistemática para que o objetivo dos trabalhos
possam ser alcançados.
A partir das afirmações propostas pela empresa, o auditor começa a
trabalhar a análise da afirmação (com revisão analítica, planejamento,
conhecimento e conteúdo do planejamento), seguindo com avaliação da
afirmação (nível de controle interno, subjetividade inerente, integridade,
ponderação da relevância e do risco relativo). Logo adiante, a obtenção
dos elementos comprobatórios (documentos, testes e verificações) e para
poder formar a opinião (parecer) sobre a afirmação.
2. Processo de auditoria
Auditoria
2. Processo de auditoria
AFIRMAÇÃOANÁLISE DA
AFIRMAÇÃO
AVALIAÇÃO
DA
AFIRMAÇÃO
OBTENÇÃO DOS
ELEMENTOS
COMPROBATÓRIOS
FORMAÇÃO
DE OPINIÃO
Auditoria
Há padrões técnicos estabelecidos que objetivam qualificação na
condução dos trabalhos de auditoria a fim de garantir atuação consistente
tecnicamente do auditor e de seu parecer, assegurando, a todos aqueles
que dependem de sua opinião, o observação dos requisitos indispensáveis
a um trabalho confiável, rigoroso e ético.
As normas de auditoria (vide bibliografia indicada) diferem dos
procedimentos de auditoria, uma vez que eles se relacionam com as ações
a serem praticadas, conquanto as normas tratam das medidas de
qualidade da execução destas ações e dos objetivos a serem alcançados
através dos procedimentos. As normas dizem respeito não apenas às
qualidades profissionais do auditor, mas também a sua avaliação pessoal
pelo exame efetuado e do relatório emitido.
3. Normas de auditoria
Auditoria
1. Ver páginas 55 a 92 do livro Auditoria: Conceito e Aplicações – William
Attie;
2. Ver páginas 243 a 325 do Livro Auditoria Contábil: Teoria e Prática -
Silvio Aparecido Crepaldi;
3. Ver páginas 11 a 35 do livro Fundamentos de Auditoria: Auditoria
Contábil e Outras Aplicações de Auditoria – Ruth Carvalho de Santana
Pinho.
3. Normas de auditoria
Auditoria
O processo de auditoria culmina na expressão de um parecer pelo auditor.
O parecer da auditoria é o instrumento pela qual o auditor expressa sua
opinião, com observância às normas de auditoria, após a realização de
todo o trabalho de campo.
A emissão do parecer reflete o entendimento do auditor acerca dos dados
em exame, de uma forma padrão e resumida que dê, aos leitores, em
geral, uma noção exata dos trabalhos que realizou e o que concluiu.
O parecer do auditor pode ser de concordância sem ressalvas, de
concordância com ressalvas, de parecer adverso e abstenção de opinião,
conforme as normas e resoluções do CFC.
4. Parecer de auditoria
Auditoria
1. Demonstrações contábeis
2. Princípios de contabilidade
3. Controles internos
II. O objeto da auditoria contábil
11
Auditoria
O objeto da auditoria é o conjunto de todos os elementos de controle do
patrimônio administrado, os quais compreendem registros contábeis,
papéis, documentos, fichas, arquivos e anotações que comprovem a
legitimidade dos autos da administração, bem como sua sinceridade na
defesa dos interesses patrimoniais.
Pode inclusive, ter por objeto fatos não registrados documentalmente, além
de informações obtidas fora da empresa, como contas de terceiros e
saldos bancários, desde que, estas informações estejam relacionadas
àqueles que exercem administração do patrimônio e mereçam confiança
por parte dos auditores por apresentar-se como evidências seguras e
relevantes ao trabalho da auditoria.
II. O objeto da auditoria contábil
Auditoria
 São uma representação estruturada da posição patrimonial e financeira
 O objeto das DC é proporcionar informações às partes interessadas
 Apresentam os resultados da atuação da administração na gestão da
entidade acercado dos ativos, passivos, patrimônio líquido, receitas,
despesas, ganhos, perdas, alterações na estrutura de capital e fluxo de
caixa.
Sendo assim, a Deliberação CVM nº 595, orientando as demonstrações
contábeis* determina que o conjunto completo de demonstrações
contábeis inclua:
* Ver Lei nº 6.404/76 e Lei nº 11.638/07
1. Demonstrações contábeis
Auditoria
 Balanço Patrimonial ao final do período (BP);
 Demonstração do Resultado ao final do período (DRE);
 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL);
 Demonstração dos resultado abrangente (podendo ser apresentado em
quadro demonstrativo próprio ou como parte integrante do DMPL);
 Demonstração do Valor Adicionado (DVA), conforme CPC 09;
 Notas Explicativas, contendo resumo das políticas contábeis
significativas e outras informações explanatórias;
OBS: É imprescindível considerar a Lei nº 6.404/76 e Lei nº 11.638/07, os
Pronunciamentos Técnicos do CPC, além das Deliberações da CVM.
1. Demonstrações contábeis
Auditoria
Os princípios de contabilidade geralmente aceitos são os preceitos
resultantes do desenvolvimento da aplicação prática dos princípios
técnicos emanados da Contabilidade, de uso predominante no meio em
que se aplicam, proporcionando interpretação uniforme das demonstrações
financeiras.
Esses princípios permitem aos usuários fixar padrões de comparação e de
credibilidade, aumentando a utilidade dos dados e facilitando sua
interpretação.
Assim como toda vertente da ciência, além das funções técnico-
profissionais, alguns princípios são definidos para servirem da base
fundamental para orientação e condução de determinados eventos.
2. Princípios de contabilidade
Auditoria
 Princípio da entidade;
 Princípio da continuidade;
 Princípio da oportunidade;
 Princípio do registro pelo valor original;
 Princípio da competência; e,
 Princípio da prudência.
Os trabalhos de auditoria devem ser feitos em conformidade aos princípios
contábeis, já que uma das preocupações da auditoria é verificar, de um
lado, a adesão, e, por outro lado, a uniformidade na aplicação dos
princípios de contabilidade.
2. Princípios de contabilidade
Auditoria
De uma forma cada vez mais crescente, começamos a dar a devida
importância aos métodos científicos de administração, embora seja
praticamente desconhecida uma acepção clara de controle interno. Às
vezes, de maneira equivocada, imagina-se ser o controle interno sinônimo
de auditoria interna. A auditoria interna equivale a um trabalho organizado
de revisão e apreciação dos controles internos, pois, segundo o Comitê de
Procedimentos de Auditoria do Instituto Americano de Contadores Públicos
Certificados (AICPA) dos Estado Unidos, “o controle interno compreende o
plano de organização e o conjunto coordenado dos métodos e medidas,
adotados pela empresa, para proteger seu patrimônio, verificar a exatidão
e a fidedignidade de seus dados contábeis, promover a eficiência
operacional e encorajar a adesão à política traçada pela administração.”
3. Controles internos
Auditoria
1. Procedimentos de auditoria
2. Papéis de trabalho
3. Planejamento de auditoria
4. Avaliação dos controles internos
III. Técnicas de auditoria
18
Auditoria
O desempenho da atividade de auditoria requer, como em qualquer outra
função, a utilização de ferramentas de trabalho que possibilitem formar
uma opinião. Geralmente, o objetivo da auditoria é fundamentar seu ponto
de vista com fatos, evidências e informações possíveis, necessárias e
materiais.
É prerrogativa do auditor identificar e atestar a validade de qualquer
afirmação, aplicando os procedimentos adequados a cada caso. A
aplicação dos procedimentos de auditoria precisa estar atrelada ao objetivo
que se quer atingir. O objetivo é a meta a ser alcançada. Os procedimentos
são os caminhos que levam a consecução do objetivo.
1. Procedimentos de auditoria
Auditoria
Procedimentos de auditoria são as investigações técnicas que, tomadas
em conjunto, permitem a formação fundamentada da opinião do auditor
sobre as demonstrações contábeis ou sobre o trabalho realizado.
Logo, os procedimentos de auditoria são as ferramentas técnicas, das
quais o auditor se utiliza para a realização do seu trabalho, consistindo na
reunião das informações possíveis e necessárias e avaliação das
informações obtidas, para a formação de sua opinião imparcial.
A seguir, vamos brevemente citar os procedimentos de auditoria.
1. Procedimentos de auditoria
Auditoria
Bases sólidas. É nisto que precisa estar fundamentada o parecer do
auditor. O que garante este alicerce são os fatos comprovados, evidências
factuais e informações irrefutáveis.
O auditor é um elemento ligado a investigações minuciosas que lhe dêem
a certeza de que os dados submetidos a exame são, ou não, exatos. O
auditor atua como o fiel da balança, não se permitindo chegar a conclusões
precipitadas ou dar vazão a interferências e ponto de vistas não técnicos.
Logo, cada prova precisa ser adequadamente pesada. Todo ponto de vista
deve ser analisado.
1. Procedimentos de auditoria
Auditoria
Por causa da complexidade e do volume das operações realizadas pelas
empresas, os procedimentos de auditoria são aplicadas por meio de
provas seletivas, testes e amostragem. A aplicação de amostragem
estatística tem sido vantajoso e, não restringe o julgamento do auditor.
A oportunidade com que se aplicam os procedimentos de auditoria implica
a fixação de época apropriada a sua realização.
Por isso, a oportunidade deve ser vista e perseguida permanentemente,
sempre baseada em fatos, evidências e informações, com a extensão e
profundidade adequadas.
1. Procedimentos de auditoria
Auditoria
Exame Físico:
O exame físico é a verificação in loco, e deverá proporcionar ao auditor a
formação quanto a existência física do objeto ou item examinado. O exame
físico realizado pelo auditor deve conter as seguintes características:
 Identificação: comprovação através do exame visual do examinado;
 Existência física: comprovação visual de que o objeto examinado existe;
 Autenticidade: discernimento de que o objeto examinado é fidedigno;
 Quantidade: dar-se por satisfeito somente quando a apuração
comprovar a existência das quantidades reais;
 Qualidade: exame visual de que o objeto examinado permanece em
uso, não deteriorado e merecedor de fé.
1. Procedimentos de auditoria
Auditoria
Confirmação:
A confirmação implica a obtenção de declaração formal e imparcial de
pessoas independentes à empresas e que estejam habilitadas para tal.
Para ser competente, a prova deve ser tanto válida quanto relevante. A
validade do elemento comprobatório é tão dependente das circunstâncias
em que é obtida, que generalizações sobre a confiança nos vários tipos de
provas estão sujeitos a sérias restrições.
Uma vez determinada a aplicação do procedimento de confirmação ara o
item em exame, deve-se levar em consideração:
• Data-base de confirmação;
• Amplitude do teste de confirmação; e,
• Tipo de confirmação a ser empregado.
1. Procedimentos de auditoria
Auditoria
Documentos originais:
Procedimento voltado para o exame de documentos que comprovem
transações comerciais ou de controle, que compreendem o repasse de
bens ou serviços prestados. Acompanha e atesta a idoneidade de sua
realização e documentação, sendo a base para as ocorrências contábeis.
Quando o auditor realizar os exames dos documentos originais, é prudente
e de bom grado que siga por este caminho:
 Autenticidade: poder de discernimento (experiência) para verificar se a
documentação é fidedigna e merece fé;
Continua...
1. Procedimentos de auditoria
Auditoria
 Normalidade: determinação de que a transação realizada é adequada
em função da atividade da empresa;
 Aprovação: verificação de que a transação e a documentação-suporte
foram efetivamente aprovadas por pessoas em níveis adequados e
responsáveis;
 Registro: comprovação de que o registro das operações é adequado
em função da documentação examinada e de que está refletida
contabilmente em contas apropriadas.
1. Procedimentos de auditoria
Auditoria
Conferência de cálculos:
Procedimento voltado para a constatação da adequação das operações
aritméticas e financeiras. Embora seja este o procedimento de auditoria
mais simples e completo por si mesmo, é a única forma de constatação
das várias operações que envolvam somas e cálculos.
Esta técnica é amplamente utilizada em virtude de a quase totalidade das
operações dentro da empresa estar voltada para este processo contábil.
Não se deve, em qualquer que seja a situação, subestimar esta técnica,
que pode revelar as situações em que erros possam ter sido cometidos e
que levaram, consequentemente, a distorções nas demonstrações
contábeis.
1. Procedimentos de auditoria
Auditoria
Exame da escrituração:
Técnica de auditoria utilizada para a constatação da veracidade das
informações contábeis. É o procedimento de auditoria usado para o
levantamento de análises, composições de saldo, conciliações e etc.
Investigação minuciosa:
Nada mais é que o exame em profundidade da matéria, que pode ser um
documento, uma análise, uma informação obtida, entre outras. Quando
esta técnica é colocada em prática, tem por objetivo certificar que o objeto
auditado, no momento, realmente é fidedigno, devendo o auditor, para
tanto, ter os conhecimentos necessários para detectar a existência de
quaisquer anomalias.
1. Procedimentos de auditoria
Auditoria
Inquérito:
Procedimento que consiste na formulação de perguntas e obtenção de
respostas satisfatórias. É o método de que os auditores provavelmente
mais aplicam, já que pode ser utilizado através de declarações formais,
conversações normais ou sem compromisso. .
Exame de registros auxiliares:
O uso desta técnica deve ser sempre conjugada com o uso de outras, já
que, os registros auxiliares constituem, em verdade, suporte da
autenticidade dos registros principais. Pode-se aplicar em controles
internos, gerenciais e contábeis, que detalham ou complementam os
registros principais.
1. Procedimentos de auditoria
Auditoria
Exame da escrituração:
Técnica de auditoria utilizada para a constatação da veracidade das
informações contábeis. É o procedimento de auditoria usado para o
levantamento de análises, composições de saldo, conciliações e etc.
Investigação minuciosa:
Nada mais é que o exame em profundidade da matéria, que pode ser um
documento, uma análise, uma informação obtida, entre outras. Quando
esta técnica é colocada em prática, tem por objetivo certificar que o objeto
auditado, no momento, realmente é fidedigno, devendo o auditor, para
tanto, ter os conhecimentos necessários para detectar a existência de
quaisquer anomalias.
1. Procedimentos de auditoria
Auditoria
Observação:
Indispensável à auditoria!
Pode revelar erros, problemas e deficiências através de exame, e é uma
técnica dependente da argúcia, dos conhecimentos e da experiência do
auditor, que colocada em prática, possibilitará que sejam identificados
quaisquer problemas no item em exame.
Exige senso crítico do auditor, e tal postura crítica o diferenciará das
demais profissões ligadas à contabilidade.
1. Procedimentos de auditoria
Auditoria
Além disso, aplica-se a correlação das informações obtidas que, nada mais
é do que o relacionamento harmônico do sistema contábil de partidas
dobradas.
A utilização dos procedimentos de auditoria e a sua conjugação aos
objetivos a serem atingidos formularão o programa de trabalho de auditoria
por área ou tarefa, a serem utilizados de acordo com os objetivos traçados
e a segurança fornecida pelo controle interno.
1. Procedimentos de auditoria
Auditoria
Os papéis de trabalho formam o conjunto de formulários e documentos que
contém as informações e apontamentos obtidos pelo auditor durante seu
exame, bem como as provas e descrições dessas realizações.
Constituem a evidência do trabalho executado e o fundamento de sua
opinião.
Geralmente os papéis de trabalho são padronizados para facilitar seu uso,
entendimento, arquivo e sobretudo a arquitetura da evidência do exame
praticado.
2. Papéis de trabalho
Auditoria
O layout dos papéis de trabalho deve incluir, obrigatoriamente, espaço que
determine o nome da unidade, departamento, empresa ou área a que se
refere; espaço para a codificação do papel de trabalho; espeço para a
evidenciação de quem o preparou, revisou, aprovou; e datas.
Deve manter aspectos fundamentais como completabilidade (os
papéis necessitam ser completos por si só), objetividade (necessitam ser
objetivos e demonstrarem os caminhos trilhados), concisão (claro de
maneira que todos entendam e auto suficientes), lógica (elaborados de
acordo com o raciocínio lógico e de sequência natural) e serem limpos
(esmerados e livres de todas e quaisquer imperfeições e incorreções).
2. Papéis de trabalho
Auditoria
Nas bibliografias citadas ao final deste roteiro, há diversos modelos de
papéis de trabalho que podem, e devem, ser consultados e aplicados.
É importante destacar que, não há regra sobre os mesmo, mas que, para
um bom processo de auditoria é imprescindível que estes papéis sejam
bem organizados, claros, objetivos e de fácil entendimento, pois, são frutos
das evidências que os auditores colheram e que sustentará os pareceres
ao final dos trabalhos.
2. Papéis de trabalho
Auditoria
O planejamento de auditoria envolve a definição de estratégia global para o
trabalho e o desenvolvimento de plano de auditoria. Um planejamento
adequado é benéfico para a auditoria das demonstrações contábeis de
várias maneiras, inclusive para:
 Auxiliar o auditor a dedicar atenção apropriada às áreas importantes da
auditoria;
 Auxiliar o auditor a identificar e resolver tempestivamente problemas
potenciais;
 Auxiliar o auditor a organizar adequadamente o trabalho de auditoria
para que seja realizado de forma eficaz e eficiente;
3. Planejamento da auditoria
Auditoria
 Auxiliar na seleção dos membros da equipe de trabalho com níveis
apropriados de capacidade e competência para responderem aos riscos
esperados e na alocação apropriada de tarefas;
 Facilitar a direção e a supervisão dos membros da equipe de trabalho e
a revisão do seu trabalho;
 Auxiliar, se for o caso, na coordenação do trabalho realizado por outros
auditores e especialistas.
O auditor deve planejar seu trabalho consoante as Normas Profissionais de
Auditor Independente, de acordo com os prazos e os demais
compromissos contratualmente assumidos com a entidade, no caso de
auditores externos e independentes.
3. Planejamento da auditoria
Auditoria
O planejamento deve considerar todos os fatores relevantes na execução
dos trabalhos, especialmente os citados a seguir:
 O conhecimento detalhado das práticas contábeis adotadas pela
entidade e as alterações procedidas em relação ao exercício anterior;
 O conhecimento detalhado do sistema contábil e de controles internos
da entidade e seu grau de confiabilidade;
 Os riscos de auditoria e a identificação das áreas importantes da
entidade, quer pelo volume de transações, quer pela complexibilidade
de suas atividades;
 A natureza, a oportunidade e a extensão dos procedimentos de auditoria
a serem aplicados;
3. Planejamento da auditoria
Auditoria
 A existência de entidades associadas, filiais e partes relacionadas;
 O usos de trabalhos de outros auditores independentes, especialistas e
auditores internos;
 A natureza o conteúdo e a oportunidade dos pareceres, relatórios e
outros informes a serem entregues à entidade; e,
 A necessidade de atender a prazos estabelecidos por entidades
reguladoras ou fiscalizadoras e para a entidade prestar informações aos
demais usuários externos.
O auditor deve documentar seu planejamento geral e preparar programas
de trabalho por escrito e prever utilização de equipe técnica quando for
preciso.
3. Planejamento da auditoria
Auditoria
É imprescindíveis às atividades de auditoria!
Isso sintetiza o que são os controles internos. Eles estão presentes em
todas as áreas, e cada procedimento praticado dentre de uma área
compreende uma parte do conjunto.
Analogamente podemos comprar os controles internos ao motor de um
automóvel: sem ele, o carro não anda. Mas, há outro detalhe importante: o
motor é composto de inúmeras peças (algumas grandes e outras,
minúsculas) de igual importância para seu funcionamento.
Ou seja, parte a parte é pouco importante mas, quando analisado
conjuntamente é uma matéria essencial à auditoria.
4. Avaliação dos controles internos
Auditoria
Deve-se analisar se são adequados, se são completos, se tem rigor em
sua utilização e se são fidedignos, afim de evidenciarem a real situação da
empresa ou área analisada.
O auditor deve se utilizar das técnicas e procedimentos – sempre
observando as normas – de auditoria para verificarem e assim, dar
andamento ao trabalho que culminará em um parecer do auditor.
Avaliar os controles internos é parte importante do trabalho do auditor e –
podemos afirmar com segurança – que é a base para uma auditoria bem
estruturada e executada.
4. Avaliação dos controles internos
Auditoria
1. Auditoria das demonstrações contábeis.
A execução da auditoria das demonstrações contábeis envolve não só o
conhecimento dos fundamentos, objeto e técnicas de auditoria, mas
também a colocação em prática de todo o aprendizado obtido pela feitura
de trabalhos anteriores e a aplicação destes conhecimentos pelos diversos
segmentos auditados.
Trabalhos de campo, observância das normas de contabilidade e auditoria,
mensuração dos riscos e equipe envolvida é apenas uma parte do todo.
IV. Execução das auditorias
42
Auditoria
A auditoria do disponível tem a finalidade de:
 Determinar sua existência, que poderá estar na empresa, em bancos ou
com terceiros;
 Determinar se é pertencente à empresa;
 Determinar se foram utilizados os princípios de contabilidade;
 Determinar a existência de restrições de uso ou de vinculações em
garantia; e,
 Determinar se está corretamente classificado no balanço patrimonial e
se as divulgações cabíveis foram expostas por notas explicativas.
a) Disponibilidades
Auditoria
A auditoria das contas a receber tem a finalidade de
 Determinar sua existência e representatividade contra os devedores
envolvidos;
 Determinar se é de propriedade da empresa;
 Determinar se foram utilizados os princípios de contabilidade;
 Determinar a existência de restrições de uso ou de vinculações em
garantia ou de contingências; e,
 Determinar se está corretamente classificado no balanço patrimonial e
que as divulgações aplicáveis foram expostas por notas explicativas.
b) Contas a Receber
Auditoria
A auditoria dos estoques tem a finalidade de
 Determinar sua existência, que poderá estar na empresa, em custódia
com terceiros ou em trânsito;
 Determinar se é pertencente à empresa;
 Determinar se foram utilizados os princípios de contabilidade;
 Determinar a existência de estoques penhorados ou dados em garantia;
e,
 Determinar se está corretamente classificado no balanço patrimonial e
se as divulgações cabíveis foram expostas por notas explicativas.
c) Estoques
Auditoria
A auditoria das despesas antecipadas, classificáveis como ativo circulante,
tem a finalidade de:
 Determinar que representam gastos efetivos da empresa que irão
beneficiar o período subsequente;
 Determinar se foram utilizados em bases uniformes os princípios de
contabilidade;
 Determinar se estão corretamente classificadas no balanço patrimonial e
se as divulgações cabíveis foram expostas nas notas explicativas.
d) Despesas Antecipadas
Auditoria
A Lei das Sociedades por Ações determina a classificação como realizável
a longo prazo para os direitos após o término do exercício seguinte, assim
como os derivados de vendas, adiantamentos ou empréstimos a
sociedades coligadas ou controladas, diretores, acionistas ou participantes
no lucro da companhia, que não constituírem negócios usuais na
exploração do objeto da companhia.
Como essas contas tem a mesma natureza das contas de disponível e
despesas antecipadas, diferenciando-se apenas quanto à realização, são
aplicáveis as mesmas regras.
e) Realizável a Longo Prazo
Auditoria
A auditoria dos investimentos classificáveis no ativo não circulante tem a
finalidade de:
 Determinar sua existência em poder da empresa ou em custódia com
terceiros;
 Determinar se é de propriedade da empresa;
 Determinar se foram utilizados os princípios de contabilidade;
 Determinar a existência de vinculações em garantia;
 Determinar se a receita ou o prejuízo apropriável ao período foram
adequadamente contabilizados; e,
 Determinar se estão corretamente classificados no balanço patrimonial e
se as divulgações cabíveis foram expostas por notas explicativas.
f) Investimentos
Auditoria
A auditoria do imobilizado tem as seguintes finalidades:
 Determinar sua existência física e a permanência em uso;
 Determinar se pertence à empresa;
 Determinar se foram utilizados os princípios de contabilidade;
 Determinar se o imobilizado não contém despesas capitalizadas e, por
outro lado, as despesas não contém itens capitalizáveis;
 Determinar se os bens do imobilizado foram adequadamente
depreciados e atualizados em bases aceitáveis;
 Determinar a existência de imobilizado penhorado, dado em garantia ou
com restrição de uso; e,
 Determinar se estão corretamente classificados no balanço patrimonial e
se as divulgações cabíveis foram expostas por notas explicativas.
g) Imobilizado
Auditoria
A auditoria dos passivos tem a finalidade de:
 Determinar se são pertencentes à empresa
 Determinar se foram utilizados os princípios de contabilidade;
 Determinar a existência de ativos dados em garantia ou vinculações aos
passivos; e,
 Determinar se estão corretamente classificados no balanço patrimonial e
se as divulgações cabíveis foram expostas por notas explicativas.
h) Passivos
Auditoria
A auditoria do patrimônio líquido tem as seguintes finalidades:
 Determinar se todas as receitas, custos e despesas atribuídos ao
período estão devidamente comprovados e contabilizados;
 Determinar se todas as receitas, custos e despesas não atribuídos ao
período ou que beneficiem exercícios futuros estão corretamente
diferidos;
 Determinar se os custos e despesas estão corretamente contrapostos
às receitas devidas;
 Determinar se as receitas, custos e despesas estão contabilizados de
acordo com os princípios de contabilidade; e
 Se estão corretamente classificadas na DRE e nas notas explicativas.
i) Patrimônio Líquido
Auditoria
A auditoria do resultado tem como finalidades:
 Determinar as ações ou o título de propriedade do capital social foram
adequadamente autorizados e emitidos;
 Determinar se todas as normas descritas nos estatutos sociais, as
obrigações sociais e legais foram cumpridas;
 Determinar se foram utilizados os princípios de contabilidade;
 Determinar a existência de restrições de uso das contas patrimoniais; e,
 Determinar se estão corretamente classificados no balanço patrimonial e
se as divulgações cabíveis foram expostas por notas explicativas.
j) Resultado
Auditoria
1. Programas de auditoria para verificação complementar
2. Auditoria dos eventos subsequentes
3. Programa de revisão final
4. Conclusão dos trabalhos
V. Finalização da auditoria
53
Auditoria
O objetivo deste programa é verificar aquelas contas, sejam patrimoniais
ou de resultados, que não tenham sido abrangidas nos exames feitos por
meio dos outros programas.
Com essa verificação, fica completo o quadro, alcançando todas as contas
registradas na contabilidade da empresa.
1. Programas de auditoria para verificação complementar
Auditoria
O auditor deve considerar em seu parecer os efeitos decorrentes de
transações e eventos subsequentes relevantes ao exame das
Demonstrações Contábeis, mencionando-os como ressalva ou em
parágrafo de ênfase, quando não ajustadas ou reveladas adequadamente.
Deve o auditor considerar três eventos dessa natureza:
 Os ocorridos entre a data do término do exercício social e a data da
emissão do parecer;
 Os ocorridos depois do término do trabalho de campo e da emissão do
parecer e antes da divulgação das demonstrações contábeis; e,
 Os conhecidos após a divulgação das demonstrações contábeis.
2. Eventos subsequentes
Auditoria
Após todos os trabalhos, deve-se analisar os fatos subsequentes e, ainda
em campo de trabalho gerar um trabalho de revisão final, constituindo por
fim uma etapa após o término operacional da auditoria.
Busca garantir que nenhum detalhe ou fator crítico para a emissão do
parecer tenha sido negligenciado, comprovando a idoneidade, veracidade
e segurança do que foi auditado.
3. Programa de revisão final
Auditoria
Para que o objeto seja alcançado, é evidente que as normas usuais de
auditoria devem praticadas, utilizando o auditor todos os procedimentos de
auditoria aplicáveis nas circunstâncias, de forma que lhe permitam a
formação de opinião fundamentada.
Logo, é necessário que sejam observados e providenciados os
lançamentos de ajustes e reclassificação, o parecer de auditoria e os
pontos de recomendação.
4. Conclusão dos trabalhos
Auditoria
As informações contidas neste material foram retiradas dos livros
indicados na bibliografia a seguir.
Esse material é um guia para os alunos acompanharem as aulas e
estudarem e não substitui – em hipótese alguma – a leitura dos
livros sugeridos. Ou seja, é apenas um roteiro de aula.
Professor Moisés Bagagi.
Observação do professor:
58
Auditoria
Básica:
MELHEM, Marcel Gulin; Rosenei Novochadlo da Costa. Auditoria Contábil e Tributária.
Ibpex, 2011. (Virtual)
PEREZ, José Hernandez. Auditoria de Demonstrações Contábeis: Normas e
Procedimentos. São Paulo: Atlas, 2012.
PINHO, Ruth C. S. Fundamentos de Auditoria - auditoria contábil - outras aplicações de
auditoria. Atlas, 2007.
Bibliografia:
59
Complementar:
ATTIE. William. Auditoria – Conceitos e Aplicações. 6ªed. Editora Atlas, 2011.
CREPALDI, Silvio Aparecido. Auditoria contábil: teoria e prática. 8. ed. Atlas, 2012.
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Auditoria Alfacastelo _ Moisés Bagagi

  • 1.
  • 2. O objetivo desta matéria é apresentar aos discentes os fundamentos básicos de auditoria, com a demonstrações das normas contábeis mais atualizadas, as técnicas aplicáveis e as questões que envolvem a prevenção de erros e fraudes. Com aplicação prática, finalmente os discentes estarão preparados para se situarem e atuarem nas diversas demandas de auditoria contábil, seja interna ou externa, seja independente ou não. Profº Moisés Bagagi
  • 3. I. Fundamentos de auditoria II. O objeto da auditoria contábil III. Técnicas de auditoria IV. Execução das auditorias V. Finalização da auditoria Profº Moisés Bagagi AGENDA
  • 4. Auditoria 1. Introdução à auditoria 2. Processo de auditoria 3. Normas de auditoria 4. Parecer de auditoria I. Fundamentos de auditoria 4
  • 5. Auditoria Auditoria é uma especialização contábil voltada a testar a eficiência e eficácia do controle patrimonial implantado com o objetivo de expressar uma opinião sobre determinado dado. É uma função independente de avaliação, estabelecida para examinar e avaliar internamente as atividades de uma empresa, através de exames minuciosos e sistemático das atividade desenvolvidas. O objetivo é aumentar o grau de confiança dos usuários em relação ao objeto. O objeto, dessa forma, se dará variavelmente conforme o fim a que se destina ou o que se tem em vista. Pode ser interna ou externa, contábil, de processos, de gestão, jurídica e etc. 1. Introdução à auditoria
  • 6. Auditoria O processo de auditoria precisa seguir uma metodologia rigorosa e ser executado de maneira sistemática para que o objetivo dos trabalhos possam ser alcançados. A partir das afirmações propostas pela empresa, o auditor começa a trabalhar a análise da afirmação (com revisão analítica, planejamento, conhecimento e conteúdo do planejamento), seguindo com avaliação da afirmação (nível de controle interno, subjetividade inerente, integridade, ponderação da relevância e do risco relativo). Logo adiante, a obtenção dos elementos comprobatórios (documentos, testes e verificações) e para poder formar a opinião (parecer) sobre a afirmação. 2. Processo de auditoria
  • 7. Auditoria 2. Processo de auditoria AFIRMAÇÃOANÁLISE DA AFIRMAÇÃO AVALIAÇÃO DA AFIRMAÇÃO OBTENÇÃO DOS ELEMENTOS COMPROBATÓRIOS FORMAÇÃO DE OPINIÃO
  • 8. Auditoria Há padrões técnicos estabelecidos que objetivam qualificação na condução dos trabalhos de auditoria a fim de garantir atuação consistente tecnicamente do auditor e de seu parecer, assegurando, a todos aqueles que dependem de sua opinião, o observação dos requisitos indispensáveis a um trabalho confiável, rigoroso e ético. As normas de auditoria (vide bibliografia indicada) diferem dos procedimentos de auditoria, uma vez que eles se relacionam com as ações a serem praticadas, conquanto as normas tratam das medidas de qualidade da execução destas ações e dos objetivos a serem alcançados através dos procedimentos. As normas dizem respeito não apenas às qualidades profissionais do auditor, mas também a sua avaliação pessoal pelo exame efetuado e do relatório emitido. 3. Normas de auditoria
  • 9. Auditoria 1. Ver páginas 55 a 92 do livro Auditoria: Conceito e Aplicações – William Attie; 2. Ver páginas 243 a 325 do Livro Auditoria Contábil: Teoria e Prática - Silvio Aparecido Crepaldi; 3. Ver páginas 11 a 35 do livro Fundamentos de Auditoria: Auditoria Contábil e Outras Aplicações de Auditoria – Ruth Carvalho de Santana Pinho. 3. Normas de auditoria
  • 10. Auditoria O processo de auditoria culmina na expressão de um parecer pelo auditor. O parecer da auditoria é o instrumento pela qual o auditor expressa sua opinião, com observância às normas de auditoria, após a realização de todo o trabalho de campo. A emissão do parecer reflete o entendimento do auditor acerca dos dados em exame, de uma forma padrão e resumida que dê, aos leitores, em geral, uma noção exata dos trabalhos que realizou e o que concluiu. O parecer do auditor pode ser de concordância sem ressalvas, de concordância com ressalvas, de parecer adverso e abstenção de opinião, conforme as normas e resoluções do CFC. 4. Parecer de auditoria
  • 11. Auditoria 1. Demonstrações contábeis 2. Princípios de contabilidade 3. Controles internos II. O objeto da auditoria contábil 11
  • 12. Auditoria O objeto da auditoria é o conjunto de todos os elementos de controle do patrimônio administrado, os quais compreendem registros contábeis, papéis, documentos, fichas, arquivos e anotações que comprovem a legitimidade dos autos da administração, bem como sua sinceridade na defesa dos interesses patrimoniais. Pode inclusive, ter por objeto fatos não registrados documentalmente, além de informações obtidas fora da empresa, como contas de terceiros e saldos bancários, desde que, estas informações estejam relacionadas àqueles que exercem administração do patrimônio e mereçam confiança por parte dos auditores por apresentar-se como evidências seguras e relevantes ao trabalho da auditoria. II. O objeto da auditoria contábil
  • 13. Auditoria  São uma representação estruturada da posição patrimonial e financeira  O objeto das DC é proporcionar informações às partes interessadas  Apresentam os resultados da atuação da administração na gestão da entidade acercado dos ativos, passivos, patrimônio líquido, receitas, despesas, ganhos, perdas, alterações na estrutura de capital e fluxo de caixa. Sendo assim, a Deliberação CVM nº 595, orientando as demonstrações contábeis* determina que o conjunto completo de demonstrações contábeis inclua: * Ver Lei nº 6.404/76 e Lei nº 11.638/07 1. Demonstrações contábeis
  • 14. Auditoria  Balanço Patrimonial ao final do período (BP);  Demonstração do Resultado ao final do período (DRE);  Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL);  Demonstração dos resultado abrangente (podendo ser apresentado em quadro demonstrativo próprio ou como parte integrante do DMPL);  Demonstração do Valor Adicionado (DVA), conforme CPC 09;  Notas Explicativas, contendo resumo das políticas contábeis significativas e outras informações explanatórias; OBS: É imprescindível considerar a Lei nº 6.404/76 e Lei nº 11.638/07, os Pronunciamentos Técnicos do CPC, além das Deliberações da CVM. 1. Demonstrações contábeis
  • 15. Auditoria Os princípios de contabilidade geralmente aceitos são os preceitos resultantes do desenvolvimento da aplicação prática dos princípios técnicos emanados da Contabilidade, de uso predominante no meio em que se aplicam, proporcionando interpretação uniforme das demonstrações financeiras. Esses princípios permitem aos usuários fixar padrões de comparação e de credibilidade, aumentando a utilidade dos dados e facilitando sua interpretação. Assim como toda vertente da ciência, além das funções técnico- profissionais, alguns princípios são definidos para servirem da base fundamental para orientação e condução de determinados eventos. 2. Princípios de contabilidade
  • 16. Auditoria  Princípio da entidade;  Princípio da continuidade;  Princípio da oportunidade;  Princípio do registro pelo valor original;  Princípio da competência; e,  Princípio da prudência. Os trabalhos de auditoria devem ser feitos em conformidade aos princípios contábeis, já que uma das preocupações da auditoria é verificar, de um lado, a adesão, e, por outro lado, a uniformidade na aplicação dos princípios de contabilidade. 2. Princípios de contabilidade
  • 17. Auditoria De uma forma cada vez mais crescente, começamos a dar a devida importância aos métodos científicos de administração, embora seja praticamente desconhecida uma acepção clara de controle interno. Às vezes, de maneira equivocada, imagina-se ser o controle interno sinônimo de auditoria interna. A auditoria interna equivale a um trabalho organizado de revisão e apreciação dos controles internos, pois, segundo o Comitê de Procedimentos de Auditoria do Instituto Americano de Contadores Públicos Certificados (AICPA) dos Estado Unidos, “o controle interno compreende o plano de organização e o conjunto coordenado dos métodos e medidas, adotados pela empresa, para proteger seu patrimônio, verificar a exatidão e a fidedignidade de seus dados contábeis, promover a eficiência operacional e encorajar a adesão à política traçada pela administração.” 3. Controles internos
  • 18. Auditoria 1. Procedimentos de auditoria 2. Papéis de trabalho 3. Planejamento de auditoria 4. Avaliação dos controles internos III. Técnicas de auditoria 18
  • 19. Auditoria O desempenho da atividade de auditoria requer, como em qualquer outra função, a utilização de ferramentas de trabalho que possibilitem formar uma opinião. Geralmente, o objetivo da auditoria é fundamentar seu ponto de vista com fatos, evidências e informações possíveis, necessárias e materiais. É prerrogativa do auditor identificar e atestar a validade de qualquer afirmação, aplicando os procedimentos adequados a cada caso. A aplicação dos procedimentos de auditoria precisa estar atrelada ao objetivo que se quer atingir. O objetivo é a meta a ser alcançada. Os procedimentos são os caminhos que levam a consecução do objetivo. 1. Procedimentos de auditoria
  • 20. Auditoria Procedimentos de auditoria são as investigações técnicas que, tomadas em conjunto, permitem a formação fundamentada da opinião do auditor sobre as demonstrações contábeis ou sobre o trabalho realizado. Logo, os procedimentos de auditoria são as ferramentas técnicas, das quais o auditor se utiliza para a realização do seu trabalho, consistindo na reunião das informações possíveis e necessárias e avaliação das informações obtidas, para a formação de sua opinião imparcial. A seguir, vamos brevemente citar os procedimentos de auditoria. 1. Procedimentos de auditoria
  • 21. Auditoria Bases sólidas. É nisto que precisa estar fundamentada o parecer do auditor. O que garante este alicerce são os fatos comprovados, evidências factuais e informações irrefutáveis. O auditor é um elemento ligado a investigações minuciosas que lhe dêem a certeza de que os dados submetidos a exame são, ou não, exatos. O auditor atua como o fiel da balança, não se permitindo chegar a conclusões precipitadas ou dar vazão a interferências e ponto de vistas não técnicos. Logo, cada prova precisa ser adequadamente pesada. Todo ponto de vista deve ser analisado. 1. Procedimentos de auditoria
  • 22. Auditoria Por causa da complexidade e do volume das operações realizadas pelas empresas, os procedimentos de auditoria são aplicadas por meio de provas seletivas, testes e amostragem. A aplicação de amostragem estatística tem sido vantajoso e, não restringe o julgamento do auditor. A oportunidade com que se aplicam os procedimentos de auditoria implica a fixação de época apropriada a sua realização. Por isso, a oportunidade deve ser vista e perseguida permanentemente, sempre baseada em fatos, evidências e informações, com a extensão e profundidade adequadas. 1. Procedimentos de auditoria
  • 23. Auditoria Exame Físico: O exame físico é a verificação in loco, e deverá proporcionar ao auditor a formação quanto a existência física do objeto ou item examinado. O exame físico realizado pelo auditor deve conter as seguintes características:  Identificação: comprovação através do exame visual do examinado;  Existência física: comprovação visual de que o objeto examinado existe;  Autenticidade: discernimento de que o objeto examinado é fidedigno;  Quantidade: dar-se por satisfeito somente quando a apuração comprovar a existência das quantidades reais;  Qualidade: exame visual de que o objeto examinado permanece em uso, não deteriorado e merecedor de fé. 1. Procedimentos de auditoria
  • 24. Auditoria Confirmação: A confirmação implica a obtenção de declaração formal e imparcial de pessoas independentes à empresas e que estejam habilitadas para tal. Para ser competente, a prova deve ser tanto válida quanto relevante. A validade do elemento comprobatório é tão dependente das circunstâncias em que é obtida, que generalizações sobre a confiança nos vários tipos de provas estão sujeitos a sérias restrições. Uma vez determinada a aplicação do procedimento de confirmação ara o item em exame, deve-se levar em consideração: • Data-base de confirmação; • Amplitude do teste de confirmação; e, • Tipo de confirmação a ser empregado. 1. Procedimentos de auditoria
  • 25. Auditoria Documentos originais: Procedimento voltado para o exame de documentos que comprovem transações comerciais ou de controle, que compreendem o repasse de bens ou serviços prestados. Acompanha e atesta a idoneidade de sua realização e documentação, sendo a base para as ocorrências contábeis. Quando o auditor realizar os exames dos documentos originais, é prudente e de bom grado que siga por este caminho:  Autenticidade: poder de discernimento (experiência) para verificar se a documentação é fidedigna e merece fé; Continua... 1. Procedimentos de auditoria
  • 26. Auditoria  Normalidade: determinação de que a transação realizada é adequada em função da atividade da empresa;  Aprovação: verificação de que a transação e a documentação-suporte foram efetivamente aprovadas por pessoas em níveis adequados e responsáveis;  Registro: comprovação de que o registro das operações é adequado em função da documentação examinada e de que está refletida contabilmente em contas apropriadas. 1. Procedimentos de auditoria
  • 27. Auditoria Conferência de cálculos: Procedimento voltado para a constatação da adequação das operações aritméticas e financeiras. Embora seja este o procedimento de auditoria mais simples e completo por si mesmo, é a única forma de constatação das várias operações que envolvam somas e cálculos. Esta técnica é amplamente utilizada em virtude de a quase totalidade das operações dentro da empresa estar voltada para este processo contábil. Não se deve, em qualquer que seja a situação, subestimar esta técnica, que pode revelar as situações em que erros possam ter sido cometidos e que levaram, consequentemente, a distorções nas demonstrações contábeis. 1. Procedimentos de auditoria
  • 28. Auditoria Exame da escrituração: Técnica de auditoria utilizada para a constatação da veracidade das informações contábeis. É o procedimento de auditoria usado para o levantamento de análises, composições de saldo, conciliações e etc. Investigação minuciosa: Nada mais é que o exame em profundidade da matéria, que pode ser um documento, uma análise, uma informação obtida, entre outras. Quando esta técnica é colocada em prática, tem por objetivo certificar que o objeto auditado, no momento, realmente é fidedigno, devendo o auditor, para tanto, ter os conhecimentos necessários para detectar a existência de quaisquer anomalias. 1. Procedimentos de auditoria
  • 29. Auditoria Inquérito: Procedimento que consiste na formulação de perguntas e obtenção de respostas satisfatórias. É o método de que os auditores provavelmente mais aplicam, já que pode ser utilizado através de declarações formais, conversações normais ou sem compromisso. . Exame de registros auxiliares: O uso desta técnica deve ser sempre conjugada com o uso de outras, já que, os registros auxiliares constituem, em verdade, suporte da autenticidade dos registros principais. Pode-se aplicar em controles internos, gerenciais e contábeis, que detalham ou complementam os registros principais. 1. Procedimentos de auditoria
  • 30. Auditoria Exame da escrituração: Técnica de auditoria utilizada para a constatação da veracidade das informações contábeis. É o procedimento de auditoria usado para o levantamento de análises, composições de saldo, conciliações e etc. Investigação minuciosa: Nada mais é que o exame em profundidade da matéria, que pode ser um documento, uma análise, uma informação obtida, entre outras. Quando esta técnica é colocada em prática, tem por objetivo certificar que o objeto auditado, no momento, realmente é fidedigno, devendo o auditor, para tanto, ter os conhecimentos necessários para detectar a existência de quaisquer anomalias. 1. Procedimentos de auditoria
  • 31. Auditoria Observação: Indispensável à auditoria! Pode revelar erros, problemas e deficiências através de exame, e é uma técnica dependente da argúcia, dos conhecimentos e da experiência do auditor, que colocada em prática, possibilitará que sejam identificados quaisquer problemas no item em exame. Exige senso crítico do auditor, e tal postura crítica o diferenciará das demais profissões ligadas à contabilidade. 1. Procedimentos de auditoria
  • 32. Auditoria Além disso, aplica-se a correlação das informações obtidas que, nada mais é do que o relacionamento harmônico do sistema contábil de partidas dobradas. A utilização dos procedimentos de auditoria e a sua conjugação aos objetivos a serem atingidos formularão o programa de trabalho de auditoria por área ou tarefa, a serem utilizados de acordo com os objetivos traçados e a segurança fornecida pelo controle interno. 1. Procedimentos de auditoria
  • 33. Auditoria Os papéis de trabalho formam o conjunto de formulários e documentos que contém as informações e apontamentos obtidos pelo auditor durante seu exame, bem como as provas e descrições dessas realizações. Constituem a evidência do trabalho executado e o fundamento de sua opinião. Geralmente os papéis de trabalho são padronizados para facilitar seu uso, entendimento, arquivo e sobretudo a arquitetura da evidência do exame praticado. 2. Papéis de trabalho
  • 34. Auditoria O layout dos papéis de trabalho deve incluir, obrigatoriamente, espaço que determine o nome da unidade, departamento, empresa ou área a que se refere; espaço para a codificação do papel de trabalho; espeço para a evidenciação de quem o preparou, revisou, aprovou; e datas. Deve manter aspectos fundamentais como completabilidade (os papéis necessitam ser completos por si só), objetividade (necessitam ser objetivos e demonstrarem os caminhos trilhados), concisão (claro de maneira que todos entendam e auto suficientes), lógica (elaborados de acordo com o raciocínio lógico e de sequência natural) e serem limpos (esmerados e livres de todas e quaisquer imperfeições e incorreções). 2. Papéis de trabalho
  • 35. Auditoria Nas bibliografias citadas ao final deste roteiro, há diversos modelos de papéis de trabalho que podem, e devem, ser consultados e aplicados. É importante destacar que, não há regra sobre os mesmo, mas que, para um bom processo de auditoria é imprescindível que estes papéis sejam bem organizados, claros, objetivos e de fácil entendimento, pois, são frutos das evidências que os auditores colheram e que sustentará os pareceres ao final dos trabalhos. 2. Papéis de trabalho
  • 36. Auditoria O planejamento de auditoria envolve a definição de estratégia global para o trabalho e o desenvolvimento de plano de auditoria. Um planejamento adequado é benéfico para a auditoria das demonstrações contábeis de várias maneiras, inclusive para:  Auxiliar o auditor a dedicar atenção apropriada às áreas importantes da auditoria;  Auxiliar o auditor a identificar e resolver tempestivamente problemas potenciais;  Auxiliar o auditor a organizar adequadamente o trabalho de auditoria para que seja realizado de forma eficaz e eficiente; 3. Planejamento da auditoria
  • 37. Auditoria  Auxiliar na seleção dos membros da equipe de trabalho com níveis apropriados de capacidade e competência para responderem aos riscos esperados e na alocação apropriada de tarefas;  Facilitar a direção e a supervisão dos membros da equipe de trabalho e a revisão do seu trabalho;  Auxiliar, se for o caso, na coordenação do trabalho realizado por outros auditores e especialistas. O auditor deve planejar seu trabalho consoante as Normas Profissionais de Auditor Independente, de acordo com os prazos e os demais compromissos contratualmente assumidos com a entidade, no caso de auditores externos e independentes. 3. Planejamento da auditoria
  • 38. Auditoria O planejamento deve considerar todos os fatores relevantes na execução dos trabalhos, especialmente os citados a seguir:  O conhecimento detalhado das práticas contábeis adotadas pela entidade e as alterações procedidas em relação ao exercício anterior;  O conhecimento detalhado do sistema contábil e de controles internos da entidade e seu grau de confiabilidade;  Os riscos de auditoria e a identificação das áreas importantes da entidade, quer pelo volume de transações, quer pela complexibilidade de suas atividades;  A natureza, a oportunidade e a extensão dos procedimentos de auditoria a serem aplicados; 3. Planejamento da auditoria
  • 39. Auditoria  A existência de entidades associadas, filiais e partes relacionadas;  O usos de trabalhos de outros auditores independentes, especialistas e auditores internos;  A natureza o conteúdo e a oportunidade dos pareceres, relatórios e outros informes a serem entregues à entidade; e,  A necessidade de atender a prazos estabelecidos por entidades reguladoras ou fiscalizadoras e para a entidade prestar informações aos demais usuários externos. O auditor deve documentar seu planejamento geral e preparar programas de trabalho por escrito e prever utilização de equipe técnica quando for preciso. 3. Planejamento da auditoria
  • 40. Auditoria É imprescindíveis às atividades de auditoria! Isso sintetiza o que são os controles internos. Eles estão presentes em todas as áreas, e cada procedimento praticado dentre de uma área compreende uma parte do conjunto. Analogamente podemos comprar os controles internos ao motor de um automóvel: sem ele, o carro não anda. Mas, há outro detalhe importante: o motor é composto de inúmeras peças (algumas grandes e outras, minúsculas) de igual importância para seu funcionamento. Ou seja, parte a parte é pouco importante mas, quando analisado conjuntamente é uma matéria essencial à auditoria. 4. Avaliação dos controles internos
  • 41. Auditoria Deve-se analisar se são adequados, se são completos, se tem rigor em sua utilização e se são fidedignos, afim de evidenciarem a real situação da empresa ou área analisada. O auditor deve se utilizar das técnicas e procedimentos – sempre observando as normas – de auditoria para verificarem e assim, dar andamento ao trabalho que culminará em um parecer do auditor. Avaliar os controles internos é parte importante do trabalho do auditor e – podemos afirmar com segurança – que é a base para uma auditoria bem estruturada e executada. 4. Avaliação dos controles internos
  • 42. Auditoria 1. Auditoria das demonstrações contábeis. A execução da auditoria das demonstrações contábeis envolve não só o conhecimento dos fundamentos, objeto e técnicas de auditoria, mas também a colocação em prática de todo o aprendizado obtido pela feitura de trabalhos anteriores e a aplicação destes conhecimentos pelos diversos segmentos auditados. Trabalhos de campo, observância das normas de contabilidade e auditoria, mensuração dos riscos e equipe envolvida é apenas uma parte do todo. IV. Execução das auditorias 42
  • 43. Auditoria A auditoria do disponível tem a finalidade de:  Determinar sua existência, que poderá estar na empresa, em bancos ou com terceiros;  Determinar se é pertencente à empresa;  Determinar se foram utilizados os princípios de contabilidade;  Determinar a existência de restrições de uso ou de vinculações em garantia; e,  Determinar se está corretamente classificado no balanço patrimonial e se as divulgações cabíveis foram expostas por notas explicativas. a) Disponibilidades
  • 44. Auditoria A auditoria das contas a receber tem a finalidade de  Determinar sua existência e representatividade contra os devedores envolvidos;  Determinar se é de propriedade da empresa;  Determinar se foram utilizados os princípios de contabilidade;  Determinar a existência de restrições de uso ou de vinculações em garantia ou de contingências; e,  Determinar se está corretamente classificado no balanço patrimonial e que as divulgações aplicáveis foram expostas por notas explicativas. b) Contas a Receber
  • 45. Auditoria A auditoria dos estoques tem a finalidade de  Determinar sua existência, que poderá estar na empresa, em custódia com terceiros ou em trânsito;  Determinar se é pertencente à empresa;  Determinar se foram utilizados os princípios de contabilidade;  Determinar a existência de estoques penhorados ou dados em garantia; e,  Determinar se está corretamente classificado no balanço patrimonial e se as divulgações cabíveis foram expostas por notas explicativas. c) Estoques
  • 46. Auditoria A auditoria das despesas antecipadas, classificáveis como ativo circulante, tem a finalidade de:  Determinar que representam gastos efetivos da empresa que irão beneficiar o período subsequente;  Determinar se foram utilizados em bases uniformes os princípios de contabilidade;  Determinar se estão corretamente classificadas no balanço patrimonial e se as divulgações cabíveis foram expostas nas notas explicativas. d) Despesas Antecipadas
  • 47. Auditoria A Lei das Sociedades por Ações determina a classificação como realizável a longo prazo para os direitos após o término do exercício seguinte, assim como os derivados de vendas, adiantamentos ou empréstimos a sociedades coligadas ou controladas, diretores, acionistas ou participantes no lucro da companhia, que não constituírem negócios usuais na exploração do objeto da companhia. Como essas contas tem a mesma natureza das contas de disponível e despesas antecipadas, diferenciando-se apenas quanto à realização, são aplicáveis as mesmas regras. e) Realizável a Longo Prazo
  • 48. Auditoria A auditoria dos investimentos classificáveis no ativo não circulante tem a finalidade de:  Determinar sua existência em poder da empresa ou em custódia com terceiros;  Determinar se é de propriedade da empresa;  Determinar se foram utilizados os princípios de contabilidade;  Determinar a existência de vinculações em garantia;  Determinar se a receita ou o prejuízo apropriável ao período foram adequadamente contabilizados; e,  Determinar se estão corretamente classificados no balanço patrimonial e se as divulgações cabíveis foram expostas por notas explicativas. f) Investimentos
  • 49. Auditoria A auditoria do imobilizado tem as seguintes finalidades:  Determinar sua existência física e a permanência em uso;  Determinar se pertence à empresa;  Determinar se foram utilizados os princípios de contabilidade;  Determinar se o imobilizado não contém despesas capitalizadas e, por outro lado, as despesas não contém itens capitalizáveis;  Determinar se os bens do imobilizado foram adequadamente depreciados e atualizados em bases aceitáveis;  Determinar a existência de imobilizado penhorado, dado em garantia ou com restrição de uso; e,  Determinar se estão corretamente classificados no balanço patrimonial e se as divulgações cabíveis foram expostas por notas explicativas. g) Imobilizado
  • 50. Auditoria A auditoria dos passivos tem a finalidade de:  Determinar se são pertencentes à empresa  Determinar se foram utilizados os princípios de contabilidade;  Determinar a existência de ativos dados em garantia ou vinculações aos passivos; e,  Determinar se estão corretamente classificados no balanço patrimonial e se as divulgações cabíveis foram expostas por notas explicativas. h) Passivos
  • 51. Auditoria A auditoria do patrimônio líquido tem as seguintes finalidades:  Determinar se todas as receitas, custos e despesas atribuídos ao período estão devidamente comprovados e contabilizados;  Determinar se todas as receitas, custos e despesas não atribuídos ao período ou que beneficiem exercícios futuros estão corretamente diferidos;  Determinar se os custos e despesas estão corretamente contrapostos às receitas devidas;  Determinar se as receitas, custos e despesas estão contabilizados de acordo com os princípios de contabilidade; e  Se estão corretamente classificadas na DRE e nas notas explicativas. i) Patrimônio Líquido
  • 52. Auditoria A auditoria do resultado tem como finalidades:  Determinar as ações ou o título de propriedade do capital social foram adequadamente autorizados e emitidos;  Determinar se todas as normas descritas nos estatutos sociais, as obrigações sociais e legais foram cumpridas;  Determinar se foram utilizados os princípios de contabilidade;  Determinar a existência de restrições de uso das contas patrimoniais; e,  Determinar se estão corretamente classificados no balanço patrimonial e se as divulgações cabíveis foram expostas por notas explicativas. j) Resultado
  • 53. Auditoria 1. Programas de auditoria para verificação complementar 2. Auditoria dos eventos subsequentes 3. Programa de revisão final 4. Conclusão dos trabalhos V. Finalização da auditoria 53
  • 54. Auditoria O objetivo deste programa é verificar aquelas contas, sejam patrimoniais ou de resultados, que não tenham sido abrangidas nos exames feitos por meio dos outros programas. Com essa verificação, fica completo o quadro, alcançando todas as contas registradas na contabilidade da empresa. 1. Programas de auditoria para verificação complementar
  • 55. Auditoria O auditor deve considerar em seu parecer os efeitos decorrentes de transações e eventos subsequentes relevantes ao exame das Demonstrações Contábeis, mencionando-os como ressalva ou em parágrafo de ênfase, quando não ajustadas ou reveladas adequadamente. Deve o auditor considerar três eventos dessa natureza:  Os ocorridos entre a data do término do exercício social e a data da emissão do parecer;  Os ocorridos depois do término do trabalho de campo e da emissão do parecer e antes da divulgação das demonstrações contábeis; e,  Os conhecidos após a divulgação das demonstrações contábeis. 2. Eventos subsequentes
  • 56. Auditoria Após todos os trabalhos, deve-se analisar os fatos subsequentes e, ainda em campo de trabalho gerar um trabalho de revisão final, constituindo por fim uma etapa após o término operacional da auditoria. Busca garantir que nenhum detalhe ou fator crítico para a emissão do parecer tenha sido negligenciado, comprovando a idoneidade, veracidade e segurança do que foi auditado. 3. Programa de revisão final
  • 57. Auditoria Para que o objeto seja alcançado, é evidente que as normas usuais de auditoria devem praticadas, utilizando o auditor todos os procedimentos de auditoria aplicáveis nas circunstâncias, de forma que lhe permitam a formação de opinião fundamentada. Logo, é necessário que sejam observados e providenciados os lançamentos de ajustes e reclassificação, o parecer de auditoria e os pontos de recomendação. 4. Conclusão dos trabalhos
  • 58. Auditoria As informações contidas neste material foram retiradas dos livros indicados na bibliografia a seguir. Esse material é um guia para os alunos acompanharem as aulas e estudarem e não substitui – em hipótese alguma – a leitura dos livros sugeridos. Ou seja, é apenas um roteiro de aula. Professor Moisés Bagagi. Observação do professor: 58
  • 59. Auditoria Básica: MELHEM, Marcel Gulin; Rosenei Novochadlo da Costa. Auditoria Contábil e Tributária. Ibpex, 2011. (Virtual) PEREZ, José Hernandez. Auditoria de Demonstrações Contábeis: Normas e Procedimentos. São Paulo: Atlas, 2012. PINHO, Ruth C. S. Fundamentos de Auditoria - auditoria contábil - outras aplicações de auditoria. Atlas, 2007. Bibliografia: 59
  • 60. Complementar: ATTIE. William. Auditoria – Conceitos e Aplicações. 6ªed. Editora Atlas, 2011. CREPALDI, Silvio Aparecido. Auditoria contábil: teoria e prática. 8. ed. Atlas, 2012. PEREIRA, Alexandre. Auditoria das Demonstrações Contábeis - uma abordagem jurídica e contábil. Atlas, 2011. RIBEIRO, Osni M. Auditoria Fácil. Saraiva, 2011. Bibliografia: 60 Auditoria