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A
REVOLUÇÃO
FRANCESA DE
1789
Profª. – Fatima Ap. de Freitas
REVOLUÇÃO FRANCESAREVOLUÇÃO FRANCESA
1789 1791 1792 1794 1799
Estados Gerais Assembléia
Nacional:
Monarquia
Constitucional
Convenção
Nacional:
Regime
Republicano
Diretório
A França no século XVIII
• No final do século XVIII, a França estava passando por uma grave crise
econômica, (fruto da má administração, gastos excessivos na Corte e guerras
malsucedidas), política (contestação aos privilégios da nobreza e do clero) e
social (fome e empobrecimento de parte da população).
• O clero e a nobreza, os privilegiados da França, compreendiam cerca de 500
mil pessoas, apenas 2% dos 25 milhões de franceses.
• Há muito que os filósofos iluministas mostravam pela razão a urgência da
derrubada do Antigo Regime.
• Suas obras e críticas formaram a ideologia, serviram de bandeira para a
explosão revolucionária.
• A grave situação económica francesa piorava devido a adversidades naturais.
• Na grande seca de 1788, a falta de produtos alimentícios espalhou o clima
de desespero e miséria.
• Buscando contornar a crise que se avolumava, Luís XVI recompunha a
administração, nomeando novos ministros.
• Estes, quando apontavam a necessidade de reformar a estrutura de
impostos, de dar fim aos privilégios, acabavam demitidos, originando crises
políticas.
• Assim aconteceu com os ministros da área das Finanças: Turgot, Necker e
Calonne.
• Tentando legitimar novos impostos, o rei convocou os Estados
Gerais, uma assembléia parlamentar que reunia os representantes
dos três estados da França. Veja:
1º estado: alto clero e baixo clero;
2º estado: nobreza;
3º estado: representado por 98% da população,
incluía burgueses, camponeses, artesãos, etc.
Sobre esse 3º. estado recaía a maioria dos impostos.
1º. Clero = AIto e Baixo clero = 125 mil
2º. Nobreza = 135 mil
3º. Burguesia =250 mil
Artesãos = 250 mil
Camponeses e operários = 24
milhões
Primeiro estado
Segundo estado
Terceiro estado
(povo)
CHARGES DA ÉPOCA
A revoltA do terceiro estAdo
representAção de um
cAmponês cArregAndo em
suAs costAs, um clérigo e um
nobre.
OS ESTADOS GERAIS (1789 – 1791)
• Durante as primeiras reuniões, a principal reivindicação dos representantes do 3º
estado era a mudança no sistema de votação, queriam que os votos fossem
distribuídos individualmente entre os deputados e não mais por estado.
• O impasse do voto durou mais de um mês, até que em 17 de junho de 1789, o 3º
estado, com a adesão dos membros liberais da nobreza e do clero, declarou-se em
Assembléia Nacional, com o objetivo de elaborar uma Constituição para a França.
• Em 20 de junho de 1789, o rei Luís XVI ordenou o fechamento da sala de reuniões
da Assembléia Nacional.
• Diante disso os deputados se dirigiram ao salão do Jogo de Péla, próximo ao palácio
de Versalhes, onde juraram manter-se em assembléia até elaborarem uma
Constituição para a França.
O Juramento da Péla.
• A Coroa, o Alto Clero e setores da nobreza tentaram dissolver a
Assembléia à força, em Paris.
• Ações populares de 14 de julho de 1789, uma multidão saqueou um
depósito de armas do governo e tomaram a “Prisão da Bastilha”
deixando o rei e seus partidários alarmados.
• Sob pressão popular, o rei autorizou o andamento dos trabalhos da
Assembléia.
• Vários nobres foram buscar apoio nas Cortes Absolutistas (Áustria e
Prússia) a fim de reprimir o movimento revolucionário.
• No campo vários castelos, casas senhoriais e abadias foram
saqueadas e incendiadas por populares, destruindo arquivos onde
estavam registrados os direitos senhoriais, dando origem a um
período conhecido como “grande medo”.
A queda da prisão da Bastilha, início da
revolução francesa
Cenas de o “grande medo”
A ASSEMBLÉIA NACIONAL (1789 – 1792)
• Foi aprovado o fim dos privilégios feudais.;
• Aprovou-se a Constituição Civil do Clero, expropriando os
bens da Igreja e os clérigos passariam a ser funcionários do
Estado, eleitos pelos cidadãos;
• A emissão das assignats, títulos referentes a empréstimos
públicos onde o governo pretendia restabelecer o tesouro
nacional;
• Foi aprovada a Declaração Universal dos Direitos do Homem
e do Cidadão, estabelecendo a igualdade de todos os
franceses perante a lei, o direito à liberdade e a defesa da
propriedade.
• Eram considerados cidadãos os homens adultos e livres,
excluindo as mulheres e os escravos.
• Diante dos fatos, a alta nobreza passou a emigrar para as
Cortes estrangeiras e, de lá, a conspirar contra a Assembléia
Nacional, tentando pôr fim à revolução.
O retorno de Varennes e a morte
política do rei.
Julho/1791: A prisão
dos reis em Varennes.
O rei Luís XVI decidiu fugir para a Áustria, disfarçado de criado de
quarto, acompanhado da família real, mas em Varennes, foi
reconhecido, detido e obrigado a voltar a Paris, em 21 de junho de
1791.
• Em setembro de 1791, a Assembléia finalizou a primeira Constituição
Francesa, estabelecendo:
- a monarquia constitucional em substituição à monarquia absoluta.
- Instituía-se a separação dos poderes, com Luís XVI assumindo o
executivo, mas limitado pelo legislativo (Assembleia de deputados) e
pelo judiciário.
- Firmou-se também o predomínio burguês no novo regime político, já
que eleição dos deputados seria feita de acordo com a renda dos
cidadãos (voto censitário).
• Em meados de 1792, toda a Europa temia a difusão dos ideais
revolucionários, portanto nobres austríacos e prussianos, aliados aos
nobres franceses emigrados, prepararam um ataque
contrarrevolucionário para restaurar o absolutismo na França.
• Para defender o território, em agosto de 1792, o governo francês
entregou armas para a população.
• Os parisienses em setembro de 1792, tomaram o poder municipal em
Paris e estabeleceram um governo revolucionário e autônomo,
invadiram o Palácio das Tulherias e prenderam o rei Luís XVI.
• O governo revolucionário de Paris convocou o povo para elegerem
por sufrágio universal, um novo órgão legislativo e executivo: a
Convenção Nacional.
A CONVENÇÃO NACIONAL (1792-1794)
• Nessa fase foi proclamada a República em 22 de setembro de 1792.
• Determinou-se que o rei deveria ser julgado por crime de traição à
pátria.
• Na Convenção três grupos políticos rivalizavam entre si, sendo:
- girondinos:deputados representantes da alta burguesia, tinham esse
nome porque a maioria de seus membros era procedente de uma
região chamada Gironda.
- Defendiam a consolidação da monarquia constitucional e censitária e a
moderação revolucionária, condenando os excessos populares.
- Como se sentavam à direita no plenário da Convenção, foram
denominados também Partido da Direita;
- planície: composta também por membros da alta burguesia, não
apresentava convicções políticas definidas, oscilando entre a
moderação e o radicalismo, sentavam-se no centro da Convenção;
- jacobinos: grupo que congregava a pequena burguesia e os sans-
culottes elementos das cama das mais baixas da população; eram
extremistas que tinham em Marat, Danton e Robespierre seus chefes
mais conhecidos. Por ocuparem um lugar mais alto no plenário da
Convenção eram também chamados de montanheses
• Nessa fase a política francesa era dominada pelos girondinos que,
cedendo às pressões populares, condenaram o rei à morte na
guilhotina e executaram-no em 21 de janeiro de 1793.
• A execução de Luís XVI indignou e assustou os governos da Europa
que, amedrontados com a perspectiva de repetição, em seus
reinos, do exemplo francês, organizaram a primeira coligação
militar contra a França revolucionária.
• Seguiu-se uma série de invasões estrangeiras ao território francês.
• Aliado a isso, vastas regiões provinciais partidárias da realeza
deixaram de obedecer à Convenção.
• Agravando a situação, em Paris, Marat foi assassinado por uma
jovem girondina, Charlotte Corday, em julho de 1793.
• Diante das dificuldades e da radicalização, a Convenção viu-se
obrigada a adotar diversas medidas emergendais.
• Ao mesmo tempo, ficava pronta uma nova Constituição, muito mais
democrática e popular que a anterior.
• Dentre as principais realizações do governo jacobino, podemos
destacar: a instituição do ensino gratuito e obrigatório, o
tabelamento dos preços dos gêneros alimentícios (chamada Lei do
Preço Máximo) e a abolição do escravismo nas colônias francesas.
• O governo revolucionário, liderado por Robespierre e Saint Just, tinha
como principal órgão de ação o Comitê de Salvação Pública, que
decretou a mobilização geral, enfrentou o inimigo invasor e conseguiu
importantes vitórias em várias frentes, derrotando-o em seguida.
• Internamente, as regiões favoráveis ao rei eram dominadas e seus
líderes mortos enquanto um tribunal revolucionário em Paris
pronunciava sentenças de morte, sem apelo, àqueles que eram
acusados de contra-revolucionários.
• Calcula-se que, nesse período, apelidado Fase do Terror, cerca de 35
mil pessoas tenham sido executadas.
• As divergências entre os jacobinos, somadas às dificuldades militares
e econômicas, enfraqueciam o governo da Convenção.
• Robespierre, seu principal líder, adotou, então, medidas extremistas
para continuar no poder.
• O líder dos moderados, Danton, bem como os principais chefes
radicais, incluindo Hébert, foram condenados à morte e executados
na guilhotina.
• O Terror não poupava mais nem mesmo os próprios membros da
Convenção, impopularizando o governo jacobino.
• Aproveitando-se da situação, os girondinos desfecharam
um golpe contra Robespierre.
• Defendendo o fim do Terror e condenando o "banho de
sangue" jacobino, os girondinos invadiram a Convenção e
assumiram o governo francês.
• Robespierre foi preso, condenado e executado na
guilhotina em julho de 1794.
• Como o golpe acontecera no dia 9 do mês termidor,
segundo o novo calendário francês estabelecido durante a
revolução, denominou-se a retomada do poder pela alta
burguesia francesa de reação termidoriana.
• O novo governo termidoriano pôs fim ao período radical da
revolução e em alguns meses anulou as decisões jacobinas,
consolidando a posição da burguesia no comando político
nacional.
Execuções na fase do terror
Em27 de julho de 1794, a execução
de Robespierre representou a derrota
do sonho de um governo popular e
democrático na França...
Marat é assassinado por Charlote
Corday, uma girondina
Execução da rainha Maria
Antonieta
Execução do rei Luís XVI em
1793
A fase do Diretório (1 794-1799)
• Os dirigentes termidorianos redigiram uma nova Constituição — a do Ano
III (1795) — e criaram um governo francês denominado Diretório.
• Pela nova Constituição, restabelecia-se o caráter censitário para a eleição
dos deputados governamentais e determinava-se que o poder Executivo,
órgão máximo de governo, seria composto por cinco diretores.
• Ao Diretório opunham-se os representantes dos antigos grupos políticos
rivais: a facção esquerdista (jacobinos) era liderada pelo jornalista Babeuf,
e a direitista (realistas) defendia o restabelecimento da monarquia, na
pessoa do irmão de Luís XVI.
• Já em 1795, os realistas tentaram, num golpe, tomar o poder e foram
derrotados.
• No ano seguinte, foi a vez da conspiração jacobina “A Conspiração dos
Iguais”, pregando instalar o que chamavam de a "ditadura dos humildes".
• O líder golpista Babeuf acabou preso e executado, em 1797.
• As ameaças internas contra o Diretório somavam-se às externas, pois os
exércitos absolutistas continuavam a atacar a França.
• Além disso, a crise econômico-financeira aprofundara-se ainda mais,
estimulando o descontentamento e as manifestações populares.
• Entre muitos franceses pregava-se a necessidade de um
governo forte que pacificasse o país, unificando-o, e
assegurasse as conquistas burguesas da revolução.
• Dessa forma alguns membros do Diretório articularam um
golpe de Estado que levou ao poder o principal líder militar
da França, naquele momento: Napoleão Bonaparte.
• A 9 de novembro de 1799 (dia 18 do mês brumário, no calendário
revolucionário), Napoleão Bonaparte derrubou o Diretório e assumiu
o governo francês.
• Era o Golpe do 18 Brumário, encerrando a Revolução Francesa e
iniciando a fase da consolidação das conquistas burguesas.
A REVOLUÇÃO FRANCESA HOJE
• Os ecos dos revolucionários de 1789 atingiram, em pouco
tempo, todo o planeta.
• Os ideais revolucionários de liberdade, igualdade e
fraternidade se converteram em princípios universais.
• Entretanto, cada época e cada sociedade interpretam aqueles
valores conforme sua história e seus interesses.
• Os ideais da revolução Francesa eram universais, mas sua
concretização depende das condições particulares de cada
sociedade.
SUGESTÕES DE FILMES
• Danton, o Processo da Revolução – o filme
destaca o confronto entre Danton e
Robespierre na Convenção Nacional.
• Casanova e a Revolução – narrativa
destacando a noite de Varennes, a prisão do
rei Luís XVI em fuga.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• História Memória Viva – Claudio Vicentino
• Nova História Integrada – João Paulo
Mesquita
• História Novo Olhar – Marco Pellegrini
• Imagens Google.

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A Revolução Francesa de 1789

  • 2. REVOLUÇÃO FRANCESAREVOLUÇÃO FRANCESA 1789 1791 1792 1794 1799 Estados Gerais Assembléia Nacional: Monarquia Constitucional Convenção Nacional: Regime Republicano Diretório
  • 3. A França no século XVIII • No final do século XVIII, a França estava passando por uma grave crise econômica, (fruto da má administração, gastos excessivos na Corte e guerras malsucedidas), política (contestação aos privilégios da nobreza e do clero) e social (fome e empobrecimento de parte da população). • O clero e a nobreza, os privilegiados da França, compreendiam cerca de 500 mil pessoas, apenas 2% dos 25 milhões de franceses. • Há muito que os filósofos iluministas mostravam pela razão a urgência da derrubada do Antigo Regime. • Suas obras e críticas formaram a ideologia, serviram de bandeira para a explosão revolucionária. • A grave situação económica francesa piorava devido a adversidades naturais. • Na grande seca de 1788, a falta de produtos alimentícios espalhou o clima de desespero e miséria. • Buscando contornar a crise que se avolumava, Luís XVI recompunha a administração, nomeando novos ministros. • Estes, quando apontavam a necessidade de reformar a estrutura de impostos, de dar fim aos privilégios, acabavam demitidos, originando crises políticas. • Assim aconteceu com os ministros da área das Finanças: Turgot, Necker e Calonne.
  • 4. • Tentando legitimar novos impostos, o rei convocou os Estados Gerais, uma assembléia parlamentar que reunia os representantes dos três estados da França. Veja: 1º estado: alto clero e baixo clero; 2º estado: nobreza; 3º estado: representado por 98% da população, incluía burgueses, camponeses, artesãos, etc. Sobre esse 3º. estado recaía a maioria dos impostos. 1º. Clero = AIto e Baixo clero = 125 mil 2º. Nobreza = 135 mil 3º. Burguesia =250 mil Artesãos = 250 mil Camponeses e operários = 24 milhões Primeiro estado Segundo estado Terceiro estado (povo)
  • 5. CHARGES DA ÉPOCA A revoltA do terceiro estAdo representAção de um cAmponês cArregAndo em suAs costAs, um clérigo e um nobre.
  • 6. OS ESTADOS GERAIS (1789 – 1791) • Durante as primeiras reuniões, a principal reivindicação dos representantes do 3º estado era a mudança no sistema de votação, queriam que os votos fossem distribuídos individualmente entre os deputados e não mais por estado. • O impasse do voto durou mais de um mês, até que em 17 de junho de 1789, o 3º estado, com a adesão dos membros liberais da nobreza e do clero, declarou-se em Assembléia Nacional, com o objetivo de elaborar uma Constituição para a França. • Em 20 de junho de 1789, o rei Luís XVI ordenou o fechamento da sala de reuniões da Assembléia Nacional. • Diante disso os deputados se dirigiram ao salão do Jogo de Péla, próximo ao palácio de Versalhes, onde juraram manter-se em assembléia até elaborarem uma Constituição para a França. O Juramento da Péla.
  • 7. • A Coroa, o Alto Clero e setores da nobreza tentaram dissolver a Assembléia à força, em Paris. • Ações populares de 14 de julho de 1789, uma multidão saqueou um depósito de armas do governo e tomaram a “Prisão da Bastilha” deixando o rei e seus partidários alarmados. • Sob pressão popular, o rei autorizou o andamento dos trabalhos da Assembléia. • Vários nobres foram buscar apoio nas Cortes Absolutistas (Áustria e Prússia) a fim de reprimir o movimento revolucionário. • No campo vários castelos, casas senhoriais e abadias foram saqueadas e incendiadas por populares, destruindo arquivos onde estavam registrados os direitos senhoriais, dando origem a um período conhecido como “grande medo”. A queda da prisão da Bastilha, início da revolução francesa Cenas de o “grande medo”
  • 8. A ASSEMBLÉIA NACIONAL (1789 – 1792) • Foi aprovado o fim dos privilégios feudais.; • Aprovou-se a Constituição Civil do Clero, expropriando os bens da Igreja e os clérigos passariam a ser funcionários do Estado, eleitos pelos cidadãos; • A emissão das assignats, títulos referentes a empréstimos públicos onde o governo pretendia restabelecer o tesouro nacional; • Foi aprovada a Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão, estabelecendo a igualdade de todos os franceses perante a lei, o direito à liberdade e a defesa da propriedade. • Eram considerados cidadãos os homens adultos e livres, excluindo as mulheres e os escravos. • Diante dos fatos, a alta nobreza passou a emigrar para as Cortes estrangeiras e, de lá, a conspirar contra a Assembléia Nacional, tentando pôr fim à revolução.
  • 9. O retorno de Varennes e a morte política do rei. Julho/1791: A prisão dos reis em Varennes. O rei Luís XVI decidiu fugir para a Áustria, disfarçado de criado de quarto, acompanhado da família real, mas em Varennes, foi reconhecido, detido e obrigado a voltar a Paris, em 21 de junho de 1791.
  • 10. • Em setembro de 1791, a Assembléia finalizou a primeira Constituição Francesa, estabelecendo: - a monarquia constitucional em substituição à monarquia absoluta. - Instituía-se a separação dos poderes, com Luís XVI assumindo o executivo, mas limitado pelo legislativo (Assembleia de deputados) e pelo judiciário. - Firmou-se também o predomínio burguês no novo regime político, já que eleição dos deputados seria feita de acordo com a renda dos cidadãos (voto censitário). • Em meados de 1792, toda a Europa temia a difusão dos ideais revolucionários, portanto nobres austríacos e prussianos, aliados aos nobres franceses emigrados, prepararam um ataque contrarrevolucionário para restaurar o absolutismo na França. • Para defender o território, em agosto de 1792, o governo francês entregou armas para a população. • Os parisienses em setembro de 1792, tomaram o poder municipal em Paris e estabeleceram um governo revolucionário e autônomo, invadiram o Palácio das Tulherias e prenderam o rei Luís XVI. • O governo revolucionário de Paris convocou o povo para elegerem por sufrágio universal, um novo órgão legislativo e executivo: a Convenção Nacional.
  • 11. A CONVENÇÃO NACIONAL (1792-1794) • Nessa fase foi proclamada a República em 22 de setembro de 1792. • Determinou-se que o rei deveria ser julgado por crime de traição à pátria. • Na Convenção três grupos políticos rivalizavam entre si, sendo: - girondinos:deputados representantes da alta burguesia, tinham esse nome porque a maioria de seus membros era procedente de uma região chamada Gironda. - Defendiam a consolidação da monarquia constitucional e censitária e a moderação revolucionária, condenando os excessos populares. - Como se sentavam à direita no plenário da Convenção, foram denominados também Partido da Direita; - planície: composta também por membros da alta burguesia, não apresentava convicções políticas definidas, oscilando entre a moderação e o radicalismo, sentavam-se no centro da Convenção; - jacobinos: grupo que congregava a pequena burguesia e os sans- culottes elementos das cama das mais baixas da população; eram extremistas que tinham em Marat, Danton e Robespierre seus chefes mais conhecidos. Por ocuparem um lugar mais alto no plenário da Convenção eram também chamados de montanheses
  • 12. • Nessa fase a política francesa era dominada pelos girondinos que, cedendo às pressões populares, condenaram o rei à morte na guilhotina e executaram-no em 21 de janeiro de 1793. • A execução de Luís XVI indignou e assustou os governos da Europa que, amedrontados com a perspectiva de repetição, em seus reinos, do exemplo francês, organizaram a primeira coligação militar contra a França revolucionária. • Seguiu-se uma série de invasões estrangeiras ao território francês. • Aliado a isso, vastas regiões provinciais partidárias da realeza deixaram de obedecer à Convenção. • Agravando a situação, em Paris, Marat foi assassinado por uma jovem girondina, Charlotte Corday, em julho de 1793. • Diante das dificuldades e da radicalização, a Convenção viu-se obrigada a adotar diversas medidas emergendais. • Ao mesmo tempo, ficava pronta uma nova Constituição, muito mais democrática e popular que a anterior. • Dentre as principais realizações do governo jacobino, podemos destacar: a instituição do ensino gratuito e obrigatório, o tabelamento dos preços dos gêneros alimentícios (chamada Lei do Preço Máximo) e a abolição do escravismo nas colônias francesas.
  • 13.
  • 14. • O governo revolucionário, liderado por Robespierre e Saint Just, tinha como principal órgão de ação o Comitê de Salvação Pública, que decretou a mobilização geral, enfrentou o inimigo invasor e conseguiu importantes vitórias em várias frentes, derrotando-o em seguida. • Internamente, as regiões favoráveis ao rei eram dominadas e seus líderes mortos enquanto um tribunal revolucionário em Paris pronunciava sentenças de morte, sem apelo, àqueles que eram acusados de contra-revolucionários. • Calcula-se que, nesse período, apelidado Fase do Terror, cerca de 35 mil pessoas tenham sido executadas. • As divergências entre os jacobinos, somadas às dificuldades militares e econômicas, enfraqueciam o governo da Convenção. • Robespierre, seu principal líder, adotou, então, medidas extremistas para continuar no poder. • O líder dos moderados, Danton, bem como os principais chefes radicais, incluindo Hébert, foram condenados à morte e executados na guilhotina. • O Terror não poupava mais nem mesmo os próprios membros da Convenção, impopularizando o governo jacobino.
  • 15. • Aproveitando-se da situação, os girondinos desfecharam um golpe contra Robespierre. • Defendendo o fim do Terror e condenando o "banho de sangue" jacobino, os girondinos invadiram a Convenção e assumiram o governo francês. • Robespierre foi preso, condenado e executado na guilhotina em julho de 1794. • Como o golpe acontecera no dia 9 do mês termidor, segundo o novo calendário francês estabelecido durante a revolução, denominou-se a retomada do poder pela alta burguesia francesa de reação termidoriana. • O novo governo termidoriano pôs fim ao período radical da revolução e em alguns meses anulou as decisões jacobinas, consolidando a posição da burguesia no comando político nacional.
  • 16. Execuções na fase do terror Em27 de julho de 1794, a execução de Robespierre representou a derrota do sonho de um governo popular e democrático na França... Marat é assassinado por Charlote Corday, uma girondina Execução da rainha Maria Antonieta Execução do rei Luís XVI em 1793
  • 17. A fase do Diretório (1 794-1799) • Os dirigentes termidorianos redigiram uma nova Constituição — a do Ano III (1795) — e criaram um governo francês denominado Diretório. • Pela nova Constituição, restabelecia-se o caráter censitário para a eleição dos deputados governamentais e determinava-se que o poder Executivo, órgão máximo de governo, seria composto por cinco diretores. • Ao Diretório opunham-se os representantes dos antigos grupos políticos rivais: a facção esquerdista (jacobinos) era liderada pelo jornalista Babeuf, e a direitista (realistas) defendia o restabelecimento da monarquia, na pessoa do irmão de Luís XVI. • Já em 1795, os realistas tentaram, num golpe, tomar o poder e foram derrotados. • No ano seguinte, foi a vez da conspiração jacobina “A Conspiração dos Iguais”, pregando instalar o que chamavam de a "ditadura dos humildes". • O líder golpista Babeuf acabou preso e executado, em 1797. • As ameaças internas contra o Diretório somavam-se às externas, pois os exércitos absolutistas continuavam a atacar a França. • Além disso, a crise econômico-financeira aprofundara-se ainda mais, estimulando o descontentamento e as manifestações populares.
  • 18. • Entre muitos franceses pregava-se a necessidade de um governo forte que pacificasse o país, unificando-o, e assegurasse as conquistas burguesas da revolução. • Dessa forma alguns membros do Diretório articularam um golpe de Estado que levou ao poder o principal líder militar da França, naquele momento: Napoleão Bonaparte. • A 9 de novembro de 1799 (dia 18 do mês brumário, no calendário revolucionário), Napoleão Bonaparte derrubou o Diretório e assumiu o governo francês. • Era o Golpe do 18 Brumário, encerrando a Revolução Francesa e iniciando a fase da consolidação das conquistas burguesas.
  • 19. A REVOLUÇÃO FRANCESA HOJE • Os ecos dos revolucionários de 1789 atingiram, em pouco tempo, todo o planeta. • Os ideais revolucionários de liberdade, igualdade e fraternidade se converteram em princípios universais. • Entretanto, cada época e cada sociedade interpretam aqueles valores conforme sua história e seus interesses. • Os ideais da revolução Francesa eram universais, mas sua concretização depende das condições particulares de cada sociedade.
  • 20. SUGESTÕES DE FILMES • Danton, o Processo da Revolução – o filme destaca o confronto entre Danton e Robespierre na Convenção Nacional. • Casanova e a Revolução – narrativa destacando a noite de Varennes, a prisão do rei Luís XVI em fuga.
  • 21. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • História Memória Viva – Claudio Vicentino • Nova História Integrada – João Paulo Mesquita • História Novo Olhar – Marco Pellegrini • Imagens Google.