SlideShare uma empresa Scribd logo
RELEVO BRASILEIRO
Profª. – Fatima Ap. de Freitas
ESCOLA ESTADUAL JOSE ALVES RIBEIRO
CONCEITO
• se refere ao conjunto de formas que sobressaem
na crosta terrestre, concebidas sob ação de
forças internas e externas denominadas agentes
de relevo.
• Os agentes internos (endógenos) são os vulcões,
os movimentos tectônicos e os abalos sísmicos
que agem de dentro para fora da Terra.
• Os agentes externos (exógenos) são as chuvas, os
mares, os rios, as geleiras, os animais e as ações
do homem que modificam a superfície terrestre.
• O relevo brasileiro é caraterizado por baixas e
médias altitudes de maneira que as formas de
relevo predominantes no Brasil são os planaltos e
as depressões (formações de origem cristalina e
sedimentar), os quais ocupam cerca de 95% do
território, enquanto as planícies ocupam
aproximadamente 5%, formas de origem
sedimentar.
• Assim cerca de 60 % do território é formado por
bacias sedimentares, enquanto cerca 40 % por
escudos cristalinos.
• As três formas de relevo predominantes no Brasil
são: planaltos, planícies e depressões.
• Planaltos: também chamados de platôs, os
planaltos são terrenos elevados e planos
marcados por altitude acima de 300 metros,
os quais predominam o desgaste erosivo.
Quanto à isso, são classificados de acordo com
formação geológica: Planalto Sedimentar
(formados por rochas sedimentares), Planalto
Cristalino (formados por rochas cristalinas) e
Planalto Basáltico (formados por rochas
vulcânicas).
• Planície: terrenos planos com altitudes que
não ultrapassam os 100 metros, as quais
predominam o processo de acumulação de
sedimentos.
• Assim, podem ser Planície Costeira
(constituídas pela ação do mar), Planície
Fluvial (constituídas pela ação de um rio) e a
Planície Lacustre (constituídas pela ação de
um lago).
• Depressões: Formadas, em grande parte, pelo
processo de erosão, as depressões são
terrenos relativamente inclinados e possuem
altitudes abaixo das áreas ao seu redor (de
100 a 500 metros).
• São classificadas em “depressões absolutas”,
localizadas abaixo do nível do mar e, em
“depressões relativas”, encontradas acima do
nível do mar.
Planaltos do Brasil
• No território brasileiro há um predomínio de
planaltos, de forma que esse tipo de relevo
ocupa cerca de 5.000.00 km² da área total do
país, do qual as formas mais comuns são os
picos, serras, colinas, morros e chapadas.
• De maneira geral, o planalto brasileiro é
dividido em planalto meridional, planalto
central e planalto atlântico:
• Planalto Central: localizado nos estados de
Minas Gerais, Tocantins, Goiás, Mato Grosso e
Mato Grosso do Sul, o planalto central possui
grande potencial elétrico com presença de
muitos rios, donde se destacam os rios São
Francisco, Araguaia e Tocantins.
• Além disso, há o predomínio de vegetação do
cerrado, sendo seu ponto de maior altitude, a
Chapada dos Veadeiros, localizada no estado
de Goiás, com altitudes que variam de 600 m
a 1650 m.
• Planalto das Guianas: Localizado nos estados do
Amazonas, Pará, Roraima e Amapá, o planalto
das guianas, é uma das formações geológicas
mais antigas do planeta, do qual se estende
também pelos países vizinhos: Venezuela,
Colômbia, Guiana, Suriname e Guiana Francesa.
Formado em sua maioria, por vegetação tropical
(Floresta Amazônica) e serras.
• É aqui que se encontra o ponto mais alto do
relevo brasileiro, ou seja, o Pico da Neblina com
cerca de 3.000 m de altitude, localizado na Serra
do Imeri, no estado do Amazonas.
• Planalto Brasileiro: Formado pelo Planalto
Central, Planalto Meridional, Planalto
Nordestino, Serras e Planaltos do Leste e
Sudeste, Planaltos do Maranhão-Piauí e
Planalto Uruguaio-Rio-Grandense.
• O ponto mais alto do planalto brasileiro é o
Pico da Bandeira com cerca de 2.900 m,
localizado nos estados do Espírito Santo e de
Minas Gerais, na serra do Caparaó.
• Planalto Meridional: Localizado, em sua
grande maioria, no sul do país, o planalto
meridional estende-se também pelas regiões
do centro oeste e sudeste no Brasil. Seu ponto
mais alto é Serra Geral do Paraná presente
nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e
Santa Catarina.
• É dividido em: planalto arenito-basáltico, os
quase formam as serras (cuestas) e a
depressão periférica, caracterizada por
altitudes menos elevadas.
• Planalto Nordestino: localizado na região
nordeste do país, esse planalto possuem a
presença de chapadas e serras cristalinas,
donde destaca-se a Serra da Borborema,
localizada nos estados de Alagoas,
Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte,
com altitude máxima de 1260 m.
• Os picos mais elevados na Serra ou Planalto da
Borborema é o Pico do Papagaio (1260 m) e o
Pico do Jabre (1200 m).
• Serras e Planaltos do Leste e do Sudeste:
Conhecido pela denominação “mar de
morros” que envolve grande parte do planalto
atlântico, no litoral do país, as serras e os
planaltos do leste e do sudeste abrangem os
estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo,
Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito
Santo e Bahia.
• Destacam-se a Serra da Canastra, Serra do
Mar e Serra da Mantiqueira.
SERRA DA CASTRA, MAR E
MANTIQUEIRA
• Planalto do Maranhão-Piauí: Também
chamado de planalto meio-norte, esse
planalto está localizado nos estados do
Maranhão, Piauí e Ceará.
• Planalto Dissecado de Sudeste (Escudo Sul-
rio-grandense): Localizado no estado do Rio
Grande do Sul, o escudo sul-rio-grandense
apresenta elevações de até 550 m, o qual
caracteriza o conjunto de serras do estado.
• Um dos pontos mais altos é o Cerro do
Sandin, com 510 metros de altitude.
Planícies do Brasil
• As planícies do Brasil ocupam cerca de
3.000.000 km² de todo o território, sendo as
principais:
• Planície Amazônica: Localizada no estado de
Rondônia, esse tipo de relevo caracteriza a
maior área de terras baixas no Brasil, sendo
que as formas mais recorrentes é a região de
várzeas, terraços fluviais (tesos) e baixo
planalto.
• Planície do Pantanal: situada nos estados no
Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A planície
do pantanal é um terreno propenso às
inundações e, portanto, é marcado por
diversas regiões pantanosas.
• Lembre-se que o Pantanal é a maior planície
inundável do mundo.
• Planície Litorânea: Também chamada de
planície costeira, a planície litorânea é uma
faixa de terra situada na região costeira do
litoral brasileiro, que possui aproximadamente
600 km.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• https://www.todamateria.com.br/relevo-
brasileiro/
• https://geografalando.blogspot.com/2013/02
/classificacao-do-relevo-brasileiro.html

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Clima E Climas Do Brasil Aula
Clima E Climas Do Brasil   AulaClima E Climas Do Brasil   Aula
Clima E Climas Do Brasil Aula
Luciano Pessanha
 
Estrutura geológica
Estrutura geológicaEstrutura geológica
Estrutura geológica
João José Ferreira Tojal
 
Brasil – massas de ar e clima
Brasil – massas de ar e climaBrasil – massas de ar e clima
Brasil – massas de ar e clima
Professor
 
Climas do brasil
Climas do brasilClimas do brasil
Climas do brasil
Suely Takahashi
 
Relevo Brasileiro
 Relevo Brasileiro Relevo Brasileiro
Relevo Brasileiro
Stéfano Silveira
 
Bioma da Caatinga - Completo
Bioma da Caatinga - CompletoBioma da Caatinga - Completo
Bioma da Caatinga - Completo
Bruno Djvan Ramos Barbosa
 
Grandes biomas terrestres
Grandes biomas terrestresGrandes biomas terrestres
Grandes biomas terrestres
João José Ferreira Tojal
 
Atmosfera, tempo e fatores climáticos
Atmosfera, tempo e fatores climáticosAtmosfera, tempo e fatores climáticos
Atmosfera, tempo e fatores climáticos
Professor
 
Bacias hidrográficas
Bacias hidrográficasBacias hidrográficas
Bacias hidrográficas
João José Ferreira Tojal
 
Dominio Mares e Morros
Dominio Mares e Morros Dominio Mares e Morros
Dominio Mares e Morros
Laguat
 
Camada interna da terra
Camada interna da terraCamada interna da terra
Camada interna da terra
Evandro Vilas Boas Coelho
 
Tectonica Placas
Tectonica PlacasTectonica Placas
Tectonica Placas
Sérgio Luiz
 
Tipos de rochas
Tipos de rochasTipos de rochas
Tipos de rochas
ANDRÉA FERREIRA
 
Bacias hidrográficas do Brasil
Bacias hidrográficas do BrasilBacias hidrográficas do Brasil
Bacias hidrográficas do Brasil
André Luiz Marques
 
Deriva continental e tectónica de placas
Deriva continental e tectónica de placasDeriva continental e tectónica de placas
Deriva continental e tectónica de placas
Cláudia Moura
 
Bacias hidrográficas brasileiras
Bacias hidrográficas brasileirasBacias hidrográficas brasileiras
Bacias hidrográficas brasileiras
Waender Soares
 
Formação e modelagem do relevo
Formação e modelagem do relevoFormação e modelagem do relevo
Formação e modelagem do relevo
Prof. Francesco Torres
 
Climatologia
Climatologia Climatologia
Climatologia
André Luiz Marques
 
Solos: origem, evolução, degradação e conservação
Solos: origem, evolução, degradação e conservaçãoSolos: origem, evolução, degradação e conservação
Solos: origem, evolução, degradação e conservação
Rodrigo Pavesi
 
O relevo e as suas formas
O relevo e as suas formasO relevo e as suas formas
O relevo e as suas formas
profacacio
 

Mais procurados (20)

Clima E Climas Do Brasil Aula
Clima E Climas Do Brasil   AulaClima E Climas Do Brasil   Aula
Clima E Climas Do Brasil Aula
 
Estrutura geológica
Estrutura geológicaEstrutura geológica
Estrutura geológica
 
Brasil – massas de ar e clima
Brasil – massas de ar e climaBrasil – massas de ar e clima
Brasil – massas de ar e clima
 
Climas do brasil
Climas do brasilClimas do brasil
Climas do brasil
 
Relevo Brasileiro
 Relevo Brasileiro Relevo Brasileiro
Relevo Brasileiro
 
Bioma da Caatinga - Completo
Bioma da Caatinga - CompletoBioma da Caatinga - Completo
Bioma da Caatinga - Completo
 
Grandes biomas terrestres
Grandes biomas terrestresGrandes biomas terrestres
Grandes biomas terrestres
 
Atmosfera, tempo e fatores climáticos
Atmosfera, tempo e fatores climáticosAtmosfera, tempo e fatores climáticos
Atmosfera, tempo e fatores climáticos
 
Bacias hidrográficas
Bacias hidrográficasBacias hidrográficas
Bacias hidrográficas
 
Dominio Mares e Morros
Dominio Mares e Morros Dominio Mares e Morros
Dominio Mares e Morros
 
Camada interna da terra
Camada interna da terraCamada interna da terra
Camada interna da terra
 
Tectonica Placas
Tectonica PlacasTectonica Placas
Tectonica Placas
 
Tipos de rochas
Tipos de rochasTipos de rochas
Tipos de rochas
 
Bacias hidrográficas do Brasil
Bacias hidrográficas do BrasilBacias hidrográficas do Brasil
Bacias hidrográficas do Brasil
 
Deriva continental e tectónica de placas
Deriva continental e tectónica de placasDeriva continental e tectónica de placas
Deriva continental e tectónica de placas
 
Bacias hidrográficas brasileiras
Bacias hidrográficas brasileirasBacias hidrográficas brasileiras
Bacias hidrográficas brasileiras
 
Formação e modelagem do relevo
Formação e modelagem do relevoFormação e modelagem do relevo
Formação e modelagem do relevo
 
Climatologia
Climatologia Climatologia
Climatologia
 
Solos: origem, evolução, degradação e conservação
Solos: origem, evolução, degradação e conservaçãoSolos: origem, evolução, degradação e conservação
Solos: origem, evolução, degradação e conservação
 
O relevo e as suas formas
O relevo e as suas formasO relevo e as suas formas
O relevo e as suas formas
 

Destaque

Laboratori Elisir d'Argan
Laboratori Elisir d'ArganLaboratori Elisir d'Argan
Laboratori Elisir d'Argan
digitalmanagement
 
Semana del 18 al 22 de abril
Semana del 18 al 22 de abrilSemana del 18 al 22 de abril
Semana del 18 al 22 de abril
chotecamilo2
 
оренбургский пуховый платок
оренбургский пуховый платокоренбургский пуховый платок
оренбургский пуховый платок
School 242
 
Objetivo 7 gestión_calidad_segundo_periodo_2016
Objetivo 7 gestión_calidad_segundo_periodo_2016Objetivo 7 gestión_calidad_segundo_periodo_2016
Objetivo 7 gestión_calidad_segundo_periodo_2016
Paulo Delgado Ordóñez
 
Join The Pipe - Sustainable Drinking Water
Join The Pipe - Sustainable Drinking WaterJoin The Pipe - Sustainable Drinking Water
Join The Pipe - Sustainable Drinking Water
Natural Zeeland
 
Natale Giunta per le agenzie
Natale Giunta per le agenzieNatale Giunta per le agenzie
Natale Giunta per le agenzie
Alessandro Milia
 
STEM Media Pitch
STEM Media PitchSTEM Media Pitch
STEM Media Pitch
Jose Diaz
 
Plan/Proyecto Educativo Institucional en Proceso
Plan/Proyecto Educativo Institucional en ProcesoPlan/Proyecto Educativo Institucional en Proceso
Plan/Proyecto Educativo Institucional en Proceso
anna aleman
 
Abordaje de los programas de estudios.
Abordaje de los programas de estudios.Abordaje de los programas de estudios.
Abordaje de los programas de estudios.
Andy Cortés
 
El sector terciario
El sector terciarioEl sector terciario
El sector terciario
porceyo
 
Pei proyecto educativo_institucional_iegerardo
Pei proyecto educativo_institucional_iegerardoPei proyecto educativo_institucional_iegerardo
Pei proyecto educativo_institucional_iegerardo
chotecamilo2
 
Tutorial 9 google drive
Tutorial 9 google driveTutorial 9 google drive
Tutorial 9 google drive
Paulo Delgado Ordóñez
 
Semana del 11 al 15 de abril material
Semana del 11 al 15 de abril materialSemana del 11 al 15 de abril material
Semana del 11 al 15 de abril material
chotecamilo2
 
Paul Cezanne: Analysis of Works
Paul Cezanne: Analysis of WorksPaul Cezanne: Analysis of Works
Paul Cezanne: Analysis of Works
Harshita Hajela
 
30 RTs
30 RTs30 RTs
Praveen cv
Praveen cvPraveen cv
Revisão – literatura
Revisão – literatura Revisão – literatura
Revisão – literatura
Maria Glalcy Fequetia Dalcim
 
El espacio urbano
El espacio urbanoEl espacio urbano
El espacio urbano
porceyo
 
Resume
ResumeResume

Destaque (19)

Laboratori Elisir d'Argan
Laboratori Elisir d'ArganLaboratori Elisir d'Argan
Laboratori Elisir d'Argan
 
Semana del 18 al 22 de abril
Semana del 18 al 22 de abrilSemana del 18 al 22 de abril
Semana del 18 al 22 de abril
 
оренбургский пуховый платок
оренбургский пуховый платокоренбургский пуховый платок
оренбургский пуховый платок
 
Objetivo 7 gestión_calidad_segundo_periodo_2016
Objetivo 7 gestión_calidad_segundo_periodo_2016Objetivo 7 gestión_calidad_segundo_periodo_2016
Objetivo 7 gestión_calidad_segundo_periodo_2016
 
Join The Pipe - Sustainable Drinking Water
Join The Pipe - Sustainable Drinking WaterJoin The Pipe - Sustainable Drinking Water
Join The Pipe - Sustainable Drinking Water
 
Natale Giunta per le agenzie
Natale Giunta per le agenzieNatale Giunta per le agenzie
Natale Giunta per le agenzie
 
STEM Media Pitch
STEM Media PitchSTEM Media Pitch
STEM Media Pitch
 
Plan/Proyecto Educativo Institucional en Proceso
Plan/Proyecto Educativo Institucional en ProcesoPlan/Proyecto Educativo Institucional en Proceso
Plan/Proyecto Educativo Institucional en Proceso
 
Abordaje de los programas de estudios.
Abordaje de los programas de estudios.Abordaje de los programas de estudios.
Abordaje de los programas de estudios.
 
El sector terciario
El sector terciarioEl sector terciario
El sector terciario
 
Pei proyecto educativo_institucional_iegerardo
Pei proyecto educativo_institucional_iegerardoPei proyecto educativo_institucional_iegerardo
Pei proyecto educativo_institucional_iegerardo
 
Tutorial 9 google drive
Tutorial 9 google driveTutorial 9 google drive
Tutorial 9 google drive
 
Semana del 11 al 15 de abril material
Semana del 11 al 15 de abril materialSemana del 11 al 15 de abril material
Semana del 11 al 15 de abril material
 
Paul Cezanne: Analysis of Works
Paul Cezanne: Analysis of WorksPaul Cezanne: Analysis of Works
Paul Cezanne: Analysis of Works
 
30 RTs
30 RTs30 RTs
30 RTs
 
Praveen cv
Praveen cvPraveen cv
Praveen cv
 
Revisão – literatura
Revisão – literatura Revisão – literatura
Revisão – literatura
 
El espacio urbano
El espacio urbanoEl espacio urbano
El espacio urbano
 
Resume
ResumeResume
Resume
 

Semelhante a Relevo brasileiro

Planaltos de alta altitude
Planaltos de alta altitudePlanaltos de alta altitude
Planaltos de alta altitude
jessica Nogueira
 
Geografia do brasil o espaço brasileiro
Geografia do brasil o espaço brasileiroGeografia do brasil o espaço brasileiro
Geografia do brasil o espaço brasileiro
elrey1000
 
Geografia da América do Sul
Geografia da América do SulGeografia da América do Sul
Geografia da América do Sul
Patrícia Éderson Dias
 
Relevo brasileiro
Relevo brasileiroRelevo brasileiro
Relevo brasileiro
karolpoa
 
GEOGRAFIA DO BRASIL
GEOGRAFIA DO BRASILGEOGRAFIA DO BRASIL
GEOGRAFIA DO BRASIL
Bruno Lima
 
Depressões interplanálticas semiáridas do nordeste
Depressões interplanálticas semiáridas do nordesteDepressões interplanálticas semiáridas do nordeste
Depressões interplanálticas semiáridas do nordeste
Flávio Pontes Paris
 
Classificação do relevo brasileiro geomorfologia
Classificação do relevo brasileiro   geomorfologiaClassificação do relevo brasileiro   geomorfologia
Classificação do relevo brasileiro geomorfologia
Rodrigo Sousa
 
Relevo Brasileiro
Relevo BrasileiroRelevo Brasileiro
Relevo Brasileiro
Ely Santos
 
Região Centro-oeste
Região Centro-oesteRegião Centro-oeste
Região Centro-oeste
kassiarios
 
Região Centro-Oeste
Região Centro-OesteRegião Centro-Oeste
Região Centro-Oeste
kassiarios
 
As estruturas do relevo brasileiro
As estruturas do relevo brasileiroAs estruturas do relevo brasileiro
As estruturas do relevo brasileiro
Colégio Nova Geração COC
 
83118531 t-apoio-relevo-serras
83118531 t-apoio-relevo-serras83118531 t-apoio-relevo-serras
83118531 t-apoio-relevo-serras
lauraneves
 
Continente Americano: aspectos naturais e ação humana
Continente Americano: aspectos naturais e ação humanaContinente Americano: aspectos naturais e ação humana
Continente Americano: aspectos naturais e ação humana
André Luiz Marques
 
Geografia Do Brasil
Geografia Do BrasilGeografia Do Brasil
Geografia Do Brasil
aroudus
 
A natureza brasileira - GEO PM 2011
A natureza brasileira - GEO PM 2011A natureza brasileira - GEO PM 2011
A natureza brasileira - GEO PM 2011
Bruna Azevedo
 
Trab. de geografia
Trab. de geografiaTrab. de geografia
Trab. de geografia
AnaTajes
 
Os grandes compartimentos do relevo brasileiro
Os grandes compartimentos do relevo brasileiroOs grandes compartimentos do relevo brasileiro
Os grandes compartimentos do relevo brasileiro
jrcruzoficial
 
MINAS GERAIS.pdf
MINAS GERAIS.pdfMINAS GERAIS.pdf
MINAS GERAIS.pdf
Henrique Pontes
 
DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS. Quql a diferença entre Bioma e Domínio Morfoclimático
DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS. Quql a diferença entre Bioma e Domínio MorfoclimáticoDOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS. Quql a diferença entre Bioma e Domínio Morfoclimático
DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS. Quql a diferença entre Bioma e Domínio Morfoclimático
SlviaVieira13
 
Relevo e hidrografia do méxico
Relevo e hidrografia do méxicoRelevo e hidrografia do méxico
Relevo e hidrografia do méxico
Marinessacardo
 

Semelhante a Relevo brasileiro (20)

Planaltos de alta altitude
Planaltos de alta altitudePlanaltos de alta altitude
Planaltos de alta altitude
 
Geografia do brasil o espaço brasileiro
Geografia do brasil o espaço brasileiroGeografia do brasil o espaço brasileiro
Geografia do brasil o espaço brasileiro
 
Geografia da América do Sul
Geografia da América do SulGeografia da América do Sul
Geografia da América do Sul
 
Relevo brasileiro
Relevo brasileiroRelevo brasileiro
Relevo brasileiro
 
GEOGRAFIA DO BRASIL
GEOGRAFIA DO BRASILGEOGRAFIA DO BRASIL
GEOGRAFIA DO BRASIL
 
Depressões interplanálticas semiáridas do nordeste
Depressões interplanálticas semiáridas do nordesteDepressões interplanálticas semiáridas do nordeste
Depressões interplanálticas semiáridas do nordeste
 
Classificação do relevo brasileiro geomorfologia
Classificação do relevo brasileiro   geomorfologiaClassificação do relevo brasileiro   geomorfologia
Classificação do relevo brasileiro geomorfologia
 
Relevo Brasileiro
Relevo BrasileiroRelevo Brasileiro
Relevo Brasileiro
 
Região Centro-oeste
Região Centro-oesteRegião Centro-oeste
Região Centro-oeste
 
Região Centro-Oeste
Região Centro-OesteRegião Centro-Oeste
Região Centro-Oeste
 
As estruturas do relevo brasileiro
As estruturas do relevo brasileiroAs estruturas do relevo brasileiro
As estruturas do relevo brasileiro
 
83118531 t-apoio-relevo-serras
83118531 t-apoio-relevo-serras83118531 t-apoio-relevo-serras
83118531 t-apoio-relevo-serras
 
Continente Americano: aspectos naturais e ação humana
Continente Americano: aspectos naturais e ação humanaContinente Americano: aspectos naturais e ação humana
Continente Americano: aspectos naturais e ação humana
 
Geografia Do Brasil
Geografia Do BrasilGeografia Do Brasil
Geografia Do Brasil
 
A natureza brasileira - GEO PM 2011
A natureza brasileira - GEO PM 2011A natureza brasileira - GEO PM 2011
A natureza brasileira - GEO PM 2011
 
Trab. de geografia
Trab. de geografiaTrab. de geografia
Trab. de geografia
 
Os grandes compartimentos do relevo brasileiro
Os grandes compartimentos do relevo brasileiroOs grandes compartimentos do relevo brasileiro
Os grandes compartimentos do relevo brasileiro
 
MINAS GERAIS.pdf
MINAS GERAIS.pdfMINAS GERAIS.pdf
MINAS GERAIS.pdf
 
DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS. Quql a diferença entre Bioma e Domínio Morfoclimático
DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS. Quql a diferença entre Bioma e Domínio MorfoclimáticoDOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS. Quql a diferença entre Bioma e Domínio Morfoclimático
DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS. Quql a diferença entre Bioma e Domínio Morfoclimático
 
Relevo e hidrografia do méxico
Relevo e hidrografia do méxicoRelevo e hidrografia do méxico
Relevo e hidrografia do méxico
 

Mais de Fatima Freitas

Mato grosso do sul
Mato grosso do sulMato grosso do sul
Mato grosso do sul
Fatima Freitas
 
Problemas ambientais urbanos
Problemas ambientais urbanosProblemas ambientais urbanos
Problemas ambientais urbanos
Fatima Freitas
 
Rio + 20
Rio + 20Rio + 20
Rio + 20
Fatima Freitas
 
Guerra da coreia
Guerra da coreiaGuerra da coreia
Guerra da coreia
Fatima Freitas
 
Revolução chinesa
Revolução chinesaRevolução chinesa
Revolução chinesa
Fatima Freitas
 
Oriente médio
Oriente médioOriente médio
Oriente médio
Fatima Freitas
 
Clima do brasil
Clima do brasilClima do brasil
Clima do brasil
Fatima Freitas
 
A era napoleônica
A era napoleônicaA era napoleônica
A era napoleônica
Fatima Freitas
 
áGuas oceanicas e mares
áGuas oceanicas e maresáGuas oceanicas e mares
áGuas oceanicas e mares
Fatima Freitas
 
Problemas ambientais
Problemas ambientaisProblemas ambientais
Problemas ambientais
Fatima Freitas
 
Paisagens naturais do planeta
Paisagens naturais do planetaPaisagens naturais do planeta
Paisagens naturais do planeta
Fatima Freitas
 
As paisagens vegetais do brasil
As paisagens vegetais do brasilAs paisagens vegetais do brasil
As paisagens vegetais do brasil
Fatima Freitas
 
Iluminismo e despotismo esclarecido
Iluminismo e despotismo esclarecido  Iluminismo e despotismo esclarecido
Iluminismo e despotismo esclarecido
Fatima Freitas
 
Slides a revolução industrial 2º. ano
Slides a revolução industrial   2º. anoSlides a revolução industrial   2º. ano
Slides a revolução industrial 2º. ano
Fatima Freitas
 
Antiguidade oriental mesopotâmia 1
Antiguidade oriental   mesopotâmia 1Antiguidade oriental   mesopotâmia 1
Antiguidade oriental mesopotâmia 1
Fatima Freitas
 
Revolução inglesa
Revolução inglesaRevolução inglesa
Revolução inglesa
Fatima Freitas
 
Independência dos eua
Independência dos euaIndependência dos eua
Independência dos eua
Fatima Freitas
 
Indígenas do brasil
Indígenas do brasilIndígenas do brasil
Indígenas do brasil
Fatima Freitas
 
A escravidão no brasil colônia
A escravidão no brasil colôniaA escravidão no brasil colônia
A escravidão no brasil colônia
Fatima Freitas
 
Atividade2,1
Atividade2,1Atividade2,1
Atividade2,1
Fatima Freitas
 

Mais de Fatima Freitas (20)

Mato grosso do sul
Mato grosso do sulMato grosso do sul
Mato grosso do sul
 
Problemas ambientais urbanos
Problemas ambientais urbanosProblemas ambientais urbanos
Problemas ambientais urbanos
 
Rio + 20
Rio + 20Rio + 20
Rio + 20
 
Guerra da coreia
Guerra da coreiaGuerra da coreia
Guerra da coreia
 
Revolução chinesa
Revolução chinesaRevolução chinesa
Revolução chinesa
 
Oriente médio
Oriente médioOriente médio
Oriente médio
 
Clima do brasil
Clima do brasilClima do brasil
Clima do brasil
 
A era napoleônica
A era napoleônicaA era napoleônica
A era napoleônica
 
áGuas oceanicas e mares
áGuas oceanicas e maresáGuas oceanicas e mares
áGuas oceanicas e mares
 
Problemas ambientais
Problemas ambientaisProblemas ambientais
Problemas ambientais
 
Paisagens naturais do planeta
Paisagens naturais do planetaPaisagens naturais do planeta
Paisagens naturais do planeta
 
As paisagens vegetais do brasil
As paisagens vegetais do brasilAs paisagens vegetais do brasil
As paisagens vegetais do brasil
 
Iluminismo e despotismo esclarecido
Iluminismo e despotismo esclarecido  Iluminismo e despotismo esclarecido
Iluminismo e despotismo esclarecido
 
Slides a revolução industrial 2º. ano
Slides a revolução industrial   2º. anoSlides a revolução industrial   2º. ano
Slides a revolução industrial 2º. ano
 
Antiguidade oriental mesopotâmia 1
Antiguidade oriental   mesopotâmia 1Antiguidade oriental   mesopotâmia 1
Antiguidade oriental mesopotâmia 1
 
Revolução inglesa
Revolução inglesaRevolução inglesa
Revolução inglesa
 
Independência dos eua
Independência dos euaIndependência dos eua
Independência dos eua
 
Indígenas do brasil
Indígenas do brasilIndígenas do brasil
Indígenas do brasil
 
A escravidão no brasil colônia
A escravidão no brasil colôniaA escravidão no brasil colônia
A escravidão no brasil colônia
 
Atividade2,1
Atividade2,1Atividade2,1
Atividade2,1
 

Último

PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
fernandacosta37763
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
SILVIAREGINANAZARECA
 
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....pptA Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
WilianeBarbosa2
 
Trabalho de Geografia industrialização.pdf
Trabalho de Geografia industrialização.pdfTrabalho de Geografia industrialização.pdf
Trabalho de Geografia industrialização.pdf
erico paulo rocha guedes
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
mamaeieby
 
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
JohnnyLima16
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
LeticiaRochaCupaiol
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
lveiga112
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
todorokillmepls
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
katbrochier1
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
AntonioLobosco3
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
ProfessoraTatianaT
 
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
sjcelsorocha
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
joaresmonte3
 

Último (20)

PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
 
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....pptA Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
A Núbia e o Reino De Cuxe- 6º ano....ppt
 
Trabalho de Geografia industrialização.pdf
Trabalho de Geografia industrialização.pdfTrabalho de Geografia industrialização.pdf
Trabalho de Geografia industrialização.pdf
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
 
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
12072423052012Critica_Literaria_-_Aula_07.pdf
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
 
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
 

Relevo brasileiro

  • 1. RELEVO BRASILEIRO Profª. – Fatima Ap. de Freitas ESCOLA ESTADUAL JOSE ALVES RIBEIRO
  • 2. CONCEITO • se refere ao conjunto de formas que sobressaem na crosta terrestre, concebidas sob ação de forças internas e externas denominadas agentes de relevo. • Os agentes internos (endógenos) são os vulcões, os movimentos tectônicos e os abalos sísmicos que agem de dentro para fora da Terra. • Os agentes externos (exógenos) são as chuvas, os mares, os rios, as geleiras, os animais e as ações do homem que modificam a superfície terrestre.
  • 3. • O relevo brasileiro é caraterizado por baixas e médias altitudes de maneira que as formas de relevo predominantes no Brasil são os planaltos e as depressões (formações de origem cristalina e sedimentar), os quais ocupam cerca de 95% do território, enquanto as planícies ocupam aproximadamente 5%, formas de origem sedimentar. • Assim cerca de 60 % do território é formado por bacias sedimentares, enquanto cerca 40 % por escudos cristalinos. • As três formas de relevo predominantes no Brasil são: planaltos, planícies e depressões.
  • 4.
  • 5. • Planaltos: também chamados de platôs, os planaltos são terrenos elevados e planos marcados por altitude acima de 300 metros, os quais predominam o desgaste erosivo. Quanto à isso, são classificados de acordo com formação geológica: Planalto Sedimentar (formados por rochas sedimentares), Planalto Cristalino (formados por rochas cristalinas) e Planalto Basáltico (formados por rochas vulcânicas).
  • 6.
  • 7. • Planície: terrenos planos com altitudes que não ultrapassam os 100 metros, as quais predominam o processo de acumulação de sedimentos. • Assim, podem ser Planície Costeira (constituídas pela ação do mar), Planície Fluvial (constituídas pela ação de um rio) e a Planície Lacustre (constituídas pela ação de um lago).
  • 8.
  • 9. • Depressões: Formadas, em grande parte, pelo processo de erosão, as depressões são terrenos relativamente inclinados e possuem altitudes abaixo das áreas ao seu redor (de 100 a 500 metros). • São classificadas em “depressões absolutas”, localizadas abaixo do nível do mar e, em “depressões relativas”, encontradas acima do nível do mar.
  • 10.
  • 11. Planaltos do Brasil • No território brasileiro há um predomínio de planaltos, de forma que esse tipo de relevo ocupa cerca de 5.000.00 km² da área total do país, do qual as formas mais comuns são os picos, serras, colinas, morros e chapadas. • De maneira geral, o planalto brasileiro é dividido em planalto meridional, planalto central e planalto atlântico:
  • 12. • Planalto Central: localizado nos estados de Minas Gerais, Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o planalto central possui grande potencial elétrico com presença de muitos rios, donde se destacam os rios São Francisco, Araguaia e Tocantins. • Além disso, há o predomínio de vegetação do cerrado, sendo seu ponto de maior altitude, a Chapada dos Veadeiros, localizada no estado de Goiás, com altitudes que variam de 600 m a 1650 m.
  • 13. • Planalto das Guianas: Localizado nos estados do Amazonas, Pará, Roraima e Amapá, o planalto das guianas, é uma das formações geológicas mais antigas do planeta, do qual se estende também pelos países vizinhos: Venezuela, Colômbia, Guiana, Suriname e Guiana Francesa. Formado em sua maioria, por vegetação tropical (Floresta Amazônica) e serras. • É aqui que se encontra o ponto mais alto do relevo brasileiro, ou seja, o Pico da Neblina com cerca de 3.000 m de altitude, localizado na Serra do Imeri, no estado do Amazonas.
  • 14.
  • 15. • Planalto Brasileiro: Formado pelo Planalto Central, Planalto Meridional, Planalto Nordestino, Serras e Planaltos do Leste e Sudeste, Planaltos do Maranhão-Piauí e Planalto Uruguaio-Rio-Grandense. • O ponto mais alto do planalto brasileiro é o Pico da Bandeira com cerca de 2.900 m, localizado nos estados do Espírito Santo e de Minas Gerais, na serra do Caparaó.
  • 16. • Planalto Meridional: Localizado, em sua grande maioria, no sul do país, o planalto meridional estende-se também pelas regiões do centro oeste e sudeste no Brasil. Seu ponto mais alto é Serra Geral do Paraná presente nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. • É dividido em: planalto arenito-basáltico, os quase formam as serras (cuestas) e a depressão periférica, caracterizada por altitudes menos elevadas.
  • 17.
  • 18. • Planalto Nordestino: localizado na região nordeste do país, esse planalto possuem a presença de chapadas e serras cristalinas, donde destaca-se a Serra da Borborema, localizada nos estados de Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, com altitude máxima de 1260 m. • Os picos mais elevados na Serra ou Planalto da Borborema é o Pico do Papagaio (1260 m) e o Pico do Jabre (1200 m).
  • 19.
  • 20. • Serras e Planaltos do Leste e do Sudeste: Conhecido pela denominação “mar de morros” que envolve grande parte do planalto atlântico, no litoral do país, as serras e os planaltos do leste e do sudeste abrangem os estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia. • Destacam-se a Serra da Canastra, Serra do Mar e Serra da Mantiqueira.
  • 21. SERRA DA CASTRA, MAR E MANTIQUEIRA
  • 22. • Planalto do Maranhão-Piauí: Também chamado de planalto meio-norte, esse planalto está localizado nos estados do Maranhão, Piauí e Ceará.
  • 23. • Planalto Dissecado de Sudeste (Escudo Sul- rio-grandense): Localizado no estado do Rio Grande do Sul, o escudo sul-rio-grandense apresenta elevações de até 550 m, o qual caracteriza o conjunto de serras do estado. • Um dos pontos mais altos é o Cerro do Sandin, com 510 metros de altitude.
  • 24. Planícies do Brasil • As planícies do Brasil ocupam cerca de 3.000.000 km² de todo o território, sendo as principais: • Planície Amazônica: Localizada no estado de Rondônia, esse tipo de relevo caracteriza a maior área de terras baixas no Brasil, sendo que as formas mais recorrentes é a região de várzeas, terraços fluviais (tesos) e baixo planalto.
  • 25. • Planície do Pantanal: situada nos estados no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A planície do pantanal é um terreno propenso às inundações e, portanto, é marcado por diversas regiões pantanosas. • Lembre-se que o Pantanal é a maior planície inundável do mundo.
  • 26. • Planície Litorânea: Também chamada de planície costeira, a planície litorânea é uma faixa de terra situada na região costeira do litoral brasileiro, que possui aproximadamente 600 km.
  • 27. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • https://www.todamateria.com.br/relevo- brasileiro/ • https://geografalando.blogspot.com/2013/02 /classificacao-do-relevo-brasileiro.html