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A HERMENÊUTICA NOS SÉCULOS
XIX E XX – O MÉTODO HISTÓRICO
CRÍTICO
CONTEXTO DA ÉPOCA
 Esse período foi caracterizado por visões nada
ortodoxas. Surgiram visões novas a respeito da
inspiração da Bíblia. Todas elas negavam a
inspiração verbal e a infalibilidade das Escrituras.
 O elemento humano na Bíblia foi enfatizado
muito mais do que havia sido anteriormente, e
encontrou reconhecimento geral. E aqueles que
também acreditavam no fator divino refletiram
sobre a relação mútua do humano e divino.
 TENTOU-SE, ENTÃO, SISTEMATIZAR A
DOUTRINA DA INSPIRAÇÃO EM VÁRIOS
GRAUS EM DIFERENTES PARTES DA BÍBLIA,
E EM SEUS GRAUS MAIS BAIXOS COM A
ADMISSÃO DE ERROS E IMPERFEIÇÕES.
 OUTROS ACEITARAM A TEORIA DE UMA
INSPIRAÇÃO PARCIAL, LIMTANDO-A ÀS
PORÇÕES CONCERNENTES À FÉ MORAL E,
CONSEQUENTEMENTE, ADMITINDO ERROS
NOS ASSUNTOS HISTÓRICOS E
GEOGRÁFICOS.
 SCHLEIERMACHER E SEUS SEGUIDORES
NEGARAM O CARÁTER SOBRENATURAL DA
INSPIRAÇÃO, E IDENTIFICARAM-NA COM A
ILUMINAÇÃO ESPIRITUAL DOS CRISTÃOS,
ENQUANTO OUTROS TEÓLOGOS
REDUZIRAM-NA AO PODER QUE TODOS OS
HOMENS POSSUEM SIMPLESMENTE EM
VIRTUDE DA LUZ NATURAL. ATUALMENTE É
COMUM FALAR DE INPIRAÇÃO COMO ALGO
DINÂMICO, E IMPUTÁ-LA AOS AUTORES AO
INVÉS DE SEUS ESCRITOS.
 NESSA ÉPOCA COMEÇOU A CIRCULAR A
IDEIA DE QUE O INTÉRPRETE BÍBLICO
DEVERIA IR AO TEXTO SEM NENHUMA
BAGAGEM, ISTO É, SEM A OPINIÃO DA
TEOLOGIA SISTEMÁTICA E AS CONFISSÕES
DE FÉ DA IGREJA. ALÉM DISSO, TORNOU-SE
PRINCÍPIO ESTABELECIDO O FATO DE QUE A
BÍBLIA DEVERIA SER INTERPRETADA COMO
QUALQUER OUTRO LIVRO. O ELEMENTO
ESPECIAL DIVINO DA BÍBLIA FOI
DESACREDITADO DE FORMA GERAL E O
INTÉRPRETE, USUALMENTE, SE LIMITAVA À
DISCUSSÃO DAS QUESTÕES HISTÓRICAS E
CRÍTICAS.
ESCOLAS OPONENTES
1) ESCOLA GRAMATICAL
X
2) ESCOLA HISTÓRICA
1) ESCOLA GRAMATICAL
 ESTA ESCOLA FOI FUNDADA POR ERNESTI,
QUE ESCREVEU UMA OBRA IMPORTANTE
SOBRE A INTERPRETAÇÃO DO NOVO
TESTAMENTO, NA QUAL ELE FORMULOU
QUATRO PRINCÍPIOS.
 A) O SENTIDO MÚLTIPLO DA ESCRITURA
DEVE SER REJEITADO E MANTIDO SÓ O
SENTIDO LITERAL
 B) AS INTERPRETAÇÕES ALEGÓRICAS E
TIPOLÓGICAS DEVEM SER DESAPROVADAS,
EXCETO EM CASOS ONDE O AUTOR INDICA
 QUE ELE PRETENDIA ASSOCIAR OUTRO
SENTIDO AO LITERAL.
 C) DESDE QUE A BÍBLIA TEM O SENTIDO
GRAMATICAL EM COMUM COM OUTROS
LIVROS, ESTE DEVERIA SER APURADO DE
FORMA SIMILAR EM AMBOS OS CASOS.
 D) O SENTIDO LITERAL PODE NÃO SER
DETERMINADO POR UM SUPOSTO SENTIDO
DOGMÁTICO.
 A ESCOLA GRAMATICAL FOI
ESSENCIALMENTE SOBRENATURALISTA E
VINCULAVA-SE ÀS PRÓPRIAS PALAVRAS DO
TEXTO COMO FONTE LEGÍTIMA DE
INTERPRETAÇÃO AUTÊNTICAE DA VERDADE
RELIGIOSA.
 MAS SEU MÉTODO ERA UNILATERAL NO
SENTIDO DE QUE ATENDIA SÓ À
INTERPRETAÇÃO PURA E SIMPLES DO
TEXTO, A QUAL NÃO É SEMPRE SUFICIENTE
NA INTERPRETAÇÃO DA BÍBLIA.
2) ESCOLA HISTÓRICA
 A ESCOLA HISTÓRICA ORIGINOU-SE COM
SEMLER. FILHO DE PAIS PIETISTAS,
TORNOU-SE, MAIS OU MENOS A DESPEITO
DE SI MESMO, O PAI DO RACIONALISMO. NA
SUA OBRA SOBRE O CÂNON,ELE DIRIGIU A
ATENÇÃO À VERDADE NEGLIGENCIADA DA
ORIGEM HISTÓRICA HUMANA E À
COMPOSIÇÃO DA BÍBLIA.
 NA SUA SEGUNDA OBRA, SOBRE A
INTERPRETAÇÃO DO NOVO TESTAMENTO,
FORMULOU CERTOS PRINCÍPIOS DE
INTERPRETAÇÃO. SEMPLER SALIENTOU O
 FATO DE QUE VÁRIOS LIVROS DA BÍBLIA SE
ORIGINARAM DE UMA FORMA HISTÓRICA E,
CONSEQUENTEMENTE, ERAM HISTORICAMENTE
CONDICIONADOS. A PARTIR DO FATO DE QUE OS
LIVROS SEPARADOS FORAM ESCRITOS PARA
DIFERENTES CLASSES DE INDIVÍDUOS, ELE
CONCLUIU QUE ELES CONTINHAM MUITO DO
QUE ERA MERAMENTE LOCAL E EFÊMERO, E
QUE NÃO PRETENDIAM TER VALOR NORMATIVO
PARA TODOS OS HOMENS E EM
TODOS OS TEMPOS. ALÉM DISSO, VIU NELES UMA
MISTURA DE ERROS, UMA VEZ QUE JESUS E OS
APÓSTOLOS SE ADAPTARAM, EM ALGUNS
ASSUNTOS, ÀS PESSOAS A QUEM SE
ENDEREÇAVAM.
 CONSEQUENTEMENTE, ARGUMENTOU QUANTO
À NECESSIDADE DE MANTER ESSAS COISAS EM
MENTE NA INTERPRETAÇÃO DO NOVO
TESTAMENTO. E, EM RESPOSTA À QUESTÃO DE
QUAL SERIA O ELEMENTO DE VERDADE
OBRIGATÓRIA NA BÍBLIA, ELE INDICOU
“O QUE SERVE PARA APERFEIÇOAR O
CARÁTER MORAL DO HOMEM”.
 SEU ENSINO FAVORECEU A IDEIA DE QUE AS
ESCRITURAS SÃO PRODUÇÕES HUMANAS
FALÍVEIS E, VIRTUALMENTE, FEZ COM QUE A
RAZÃO HUMANA SE TORNASSE O ÁRBITRO
DA FÉ. SEMLER NÃO CRIOU ESSAS IDEIAS
MAS SIMPLESMENTE VOCALIZOU OS
PENSAMENTOS AMPLAMENTE EM VOGA EM
SEU TEMPO.
O QUE ENSINAVA
 O MÉTODO HISTÓRICO-CRÍTICO, EM LINHAS
GERAIS, ENSINAVA QUE:
 A) A BÍBLIA CONTÉM ERROS
 B) HÁ PARTES NA BÍBLIA QUE NÃO SÃO
INSIPARADAS
 C) MILAGRES NÃO EXISTEM (PODEM SER
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 D) AS PARTES DA BÍBLIA QUE FALAM DE
SALVAÇÃO ESTÃO CORRETAS, MAS OS
TRECHOS QUE FALAM DE GEOGRAFIA,
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PODEM ESTAR ERRADOS.
 E) NÃO É NECESSÁRIO ORAR, BASTA
MEDITAR
PRINCIPAIS NOMES DO MÉTODO
HISTÓRICO-CRÍTICO
FRIEDRICH SCHLEIERMACHER
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CONCLUSÃO
 O MÉTODO HISTÓRICO-CRÍTICO EMBORA
TENHA TRAZIDO ALGUNS BENEFÍCIOS,
TROUXE INÚMEROS MALEFÍCIOS À
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A hermenêutica nos séculos xix e xx

  • 1. Prof. Bruno Cesar www.bruno- cesar.com A HERMENÊUTICA NOS SÉCULOS XIX E XX – O MÉTODO HISTÓRICO CRÍTICO
  • 2. CONTEXTO DA ÉPOCA  Esse período foi caracterizado por visões nada ortodoxas. Surgiram visões novas a respeito da inspiração da Bíblia. Todas elas negavam a inspiração verbal e a infalibilidade das Escrituras.  O elemento humano na Bíblia foi enfatizado muito mais do que havia sido anteriormente, e encontrou reconhecimento geral. E aqueles que também acreditavam no fator divino refletiram sobre a relação mútua do humano e divino.
  • 3.  TENTOU-SE, ENTÃO, SISTEMATIZAR A DOUTRINA DA INSPIRAÇÃO EM VÁRIOS GRAUS EM DIFERENTES PARTES DA BÍBLIA, E EM SEUS GRAUS MAIS BAIXOS COM A ADMISSÃO DE ERROS E IMPERFEIÇÕES.  OUTROS ACEITARAM A TEORIA DE UMA INSPIRAÇÃO PARCIAL, LIMTANDO-A ÀS PORÇÕES CONCERNENTES À FÉ MORAL E, CONSEQUENTEMENTE, ADMITINDO ERROS NOS ASSUNTOS HISTÓRICOS E GEOGRÁFICOS.
  • 4.  SCHLEIERMACHER E SEUS SEGUIDORES NEGARAM O CARÁTER SOBRENATURAL DA INSPIRAÇÃO, E IDENTIFICARAM-NA COM A ILUMINAÇÃO ESPIRITUAL DOS CRISTÃOS, ENQUANTO OUTROS TEÓLOGOS REDUZIRAM-NA AO PODER QUE TODOS OS HOMENS POSSUEM SIMPLESMENTE EM VIRTUDE DA LUZ NATURAL. ATUALMENTE É COMUM FALAR DE INPIRAÇÃO COMO ALGO DINÂMICO, E IMPUTÁ-LA AOS AUTORES AO INVÉS DE SEUS ESCRITOS.
  • 5.  NESSA ÉPOCA COMEÇOU A CIRCULAR A IDEIA DE QUE O INTÉRPRETE BÍBLICO DEVERIA IR AO TEXTO SEM NENHUMA BAGAGEM, ISTO É, SEM A OPINIÃO DA TEOLOGIA SISTEMÁTICA E AS CONFISSÕES DE FÉ DA IGREJA. ALÉM DISSO, TORNOU-SE PRINCÍPIO ESTABELECIDO O FATO DE QUE A BÍBLIA DEVERIA SER INTERPRETADA COMO QUALQUER OUTRO LIVRO. O ELEMENTO ESPECIAL DIVINO DA BÍBLIA FOI DESACREDITADO DE FORMA GERAL E O INTÉRPRETE, USUALMENTE, SE LIMITAVA À DISCUSSÃO DAS QUESTÕES HISTÓRICAS E CRÍTICAS.
  • 6. ESCOLAS OPONENTES 1) ESCOLA GRAMATICAL X 2) ESCOLA HISTÓRICA
  • 7. 1) ESCOLA GRAMATICAL  ESTA ESCOLA FOI FUNDADA POR ERNESTI, QUE ESCREVEU UMA OBRA IMPORTANTE SOBRE A INTERPRETAÇÃO DO NOVO TESTAMENTO, NA QUAL ELE FORMULOU QUATRO PRINCÍPIOS.  A) O SENTIDO MÚLTIPLO DA ESCRITURA DEVE SER REJEITADO E MANTIDO SÓ O SENTIDO LITERAL  B) AS INTERPRETAÇÕES ALEGÓRICAS E TIPOLÓGICAS DEVEM SER DESAPROVADAS, EXCETO EM CASOS ONDE O AUTOR INDICA
  • 8.  QUE ELE PRETENDIA ASSOCIAR OUTRO SENTIDO AO LITERAL.  C) DESDE QUE A BÍBLIA TEM O SENTIDO GRAMATICAL EM COMUM COM OUTROS LIVROS, ESTE DEVERIA SER APURADO DE FORMA SIMILAR EM AMBOS OS CASOS.  D) O SENTIDO LITERAL PODE NÃO SER DETERMINADO POR UM SUPOSTO SENTIDO DOGMÁTICO.
  • 9.  A ESCOLA GRAMATICAL FOI ESSENCIALMENTE SOBRENATURALISTA E VINCULAVA-SE ÀS PRÓPRIAS PALAVRAS DO TEXTO COMO FONTE LEGÍTIMA DE INTERPRETAÇÃO AUTÊNTICAE DA VERDADE RELIGIOSA.  MAS SEU MÉTODO ERA UNILATERAL NO SENTIDO DE QUE ATENDIA SÓ À INTERPRETAÇÃO PURA E SIMPLES DO TEXTO, A QUAL NÃO É SEMPRE SUFICIENTE NA INTERPRETAÇÃO DA BÍBLIA.
  • 10. 2) ESCOLA HISTÓRICA  A ESCOLA HISTÓRICA ORIGINOU-SE COM SEMLER. FILHO DE PAIS PIETISTAS, TORNOU-SE, MAIS OU MENOS A DESPEITO DE SI MESMO, O PAI DO RACIONALISMO. NA SUA OBRA SOBRE O CÂNON,ELE DIRIGIU A ATENÇÃO À VERDADE NEGLIGENCIADA DA ORIGEM HISTÓRICA HUMANA E À COMPOSIÇÃO DA BÍBLIA.  NA SUA SEGUNDA OBRA, SOBRE A INTERPRETAÇÃO DO NOVO TESTAMENTO, FORMULOU CERTOS PRINCÍPIOS DE INTERPRETAÇÃO. SEMPLER SALIENTOU O
  • 11.  FATO DE QUE VÁRIOS LIVROS DA BÍBLIA SE ORIGINARAM DE UMA FORMA HISTÓRICA E, CONSEQUENTEMENTE, ERAM HISTORICAMENTE CONDICIONADOS. A PARTIR DO FATO DE QUE OS LIVROS SEPARADOS FORAM ESCRITOS PARA DIFERENTES CLASSES DE INDIVÍDUOS, ELE CONCLUIU QUE ELES CONTINHAM MUITO DO QUE ERA MERAMENTE LOCAL E EFÊMERO, E QUE NÃO PRETENDIAM TER VALOR NORMATIVO PARA TODOS OS HOMENS E EM
  • 12. TODOS OS TEMPOS. ALÉM DISSO, VIU NELES UMA MISTURA DE ERROS, UMA VEZ QUE JESUS E OS APÓSTOLOS SE ADAPTARAM, EM ALGUNS ASSUNTOS, ÀS PESSOAS A QUEM SE ENDEREÇAVAM.  CONSEQUENTEMENTE, ARGUMENTOU QUANTO À NECESSIDADE DE MANTER ESSAS COISAS EM MENTE NA INTERPRETAÇÃO DO NOVO TESTAMENTO. E, EM RESPOSTA À QUESTÃO DE QUAL SERIA O ELEMENTO DE VERDADE OBRIGATÓRIA NA BÍBLIA, ELE INDICOU
  • 13. “O QUE SERVE PARA APERFEIÇOAR O CARÁTER MORAL DO HOMEM”.  SEU ENSINO FAVORECEU A IDEIA DE QUE AS ESCRITURAS SÃO PRODUÇÕES HUMANAS FALÍVEIS E, VIRTUALMENTE, FEZ COM QUE A RAZÃO HUMANA SE TORNASSE O ÁRBITRO DA FÉ. SEMLER NÃO CRIOU ESSAS IDEIAS MAS SIMPLESMENTE VOCALIZOU OS PENSAMENTOS AMPLAMENTE EM VOGA EM SEU TEMPO.
  • 14. O QUE ENSINAVA  O MÉTODO HISTÓRICO-CRÍTICO, EM LINHAS GERAIS, ENSINAVA QUE:  A) A BÍBLIA CONTÉM ERROS  B) HÁ PARTES NA BÍBLIA QUE NÃO SÃO INSIPARADAS  C) MILAGRES NÃO EXISTEM (PODEM SER EXPLICADOS DOUTRA FORMA)
  • 15.  D) AS PARTES DA BÍBLIA QUE FALAM DE SALVAÇÃO ESTÃO CORRETAS, MAS OS TRECHOS QUE FALAM DE GEOGRAFIA, HISTÓRIA, CIÊNCIA E DEMAIS ASSUNTOS, PODEM ESTAR ERRADOS.  E) NÃO É NECESSÁRIO ORAR, BASTA MEDITAR
  • 16. PRINCIPAIS NOMES DO MÉTODO HISTÓRICO-CRÍTICO FRIEDRICH SCHLEIERMACHER RUDOLF BULTMANN
  • 17. PAUL TILICH KARL BARTH (NEO-ORTODOXO)
  • 18. CONCLUSÃO  O MÉTODO HISTÓRICO-CRÍTICO EMBORA TENHA TRAZIDO ALGUNS BENEFÍCIOS, TROUXE INÚMEROS MALEFÍCIOS À CORRETA INTERPRETAÇÃO BÍBLICA.  OBSERVAREMOS, AGORA COMO TEM SIDO FEITA A HERMENÊUTICA NO SÉCULO XXI