Durante a Idade Média, a Bíblia era vista como um livro cheio de mistérios que só poderiam ser entendidos de forma mística. A interpretação bíblica se baseava principalmente na tradição da Igreja e nos escritos dos Pais da Igreja, e o sentido quádruplo (literal, moral, alegórico e escatológico) era amplamente aceito. No entanto, alguns como Nicolau de Lyra começaram a defender uma abordagem mais focada no sentido literal.