O documento aborda a reforma íntima como um processo contínuo de autoconhecimento e transformação espiritual, visando a melhoria pessoal e coletiva. A proposta central é que a reforma não é uma imposição de sofrimento, mas sim uma busca por valores éticos e morais que promovam a paz interior e o amor a si mesmo. O texto enfatiza a importância da autoaceitação, vigilância e caridade como meios para facilitar esse processo de transformação.