Seminário: Médiuns obsidiadosSeminário: Médiuns obsidiadosSeminário: Médiuns obsidiados
Estudos do Livro dos
Médiuns
por ALLAN KARDEC – tradução de José Herculano Pires
O tema do seminário, Médiuns Obsidiados, tem dupla
finalidade: a primeira é conduzir à reflexão de que,
pelo esforço de melhoria moral ou de desenvol-
vimento de virtudes, é possível prevenir, neutralizar
obsessões. A segunda: finalidade é destacar a
importância do conhecimento doutrinário espírita a
fim de que a pessoa aprenda não só lidar com
influências espirituais inferiores, mas que também
saiba como estabelecer relações fraternas e sérias com
os bons Espíritos e com os demais habitantes do plano
espiritual.
DA OBSESSÃO CAP.XXIII
por ALLAN KARDEC – tradução de José Herculano Pires
*OBSESSÃO SIMPLES
*FASCINAÇÃO
*SUBJUGAÇÃO
CAUSAS DA OBSESSÃO
MEIOS DE COMBATÊ-LA
No número das dificuldades que a prática do
Espiritismo apresenta é necessário colocar a
da obsessão em primeira linha. Trata-se do
domínio que alguns Espíritos podem adquirir
sobre certas pessoas. São sempre os Espíritos
inferiores que procuram dominar, pois os
bons não exercem nenhum constrangimento.
Na obsessão simples o médium sabe
perfeitamente que está lidando com um
Espírito mistificador, que não se disfarça e
nem mesmo dissimula de maneira alguma as
suas más intenções e o seu desejo de
contrariar.
239. A fascinação tem consequências muito
mais graves. Trata-se de uma ilusão criada
diretamente pelo Espírito no pensamento do
médium e que paralisa de certa maneira a sua
capacidade de julgar as comunicações.
Dissemos que as consequências da
fascinação são muito mais graves. Com
efeito, graças a essa ilusão que lhe é
consequente o Espírito dirige a sua vítima
como se faz a um cego, podendo levá-lo a
aceitar as doutrinas mais absurdas e as
teorias mais falsas como sendo as únicas
expressões da verdade.
Compreende-se facilmente toda a
diferença entre obsessão simples e a
fascinação. Compreende-se também que os
Espíritos provocadores de ambas devem ser
diferentes quanto ao caráter. Na primeira, o
Espírito que se apega ao médium é apenas
um importuno pela sua insistência, do qual
ele procura livrar-se.
Na segunda, é muito diferente, pois para
chegar a tais fins o Espírito deve ser esperto,
ardiloso e profundamente hipócrita. Porque
ele só pode enganar e se impor usando
máscara e uma falsa aparência de virtude.
240. A subjugação é um envolvimento que
produz a paralisação da vontade da vítima,
fazendo-a agir malgrado seu. Esta se
encontra, numa palavra, sob um verdadeiro
jugo.
A subjugação pode ser moral ou corpórea.
No primeiro caso, o subjugado é levado a
tomar decisões frequentemente absurdas e
comprometedoras que, por uma espécie de
ilusão considera sensatas: é uma espécie de
fascinação. No segundo caso, o Espírito age
sobre os órgãos materiais, provocando
movimentos involuntários.
Reconhece-se a obsessão pelas
seguintes características:
1) Insistência de um Espírito em comunicar-se queria ou
não o médium, pela escrita, pela audição, pela tiptologia
etc., opondo-se a que outros Espíritos o façam.
2) Ilusão que, não obstante a inteligência do médium, o
impede de reconhecer a falsidade e o ridículo das
comunicações recebidas.
3) Crença na infalibilidade e na identidade absoluta dos
Espíritos que se comunicam e que, sob nomes
respeitáveis e venerados, dizem falsidades ou absurdos.
4) Aceitação pelo médium dos elogios que lhe fazem os
Espíritos que se comunicam por seu intermédio.
5) Disposição para se afastar das pessoas que podem
esclarecê-lo.
6) Levar a mal a crítica das comunicações que recebe.
7) Necessidade incessante e inoportuna de escrever.
8) Qualquer forma de constrangimento físico,
dominando-lhe à vontade e forçando-o a agir ou falar sem
querer.
9) Ruídos e transtornos em redor do médium, causados
por ele ou tendo-o por alvo.
245. Os motivos da obsessão
variam segundo o caráter do
Espírito. Às vezes é a prática de
uma vingança contra pessoa que o
magoou na sua vida ou numa
existência anterior.
Frequentemente é apenas o
desejo de fazer o mal, pois como
sofre, deseja fazer os outros
sofrerem, sentido uma espécie de
prazer em atormentá-los e
humilhá-los.
245. Os motivos da obsessão
variam segundo o caráter do
Espírito. Às vezes é a prática de
uma vingança contra pessoa que o
magoou na sua vida ou numa
existência anterior.
Frequentemente é apenas o
desejo de fazer o mal, pois como
sofre, deseja fazer os outros
sofrerem, sentido uma espécie de
prazer em atormentá-los e
humilhá-los.
245. Os motivos da obsessão
variam segundo o caráter do
Espírito. Às vezes é a prática de
uma vingança contra pessoa que o
magoou na sua vida ou numa
existência anterior.
Frequentemente é apenas o
desejo de fazer o mal, pois como
sofre, deseja fazer os outros
sofrerem, sentido uma espécie de
prazer em atormentá-los e
humilhá-los.
245. Os motivos da obsessão
variam segundo o caráter do
Espírito. Às vezes é a prática de
uma vingança contra pessoa que o
magoou na sua vida ou numa
existência anterior.
Frequentemente é apenas o
desejo de fazer o mal, pois como
sofre, deseja fazer os outros
sofrerem, sentido uma espécie de
prazer em atormentá-los e
humilhá-los.
A impaciência das vítimas também
influi, porque ele vê atingido o seu
objetivo, enquanto a paciência
acaba por cansá-lo. Ao se irritar,
mostrando-se zangado, a vítima faz
precisamente o que ele quer. Esses
Espíritos agem às vezes pelo ódio
que lhes desperta a inveja do bem,
e é por isso que lançam a sua
maldade sobre criaturas honestas.
A impaciência das vítimas também
influi, porque ele vê atingido o seu
objetivo, enquanto a paciência
acaba por cansá-lo. Ao se irritar,
mostrando-se zangado, a vítima faz
precisamente o que ele quer. Esses
Espíritos agem às vezes pelo ódio
que lhes desperta a inveja do bem,
e é por isso que lançam a sua
maldade sobre criaturas honestas.
A impaciência das vítimas também
influi, porque ele vê atingido o seu
objetivo, enquanto a paciência
acaba por cansá-lo. Ao se irritar,
mostrando-se zangado, a vítima faz
precisamente o que ele quer. Esses
Espíritos agem às vezes pelo ódio
que lhes desperta a inveja do bem,
e é por isso que lançam a sua
maldade sobre criaturas honestas.
CAUSAS DA OBSESSÃO?CAUSAS DA OBSESSÃO?CAUSAS DA OBSESSÃO?
MEIOS DE COMBATÊ-LASMEIOS DE COMBATÊ-LASMEIOS DE COMBATÊ-LAS
?
Segundo as Qualidades Morais do Médium
Médiuns Imperfeitos:
Médiuns Susceptíveis
Médiuns Mercenários
Médiuns Ambiciosos
Médiuns de Má Fé
Médiuns Egoístas
Médiuns Ciumentos
Médiuns Obsedados
Médiuns Fascinados
Médiuns Subjugados
Médiuns Levianos
Médiuns Indiferentes
Médiuns Presunçosos
Médiuns Orgulhosos
A imperfeição, que se manifesta nos homens ou
nos Espíritos, indica o estágio inferior no qual
estagia seu portador e é proveniente dos
atavismos que o fixa às faixas primárias de onde
procede e das quais ainda não conseguiu liberar-
se. Se forem portadores de faculdade mediúnica
ostensiva, essa estará sob a vigência da lei de
afinidade, mediante a qual é mais fácil aqueles que
são simpáticos entre si se intercambiarem do que a
ocorrência de fenômenos entre opostos.
Médiuns obsidiados:
os que não podem se livrar de
Espíritos importunos e
enganadores, mas não se
iludem.
Médiuns fascinados:
os que são iludidos por Espíritos
enganadores e se iludem sobre a
natureza das comunicações que
recebem.
Médiuns subjugados:
os que sofrem uma dominação
moral e, muitas vezes, material
da parte de maus Espíritos.
Médiuns levianos:
os que não levam a sério sua
faculdade e dela só se serve por
divertimento, ou para futilidades.
Médiuns indiferentes:
os que nenhum proveito moral
tiram das instruções que obtêm
e em nada modificam o proceder
e os hábitos.
Médiuns presunçosos:
os que têm a pretensão de se
acharem em relação somente
com Espíritos superiores. Creem-
se infalíveis e consideram inferior
e errôneo tudo o que deles não
provenha.
Médiuns orgulhosos: os que se
envaidecem das comunicações que lhes
são dadas; julgam que nada mais têm que
aprender no Espiritismo e não tomam
para si as lições que recebem
frequentemente dos Espíritos. Não se
contentam com as faculdades que
possuem, querem tê-las todas.
Médiuns suscetíveis: variedade dos médiuns
orgulhosos, suscetibilizam-se com as críticas de
que sejam objeto suas comunicações; zangam-
se com a menor contradição e, se mostram o
que obtêm, é para que seja admirado e não
para que se lhes dê um parecer. Geralmente,
tomam aversão às pessoas que os não
aplaudem sem restrições e fogem das reuniões
onde não possam impor-se e dominar.
"Deixai que se vão pavonear
algures e procurar ouvidos
mais complacentes, ou que
se isolem; nada perdem as
reuniões que da presença
deles ficam privadas." -ERASTO.
Médiuns mercenários: os
que exploram suas
faculdades.
Médiuns ambiciosos: os que,
embora não mercadejem
com as faculdades que
possuem, esperam tirar
delas quaisquer vantagens.
Médiuns de má-fé: os que, não possuindo
faculdades reais, simulam as de que
carecem, para se darem importância. Não
se podem designar pelo nome de médium
as pessoas que, nenhuma faculdade
mediúnica possuindo, só produzem certos
efeitos por meio de trapaças.
Médiuns egoístas: os que somente
no seu interesse pessoal se servem
de suas faculdades e guardam para
si as comunicações que recebem.
Médiuns invejosos: os que se
mostram despeitados com o maior
apreço dispensado a outros
médiuns, que lhes são superiores.
Não se conscientizando o médium
da gravidade de que o exercício
mediúnico se reveste, permanece,
leviano quão insensato, vinculado
às mentes ociosas e vulgares com
as quais se sintoniza.
Pode ser, às vezes, instrumento de
comunicações sérias, aproveitáveis,
no entanto, em razão da condição
vibratória que lhe é natural, mais
facilmente se deixa influenciar por
Espíritos portadores de iguais
condições morais.
À medida que o médium se moraliza,
utiliza vigilância constante e a oração
frequente, esforça-se pela ação
caridosa, pela disciplina e estudo
constantes, torna-se mais apto ao
contato com Espíritos superiores.
A relação com os Espíritos impõe
prudência, elevação moral,
equilíbrio emocional em todo
aquele que se interessa por alcançar
resultados satisfatórios.
O PAPEL DOS MÉDIUNS NAS
COMUNICAÇÕES. CAP.XIX
por ALLAN KARDEC – tradução de José Herculano Pires
*INFLUÊNCIA DO ESPÍRITO DO MÉDIUM
*SISTEMA DOS MÉDIUNS INERTES
*APTIDÃO DE CERTOS MÉDIUNS PARA
LÍNGUAS, MÚSICA, DESENHOS, ETC.
*DISSERTAÇÃO DE UM ESPÍRITO SOBRE
O PAPEL DOS MÉDIUNS
223. 1. No momento em que exerce a sua faculdade o
médium se acha em estado perfeitamente normal?
2. As comunicações escritas ou verbais podem ser
também do próprio Espírito do médium?
3. Como distinguir se o Espírito que responde é o
médium ou se é outro Espírito?
5. As comunicações do Espírito do médium são sempre
inferiores às que pudessem ser dadas por outros
Espíritos?
6. O Espírito comunicante transmite diretamente o seu
pensamento ou tem como intermediário o Espírito do
médium?
7. O Espírito do médium influi nas comunicações de
outros Espíritos que ele deve transmitir?
22. A expressão do pensamento pela poesia, o
desenho ou a música depende unicamente da aptidão
do médium ou também do Espírito comunicante?
INFLUÊNCIA MORAL DOS
MÉDIUNS. CAP.XX
por ALLAN KARDEC – tradução de José Herculano Pires
Seminário: Médiuns obsidiados
226. 1. O desenvolvimento da mediunidade se
processa na razão do desenvolvimento moral do
médium?
Seminário: Médiuns obsidiados
2. Sempre se disse à mediunidade é um dom de Deus, uma graça, um
favor divino. Porque, então, não é um privilégio dos homens de bem? E
porque há criaturas indignas que a possuem no mais alto grau e a
empregam no mau sentido?
Seminário: Médiuns obsidiados
3. Os médiuns que empregam mal as suas faculdades, que não as
utilizam para o bem ou que não as aproveitam para a sua própria
instrução, sofrerão as consequências disso?
Seminário: Médiuns obsidiados
4. Há médiuns que recebem comunicações espontâneas, quase
frequentemente, sobre um mesmo assunto, tratando de certas
questões morais, por exemplo, relativas a determinados defeitos. Terá
isso algum fim?
Seminário: Médiuns obsidiados
8. É absolutamente impossível receber boas comunicações por um
médium imperfeito?
Seminário: Médiuns obsidiados
9. Qual seria o médium que poderíamos
considerar perfeito?
Seminário: Médiuns obsidiados
11. Quais as condições necessárias para que a
palavra dos Espíritos superiores nos chegue sem
qualquer alteração?
IDENTIDADE DOS ESPÍRITOS
CAP.XXIV
por ALLAN KARDEC – tradução de José Herculano Pires
Eis o conselho dado por São Luís a respeito:
“Por mais legítima confiança que vos
inspirem os Espíritos dirigentes d vossos
trabalhos, há uma recomendação que nunca
seria demais repetir e que deveis ter sempre
em mente aos vos entregar aos estudos:
(...) a de pensar e analisar, submetendo ao
mais rigoroso controle da razão todas as
comunicações que receberdes; a de não
negligenciar, desde que algo vos pareça
suspeito, duvidoso ou obscuro, de pedir as
explicações necessárias para formar a vossa
opinião”.
1º) Não há outro critério para se discernir o valor dos
Espíritos senão o bom senso. Qualquer fórmula dada
pelos próprios Espíritos, com esse fim, é absurda e não
pode provir de Espíritos superiores.
2º) Julgamos os Espíritos pela sua linguagem e as suas
ações. As ações dos Espíritos são os sentimentos que eles
inspiram e os conselhos que dão.
3º) Admitido que os Espíritos bons só podem dizer e fazer
o bem, tudo o que é mau não pode provir de um Espírito
bom.
4º) A linguagem dos Espíritos superiores é sempre digna,
elevada, nobre, sem qualquer mistura de trivialidade. Eles
dizem tudo com simplicidade e modéstia, nunca se
vangloriam, não fazem jamais exibição do seu saber nem
de sua posição entre os demais.
Esqueçam a forma e foco no conteúdo.
Obsessores visíveis e invisíveis são nossas
próprias obras, espinheiros
plantados por nossas mãos. Endereça-lhes,
assim, a boa palavra ou o bom pensamento,
sempre que
preciso, mas não lhes negues paciência e
trabalho, amor e sacrifício, porque só a
força do exemplo nobre levanta e reedifica,
ante o Sol do futuro. Seara dos médiuns lição 23 - obsessores
Bibliografia:
O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec
O livro dos médiuns – Allan Kardec
A Gênese – Allan Kardec
Obras póstumas – Allan Kardec
O exilado - Hermínio C. Miranda
A irmã do vizir - Hermínio C. Miranda
Histórias que os espíritos contaram - Hermínio C. Miranda
Diversidade dos carismas - Hermínio C. Miranda
Diretrizes de Segurança – Divaldo P. Franco e Raul Teixeira
Seara dos Médiuns - Emmanuel (Chico Xavier).
Nos domínios da mediunidade – André Luiz (Chico Xavier).
Uma linda manhã e
uma Feliz Semana!
Uma linda manhã e
uma Feliz Semana!
Uma linda manhã e
uma Feliz Semana!

Seminário Médiuns obsediados

  • 2.
    Seminário: Médiuns obsidiadosSeminário:Médiuns obsidiadosSeminário: Médiuns obsidiados
  • 3.
    Estudos do Livrodos Médiuns por ALLAN KARDEC – tradução de José Herculano Pires
  • 4.
    O tema doseminário, Médiuns Obsidiados, tem dupla finalidade: a primeira é conduzir à reflexão de que, pelo esforço de melhoria moral ou de desenvol- vimento de virtudes, é possível prevenir, neutralizar obsessões. A segunda: finalidade é destacar a importância do conhecimento doutrinário espírita a fim de que a pessoa aprenda não só lidar com influências espirituais inferiores, mas que também saiba como estabelecer relações fraternas e sérias com os bons Espíritos e com os demais habitantes do plano espiritual.
  • 5.
    DA OBSESSÃO CAP.XXIII porALLAN KARDEC – tradução de José Herculano Pires
  • 6.
  • 7.
    No número dasdificuldades que a prática do Espiritismo apresenta é necessário colocar a da obsessão em primeira linha. Trata-se do domínio que alguns Espíritos podem adquirir sobre certas pessoas. São sempre os Espíritos inferiores que procuram dominar, pois os bons não exercem nenhum constrangimento.
  • 8.
    Na obsessão simpleso médium sabe perfeitamente que está lidando com um Espírito mistificador, que não se disfarça e nem mesmo dissimula de maneira alguma as suas más intenções e o seu desejo de contrariar.
  • 9.
    239. A fascinaçãotem consequências muito mais graves. Trata-se de uma ilusão criada diretamente pelo Espírito no pensamento do médium e que paralisa de certa maneira a sua capacidade de julgar as comunicações.
  • 10.
    Dissemos que asconsequências da fascinação são muito mais graves. Com efeito, graças a essa ilusão que lhe é consequente o Espírito dirige a sua vítima como se faz a um cego, podendo levá-lo a aceitar as doutrinas mais absurdas e as teorias mais falsas como sendo as únicas expressões da verdade.
  • 11.
    Compreende-se facilmente todaa diferença entre obsessão simples e a fascinação. Compreende-se também que os Espíritos provocadores de ambas devem ser diferentes quanto ao caráter. Na primeira, o Espírito que se apega ao médium é apenas um importuno pela sua insistência, do qual ele procura livrar-se.
  • 12.
    Na segunda, émuito diferente, pois para chegar a tais fins o Espírito deve ser esperto, ardiloso e profundamente hipócrita. Porque ele só pode enganar e se impor usando máscara e uma falsa aparência de virtude.
  • 13.
    240. A subjugaçãoé um envolvimento que produz a paralisação da vontade da vítima, fazendo-a agir malgrado seu. Esta se encontra, numa palavra, sob um verdadeiro jugo.
  • 14.
    A subjugação podeser moral ou corpórea. No primeiro caso, o subjugado é levado a tomar decisões frequentemente absurdas e comprometedoras que, por uma espécie de ilusão considera sensatas: é uma espécie de fascinação. No segundo caso, o Espírito age sobre os órgãos materiais, provocando movimentos involuntários.
  • 15.
    Reconhece-se a obsessãopelas seguintes características:
  • 16.
    1) Insistência deum Espírito em comunicar-se queria ou não o médium, pela escrita, pela audição, pela tiptologia etc., opondo-se a que outros Espíritos o façam.
  • 17.
    2) Ilusão que,não obstante a inteligência do médium, o impede de reconhecer a falsidade e o ridículo das comunicações recebidas.
  • 18.
    3) Crença nainfalibilidade e na identidade absoluta dos Espíritos que se comunicam e que, sob nomes respeitáveis e venerados, dizem falsidades ou absurdos.
  • 19.
    4) Aceitação pelomédium dos elogios que lhe fazem os Espíritos que se comunicam por seu intermédio.
  • 20.
    5) Disposição parase afastar das pessoas que podem esclarecê-lo.
  • 21.
    6) Levar amal a crítica das comunicações que recebe.
  • 22.
    7) Necessidade incessantee inoportuna de escrever.
  • 23.
    8) Qualquer formade constrangimento físico, dominando-lhe à vontade e forçando-o a agir ou falar sem querer.
  • 24.
    9) Ruídos etranstornos em redor do médium, causados por ele ou tendo-o por alvo.
  • 25.
    245. Os motivosda obsessão variam segundo o caráter do Espírito. Às vezes é a prática de uma vingança contra pessoa que o magoou na sua vida ou numa existência anterior. Frequentemente é apenas o desejo de fazer o mal, pois como sofre, deseja fazer os outros sofrerem, sentido uma espécie de prazer em atormentá-los e humilhá-los. 245. Os motivos da obsessão variam segundo o caráter do Espírito. Às vezes é a prática de uma vingança contra pessoa que o magoou na sua vida ou numa existência anterior. Frequentemente é apenas o desejo de fazer o mal, pois como sofre, deseja fazer os outros sofrerem, sentido uma espécie de prazer em atormentá-los e humilhá-los. 245. Os motivos da obsessão variam segundo o caráter do Espírito. Às vezes é a prática de uma vingança contra pessoa que o magoou na sua vida ou numa existência anterior. Frequentemente é apenas o desejo de fazer o mal, pois como sofre, deseja fazer os outros sofrerem, sentido uma espécie de prazer em atormentá-los e humilhá-los. 245. Os motivos da obsessão variam segundo o caráter do Espírito. Às vezes é a prática de uma vingança contra pessoa que o magoou na sua vida ou numa existência anterior. Frequentemente é apenas o desejo de fazer o mal, pois como sofre, deseja fazer os outros sofrerem, sentido uma espécie de prazer em atormentá-los e humilhá-los.
  • 26.
    A impaciência dasvítimas também influi, porque ele vê atingido o seu objetivo, enquanto a paciência acaba por cansá-lo. Ao se irritar, mostrando-se zangado, a vítima faz precisamente o que ele quer. Esses Espíritos agem às vezes pelo ódio que lhes desperta a inveja do bem, e é por isso que lançam a sua maldade sobre criaturas honestas. A impaciência das vítimas também influi, porque ele vê atingido o seu objetivo, enquanto a paciência acaba por cansá-lo. Ao se irritar, mostrando-se zangado, a vítima faz precisamente o que ele quer. Esses Espíritos agem às vezes pelo ódio que lhes desperta a inveja do bem, e é por isso que lançam a sua maldade sobre criaturas honestas. A impaciência das vítimas também influi, porque ele vê atingido o seu objetivo, enquanto a paciência acaba por cansá-lo. Ao se irritar, mostrando-se zangado, a vítima faz precisamente o que ele quer. Esses Espíritos agem às vezes pelo ódio que lhes desperta a inveja do bem, e é por isso que lançam a sua maldade sobre criaturas honestas.
  • 27.
    CAUSAS DA OBSESSÃO?CAUSASDA OBSESSÃO?CAUSAS DA OBSESSÃO?
  • 28.
    MEIOS DE COMBATÊ-LASMEIOSDE COMBATÊ-LASMEIOS DE COMBATÊ-LAS ?
  • 29.
    Segundo as QualidadesMorais do Médium Médiuns Imperfeitos: Médiuns Susceptíveis Médiuns Mercenários Médiuns Ambiciosos Médiuns de Má Fé Médiuns Egoístas Médiuns Ciumentos Médiuns Obsedados Médiuns Fascinados Médiuns Subjugados Médiuns Levianos Médiuns Indiferentes Médiuns Presunçosos Médiuns Orgulhosos
  • 30.
    A imperfeição, quese manifesta nos homens ou nos Espíritos, indica o estágio inferior no qual estagia seu portador e é proveniente dos atavismos que o fixa às faixas primárias de onde procede e das quais ainda não conseguiu liberar- se. Se forem portadores de faculdade mediúnica ostensiva, essa estará sob a vigência da lei de afinidade, mediante a qual é mais fácil aqueles que são simpáticos entre si se intercambiarem do que a ocorrência de fenômenos entre opostos.
  • 31.
    Médiuns obsidiados: os quenão podem se livrar de Espíritos importunos e enganadores, mas não se iludem.
  • 32.
    Médiuns fascinados: os quesão iludidos por Espíritos enganadores e se iludem sobre a natureza das comunicações que recebem.
  • 33.
    Médiuns subjugados: os quesofrem uma dominação moral e, muitas vezes, material da parte de maus Espíritos.
  • 34.
    Médiuns levianos: os quenão levam a sério sua faculdade e dela só se serve por divertimento, ou para futilidades.
  • 35.
    Médiuns indiferentes: os quenenhum proveito moral tiram das instruções que obtêm e em nada modificam o proceder e os hábitos.
  • 36.
    Médiuns presunçosos: os quetêm a pretensão de se acharem em relação somente com Espíritos superiores. Creem- se infalíveis e consideram inferior e errôneo tudo o que deles não provenha.
  • 37.
    Médiuns orgulhosos: osque se envaidecem das comunicações que lhes são dadas; julgam que nada mais têm que aprender no Espiritismo e não tomam para si as lições que recebem frequentemente dos Espíritos. Não se contentam com as faculdades que possuem, querem tê-las todas.
  • 38.
    Médiuns suscetíveis: variedadedos médiuns orgulhosos, suscetibilizam-se com as críticas de que sejam objeto suas comunicações; zangam- se com a menor contradição e, se mostram o que obtêm, é para que seja admirado e não para que se lhes dê um parecer. Geralmente, tomam aversão às pessoas que os não aplaudem sem restrições e fogem das reuniões onde não possam impor-se e dominar.
  • 39.
    "Deixai que sevão pavonear algures e procurar ouvidos mais complacentes, ou que se isolem; nada perdem as reuniões que da presença deles ficam privadas." -ERASTO.
  • 40.
    Médiuns mercenários: os queexploram suas faculdades.
  • 41.
    Médiuns ambiciosos: osque, embora não mercadejem com as faculdades que possuem, esperam tirar delas quaisquer vantagens.
  • 42.
    Médiuns de má-fé:os que, não possuindo faculdades reais, simulam as de que carecem, para se darem importância. Não se podem designar pelo nome de médium as pessoas que, nenhuma faculdade mediúnica possuindo, só produzem certos efeitos por meio de trapaças.
  • 43.
    Médiuns egoístas: osque somente no seu interesse pessoal se servem de suas faculdades e guardam para si as comunicações que recebem.
  • 44.
    Médiuns invejosos: osque se mostram despeitados com o maior apreço dispensado a outros médiuns, que lhes são superiores.
  • 45.
    Não se conscientizandoo médium da gravidade de que o exercício mediúnico se reveste, permanece, leviano quão insensato, vinculado às mentes ociosas e vulgares com as quais se sintoniza.
  • 46.
    Pode ser, àsvezes, instrumento de comunicações sérias, aproveitáveis, no entanto, em razão da condição vibratória que lhe é natural, mais facilmente se deixa influenciar por Espíritos portadores de iguais condições morais.
  • 47.
    À medida queo médium se moraliza, utiliza vigilância constante e a oração frequente, esforça-se pela ação caridosa, pela disciplina e estudo constantes, torna-se mais apto ao contato com Espíritos superiores.
  • 48.
    A relação comos Espíritos impõe prudência, elevação moral, equilíbrio emocional em todo aquele que se interessa por alcançar resultados satisfatórios.
  • 49.
    O PAPEL DOSMÉDIUNS NAS COMUNICAÇÕES. CAP.XIX por ALLAN KARDEC – tradução de José Herculano Pires
  • 50.
    *INFLUÊNCIA DO ESPÍRITODO MÉDIUM *SISTEMA DOS MÉDIUNS INERTES *APTIDÃO DE CERTOS MÉDIUNS PARA LÍNGUAS, MÚSICA, DESENHOS, ETC. *DISSERTAÇÃO DE UM ESPÍRITO SOBRE O PAPEL DOS MÉDIUNS
  • 51.
    223. 1. Nomomento em que exerce a sua faculdade o médium se acha em estado perfeitamente normal?
  • 52.
    2. As comunicaçõesescritas ou verbais podem ser também do próprio Espírito do médium?
  • 53.
    3. Como distinguirse o Espírito que responde é o médium ou se é outro Espírito?
  • 54.
    5. As comunicaçõesdo Espírito do médium são sempre inferiores às que pudessem ser dadas por outros Espíritos?
  • 55.
    6. O Espíritocomunicante transmite diretamente o seu pensamento ou tem como intermediário o Espírito do médium?
  • 56.
    7. O Espíritodo médium influi nas comunicações de outros Espíritos que ele deve transmitir?
  • 57.
    22. A expressãodo pensamento pela poesia, o desenho ou a música depende unicamente da aptidão do médium ou também do Espírito comunicante?
  • 58.
    INFLUÊNCIA MORAL DOS MÉDIUNS.CAP.XX por ALLAN KARDEC – tradução de José Herculano Pires
  • 59.
    Seminário: Médiuns obsidiados 226.1. O desenvolvimento da mediunidade se processa na razão do desenvolvimento moral do médium?
  • 60.
    Seminário: Médiuns obsidiados 2.Sempre se disse à mediunidade é um dom de Deus, uma graça, um favor divino. Porque, então, não é um privilégio dos homens de bem? E porque há criaturas indignas que a possuem no mais alto grau e a empregam no mau sentido?
  • 61.
    Seminário: Médiuns obsidiados 3.Os médiuns que empregam mal as suas faculdades, que não as utilizam para o bem ou que não as aproveitam para a sua própria instrução, sofrerão as consequências disso?
  • 62.
    Seminário: Médiuns obsidiados 4.Há médiuns que recebem comunicações espontâneas, quase frequentemente, sobre um mesmo assunto, tratando de certas questões morais, por exemplo, relativas a determinados defeitos. Terá isso algum fim?
  • 63.
    Seminário: Médiuns obsidiados 8.É absolutamente impossível receber boas comunicações por um médium imperfeito?
  • 64.
    Seminário: Médiuns obsidiados 9.Qual seria o médium que poderíamos considerar perfeito?
  • 65.
    Seminário: Médiuns obsidiados 11.Quais as condições necessárias para que a palavra dos Espíritos superiores nos chegue sem qualquer alteração?
  • 66.
    IDENTIDADE DOS ESPÍRITOS CAP.XXIV porALLAN KARDEC – tradução de José Herculano Pires
  • 67.
    Eis o conselhodado por São Luís a respeito: “Por mais legítima confiança que vos inspirem os Espíritos dirigentes d vossos trabalhos, há uma recomendação que nunca seria demais repetir e que deveis ter sempre em mente aos vos entregar aos estudos:
  • 68.
    (...) a depensar e analisar, submetendo ao mais rigoroso controle da razão todas as comunicações que receberdes; a de não negligenciar, desde que algo vos pareça suspeito, duvidoso ou obscuro, de pedir as explicações necessárias para formar a vossa opinião”.
  • 69.
    1º) Não háoutro critério para se discernir o valor dos Espíritos senão o bom senso. Qualquer fórmula dada pelos próprios Espíritos, com esse fim, é absurda e não pode provir de Espíritos superiores.
  • 70.
    2º) Julgamos osEspíritos pela sua linguagem e as suas ações. As ações dos Espíritos são os sentimentos que eles inspiram e os conselhos que dão.
  • 71.
    3º) Admitido queos Espíritos bons só podem dizer e fazer o bem, tudo o que é mau não pode provir de um Espírito bom.
  • 72.
    4º) A linguagemdos Espíritos superiores é sempre digna, elevada, nobre, sem qualquer mistura de trivialidade. Eles dizem tudo com simplicidade e modéstia, nunca se vangloriam, não fazem jamais exibição do seu saber nem de sua posição entre os demais.
  • 73.
    Esqueçam a formae foco no conteúdo.
  • 74.
    Obsessores visíveis einvisíveis são nossas próprias obras, espinheiros plantados por nossas mãos. Endereça-lhes, assim, a boa palavra ou o bom pensamento, sempre que preciso, mas não lhes negues paciência e trabalho, amor e sacrifício, porque só a força do exemplo nobre levanta e reedifica, ante o Sol do futuro. Seara dos médiuns lição 23 - obsessores
  • 75.
    Bibliografia: O Evangelho Segundoo Espiritismo – Allan Kardec O livro dos médiuns – Allan Kardec A Gênese – Allan Kardec Obras póstumas – Allan Kardec O exilado - Hermínio C. Miranda A irmã do vizir - Hermínio C. Miranda Histórias que os espíritos contaram - Hermínio C. Miranda Diversidade dos carismas - Hermínio C. Miranda Diretrizes de Segurança – Divaldo P. Franco e Raul Teixeira Seara dos Médiuns - Emmanuel (Chico Xavier). Nos domínios da mediunidade – André Luiz (Chico Xavier).
  • 76.
    Uma linda manhãe uma Feliz Semana! Uma linda manhã e uma Feliz Semana! Uma linda manhã e uma Feliz Semana!