Apresentação para décimo primeiro ano de 2015 6, aula 1-2

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Apresentação para décimo primeiro ano de 2015 6, aula 1-2

  1. 1. luisprista@netcabo.pt
  2. 2. luisprista@netcabo.pt é o que está no cabeçalho das folhas; e agradeço sempre
  3. 3. Usar é das faltas mais graves. Os devem ficar sempre desligadíssimos e dentro das .
  4. 4. Preferia que ilas, malas e sacos não ficassem sobre a mesa.
  5. 5. Sumários • não os passaremos em aula • se quiserem muito ter sumários, vão a Gaveta de Nuvens
  6. 6. http://gavetadenuvens.blogspot.pt sumários e tepecês estarão visíveis no próprio dia das aulas; aulas (fichas, apresentações) talvez só nos dias seguintes.
  7. 7. Material • trazer sempre (um por aluno) – não deitar fora o Caderno de Atividades • trazer , borracha, caneta
  8. 8. • trazer sempre para redações • trazer sempre as fichas da aula anterior • ir pondo no caderno todos os trabalhos
  9. 9. Sala • manterem os que forem combinados – iremos depois vendo se é útil retocar essa distribuição
  10. 10. Trabalho na aula • o trabalho orientado pelas folhas que for dando é, em geral, individual • ter paciência e tentar compreender as folhas pela leitura
  11. 11. Em casa Ir mantendo as folhas organizadas Ir fazendo os trabalhos de Ir revendo a gramática que dermos Ler as combinadas
  12. 12. Avaliação • Não há «pontos» («testes sumativos») • Serão avaliados por tudo o que se for fazendo (em aula e em casa)
  13. 13. Objetivos para 2015-2016 •Ir escrevendo mais limpamente, ir treinando escrita «à exame» •Ir conseguindo conhecimento mais sistematizado de gramática •Conhecer por efetiva leitura as obras do programa
  14. 14. Gramáticas? • aproveitar o que já tenham de anos anteriores • folhas informativas minhas (deste ano e do 10.º ano) • folhas verdes no final do manual atual (e as equivalentes do 10.º ano) • cadernos de atividades (do 10.º ano e atual)
  15. 15. Sequências do manual; Nosso calendário
  16. 16. 1.º período 0. O que sei eu? [revisões + onomástico] 1. Eu e os outros [reclamação, comuni- cado, artigo científico e técnico] 2. Eu com o mundo [texto publicitário, artigo de apreciação crítica, editorial] 3. (Con)Venço eu [discurso político; Pa- dre António Vieira, Sermão de Santo António]
  17. 17. 2.º período 4. (M)eu drama [Almeida Garrett, Frei Luís de Sousa] 2.º período + 3.º período 5. ‘Eça’ história e eu [romance(s) de Eça de Queirós] 6. (M)eu sentimento de ocidental [poesia de Cesário Verde]
  18. 18. 1.º período 0. O que sei eu? [revisões + onomástico] 1. Eu e os outros [reclamação, comunica- do, artigo científico e técnico] 2. Eu com o mundo [texto publicitário, artigo de apreciação crítica, editorial] 3. (Con)Venço eu [discurso político; Padre António Vieira, Sermão de Santo António]
  19. 19. Onomástico = conjuntos de nomes próprios •Antropónimos = nomes de pessoas Lyonce Viiktória, Fernando, Silva •Topónimos = nomes de lugares Llanfairpwllgwyngyllgogerychwyrndrobwllllantysi liogogogoch, Lisboa, Arouca
  20. 20. V // O Padre António Vieira, que, aos seis anos, partira para o Brasil com os pais — os portugueses Cristóvão Vieira Ravasco e Maria Azevedo —, era mestiço.
  21. 21. V // O Padre António Vieira atravessou o Atlântico sete vezes, tendo morrido na Baía.
  22. 22. F // Nas suas actividades evangelizadoras dos índios, no Brasil, os jesuítas — a Companhia de Jesus, a que pertencia o Padre Vieira — usavam a variante sul- americana do português.
  23. 23. F // Para assistir aos sermões do Padre António Vieira, ia-se de madrugada à igreja, a fim de reservar o lugar. Havia até quem acampasse à frente da igreja nos dias anteriores.
  24. 24. F // Um dos mais famosos sermões de Vieira, o «Sermão de Santo António [aos Peixes]», foi feito no Oceanário de Lisboa, em frente às carpas e aos atuns.
  25. 25. V // Garrett era filho de António Bernardo da Silva e de Ana Augusta de Almeida Leitão.
  26. 26. V // Careca, Garrett usava uma peruca, mas tinha o cuidado especial de que o seu cabelo parecesse natural e, por isso, ia trocando de cabeleira periodicamente, para simular o crescimento natural do cabelo.
  27. 27. F // Garrett usava um espartilho, para parecer ter a cintura muito fina, e um sutiã, para parecer ter um peito bem proporcionado.
  28. 28. F // Aos vinte e tal anos, Garrett namorou uma rapariga de onze. (catorze)
  29. 29. V // Garrett tinha pernas — ou parte das pernas — postiças, mas movia-se com assinalável elegância.
  30. 30. V // Frei Luís de Sousa, de Almeida Garrett, é uma peça que, fantasiando-os, se inspirou em factos da vida do escritor cujo nome Garrett pôs no título, Manuel de Sousa Coutinho (1555-1632).
  31. 31. F // A primeira representação de Frei Luís de Sousa foi feita no Jardim Zoológico de Lisboa, perto da zona dos elefantes.
  32. 32. V // Eça de Queirós, aclamado em Vila do Conde como natural desta cidade, nasceu na Póvoa de Varzim.
  33. 33. V // Ramalho Ortigão (1836-1915) — co-autor, com Eça, do Mistério da Estrada de Sintra — foi professor do amigo, quando este tinha cerca de dez anos.
  34. 34. V // Na Relíquia, romance de Eça de Queirós, o protagonista tem o azar de fazer uma troca na prenda que queria oferecer à sua tia beata (cuja fortuna queria herdar): em vez de uma relíquia da Terra Santa embalou a camisa de dormir da mulher com quem estivera.
  35. 35. V // Em Os Maias há pelo menos quinze refeições completas, algumas narradas em três páginas, mas outras, em vinte e seis.
  36. 36. V // Dois dos romances de Eça aproveitam situações de incesto. Em A Tragédia da Rua das Flores, o incesto envolve mãe e filho; em Os Maias, o incesto é entre irmãos.
  37. 37. V // Em casa dos pais de Cesário Verde, aos serões, saboreavam-se doçarias de cocó. [C]ocó
  38. 38. Cocó era um célebre pasteleiro da Rua de São Nicolau. (Na ficha, o nome talvez devesse ter maiúscula inicial.)
  39. 39. V // Na loja de ferragens, negócio da família, Cesário Verde, vestido de azul, tinha à venda camisolas de algodão e chinelas de tranças. Chegou a vender calda de tomate.
  40. 40. V // Cesário Verde, já muito doente, esteve, a conselho do médico-santo Sousa Martins, a aproveitar os ares do campo em Caneças e, depois, no Lumiar, onde aliás morreria.
  41. 41. V // O conto O Berloque Vermelho, escrito por Silva Pinto na 1.ª pessoa e precisamente no ano em que conhecera Verde, descreve uma paixão entre dois rapazes, o que já se tem interpretado como sintomático do tipo de relação que haveria entre os dois escritores. Silva Pinto veio a ser o editor do póstumo O Livro de Cesário Verde.
  42. 42. Quem acertou tudo?
  43. 43. No retângulo, ao canto superior direito: definição telegráfica com o vosso nome (aquele por que serão chamados): Comércio Escrita Sentimento de um ocidental Anoitecer Ruas I … O …
  44. 44. Valor Iniciativa Espiritualidade Intrepidez Reverência Aventureirismo
  45. 45. • Na página de rosto, preencher cabeçalho com os vossos dados e, ao canto superior direito, uma definição telegráfica; • Na página verso, só a nota do 10.º ano
  46. 46. Se bem grafados, «issilva» e «dassilva» ficariam «e Silva» e «da Silva». O efeito obtido com aquela grafia errada era o de ridicularizar o apelido (como se uma escrita fonética apoucasse, humilhasse, os pergaminhos do nome pomposo).
  47. 47. A parte que, no manual, foi omitida talvez tornasse ainda mais nítida uma característica dos nomes escolhidos: trata-se, quase sempre, de apelidos pretensiosos, de «gente fina».
  48. 48. Quase não é possível fazer perguntas de sintaxe acerca deste poema, já que nele as palavras não se relacionam em frases. É como se estivéssemos perante uma lista de palavras soltas, maioritariamente de uma única classe, a dos nomes. No entanto, vendo mais de perto, percebemos que surgem três outras classes de palavras, entre as quais duas
  49. 49. que servem precisamente para estabelecer conexões (entre frases ou palavras): a das preposições (ilustrada por «de») e a das conjunções (representada por «e»). A classe de palavras que falta referir é a dos determinantes (abonada pelo artigo «a», presente numa contração com a preposição já mencionada).

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