O projecto pombalino de inspiração iluminista

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O projecto pombalino de inspiração iluminista

  1. 1. O Projecto Pombalino de Inspiração Iluminista<br />O reinado de D. José I e a modernização do Estado<br />
  2. 2. Introdução<br />No âmbito da disciplina de História, foi-nos proposto, pela professora Carla Teixeira, a realização de um trabalho sobre “O Projecto Pombalino de Inspiração Iluminista” sendo o nosso subtema o reinado de D. José I e a modernização do Estado. Escolhemos este subtema porque consideremos ser o mais interessante, pois aborda situações políticas, económicas e sociais, sendo assuntos que nos agradam.<br /> O objectivo deste trabalho é conhecer melhor o reinado de D. José I e consequentemente as medidas de Marquês de Pombal. Procuramos saber o porquê da modernização do Estado e de que forma se concretizou, através das novas políticas adoptadas, como por exemplo o Despotismo Esclarecido. <br /> Assim sendo, vamos tratar a biografia de D. José I e conhecer melhor o seu reinado, caracterizar o Despotismo Esclarecido e compreender a organização política do Estado e as medidas tomadas em relação à Igreja e aos grupos sociais. <br />
  3. 3. Século XVI ao XVIII<br /> Em meados do século XVI a prosperidade do comércio colonial português vinha a decair. Esta situação de crise veio a agravar-se devido às medidas mercantilistas utilizadas nos vários países europeus, de uma conjuntura internacional adversa, a concorrência do estrangeiro no tráfico do açúcar, do tabaco e dos escravos. Isto levou a que a dificuldade de escoamento dos produtos coloniais portugueses aumentasse.<br />
  4. 4. Doc.1. Exportação de vinhos portugueses para Inglaterra (1675-1789)<br />
  5. 5. D. José I<br /> O rei D. José I nasceu a 6 de Junho de 1714, no Palácio da Ribeira, em Lisboa.<br />D. José I sobe ao trono depois da morte de D. João V em 1750, e foi-lhe atribuído o cognome “O Reformador”, tornando-se no 26º rei de Portugal da dinastia de Bragança.<br />No entanto, o seu reinado foi bastante apagado por ter concedido poderes a um ex-diplomata da nobreza, Sebastião José de Carvalho e Melo, a quem atribuiu o título de Conde de Oeiras, em 1759 e, mais tarde, de Marquês de Pombal, em 1770, ao qual posteriormente elevou à categoria de primeiro-ministro. <br />
  6. 6. Fig.1. D. José I de Portugal <br />
  7. 7. O Despotismo Esclarecido<br /> O despotismo esclarecido era uma forma de governar característica da Europa Continental da segunda metade do século XVIII, sobretudo do Leste Europeu, em estados como a Áustria, Prússia e Rússia. Isto porque eram estados com a economia em geral atrasada e essencialmente agrícola, em que a burguesia era muito fraca e tinha pouco poder político. Assim, o Estado teve de substituir a iniciativa privada elaborando reformas administrativas e jurídicas, controlando a economia e orientando a educação. <br />
  8. 8. Doc2. O despotismo esclarecido<br />
  9. 9. A organização política do Estado e as medidas tomadas em relação à Igreja e aos grupos sociais<br />
  10. 10. A política social de Marquês de Pombal procurou abolir as resistências ao poder absoluto, chamando para a corte os mais altos escalões da ordem nobiliárquica, concedendo-lhes cargos e rendas e procurando liga-los à governação. O Marquês adoptou algumas medidas de disciplina e de repressão da autonomia da grande nobreza, e também medidas de disciplina relativamente ao clero.<br />Sociedade<br />
  11. 11. Doc.3 e 4. Submissão dos grupos privilegiados<br />
  12. 12. A Burguesia<br />As medidas do Marquês para desenvolver a economia e para reduzir o poder dos grupos privilegiados favoreceram o desenvolvimento de uma nova sociedade. <br /> A burguesia foi protegida pelo Marquês de Pombal que a estimulou a participar nas companhias comercias como accionistas, no comércio de vinhos, tabaco, sal e algodão com os países do Norte da Europa. <br />
  13. 13. Economia<br /> As reformas económicas do Marquês de Pombal favoreceram a ascensão da burguesia mercantil e financeira. O comércio foi considerado uma actividade e profissão nobre, necessária e lucrativa, sendo os comerciantes autorizados a instituir morgadios.<br />Durante o reinado de D. José I, o Marquês de Pombal desenvolveu uma política económica de regresso às ideias mercantilistas, procurando assim recuperar a economia portuguesa.<br /> <br />
  14. 14. Companhias Monopolistas<br /><ul><li>Companhia para o Comércio com o Oriente;
  15. 15. Companhia do Grão-Pará e Maranhão ;
  16. 16. Companhia Geral de Pernambuco e Paraíba;
  17. 17. Companhia para o Comércio dos Ajauas e dos Macuas;
  18. 18. Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro;
  19. 19. Companhia Geral das Reais Pescas do Reino do Algarve.</li></li></ul><li>O Marquês de Pombal empreendeu uma política de fomento da indústria:<br />- reorganizou as fábricas reais de lanifícios;<br />- fundou e renovou fábricas de vidros, louças, cutelarias e de fundição;<br />- fundou a primeira fábrica de refinação de açúcar;<br />- reorganizou a Real Fábrica das Sedas;<br />- contratou técnicos estrangeiros para melhorarem a produção;<br />- aplicou medidas proteccionistas para os produtos nacionais.<br />
  20. 20. Doc.5. Manufacturas criadas ou desenvolvidas<br />durante o governo de Marquês de Pombal<br />
  21. 21. Durante o reinado de D. José I, Marquês de Pombal iniciou a modernização do Estado com a intenção de centralizar o poder e de procurar uma maior eficácia dos serviços públicos. Formando novos organismos:<br /> -a Junta do Comércio; <br /> - o Erário Régio;<br /> -a Junta de Providência Literária; <br />Modernização do Estado<br />
  22. 22. Doc.6. A acção do Marquês de Pombal<br />

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