SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 30
Questões orientadoras:
1-Que novas fontes de energia e inventos surgiram
no séc. XIX?
2-Porque manteve a Inglaterra a prioridade?
3- Em que países se desenvolveu a indústria no
século XIX?
4-Porque é que a revolução dos transportes foi
importante?
Nos finais do séc. XIX, a força do vapor começa a ser substituída por novas fontes de energia.
A electricidade, produzida por geradores industriais em centrais termoeléctricas ou
hidroeléctricas, torna-se uma importante fonte de energia. Thomas Edison revoluciona a vida
das famílias e das cidades com a invenção da lâmpada eléctrica.
Thomas Edison
(1847 – 1931)
Porque é que a lâmpada foi tão
importante para a indústria?
A eletricidade foi a primeira fonte de energia limpa. Permitiu que se
intensificasse a actividade laboral, o trabalho noturno tornou-se
possível, bem como o automatismo. As ruas ganharam iluminação,
e eram agora percorridas por locomotivas elétricas e carros
elétricos. A telegrafia elétrica transformou as comunicações sem
fios, e a indústria de bens de conforto alterou-se.
Em suma, melhorou as condições de vida e deu resposta a vários
pedidos da indústria
O petróleo e os seus derivados e a
invenção do motor de explosão
revolucionam os transportes, substituindo
a máquina a vapor.
A indústria química desenvolveu-se muito. Produziram-se tintas e corantes, medicamentos,
detergentes, adubos químicos, explosivos,…
Alfred Nobel
1833 - 1896
O setor de ponta foi a indústria
siderúrgica. Era necessário
encontrar materiais metálicos
resistentes para a construção de
grandes máquinas e obras de
engenharia.
Grandes inovações tecnológicas, nomeadamente no campo das telecomunicações, alteraram o
quotidiano.
Samuel Morse
1791 - 1872
Telégrafo
Letra Letra
A .- N -.
B -... O ---
C -.-. P .--.
D -.. Q --.-
E . R .-.
F ..-. S ...
G --. T -
H .... U ..-
I .. V ...-
J .--- W .--
K -.- X -..-
L .-.. Y -.--
M -- Z --..
Telefone
Alexander Graham Bell
1847 - 1922
1834-
Frigorífico
(Perkins)
As máquinas eram agora mais
simples e mais facilmente
transportadas para que se
ajustassem a diferentes
necessidades.
Que países viram a sua produção industrial a crescer?
Qual o país que mais de destaca?
 Detinha, em 1870, um terço da
capacidade industrial mundial
 Manteve a superioridade técnica,
por exemplo, na modernização
dos transportes: locomotivas e
barcos a vapor
 Possuía o maior império colonial
A Inglaterra era o principal centro de
comércio mundial:
 Importava matérias-primas das suas
colónias
 Exportava produtos manufaturados como
têxteis, máquinas e outros produtos
A produção industrial.
Repartição do comércio mundial.
Porque manteve a Inglaterra a prioridade?
Pág. 174
Com a 2ª revolução industrial , surgiram novas potências
industriais.
Com as quais se destacam :
Alemanha: Estados Unidos: Japão:
QUAIS AS NOVAS POTÊNCIAS INDUSTRIAIS A PARTIR DE 1870 (2ª
Revolução Industrial )?
Setores de produção
Bélgica França Alemanha Japão
Exploração
mineira
Têxtil, metalúrgico
químico, papel
Têxtil - algodão
Siderurgia
Exploração
mineira
Têxtil - seda, algodão
Construção naval
armamento
EUA
Siderurgia, Têxtil
Material elétrico
Ao longo do séc. XIX, assistiu-se a uma revolução dos
transportes.
George Stephenson
1781 - 1848
…e o longe se fez perto…
 Comboio
 A Primeira locomotiva foi
A “Rocket” que surgiu em 1830
com Stephenson e ligava
Liverpool a Manchester
-Velocidade de 20 km/ hora
Antes da abertura la linha Manchester- Liverpool, a ligação entre as duas cidades
era assegurada por 22 diligências regulares e 7 suplementares, que
transportavam ao todo 688 pessoas por dia. Desde a sua inauguração, há 18
meses, o comboio transportou 700 mil pessoas, que corresponde a uma média
de 1070 por dia. As mercadorias expedidas de Liverpool são recebidas no próprio
dia em Manchester. Quando eram transportadas por canal demoravam 3 dias.
Desde a inauguração , já começaram a ser exploradas novas minas de carvão e
foram construídas várias fábricas ao longo da via férrea, criando assim , novos
empregos.
Aqueles que residem perto da linha consideram o comboio muito prático , porque
podem deslocar-se para o seu trabalho , em Liverpool ou Manchester, mais
rapidamente e a um preço mais baixo. Graças ao caminho de ferro, o valor das
terras ao longo da linha aumentou bastante.
Annual Register, 1832
Refere os efeitos para a economia europeia do crescimento das vias- férreas.
Os grandes veleiros (clippers) foram substituídos por navios a
vapor (steamers)
Construíram-se grandes navios para
o transporte de mercadorias e
passageiros. O maior foi o Titanic,
naufragado em 1912, na viagem
inaugural.
Abriram-se canais, como o do Suez (1869) que diminuíram em muito o tempo e o custo das
viagens intercontinentais.
O canal do Panamá, concluído em 1914, foi uma das maiores obras de engenharia alguma vez
empreendidas.
 O
AUTOMÓVEL
 Desenvolvimento
das estradas;
O primeiro
automóvel surgiu
em 1890 e possuía
três
velocidades.
Porque é que a revolução dos transportes foi importante?
-A agricultura encontrou novos mercados
-Os centros urbanos passaram a ser abastecidos com regularidade;
-Aumento da exploração de carvão, ferro e madeira para a indústria
ferroviária;
-Estimulou-se a industrialização
-Expandiram-se as trocas comerciais, o que contribuiu para o domínio
dos mercados nacional e mundial,
-Aumento do consumo de massas, provocado pela redução das tarifas e
dos custos dos transportes e pela baixa do preço dos produtos;
-Criação da grande empresa industrial e construção do aparelho
bancário moderno
Questões orientadoras:
1-O que é o liberalismo económico?
2- Como funciona a lei da oferta e da procura?
3-Como se desenvolveu o capitalismo industrial e
financeiro?
Pág. 180
O esforço natural de cada indivíduo
para melhorar a sua condição constitui
quando se exerce com liberdade e
segurança, um princípio tão poderoso que
é capaz, por si só de levar a sociedade
à riqueza e à prosperidade. Qualquer
homem desde que não viole as leis da
justiça , tem direito a lutar pelos seus
interesses como melhor entender e a
entrar em concorrência , através da sua
iniciativa e do seu capital, com os
interesses de qualquer outro homem.
Adam Smith, A riqueza das
nações, 1776
1-Para Adam Smith , em que assenta a prosperidade de uma nação? Justifica com
frases do texto.
O Estado não intervém na
economia
A economia regula- -
se pela lei da oferta e
da procura
Liberdade de
produção e de
consumo
Comércio internacional
livre («livre-cambismo»)
Livre concorrência
(salários e preços
«livres»)
O que é o liberalismo económico?
Liberalismo económico
Liberalismo económico
A lei da oferta e da procura
•Pouca oferta
•Muita procura
•Muita oferta
•Pouca procura
Descida de preços Subida de preços
Pensam que não é preciso dinheiro para pôr em movimento uma casa como
esta ? Ao lado do dono da empresa há o capitalista que entra com grandes
somas de dinheiro. É o capital que alimenta permanentemente as fábricas
com maquinaria mais aperfeiçoada. É o capital que chega até a sustentar
os próprios operários! E se o capital representa uma força , não lhe
caberá também receber uma parte dos lucros? Se não pagarem os lucros
ao capital, os capitalistas não vos emprestarão dinheiro!
Entrevista de H. Schenneider a J. Huret
1-Quem são os capitalistas de que fala o texto?
2-Para que é que os empresários das indústria precisam dos empréstimos
bancários?
3- O que ganham os financeiros ao concederem empréstimos?
Como se desenvolveu o capitalismo industrial
e financeiro?
 a constante necessidade de financiamento coloca as indústrias
na dependência do capitalismo financeiro.
- necessidade de crescimento
- a livre concorrência
- frequentes crises económicas
capitalismo financeiro: tipo de economia capitalista em que o grande
comércio e a grande indústria são comandados pelo poder dos bancos e
de outras sociedades financeiras.
- o desenvolvimento industrial vai levar ao crescimento dos meios
financeiros
criação de novos bancos
aumento da actividade bolsista
desenvolvimento da moeda fiduciária *

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

6 04 portugal uma sociedade capitalista dependente
6 04 portugal uma sociedade capitalista dependente6 04 portugal uma sociedade capitalista dependente
6 04 portugal uma sociedade capitalista dependenteVítor Santos
 
6 03 evolucao democratica nacionalismo e imperialismo
6 03 evolucao democratica nacionalismo e imperialismo6 03 evolucao democratica nacionalismo e imperialismo
6 03 evolucao democratica nacionalismo e imperialismoVítor Santos
 
Movimentos operários
Movimentos operáriosMovimentos operários
Movimentos operáriosJornal Ovale
 
O fim da guerra fria e o mundo final
O fim da guerra fria e o mundo finalO fim da guerra fria e o mundo final
O fim da guerra fria e o mundo finalPaulo Gomes
 
A Revolução industrial
A Revolução industrialA Revolução industrial
A Revolução industrialCarlos Pinheiro
 
O projeto pombalino de inspiração iluminista
O projeto pombalino de inspiração iluministaO projeto pombalino de inspiração iluminista
O projeto pombalino de inspiração iluministaJoana Filipa Rodrigues
 
A Sociedade Oitocentista
A Sociedade OitocentistaA Sociedade Oitocentista
A Sociedade Oitocentistaluisant
 
A civilização industrial no século XIX
A civilização industrial no século XIXA civilização industrial no século XIX
A civilização industrial no século XIXBeatrizMarques25
 
A revolução industrial
A revolução industrialA revolução industrial
A revolução industrialMarcos Venicios
 
A Era Estalinista
A Era EstalinistaA Era Estalinista
A Era EstalinistaRainha Maga
 
Ditadura Estalinista
Ditadura EstalinistaDitadura Estalinista
Ditadura EstalinistaMaria Gomes
 
Revolucao industrial
Revolucao industrialRevolucao industrial
Revolucao industrialmarcusejoao
 
6 05 os caminhos da cultura
6 05 os caminhos da cultura6 05 os caminhos da cultura
6 05 os caminhos da culturaVítor Santos
 

Mais procurados (20)

6 04 portugal uma sociedade capitalista dependente
6 04 portugal uma sociedade capitalista dependente6 04 portugal uma sociedade capitalista dependente
6 04 portugal uma sociedade capitalista dependente
 
6 03 evolucao democratica nacionalismo e imperialismo
6 03 evolucao democratica nacionalismo e imperialismo6 03 evolucao democratica nacionalismo e imperialismo
6 03 evolucao democratica nacionalismo e imperialismo
 
Movimentos operários
Movimentos operáriosMovimentos operários
Movimentos operários
 
O fim da guerra fria e o mundo final
O fim da guerra fria e o mundo finalO fim da guerra fria e o mundo final
O fim da guerra fria e o mundo final
 
Comunismo
ComunismoComunismo
Comunismo
 
A Revolução industrial
A Revolução industrialA Revolução industrial
A Revolução industrial
 
Crise 1929
Crise 1929Crise 1929
Crise 1929
 
Revolução Industrial
Revolução IndustrialRevolução Industrial
Revolução Industrial
 
Fascismo
FascismoFascismo
Fascismo
 
O projeto pombalino de inspiração iluminista
O projeto pombalino de inspiração iluministaO projeto pombalino de inspiração iluminista
O projeto pombalino de inspiração iluminista
 
O mundo pós guerra
O mundo pós guerraO mundo pós guerra
O mundo pós guerra
 
A Sociedade Oitocentista
A Sociedade OitocentistaA Sociedade Oitocentista
A Sociedade Oitocentista
 
A civilização industrial no século XIX
A civilização industrial no século XIXA civilização industrial no século XIX
A civilização industrial no século XIX
 
11 ha m4 u3 3
11 ha m4 u3 311 ha m4 u3 3
11 ha m4 u3 3
 
A revolução industrial
A revolução industrialA revolução industrial
A revolução industrial
 
A revolução industrial
A revolução industrialA revolução industrial
A revolução industrial
 
A Era Estalinista
A Era EstalinistaA Era Estalinista
A Era Estalinista
 
Ditadura Estalinista
Ditadura EstalinistaDitadura Estalinista
Ditadura Estalinista
 
Revolucao industrial
Revolucao industrialRevolucao industrial
Revolucao industrial
 
6 05 os caminhos da cultura
6 05 os caminhos da cultura6 05 os caminhos da cultura
6 05 os caminhos da cultura
 

Semelhante a A civilização industrial no séc XIX.ppt

Revolução industrial
Revolução industrialRevolução industrial
Revolução industrialMaria Gomes
 
As transformações económicas da europa
As transformações económicas da europaAs transformações económicas da europa
As transformações económicas da europaSusana Simões
 
Segunda revolução industrial
Segunda revolução industrialSegunda revolução industrial
Segunda revolução industrialMaria Gomes
 
A Civilização Industrial no século XIX
A Civilização Industrial no século XIXA Civilização Industrial no século XIX
A Civilização Industrial no século XIXNuno Eusébio
 
Expansão da revolução industrial
Expansão da revolução industrialExpansão da revolução industrial
Expansão da revolução industrialmaria40
 
Revolução industrial inglesa
Revolução industrial inglesaRevolução industrial inglesa
Revolução industrial inglesaMaria Gomes
 
9ª ano -Und 01 Exercício de Revisão temas 1, 2, 3 e 4
9ª ano -Und 01 Exercício de Revisão temas 1, 2, 3 e 49ª ano -Und 01 Exercício de Revisão temas 1, 2, 3 e 4
9ª ano -Und 01 Exercício de Revisão temas 1, 2, 3 e 4SEMEC
 
Capitalismo Industrial
Capitalismo IndustrialCapitalismo Industrial
Capitalismo IndustrialIvanilson Lima
 
Expansão da revolução industrial
Expansão da revolução industrialExpansão da revolução industrial
Expansão da revolução industrialmaria40
 
Espaço Urbano-Industrial Europeu
Espaço Urbano-Industrial EuropeuEspaço Urbano-Industrial Europeu
Espaço Urbano-Industrial EuropeuJonatha Ronchi
 
RevoluçAo Industrial
RevoluçAo IndustrialRevoluçAo Industrial
RevoluçAo IndustrialAna Batista
 
As Revoluções Industriais.pptx
As Revoluções Industriais.pptxAs Revoluções Industriais.pptx
As Revoluções Industriais.pptxHitaloSantos8
 

Semelhante a A civilização industrial no séc XIX.ppt (20)

Revolução industrial
Revolução industrialRevolução industrial
Revolução industrial
 
As transformações económicas da europa
As transformações económicas da europaAs transformações económicas da europa
As transformações económicas da europa
 
Segunda revolução industrial
Segunda revolução industrialSegunda revolução industrial
Segunda revolução industrial
 
A Civilização Industrial no século XIX
A Civilização Industrial no século XIXA Civilização Industrial no século XIX
A Civilização Industrial no século XIX
 
Tema h1 1ª parte
Tema h1   1ª parteTema h1   1ª parte
Tema h1 1ª parte
 
O mercantilismo
O mercantilismoO mercantilismo
O mercantilismo
 
O mercantilismo
O mercantilismoO mercantilismo
O mercantilismo
 
11 ha m4 u3 2
11 ha m4 u3 211 ha m4 u3 2
11 ha m4 u3 2
 
Expansão da revolução industrial
Expansão da revolução industrialExpansão da revolução industrial
Expansão da revolução industrial
 
Revolução industrial pdf
Revolução industrial pdfRevolução industrial pdf
Revolução industrial pdf
 
Revolução industrial inglesa
Revolução industrial inglesaRevolução industrial inglesa
Revolução industrial inglesa
 
9ª ano -Und 01 Exercício de Revisão temas 1, 2, 3 e 4
9ª ano -Und 01 Exercício de Revisão temas 1, 2, 3 e 49ª ano -Und 01 Exercício de Revisão temas 1, 2, 3 e 4
9ª ano -Und 01 Exercício de Revisão temas 1, 2, 3 e 4
 
Capitalismo Industrial
Capitalismo IndustrialCapitalismo Industrial
Capitalismo Industrial
 
Expansão da revolução industrial
Expansão da revolução industrialExpansão da revolução industrial
Expansão da revolução industrial
 
Espaço Urbano-Industrial Europeu
Espaço Urbano-Industrial EuropeuEspaço Urbano-Industrial Europeu
Espaço Urbano-Industrial Europeu
 
Revolução Industrial
Revolução IndustrialRevolução Industrial
Revolução Industrial
 
R.i.
R.i.R.i.
R.i.
 
RevoluçAo Industrial
RevoluçAo IndustrialRevoluçAo Industrial
RevoluçAo Industrial
 
As Revoluções Industriais.pptx
As Revoluções Industriais.pptxAs Revoluções Industriais.pptx
As Revoluções Industriais.pptx
 
Revolução Industrial
Revolução IndustrialRevolução Industrial
Revolução Industrial
 

Mais de Carla Teixeira

1-guerra-mundial-esic.ppt
1-guerra-mundial-esic.ppt1-guerra-mundial-esic.ppt
1-guerra-mundial-esic.pptCarla Teixeira
 
a polis no mundo grego.ppt
a polis no mundo grego.ppta polis no mundo grego.ppt
a polis no mundo grego.pptCarla Teixeira
 
O tempo das reformas religiosas parte 1
O tempo das reformas religiosas parte 1O tempo das reformas religiosas parte 1
O tempo das reformas religiosas parte 1Carla Teixeira
 
Arte renascentista parte 3
Arte renascentista  parte 3Arte renascentista  parte 3
Arte renascentista parte 3Carla Teixeira
 
A reforma religiosa parte 2
A reforma religiosa  parte 2A reforma religiosa  parte 2
A reforma religiosa parte 2Carla Teixeira
 
A reforma católica e a contra reforma- parte 1
A reforma católica e a contra  reforma- parte 1A reforma católica e a contra  reforma- parte 1
A reforma católica e a contra reforma- parte 1Carla Teixeira
 
A contra reforma parte 3
A contra reforma  parte 3A contra reforma  parte 3
A contra reforma parte 3Carla Teixeira
 
A contra reforma parte 2
A contra reforma   parte 2A contra reforma   parte 2
A contra reforma parte 2Carla Teixeira
 
A arte renascentista parte 2
A arte renascentista parte 2A arte renascentista parte 2
A arte renascentista parte 2Carla Teixeira
 
O rococó e o neoclássico parte 1
O rococó e o neoclássico parte 1O rococó e o neoclássico parte 1
O rococó e o neoclássico parte 1Carla Teixeira
 
Revolução francesa módulo 7
Revolução francesa  módulo 7Revolução francesa  módulo 7
Revolução francesa módulo 7Carla Teixeira
 
Ficha de trabalho nº 1
Ficha de trabalho nº 1Ficha de trabalho nº 1
Ficha de trabalho nº 1Carla Teixeira
 
Revolução francesa módulo 7
Revolução francesa  módulo 7Revolução francesa  módulo 7
Revolução francesa módulo 7Carla Teixeira
 
Revolução francesa 2
Revolução francesa 2Revolução francesa 2
Revolução francesa 2Carla Teixeira
 
Revolução francesa parte 3
Revolução francesa parte 3Revolução francesa parte 3
Revolução francesa parte 3Carla Teixeira
 
Revolução francesa 2
Revolução francesa 2Revolução francesa 2
Revolução francesa 2Carla Teixeira
 
Da rev cient ao iluminismo parte 2
Da rev cient ao iluminismo parte 2Da rev cient ao iluminismo parte 2
Da rev cient ao iluminismo parte 2Carla Teixeira
 

Mais de Carla Teixeira (20)

1-guerra-mundial-esic.ppt
1-guerra-mundial-esic.ppt1-guerra-mundial-esic.ppt
1-guerra-mundial-esic.ppt
 
a polis no mundo grego.ppt
a polis no mundo grego.ppta polis no mundo grego.ppt
a polis no mundo grego.ppt
 
O tempo das reformas religiosas parte 1
O tempo das reformas religiosas parte 1O tempo das reformas religiosas parte 1
O tempo das reformas religiosas parte 1
 
Arte renascentista parte 3
Arte renascentista  parte 3Arte renascentista  parte 3
Arte renascentista parte 3
 
Arte renascentista
Arte renascentistaArte renascentista
Arte renascentista
 
A reforma religiosa parte 2
A reforma religiosa  parte 2A reforma religiosa  parte 2
A reforma religiosa parte 2
 
A reforma católica e a contra reforma- parte 1
A reforma católica e a contra  reforma- parte 1A reforma católica e a contra  reforma- parte 1
A reforma católica e a contra reforma- parte 1
 
A contra reforma parte 3
A contra reforma  parte 3A contra reforma  parte 3
A contra reforma parte 3
 
A contra reforma parte 2
A contra reforma   parte 2A contra reforma   parte 2
A contra reforma parte 2
 
A arte renascentista parte 2
A arte renascentista parte 2A arte renascentista parte 2
A arte renascentista parte 2
 
O rococó e o neoclássico parte 1
O rococó e o neoclássico parte 1O rococó e o neoclássico parte 1
O rococó e o neoclássico parte 1
 
Neoclássico parte 2
Neoclássico parte 2Neoclássico parte 2
Neoclássico parte 2
 
Neoclássico parte3
Neoclássico parte3Neoclássico parte3
Neoclássico parte3
 
Revolução francesa módulo 7
Revolução francesa  módulo 7Revolução francesa  módulo 7
Revolução francesa módulo 7
 
Ficha de trabalho nº 1
Ficha de trabalho nº 1Ficha de trabalho nº 1
Ficha de trabalho nº 1
 
Revolução francesa módulo 7
Revolução francesa  módulo 7Revolução francesa  módulo 7
Revolução francesa módulo 7
 
Revolução francesa 2
Revolução francesa 2Revolução francesa 2
Revolução francesa 2
 
Revolução francesa parte 3
Revolução francesa parte 3Revolução francesa parte 3
Revolução francesa parte 3
 
Revolução francesa 2
Revolução francesa 2Revolução francesa 2
Revolução francesa 2
 
Da rev cient ao iluminismo parte 2
Da rev cient ao iluminismo parte 2Da rev cient ao iluminismo parte 2
Da rev cient ao iluminismo parte 2
 

Último

Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoNós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoIlda Bicacro
 
Santa Gemma Galgani, Flor de Lucca, mística italiana 1887-1903 (Portugués).pptx
Santa Gemma Galgani, Flor de Lucca, mística italiana 1887-1903 (Portugués).pptxSanta Gemma Galgani, Flor de Lucca, mística italiana 1887-1903 (Portugués).pptx
Santa Gemma Galgani, Flor de Lucca, mística italiana 1887-1903 (Portugués).pptxMartin M Flynn
 
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxEBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxIlda Bicacro
 
MARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHAS
MARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHASMARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHAS
MARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHASyan1305goncalves
 
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã""Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"Ilda Bicacro
 
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...LuizHenriquedeAlmeid6
 
Peça de teatro infantil: A cigarra e as formigas
Peça de teatro infantil: A cigarra e as formigasPeça de teatro infantil: A cigarra e as formigas
Peça de teatro infantil: A cigarra e as formigasBibliotecaViatodos
 
Projeto envolvendo as borboletas - poema.doc
Projeto envolvendo as borboletas - poema.docProjeto envolvendo as borboletas - poema.doc
Projeto envolvendo as borboletas - poema.docCarolineWaitman
 
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande""Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"Ilda Bicacro
 
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...azulassessoria9
 
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfManuais Formação
 
livro para educação infantil conceitos sensorial
livro para educação infantil conceitos sensoriallivro para educação infantil conceitos sensorial
livro para educação infantil conceitos sensorialNeuroppIsnayaLciaMar
 
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptx
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptxAspectos históricos da educação dos surdos.pptx
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptxprofbrunogeo95
 
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdf
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdfApostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdf
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdflbgsouza
 
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf HitlerAlemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitlerhabiwo1978
 
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfo-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfCarolineNunes80
 
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdfLindinhaSilva1
 
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdfUFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdfManuais Formação
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.HandersonFabio
 

Último (20)

Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoNós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
 
Santa Gemma Galgani, Flor de Lucca, mística italiana 1887-1903 (Portugués).pptx
Santa Gemma Galgani, Flor de Lucca, mística italiana 1887-1903 (Portugués).pptxSanta Gemma Galgani, Flor de Lucca, mística italiana 1887-1903 (Portugués).pptx
Santa Gemma Galgani, Flor de Lucca, mística italiana 1887-1903 (Portugués).pptx
 
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxEBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
 
MARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHAS
MARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHASMARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHAS
MARCHA HUMANA. UM ESTUDO SOBRE AS MARCHAS
 
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã""Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
 
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
 
Peça de teatro infantil: A cigarra e as formigas
Peça de teatro infantil: A cigarra e as formigasPeça de teatro infantil: A cigarra e as formigas
Peça de teatro infantil: A cigarra e as formigas
 
Poema - Aedes Aegypt.
Poema - Aedes Aegypt.Poema - Aedes Aegypt.
Poema - Aedes Aegypt.
 
Projeto envolvendo as borboletas - poema.doc
Projeto envolvendo as borboletas - poema.docProjeto envolvendo as borboletas - poema.doc
Projeto envolvendo as borboletas - poema.doc
 
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande""Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
 
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
 
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
 
livro para educação infantil conceitos sensorial
livro para educação infantil conceitos sensoriallivro para educação infantil conceitos sensorial
livro para educação infantil conceitos sensorial
 
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptx
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptxAspectos históricos da educação dos surdos.pptx
Aspectos históricos da educação dos surdos.pptx
 
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdf
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdfApostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdf
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdf
 
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf HitlerAlemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
 
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfo-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
 
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
 
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdfUFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
 

A civilização industrial no séc XIX.ppt

  • 1.
  • 2. Questões orientadoras: 1-Que novas fontes de energia e inventos surgiram no séc. XIX? 2-Porque manteve a Inglaterra a prioridade? 3- Em que países se desenvolveu a indústria no século XIX? 4-Porque é que a revolução dos transportes foi importante?
  • 3.
  • 4.
  • 5. Nos finais do séc. XIX, a força do vapor começa a ser substituída por novas fontes de energia. A electricidade, produzida por geradores industriais em centrais termoeléctricas ou hidroeléctricas, torna-se uma importante fonte de energia. Thomas Edison revoluciona a vida das famílias e das cidades com a invenção da lâmpada eléctrica. Thomas Edison (1847 – 1931) Porque é que a lâmpada foi tão importante para a indústria? A eletricidade foi a primeira fonte de energia limpa. Permitiu que se intensificasse a actividade laboral, o trabalho noturno tornou-se possível, bem como o automatismo. As ruas ganharam iluminação, e eram agora percorridas por locomotivas elétricas e carros elétricos. A telegrafia elétrica transformou as comunicações sem fios, e a indústria de bens de conforto alterou-se. Em suma, melhorou as condições de vida e deu resposta a vários pedidos da indústria
  • 6. O petróleo e os seus derivados e a invenção do motor de explosão revolucionam os transportes, substituindo a máquina a vapor.
  • 7. A indústria química desenvolveu-se muito. Produziram-se tintas e corantes, medicamentos, detergentes, adubos químicos, explosivos,… Alfred Nobel 1833 - 1896
  • 8. O setor de ponta foi a indústria siderúrgica. Era necessário encontrar materiais metálicos resistentes para a construção de grandes máquinas e obras de engenharia.
  • 9. Grandes inovações tecnológicas, nomeadamente no campo das telecomunicações, alteraram o quotidiano. Samuel Morse 1791 - 1872 Telégrafo Letra Letra A .- N -. B -... O --- C -.-. P .--. D -.. Q --.- E . R .-. F ..-. S ... G --. T - H .... U ..- I .. V ...- J .--- W .-- K -.- X -..- L .-.. Y -.-- M -- Z --..
  • 11. 1834- Frigorífico (Perkins) As máquinas eram agora mais simples e mais facilmente transportadas para que se ajustassem a diferentes necessidades.
  • 12. Que países viram a sua produção industrial a crescer? Qual o país que mais de destaca?
  • 13.  Detinha, em 1870, um terço da capacidade industrial mundial  Manteve a superioridade técnica, por exemplo, na modernização dos transportes: locomotivas e barcos a vapor  Possuía o maior império colonial A Inglaterra era o principal centro de comércio mundial:  Importava matérias-primas das suas colónias  Exportava produtos manufaturados como têxteis, máquinas e outros produtos A produção industrial. Repartição do comércio mundial. Porque manteve a Inglaterra a prioridade? Pág. 174
  • 14. Com a 2ª revolução industrial , surgiram novas potências industriais. Com as quais se destacam : Alemanha: Estados Unidos: Japão:
  • 15. QUAIS AS NOVAS POTÊNCIAS INDUSTRIAIS A PARTIR DE 1870 (2ª Revolução Industrial )? Setores de produção Bélgica França Alemanha Japão Exploração mineira Têxtil, metalúrgico químico, papel Têxtil - algodão Siderurgia Exploração mineira Têxtil - seda, algodão Construção naval armamento EUA Siderurgia, Têxtil Material elétrico
  • 16. Ao longo do séc. XIX, assistiu-se a uma revolução dos transportes. George Stephenson 1781 - 1848
  • 17. …e o longe se fez perto…  Comboio  A Primeira locomotiva foi A “Rocket” que surgiu em 1830 com Stephenson e ligava Liverpool a Manchester -Velocidade de 20 km/ hora
  • 18. Antes da abertura la linha Manchester- Liverpool, a ligação entre as duas cidades era assegurada por 22 diligências regulares e 7 suplementares, que transportavam ao todo 688 pessoas por dia. Desde a sua inauguração, há 18 meses, o comboio transportou 700 mil pessoas, que corresponde a uma média de 1070 por dia. As mercadorias expedidas de Liverpool são recebidas no próprio dia em Manchester. Quando eram transportadas por canal demoravam 3 dias. Desde a inauguração , já começaram a ser exploradas novas minas de carvão e foram construídas várias fábricas ao longo da via férrea, criando assim , novos empregos. Aqueles que residem perto da linha consideram o comboio muito prático , porque podem deslocar-se para o seu trabalho , em Liverpool ou Manchester, mais rapidamente e a um preço mais baixo. Graças ao caminho de ferro, o valor das terras ao longo da linha aumentou bastante. Annual Register, 1832 Refere os efeitos para a economia europeia do crescimento das vias- férreas.
  • 19. Os grandes veleiros (clippers) foram substituídos por navios a vapor (steamers)
  • 20. Construíram-se grandes navios para o transporte de mercadorias e passageiros. O maior foi o Titanic, naufragado em 1912, na viagem inaugural.
  • 21. Abriram-se canais, como o do Suez (1869) que diminuíram em muito o tempo e o custo das viagens intercontinentais.
  • 22. O canal do Panamá, concluído em 1914, foi uma das maiores obras de engenharia alguma vez empreendidas.
  • 23.  O AUTOMÓVEL  Desenvolvimento das estradas; O primeiro automóvel surgiu em 1890 e possuía três velocidades.
  • 24. Porque é que a revolução dos transportes foi importante? -A agricultura encontrou novos mercados -Os centros urbanos passaram a ser abastecidos com regularidade; -Aumento da exploração de carvão, ferro e madeira para a indústria ferroviária; -Estimulou-se a industrialização -Expandiram-se as trocas comerciais, o que contribuiu para o domínio dos mercados nacional e mundial, -Aumento do consumo de massas, provocado pela redução das tarifas e dos custos dos transportes e pela baixa do preço dos produtos; -Criação da grande empresa industrial e construção do aparelho bancário moderno
  • 25. Questões orientadoras: 1-O que é o liberalismo económico? 2- Como funciona a lei da oferta e da procura? 3-Como se desenvolveu o capitalismo industrial e financeiro? Pág. 180
  • 26. O esforço natural de cada indivíduo para melhorar a sua condição constitui quando se exerce com liberdade e segurança, um princípio tão poderoso que é capaz, por si só de levar a sociedade à riqueza e à prosperidade. Qualquer homem desde que não viole as leis da justiça , tem direito a lutar pelos seus interesses como melhor entender e a entrar em concorrência , através da sua iniciativa e do seu capital, com os interesses de qualquer outro homem. Adam Smith, A riqueza das nações, 1776 1-Para Adam Smith , em que assenta a prosperidade de uma nação? Justifica com frases do texto.
  • 27. O Estado não intervém na economia A economia regula- - se pela lei da oferta e da procura Liberdade de produção e de consumo Comércio internacional livre («livre-cambismo») Livre concorrência (salários e preços «livres») O que é o liberalismo económico?
  • 28. Liberalismo económico Liberalismo económico A lei da oferta e da procura •Pouca oferta •Muita procura •Muita oferta •Pouca procura Descida de preços Subida de preços
  • 29. Pensam que não é preciso dinheiro para pôr em movimento uma casa como esta ? Ao lado do dono da empresa há o capitalista que entra com grandes somas de dinheiro. É o capital que alimenta permanentemente as fábricas com maquinaria mais aperfeiçoada. É o capital que chega até a sustentar os próprios operários! E se o capital representa uma força , não lhe caberá também receber uma parte dos lucros? Se não pagarem os lucros ao capital, os capitalistas não vos emprestarão dinheiro! Entrevista de H. Schenneider a J. Huret 1-Quem são os capitalistas de que fala o texto? 2-Para que é que os empresários das indústria precisam dos empréstimos bancários? 3- O que ganham os financeiros ao concederem empréstimos?
  • 30. Como se desenvolveu o capitalismo industrial e financeiro?  a constante necessidade de financiamento coloca as indústrias na dependência do capitalismo financeiro. - necessidade de crescimento - a livre concorrência - frequentes crises económicas capitalismo financeiro: tipo de economia capitalista em que o grande comércio e a grande indústria são comandados pelo poder dos bancos e de outras sociedades financeiras. - o desenvolvimento industrial vai levar ao crescimento dos meios financeiros criação de novos bancos aumento da actividade bolsista desenvolvimento da moeda fiduciária *

Notas do Editor

  1. Analisar a página 13 e destacar quais os inventos que contribuiram para o desenvolvimento industrial. Justificar.
  2. Qual o significado de capitalismo industrial?