Ser mulher.pptx

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Aula dada ao curso de Residência Médica em Saúde Da Família do município de Betim

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  1. 1. Ser mulher<br />Ricardo Alexandre de Souza, MD MSc<br />Programa de residência em Saúde da Família – Prefeitura Municipal de Betim<br />
  2. 2. Para iniciar<br />
  3. 3. A mulher na história<br />A terra<br />Os egípcios, os gregos (da deusa e o deus)<br />A concepção para os antigos (o papel do útero)<br />Os hebreus (e um deus e a serpente)<br />A mudança do nomadismo para o pastoreio e o belicismo<br />Os romanos<br />Gravitas (responsabilidade)<br />Pietas (obediência)<br />Simplicitas (racional)<br />
  4. 4. A mulher na história<br />A religião romana traz uma mudança dando mais importância aos Deuses (masculino) gerando o Pater familias<br />Pater familias (pátria)<br />
  5. 5. A mulher na história<br />Idade média e os “direitos da mulher” (posse da terra e direito sobre a família)<br />Idade industrial (não muito diferente da idade média, mas mais precário porque nessa época a mulher já ocupa alguns espaços)<br />
  6. 6. Tempos modernos<br />A ditadura da beleza<br />A ditadura da violência<br />A entrada da mulher no mercado de trabalho<br />A diferença da educação para as mulheres<br />O acesso das mulheres a leitura<br />A mulher na história<br />
  7. 7. Feminismo<br />Homem só serve pra três coisas. E duas delas já se consegue no caixa eletrônico.<br />Feminismo - é um movimento social, filosófico e político que tem como meta direitos equânimes (iguais) e uma vivência humana liberta de padrões opressores baseados em normas de gênero. Envolve diversos movimentos, teorias e filosofias advogando pela igualdade para homens e mulheres e a campanha pelos direitos das mulheres e seus interesses.<br />De acordo com Maggie Humm e Rebecca Walker, a história do feminismo pode ser dividida em três "ondas".<br />A primeira teria ocorrido no século XIX e início do século XX, <br />a segunda nas décadas de 1960 e 1970,<br />e a terceira teria ido da década de 1990 até a atualidade.<br />A teoria feminista surgiu destes movimentos femininos, e se manifesta em diversas disciplinas como a geografia feminista, a história feminista e a crítica literária feminista.<br />
  8. 8. Feminismo<br />As conquistas do feminismo:<br />O feminismo foi responsável por várias mudanças nas sociedades ocidentais como:<br />o direito ao voto (para as mulheres)<br />crescimento das oportunidades de trabalho para mulheres e salários mais próximos aos dos homens, muito longe ainda de oportunidades e promoções equiparadas<br />direito ao divórcio<br />controle sobre o próprio corpo em questões de saúde, inclusive quanto ao uso de preservativos e ao aborto.<br />
  9. 9. Ciclo de vida<br />O primeiro passo de uma boa educação sexual consiste na plena aceitação da condição sexual da criança.<br />A forma como o bebê é cuidado, o banho, a amamentação, a troca de carinho e de olhar estabelecem as primeiras sensações que servirão de base para edificar os vínculos amorosos e o despertar do desejo de aprendizado.<br />A descoberta do próprio corpo pelos órgãos dos sentidos ocorre durante o primeiro ano de vida. A criança olhando e brincando com as próprias mãos. As brincadeiras, os jogos sexuais e curiosidades são indispensáveis à formação do eu sexual.<br />
  10. 10. Ciclo de vida<br />No decorrer do segundo ano, as crianças se interessam em descobrir por onde saem as fezes e o xixi e assim descobrindo as sensações agradáveis do toque nos órgãos genitais.<br />Na fase dos quatro anos, surgem as brincadeiras onde as crianças podem ter um contato mais direto com a diferença dos sexos, como por exemplo, brincadeiras de casinha, de médico, etc. Neste tipo de brincadeira estão satisfazendo uma curiosidade infantil e não há erotização nesse contato. Assim sendo, os pais não devem repreender, mas desviar a curiosidade da criança para outros estímulos.<br />Com seis anos, as crianças passam a buscar as razões, os porquês por trás de um problema ou de um fato. Nesse momento, a curiosidade de saber como elas vieram ao mundo e a diferença entre meninos e meninas começam a ser despertadas. As perguntas surgem e a melhor maneira do adulto receber e responder a esses questionamentos é com clareza e simplicidade.<br />
  11. 11. Ciclo de vida<br />Com seis anos, as crianças passam a buscar as razões, os porquês por trás de um problema ou de um fato. Nesse momento, a curiosidade de saber como elas vieram ao mundo e a diferença entre meninos e meninas começam a ser despertadas. As perguntas surgem e a melhor maneira do adulto receber e responder a esses questionamentos é com clareza e simplicidade.<br />
  12. 12. Ciclo de vida - Etapas<br />Formação do casal<br />Família com filhos pequenos<br />Família com filhos pré-escolares<br />Família com filhos na escola<br />Família com filhos adolescentes<br />Família com filhos adultos<br />Família com casais de meia idade<br />Família Envelhecendo<br />
  13. 13. “A família não nasce do nada, para se formar, transforma em património comum o que é pertença de dois... com base na negociação e renegociação” <br />(Relvas,1996b, p.33<br />CV– Formação do Casal<br />
  14. 14. CV - ESTÁGIOS<br />TAREFAS A SEREM CUMPRIDAS<br />Estabelecer um relacionamento mutuamente satisfatório.<br />Definir limites!!<br />Aumentar a autonomia em relação à família de origem e desenvolver novas relações familiares.<br />Tomar decisões sobre filhos, educação e gravidez.<br />Desenvolver novas amizades. <br />Na formação sub-sistema conjugal é necessário:<br /><ul><li>Definição do modelo conjugal
  15. 15. Desenvolvimento de uma comunicação funcional
  16. 16. Clarificação das suas fronteiras</li></li></ul><li>TÓPICOS DE PREVENÇÃO<br />Momento de muita discussão e definição das partes do casal, portanto:<br />Estabelecer igualdades e limites para cada membro do casal<br />Discutir a importância da comunicação.<br />Fornecer informação sobre planejamento familiar.<br />Exame Preventivo / saúde do adulto<br />
  17. 17. A conjugalidade não pode ser anulada, nem mesmo ocultada, pela parentalidade; tem que ser com ela articulada. Mas também sabemos que a parentalidade é, a todos os títulos, um parceiro muito exigente.” <br />Alarcão (2000, p.131) <br />CV– Família com filhos pequenos<br />
  18. 18. O apoio dos avós - um apoio cheio depotencialidades e riscos<br />Papel dos pais está marcado pela posição de complementaridade: a autoridade parental deve assentar em limites e regras claramente definidos<br />Definir claramente qual o papel dos avós e limites.<br />Os avós podem cuidar dos filhos, mas não deveriam criá-los<br />CV– Família com filhos pequenos<br />
  19. 19. TÓPICOS DE PREVENÇÃO<br />Discutir o sentimento de “afastamento” dos pais perante o surgimento dos filhos<br />Discutir como fica o trabalho da mãe (volta, não volta, quando)<br />Planejamento familiar para a gestação vindoura:<br />Hemograma<br />Tipagem sanguínea e fator Rh<br />Glicemia de jejum<br />Urina<br />Fezes<br />Citomegalovírus<br />Rubéola<br />Toxoplasmose<br />Sífilis (VDRL)<br />Hepatite B<br />HIV<br />HPV (preventivo)<br />
  20. 20. Risco de perturbação da relação conjugal<br />Ocasião de consolidação da relação conjugal<br />Impossibilidade de dar atenção a duas pessoas simultaneamente, sendo natural ficarmos excluídos ou excluirmos um outro<br />CV - Nascimento do 1º filho:<br />
  21. 21. ESTÁGIOS<br />TÓPICOS DE PREVENÇÃO<br />Envolver o pai em principio de igualdade com a mulher com direitos e principalmente deveres com a criança e a mulher.<br />Discutir desenvolvimento infantil, papel de pais e relacionamento pais e filhose pais-pais.<br />Encorajar um tempo para o casal.<br />Discutir rivalidade entre irmãos<br />Educar em saúde a mulher e o pai para que criem o filho de forma homogênea. Educar a família e fortalecer o laço entre os dois.<br />Os cuidados na higiene da menina, na fralda, no manejo por estranhos, nos sinais de alerta.<br />
  22. 22. ESTÁGIOS<br />TAREFAS A SEREM CUMPRIDAS<br />Ajustar-se e encorajar o desenvolvimento da criança. Trabalhar sua sexualidade de forma serena, retirando de cena anseios ou medos<br />Estabelecer uma vida satisfatória a todos os membrosda família.<br />Reorganizar a unidade familiar de dois para três ou mais membros.<br />
  23. 23. Aparecimento do sub-sistema fraternal<br />Sub-sistema fraternal primeiro grupo de iguais que o ser humano conhece (Minuchin, 1979; citado por Relvas, 1996b)<br />“Contudo, as mudanças vividas nesse período apresentam particularidades com relação às alterações surgidas após o nascimento do bebê. Além disso, as interações e relações familiares durante a gestação podem desempenhar um papel fundamental na adaptação da família após o nascimento do segundo filho.” <br />(PEREIRA, Caroline Rubin Rossato and PICCININI, Cesar Augusto. O impacto da gestação do segundo filho na dinâmica familiar. Estud. psicol. (Campinas) [online]. 2007, vol.24, n.3 [cited 2011-10-13], pp. 385-395 . Available from: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-166X2007000300010&lng=en&nrm=iso>. ISSN 0103-166X. http://dx.doi.org/10.1590/S0103-166X2007000300010.)<br />CV - Nascimento do 2º filho:<br />
  24. 24. ESTÁGIOS<br />TÓPICOS DE PREVENÇÃO<br />Ensinar a menina:<br />quem é o outro igualdade e equidade<br />Ensinar à mãe: Aprender a ignorar<br />Aprender a repreender<br />Aprender a ser “justo”<br />Discutir rivalidade entre irmãos<br />
  25. 25. TAREFAS A SEREM CUMPRIDAS<br />Manter uma satisfação mútua no papel de parceiros, parentes e comunidade.<br />CV– Família com filhos pré-escolares<br />
  26. 26. TÓPICOS DE PREVENÇÃO<br />Encorajar um tempo para se cuidar, se gostar e se amar.<br />Priorizar a máscara de oxigênio<br />Encorajar um tempo para o casal.<br />Estimular o diálogo sobre educação dos filhos.<br />Fornecer informações sobre o desenvolvimento das crianças.<br />Dupla jornada da mãe. O trabalho é fundamental dos dois no casal? Como lidar com a inversão de papéis?<br />CV– Família com filhos pré-Escolares<br />
  27. 27. TAREFAS A SEREM CUMPRIDAS<br />Prover espaço adequado para a família que cresce.<br />Enfrentar os custos financeiros da vida familiar.<br />Assumir o papel maduro apropriado à família que cresce<br />Estabelecer um momento para o auto-cuidado<br />Estabelecer quem fica com a criança quando a mãe não pode (a que custo, como, e quando?)<br />CV– Família com filhos pré-Escolares<br />
  28. 28. “ Para a família, a entrada na escola primária constitui o primeiro grande teste ao cumprimento da sua função externa e, através dela, da sua função interna.”<br /> Alarcão (2000, p.152)<br />função externa - socialização, adaptação e integração dos elementos da família na cultura vigente <br />função interna - prestação de cuidados relativos às necessidades físicas e afectivas de cada um dos elementos da família<br />CV– Família com filhos na escola<br />
  29. 29. CV - ESTÁGIOS<br />TAREFAS A SEREM CUMPRIDAS<br />Mulher:<br />Facilitar a transição da casa para a escola dos filhos.<br />Saber administrar as crescentes demandas de tempo e dinheiro.<br />Manter uma relação de casal.<br />Manter os cuidados consigo<br />Menina:<br />Estimular o diálogo franco com os pais sobre os ocorridos na escola<br />Não forçar o comportamento menina de quarto rosa que só brinca com bonecas<br />
  30. 30. CV - ESTÁGIOS<br />TÓPICOS DE PREVENÇÃO<br />Fornecer informação sobre o desenvolvimento de crianças em idade escolar.<br />Monitorar o desempenho escolar e reforçar posições realísticas sobre expectativas de desempenho<br />
  31. 31. CV– Família com filhos na escola<br />Escola permite:<br />Aquisição de conhecimentos<br />Aquisição de novos modelos relacionais<br />Apropriação identidade própria<br />
  32. 32. Sugerir estratégias de manejo de tempo.<br />Encorajar discussões sobre sexualidade com as crianças.<br />TÓPICOS DE PREVENÇÃO<br />
  33. 33. CV– Família com filhos adolescentes<br />Etapa do ciclo vital em que a família alcança uma maior abertura face ao exterior, resultando: <br />Aumento das relações inter-sistémicas<br />Confronto com diferentes valores, normas e comportamentos<br />
  34. 34. CV– Família com filhos adolescentes<br />Escola permite :<br />Diversidade relacional <br />Aquisição de novos saberes<br />
  35. 35. ESTÁGIOS<br />TAREFAS A SEREM CUMPRIDAS<br />Equilibrar liberdade com responsabilidade à medida que os adolescentes vão adquirindo individualidade.<br />Estabelecer fundamentos para atividades dos pais após a saída dos filhos.<br />Trabalhar a adolescente para o processo de menstruar, ótimo momento para palestras nas escolas. Evitar o uso indiscriminado de ACO<br />
  36. 36. ESTÁGIOS<br /> TÓPICOS DE PREVENÇÃO<br />Estabelecer relação com o adolescente que reflita aumento de autonomia.<br />Fornecer informação aos pais sobre desenvolvimento de adolescentes.<br />Conversar com o adolescente sobre drogas e sexo.<br />Discutir com o adolescente o estabelecimento de relações ao longo da vida.<br />O desespero da camisinha<br />Segundo a Organização Mundial de Saúde, a adolescência  abrange a faixa entre 10 e 19 anos de idade, período da vida que liga a infância à vida adulta. Nesta fase, principalmente após os 15 anos (22%), pode ocorrer a primeira relação sexual, a qual, na maioria das vezes é desprotegida. Naquela faixa etária só 23% das adolescentes usaram algum método anticoncepcional naquele momento.<br />
  37. 37. ESTÁGIOS<br />Pode ser usada à partir de 6 meses da menarca ( primeira menstruação). Às vezes a pílula pode causar uma série de efeitos colaterais desagradáveis, tais como: dores de cabeça, dores nos seios, enjôos, perdas de sangue fora da época e aumento de peso. Isto vai depender da pílula e de cada organismo e deve ser avaliado pelo médico. Um pouco de paciência ajuda: a maioria dos sintomas desagradáveis desaparece com o tempo. A motivação também ajuda. O que é melhor, um pouco de dor de cabeça ou a dor de cabeça de uma gravidez não desejada?<br /> Em relação às contra-indicações, a adolescente se beneficia do seu fator idade e raramente apresenta alguma doença em que os riscos superem as vantagens do seu uso. Os riscos de complicações sérias também são baixos. De qualquer modo deve-se fazer sempre uma avaliação médica prévia ao seu uso seguidas de uma avaliação anual. <br /> Além de evitar a gravidez com uma grande eficácia, a pílula anticoncepcional pode trazer também os seguintes benefícios para a saúde da usuária:   <br />Diminuição do fluxo menstrual:  diminui os dias de incômodo e diminui a incidência de anemia<br />Controle do ciclo: o ciclo costuma ficar mais regular. A usuária pode também adiantar ou atrasar uma menstruação por motivos diversos ( viagens, casamento, competição esportiva, etc.)<br />Cólicas menstruais:  em grande parte das usuárias, esse incômodo, tão comum entre as adolescentes, melhora acentuadamente.<br />Infecções: a pílula protege contra alguns tipos de infecções das trompas. Somente nos EUA ocorrem menos 13  mil internações ao ano devido a essa proteção.<br />Câncer do endométrio: a usuária de pílula tem a metade do risco de ter este tipo de câncer<br />Câncer do ovário: também diminui em cerca de 40% a incidência deste tipo de câncer<br />Cistos ovarianos funcionantes: a incidência é diminuída em cerca de 90%<br />
  38. 38. CV – Família com filhos adolescentes<br />Componente de regulação do poder :<br /> Pais temem perdê-lo<br /> Filhos querem conquistá-lo<br />Poder dos pais - imposição dos limites ao exercício do poder dos adolescentes<br /> Poder do adolescente - possibilidade de experimentação de diversos papéis, afirmação de novas competências, detenção de uma clara posição negocial<br />
  39. 39. Receitas mágicas na negociação das regras familiares:<br />Não ter medo de perder o amor do outro<br />Saber ser flexível e coerente<br />Comunicar sobre as dificuldades e a relação, sobre as inseguranças de uns e outros, valorizar os aspectos positivos de cada um<br />Não depender de relações exclusivas<br />Procurar soluções criativas <br />Alarcão (2000) <br />
  40. 40. CV– Família com filhos adultos<br />“A dificuldade das relações pais/filhos nesta etapa situa-se, sobretudo, no difícil equilíbrio entre as aproximações e os afastamentos, as solicitações (directas ou indirectas) de apoio e conselhos e a recusa dos mesmos, o aconchego emocional e a necessidade de independência afectiva” <br />Alarcão (2000, p. 189) <br />
  41. 41. CV– Família com filhos adultos<br />TAREFAS A SEREM CUMPRIDAS<br />Prover conforto, saúde e bem estar enquanto casal.<br />Planejar o futuro financeiro.<br />Crescimento e significado do individuo e do casal.<br />Ser sogra:<br />Ser avó:<br />A importância da sabedoria<br />O uso da sabedoria em momentos corretos<br />Reconhecer o direito do outro em ser pai e errar<br />
  42. 42. TÓPICOS DE PREVENÇÃO<br />Encorajar o casal a fazer planos para aposentadoria: atividades de lazer, finanças, moradia.<br />Explorar o papel de avós.<br />Discutir sexualidade e os processos ligados ao envelhecimento<br />CV – Família com casais de meia idade<br />
  43. 43. TAREFAS A SEREM CUMPRIDAS<br />Tópicos de moradia e finanças.<br />Integridade do ego.<br />Saúde.<br />Ficar mais tempo juntos.<br />Enfrentando a vida sozinho.<br />CV - Famílias Envelhecendo<br />
  44. 44. TÓPICOS DE PREVENÇÃO<br />Discutir tópicos de saúde.<br />Revisar a vida como ferramenta para a saúde mental.<br />Encorajar interesses individuais e compartilhados.<br />Preparar para lidar com a perda do companheiro(a).<br />Osteoporose<br />Artroses e artrites<br />CV - Famílias Envelhecendo<br />
  45. 45. Tópicos de prevenção<br />
  46. 46.
  47. 47. Ricardo Alexandre de Souza<br />Modificado de<br />Ruth Borges Dias<br />2008<br />

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