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O aprendizado em sala de aula começa quando suscitamos "questões polêmicas" como aSexualidade: um risinho aqui, uma piadin...
•Sexo com toda certeza vai e sexualidade são temas cada vez maispresentes nas escolas, nos serviços de saúde, mídia e dent...
Sexualidade: Está diretamente ligada a atitude da pessoa nessarelação, o seu comportamento, desejos, fantasias… essas sãom...
Em geral, quando se ama alguém, sexo e sexualidade se completam e semisturam tão rápido, a ponto dos envolvidos na relação...
5* Há homens em Guam cujo emprego em tempo integral é viajar pelo país e deflorar virgens, que os pagampelo privilégio de ...
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Prova de Línuga Portuguesa Ensino Médio

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2ºc

  1. 1. Através desta pesquisa, abordar-se-á, fatos e acontecimentos ao longo do tempo a cerca do contextohistórico sobre a sexualidade, bem como o pensamento e os conceitos herdados historicamente nos diversosgrupos sociais.A diferenciação na forma de tratamento atribuído a mulher, bem como suas obrigações perante a sociedadepreconceituosa e o pensamento machista que a vê como objeto de prazer.Investiga os fundamentos e o contexto histórico do conceito moderno sobre a sexualidade, sua relação comas idéias de Freud e a contribuição de alguns antropólogos para compreender a sexualidade humana e asociedade.Discute sobre a prática médico-higienista como forma de proteger o indivíduo, sua saúde das relações nãoconsideradas normais e a repressão como princípios de controle e proibições.Analisa, também, os pressupostos epistemológicos e as diretrizes conceituais do pensamento de Foucault esuas contribuições teóricas nas reflexões acerca da sexualidade na escola.Contribui para a reflexão de maneira a estimular novas ações no processo de educação sexual presente nocotidiano escolar, bem como os paradigmas e suas vertentes pedagógicas, além dos direitos sexuais comodireitos humanos universais.Os conceitos e as diferentes formas de pensamento com relação ao homosexualismo como prática normal eanormal, pura ou impura.E se tratando de sexualidade, não se pode deixar de falar sobre as medidas de anticoncepção e as medidas deprevenção contra as DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis), e a propagação da AIDS O tema da sexualidade é uma reflexão atual e muito relevante, no entanto, em sala de aula, ainda éuma espécie de "tabu" e que remete muito mais o lado "reprodutivo", do "papel da procriação", dos métodosanticoncepcionais, do combate à natalidade, do que propriamente ao exercício de autoconhecimento, dorespeito ao outro e da "significação" do que vem a ser "sexo", "sexualidade", "prazer", "HIV", "hetero ouhomo", "orientação sexual" (conforme reza o PCN), assim como uma infinidade de conceitos que fazemparte do cenário do que conhecemos por "Sexualidade", de maneira ampla. Na escola, o que mais chama a atenção é justamente a "reprodução didática" que persiste numtradicionalismo curricular bastante obsoleto e que procura manter um "padrão" que trata a sociedade comoceleiro de combate a Doenças Sexualmente Transmissíveis sem discutir a relação de namoro em si("medidas preventivas"), que distribui preservativos sem necessariamente explicar que a sexualidade é umpasso de responsabilidade social que cabe a cada um de nós pensar a respeito, que adota dados estatísticosde queda da natalidade entre jovens como se apenas isso bastasse para conter outros agravos como aexclusão social, a fome, a ausência de médicos e de remédios em Unidades de Saúde para atender apopulação em busca de informações ou ainda como se os debates em torno da Sexualidade "nãoprecisassem" de discussões mais "modernas" como a bissexualidade, os casais de homossexuais masculinose femininos, a discriminação sexual, os que não usam preservativo porque não entendem o que realmente é ovírus da AIDS, os que não doam sangue por medo de "engrossar" o sangue ou de ficar "viciado" em doarsangue, enfim, vários aspectos de ausência de informação que estão no cotidiano e que, no entanto, não sãoanalisados nem tampouco colocados em questão. Não podemos generalizar e dizer que "todas" as escolastem esse perfil, mas muitos de nós mesmos não costumamos parar para pensar a respeito desses problemas...E são problemas de todos. De professores, alunos, alunas, diretores (as), corpo técnico. Tocando em miúdos:nós, sociedade brasileira!
  2. 2. O aprendizado em sala de aula começa quando suscitamos "questões polêmicas" como aSexualidade: um risinho aqui, uma piadinha preconceituosa ali, uma atitude discriminatória acolá, são todos"métodos" que devem "promulgar" discussões em sala de aula, que devem estar contextualizados com o dia-a-dia dos adolescentes, crianças, jovens, adultos e idosos que frequentam e que buscam informações naEscola, ainda referência de maiores possibilidades sociais, de "fuga" da desigualdade e da busca constantedo entendimento de direitos e deveres de tod@s, por assim dizer. Discutir a sexualidade é discutir a vida (direito fundamental do ser humano garantido por Lei). Édiscutir o preconceito sexual, a violência contra a orientação sexual "homo", a discriminação, a exclusão degrupos ditos "minoritários" (e que, na verdade, compostos por um sem número de pessoas) e, especialmente,é discutir o amor ao outro, o respeito, o ser tolerante (à La Freire) e, sobretudo, conviver em harmonia comtodos os grupos e sujeitos sociais que compõe a grande massa de cidadãos-trabalhadores que foramculturalmente "educados" sob a pecha do machismo, do behaviorismo e de nuances que, ao contrário decombater o ódio social contra o que a sociedade "intitula" de "diferente" ou "anormal", aprofunda ainda maisa reprodução do preconceito e da falta de informação que condiciona o "padrão" coercitivo que culminamnos fatos da discriminação social e da negligência intelectual e política e que na, verdade, precisam de uma"libertação social" que tanto buscamos e que, por vezes, nos acomodamos por motivos diversos. O exercício do conhecimento começa através da socialização do mesmo.Devemos por em prática o nosso aprendizado, as nossas teorias, monografias, textos, artigos e discutir, semmedo, todos os aspetos da Sexualidade e assim contribuir para a disseminação do respeito, do amor mútuo ecom a diminuição das violências na Escola e também dos espaços que estão fora de seus muros...Quem nunca ouviu falar a frase: a sexualidade não tem idade. Para alguns, essa afirmativa pode parecer estranha, mas é a mais pura verdade…Antes que você comecem a achar que eu não estou no meu juízo perfeito para fazer tal afirmação, é importante esclarecer uma questão básica: sexo e sexualidade não são sinônimos. Sexo está mais ligado ascaracterísticas biológicas e anatômicas que nos identificam como pertencentes ao sexo masculino e ao feminino. Também é muito usado para se referir ao ato sexual com penetração: “fazer sexo”. Mas a atitude dapessoa nessa relação, o seu comportamento, desejos, fantasias… essas são manifestações da sexualidade. Por aí, você já podem ter uma idéia da grandeza que é o universo da sexualidade : ela não está restritaao ato sexual. A sexualidade está presente e pode ser expressa através dos nossos gestos, pensamentos, pala vras, atos de afeto e carinho, a forma como nos relacionamos com o outro, a descoberta do corpo edo prazer que ele proporciona… isso sim é a sexualidade!Dentro dessa visão, fica mais fácil compreender o que eu dizia lá atrás: a sexualidade não tem idade. Sim, ela está presente em todas as fases da vida, desde a infância até a idade madura… nascemos emorremos como seres sexuais, capazes de viver e exercer nossa sexualidade ao longo de toda a existência!Assim como vivemos e sentimos as mudanças no nosso corpo e mente nas diferentes fases da vida - infância, adolescência, idade adulta e idade madura - com a sexualidade não poderia ser diferente. Em cadafase, ela se expressa de forma diferenciada. As crianças descobrem bem cedo que o toque nos genitais pode trazer uma sensação de prazer e isso faz parte do desenvolvimento de uma criança saudável, assimcomo engatinhar, falar e andar. Isso pode ser desconcertante para alguns pais e mães, mas é importante que nessa hora os pais expliquem que entendem que isso é bom, mas que deve ser feito na intimidade,ensinando a criança a ter noção de privacidade.Chega a adolescência e os hormônios entram em ebulição: é a fase das descobertas, da experimentação, onde tudo tem que ser para ontem! O corpo muda bastante, as idéias também e o interesse sexual começaa despertar. Nessa fase é muito importante o apoio das pessoas mais próximas e a orientação da família para ajudar o adolesce nte a desenvolver a noção de responsabilidade sobre os seus atos e sobre o seucorpo. Sexo é bom, mas tem seus riscos e não se pode ignorá-los!Chega a idade adulta e aumentam as responsabilidades…filhos, família, trabalho. Tanta coisa para conciliar com a vida sexual que às vezes parece que nem vai sobrar espaço para aquele momento a dois tãobom! Vocês nem imaginam o quanto é importante preservar esse espaço…A vida passa e chegamos na idade madura. Para muitas mulheres, a chegada da menopausa é igual a “morte sexual”. “Afinal, gente velha não transa”, é o que mais se ouve por ai. Verda de? Não mesmo! Há muitotempo, os vovôs deixaram o baralho de lado e as vovós as agulhas de crochê para ir em busca da felicidade e da sexualidade saudável. Gente, para o amor não há limites nem idade. A sexualidade faz parte danossa vida e só termina quando ela acaba!Apresentação:
  3. 3. •Sexo com toda certeza vai e sexualidade são temas cada vez maispresentes nas escolas, nos serviços de saúde, mídia e dentre os diversosgrupos sociais.Quando falamos de sexo ou sexualidade utilizamos essas palavras comose tivessem o mesmo significado, mas, talvez, já tenha chegado omomento de estabelecer a diferença entre estes termos.Sexo• Condição orgânica que distingue o macho da fêmea nos organismosheterogaméticos.• Sexo feminino e sexo masculino.• Conjunto dos órgãos sexuais masculinos ou femininos e, de modoespecial, os órgãos externos.Sexualidade• É um elemento básico da personalidade, um modo próprio de ser, dese manifestar, de se comunicar com os outros, de sentir, expressar eviver o amor humano.• A sexualidade humana é especificamente distinta da sexualidadeanimal. A sexualidade não se identifica com a genitalidade.• A sexualidade invade tudo: a psicologia, as relações humanas, nossapersonalidade, o modo de entender-se e de entender a realidade. Umareflexão sobre a sexualidade somente pode ser elaborada a partir deuma concepção integral da pessoa, perguntar pelo sexo é perguntarpelo homem. Toda atividade, toda conduta, todo sentimento e emoçãoestão impregnados pela sexualidade....em resumo...Sexo: Está mais ligado as características biológicas e anatômicas quenos identificam como pertencentes ao sexo masculino e ao feminino.Também é muito usado para se referir ao ato sexual com penetração:“fazer sexo”.
  4. 4. Sexualidade: Está diretamente ligada a atitude da pessoa nessarelação, o seu comportamento, desejos, fantasias… essas sãomanifestações da sexualidade. Por aí, você já podem ter uma idéia dagrandeza que é o universo da sexualidade: ela não está restrita ao atosexual. A sexualidade está presente e pode ser expressa através dosnossos gestos, pensamentos, palavras, atos de afeto e carinho, a formacomo nos relacionamos com o outro, a descoberta do corpo e do prazerque ele proporciona… isso sim é a sexualidade!
  5. 5. Em geral, quando se ama alguém, sexo e sexualidade se completam e semisturam tão rápido, a ponto dos envolvidos na relação, claro, não sepreocupam se estão no momento sexo ou no momento sexualidade.Apenas se amam.Caso você pergunte:_O que sexo e sexualidade tem com a questão doscabelos?Eu respondo:_Tudo a ver, pois com esses dois elementos tudo fica maisbrilhoso, sedoso, desleumbrante, a pele macia, o humor ótimo, enfimuma vida mais iluminada e feliz.By JBraccoPós-graduado - Filosofo - Pedagogo - Professor com curso em Sexualidade Humana/Instituto Kaplan e Johnson & Johnson.É o nosso novo Colunista RTBG|Sua vida mais completa!Envie suas dúvidas para nós através de email ou comentários abaixo.CURIOSIDADES SEXUAIS EM PAISES?1* No Líbano, os homens podem legalmente ter relações sexuais comanimais, mas têm que ser fêmeas. Relações sexuais com machos são puníveis com a morte.2* No Bahrain, um médico pode legalmente examinar a genitália feminina,mas é proibido de olhar diretamente para ela durante o exame. Elepode apenas olhar através de um espelho.3* Os muçulmanos não podem olhar os genitais de um cadáver. Isto também se aplica aos funcionários dafunerária... Os órgãos sexuais do defunto devem estar sempre cobertos por um tijolo ou por um pedaço demadeira.4*A penalidade para a masturbação na Indonésia é a decapitação.
  6. 6. 5* Há homens em Guam cujo emprego em tempo integral é viajar pelo país e deflorar virgens, que os pagampelo privilégio de ter sexo pela primeira vez. Razão: Pelas leis de Guam, é proibido virgens se casarem.6* Em Hong Kong, uma mulher traída pode legalmente matar seu marido adúltero, mas deve fazê-lo apenascom suas mãos. Em contrapartida, a mulher adúltera pode ser morta de qualquer outra maneira pelo marido!7* A lei autoriza vendedoras a ficarem de topless em Liverpool,Inglaterra,mas somente em lojas de peixestropicais.8* Em Cali, na Colômbia, uma mulher só pode ter relações com seu marido,quando na primeira vez que issoocorrer, sua mãe estiver próximo ao quarto para testemunhar o ato.9* Em Santa Cruz, na Bolívia, é ilegal um homem ter relações com uma mulher e a filha dela ao mesmotempo.10* Em Maryland preservativos podem ser vendidos em máquinas somente em lugares onde são vendidasbebidas alcoólicas para consumo no local.

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