SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 67
Baixar para ler offline
BasquetebolBasquetebol
O que é o Basquetebol?
É um deporto de equipa, jogado normalmente em pista coberta,
onde dois conjuntos de cinco jogadores cada um, procuram
marcar pontos (ou cestos) lançando uma bola, para os dois cestos
suspensos cada extremo do campo.
A equipa que fizer mais pontos, através lançamentos de campo
ou da zona de lances livres, ganha a partida.
HISTÓRIA
O Basquetebol nasceu de uma resposta à
necessidade de realizar uma actividade
desportiva durante o inverno no norte dos EUA.
Ao Professor da Universidade de Springfield,
Massachusetts, James Naismith, foi solicitada
a missão, em 1891, de inventar um jogo que se
pudesse jogar debaixo do tecto pois, os
invernos nessa zona, dificultavam a realização
de qualquer actividade ao ar livre….
HISTÓRIA
… James Naismith analisou as actividades
desportivas que se praticavam na época, cuja
característica predominante era a força ou o
contacto físico, e pensou em algo suficientemente
activo, que exigisse mais destreza que força e que não
tivesse muito contacto físico. Uma das ideias do
canadiano foi recordar um antigo jogo da sua infância
denominado "duck on a rock (pato sobre a rocha)", que
consistia em tentar alcançar um objecto colocado sobre
uma rocha atirando-lhe uma pedra. Mandou colocar
uns cestos de pêssegos nas varandas da galeria
superior que rodeavam o ginásio, a uma altura de
3,048 m (altura que se mantém na actualidade). A bola
usada foi uma de futebol.
O nome "basketball", basket (cesto) y ball (bola),
sugerido por um dos alunos de Naismith, foi popular
desde o seu início.
O objectivo de cada equipa é marcar pontos no cesto do
adversário e evitar que a outra equipa obtenha a posse da
bola ou faça pontos.
A equipa que tem a bola em seu poder chama-se
atacante.
A outra será a que defende (defesa).
Cada cesto convertido pode valer:
3 pontos, quando lançada atrás da linha de 6.25 m.
2 pontos, quando lançada dentro da linha de 6.25 m.
1 ponto, na conversão de cada lance livre – linha de
lance livre.
O OBJECTIVO do JOGO:
Basquetebol
ELEMENTOS DO JOGO
O jogo inicia-se com bola ao ar no círculo central, lançada
por um dos árbitros entre dois jogadores, um de cada equipa,
que tentam tocartocar a bola para um dos seus companheiros.
O tempo de jogo começa a ser contado a partir do momento
em que um dos jogadores que se encontram no círculo
central, tocar a bola.
A bola poderá ser passada, lançada, tocada, rolada ou driblada
em qualquer direcção.
Não poderá ser socada (jogada ao murro).
Um jogo terá quatro períodos de dez minutos cada um.
O COMEÇO DO JOGO
O CAMPO
Um campo de Basquetebol é um rectângulo de
superfície dura, que tem 15 m. de largura e 28 m.
de comprimento. O campo está dividido em duas
partes iguais separados por uma linha central
denominada de meio campo. O círculo central
mede 3,6 m diâmetro. Nas linhas de fundo
situam-se os cestos que estão a 3,05 m. de
altura e que se colocam a 1,20 m. dentro do
rectângulo de jogo. Paralela à linha de fundo
encontramos a linha de lançamento livre, que se
encontra a 5,80 m da linha de fundo e a 4,60 m do
cesto. A linha de três pontos encontra-se
situada a 6,25 m. (FIBA) e a 7,25 m. (NBA) de
distância do cesto. O círculo onde se encontra a
linha de lances livres tem um diâmetro de 1,80 m.
As linhas do campo medem 6 cm. de largura.
O CAMPO
A - Linha lateral
B – Linha de fundo ou final
C – Linha central ou de ½ campo
D – Círculo central
E – Linha de lançamento livre
F – Área restritiva ou garrafão
G – Linha de lançamento de 3 pontos (6,25 m.)
B
A
C
D
E
F
G
A BOLA
A bola de Basquetebol é esférica,
por forma a facilitar a pega dos
jogadores mesmo com as mãos
suadas. As boas de indoor
(pavilhão coberto) e de outdoor
(exterior) diferem no material pelo
qual estão revestida.
Utilizam-se boas de três deno-
minações diferentes correspon-
dentes a três tamanhos e pesos
diferentes segundo as categorias:
o número "7", utilizado para o
basquetebol masculino, o "6" para
basquetebol feminino e o "5" para
o mini-basket e infantis.
O CESTO
A tabela onde fixa o cesto tem 1.05m de
altura e 1.80m de largura, no interior da
tabela, na parte central inferior,
encontra-se um rectângulo de 0.59 m.
de largura e 0.45 m. de altura e
encontra-se a 0.15m. da parte inferior
da tabela.
No interior deste rectângulo, ao centro,
coloca-se o aro do cesto.
O aro do cesto deve ter um diâmetro de
45,7 cm, o rectângulo interior se utiliza
para calcular o lançamento, e que ao
bater com a bola se introduza no cesto.
O aro está situado a uma altura de
3,05 metros.
O JOGO
O jogo inicia-se quando
o árbitro lança a bola ao
no círculo central onde os
pivots de cada equipa saltam
e tentam passar a bola com
as mão para os seus
colegas de equipa.
A equipa que consegue a
posse da bola pode avançar
para o cesto defendido pela
equipa contrária para
encestar e conseguir dois ou
três pontos, dependendo da
distância desde a partir da
qual o jogador lance.
POSIÇÕES DE CAMPO
No jogo de Basquetebol,
utilizam-se as seguintes
posições para colocar os
jogadores:
 Base (1)
 Extremo (2)
 Extremo (3)
 Poste (4)
 Poste (5)
4 5
3
2
1
Poste Poste
Extremo Extremo
Base
Distribuição dos Jogadores
BASE - características
"Base:" Também clamado "playmaker" (Criador
de jogo, literalmente). Leva/ trans-porta a bola até
ao campo contrário e dirige o jogo de ataque da
sua equipa, mandando o sistema de jogo.
As suas características recomendáveis do “Base”
são: bom controle de bola, visão de jogo,
capacidade de administrar bons passes, boa
velocidade e um lançamento exterior certeiro. Nos
bases são tão apreciadas as assistências como os
pontos conseguidos, ainda que, um bom jogador
deva conseguir ambas coisas. Normalmente estes
jogadores não ultrapassam os dois metros de
altura.
ESCOLTA - características
"Escolta:“
Jogador normalmente mais baixo,
rápido e ágil que o resto dos
companheiros de equipa, excep-
tuando às vezes o Base.
Normalmente é o melhor
marcador da equipa, com um
bom lançamento incluindo o
lançamento de três pontos, um bom
domínio da bola e uma grande
capacidade de corte em direcção
ao cesto.
A altura destes jogadores oscila
entre 1'90 e os 2'03 m.
Extremo - características
“EXTREMO:" Tem geralmente
uma altura intermédia entre os
jogadores interiores e os
exteriores. O seu jogo está
equilibrado entre a força e o
lançamento.
É o jogador mais equilibrado
da equipa.
Na defensa, costuma ser o
jogador mais importante, pela
sua capacidade de combinar a
sua altura com a velocidade.
Também costuma concluir a
maioria dos contra-ataques.
POSTE - características
Poste: São os jogadores de
maior altura da equipa, e os
mais fortes do muscularmente.
Normalmente, o Poste deve usar
a sua altura e sua potencia
jogando próximo do cesto. Um
Poste que junte a força com a
agilidade é uma peça funda-
mental para a sua equipa.
GESTOS
TÉCNICOS
DRIBLE - Forma de progressão com a bola. Batimento da bola com uma das
mãos fazendo-a ressaltar no solo. Considera-se drible acabado assim que a
bola for tocada com as duas mãos ou sempre que repouse numa das mãos.
Neste caso o jogador não poderá voltar a driblar.
Só é permitido efectuar um drible. Portanto, não se pode driblar, controlar
a bola com uma, ou, com as duas mãos, e depois voltar a driblar. A partir do
momento em que se agarra a bola é preciso passar ou lançar ao cesto.
O DRIBLE
GESTOS
TÉCNICOS O DRIBLE DE PROGRESSÃO
•Bater a bola à altura da cintura e ligeiramente as lado;
•Impulsionar a bola para a frente pela flexão e extensão do membro superior;
•Contactar a bola com os dedos estendidos e afastados e não com a palma da mão;
•Envolver a bola pela flexão e extensão do pulso;
•Libertar o olhar da bola;
•Realizar um drible cruzado (à frente do corpo), mudando de mão com um batimento da bola mais baixo e tenso;
•Acompanhar o movimento com flexão dos membros
inferiores e inclinação do corpo no sentido da bola;
•Continuar o drible com a mão receptora,
•ajustando os apoios no sentido do deslocamento.
Utilizado fundamentalmente para avançar no terreno de jogo.
GESTOS
TÉCNICOS O DRIBLE DE PROTECÇÃO
Bater a bola mais baixa que no drible de protecção (à
altura do joelho);
Impulsionar a bola para a frente pela flexão e extensão
do membro superior;
Contactar a bola com os dedos estendidos e afastados e
não com a palma da mão;
Proteger a bola da intervenção do adversário com os
membros inferior e superior contrários à mão do
batimento (entre a bola e o defesa);
Libertar o olhar da bola.
Serve fundamentalmente para abrir linhas de passe e
garantir a posse de bola.
“O pé eixo….”
DRIBLE
PASSE - Outra forma de progressão com a bola.
Tipos de passe:
PEITO,
OMBRO,
PICADO
e
PASSE POR CIMA DA CABEÇA.
GESTOS
TÉCNICOS
O PASSE
GESTOS
TÉCNICOS
O PASSE de OMBRO
Segurar na bola por cima dos ombros com o
cotovelo elevado;
Enviar a bola através de uma extensão
enérgica do membro superior, que é
acompanhada de uma torção do tronco para
a frente e trabalho de pulso e dedos no final
do movimento;
Acompanhar o movimento com todo o corpo;
Trajectória da bola ligeiramente arqueada.
 Passe picado com as duas mãos
 A eficácia deste passe depende bastante da
distribuição dos adversários e companheiros no
terreno de jogo. Usa-se geralmente contra
jogadores muito altos e para distâncias curtas, só
excepcionalmente para distâncias médias.
 A mecânica do movimento basicamente é
semelhante ao passe de peito. A diferença é que
deves empurrar a bola para o solo, fazendo-a
ressaltar na direcção de um companheiro à altura
da sua cintura.
Gestos
Técnicos
Passe por cima da cabeça com as duas mãos
Este passe usa-se normalmente para distâncias curtas
ou médias. Sendo praticado principalmente pelos
jogadores mais altos
Levanta a bola acima da cabeça,
ligeiramente adiantada ao plano
da cara. Braços semi-flectidos
com os cotovelos a apontar para
a frente e os polegares das mãos
para trás.
Estende ligeiramente os
braços na direcção do
passe que pretendes
fazer e antes de chega-
rem à sua total extensão
faz um movimento curto
e vigoroso dos pul-sos
As palmas apon-
tam ligeiramente
para fora e para
baixo com os
dedos estendidos.
Todo o corpo deve
participar neste
movimento.
Gestos
Técnicos
GESTOS
TÉCNICOS
LANÇAMENTO - Gesto técnico
que permite alcançar o cesto.
O LANÇAMENTO
Tipos de lançamento:
PARADO,
NA PASSADA
e
EM SUSPENSÃO
GESTOS DOS ÁRBITROS
A
S
R
E
G
R
A
S
 Passos: Depois de ter driblado a bola e agarrado a mesma não
se pode dar mais de dois passos. O jogador pode dar, antes de
começar a driblar, um passo de saída, e depois iniciar o drible.
 Dribles: Um jogador não pode driblar a bola com as duas
mãos ao mesmo tempo. Se um jogador driblar e pára de o
fazer, deve passar ou lançar e nunca voltar a driblar.
 Campo atrás: A equipa atacante uma vez que tenha passado a
linha do meio campo com a bola não poderá retroceder ao seu
campo essa jugada.
 Pé: Não se pode bater/jogar a bola com o pé intencionalmente.
Esta atitude pressupõe a posse de bola - 24 segundos - de
posse para a equipa contraria.
Número do jogador
Número de lances livres concedidos
GESTOS DOS ÁRBITROS
Punho fechado = 10
Segurar
Empurrar
GESTOS DOS ÁRBITROS
Uso ilegal das mãos
Falta antidesportiva
GESTOS DOS ÁRBITROS
Drible ilegal ou 2º drible Caminhar / Passos
GESTOS DOS ÁRBITROS
Bola ao ar
GESTOS DOS ÁRBITROS
Paragem do cronómetro
INFRACÇÕES e PENALIDADES
É uma infracção às regras sem
contacto pessoal cuja penalidade
consiste na perda da bola.
Exemplo: Drible ilegal, passos (+
de 2 apoios), infracção à regra dos
3’’, 5’’, 8’’ e 24’’.
VIOLAÇÃO
Uma violação ocorre quando os jogadores infringem as regras do
basquetebol.
A violação resulta na posse de bola para a outra equipa.
Exp:
a) Quando um jogador dá mais de dois passos sem bater a bola ao
solo. A isto chama-se “passos”,
b) Quando o jogador para de driblar e volta a driblar novamente ou
balança a bola entre ambas as mãos, chama-se a isto “drible duplo”.
c) Quando o jogador gira a mão na vertical e sob a bola. A isto chama-
se “transporte”. A mão tem que estar sempre por cima da bola.
Infracções e Penalidades
VIOLAÇÃO
Um drible começa quando um jogador ganha o
controlo da bola no recinto de jogo, por lançamento,
ressalto, toca-a contra o piso e novamente antes de
tocar outro jogador.
Um drible termina quando o jogador toca a bola
com as duas mãos em simultâneo ou apoia a bola
com as mãos.
Um jogador não poderá tirar o pé de apoio do chão
para iniciar uma progressão sem antes executar um
drible – “pé eixo”.
DRIBLE
“O pé eixo….”
DRIBLE
Um jogador poderá tirar o pé de apoio
do chão para executar um passe ou
um lançamento, mas a bola deverá
deixar a sua mão antes que o pé
retorne ao solo.
O pé de apoio é determinado da
seguinte forma: Jogador recebe a bola
com um dos pés no chão: aquele pé é
o pé de apoio.
Um jogador que esteja a driblar ou
receba um passe durante uma
progressão (ou seja, correndo), pode
executar dois tempos -tempos rítmicos-
e, a seguir, lançar ou passar a bola; isso
não significa necessariamente dois
passos, pois o jogador pode, por
exemplo, executar dois saltos con-
secutivos; desde que mantenha o
mesmo ritmo.
INFRACÇÕES e PENALIDADES
FALTA - É uma infracção às regras em
que existe contacto pessoal com um
jogador da equipa contrária ou conduta
antidesportiva. Se um jogador acumular 5
faltas pessoais é obrigado a sair do campo.
Pode ser substituído.
ExemploExemplo: Obstruir, agarrar, empurrar,
rasteirar, impedir o avanço de um
jogador contrário utilizando os braços
estendidos, os ombros, os quadris.
REGRAS - PRINCIPAIS
REGRAS dos 3’’, 5’’, 8’’ e 24 segundos
3
segundos
Um jogador atacante não pode permanecer mais do que 3
segundos na área restritiva da equipa contrária.
Tempo máximo que um jogador tem para: passar, lançar ou
iniciar o drible. Se ultrapassar esse tempo, será penalizado
com perda da posse da bola. A bola será lançada atrás da
linha lateral mais próxima por um jogador da equipa contrária.
5 segundos
REGRAS - PRINCIPAIS
Sempre que uma equipa ganha a posse da bola no seu
meio campo (ZONA de DEFESA), tem 8 segundos
para passar a bola para além da linha de 1/2 campo
(ZONA de ATAQUE).
8 segundos
24 segundos
Após a recuperação da bola uma equipa tem 24 segundos
para tentar lançar ao cesto.
A
S
R
E
G
R
A
S
 Área Restritiva: Não se pode permanecer mais de 3
segundos na zona restritiva contrária.
 Lançamento de linha lateral ou de fundo: Não se
pode reter a bola mais de 5 segundos para a
lançar/colocar em jogo; caso contrário a posse de
bola pertencerá à equipa defensora.
 Tempo de posse de bola: O tempo limite de posse
de bola que cada equipa tem para lançar a bola ao
cesto (toque no aro ou entre no cesto) é de 24
seg.
REGRAS - PRINCIPAIS
LANÇAMENTO LIVRE
Executa-se quando há falta sobre um jogador que
está a tentar lançar ao cesto, ou, em outras situações
não tão frequentes.
Exemplo: Falta técnica e falta intencional.
REPOSIÇÃO DA BOLA APÓS
UM CESTO VÁLIDO
É colocada em jogo atrás da linha de fundo.
REGRAS - PRINCIPAIS
REPOSIÇÃO DA BOLA APÓS UMA VIOLAÇÃO
É colocada em jogo atrás da linha mais próxima
(linha de fundo ou lateral).
REPOSIÇÃO DA BOLA APÓS UMA FALTA
Pode ser colocada atrás da linha lateral, de
fundo ou atrás da linha de lançamento livre.
REGRAS - PRINCIPAIS
REPOSIÇÃO DA BOLA EM JOGO APÓS A SAÍDA PELA LINHA
LATERAL OU PELA LINHA DE FUNDO
 É reposta em jogo atrás da linha
por onde a bola saiu.
http://lucia-desporto.blogspot.com/2009/11/basquetebol-drible-de-proteccao.html
BIBLIOGRAFIA:

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados (20)

Andebol
AndebolAndebol
Andebol
 
Trabalho de volei
Trabalho de voleiTrabalho de volei
Trabalho de volei
 
Atletismo corrida de estafetas
Atletismo corrida de estafetasAtletismo corrida de estafetas
Atletismo corrida de estafetas
 
Voleibol documento de apoio
Voleibol documento de apoioVoleibol documento de apoio
Voleibol documento de apoio
 
Atletismo
AtletismoAtletismo
Atletismo
 
Voleibol
VoleibolVoleibol
Voleibol
 
Voleibol
Voleibol Voleibol
Voleibol
 
Badminton
BadmintonBadminton
Badminton
 
Andebol - Nível Elementar
Andebol  - Nível ElementarAndebol  - Nível Elementar
Andebol - Nível Elementar
 
Educação física futebol
Educação física   futebolEducação física   futebol
Educação física futebol
 
Futebol
FutebolFutebol
Futebol
 
Voleibol
VoleibolVoleibol
Voleibol
 
Corfebol
CorfebolCorfebol
Corfebol
 
Regras basquetebol
Regras basquetebolRegras basquetebol
Regras basquetebol
 
Trave - Esquemas de Ginástica de Aparelhos
Trave - Esquemas de Ginástica de AparelhosTrave - Esquemas de Ginástica de Aparelhos
Trave - Esquemas de Ginástica de Aparelhos
 
Futebol
FutebolFutebol
Futebol
 
Andebol
AndebolAndebol
Andebol
 
Voleibol trabalho
Voleibol trabalhoVoleibol trabalho
Voleibol trabalho
 
Ginástica de aparelhos
Ginástica de aparelhosGinástica de aparelhos
Ginástica de aparelhos
 
Andebol - tudo
Andebol - tudoAndebol - tudo
Andebol - tudo
 

Semelhante a O que é Basquetebol

Semelhante a O que é Basquetebol (20)

Basquetebol material de basquetebol (1)
Basquetebol   material de basquetebol (1)Basquetebol   material de basquetebol (1)
Basquetebol material de basquetebol (1)
 
Basquete 1
Basquete 1Basquete 1
Basquete 1
 
Basquetebol na escola
Basquetebol na escolaBasquetebol na escola
Basquetebol na escola
 
O Basquete
O BasqueteO Basquete
O Basquete
 
seminário sobre Voleibol
seminário sobre Voleibol seminário sobre Voleibol
seminário sobre Voleibol
 
Voleibol&futebol&atletismo 18 valores
Voleibol&futebol&atletismo 18 valoresVoleibol&futebol&atletismo 18 valores
Voleibol&futebol&atletismo 18 valores
 
Basquetebol
BasquetebolBasquetebol
Basquetebol
 
FUTSAL FUNDAMENTAS.ppt Educação Física24
FUTSAL FUNDAMENTAS.ppt Educação Física24FUTSAL FUNDAMENTAS.ppt Educação Física24
FUTSAL FUNDAMENTAS.ppt Educação Física24
 
Voleibol
VoleibolVoleibol
Voleibol
 
Basquete.pptx
Basquete.pptxBasquete.pptx
Basquete.pptx
 
Educação Física
Educação FísicaEducação Física
Educação Física
 
Handebol
Handebol Handebol
Handebol
 
Andebol2
Andebol2Andebol2
Andebol2
 
Regras do Basquete
Regras do BasqueteRegras do Basquete
Regras do Basquete
 
Andebol.ppt
Andebol.pptAndebol.ppt
Andebol.ppt
 
Handebol Escola Amélia Poletto Hepp
Handebol Escola Amélia Poletto HeppHandebol Escola Amélia Poletto Hepp
Handebol Escola Amélia Poletto Hepp
 
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, EtcA História, Fundamentos do Voleibol, Etc
A História, Fundamentos do Voleibol, Etc
 
3º ano prova bimestral 4º bim.
3º ano prova bimestral 4º bim.3º ano prova bimestral 4º bim.
3º ano prova bimestral 4º bim.
 
Olimpíadas
OlimpíadasOlimpíadas
Olimpíadas
 
Apostila de flagbol_5x5 apfa
Apostila de flagbol_5x5 apfaApostila de flagbol_5x5 apfa
Apostila de flagbol_5x5 apfa
 

Mais de Escola Secundaria Moura (17)

Rappel
RappelRappel
Rappel
 
Escalada esmoura
Escalada esmouraEscalada esmoura
Escalada esmoura
 
Caminhada beneficios
Caminhada beneficiosCaminhada beneficios
Caminhada beneficios
 
Badminton
Badminton Badminton
Badminton
 
Atletismo corrida de estafetas
Atletismo corrida de estafetasAtletismo corrida de estafetas
Atletismo corrida de estafetas
 
Atletismo saltos altura_comprimento
Atletismo saltos altura_comprimentoAtletismo saltos altura_comprimento
Atletismo saltos altura_comprimento
 
Atletismo classificacao corridas
Atletismo classificacao corridasAtletismo classificacao corridas
Atletismo classificacao corridas
 
Atletismo 110 m_barreiras
Atletismo 110 m_barreirasAtletismo 110 m_barreiras
Atletismo 110 m_barreiras
 
Aquecimento e a sua importancia
Aquecimento e a sua importanciaAquecimento e a sua importancia
Aquecimento e a sua importancia
 
Andebol b regras do jogo
Andebol b regras do jogoAndebol b regras do jogo
Andebol b regras do jogo
 
Andebol a 32_slides
Andebol a 32_slidesAndebol a 32_slides
Andebol a 32_slides
 
Atletismo saltos comprimento_altura_triplo
Atletismo saltos comprimento_altura_triploAtletismo saltos comprimento_altura_triplo
Atletismo saltos comprimento_altura_triplo
 
Principios de jogo
Principios de jogoPrincipios de jogo
Principios de jogo
 
Orientação es moura
Orientação es mouraOrientação es moura
Orientação es moura
 
Ginastica acrobatica [modo de compatibilidade]
Ginastica acrobatica [modo de compatibilidade]Ginastica acrobatica [modo de compatibilidade]
Ginastica acrobatica [modo de compatibilidade]
 
Caminhada beneficios
Caminhada beneficiosCaminhada beneficios
Caminhada beneficios
 
Escalada esmoura
Escalada esmouraEscalada esmoura
Escalada esmoura
 

Último

ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxDeyvidBriel
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdfCarlosRodrigues832670
 
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptxErivaldoLima15
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLinguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLaseVasconcelos1
 
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISPrática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISVitor Vieira Vasconcelos
 
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfCurrículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfIedaGoethe
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terraBiblioteca UCS
 
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?MrciaRocha48
 
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdfPLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdfProfGleide
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxJMTCS
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024GleyceMoreiraXWeslle
 
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfSlides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfpaulafernandes540558
 
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdfTIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdfmarialuciadasilva17
 
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxkarinasantiago54
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...LuizHenriquedeAlmeid6
 
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...Martin M Flynn
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxJMTCS
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptAlineSilvaPotuk
 

Último (20)

ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
 
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
 
(76- ESTUDO MATEUS) A ACLAMAÇÃO DO REI..
(76- ESTUDO MATEUS) A ACLAMAÇÃO DO REI..(76- ESTUDO MATEUS) A ACLAMAÇÃO DO REI..
(76- ESTUDO MATEUS) A ACLAMAÇÃO DO REI..
 
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLinguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
 
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISPrática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
 
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfCurrículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
 
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?
Empreendedorismo: O que é ser empreendedor?
 
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdfPLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
 
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfSlides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
 
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdfTIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
 
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
 
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
 

O que é Basquetebol

  • 2. O que é o Basquetebol? É um deporto de equipa, jogado normalmente em pista coberta, onde dois conjuntos de cinco jogadores cada um, procuram marcar pontos (ou cestos) lançando uma bola, para os dois cestos suspensos cada extremo do campo. A equipa que fizer mais pontos, através lançamentos de campo ou da zona de lances livres, ganha a partida.
  • 3. HISTÓRIA O Basquetebol nasceu de uma resposta à necessidade de realizar uma actividade desportiva durante o inverno no norte dos EUA. Ao Professor da Universidade de Springfield, Massachusetts, James Naismith, foi solicitada a missão, em 1891, de inventar um jogo que se pudesse jogar debaixo do tecto pois, os invernos nessa zona, dificultavam a realização de qualquer actividade ao ar livre….
  • 4. HISTÓRIA … James Naismith analisou as actividades desportivas que se praticavam na época, cuja característica predominante era a força ou o contacto físico, e pensou em algo suficientemente activo, que exigisse mais destreza que força e que não tivesse muito contacto físico. Uma das ideias do canadiano foi recordar um antigo jogo da sua infância denominado "duck on a rock (pato sobre a rocha)", que consistia em tentar alcançar um objecto colocado sobre uma rocha atirando-lhe uma pedra. Mandou colocar uns cestos de pêssegos nas varandas da galeria superior que rodeavam o ginásio, a uma altura de 3,048 m (altura que se mantém na actualidade). A bola usada foi uma de futebol. O nome "basketball", basket (cesto) y ball (bola), sugerido por um dos alunos de Naismith, foi popular desde o seu início.
  • 5.
  • 6. O objectivo de cada equipa é marcar pontos no cesto do adversário e evitar que a outra equipa obtenha a posse da bola ou faça pontos. A equipa que tem a bola em seu poder chama-se atacante. A outra será a que defende (defesa). Cada cesto convertido pode valer: 3 pontos, quando lançada atrás da linha de 6.25 m. 2 pontos, quando lançada dentro da linha de 6.25 m. 1 ponto, na conversão de cada lance livre – linha de lance livre. O OBJECTIVO do JOGO:
  • 7.
  • 10. O jogo inicia-se com bola ao ar no círculo central, lançada por um dos árbitros entre dois jogadores, um de cada equipa, que tentam tocartocar a bola para um dos seus companheiros. O tempo de jogo começa a ser contado a partir do momento em que um dos jogadores que se encontram no círculo central, tocar a bola. A bola poderá ser passada, lançada, tocada, rolada ou driblada em qualquer direcção. Não poderá ser socada (jogada ao murro). Um jogo terá quatro períodos de dez minutos cada um. O COMEÇO DO JOGO
  • 11.
  • 12.
  • 13. O CAMPO Um campo de Basquetebol é um rectângulo de superfície dura, que tem 15 m. de largura e 28 m. de comprimento. O campo está dividido em duas partes iguais separados por uma linha central denominada de meio campo. O círculo central mede 3,6 m diâmetro. Nas linhas de fundo situam-se os cestos que estão a 3,05 m. de altura e que se colocam a 1,20 m. dentro do rectângulo de jogo. Paralela à linha de fundo encontramos a linha de lançamento livre, que se encontra a 5,80 m da linha de fundo e a 4,60 m do cesto. A linha de três pontos encontra-se situada a 6,25 m. (FIBA) e a 7,25 m. (NBA) de distância do cesto. O círculo onde se encontra a linha de lances livres tem um diâmetro de 1,80 m. As linhas do campo medem 6 cm. de largura.
  • 14.
  • 15. O CAMPO A - Linha lateral B – Linha de fundo ou final C – Linha central ou de ½ campo D – Círculo central E – Linha de lançamento livre F – Área restritiva ou garrafão G – Linha de lançamento de 3 pontos (6,25 m.) B A C D E F G
  • 16.
  • 17. A BOLA A bola de Basquetebol é esférica, por forma a facilitar a pega dos jogadores mesmo com as mãos suadas. As boas de indoor (pavilhão coberto) e de outdoor (exterior) diferem no material pelo qual estão revestida. Utilizam-se boas de três deno- minações diferentes correspon- dentes a três tamanhos e pesos diferentes segundo as categorias: o número "7", utilizado para o basquetebol masculino, o "6" para basquetebol feminino e o "5" para o mini-basket e infantis.
  • 18.
  • 19. O CESTO A tabela onde fixa o cesto tem 1.05m de altura e 1.80m de largura, no interior da tabela, na parte central inferior, encontra-se um rectângulo de 0.59 m. de largura e 0.45 m. de altura e encontra-se a 0.15m. da parte inferior da tabela. No interior deste rectângulo, ao centro, coloca-se o aro do cesto. O aro do cesto deve ter um diâmetro de 45,7 cm, o rectângulo interior se utiliza para calcular o lançamento, e que ao bater com a bola se introduza no cesto. O aro está situado a uma altura de 3,05 metros.
  • 20.
  • 21. O JOGO O jogo inicia-se quando o árbitro lança a bola ao no círculo central onde os pivots de cada equipa saltam e tentam passar a bola com as mão para os seus colegas de equipa. A equipa que consegue a posse da bola pode avançar para o cesto defendido pela equipa contrária para encestar e conseguir dois ou três pontos, dependendo da distância desde a partir da qual o jogador lance.
  • 22.
  • 23. POSIÇÕES DE CAMPO No jogo de Basquetebol, utilizam-se as seguintes posições para colocar os jogadores:  Base (1)  Extremo (2)  Extremo (3)  Poste (4)  Poste (5) 4 5 3 2 1 Poste Poste Extremo Extremo Base Distribuição dos Jogadores
  • 24.
  • 25. BASE - características "Base:" Também clamado "playmaker" (Criador de jogo, literalmente). Leva/ trans-porta a bola até ao campo contrário e dirige o jogo de ataque da sua equipa, mandando o sistema de jogo. As suas características recomendáveis do “Base” são: bom controle de bola, visão de jogo, capacidade de administrar bons passes, boa velocidade e um lançamento exterior certeiro. Nos bases são tão apreciadas as assistências como os pontos conseguidos, ainda que, um bom jogador deva conseguir ambas coisas. Normalmente estes jogadores não ultrapassam os dois metros de altura.
  • 26.
  • 27. ESCOLTA - características "Escolta:“ Jogador normalmente mais baixo, rápido e ágil que o resto dos companheiros de equipa, excep- tuando às vezes o Base. Normalmente é o melhor marcador da equipa, com um bom lançamento incluindo o lançamento de três pontos, um bom domínio da bola e uma grande capacidade de corte em direcção ao cesto. A altura destes jogadores oscila entre 1'90 e os 2'03 m.
  • 28.
  • 29. Extremo - características “EXTREMO:" Tem geralmente uma altura intermédia entre os jogadores interiores e os exteriores. O seu jogo está equilibrado entre a força e o lançamento. É o jogador mais equilibrado da equipa. Na defensa, costuma ser o jogador mais importante, pela sua capacidade de combinar a sua altura com a velocidade. Também costuma concluir a maioria dos contra-ataques.
  • 30.
  • 31.
  • 32. POSTE - características Poste: São os jogadores de maior altura da equipa, e os mais fortes do muscularmente. Normalmente, o Poste deve usar a sua altura e sua potencia jogando próximo do cesto. Um Poste que junte a força com a agilidade é uma peça funda- mental para a sua equipa.
  • 33.
  • 34. GESTOS TÉCNICOS DRIBLE - Forma de progressão com a bola. Batimento da bola com uma das mãos fazendo-a ressaltar no solo. Considera-se drible acabado assim que a bola for tocada com as duas mãos ou sempre que repouse numa das mãos. Neste caso o jogador não poderá voltar a driblar. Só é permitido efectuar um drible. Portanto, não se pode driblar, controlar a bola com uma, ou, com as duas mãos, e depois voltar a driblar. A partir do momento em que se agarra a bola é preciso passar ou lançar ao cesto. O DRIBLE
  • 35. GESTOS TÉCNICOS O DRIBLE DE PROGRESSÃO •Bater a bola à altura da cintura e ligeiramente as lado; •Impulsionar a bola para a frente pela flexão e extensão do membro superior; •Contactar a bola com os dedos estendidos e afastados e não com a palma da mão; •Envolver a bola pela flexão e extensão do pulso; •Libertar o olhar da bola; •Realizar um drible cruzado (à frente do corpo), mudando de mão com um batimento da bola mais baixo e tenso; •Acompanhar o movimento com flexão dos membros inferiores e inclinação do corpo no sentido da bola; •Continuar o drible com a mão receptora, •ajustando os apoios no sentido do deslocamento. Utilizado fundamentalmente para avançar no terreno de jogo.
  • 36. GESTOS TÉCNICOS O DRIBLE DE PROTECÇÃO Bater a bola mais baixa que no drible de protecção (à altura do joelho); Impulsionar a bola para a frente pela flexão e extensão do membro superior; Contactar a bola com os dedos estendidos e afastados e não com a palma da mão; Proteger a bola da intervenção do adversário com os membros inferior e superior contrários à mão do batimento (entre a bola e o defesa); Libertar o olhar da bola. Serve fundamentalmente para abrir linhas de passe e garantir a posse de bola.
  • 38.
  • 39. PASSE - Outra forma de progressão com a bola. Tipos de passe: PEITO, OMBRO, PICADO e PASSE POR CIMA DA CABEÇA. GESTOS TÉCNICOS O PASSE
  • 40. GESTOS TÉCNICOS O PASSE de OMBRO Segurar na bola por cima dos ombros com o cotovelo elevado; Enviar a bola através de uma extensão enérgica do membro superior, que é acompanhada de uma torção do tronco para a frente e trabalho de pulso e dedos no final do movimento; Acompanhar o movimento com todo o corpo; Trajectória da bola ligeiramente arqueada.
  • 41.  Passe picado com as duas mãos  A eficácia deste passe depende bastante da distribuição dos adversários e companheiros no terreno de jogo. Usa-se geralmente contra jogadores muito altos e para distâncias curtas, só excepcionalmente para distâncias médias.  A mecânica do movimento basicamente é semelhante ao passe de peito. A diferença é que deves empurrar a bola para o solo, fazendo-a ressaltar na direcção de um companheiro à altura da sua cintura. Gestos Técnicos
  • 42. Passe por cima da cabeça com as duas mãos Este passe usa-se normalmente para distâncias curtas ou médias. Sendo praticado principalmente pelos jogadores mais altos Levanta a bola acima da cabeça, ligeiramente adiantada ao plano da cara. Braços semi-flectidos com os cotovelos a apontar para a frente e os polegares das mãos para trás. Estende ligeiramente os braços na direcção do passe que pretendes fazer e antes de chega- rem à sua total extensão faz um movimento curto e vigoroso dos pul-sos As palmas apon- tam ligeiramente para fora e para baixo com os dedos estendidos. Todo o corpo deve participar neste movimento. Gestos Técnicos
  • 43. GESTOS TÉCNICOS LANÇAMENTO - Gesto técnico que permite alcançar o cesto. O LANÇAMENTO Tipos de lançamento: PARADO, NA PASSADA e EM SUSPENSÃO
  • 45. A S R E G R A S  Passos: Depois de ter driblado a bola e agarrado a mesma não se pode dar mais de dois passos. O jogador pode dar, antes de começar a driblar, um passo de saída, e depois iniciar o drible.  Dribles: Um jogador não pode driblar a bola com as duas mãos ao mesmo tempo. Se um jogador driblar e pára de o fazer, deve passar ou lançar e nunca voltar a driblar.  Campo atrás: A equipa atacante uma vez que tenha passado a linha do meio campo com a bola não poderá retroceder ao seu campo essa jugada.  Pé: Não se pode bater/jogar a bola com o pé intencionalmente. Esta atitude pressupõe a posse de bola - 24 segundos - de posse para a equipa contraria.
  • 46. Número do jogador Número de lances livres concedidos GESTOS DOS ÁRBITROS Punho fechado = 10
  • 48. Uso ilegal das mãos Falta antidesportiva GESTOS DOS ÁRBITROS
  • 49. Drible ilegal ou 2º drible Caminhar / Passos GESTOS DOS ÁRBITROS
  • 50. Bola ao ar GESTOS DOS ÁRBITROS Paragem do cronómetro
  • 51.
  • 52.
  • 53. INFRACÇÕES e PENALIDADES É uma infracção às regras sem contacto pessoal cuja penalidade consiste na perda da bola. Exemplo: Drible ilegal, passos (+ de 2 apoios), infracção à regra dos 3’’, 5’’, 8’’ e 24’’. VIOLAÇÃO
  • 54. Uma violação ocorre quando os jogadores infringem as regras do basquetebol. A violação resulta na posse de bola para a outra equipa. Exp: a) Quando um jogador dá mais de dois passos sem bater a bola ao solo. A isto chama-se “passos”, b) Quando o jogador para de driblar e volta a driblar novamente ou balança a bola entre ambas as mãos, chama-se a isto “drible duplo”. c) Quando o jogador gira a mão na vertical e sob a bola. A isto chama- se “transporte”. A mão tem que estar sempre por cima da bola. Infracções e Penalidades VIOLAÇÃO
  • 55. Um drible começa quando um jogador ganha o controlo da bola no recinto de jogo, por lançamento, ressalto, toca-a contra o piso e novamente antes de tocar outro jogador. Um drible termina quando o jogador toca a bola com as duas mãos em simultâneo ou apoia a bola com as mãos. Um jogador não poderá tirar o pé de apoio do chão para iniciar uma progressão sem antes executar um drible – “pé eixo”. DRIBLE
  • 57. Um jogador poderá tirar o pé de apoio do chão para executar um passe ou um lançamento, mas a bola deverá deixar a sua mão antes que o pé retorne ao solo. O pé de apoio é determinado da seguinte forma: Jogador recebe a bola com um dos pés no chão: aquele pé é o pé de apoio.
  • 58. Um jogador que esteja a driblar ou receba um passe durante uma progressão (ou seja, correndo), pode executar dois tempos -tempos rítmicos- e, a seguir, lançar ou passar a bola; isso não significa necessariamente dois passos, pois o jogador pode, por exemplo, executar dois saltos con- secutivos; desde que mantenha o mesmo ritmo.
  • 59. INFRACÇÕES e PENALIDADES FALTA - É uma infracção às regras em que existe contacto pessoal com um jogador da equipa contrária ou conduta antidesportiva. Se um jogador acumular 5 faltas pessoais é obrigado a sair do campo. Pode ser substituído. ExemploExemplo: Obstruir, agarrar, empurrar, rasteirar, impedir o avanço de um jogador contrário utilizando os braços estendidos, os ombros, os quadris.
  • 60. REGRAS - PRINCIPAIS REGRAS dos 3’’, 5’’, 8’’ e 24 segundos 3 segundos Um jogador atacante não pode permanecer mais do que 3 segundos na área restritiva da equipa contrária. Tempo máximo que um jogador tem para: passar, lançar ou iniciar o drible. Se ultrapassar esse tempo, será penalizado com perda da posse da bola. A bola será lançada atrás da linha lateral mais próxima por um jogador da equipa contrária. 5 segundos
  • 61. REGRAS - PRINCIPAIS Sempre que uma equipa ganha a posse da bola no seu meio campo (ZONA de DEFESA), tem 8 segundos para passar a bola para além da linha de 1/2 campo (ZONA de ATAQUE). 8 segundos 24 segundos Após a recuperação da bola uma equipa tem 24 segundos para tentar lançar ao cesto.
  • 62. A S R E G R A S  Área Restritiva: Não se pode permanecer mais de 3 segundos na zona restritiva contrária.  Lançamento de linha lateral ou de fundo: Não se pode reter a bola mais de 5 segundos para a lançar/colocar em jogo; caso contrário a posse de bola pertencerá à equipa defensora.  Tempo de posse de bola: O tempo limite de posse de bola que cada equipa tem para lançar a bola ao cesto (toque no aro ou entre no cesto) é de 24 seg.
  • 63. REGRAS - PRINCIPAIS LANÇAMENTO LIVRE Executa-se quando há falta sobre um jogador que está a tentar lançar ao cesto, ou, em outras situações não tão frequentes. Exemplo: Falta técnica e falta intencional. REPOSIÇÃO DA BOLA APÓS UM CESTO VÁLIDO É colocada em jogo atrás da linha de fundo.
  • 64. REGRAS - PRINCIPAIS REPOSIÇÃO DA BOLA APÓS UMA VIOLAÇÃO É colocada em jogo atrás da linha mais próxima (linha de fundo ou lateral). REPOSIÇÃO DA BOLA APÓS UMA FALTA Pode ser colocada atrás da linha lateral, de fundo ou atrás da linha de lançamento livre.
  • 65. REGRAS - PRINCIPAIS REPOSIÇÃO DA BOLA EM JOGO APÓS A SAÍDA PELA LINHA LATERAL OU PELA LINHA DE FUNDO  É reposta em jogo atrás da linha por onde a bola saiu.
  • 66.