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Henri Wallon
Psicologia do Desenvolvimento e da Educação
Alan Lucas
Caroline Silva
Crisley Marques
Nara Jerusa
Prof.ª Dr.ª Carla Maria Nogueira de Carvalho
Henri Paul Hyacinthe Wallon
A psicogênese da pessoa completa
• Podemos afirmar que o ser humano é um ser essencialmente
emocional e que os aspectos da emoção são os que mais norteiam a
nossa vida. A emoção é o primeiro elo de comunicação do indivíduo
com o mundo externo, e dela deriva a afetividade.
• Sendo a afetividade considerada, hoje, uma das mais importantes
facetas da vida do ser humano, devemos compreendê-la e atribuir-lhe a
devida importância, especialmente em trabalho educativo a
desenvolver-se com crianças em uma fase delicada de desenvolvimento,
como a criança da Educação Infantil.
• Nesse sentido, podemos atribuir grande importância à teoria de Henri
Wallon, que considera o homem como um ser determinado física e
socialmente, sujeito tanto às disposições internas quanto às situações
exteriores.
• Para tanto, propõe a Psicogênese da Pessoa Completa, o estudo
integrado do desenvolvimento nos vários campos funcionais nos quais
se distribui a atividade infantil: afetivo, motor e cognitivo. Wallon
considera o sujeito como "geneticamente social" e estudou a criança
contextualizada, nas relações com o meio. Sua base epistemológica é o
materialismo dialético.
Elementos básicos para as ideias
de Wallon.
• AFETIVIDADE;
• EMOÇÃO;
• MOVIMENTO;
• FORMAÇÃO DO EU.
Afetividade e emoção
São consideradas como principais elementos do desenvolvimento
humano. As emoções têm papel fundamental no desenvolvimento da
pessoa. É por meio delas que o ser humano exterioriza seus desejos e
suas vontades. Em geral, são manifestações que expressam um universo
importante e perceptível, mas pouco estimulado pelos modelos
tradicionais de ensino. As transformações fisiológicas de uma criança (ou,
nas palavras de Wallon, no seu sistema neurovegetativo) revelam traços
importantes de caráter e personalidade. A emoção é altamente orgânica,
altera a respiração, os batimentos cardíacos e até o tônus muscular, tem
momentos de tensão e distensão que ajudam o ser humano a se
conhecer. A raiva, a alegria, o medo, a tristeza, a alegria e os sentimentos
mais profundos ganham função relevante na relação da criança com o
meio. A emoção causa impacto no outro e tende a se propagar no meio
social.
• Com o passar do tempo, o bebê estabelece correspondência entre
seus atos e os do ambiente, suas reações tornam-se intencionais.
• As emoções da organização dos espaços para se movimentarem. Deste
modo, a motricidade tem um caráter pedagógico tanto pela qualidade
do gesto e do movimento, quanto pela maneira com que ele é
representado. A escola ao insistir em manter a criança imobilizada acaba
por limitar o fluir de fatores necessários e importantes para o
desenvolvimento completo da pessoa.
Movimento
Dimensões do movimento
• A função do movimento
• Regulações Tônicas
• Variações Tônicas
• A função postural dá sustentação à atividade de reflexão mental
• Mentalidade Projetiva
• Disciplinas Mentais.
FORMAÇÃO DO EU
• A construção do eu depende essencialmente do outro. Com maior
ênfase a partir de quando a criança começa a vivenciar a "crise de
oposição", na qual a negação do outro funciona como uma espécie de
instrumento de descoberta de si própria. Isso acontece mais ou menos
em torno dos 3 anos, quando é a hora de saber que "eu" sou. Imitação,
manipulação(agredir ou se jogar no chão para alcançar o objetivo) e
sedução (fazer chantagem emocional com pais e professores) em
relação ao outro são características comuns nesta fase.
ESTÁGIOS PROPOSTOS PELA PSICOGENÉTICA WALLONIANA
ESTÁGIO IMPULSIVO-EMOCIONAL (0 – 1 ano)
• O principal foco é a emoção, instrumento privilegiado de interação
da criança com o meio. A predominância da afetividade orienta as
principais ações do bebê às pessoas, as quais intermediam sua
relação com o mundo físico. A afetividade é impulsiva, emocional,
que se nutre pelo olhar, pelo contato físico e se expressa em gestos,
mímica e posturas.
ESTÁGIO - SENSÓRIO-MOTOR ou PROJETIVO ( 1 a 3 anos)
• O interesse da criança se volta para a exploração sensório-motora do
mundo físico, ou seja, ela descobre o mundo dos objetos. Acontece
nesta fase a aquisição da marcha e da preensão, que dão à ela maior
autonomia na manipulação de objetos e na exploração dos espaços,
assim como o desenvolvimento da função simbólica e da linguagem. A
inteligência é pratica e simbólica. O termo projetivo refere-se ao fato da
ação do pensamento precisar dos gestos para se exteriorizar.
O ato mental "projeta-se" em atos motores. Para Wallon, o ato mental
se desenvolve a partir do ato motor.
ESTÁGIO PERSONALISMO (3 aos 6 anos)
• Wallon descreve como o que vem a ser o estágio do espelho, momento de
desenvolvimento infantil, a criança constrói uma imagem externa, um
esquema corporal de si.
A PERSONALIDADE DA CRIANÇA
— Durante o desenvolvimento da criança, sua personalidade própria se forma
e as transformações que a mesma sofre, muitas vezes desprezadas, têm, no
entanto, acentuado relevo e ritmo. Dos 3 aos 6 anos, a dedicação às pessoas
constitui uma necessidade irreprimível para a personalidade da criança. Se
disso for privada, será vítima de atrofias psíquicas de que o gosto de viver e as
vontades conservarão a tara, angustias que darão a marca de paixões penosas
ou perversas.
Nessa idade, diz o guru hindu NATARAJAN que a educação
deve ser amamentada com simpatia e o desmame começar
entre os 5 e os 6 anos e acabar por volta dos 7 anos. É o
momento em que, na França, a criança passa do jardim de
infância para a escola primária. Essa modificação
corresponde a uma etapa importante da sua vida psíquica.
ESTÁGIO CATEGORIAL (6 aos 11 anos)
PRÉ-CATEGORIAL (6 aos 9 anos)
• Pensamento sincrético
CATEGORIAL (9 aos 11 anos)
• Onde a criança classifica e ordena todas as coisas que vivencia. No
início desse estágio há a presença do sincretismo que é a principal
característica do pensamento infantil e relaciona-se ao estado de
fusão em que se encontra quando ainda não separou o eu do outro.
Há quatro características do pensamento sincrético que podem ser
observadas:
• Fabulação: inventar historia;
• Tautologia: repetição de palavra como recurso para definir
algo;
•Elisão: exclusão de elementos;
• Contradição: substituição de ideias contrárias;
PUBERDADE E ADOLESCÊNCIA
• O indivíduo constrói uma nova definição dos contornos de sua
personalidade, busca uma identidade autônoma, explorando a si
mesmo, diante de questionamentos e confrontos. É um estágio
altamente influenciado pelas mudanças do corpo e,
principalmente, por mudanças hormonais.
• Neste estágio o jovem nega a infância, sente-se perdido em
relação a si mesmo e a seu corpo, questiona os valores paternos e
busca fugir do domínio do mesmo. Há nesta etapa uma
necessidade de conquista, de renovação, de aventuras.
WALLON Vs. PIAGET
Referências Bibliográficas:
>BEAN, R. et al. Adolescentes Seguros: como aumentar a auto-estima dos jovens:
São Paulo: Gente, 1995.
>BEZERRA, Ricardo José Lima. Afetividade como condição para a aprendizagem:
Henri Wallon e o desenvolvimento cognitivo da criança a partir da emoção.
Revista Didática Sistêmica, v. 4, Julho a dezembro de 2006.
>BRIGS, D. C. A auto-estima do seu filho. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
>DANTAS, H. A infância da razão. São Paulo: Monole, 1992.a
> A afetividade e a construção do sujeito na psicogenética de Wallon.
In: LA TAILLE et al Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogênicas em discussão.
São Paulo: Summus, 1992.b
>DOURADO, I. C. P.; PRANDINI, R. C. A. R. Henri Wallon: psicologia e educação.
Augusto Guzzo Revista Acadêmica. São Paulo, p. 23-31.
>FERREIRA, Aurino Lima; ACIOLY-RÉGNIER, Nadja Maria. Contribuições de Henri
Wallon à relação cognição e afetividade na educação. Educar, Curitiba, n. 36, p.
21-38. Editora UFPR.
>GALVÃO, Isabel. Henri Wallon: uma concepção dialética do desenvolvimento
infantil. 22 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.
>GODOY, E. A. de. Educação, Afetividade e Moral. Revista de Educação e Ensino.
Brangaça Paulista, v.2 n.1 jan/jun, 1997.
>KALUPAHANA, D. Nagarjuna: the philosophy of the middle way. Albany: State
University of New York Press, 1986.
>MAHONEY, A. A; ALMEIDA, L. R. de. Afetividade e processo ensino-aprendizagem:
contribuições de Henri Wallon. Psicologia da educação, v.20, p.11-30, 2005. ISSN
1414-6975.
>MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da percepção. São Paulo: Martins Fontes,
1999.
___________. La prose du monde. Paris: Gallimard, 1969.

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HENRI WALLON

  • 1. { Henri Wallon Psicologia do Desenvolvimento e da Educação Alan Lucas Caroline Silva Crisley Marques Nara Jerusa Prof.ª Dr.ª Carla Maria Nogueira de Carvalho
  • 3. A psicogênese da pessoa completa • Podemos afirmar que o ser humano é um ser essencialmente emocional e que os aspectos da emoção são os que mais norteiam a nossa vida. A emoção é o primeiro elo de comunicação do indivíduo com o mundo externo, e dela deriva a afetividade.
  • 4. • Sendo a afetividade considerada, hoje, uma das mais importantes facetas da vida do ser humano, devemos compreendê-la e atribuir-lhe a devida importância, especialmente em trabalho educativo a desenvolver-se com crianças em uma fase delicada de desenvolvimento, como a criança da Educação Infantil.
  • 5. • Nesse sentido, podemos atribuir grande importância à teoria de Henri Wallon, que considera o homem como um ser determinado física e socialmente, sujeito tanto às disposições internas quanto às situações exteriores. • Para tanto, propõe a Psicogênese da Pessoa Completa, o estudo integrado do desenvolvimento nos vários campos funcionais nos quais se distribui a atividade infantil: afetivo, motor e cognitivo. Wallon considera o sujeito como "geneticamente social" e estudou a criança contextualizada, nas relações com o meio. Sua base epistemológica é o materialismo dialético.
  • 6. Elementos básicos para as ideias de Wallon. • AFETIVIDADE; • EMOÇÃO; • MOVIMENTO; • FORMAÇÃO DO EU.
  • 7. Afetividade e emoção São consideradas como principais elementos do desenvolvimento humano. As emoções têm papel fundamental no desenvolvimento da pessoa. É por meio delas que o ser humano exterioriza seus desejos e suas vontades. Em geral, são manifestações que expressam um universo importante e perceptível, mas pouco estimulado pelos modelos tradicionais de ensino. As transformações fisiológicas de uma criança (ou, nas palavras de Wallon, no seu sistema neurovegetativo) revelam traços importantes de caráter e personalidade. A emoção é altamente orgânica, altera a respiração, os batimentos cardíacos e até o tônus muscular, tem momentos de tensão e distensão que ajudam o ser humano a se conhecer. A raiva, a alegria, o medo, a tristeza, a alegria e os sentimentos mais profundos ganham função relevante na relação da criança com o meio. A emoção causa impacto no outro e tende a se propagar no meio social.
  • 8. • Com o passar do tempo, o bebê estabelece correspondência entre seus atos e os do ambiente, suas reações tornam-se intencionais.
  • 9. • As emoções da organização dos espaços para se movimentarem. Deste modo, a motricidade tem um caráter pedagógico tanto pela qualidade do gesto e do movimento, quanto pela maneira com que ele é representado. A escola ao insistir em manter a criança imobilizada acaba por limitar o fluir de fatores necessários e importantes para o desenvolvimento completo da pessoa. Movimento
  • 10. Dimensões do movimento • A função do movimento • Regulações Tônicas • Variações Tônicas • A função postural dá sustentação à atividade de reflexão mental • Mentalidade Projetiva • Disciplinas Mentais.
  • 11. FORMAÇÃO DO EU • A construção do eu depende essencialmente do outro. Com maior ênfase a partir de quando a criança começa a vivenciar a "crise de oposição", na qual a negação do outro funciona como uma espécie de instrumento de descoberta de si própria. Isso acontece mais ou menos em torno dos 3 anos, quando é a hora de saber que "eu" sou. Imitação, manipulação(agredir ou se jogar no chão para alcançar o objetivo) e sedução (fazer chantagem emocional com pais e professores) em relação ao outro são características comuns nesta fase.
  • 12. ESTÁGIOS PROPOSTOS PELA PSICOGENÉTICA WALLONIANA ESTÁGIO IMPULSIVO-EMOCIONAL (0 – 1 ano) • O principal foco é a emoção, instrumento privilegiado de interação da criança com o meio. A predominância da afetividade orienta as principais ações do bebê às pessoas, as quais intermediam sua relação com o mundo físico. A afetividade é impulsiva, emocional, que se nutre pelo olhar, pelo contato físico e se expressa em gestos, mímica e posturas.
  • 13. ESTÁGIO - SENSÓRIO-MOTOR ou PROJETIVO ( 1 a 3 anos) • O interesse da criança se volta para a exploração sensório-motora do mundo físico, ou seja, ela descobre o mundo dos objetos. Acontece nesta fase a aquisição da marcha e da preensão, que dão à ela maior autonomia na manipulação de objetos e na exploração dos espaços, assim como o desenvolvimento da função simbólica e da linguagem. A inteligência é pratica e simbólica. O termo projetivo refere-se ao fato da ação do pensamento precisar dos gestos para se exteriorizar. O ato mental "projeta-se" em atos motores. Para Wallon, o ato mental se desenvolve a partir do ato motor.
  • 14. ESTÁGIO PERSONALISMO (3 aos 6 anos) • Wallon descreve como o que vem a ser o estágio do espelho, momento de desenvolvimento infantil, a criança constrói uma imagem externa, um esquema corporal de si. A PERSONALIDADE DA CRIANÇA — Durante o desenvolvimento da criança, sua personalidade própria se forma e as transformações que a mesma sofre, muitas vezes desprezadas, têm, no entanto, acentuado relevo e ritmo. Dos 3 aos 6 anos, a dedicação às pessoas constitui uma necessidade irreprimível para a personalidade da criança. Se disso for privada, será vítima de atrofias psíquicas de que o gosto de viver e as vontades conservarão a tara, angustias que darão a marca de paixões penosas ou perversas.
  • 15. Nessa idade, diz o guru hindu NATARAJAN que a educação deve ser amamentada com simpatia e o desmame começar entre os 5 e os 6 anos e acabar por volta dos 7 anos. É o momento em que, na França, a criança passa do jardim de infância para a escola primária. Essa modificação corresponde a uma etapa importante da sua vida psíquica.
  • 16. ESTÁGIO CATEGORIAL (6 aos 11 anos) PRÉ-CATEGORIAL (6 aos 9 anos) • Pensamento sincrético CATEGORIAL (9 aos 11 anos) • Onde a criança classifica e ordena todas as coisas que vivencia. No início desse estágio há a presença do sincretismo que é a principal característica do pensamento infantil e relaciona-se ao estado de fusão em que se encontra quando ainda não separou o eu do outro. Há quatro características do pensamento sincrético que podem ser observadas: • Fabulação: inventar historia; • Tautologia: repetição de palavra como recurso para definir algo; •Elisão: exclusão de elementos; • Contradição: substituição de ideias contrárias;
  • 17. PUBERDADE E ADOLESCÊNCIA • O indivíduo constrói uma nova definição dos contornos de sua personalidade, busca uma identidade autônoma, explorando a si mesmo, diante de questionamentos e confrontos. É um estágio altamente influenciado pelas mudanças do corpo e, principalmente, por mudanças hormonais. • Neste estágio o jovem nega a infância, sente-se perdido em relação a si mesmo e a seu corpo, questiona os valores paternos e busca fugir do domínio do mesmo. Há nesta etapa uma necessidade de conquista, de renovação, de aventuras.
  • 19. Referências Bibliográficas: >BEAN, R. et al. Adolescentes Seguros: como aumentar a auto-estima dos jovens: São Paulo: Gente, 1995. >BEZERRA, Ricardo José Lima. Afetividade como condição para a aprendizagem: Henri Wallon e o desenvolvimento cognitivo da criança a partir da emoção. Revista Didática Sistêmica, v. 4, Julho a dezembro de 2006. >BRIGS, D. C. A auto-estima do seu filho. São Paulo: Martins Fontes, 2000. >DANTAS, H. A infância da razão. São Paulo: Monole, 1992.a > A afetividade e a construção do sujeito na psicogenética de Wallon. In: LA TAILLE et al Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogênicas em discussão. São Paulo: Summus, 1992.b >DOURADO, I. C. P.; PRANDINI, R. C. A. R. Henri Wallon: psicologia e educação. Augusto Guzzo Revista Acadêmica. São Paulo, p. 23-31. >FERREIRA, Aurino Lima; ACIOLY-RÉGNIER, Nadja Maria. Contribuições de Henri Wallon à relação cognição e afetividade na educação. Educar, Curitiba, n. 36, p. 21-38. Editora UFPR. >GALVÃO, Isabel. Henri Wallon: uma concepção dialética do desenvolvimento infantil. 22 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013. >GODOY, E. A. de. Educação, Afetividade e Moral. Revista de Educação e Ensino. Brangaça Paulista, v.2 n.1 jan/jun, 1997. >KALUPAHANA, D. Nagarjuna: the philosophy of the middle way. Albany: State University of New York Press, 1986. >MAHONEY, A. A; ALMEIDA, L. R. de. Afetividade e processo ensino-aprendizagem: contribuições de Henri Wallon. Psicologia da educação, v.20, p.11-30, 2005. ISSN 1414-6975. >MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da percepção. São Paulo: Martins Fontes, 1999. ___________. La prose du monde. Paris: Gallimard, 1969.