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Aprendizagem 
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Curso sobre o DSM-5. Aula sobre os Transtornos do Neurodesenvolvimento, TDAH, Transtorno do Déficit da Atenção e Hiperatividade, Transtorno do Espectro Autista e outros. Por Felipe de Souza - www.psicologiamsn.com

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Curso Dsm-5 –Transtornos do Neurodesenvolvimento

  1. 1. Por Felipe de Souza – www.psicologiamsn.com
  2. 2. DSM-IV DSM-5 Retardo mental Deficiência Intelectual (Transtorno do desenvolvimento intelectual) - Avaliação não pelo QI mas pela adaptação Transtorno Fonológico e Tartamudez Transtorno de Linguagem e Transtorno da Fluência. Inclusão do Transtorno da Comunicação Social Autismo, Asperger, Transtorno desintegrativo da Infância, Transtorno de Rett o e o Transtorno Global do desenvolvimento, sem outra especificação Transtorno do Espectro Autista: 1) Déficit na interação social; 2) Padrões repetidos e repetitivos
  3. 3. DSM-IV DSM-5 TDAH - Os subtipos foram substituídos por especificadores. -Comorbidade com o Transtorno do Espectro Autista agora é permitido - Diminuição de 6 para 5 sintomas para o diagnóstico Transtorno da Leitura, Transtorno da Matemática, Transtorno da Expressão da Escrita e Transtorno da Aprendizagem sem outra especificação Transtorno Específico da Aprendizagem. Os tipos anteriores são especificadores separados. Atentar para Dislexia e Discalculia.
  4. 4. No DSM-5 – RetardoMental = Deficiência Intelectual Deficiência intelectual (transtorno do desenvolvimento intelectual) é um transtorno com início no período de desenvolvimento que inclui déficits funcionais, tanto intelectuais quanto adaptativos, nos domínios conceitual, social e prático.
  5. 5. Critérios Diagnósticos para Transtorno de Linguagem no DSM-5 Critério A – Dificuldades persistentes na aquisição e no uso da linguagem em suas diversas modalidades (i.e., falada, escrita, linguagem de sinais ou outra) devido a déficits na compreensão ou na produção, inclusive: 1) Vocabulário reduzido (conhecimento e uso de palavras) 2) Estrutura limitada de frases (capacidade de unir palavras e terminações de palavras de modo a formar frases, com base nas regras gramaticais e morfológicas). 3) Prejuízos no discurso (capacidade de usar vocabulário e unir frases para explicar ou descrever um tópico ou uma série de eventos, ou ter uma conversa.
  6. 6. Critérios Diagnósticos para Transtorno de Linguagem no DSM-5 Critério B – As capacidades linguisticas estão, de forma substancial e quantificável, abaixo do esperado para a idade, resultando em limitações funcionais na comunicação efetiva, na participação social, no sucesso acadêmico ou no desempenho profissional, individualmente ou em qualquer combinação Critério C – O início dos sintomas ocorre precocemente no período do desenvolvimento Critério D – As dificuldades não são atribuíveis a deficiência auditiva ou outro prejuízo sensorial, a disfunção motora ou a outra condição médica ou neurológica, não sendo mais bem explicadas por deficiência intelectual (transtorno do desenvolvimento intelectual) ou por atraso global do desenvolvimento.
  7. 7. Critérios Diagnósticos para Transtorno da Fluência com Início na Infância (Guagueira) no DSM-5 Critério A – Perturbações na fluência normal e no padrão temporal da fala inapropriadas para a idade e para as habilidades linguisticas do indivíduo persistentes e caracterizadas por ocorrências frequentes e marcantes de um (ou mais) entre os seguintes: 1) Repetições de som e sílabas; 2) Prolongamentos sonoros das consoantes e das vogais 3) Palavras interrompidas (p. ex, pausas em uma palavra) 4) Bloqueio audível ou silencioso (pausas preenchidas ou não preenchidas na fala) 5) Circunlocuções (substituições de palavras para evitar palavras problemáticas). 6) Palavras produzidas com excesso de tensão física 7) Repetições de palavras monossilábicas (p. ex, “Eu-eu-eu-eu-vejo”).
  8. 8. Critérios Diagnósticos para Transtorno da Fluência com Início na Infância (Guagueira) no DSM-5 Critério C – O início dos sintomas ocorre precocemente no período do desenvolvimento (Nota: casos de início tardio são diagnosticados como Transtorno de Fluência com início na idade adulta). Critério D – A perturbação não é passível de ser atribuída a um déficit motor da fala ou sensorial, a disfluência associada a lesão neurológica (p. ex, acidente vascular cerebral, tumor, trauma) ou a outra condição médica, não sendo mais bem explicada por outro transtorno mental.
  9. 9. Critérios Diagnósticos para Transtorno da Comunicação Social (Pragmática) no DSM-5 Critério A – Dificuldades persistentes no uso social da comunicação verbal e não verbal como manifestado por todos os elementos a seguir: 1) Déficits no uso da comunicação com fins sociais, como em saudações e compartilhamento de informações, de forma adequada ao contexto social; 2) Prejuízo da capacidade de adaptar a comunicação para se adequar ao contexto ou às necessidades do ouvinte, tal como falar de forma diferente em uma sala de aula do quem em uma pracinha, falar de uma forma diferente a uma criança do que a um adulto e evitar o uso de linguagem excessivamente formal
  10. 10. Critérios Diagnósticos para Transtorno da Comunicação Social (Pragmática) no DSM-5 Critério A – Dificuldades persistentes no uso social da comunicação verbal e não verbal como manifestado por todos os elementos a seguir: 3) Dificuldades de seguir regras para conversar e contar histórias, tais como aguardar a vez, reconstituir o que foi dito quando não entendido e saber como usar sinais verbais e não verbais para regular a interação. 4) Dificuldades para compreender o que não é dito de forma explícita, p. ex, fazer interferências e sentidos não literais ou ambíguos da linguagem (p. ex, expressões idiomáticas, humor, metáforas, múltiplos significados que dependem do contexto para interpretação)
  11. 11. Critérios Diagnósticos para Transtorno da Comunicação Social (Pragmática) no DSM-5 Critério B – Os déficits resultam em limitações funcionais na comunicação efetiva, na participação social, nas relações sociais, no sucesso acadêmico ou no desempenho profissional, individualmente ou em combinação Critério C – O início dos sintomas ocorre precocemente no período inicial do desenvolvimento (embora os déficits possam não se tornam plenamente manifestos até que as demandas da comunicação social excedam as capacidades limitadas). Critério D –Os sintomas não são atribuíveis a outra condição médica ou neurológica ou a baixas capacidades nos domínios da estrutura da palavra e da gramática, não sendo mais bem explicado por transtornos do espectro autista, deficiência intelectual, atraso global do desenvolvimento ou outro transtorno mental.
  12. 12. Critérios Diagnósticos para Transtorno do Espectro Autista: Critério A – Déficits persistentes na comunicação social e na interação social em múltiplos contextos, conforme manifestado pelo que segue, atualmente ou por história prévia (os exemplos são apenas ilustrativos, e não exaustivos, ver o texto): 1) Déficits na reciprocidade socioemocional, variando, por exemplo, de abordagem social anormal e dificuldade para estabelecer uma conversa normal a compartilhamento reduzido de interesses, emoções ou afeto, a dificuldade para iniciar ou responder a interações sociais 2) Déficits nos comportamentos comunicativos não verbais usados para interação social, variando, por exemplo, de comunicação verbal e não verbal pouco integrada a anormalidade no contato visual e linguagem corporal ou déficits na compreensão e uso de gestos, a ausência total de expressões faciais e comunicação não verbal
  13. 13. Critérios Diagnósticos para Transtorno do Espectro Autista: Critério A – Déficits persistentes na comunicação social e na interação social em múltiplos contextos, conforme manifestado pelo que segue, atualmente ou por história prévia (os exemplos são apenas ilustrativos, e não exaustivos, ver o texto): 3) Déficits para desenvolver, manter e compreender relacionamentos, variando, por exemplo, de dificuldades em ajustar o comportamento para se adequar a contextos sociais diversos a dificuldades em compartilhar brincadeiras imaginativas ou em fazer amigos, a ausência de interesses por pares. Especificar a gravidade atual: A gravidade baseia-se em prejuízos na comunicação social e em padrões de comportamento restritos e repetitivos
  14. 14. Critérios Diagnósticos para Transtorno do Espectro Autista: Critério B – Padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades, conforme manifestado por pelo menos dois dos seguintes, atualmente ou por história prévia (os exemplos são apenas ilustrativos, e não exaustivos, ver o texto): 1) Movimentos motores, uso de objetos ou fala estereotipados ou repetitivos (p. ex, estereotipias motoras simples, alinhar brinquedos ou girar objetos, ecolalia, frases idiossincráticas). 2) Insistências nas mesmas coisas, adesão, inflexível a rotinas ou padrões ritualizados de comportamento verbal ou não verbal (p. ex, sofrimento extremo em relação a pequenas mudanças, dificuldades com transições, padrões rígidos de pensamento, rituais de saudação, necessidade de fazer o mesmo caminho ou ingerir os mesmos alimentos diariamente).
  15. 15. Critérios Diagnósticos para Transtorno do Espectro Autista: Critério B 3) Interesses fixos e altamente restritos que são anormais em intensidade ou foco (p. ex, forte apego a ou preocupação com objetos incomuns, interesses excessivamente circunscritos ou perseverativos) 4) Hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais ou interesse incomum por aspectos sensoriais do ambiente (p. ex, indiferença aparente a dor/temperatura, reação contrária a sons ou texturas específicas, cheirar ou tocar objetos de forma excessiva, fascinação visual por luzes ou movimento). Especificar a gravidade atual: A gravidade atual baseia-se em prejuízos na comunicação social e em padrões restritos ou repetitivos de comportamento.
  16. 16. Critérios Diagnósticos para Transtorno do Espectro Autista: Critério C – Os sintomas devem estar presentes precocemente no período de desenvolvimento (mas podem não se tornar plenamente manifestos até que as demandas sociais excedam as capacidades limitadas ou podem ser mascaradas por estratégias aprendidas mais tarde na vida). Critério D – Os sintomas causam prejuízo clinicamente significativo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo no presente Critério E – Essas perturbações não são mais bem explicadas por deficiência intelectual (transtorno do desenvolvimento intelectual) ou por atraso global do desenvolvimento.
  17. 17. Critérios Diagnósticos para Transtorno do Espectro Autista: Critério E – Deficiência intelectual ou transtorno do espectro autista costumam ser comórbidos; para fazer o diagnóstico de comorbidade de transtorno do espectro autista e deficiência intelectual, a comunicação social deve estar abaixo do esperado para o nível geral do desenvolvimento. Nota: Indivíduos com um diagnóstico do DSM-IV bem estabelecido de transtorno autista, transtorno de Asperger ou transtorno global do desenvolvimento sem outra especificação devem receber o diagnóstico de transtorno do espectro autista. Indivíduos com déficits acentuados na comunicação social, cujos sintomas, porém, não atendam, de outra forma, critérios do transtorno do espectro autista devem ser avaliados em relação a transtorno da comunicação social (pragmática).
  18. 18. Critérios Diagnósticos para Transtorno do Déficit de Atenção / Hiperatividade Critério A – Um padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade-impulsividade que interfere no funcionamento e no desenvolvimento, conforme caracterizado por (1) e/ou (2) 1) Desatenção: Seis (ou mais) dos seguintes sintomas persistem por pelo menos seis meses em um grau que é inconsistente com o nível do desenvolvimento e têm impacto negativo diretamente nas atividades sociais e acadêmicas/profissionais: Nota: Os sintomas não são apenas uma manifestação de comportamento opositor, desafio, hostilidade ou dificuldade para compreender tarefas ou instruções. Para adolescentes mais velhos e adultos (17 anos ou mais), pelo menos cinco sintomas são necessários:
  19. 19. Critérios Diagnósticos para Transtorno do Déficit de Atenção / Hiperatividade a) Frequentemente não presta atenção em detalhes ou comete erros por descuido em tarefas escolares, no trabalho ou durante outras atividades (p. ex, negligencia ou deixa passar detalhes, o trabalho é impreciso). b) Frequentemente tem dificuldade de manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas (p. ex, dificuldade de manter o foco durante aulas, conversas ou leituras prolongadas). c) Frequentemente parece não escutar quando alguém lhe dirige a palavra diretamente (p. ex, parece estar com a cabeça longe, mesmo na ausência de qualquer distração óbvia). d) Frequentemente não segue instruções até o fim e não consegue e não consegue terminar trabalhos escolares, tarefas ou deveres no local de trabalho (p. ex, começa as tarefas, mas rapidamente perde o foco e facilmente perde o rumo).
  20. 20. Critérios Diagnósticos para Transtorno do Déficit de Atenção / Hiperatividade e) Frequentemente tem dificuldade para organizar tarefas e atividades (p. ex, dificuldade em gerenciar tarefas sequenciais; dificuldade em manter materiais e objetos pessoais em ordem; trabalho desorganizado e desleixado; mau gerenciamento do tempo; dificuldade em cumprir prazos). f ) Frequentemente evita, não gosta ou reluta em se envolver em tarefas que exijam esforço mental prolongado (p. ex, trabalhos escolares ou lições de casa; para adolescentes mais velhos e adultos, preparo de relatórios, preenchimento de formulários, revisão de trabalhos longos). g) Frequentemente perde coisas necessárias para tarefas ou atividades (p. ex, materiais escolares, lápis, livros, instrumentos, carteiras, chaves, documentos, óculos, celular).
  21. 21. Critérios Diagnósticos para Transtorno do Déficit de Atenção / Hiperatividade 2) Hiperatividade e Impulsividade: Seis ou mais dos seguintes sintomas persistem por pelo menos seis meses em algum grau que é inconsistente com o nível de desenvolvimento e têm impacto negativo diretamente nas atividades sociais e acadêmicas/profissionais. Nota: Os sintomas não são apenas uma manifestação de comportamento opositor, desafio, hostilidade ou dificuldade para compreender tarefas ou instruções. Para adolescentes mais velhos e adultos (17 anos ou mais), pelo menos cinco sintomas são necessários: a) Frequentemente remexe ou batuca as mãos ou os pés ou se contorce na cadeira; b) Frequentemente levanta da cadeira em situações em que se espera que permaneça sentado (p. ex, sai do seu lugar em sala de aula, no escritório ou em outro lugar de trabalho ou em outras situações que exijam que se permaneça em um mesmo lugar).
  22. 22. Critérios Diagnósticos para Transtorno do Déficit de Atenção / Hiperatividade c) Frequentemente corre ou sobe nas coisas em situações em que isso é inapropriado. Nota: Em adolescentes ou adultos, pode se limitar a sensações de inquietude). d) Com frequência é incapaz de brincar ou se envolver em atividades de lazer calmamente e) Com frequência “não para”, agindo como se estivesse “com o motor ligado” (p. ex, não consegue ou se sente desconfortável em ficar parado por muito tempo, como em restaurantes, reuniões, outros podem ver o indivíduo como inquieto ou difícil de acompanhar. f ) Frequentemente fala demais.
  23. 23. Critérios Diagnósticos para Transtorno do Déficit de Atenção / Hiperatividade g) Frequentemente deixa escapar uma resposta antes que a pergunta tenha sido concluída (p. ex, termina frases dos outros, não consegue aguardar a vez de falar). h) Frequentemente tem dificuldade para esperar a sua vez (p. ex, aguardar em uma fila) i) Frequentemente interrompe ou se intromete (p. ex, mete-se nas conversas, jogos ou atividades; pode começar a usar as coisas de outras pessoas sem pedir ou receber permissão; para adolescentes ou adultos, pode intrometer-se em ou assumir o controle sobre o que os outros estão fazendo.
  24. 24. Critérios Diagnósticos para Transtorno do Déficit de Atenção / Hiperatividade Critério B – Vários sintomas de desatenção ou hiperatividade-impulsividade estavam presentes antes dos 12 anos de idade Critério C - Vários sintomas de desatenção ou hiperatividade-impulsividade estão presentes em dois ou mais ambientes (p. ex, em casa, na escola, no trabalho; co amigos ou parentes; em outras atividades). Critério D – Há evidências claras de que os sintomas interferem no funcionamento social, acadêmico ou profissional ou de que reduzem a sua qualidade.
  25. 25. Critérios Diagnósticos para Transtorno do Déficit de Atenção / Hiperatividade Critério E – Os sintomas não ocorrem durante o curso de esquizofrenia ou outro transtorno psicótico e não são mais bem explicados por outro transtorno mental (p. ex, transtorno do humor, transtorno de ansiedade, transtorno dissociativo, transtorno da personalidade, intoxicação ou abuso de substâncias). Determinar o subtipo: Apresentação combinada: se tanto o Critério A1 (desatenção) quanto o critério A2 (hiperatividade-impulsividade) são preenchidos nos últimos 6 meses Apresentação predominantemente desatenta Apresentação predominantemente hiperativa-impulsiva
  26. 26. Critérios Diagnósticos para Transtorno Específico da Aprendizagem Critérios Diagnósticos Critério A – Dificuldades na aprendizagem e no uso de habilidades acadêmicas, conforme indicado pela presença de ao menos um dos sintomas a seguir que tenha persistido por pelo menos 6 meses, apesar da provisão de intervenções dirigidas a essas dificuldades: 1) Leitura de palavras de forma imprecisa ou lenta e com esforço (p. ex, lê palavras isoladas em voz alta, de forma incorreta ou lenta e hesitante, frequentemente advinha palavras, tem dificuldades de soletrá-las); 2) Dificuldades para compreender o sentido do que é lido (p. ex, pode ler o texto com precisão mas não compreende a sequência, as relações, as inferências ou os sentidos mais profundos do que é lido).
  27. 27. Critérios Diagnósticos para Transtorno Específico da Aprendizagem Critérios Diagnósticos 3) Dificuldades para ortografar (ou escrever ortograficamente) (p. ex, pode adicionar, omitir ou substituir as consoantes e vogais). 4) Dificuldades com a expressão escrita (p. ex comete múltiplos erros de gramática ou pontuação nas frase; emprega organização inadequada de parágrafos; expressão escrita das ideias sem clareza). 5) Dificuldades para dominar o senso numérico, fatos numéricos ou cálculo (p. ex, entende números, sua magnitude relações de forma insatisfatória, conta com os dedos para adicionar números de um dígito em vez de lembrar o fato aritmético, como fazem os colegas, perde-se no meio de cálculos aritméticos e pode trocar as operações).
  28. 28. Critérios Diagnósticos para Transtorno Específico da Aprendizagem Critérios Diagnósticos 6) Dificuldades no raciocínio (p. ex, tem grave dificuldade em aplicar conceitos, fatos ou operações matemáticas para solucionar problemas quantitativos). Critério B – As habilidades acadêmicas afetadas estão substancial e quantitativamente abaixo do esperado para a idade cronológica do indivíduo, causando interferência significativa no desempenho acadêmico ou profissional ou nas atividades cotidianas, confirmada por meio de medidas de desempenho padronizadas e por avaliação clínica abrangente.
  29. 29. Critérios Diagnósticos para Transtorno Específico da Aprendizagem Critérios Diagnósticos Critério C – As dificuldades de aprendizagem iniciam-se durante os anos escolares, mas podem não se manifestar completamente até que as exigências pelas habilidades acadêmicas afetadas excedam as capacidades limitadas do indivíduo. Critério D – As dificuldades de aprendizagem não podem ser explicadas por deficiências intelectuais, acuidade visual ou auditiva não corrigida, outros transtornos mentais ou neurológicos, adversidade psicossocial, falta de proficiência na língua de instrução acadêmica ou instrução educacional inadequada.
  30. 30. Critérios Diagnósticos para Transtorno Específico da Aprendizagem Critérios Diagnósticos Especificar se: Com prejuízo na leitura (Dislexia) Com prejuízo na expressão1 escrita Com prejuízo na matemática (Discalculia)

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