Cultivo de tomate de mesa
Tomateiro (Solanum lycopersicun)
Centro de origem: América do Sul
Centro de domesticação: México
Valor nutricional
31Fruto de tomate
103Catchup
158-170Pasta de tomate
74-194Purê de tomate
Licopeno
ug/g
ProdutoLicopeno (C40H56)
Doa elétrons para os
radicais livres
Protetor sobre a
carcinogênese
TomateTomate
• Tipos varietais de tomate em cultivo
– Tomate para processamento industrial
– Tomate para consumo in natura
Tomate
• Plantas de crescimento indeterminado
• ( tomate de mesa): haste termina com uma
gema vegetativa
• Plantas de crescimento determinado (tomate
industrial): a haste termina com uma gema
reprodutiva
Tomate para processamento industrialTomate para processamento industrial
• Principais características das cultivares:
– Porte determinado
– Maturação concentrada
– Capacidade de “armazenamento” dos frutos na planta.
Tomate estaqueado
Tomate semi-estaqueado
Principais regiões produtoras
Produção de tomate no Brasil
82,61.276.92115.462Centro Oeste
63,73.931.20561.726Total
55,5518.0969.341Sul
67,71.561.88723.074Sudeste
42,9567.33513.265Nordeste
12,26.966584Norte
Rendimento
médio t/ha
Produção (t)Área (ha)Região
IBGE, 2009 (safra 2008)
Produção de tomate na região
sudeste
68,6769.60011.210São Paulo
76,7208.1852714Rio de Janeiro
68,3120.5311.766Espírito Santo
62,8463.5717.384Minas Gerais
Rendimento
médio t/ha
Produção (t)Área (ha)Sudeste
IBGE, 2009 (safra 2008)
Principais países produtores
2936.773México
3847.800Espanha
3931.205Brasil
4204039Egito
5.976.912Itália
10.260.600Índia
10.985.400Turquia
12.575.900USA
33.811.702China
Produção anual (2008)País
FAO, 2008
Consumo
16,64Brasil
52,54Espanha
6,85Índia
13,16México
93,44Egito
85,51Turquia
68,88Itália
35,63USA
20,46China
Consumo
(kg/habitante/ano)
País
FAO, 2008
Produção de tomate no Brasil
Principais regiões produtoras
• Verão: colheita novembro a abril
• Itapeva – SP
• Venda Nova do imigrante – ES
• Nova Friburgo – RJ
• Chapada Diamantina – BA
• Caçador - SC
• Inverno: colheita abril a novembro
• Sumaré – SP
• Mogi Guaçú - SP
• Araguari – MG
• São José de Ubá – RJ
• Paty de Alferes - RJ
Principais regiões produtoras
29Itapira
549,6Itapeva
1214,5Ribeirão Branco
EDR Mogi Mirim
184,8Mogi Guaçu
45,6Mogi Mirim
541,7Guapiara
772,2Apiaí
EDR Itapeva
287,3Sumaré
209,4Monte Mor
152,5Indaiatuba
238,4Elias Fausto
EDR Campinas
Área total (ha)Escritório de Desenvolvimento Rural
(EDR)
CATI, 2006
Custo de produção
• 1 hectare de tomate: R$ 56.000,00
• 1 hectare de soja: RS 2000,00
• Ou seja se produz 28 ha de soja para 1 ha de
tomate
Custo de produção do tomate de mesa
Campinas
Custo de uma planta = R$ 4,50Custo de uma planta = R$ 4,50
Três plantas = 1 cx. 25 kg = R$ 13,50Três plantas = 1 cx. 25 kg = R$ 13,50
1 ha = 12000 plantas = R$ 56.000,001 ha = 12000 plantas = R$ 56.000,00
Rendimento para cobrir custos: 4000Rendimento para cobrir custos: 4000 cxscxs/ha/ha
(100 t/ha) ou 333(100 t/ha) ou 333 cxscxs/1000 plantas/1000 plantas
PrePreçço mo míínimo para pagar o custo de produnimo para pagar o custo de produçção:ão:
RS 13,50RS 13,50
Safra 2010
• Aumento de 10% na área plantada
• Araguari (MG): aumento de 45% na área
plantada.
• R$ 10,18/cx (julho a setembro)
• Produtores paulistas
• R$ 17,51/cx (abril a outubro): boa qualidade
do tomate e exportação para a Argentina.
CEPEA, 2010
Principais problemas do setor
• Desorganização do segmento (ausência de
associações representativas da classe de
produtores de tomate)
• Alta inadimplência
• Mão-de-obra não qualificada
• Flutuação de preços
Tendências do setor
• Presença de classificadores eletrônicos
• Maior valor agregado do produto:
Diversificação de cultivares
• Redução da presença dos intermediários
• Rastreabilidade do produto
Tomate de mesaTomate de mesa
Sistemas de condução
• Rasteira (desvio de matéria-prima industrial
para mercado)
• Tutorado
• Semi-estaqueado
Grupos
Tipo Santa Cruz
Versão Dr. Hiroshi Nagai
Cruzamento das variedades
Rei Humberto e Redondo
Japonês (Suzano, SP)
Débora Plus, Débora Max,
Kombat e Avalon
Tipo salada
Caqui e tipo salada longa
vida
Híbridos longa vida
• Alelos mutantes que controlam os processos
de maturação: rin, nor, Nr e alc
• Introdução no Brasil: 1994: Híbrido Carmen
• Alambra, Carmen, Raísa, Dominador,
Paron, Forty.
Tipo italiano (Saladete)
Netuno, Saturno
Tipo saladete
Tipo saladinha
Saladinha, Saladinha Plus
Frutos redondo achatado,
de 100 a 200 g
Tipo cereja
Sweet Grape
Implantação da cultura
- Mercado
- Condição climática
- Características genéticas da variedade
1. ESCOLHA DO GRUPO E DA VARIEDADE
Grupo Salada
• Tomate tipo longa vida
• Alambra (Clause)
• Carmen
• Dominador (tolerante a geminivirus)
• Ivety (tolerante a geminivirus)
• Platinum
• Ikram (cluster)
SISTEMAS DE CONDUÇÃO
Sistemas de conduSistemas de conduççãoão
• Tutorado
• Semi-estaqueado
• Rasteiro (desvio de matéria-prima industrial
para mercado)
Tutorado
V invertido
V invertido com irrigação por sulco
Sistema V invertido
Espaçamento entre plantas: 0,60-0,80 m
Espaçamento entre linhas duplas: 1m
Sistema vertical com uma ou duas hastes
conduzidas nas estacas de bambu
Sistema vertical com uma haste no
fitilho
Sistema vertical com duas hastes no fitilho
Condução com duas hastes
Espaçamentos para condução no sistema
vertical
35-4525-35Menos vigorosos
45-6535- 55Muito vigorosos
2 hastes1 hasteCultivares
Espaçamentos entre linhas: 1,40 m entre linhas
Semi estaqueado
Poda
Retirada dos
brotos para a
condução das
plantas com 1 ou
2 hastes
Capação
Capação
Capação
• Sistemas tradicionais: 14 a 16 pencas
• Sistemas adensados: 4 a 5 pencas
Custo de implantação
• Implantação por fitilho
• Mourão de 3m a cada 80 m
• Mourão de 2,5 m a cada 20 m
• Estacas de bambu cruzadas a cada 4 m
• Uma estaca de bambu na vertical a cada 2 m
• R$ 0,34 - 0,40/planta
• Implantação por estacas de bambu
• R$ 0,25/planta
Condução das plantas no fitilho
• Maior produção de frutos 2 A e A;
• Menos frutos ocados
Fisiologia do tomateiro
FISIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO
24 a 28Amadurecimento do fruto
18 a 20Fixação do fruto
22 a 27Crescimento do tubo polínico
20 a 26Formação do pólen
20 a 30Desenvolvimento vegetativo
25 a 26Crescimento das mudas
16 a 20Emergência
26 a 32Germinação da semente
Temperatura ótima (ºC)Fases do desenvolvimento
TEMPERATURA
Goto & Tivelli (1998)
Efeitos da temperatura
• Temperaturas elevadas
Abortamento de flores
Redução na taxa fotossintética
Redução na fixação de frutos
Distúrbios fisiológicos (maturação irregular,
rachaduras, lóculo aberto, podridão apical)
Distúrbios fisiológicos
Coloração não uniforme
Rachaduras
Podridão apical
UMIDADE RELATIVA DO AR
Baixo DPVAlto DPV
Ar seco
Vapor de
água
UMIDADE RELATIVA
DO AR
Efeito da umidade sobre
o desenvolvimento de
Oidium lycopersici
LUMINOSIDADE
• Baixa intensidade luminosa
• Orgãos florais defeituosos
• Redução na produção de pigmentos
• Alta intensidade luminosa
• Queimadura de frutos
• Redução da produção de frutos coloridos
Queimadura pelo sol
Alta intensidade luminosa
∆Cwv = variação de concentração de
vapor d’água
∆ψp = pressão hidrostática
∆ψw = potencial hídrico
ÁGUA NO SOLO
Taiz e Zeiger, 2004
Estresse hídrico
• A absorção de nutrientes é afetada
• Menor taxa fotossintética
• Distúrbios fisiológicos
Menor desenvolvimento da planta
Excesso de água no solo
• A taxa de respiração e o metabolismo das raízes
são afetados.
• Morte de raízes
• Redução na absorção de nutrientes
• Acelera a produção do precursor de etileno (1-
aminociclopropano-1-ácido carboxílico) nas raízes
Distúrbios fisiológicos
Salinidade
94,4c9,7
149,2b4,8
224,8b2,4
253,3a0,26
Produção (g/planta)dS/m
Yurtseven et al. (2005)
Salinidade
• Na+; K+, Ca++; Mg++
• Cl-; SO4
--; NO3
-
Nutrição mineral do tomateiro
Nitrogênio
Falta de N
Crescimento vegetativo lento
Frutos pequenos
Excesso de N
Altura elevada do primeiro cacho floral
Aparecimento de distúrbios fisiológicos
(desequilíbrio na relação N/K)
Fósforo
Crescimento reduzido
Coloração arroxeada das folhas
Potássio
Cálcio
- Ca
Magnésio
Boro
-B
Zinco
Molibdênio
Formas iônicas preferencialmente absorvidas pelas
plantas
Zn2+Zn
Mn2+Mn
MoO4
2-; HMoO4
-Mo
Fe2+Fe
Cu2+Cu
Cl-Cl
H3BO3B
SO4
2-S
Mg++Mg
Ca++Ca
K+K
H2PO4
-; HPO4
2-P
NO3
-; NH4
+N
Forma iônicaNutriente
-2413,017,0Caçador (SC) – dez a março
-2823,032,0Itapeva (SP) – nov a março
-104,55,0Venda Nova do Imigrante (ES) –
nov a março
Safra de verão
02,52,5Paty de Alferes – out a dez
02,02,0Sumaré – out a dez
Entressafra
334,03,0Paty de Alferes (RJ) – abr a jun
08,58,5São José de Ubá (RJ) – jun a out
299,07,0Araguari (MG) – abril a out
154,64,0Sumaré (SP) – abril a junho
2410,58,5Mogi-Guaçu (SP) – abril a outubro
%20062005Região
Var
2006/2005
Número de pés (milhões)Safra inverno
HORTIFRUTI BRASIL, Dezembro/2006
Enxertia por garfagem
Enxertia de tomate
Porta enxerto Anchor (tolerante a murcha
bacteriana)
Porta-enxerto Guardião (murcha bacteriana e
nematóides)
He-Man (nematóides)
2. Preparo do solo
Extração de nutrientes pela planta
de tomateiro
1,783,74108,66Mn
0,7822,5998,36Fe
4,444171Cu
0,39525Zn
58,994942.437S
233071.463Mg
15149410.124Ca
31010.00117.994K
32,118691.622P
198,52565610.288N
Taxa diária
máxima de
absorção
(mg/planta/dia)
Acúmulo no
fruto
(mg/planta)
Acúmulo
máximo
(mg/planta)
Nutriente
Quantidade de nutrientes na parte aérea e nos frutos do
tomateiro e taxa diária máxima de absorção de nutrientes,
cultivar Santa Clara. (Fayad et al., 2002).
Extração de nutrientes pela cultura do tomateiro
959,8285,7189,69,338,248,3310,534,03170,4110
687,8156,4149,912,632,342,9264,926,7140,090
370,6153,499,05,924,238,9137,318,378,570
357,8106,3111,12,221,835,6148,618,771,855
90,428,619,20,554,59,0425,72,516,735
CuZnBSMgCaKPN
Micro (g/ha)Macronutrientes (kg/ha)Idade
dias
Embrapa Hortaliças (2000)
82% do N; 78,5% de P e 85% de K
Calagem e adubação de plantio
• Calagem
• Adubação de plantio: orgânica e mineral
Adubação de cobertura
Depende do tipo de solo
Disponibilidade de mão-de-obra
Sistema de cultivo
Freqüência
Eficiência de absorção de nutrientes
Eficiência de aproveitamento:
60% (N), 40% (P) e 65(K)
FERTIRRIGAÇÃO
Sistema de irrigação
Absorção dos fertilizantes N, P e K em %
influenciados pelo sistema de irrigação.
Sistema * Nitrogênio Fósforo Potássio
------------------ % --------------------
Sulco 40-60 10-20 60-70
Aspersão 60-70 15-25 70-80
Microirrig. 75-85 25-35 80-90
Papadopoulos (1999)
3. Monitoramento da concentração
iônica
• Na solução do solo
• Na planta
Na solução do solo
CE, Concentração dos nutrientes
gotejo
NO3
K+
K+
NO3
-
K+
NO3 K+
K+
NO3
-
K+
NO3
-
NH4
+
K+
H2PO4
-2
Ca+2
Cl- SO
Mg+2
SO4
-2
SO4
-2
SO4
-2
NO3
-
Ca+2
Mg+2
Mg+2
Mg+2
Mg+2
Mg+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca
K+1 K+1
K+1
K+1
K+1
K+1
K+1
gotejo
NO3
K+
K+
NO3
-
K+
NO3 K+
K+
NO3
-
K+
NO3
-
NH4
+
K+
H2PO4
-2
Ca+2
Cl- SO
Mg+2
SO4
-2
SO4
-2
SO4
-2
NO3
-
Ca+2
Mg+2
Mg+2
Mg+2
Mg+2
Mg+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca
K+1 K+1
K+1
K+1
K+1
K+1
K+1
gotejo
NO3
K+
K+
NO3
-
K+
NO3 K+
K+
NO3
-
K+
NO3
-
NH4
+
K+
H2PO4
-2
Ca+2
Cl- SO
Mg+2
SO4
-2
SO4
-2
SO4
-2
NO3
-
Ca+2
Mg+2
Mg+2
Mg+2
Mg+2
Mg+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca
K+1 K+1
K+1
K+1
K+1
K+1
K+1
gotejo
NO3
K+
K+
NO3
-
K+
NO3 K+
K+
NO3
-
K+
NO3
-
NH4
+
K+
H2PO4
-2
Ca+2
Cl- SO
Mg+2
SO4
-2
SO4
-2
SO4
-2
NO3
-
Ca+2
Mg+2
Mg+2
Mg+2
Mg+2
Mg+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca+2
Ca
K+1 K+1
K+1
K+1
K+1
K+1
K+1
Valores máximos e mínimos sugeridos de CE e de
alguns nutrientes na solução do solo para o tomateiro
5,015,03,5Limite
superior
3,67,52,1Limite
inferior
K
(mmol/L)
NO3
-
(mmol/L)
CE (dS/m)
Desbrota do tomateiro
Condução com duas hastes
Condução com uma haste
capação
Capação: corte da gema apical
Capação
Na planta
N-NO3, P-PO4 e K
Análise da seiva da planta
Concentração de nitrato no período entre a
emissão do segundo e quinto cachos
(Hochmuth, 1994)
3500 a 4500 mg/L
Análise do pecíolo
y = 3.1 + 2.84x10-2
X -3,97x10-5
X2
R2
= 0,885
0
2
4
6
8
10
0 50 100 150 200 250 300 350 400
Potássio (kg/ha)
ConcentraçãodeK
(dag/kg)
Fontes et al., 2000)
Concentração de K em pecíolos de folhas completamente
expandidas
4,68< 5,02
Suficiente
4,28< 4,68
Médio
3,99< 4,28
Baixo
> 5,02
Alto
< 3,99
Muito baixoQuarto cacho floral
> 6,02
Alto
5,56< 6,02
Suficiente
4,98< 5,56
Médio
4,52 < 4,98
Baixo
< 4,52
Muito baixoSegundo cacho floral
dag/kg = 10x g/kgClassePeríodo
Doenças
DOENÇAS CAUSADAS POR VIRUS
SOLANÁCEASPULGÕESPLRVAMARELO
BAIXEIRO
SOLANÁCEASPULGÕESTYTTOPO AMARELO
MUITAS
FAMILIAS
TRIPESTOSPOVIRA-CABEÇA
SOLANÁCEASMOSCA
BRANCA
TGMVMOSAICO
DOURADO
SOLANÁCEASPULGÕES
(NP)
PVYMOSAICO Y= RISCA
SOLANÁCEASMECANICAToMVMOSAICO COMUM
HOSPEDEIROSTRANS
MISSÃO
VIRUSDOENÇA
MOSAICO
DOURADO
BEMISIA TABACI
AMARELO BAIXEIRO
TOPO AMARELO
AMARELO BAIXEIRO
TOPO AMARELO
VIRA-CABEÇA (Tospovirus)
PLANTAS CULTIVADAS
ABACAXI, ABÓBORA,
ALFACE, ALMEIRÃO,
AMENDOIM, BATATA,
BERINJELA, CAFÉ, CAUPI,
CEBOLA, CHUCHU,
ERVILHA, FEIJÃO, GRÃO
DE BICO,
LENTILHA,MAMÃO,
MELANCIA,
CRISÂNTEMO, DÁLIA,
GLADÍOLO, GLOXINIA,
IMPATIENS, ZINIA
PLANTAS DANINHAS
CARURU ROXO, CARURÚ
DE ESPINHO, CARURÚ DE
MANCHA, ANÇARINHA
BRANCA, ERVA-DE-
SANTA MARIA, PICÃO
PRETO, FALSA
SERRALHA, PICÃO
BRANCO, SERRALHA,
ORELHA DE URSO,
BELDROEGA, JOÁ DE
CAPOTE, MARIA
PRETINHA;
PLANTAS HOSPEDEIRAS DO VIRUS
DO VIRA-CABEÇA
Trips palmiFrankliniella schultzei
Frankliniella occidentalis Trips tabaci
VETORES DE
TOSPOVIRUS
RELATADOS
NO BRASIL
(F. zucchini)
CONTROLE
• EVITAR PLANTIOS PRÓXIMO A LAVOURAS MAIS
VELHAS DE TOMATE, PIMENTÃO, ETC.
• DESTRUIR RESTOS DE CULTURA E PLANTAS DANINHAS
HOSPEDEIRAS DO VIRUS E DO VETOR
• PRODUZIR MUDAS SADIAS (LOCAL PROTEGIDO E COM
PROGRAMA DE CONTROLE QUÍMICO DOS TRIPES)
• TRANSPLANTAR MUDAS MAIS DESENVOLVIDAS
POSSÍVEIS E MANTER UM PROGRAMA DE CONTROLE
DOS TRIPES ATÉ O FLORESCIMENTO
• PLANTAR VARIEDADES MENOS SUSCEPTÍVEIS
DOENÇAS CAUSADAS POR BACTÉRIAS
MURCHA ..................................Ralstonia solanacearum
CANCRO .............................. Clavibacter michiganensis
CANELA PRETA / TALO OCO..... Erwinia carotovora
NECROSE DA MEDULA .....Pseudomonas corrugata
MANCHA BACTERIANA ....Xanthomonas vesicatoria
PINTA BACTERIANA ................. Pseudomonas tomato
QUEIMA BACTERIANA ..........Pseudomonas syringae
MURCHA BACTERIANA
Ralstonia solanacearum
MEDIDAS DE CONTROLE DA MURCHA
• ROTAÇÃO DE CULTURA COM GRAMÍNEAS
• EVITAR FERIMENTOS
• EVITAR SOLOS MAL DRENADOS
• EVITAR PLANTIO EM ÉPOCA MUITO QUENTE
• USAR ÁGUA NÃO CONTAMINADA
• ISOLAR PLANTAS CONTAMINADAS
• USO DE ESPÉCIES OU VARIEDADES RESISTENTES
(Saturno, Venus)
CANELA PRETA
OU
TALO ÔCO
Erwinia carotovora
Controle de canela preta e
necrose da medula
• Adubação equilibrada sem excesso de
nitrogênio
• Evitar quaisquer tipos de ferimentos
(controlar pragas)
• Evitar excesso de umidade, no solo e na
parte aérea
• Diminuir a temperatura (da estufa)
MANCHA BACTERIANA
Xanthomonas vesicatoria
PINTA
BACTERIANA
Pseudomonas syringae pv. tomato
MANCHA BACTERIANA
MANCHA BACTERIANAPINTA BACTERIANA
MANCHA VS PINTA
BACTERIANA
CONTROLE DA MANCHA E DA PINTA
BACTERIANA
• ROTAÇÃO DE CULTURA POR PELO MENOS UM ANO
• EVITAR IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO
• VARIEDADES RESISTENTES OU MENOS
SUSCEPTÍVEIS
• SEMENTES SADIAS/TRATADAS
• MUDAS SADIAS
• PULVERIZAÇÕES PREVENTIVAS COM ATIVADORES
DE RESISTÊNCIA, FUNGICIDAS CÚPRICOS
DOENÇAS CAUSADAS POR FUNGOS
• REQUEIMA Phytophthora infestans
• PINTA PRETA Alternaria solani
• SEPTORIOSE Septoria lycopersici
• MANCHA DE ESTENFÍLIO Stemphylium solani
• MANCHA DE CLADOSPÓRIO Cladosporium fulvum
• MANCHA ALVO Corynespora cassiicola
• OIDIO Erysiphe cichoracearum e Leveillula taurica
• MOFO CINZENTO Botrytis cinerea
• MOFO BRANCO Sclerotinia sclerotiorum
• MURCHA DE ESCLERÓCIO Sclerotium rolfsii
• MURCHA DE VERTICILIO Verticillium dahliae
• MURCHA DE FUSÁRIO Fusarium oxysporum lycopersici
• RIZOCTONIOSE Rhizoctonia solani
PINTA PRETA
Alternaria solani
REQUEIMA
Phytophthora infestans
CONTROLE DAS DOENÇAS FÚNGICAS
• ESCOLHA DO LOCAL /ROTAÇÃO DE CULTURA
• IRRIGAÇÃO POR GOTEJO /SULCO
• SEMENTES E MUDAS SADIAS, PRODUZIDAS EM
SUBRATOS LIVRES DE PATÓGENOS
• TRATAMENTO QUÍMICO PREVENTIVO SEMANAL COM
FUNGICIDAS PROTETORES CONTRA PATÓGENOS DA
PARTE AÉREA
• TRATAMENTO QUÍMICO COM PRODUTOS ESPECÍFICOS
QUANDO CONDIÇÕES FOREM FAVORÁVEIS A REQUEIMA
OU PINTA PRETA.
Doenças causadas por nematóides
Meloidogyne spp.
Controle
• Nematicidas (Ex: Carbofuram)
• Actinomicetos (Gênero Streptomyces spp.)
• Adição de matéria orgânica (aumento da população
microbiana antagonista aos nematóides)
• Rotação de culturas (Leguminosas e gramíneas)
• Fungos nematófagos (Monacrosporium)
PRAGAS
Ácaro do bronzeamento ou micro-ácaro
Aculops lycopersici
Controle
• Acaricidas (Vertimec, Match CE)
Pulgões
Myzus persicae
Tripes
Trips palmiFrankliniella schultzei
Frankliniella occidentalis Trips tabaci
VETORES DE
TOSPOVIRUS
RELATADOS
NO BRASIL
(F. zucchini)
Controle
• Inseticidas: Orthene 750 BR (pulgão, tripes,
vaquinha).
• Controle de plantas hospedeiras
Mosca branca
Bemisia tabaci
Medidas de controle
Eliminar plantios escalonados
Usar armadilhas amarelas
Eliminar plantas hospedeiras
Inseticidas (Actara, Confidor,
Mospilan, Applaud)
Broca pequena do fruto
Neoleucinodes elegantalis
Medidas de controle
Catação manual dos frutos perfurados
Destruição dos restos de cultura
Uso de Dipel ( inseticida biológico -
Bacillus thuringiensis)
Traça do tomateiro
Tuta absoluta
Controle
• Biológico (Trichogramma pretiosum e B.
thuringiensis)
• Inseticidas
• Uso de armadilhas luminosas
Colheita
Estado de São Paulo
Elias Fausto,Indaiatuba, Mogi,
Monte Mor e Sumaré
Boa infra-
estrutura;
próxima a
grandes centros
consumidores
Itapeva, Ribeirão Branco,
Apiaí e Guapiara
Baixa tecnologia;
sistema deficiente de
comercialização;
tomate no verão
COLHEITA, CLASSIFICAÇÃO, EMBALAGEM E
TRANSPORTE DE TOMATE PARA MESA
Colheita: define a vida pós-colheita e o processo de
maturação dos frutos.
Conceito de qualidade
Produtores Distribuidores
Consumidor
Classificação
Rótulo
GRUPO
Coloração
Subgrupo
Apresentação
Classe
Categoria
Defeitos graves
Defeitos leves
Manchas
Morfologia
EMBALAGEM
FUNÇOES DAS EMBALAGENS:
Manter a qualidade durante a cadeia de distribuição
Permitir uma boa refrigeração
Atuar como um divulgador de sua marca e qualidade
Agregar valor a seu produto
Formar uma unidade de carga – medidas paletizáveis
CASA DE EMBALAGEM
DIMENSIONAMENTO DAS EMBALAGENS
Embalagens paletizáveis
PORTARIA N° 127 DE 04 DE OUTUBRO DE 1991.
INSTRUÇÃO NORMATIVA N ° 009, DE 12 DE
NOVEMBRO DE 2002.
A REGULAMENTAÇÃO ESTABELECE:
As dimensões externas devem permitir empilhamento,
preferencialmente em paletes com medidas de 1,00 x 1,20m;
Descartável ou retornável (limpa a cada uso);
Rotulada: peso líquido, responsável e classificação;
Informar condições de uso: peso máximo e empilhamento;
Indentificação: Razão Social e CNPJ
Embalagens de madeira
CEAGESP, 2005
CEAGESP, 2005
CEAGESP, 2005
Embalagens plásticas

Tomate