Sistemas de produção de mudas
Aula – 03
Olericultura
Tipos de sementes
• Sementes nuas
• Sementes peliculizadas
• Sementes incrustadas
• Sementes peletizadas
Sementes nuas
Sementes peliculizadas
pepino
Sementes incrustadas
Sementes peletizadas
Recobrimento das sementes
Vantagens:
• Reconhecimento da semente pela cor
• Favorece a semeadura
• Possibilita a incorporação de produtos
• Pode ser associada com outras
técnicas
Desvantagens
• Custo mais elevado
• Perda de vigor das sementes
• Menor velocidade de emissão da raiz
primária
Reconhecimento da espécie ou variedade pela cor
Priming
• Quebra da dormência
Porcentagem de germinação de alface
Condições de
embebição
Período Temperatura de germinação
Temperatura (°C) horas 20°C 25°C
20 8 100 89
16 100 97
25 8 100 43
16 73 81
30 8
16
41
01
01
0
35 8 21 0
16 05 0
Sistemas de produção de mudas
Produção de mudas em bandejas
Produção de mudas no sistema flutuante
Produção de mudas em aeroponia
Técnicas de produção de
mudas
Enxertia
Definição
Objetivos
• Resistência às doenças
• Resistência à estresse hídrico
• Resistência aos fatores ambientais como
altas e baixas temperaturas
• Melhoria na qualidade do produto a ser
colhido
• Aumento da produtividade
Enxertia
• Pepino: resistência a Fusarium, maior qualidade dos frutos.
• Pimentão: murcha de Phytophthora capsici; nematóides.
• Berinjela: murcha bacteriana, murcha de fusário, nematóides.
• Tomateiro: controle de doenças, resistência ao estresse hídrico;
estresse salino.
Espécies enxertadas
Família Solanácea
Tomate
Pimentão
Berinjela
Família Cucurbitácea
Pepino
Melão
Melancia
Enxerto ou cavaleiro
Porta-Enxerto ou cavalo
Local da Enxertia
Fenda Lateral Fenda Cheia
Técnicas de enxertia
Tomate
Pimentão
Berinjela
Melancia
3 4
Sebastião Márcio Azevedo
(Sakata,2014)
Fenda lateral
Enxertia por encostia
Enxertia por perfuração apical
Retirada do
meristema apical Perfurador
fazendo incisão
Enxerto com
corte em bisel
Porta-enxerto
Pepino
Enxertia Fenda Apical
Enxertia Fenda Apical
Enxertia Fenda Apical
Enxertia Fenda Apical
Mudas enxertadas no palito
• Evita o contato das mudas com o solo;
• Evita alterações na haste;
• Facilita o tutoramento da haste após o
transplante
Porta-enxerto Características Empresa
GREEN RISE Ralstonia, Verticillium, Pyrenochaeta, Fusarium oxysporum f.sp. lycopersici raças 1, 2 e
3 e Fusarium oxysporum f.sp. radicis-lycopersici, Virus do Mosaico do Tomate e
Nematoides (Meloidogyne arenaria, M. incognita, M. javanica); Nota de vigor 7
Takii
GREEN POWER Idem Green Rise; Nota de vigor 4 Takii
MULTIFORT *Resistência Alta: Tomato mosaic virus: raça 0 a 2, Fusarium oxysporum f. sp.
lycopersici: raça 1 a 3, Fusarium oxysporum f. sp. radicis-lycopersici, Pyrenochaeta
lycopersici e Verticillium albo-atrum/Verticillium dahliae: raça 0. **Resistência
Intermediária: Meloidogyne arenaria, Meloidogyne incognita e Meloidogyne javanica
Seminis
SHINCHEONGGANG Resistência Alta: Tomato mosaic virus: raça 0 a 2, Fusarium oxysporum f. sp.
lycopersici: raça 1 a 3, Fusarium oxysporum f. sp. radicis-lycopersici e Verticillium albo-
atrum/Verticillium dahliae: raça 0. **Resistência Intermediária: Meloidogyne arenaria,
Meloidogyne incognita, Meloidogyne javanica e Ralstonia solanacearum.
Seminis
MAXIFORT Tomato mosaic virus: raça 0-2, Fusarium oxysporum f. sp. lycopersici: raça 0 e 1,
Fusarium oxysporum f. sp. radicis-lycopersici, Pyrenochaeta lycopersici e Verticillium
albo-atrum; Meloidogyne arenaria, Meloidogyne incognita e Meloidogyne javanica,
Seminis
ENPOWER Resistências: VFFF3ForNTmPlTSWV; resistência elevada a Fusarium 3 e nematoides Nunhems
Porta-enxerto para tomate
Porta-enxerto Características Empresa
AF-8253 Alto nível de resistência a Mi (raças 1 a 4) e Mj, Pc e Rs Sakata
SILVER Alto nível de resistência a Nematoides e Canela-Preta; Alto nível de resistência
a Mi (raças 1 a 4) e Mj e Pc
Sakata
Porta-enxerto para Pimentão
Porta-enxerto Características Empresa
Potent (C. moschata) Resistência a Fusarium oxysporum f.sp. cucumerinum e resistência
intermediaria a Oídio; Frutos brilhantes sem “cera” (bloomless); Melhor
desenvolvimento da planta em condições de baixa temperatura.
Takii
Fuerza (C. moschata) Melhor desenvolvimento da planta em condições de baixa temperatura;
Resistência a Fusarium oxysporum f.sp. cucumerinum e resistência
intermediaria a Oídio.
Takii
Ferro (C. maxima x C.
moschata)
Resistência à Fusarium, Vertificilium, Pythium
Porta-enxerto para pepino, melão e melancia
Rijk Zwaan
Porta-enxerto para pepino
Mudas enxertadas
• Ganho de 15-20% em produtividade (em áreas não contaminadas);
• Custo: R$ 850,00/mil mudas X R$ 120,00/mil mudas
• Diferença no custo de R$ 730,00/mil (30 caixas a mais de tomate/mil
plantas para pagar o custo.
• Ganho de 15% - Prod. 70 t/h (10,5 t/ha a mais por hectare = 42
caixas/mil plantas – 30 caixas/1000 plantas = 12 caixas/mil plantas =
120 caixas/ha.
Mudões enxertados
• Benefícios da enxertia
• Maior precocidade no sistema produtivo
• Maior ganho em produtividade
• Custo de produção é elevado: R$ 2000,00/mil mudas: cultivo protegido
Preenchimento das bandejas
Semeadura
Germinação das sementes
Temperatura ideal para a germinação de algumas
hortaliças.
Hortaliça Faixa ideal de temperatura (ºC)
Alface 20 a 24
Melão 28 a 32
Pepino 27 a 28
Pimentão 25 a 30
Tomate 25
Desenvolvimento das mudas na casa-de-vegetação
SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO
Aspersão:
Aspersores estacionários
Sistema fog ou de nebulização
Aspersores móveis
Aspersores estacionários
Nebulização
Nebulização
Barra móvel
Controle de pragas
NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO
Conhecer as exigências nutricionais das espécies.
Produção de matéria seca e extração de nutrientes durante a fase de
formação de muda do tomateiro cv. Roma VF.
Idade
(dias)
M.S.
(g)
N P K Ca Mg S
-----------------------mg/planta--------------------
15 0,10 5,1 0,7 4,7 2,1 0,6 0,2
30 0,79 32,8 7,0 43,6 22,3 4,9 3,0
B Cu Fe Mn Zn
------------------ug/planta----------------
15 19 1,9 36,4 41,5 1,2
30 70,3 14,7 391,9 333,1 73,0
Fertirrigação para o tomateiro
Fertilizante Dose (g/L)
Nitrato de cálcio 0,8
Nitrato de potássio 0,7
Sulfato de magnésio 0,4
Ferro quelatizado
(10%)
0,2 ml/L
CE (dS/m) 1,64
Substratos enriquecidos com fertilizantes - Fósforo
Fertirrigação para o tomateiro
Início do desenvolvimento da muda: Soluções nutritivas com CE baixas (0,4-0,5 dS/m)
Soluções nutritivas para a fase definitiva (CE de 1,2-2,1 dS/m)
Sistema de injeção de fertilizantes
Fertirrigação
Fertirrigação
Estruturas que compõem a casa-de-vegetação
• Pé-direito: altura definida entre a superfície do solo e o início da cobertura do solo.
• Telhado: modelo em função, principalmente, das condições climáticas da região.
• Janelas: laterais, frontais e no teto.
• Portas: dimensionadas em função das máquinas e equipamentos que serão usados no interior da
estufa.
• Antecâmara: Proteção contra a entrada de insetos e patógenos, além da colocação do painel de
controle.
Dimensões
Pé-direito
Altura total
Largura
Altura da estufa
• Condições climáticas
• Tipo de espécie a ser cultivada
• Nível de controle dos fatores ambientais
Trocas de calor na estufa
• Condução: transferência de energia sem a transferência de massa
• Convecção: transferência de massa por diferença de densidade e ação da
gravidade (evaporação, condensação, transpiração)
• Radiação: transferência de calor por propagação da radiação
Janelas
• Permite o controle parcial da temperatura e umidade relativa do ar
Janelas no teto
Lanternin
Janela frontal
Refrigeração com evaporação da água
Painel
poroso
aspersor
exaustor Sistema Pad and Fan
Nebulização fina (Fog)
Difusores com vazão de 7 l hora-1: gotas de
1 a 10 micras
Difusores com vazão de 10 a 120 l hora-1:
gotas de 20 a 100 micras
Malha interna
ADITIVOS
• Foto-estabilizadores
Aditivos antiácidos
• Melhoram a resistência dos filmes ao ataque dos produtos ácidos
Aditivos bloqueadores da radiação infra-vermelha
• Aquecimento interno
Antiestáticos
• Para regiões com acúmulo de poeira
Aditivos anti-pragas
• Bloqueio da transmissão da radiação UV no interior da estufa.
Aditivos que promovem a difusão da luz
Partículas que provocam o desvio da
luz em todas as direções
Filmes difusores
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
Qg(% Direta (%) Difusa (%)
Comum
Difusor
Filmes anti-térmicos
• Reflexão da radiação solar não luminosa: infravermelho próximo.
• Redução da temperatura; custo mais elevado.
Filme térmico
0
5
10
15
20
25
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24
Horas
Temperatura
(oC)
Comum
Exterior
Térmico
• Reduz a transmissividade da radiação infravermelha (< 25%)
emitida pela superfície do solo e plantas.
Filmes anti-insetos
0
10
20
30
40
50
60
70
80
0 3 6 9 12 15 18 21 24
Meses
Transmissão
UV
(%)
Anti-inseto
Comum
• Bloqueiam parte da radiação UV.
UV – 340 nm – reduz a incidência de Botrytis em gérbera.
Filme antigotejo
• Tensão superficial da água: 7,28.102 N/m
• Tensão superficial do polietileno: 3,1.102 N/m
Filmes Fotoseletivos
Relação R/RF: alteração da morfogênese da planta
Proporção radiação vermelha/azul
Desafios da produção de mudas
• Processo de seleção de sementes mais rigoroso (qualidade interna
das sementes): qualidade interna das sementes e peso garantem
maior uniformidade dos lotes
• Maior uniformidade das plantas (manejo de aplicação de água e de
fertilizantes; iluminação, temperatura)
• Máquina de triagem de mudas com tecnologia ótica
• Reduzir os custos de produção de mudões e mudas enxertadas
• Maior diversificação de porta-enxertos
Principais limitações da produção de mudas
Controle dos fatores ambientais (temperatura, radiação solar e umidade relativa
do ar
Manejo da água: falta de monitoramento do ambiente ou do sistema radicular
para definir o volume de água aplicado e o nível de umidade do substrato;
Monitoramento da CE e do pH do substrato para definir o manejo da nutrição
baseado nas condições microclimáticas do viveiro;
Estudo de caso
• Temperatura média diária = 35°C
• Cultivo de mudas de alface;
• Bandejas de 128 células, com volume de 33 ml,
preenchidos com substrato fibra de coco;
• Coloração verde clara das folhas
• Caule estiolado
• Possíveis causas? Explique cada uma
delas.

aula 03 - Mudas.pptx

  • 1.
    Sistemas de produçãode mudas Aula – 03 Olericultura
  • 2.
    Tipos de sementes •Sementes nuas • Sementes peliculizadas • Sementes incrustadas • Sementes peletizadas
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 6.
  • 7.
    Recobrimento das sementes Vantagens: •Reconhecimento da semente pela cor • Favorece a semeadura • Possibilita a incorporação de produtos • Pode ser associada com outras técnicas
  • 8.
    Desvantagens • Custo maiselevado • Perda de vigor das sementes • Menor velocidade de emissão da raiz primária
  • 9.
    Reconhecimento da espécieou variedade pela cor
  • 10.
  • 11.
    Porcentagem de germinaçãode alface Condições de embebição Período Temperatura de germinação Temperatura (°C) horas 20°C 25°C 20 8 100 89 16 100 97 25 8 100 43 16 73 81 30 8 16 41 01 01 0 35 8 21 0 16 05 0
  • 12.
  • 13.
  • 14.
    Produção de mudasno sistema flutuante
  • 15.
    Produção de mudasem aeroponia
  • 16.
  • 18.
    Enxertia Definição Objetivos • Resistência àsdoenças • Resistência à estresse hídrico • Resistência aos fatores ambientais como altas e baixas temperaturas • Melhoria na qualidade do produto a ser colhido • Aumento da produtividade
  • 19.
    Enxertia • Pepino: resistênciaa Fusarium, maior qualidade dos frutos. • Pimentão: murcha de Phytophthora capsici; nematóides. • Berinjela: murcha bacteriana, murcha de fusário, nematóides. • Tomateiro: controle de doenças, resistência ao estresse hídrico; estresse salino.
  • 20.
  • 21.
    Enxerto ou cavaleiro Porta-Enxertoou cavalo Local da Enxertia Fenda Lateral Fenda Cheia Técnicas de enxertia Tomate Pimentão Berinjela Melancia
  • 22.
    3 4 Sebastião MárcioAzevedo (Sakata,2014) Fenda lateral
  • 23.
  • 24.
    Enxertia por perfuraçãoapical Retirada do meristema apical Perfurador fazendo incisão Enxerto com corte em bisel Porta-enxerto Pepino
  • 25.
  • 26.
  • 27.
  • 28.
  • 29.
    Mudas enxertadas nopalito • Evita o contato das mudas com o solo; • Evita alterações na haste; • Facilita o tutoramento da haste após o transplante
  • 30.
    Porta-enxerto Características Empresa GREENRISE Ralstonia, Verticillium, Pyrenochaeta, Fusarium oxysporum f.sp. lycopersici raças 1, 2 e 3 e Fusarium oxysporum f.sp. radicis-lycopersici, Virus do Mosaico do Tomate e Nematoides (Meloidogyne arenaria, M. incognita, M. javanica); Nota de vigor 7 Takii GREEN POWER Idem Green Rise; Nota de vigor 4 Takii MULTIFORT *Resistência Alta: Tomato mosaic virus: raça 0 a 2, Fusarium oxysporum f. sp. lycopersici: raça 1 a 3, Fusarium oxysporum f. sp. radicis-lycopersici, Pyrenochaeta lycopersici e Verticillium albo-atrum/Verticillium dahliae: raça 0. **Resistência Intermediária: Meloidogyne arenaria, Meloidogyne incognita e Meloidogyne javanica Seminis SHINCHEONGGANG Resistência Alta: Tomato mosaic virus: raça 0 a 2, Fusarium oxysporum f. sp. lycopersici: raça 1 a 3, Fusarium oxysporum f. sp. radicis-lycopersici e Verticillium albo- atrum/Verticillium dahliae: raça 0. **Resistência Intermediária: Meloidogyne arenaria, Meloidogyne incognita, Meloidogyne javanica e Ralstonia solanacearum. Seminis MAXIFORT Tomato mosaic virus: raça 0-2, Fusarium oxysporum f. sp. lycopersici: raça 0 e 1, Fusarium oxysporum f. sp. radicis-lycopersici, Pyrenochaeta lycopersici e Verticillium albo-atrum; Meloidogyne arenaria, Meloidogyne incognita e Meloidogyne javanica, Seminis ENPOWER Resistências: VFFF3ForNTmPlTSWV; resistência elevada a Fusarium 3 e nematoides Nunhems Porta-enxerto para tomate
  • 31.
    Porta-enxerto Características Empresa AF-8253Alto nível de resistência a Mi (raças 1 a 4) e Mj, Pc e Rs Sakata SILVER Alto nível de resistência a Nematoides e Canela-Preta; Alto nível de resistência a Mi (raças 1 a 4) e Mj e Pc Sakata Porta-enxerto para Pimentão
  • 32.
    Porta-enxerto Características Empresa Potent(C. moschata) Resistência a Fusarium oxysporum f.sp. cucumerinum e resistência intermediaria a Oídio; Frutos brilhantes sem “cera” (bloomless); Melhor desenvolvimento da planta em condições de baixa temperatura. Takii Fuerza (C. moschata) Melhor desenvolvimento da planta em condições de baixa temperatura; Resistência a Fusarium oxysporum f.sp. cucumerinum e resistência intermediaria a Oídio. Takii Ferro (C. maxima x C. moschata) Resistência à Fusarium, Vertificilium, Pythium Porta-enxerto para pepino, melão e melancia Rijk Zwaan Porta-enxerto para pepino
  • 33.
    Mudas enxertadas • Ganhode 15-20% em produtividade (em áreas não contaminadas); • Custo: R$ 850,00/mil mudas X R$ 120,00/mil mudas • Diferença no custo de R$ 730,00/mil (30 caixas a mais de tomate/mil plantas para pagar o custo. • Ganho de 15% - Prod. 70 t/h (10,5 t/ha a mais por hectare = 42 caixas/mil plantas – 30 caixas/1000 plantas = 12 caixas/mil plantas = 120 caixas/ha.
  • 34.
    Mudões enxertados • Benefíciosda enxertia • Maior precocidade no sistema produtivo • Maior ganho em produtividade • Custo de produção é elevado: R$ 2000,00/mil mudas: cultivo protegido
  • 35.
  • 36.
  • 37.
  • 38.
    Temperatura ideal paraa germinação de algumas hortaliças. Hortaliça Faixa ideal de temperatura (ºC) Alface 20 a 24 Melão 28 a 32 Pepino 27 a 28 Pimentão 25 a 30 Tomate 25
  • 39.
    Desenvolvimento das mudasna casa-de-vegetação
  • 41.
    SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO Aspersão: Aspersoresestacionários Sistema fog ou de nebulização Aspersores móveis
  • 42.
  • 44.
  • 45.
  • 46.
  • 48.
  • 51.
    NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO Conheceras exigências nutricionais das espécies. Produção de matéria seca e extração de nutrientes durante a fase de formação de muda do tomateiro cv. Roma VF. Idade (dias) M.S. (g) N P K Ca Mg S -----------------------mg/planta-------------------- 15 0,10 5,1 0,7 4,7 2,1 0,6 0,2 30 0,79 32,8 7,0 43,6 22,3 4,9 3,0 B Cu Fe Mn Zn ------------------ug/planta---------------- 15 19 1,9 36,4 41,5 1,2 30 70,3 14,7 391,9 333,1 73,0
  • 52.
    Fertirrigação para otomateiro Fertilizante Dose (g/L) Nitrato de cálcio 0,8 Nitrato de potássio 0,7 Sulfato de magnésio 0,4 Ferro quelatizado (10%) 0,2 ml/L CE (dS/m) 1,64 Substratos enriquecidos com fertilizantes - Fósforo
  • 53.
    Fertirrigação para otomateiro Início do desenvolvimento da muda: Soluções nutritivas com CE baixas (0,4-0,5 dS/m) Soluções nutritivas para a fase definitiva (CE de 1,2-2,1 dS/m)
  • 54.
    Sistema de injeçãode fertilizantes
  • 55.
  • 56.
  • 57.
    Estruturas que compõema casa-de-vegetação • Pé-direito: altura definida entre a superfície do solo e o início da cobertura do solo. • Telhado: modelo em função, principalmente, das condições climáticas da região. • Janelas: laterais, frontais e no teto. • Portas: dimensionadas em função das máquinas e equipamentos que serão usados no interior da estufa. • Antecâmara: Proteção contra a entrada de insetos e patógenos, além da colocação do painel de controle.
  • 58.
  • 59.
    Altura da estufa •Condições climáticas • Tipo de espécie a ser cultivada • Nível de controle dos fatores ambientais
  • 60.
    Trocas de calorna estufa • Condução: transferência de energia sem a transferência de massa • Convecção: transferência de massa por diferença de densidade e ação da gravidade (evaporação, condensação, transpiração) • Radiação: transferência de calor por propagação da radiação
  • 61.
    Janelas • Permite ocontrole parcial da temperatura e umidade relativa do ar
  • 62.
  • 64.
  • 68.
  • 69.
    Refrigeração com evaporaçãoda água Painel poroso aspersor exaustor Sistema Pad and Fan
  • 71.
    Nebulização fina (Fog) Difusorescom vazão de 7 l hora-1: gotas de 1 a 10 micras Difusores com vazão de 10 a 120 l hora-1: gotas de 20 a 100 micras
  • 72.
  • 73.
  • 74.
    Aditivos antiácidos • Melhorama resistência dos filmes ao ataque dos produtos ácidos
  • 75.
    Aditivos bloqueadores daradiação infra-vermelha • Aquecimento interno
  • 76.
    Antiestáticos • Para regiõescom acúmulo de poeira
  • 77.
    Aditivos anti-pragas • Bloqueioda transmissão da radiação UV no interior da estufa.
  • 78.
    Aditivos que promovema difusão da luz Partículas que provocam o desvio da luz em todas as direções
  • 79.
  • 80.
    Filmes anti-térmicos • Reflexãoda radiação solar não luminosa: infravermelho próximo. • Redução da temperatura; custo mais elevado.
  • 81.
    Filme térmico 0 5 10 15 20 25 0 24 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 Horas Temperatura (oC) Comum Exterior Térmico • Reduz a transmissividade da radiação infravermelha (< 25%) emitida pela superfície do solo e plantas.
  • 82.
    Filmes anti-insetos 0 10 20 30 40 50 60 70 80 0 36 9 12 15 18 21 24 Meses Transmissão UV (%) Anti-inseto Comum • Bloqueiam parte da radiação UV. UV – 340 nm – reduz a incidência de Botrytis em gérbera.
  • 83.
    Filme antigotejo • Tensãosuperficial da água: 7,28.102 N/m • Tensão superficial do polietileno: 3,1.102 N/m
  • 84.
    Filmes Fotoseletivos Relação R/RF:alteração da morfogênese da planta Proporção radiação vermelha/azul
  • 85.
    Desafios da produçãode mudas • Processo de seleção de sementes mais rigoroso (qualidade interna das sementes): qualidade interna das sementes e peso garantem maior uniformidade dos lotes • Maior uniformidade das plantas (manejo de aplicação de água e de fertilizantes; iluminação, temperatura) • Máquina de triagem de mudas com tecnologia ótica • Reduzir os custos de produção de mudões e mudas enxertadas • Maior diversificação de porta-enxertos
  • 86.
    Principais limitações daprodução de mudas Controle dos fatores ambientais (temperatura, radiação solar e umidade relativa do ar Manejo da água: falta de monitoramento do ambiente ou do sistema radicular para definir o volume de água aplicado e o nível de umidade do substrato; Monitoramento da CE e do pH do substrato para definir o manejo da nutrição baseado nas condições microclimáticas do viveiro;
  • 87.
    Estudo de caso •Temperatura média diária = 35°C • Cultivo de mudas de alface; • Bandejas de 128 células, com volume de 33 ml, preenchidos com substrato fibra de coco; • Coloração verde clara das folhas • Caule estiolado • Possíveis causas? Explique cada uma delas.