O documento discute o cultivo do tomateiro no Brasil, incluindo suas origens, variedades, sistemas de cultivo, problemas fitossanitários e de produção. Também aborda a colheita, classificação, embalagem e transporte de tomates para mesa.
Produção de tomateno Brasil
82,61.276.92115.462Centro Oeste
63,73.931.20561.726Total
55,5518.0969.341Sul
67,71.561.88723.074Sudeste
42,9567.33513.265Nordeste
12,26.966584Norte
Rendimento
médio t/ha
Produção (t)Área (ha)Região
IBGE, 2009 (safra 2008)
10.
Produção de tomatena região
sudeste
68,6769.60011.210São Paulo
76,7208.1852714Rio de Janeiro
68,3120.5311.766Espírito Santo
62,8463.5717.384Minas Gerais
Rendimento
médio t/ha
Produção (t)Área (ha)Sudeste
IBGE, 2009 (safra 2008)
Principais regiões produtoras
•Verão: colheita novembro a abril
• Itapeva – SP
• Venda Nova do imigrante – ES
• Nova Friburgo – RJ
• Chapada Diamantina – BA
• Caçador - SC
14.
• Inverno: colheitaabril a novembro
• Sumaré – SP
• Mogi Guaçú - SP
• Araguari – MG
• São José de Ubá – RJ
• Paty de Alferes - RJ
Principais regiões produtoras
15.
Características da produçãode
tomate de mesa
• Elevado custo de produção
• Maior participação da mão-de-obra e insumos
(fertilizantes e defensivos) no custo de produção
• Fiscalização do ministério do trabalho: registro
dos trabalhadores
16.
Principais problemas dosetor
• Desorganização do segmento (ausência de
associações representativas da classe de
produtores de tomate)
• Alta inadimplência
• Mão-de-obra não qualificada
• Flutuação de preços
17.
Custo de produçãodo tomate de mesa
Custo de uma planta = R$ 4,50Custo de uma planta = R$ 4,50
Três plantas = 1 cx. 25 kg = R$ 13,50Três plantas = 1 cx. 25 kg = R$ 13,50
1 ha = 12000 plantas = R$ 54000,001 ha = 12000 plantas = R$ 54000,00
Rendimento para cobrir custos: 12000/3plantas = 4000Rendimento para cobrir custos: 12000/3plantas = 4000 cxscxs/ha/ha
(100 t/ha) ou 333(100 t/ha) ou 333 cxscxs/1000 plantas/1000 plantas
Sistema V invertido
Necessidadede estacas de bambu
Pode ocorrer maior incidência de
doenças pela formação de microclima
Desinfecção deficiente das estacas de
bambu
29.
Sistema vertical
• Maiorcusto de implantação (mourões de
madeira)
• Uso de fitilhos (apenas para uma safra)
• Maior ventilação entre as plantas
• Controle fitossanitário mais eficiente
FISIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO
Fasesdo desenvolvimento Temperatura ótima (ºC)
Germinação da semente 26 a 32
Emergência 16 a 20
Crescimento das mudas 25 a 26
Desenvolvimento vegetativo 20 a 30
Formação do pólen 20 a 26
Crescimento do tubo polínico 22 a 27
Fixação do fruto 18 a 20
Amadurecimento do fruto 24 a 28
TEMPERATURA
Goto & Tivelli (1998)
Nitrogênio
Falta de N
Crescimentovegetativo lento
Frutos pequenos
Excesso de N
Altura elevada do primeiro cacho floral
Aparecimento de distúrbios fisiológicos
(desequilíbrio na relação N/K)
TOLERÂNCIA
Mistura de tomatespertencentes a classes diferentes, desde
que a somatória das unidades não supere a 10% e
pertençam à classe imediatamente superior e ou inferior.
O número de embalagens que superar a tolerância para
mistura de classes não poderá exceder a 20% das unidades
amostradas.
Permite-se numa mesmaembalagem até três colorações
consecutivas. Admite-se até 20% de embalagens que
excedam as três colorações consecutivas.
TOLERÂNCIA
83.
TIPOS OU GRAUSDE SELEÇÃO OU CATEGORIAS: DE
ACORDO COM A QUALIDADE DO FRUTO
Limites máximos de defeitos por tipo, expressos em porcentagem de
unidades da amostra.
Tipos Defeitos graves Total de defeitos
(%)
Podridão Passado Dano
por
geada
Podridão
apical
Queimado Leves Graves
Extra 0 1 1 1 1 5 2
Cat. I 1 3 2 1 2 10 4
Cat. II 2 5 4 2 3 15 7
EMBALAGEM
FUNÇOES DAS EMBALAGENS:
Mantera qualidade durante a cadeia de distribuição
Permitir uma boa refrigeração
Atuar como um divulgador de sua marca e qualidade
Agregar valor a seu produto
Formar uma unidade de carga – medidas paletizáveis
Vibrações: movimentos oscilatóriosao redor de um determinado ponto
de referência.
Impactos: movimentos transitórios causados por uma súbita aceleração
ou desaceleração de um corpo qualquer.
Compressão: presença de camadas que provocam compressão sobre as
camadas inferiores ou quando as embalagens são empilhadas.
Manuseio
EFEITOS MECÂNICOS
PORTARIA N° 127DE 04 DE OUTUBRO DE 1991.
INSTRUÇÃO NORMATIVA N ° 009, DE 12 DE
NOVEMBRO DE 2002.
A REGULAMENTAÇÃO ESTABELECE:
As dimensões externas devem permitir empilhamento,
preferencialmente em paletes com medidas de 1,00 x 1,20m;
Descartável ou retornável (limpa a cada uso);
Rotulada: peso líquido, responsável e classificação;
Informar condições de uso: peso máximo e empilhamento;
Indentificação: Razão Social e CNPJ
91.
PRINCIPAIS EMBALAGENS EMATERIAIS CIRCULANTES NO
CEAGESP, 1998.
27%
21%
16%
14%
6%
3%3%
4%
6%
Caixa K
Caixa M
Caixa de
papelão
Saco
Outras caixas
de madeira
Engradado
Outros
Caixa
plástica
Caixa torito