Avaliação da Aprendizagem
em Processo/Edição 2013 e o
Planejamento Escolar
OT – 23/04/2013
DERBP
Algumas Reflexões Iniciais
 Segundo Luckesi (2002), a avaliação,
  diferentemente da verificação, envolve
  um ato que ultrapassa a obtenção da
  configuração do objeto, exigindo
  decisão do que fazer com ele.
 A verificação é uma ação que
  “congela” o objeto;
 a avaliação, por sua vez, direciona
  o objeto numa trilha dinâmica da
  ação.
Avaliação Educacional
   Refere-se a avaliação da
    aprendizagem ou do desempenho de
    alunos (ou de profissionais) e à
    avaliação de currículos. Concentra-se
    no processo ensino-aprendizagem e
    nos fatores que interferem em seu
    desenvolvimento
      (p. 20 – Módulo IX – Caderno Estudos
       Progestão).
Avaliação Institucional
   Destina-se a avaliação de instituições
    (como a escola e o sistema
    educacional), políticas e projetos. Sua
    atenção está centralizada em processos,
    relações, decisões e resultados das
    ações de uma instituição ou do sistema
    educacional como um todo. Nesse
    sentido, para ser completa, a avaliação
    institucional contempla e incorpora os
    resultados da avaliação educacional
      (p. 20 – Módulo IX – Caderno Estudos Progestão).
A Avaliação:
   Realizada no início de uma atividade, a
    avaliação diagnóstica ajuda a identificar
    a situação atual e o caminho a seguir.
   Avaliar um processo possibilita
    compreender o caminho que estamos
    percorrendo, dando chance de corrigir e
    superar dificuldades.
   Conhecer resultados permite
    compreender o passado, isto é, os
    processos que ocorreram, e assim
    melhor agir no futuro
      (p. 26 – Módulo IX – Caderno Estudos Progestão).
Avaliação Diagnóstica
   1 - A avaliação diagnóstica é
    constituída por uma sondagem,
    projeção e retrospecção da situação
    de desenvolvimento do aluno, dando-
    lhe elementos para verificar o que
    aprendeu e como aprendeu.
   2 - É uma etapa do processo
    educacional que tem por objetivo
    verificar em que medida os
    conhecimentos anteriores ocorreram e
    o que se faz necessário planejar
    para selecionar dificuldades
    encontradas.
 3 - Os alunos e professores, a partir
  da avaliação diagnóstica de forma
  integrada, reajustarão seus planos
  de ação.
 Esta avaliação deverá ocorrer no
  início de cada ciclo de estudos, pois a
  variável tempo pode favorecer ou
  prejudicar as trajetórias
  subsequentes, caso não se faça uma
  reflexão constante, crítica e
  participativa.
   4 - A referida função diagnóstica da
    avaliação obriga a uma tomada de
    decisão posterior em favor do ensino,
    estando a serviço de uma pedagogia
    que visa à transformação social.

    ◦ (SANTOS; VARELA, 2007)
Outras Relações:
   O SARESP pode ser caracterizado como parte da
    avaliação institucional na medida em que avalia as
    políticas de sistema;
   O SARESP contempla na escola uma dimensão da
    avaliação de currículo e de resultados de aproveitamento,
    integrando a avaliação educacional;
   A AAP ajuda a identificar quais alunos estão com
    dificuldades e a partir deste diagnóstico estabelecer um
    plano de ação;
   O PAP também é um instrumento do processo de
    avaliação institucional
   “Dependendo do momento que é realizada, tanto a
    avaliação educacional quanto a institucional podem ser:
    diagnóstica, de processo ou de resultados” (p. 26 – Módulo
    IX – Caderno Estudos Progestão).
ATENÇÃO!!!
 A AAP deverá:
  ◦ Auxiliar no levantamento de aspectos
    relacionados à aprendizagem dos
    alunos.
  ◦ Subsidiar discussões em ATPC.
  ◦ Apoiar ações de planejamento escolar
    e de planos de aula.
Bibliografia Básica
   FERNANDES, Maria Estrela Araújo. Progestão:como
    desenvolver a avaliação institucional da escola? Módulo IX.
    Coord. Geral Maria Aglaê de Medeiros Machado. Brasília:
    CONSED – Conselho Nacional de Secretários de Educação,
    2001. Reimpressão: São Paulo, 2005.
   HADJI, Charles. Avaliação Desmistificada. Porto Alegre:
    ARTMED, 2001.
   HAYDT, Regina Cazaux. Avaliação do processo ensino-
    aprendizagem. São Paulo: Ática, 2000.
   HOFFMANN, Jussara. Avaliação: Mito & Desafio. São Paulo:
    Mediação, 2000.
   LOCH, Valdeci Valentim. Jeito de avaliar. Curitiba: Renascer,
    1995.
   SANTOS, Monalize Rigon da; VARELA, Simone. A Avaliação
    como um Instrumento Diagnóstico da Construção do
    Conhecimento nas Séries Inicias do Ensino Fundamental.
    Revista Eletrônica de Educação. Ano I, No. 01, ago. / dez.
   VASCONCELLOS, Celso dos santos. Avaliação: concepção
    dialética libertadora do processo de avaliação escolar. São
    Paulo: Libertad, 1995.
   LUCKESI, Cipriano Carlos. Maneiras de avaliar a
    aprendizagem. Pátio. São Paulo, ano 3. nº 12. p. 7 –11,
    2000.
   LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da aprendizagem escolar.
    13º ed. São Paulo: Cortez, 2002.
   MARTINS, José Prado. Didática Geral: fundamentos,
    planejamento, metodologia e avaliação. São Paulo: Atlas,
    1985.
   SANT’ANNA, Ilza Martins. Por que avaliar? Como avaliar?:
    Critérios e instrumentos. 7. ed. Vozes. Petrópolis 2001.

Ot aap planejamento 23_04_20132

  • 1.
    Avaliação da Aprendizagem emProcesso/Edição 2013 e o Planejamento Escolar OT – 23/04/2013 DERBP
  • 2.
    Algumas Reflexões Iniciais Segundo Luckesi (2002), a avaliação, diferentemente da verificação, envolve um ato que ultrapassa a obtenção da configuração do objeto, exigindo decisão do que fazer com ele.  A verificação é uma ação que “congela” o objeto;  a avaliação, por sua vez, direciona o objeto numa trilha dinâmica da ação.
  • 3.
    Avaliação Educacional  Refere-se a avaliação da aprendizagem ou do desempenho de alunos (ou de profissionais) e à avaliação de currículos. Concentra-se no processo ensino-aprendizagem e nos fatores que interferem em seu desenvolvimento  (p. 20 – Módulo IX – Caderno Estudos Progestão).
  • 4.
    Avaliação Institucional  Destina-se a avaliação de instituições (como a escola e o sistema educacional), políticas e projetos. Sua atenção está centralizada em processos, relações, decisões e resultados das ações de uma instituição ou do sistema educacional como um todo. Nesse sentido, para ser completa, a avaliação institucional contempla e incorpora os resultados da avaliação educacional  (p. 20 – Módulo IX – Caderno Estudos Progestão).
  • 5.
    A Avaliação:  Realizada no início de uma atividade, a avaliação diagnóstica ajuda a identificar a situação atual e o caminho a seguir.  Avaliar um processo possibilita compreender o caminho que estamos percorrendo, dando chance de corrigir e superar dificuldades.  Conhecer resultados permite compreender o passado, isto é, os processos que ocorreram, e assim melhor agir no futuro  (p. 26 – Módulo IX – Caderno Estudos Progestão).
  • 6.
    Avaliação Diagnóstica  1 - A avaliação diagnóstica é constituída por uma sondagem, projeção e retrospecção da situação de desenvolvimento do aluno, dando- lhe elementos para verificar o que aprendeu e como aprendeu.
  • 7.
    2 - É uma etapa do processo educacional que tem por objetivo verificar em que medida os conhecimentos anteriores ocorreram e o que se faz necessário planejar para selecionar dificuldades encontradas.
  • 8.
     3 -Os alunos e professores, a partir da avaliação diagnóstica de forma integrada, reajustarão seus planos de ação.  Esta avaliação deverá ocorrer no início de cada ciclo de estudos, pois a variável tempo pode favorecer ou prejudicar as trajetórias subsequentes, caso não se faça uma reflexão constante, crítica e participativa.
  • 9.
    4 - A referida função diagnóstica da avaliação obriga a uma tomada de decisão posterior em favor do ensino, estando a serviço de uma pedagogia que visa à transformação social. ◦ (SANTOS; VARELA, 2007)
  • 10.
    Outras Relações:  O SARESP pode ser caracterizado como parte da avaliação institucional na medida em que avalia as políticas de sistema;  O SARESP contempla na escola uma dimensão da avaliação de currículo e de resultados de aproveitamento, integrando a avaliação educacional;  A AAP ajuda a identificar quais alunos estão com dificuldades e a partir deste diagnóstico estabelecer um plano de ação;  O PAP também é um instrumento do processo de avaliação institucional  “Dependendo do momento que é realizada, tanto a avaliação educacional quanto a institucional podem ser: diagnóstica, de processo ou de resultados” (p. 26 – Módulo IX – Caderno Estudos Progestão).
  • 11.
    ATENÇÃO!!!  A AAPdeverá: ◦ Auxiliar no levantamento de aspectos relacionados à aprendizagem dos alunos. ◦ Subsidiar discussões em ATPC. ◦ Apoiar ações de planejamento escolar e de planos de aula.
  • 12.
    Bibliografia Básica  FERNANDES, Maria Estrela Araújo. Progestão:como desenvolver a avaliação institucional da escola? Módulo IX. Coord. Geral Maria Aglaê de Medeiros Machado. Brasília: CONSED – Conselho Nacional de Secretários de Educação, 2001. Reimpressão: São Paulo, 2005.  HADJI, Charles. Avaliação Desmistificada. Porto Alegre: ARTMED, 2001.  HAYDT, Regina Cazaux. Avaliação do processo ensino- aprendizagem. São Paulo: Ática, 2000.  HOFFMANN, Jussara. Avaliação: Mito & Desafio. São Paulo: Mediação, 2000.  LOCH, Valdeci Valentim. Jeito de avaliar. Curitiba: Renascer, 1995.  SANTOS, Monalize Rigon da; VARELA, Simone. A Avaliação como um Instrumento Diagnóstico da Construção do Conhecimento nas Séries Inicias do Ensino Fundamental. Revista Eletrônica de Educação. Ano I, No. 01, ago. / dez.
  • 13.
    VASCONCELLOS, Celso dos santos. Avaliação: concepção dialética libertadora do processo de avaliação escolar. São Paulo: Libertad, 1995.  LUCKESI, Cipriano Carlos. Maneiras de avaliar a aprendizagem. Pátio. São Paulo, ano 3. nº 12. p. 7 –11, 2000.  LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da aprendizagem escolar. 13º ed. São Paulo: Cortez, 2002.  MARTINS, José Prado. Didática Geral: fundamentos, planejamento, metodologia e avaliação. São Paulo: Atlas, 1985.  SANT’ANNA, Ilza Martins. Por que avaliar? Como avaliar?: Critérios e instrumentos. 7. ed. Vozes. Petrópolis 2001.