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Caderno de Boas Práticas dos
Professores Alfabetizadores das
Escolas de Minas Gerais

Secretaria de Estado de Educaç ã de Minas Gerais-2010
o
Introduç ão

▪

As pró ximas pá
ginas apresentam boas prá
ticas com enfoque pedagó gico
apontadas e implementadas por professores alfabetizadores que alcanç aram
bons resultados na aprendizagem e nas avaliaç õ dos alunos
es

▪

O conteú deste trabalho foi produzido a partir de entrevistas e workshops em
do
que as atuais prá
ticas dos professores alfabetizadores e algumas prá
ticas
internacionais foram debatidas, detalhadas e exemplificadas

▪

Este Caderno nã pretende ser uma "receita pronta e engessada", mas, sim, um
o
instrumento para guiar o professor alfabetizador na conduç ã de um trabalho de
o
sala de aula organizado e voltado para atingir o melhor rendimento dos alunos

▪

É importante ressaltar que este Caderno estarásempre aberto à
complementaç ã a partir da experiê
o,
ncia e contribuiç ã de professores que
o
obtenham sucesso por meio de outras prá
ticas

2
Conteúdo

Instruç õ sobre como utilizar o Caderno de Boas Práticas
es

O Caderno de Boas Prá
ticas

3
Este Caderno apresenta Boas Práticas do Professor alfabetizador
distribuídas em 5 eixos fundamentais
1.

2.

▪

Utilizaç ã das mais apropriadas e eficazes prá
o
ticas e
té cnicas de ensino, em consonâ
ncia com as capacidades a
serem desenvolvidas e consolidadas em cada etapa da vida
escolar do aluno

▪

Acompanhamento da aprendizagem e dos resultados
individuais dos alunos em relaç ã às metas de proficiê
o
ncia
Aná
lise do desempenho dos alunos de forma a evidenciar a
evoluç ã e o crescimento dos mesmos
o
Intervenç õ pedagó gicas necessá
es
rias

Planejamento das
Aulas

Ensino e Avaliaç ão
da Aprendizagem

▪
▪

3.

4.

5.

Domínio de
Turma

Engajamento
dos pais e da
comunidade
Engajamento com
a equipe da
escola e
desenvolvimento
profissional

▪
▪

Formaç ã integral dos alunos atravé s do desenvolvimento
o
de capacidades, valores e posturas.
Desenvolvimento do processo pedagó gico

▪
▪

Inclusã dos pais na aprendizagem dos filhos
o
Envolvimento da comunidade nas atividades escolares

▪

Participaç ã ativa no desenvolvimento de uma equipe
o
pedagó gica alinhada com os objetivos da escola
maximizando os resultados esperados

4
Sugestão para utilizaç ão deste Caderno

1

Fazer um diagnó stico simples de como estáo seu trabalho de professor alfabetizador em
relaç ã aos 5 eixos fundamentais.
o

2

Levantar os pontos fortes e os pontos a serem trabalhados.

3

Dentro de cada um dos eixos, selecionar as boas prá
ticas que mais poderã contribuir para a
o
melhoria dos pontos a serem trabalhados.

4

Para cada boa prá
tica selecionada, definir aç õ para a implementaç ã das mesmas. Estas
es
o
aç õ podem ser inspiradas nos exemplos prá
es
ticos contidos neste Caderno, na experiê
ncia
pessoal do professor e em outras fontes de pesquisa.

5

Elaborar um Plano de Trabalho que contenha as aç õ a serem implementadas, prazos e
es
responsá
veis por desenvolvê
-las.

6

Implementar o Plano de Trabalho.

5
Como consultar o Caderno

Eixo

r

Boa Prática sugerida
para a obtenç ão da
excelência do ensino

Aç õ concretas: Exemplos de como
es
esta prá
tica foi implementada em outras
escolas que obtiveram excelentes
resultados

6
Conteúdo

Instruç õ sobre como utilizar o Caderno de Boas Prá
es
ticas

O Caderno de Boas Práticas

7
1

Planejamento das Aulas
Boa Prática

▪

Aç õ concretas
es

▪
▪

pedagó gicos adequados

Fazer uso do acervo bibliográ
fico,literá multimídia e tecnoló gico
rio,
existente na escola.

▪

Usar materiais didático-

Conhecer o Projeto Pedagó gico da Escola

▪

1.1

Buscar outras fontes que possam auxiliar no planejamento, como
livros didá
ticos, revistas pedagó gicas, dentre outros.

Elaborar planos didá
ticos considerando o Projeto Pedagó gico da
Escola e de acordo com os eixos e competê
ncias do currículo da SEE,
baseando-se, para isto, nos Cadernos da SEE/ CEALE e nos Guias do
Alfabetizador

▪

▪

1.2

Fazer avaliaç ã diagnó stica dos alunos para conhecimento de suas
o
necessidades de aprendizagem, tendo em vista as capacidades a
serem desenvolvidas e consolidadas

▪

Elaborar os roteiros / Planos de aula, considerando a realidade de sua
turma e as capacidades a serem desenvolvidas e consolidadas, a
cada etapa da vida escolar.

▪

Selecionar estraté gias e confeccionar recursos materiais para o
desenvolvimento das aulas.

▪

Utilizar o Planejamento Bimestral como base para o roteiro/Plano de
aula.

▪

Elaborar e discutir o roteiro/Plano de aula, em conjunto com o
Especialista (Supervisor Pedagó gico).

▪

Participar de reuniõ semanais com especialistas e demais
es
professores, para discutir, avaliar e replanejar aç õ pedagó gicas.
es

Fazer roteiros/planos de aula,
com uma seqü ncia ló gica de
ê
atividades

8
1

Planejamento das Aulas
Boa Prática

▪

1.3

Buscar as metodologias

Aç õ concretas
es

▪

Conhecer os diferentes mé todos de alfabetizaç ã e de ensino e
o
adaptar à realidade da turma e dos alunos, favorecendo o
desempenho satisfató rio dos mesmos.

▪

Usar diferentes recursos, estraté gias e metodologias para que todas
as crianç as possam aprender.

▪

Elevar a autoestima dos alunos, atravé s de elogios e validaç ã das
o
atividades realizadas.

▪

Realizar em sala de aula atividades de diferentes níveis, graduando as
dificuldades, a fim de proporcionar o sucesso de todos os alunos.

▪

Incentivar e organizar a participação dos alunos de turmas mais
avançadas, como monitores, auxiliando os professores
alfabetizadores.

▪

Proporcionar aulas de reforço para os alunos dentro do Plano de
Intervenção Pedagógica, com a atuação sistemática dos educadores
que estejam fora de sala de aula em atendimento aos alunos no turno
ou extraturno.

▪

Atender de forma individualizada os alunos que apresentam maiores
dificuldades de aprendizagem.

adequadas de ensino para
desenvolver a aprendizagem
dos alunos.

9
1

Planejamento das Aulas
Boa Prática

▪

1.4

Planejar as atividades
levando em conta o contexto

Aç õ concretas
es

▪
▪

Conhecer a realidade cotidiana em que os alunos vivem.

▪

Desenvolver, com os alunos, oficinas de leitura e produç ã de textos,
o
utilizando-se de textos de vá
rios gê
neros e considerando os diversos
portadores de texto que circulam no universo social.

▪

Usar recursos que a comunidade oferece para criar aulas
diferenciadas, criativas e pró ximas da realidade.

social de sua turma

Planejar as atividades a serem desenvolvidas em sala de aula,
levando em conta fatores contextuais, psicoló gicos, sociais e
bioló gicos que possam influenciar a aprendizagem das crianç as. Por
exemplo: trabalhar propaganda política como gê
nero textual na é poca
da eleiç ã atividades de conscientizaç ã e prevenç ã à dengue,
o,
o
o
movimentos e atividades pedagó gicas com temas ecoló gicos,entre
outros.

10
1

Planejamento das Aulas
Boa Prática

▪

1.5

Promover um ambiente

Aç õ concretas
es

▪

Afixar e usar, durante a aula, cartazes, calendá
rios, trabalhos de aluno,
revistas, entre outros que estejam relacionados às atividades a serem
desenvolvidas com os educandos.

▪

Construir dentro da sala de aula o “Cantinho da leitura” renová
vel, com
diferentes gê
neros e portadores de texto, conforme o Planejamento .

▪

Conscientizar toda comunidade escolar sobre a importâ
ncia da
manutenç ã do material visual produzido e exposto dentro da sala de
o
aula.

▪

Construir com os alunos etiquetas para objetos, mó veis e materiais
que compõ o ambiente de sala de aula.
em

▪

Disponibilizar em sala de aula textos para o trabalho com a linguagem:
receitas culiná
rias, regras de jogo, embalagens e ró tulos, anú
ncios,
slogans, folhetos, cartas, bilhetes, cartõ convites, textos de jornais e
es,
revistas, adivinhas, contos, romances, lendas, fá
bulas, textos didá
ticos
e informativos, dentre outros.

▪

Transformar a sala de aula num espaç o rico, bonito e incentivador da
aprendizagem da leitura e da escrita.

alfabetizador na sala de aula

11
2

Ensino e Avaliaç ão da Aprendizagem
Boa Prática

▪

2.1

Desenvolver a oralidade dos

Aç õ concretas
es

▪

alunos

▪
▪
▪

▪
▪
▪

Promover situaç õ para que os alunos falem em pú
es
blico e ouç am os
colegas com respeito, dando oportunidade e estimulando a
participaç ã de todos
o
Desenvolver atividades que envolvam declamar poesia, apresentar
jograis, cantar, contar e dramatizar histó rias, ler bilhetes, mensagens,
avisos e notícias com entonaç ã e ritmo adequados.
o
Realizar atividades de livre expressã
o(desenho, pinturas, recorte e
colagem) e fazer apreciaç ã dos trabalhos realizados
o
Incentivar o aluno a prá
ticas da oralidade em:
▪ Palco de leitura – Espaç o dentro da sala de aula em que
os alunos lê textos para os colegas
em
▪ “Mala Viajante” – Uma mala contendo livros que cada
dia fica com um aluno e ele conta uma histó ria para a
família, para amigos e, ao retornar com a mala, passa a
sua experiê
ncia aos colegas e à professora.
▪ Hora do Conto – o aluno conta a histó ria e a família
participa.
em
▪ Momento “Conto de Fadas” – os alunos lê contos para
os colegas, havendo um rodízio diá dos alunos
rio
leitores.
Promover oficinas de teatro e dramatizaç õ
es.
Planejar e desenvolver trabalhos pedagó gicos, pesquisas,
individualmente ou em grupos, sobre as datas comemorativas locais e
nacionais
Organizar auditó rio com a participaç ã das turmas e tendo os pais na
o
platé ia, para culminâ
ncia dos projetos desenvolvidos no período
escolar.

12
2

Ensino e Avaliaç ão da Aprendizagem
Boa Prática

▪

2.2

Aç õ concretas
es

▪

Desenvolver atividades de leitura e de escrita com diferentes gê
neros,
conforme o tema a ser trabalhado naquele período.

▪

Proporcionar situaç õ prazerosas de leitura, ambiente de alegria e
es
afeto.

▪

Promover oficinas de leitura e escrita com vá
rios gê
neros textuais que
circulam na sociedade.

▪

Transformar a sala de aula em oficina de textos e de aç ã social
o
(prestar informaç õ comunicados, classificados, anú
es,
ncios, avisos em
rá e jornal).
dio

▪

Desenvolver estraté gias de leitura, trabalhando as estruturas
linguísticas de forma contextualizada, dando funcionalidade aos textos.

▪

Apresentar os diversos portadores de textos como jornais, revistas,
livros para que os alunos percebam aí os gê
neros de que faz uso a
sociedade, suas características e funç õ
es.

Promover contato dos alunos
com diferentes gê
neros e
portadores de texto

13
2

Ensino e Avaliaç ão da Aprendizagem
Boa Prática

▪

Aç õ concretas
es
Indicar livros clá
ssicos e contemporâ
neos para as crianç as, condizentes
com a faixa etá interesse dos alunos e objetivos pedagó gicos a
ria,
serem alcanç ados.

▪
▪

Organizar momentos de leitura livre (pique- nique)

Realizar maratonas literá
rias por autor, tema conforme a intenç ã
o
pedagó gica.

▪

Indicar livros clá
ssicos e

▪

▪

2.3

Organizar sessõ de Filmes com os clá
es
ssicos da literatura e os
contemporâ
neos, de acordo com a faixa etá e a proposta
ria
pedagó gica.

▪

Desenvolver aulas com mú
sicas, cantos, atividades com palavras
cruzadas jogos de leitura e de matemá
tica.

▪

Disponibilizar jogos de dama, de xadrez e demais jogos de lazer e
pedagó gicos durante o recreio.

▪

Possibilitar aos alunos a ida à biblioteca també m na hora do recreio,
tendo a presenç a de um educador para atendê
-los e orientá
-los.

▪

Criar situaç õ de interdisciplinaridade com os demais professores
es
como de Educaç ã Física, Arte e Ensino Religioso.
o

contemporâ
neos condizentes
com objetivos pedagógicos a
serem alcançados

▪

2.4

Incluir atividades lúdicas no
processo de aprendizagem

Dispor de acervo literá em sala, para que os alunos possam
rio,
conviver com os livros e com a leitura por prazer.

14
2

Ensino e Avaliaç ão da Aprendizagem
Boa Prática

Aç õ concretas
es

▪

▪

2.5

Promover atividades de leitura e interpretaç ã em que os alunos
o
trabalhem com dados, grá
ficos, tabelas para busca de soluç ã para o
o
problema detectado (rendimento escolar, alunos faltosos, falta de
produtos no mercado).

▪

Promover atividades que desafiem os alunos a desenvolver
pensamento crítico, criativos e científicos.

▪
▪

Trabalhar o raciocínio com jogos e desafios matemá
ticos.

▪

Utilizar o material dourado (caixa com peç as representando unidades,
dezenas, centenas, para a interpretaç ã física das operaç õ
o
es
matemá
ticas, etc).

Propiciar situaç õ reais e
es
hipoté ticas para que os
alunos resolvam problemas

Propiciar ao aluno situaç õ problema para produç ã de grá
es
o
ficos na
prá
tica.(quantidade de alunos, idade, aniversá
rios, preferê
ncias)

15
2

Ensino e Avaliaç ão da Aprendizagem
Boa Prática

▪

2.6

Utilizar a tecnologia da
informaç ão e comunicaç ão
como recurso didáticopedagó gico

Aç õ concretas
es

▪
▪
▪
▪
▪

▪

2.7

Usar diferentes espaç os na

▪

Levar os alunos para biblioteca, quadra, horta, galinheiro, ou qualquer
espaç o diferente que haja na escola e desenvolver atividades criativas
de aprendizagem

▪

Planejar e agendar com antecedê
ncia as visitas aos espaç os da
comunidade e da escola.

▪

Definir e planejar pedagogicamente as excursõ externas com o
es
Especialista e os alunos.

▪

Buscar parcerias fora da escola , juntamente com o Diretor e
especialista, para que possam proporcionar transporte ou os meios
necessá
rios para viabilizar as visitas a bibliotecas municipais,
zooló gicos, corpo de bombeiros, aeroportos.

▪

Trabalhar comportamento dos alunos em outros ambientes e
situaç õ
es.

escola e na comunidade para
atividades pedagó gicas

Produzir e enviar e-mail
Digitar textos produzidos em sala
Buscar capacitaç ã para utilizar a informá
o
tica como recurso
pedagó gico para a aprendizagem.
Incentivar e promover o uso consciente da internet como fonte de
estudo e pesquisa dos alunos
Usar “data show”, projetores, televisõ computadores em sala de
es,
aula para tornar o processo de ensino aprendizagem mais
interessante e significativo para os alunos.

16
2

Ensino e Avaliaç ão da Aprendizagem
Boa Prática

Aç õ concretas
es

Planejar e desenvolver
avaliaç õ diagnó sticas e
es
processuais para identificar

▪

Utilizar os resultados da avaliaç ã diagnó stica para planejamento das
o
aulas e implementaç ã das intervenç õ pedagó gicas adequadas.
o
es

▪

Organizar os alunos de acordo com as dificuldades específicas e
ajustar as atividades em sala de aula às capacidades a serem
consolidadas

▪

Promover atividades com grupos de alunos para que realizem
atividades diferenciadas em funç ã das aprendizagens necessá
o
rias
naquele momento.

▪

▪

2.10
2.8

Orientar os alunos individual e coletivamente na produç ã dos
o
trabalhos escolares e oferecer oportunidades para alunos reverem e
refazerem seus trabalhos

▪

Mapear o desempenho dos alunos por eixos e capacidades
consolidadas.

▪

Usar cadernos das avaliaç õ diá
es, rios, testes, provinhas, observaç õ
es,
fichas de desempenho em leitura, em escrita e em conhecimento
matemá
ticos para avaliaç ã dos alunos.
o

▪

Promover atividades em duplas, escolhidas estrategicamente, para
estimular a ajuda entre os alunos, observando o desempenho.

▪
▪

Arquivar em uma pasta as atividades realizadas pelos alunos.

as necessidades dos alunos,
para orientar o planejamento
das aulas e das intervenç õ
es
pedagó gicas necessárias

▪

2.9

Manter um registro do
desempenho dos alunos e se
apoiar nele para planejar
intervenç õ pedagó gicas
es

Mapear as dificuldades e a aprendizagem dos alunos para direcionar
as atividades de intervenç ã pedagó gica e para direcionar o processo
o
de aprendizagem.
17
2

Ensino e Avaliaç ão da Aprendizagem
Boa Prática

▪

2.9

Manter um registro do

Aç õ concretas
es

▪

Arquivar as avaliaç õ dos alunos e entregar para os pais nas reuniõ
es
es
gerais

▪

Elaborar grá
ficos do desempenho nas aprendizagens e consolidaç ã
o
das capacidades previstas para o período juntamente com os alunos.

▪

Elaborar e implementar o Plano de Intervenç ã Pedagó gica.
o

▪

Ouvir a leitura dos alunos e preencher a ficha de leitura com as
informaç õ quanto ao desempenho, efetuando a intervenç ã em sala
es
o
e fora dela com a aç ã sistemá
o
ticas dos educadores que estã fora de
o
sala

▪

Entender e usar os resultados das avaliaç õ externas e internas para
es
avaliar a eficá do ensino da escola e planejar intervenç õ
cia
es
pedagó gicas.

▪

Realizar avaliaç ã diagnó stica visando detectar as capacidades nã
o
o
consolidadas e as consolidadas pela turma.

▪

Levantar questõ com maior índice de erros para alinhar o plano de
es
trabalho.

▪
▪

Usar a Provinha Brasil como diagnó stico.

▪

Definir os objetivos das prá
ticas de ensino em sala de aula de acordo
com as metas de proficiê
ncia da escola

desempenho dos alunos e se
apoiar nele para planejar
intervenç õ pedagó gicas
es

▪

2.10

Usar a avaliaç ão contínua
para monitorar a
aprendizagem dos alunos,
identificar suas dificuldades e
planejar as aulas e as
atividades de intervenç ão
pedagó gica

Selecionar atividades para o desenvolvimento das capacidades nã
o
consolidadas nas avaliaç õ
es

18
2

Ensino e Avaliaç ão da Aprendizagem
Boa Prática

▪

2.10

Usar a avaliaç ão contínua

Aç õ concretas
es

▪

Aplicar a metodologia utilizada nas avaliaç õ externas nas avaliaç õ
es
es
internas, buscando ajustar o ritmo da aprendizagem, tendo em vista as
capacidades a serem consolidadas no período

▪

Responsabilizar-se pelos resultados acadê
micos dos alunos, dando
acompanhamento e fazendo intervenç ã adequada no momento certo
o

▪

Fazer com o aluno a transposiç ã da letra de forma para a cursiva,
o
trabalhando o traç ado de cada letra em todas as oportunidades de
escrita cursiva

▪

Garantir a qualidade e organizaç ã dos registros das atividades no
o
caderno dos alunos (margem, espaç amento, alinhamento, escrita
conforme as convenç õ grá
es ficas)

▪

Utilizar-se de todas as prá
ticas pedagó gicas para acompanhar os
processos de aprendizagem do aluno com a finalidade de
compreender como esse aluno estáelaborando seu conhecimento,
entendo o significado do seu desempenho para fazer ajustes no
processo de ensino e aprendizagem

para monitorar a
aprendizagem dos alunos,
identificar suas dificuldades e
planejar as aulas e as
atividades de intervenç ão
pedagó gica

19
3

Domínio de turma
Boa Prática

Aç õ concretas
es

de respeito e colaboraç ão

Apoiar os alunos em suas dificuldades ajudando-os a prosseguir
aprendendo.

▪

Nunca desmerecer o aluno, principalmente diante dos pais, embora
suas dificuldades devam ser sempre discutidas.
Trabalhar com expectativas positivas desde o primeiro dia “para que o
aluno tenha sucesso em sua aprendizagem”.

▪
▪

Estabelecer um clima positivo

▪

▪

▪

3.1

Manter maior proximidade dos alunos , observando- os com afeto.

▪

Promover o trabalho em equipe e estimular ajuda mú entre os
tua
alunos.

▪

Organizar os grupos de trabalho conforme a intenç ã pedagó gica.
o

entre o professor e os alunos

▪

3.2

Incentivar os alunos a
ajudarem uns aos outros

Respeitar as diferenç as individuais, viabilizando crescimento e
aprendizagem a todos os alunos.

20
3

Domínio de turma
Boa Prática

▪

3.3

Construir normas de
comportamento é tico-moral e

Aç õ concretas
es

▪
▪

Estabelecer e cumprir regras combinadas com a turma.

▪

Estimular os alunos a cumprir as regras atravé s de brincadeiras, como
recolher livros e os brinquedos, reorganizar a sala, fazer a limpeza,
entre outras.

▪
▪

Estimular o automonitoramento dos alunos

▪

Trabalhar a inclusã dos alunos de forma pedagó gica atravé s de
o
textos, filmes, mú
sicas e atividades sociais.

▪

Incentivar a participaç ã de todos alunos nos jogos escolares,
o
campeonatos, olimpíadas.

▪

Realizar palestras, oficinas, sessõ de filmes e outras atividades que
es
possibilitem a harmonizaç ã das relaç õ com os alunos e dos filhos
o
es
com os pais.

▪

Procurar conhecer o contexto social e familiar do aluno para entendê
lo melhor .

de combate à discriminaç ão
junto com os alunos

Afixar cartaz com as regras combinadas e trabalhar o seu conteú
do
periodicamente com os alunos

Detectar dificuldades específicas da turma para juntos, professora e
alunos, vencerem os problemas.

21
3

Domínio de turma
Boa Prática

▪

3.4

Criar respostas eficazes à

Aç õ concretas
es

▪
▪

quebra de regras de
convivê
ncia

▪
▪

▪

3.5

Acreditar na capacidade de

▪

seus alunos e persistir para
que todos aprendam

▪
▪
▪
▪
▪

Falar com firmeza, sem agressividade e com respeito..
Chamar os pais para conversas individuais discutindo, entre outros
assuntos , a importâ
ncia de definir limites na escola e na família.
Proporcionar aos alunos oportunidades de conversar, de pedir
desculpas e discutir situaç õ de desentendimento, de se ajudar
es
mutuamente
Discutir com os alunos os combinados e as medidas para situaç õ de
es
descumprimento dessas regras coletivas
Observar os alunos em suas atividades, objetivando detectar
problemas de saú e comunicar aos pais para possíveis
de,
encaminhamentos.
Possibilitar a participaç ã efetiva de todos os alunos nas atividades
o
escolares.
Reconhecer talentos e aprendizagem dos alunos, acompanhar e
elogiar os seus avanços para fortalecer a sua autoestima.
Adaptar as atividades de sala de aula para incluir alunos com
necessidades educacionais especiais
Comprometer-se com o sucesso da aprendizagem de cada aluno:
“nenhum a menos”
Promover ações pedagógicas como festivais de música, poesias,
dança, torneios esportivos, olimpíadas do conhecimento, oficinas de
arte, de trabalhos manuais para descobrir talentos e promover
aprendizagens dos alunos
22
4

Engajamento dos pais e da comunidade
Boa Prática

Aç õ concretas
es

▪

▪

4.1

Planejar as reuniõ fazer convites em tempo há e realizar os
es,
bil
encontros de forma acolhedora e produtiva.

▪

Informar nas reuniõ gerais os objetivos, plano de trabalho, regras,
es
prá
ticas, avaliaç õ e expectativas em relaç ã ao desempenho dos
es
o
alunos.

▪

Atender aos pais ou responsá
veis com cordialidade, presteza e
respeito considerando-os parceiros.

▪

Combinar com o Diretor e Especialista da Escola, antes de se
comunicar diretamente com os pais.

▪

Tratar os casos especiais antes das reuniõ gerais e, se for o caso,
es
conversar individualmente com os pais.

▪

Informar e discutir com os pais os resultados do desempenho dos
alunos nas avaliaç õ realizadas nos períodos definidos no Calendá
es
rio
Escolar.

▪

Discutir e envolver os pais e comunidade no cumprimento das metas
de proficiê
ncia e de desempenho dos alunos e metas da Escola.

Manter uma boa comunicaç ão
com os pais

23
4

Engajamento dos pais e da comunidade
Boa Prática

▪

4.2

Solicitar e possibilitar a

Aç õ concretas
es

▪

Solicitar a colaboraç ã e o acompanhamento das famílias ao aluno no
o
cumprimento das tarefas de casa, no desempenho escolar e na
observaç ã e avaliaç ã
o
o.

▪

Possibilitar aos pais participar das atividades da escola que envolvem
interaç ã com a família
o

▪

Incentivar a participaç ã das famílias nas atividades culturais,
o
recreativas e de convivê
ncia com os alunos.

▪

Promover a participaç ã dos pais e comunidade nas atividades de
o
preparaç ã e de realizaç ã dos eventos.
o
o

▪

Buscar, em conjunto com o Diretor, parcerias e oportunidades na
comunidade, para os alunos aprenderem fora da escola, como:
parceria com bibliotecas pú
blicas, museus, teatros, cinemas e outros.

participaç ão dos pais e da
comunidade

24
5

Engajamento com a equipe da escola e Desenvolvimento
Profissional
Boa Prática

▪

5.1

Participar de atividades
coletivas e interagir com os
colegas

Aç õ concretas
es

▪
▪
▪

▪

5.2

Procurar aperfeiç oamento

▪

contínuo atravé s de leitura,
participaç ão de encontros,
reuniõ
es, congressos e estudo
de materiais específicos

▪
▪

▪
▪

▪

Participar construtivamente das reuniõ de mó dulo II organizadas na
es
escola, expondo seus projetos e suas descobertas e compartilhando
prá
ticas pedagó gicas exitosas.
Participar de trabalhos coletivos de planejamento e desenvolvimento
de aç õ projetos, avaliaç õ e atividades que visem à formaç ã e ao
es,
es
o
sucesso escolar dos alunos
Refletir sobre questõ pedagó gicas da escola e buscar, em conjunto,
es
com os colegas e Especialista, as soluç õ
es.
Estudar os materiais pedagó gicos institucionais da SEE como o
Caderno de Alfabetizaç ã da SEE/CEALE, Guias do Alfabetizador,
o
Boletim Pedagó gico do Proalfa, dentre outros.
Estudar os materiais indicados individualmente e participar das
discussõ coletivas a respeito deles.
es
Ler artigos na Internet sobre Educaç ã Avaliaç ã Ensino e
o,
o,
Aprendizagem, Alfabetizaç ã em revistas como Presenç a
o,
Pedagó gica, Ciê
ncia Hoje, Nova Escola, na Internet, em Livros e em
outros portadores.
Visitar o site do CRV e utilizar os estudos de caso e outros materiais
buscando o desenvolvimento profissional e novas ideias (endereç o:
http://crv.educacao.mg.gov.br/)
Utilizar o Portal do Professor que possui conteú sobre planos de
do
aula, experiê
ncias e projetos de todas as SEE, bem como os demais
sites disponíveis na internet. (endereç o:
http://portaldoprofessor.mec.gov.br)
Estudar temas e atividades curriculares que serã discutidas com os
o
alunos, preparando-se para o trabalho em sala, com competê
ncia

25
5

Engajamento com a equipe da escola e Desenvolvimento
Profissional
Boa Prática

▪

5.3

Buscar autoavaliaç õ e
es

Aç õ concretas
es

▪

Solicitar e ouvir opiniõ dos pais, a respeito do seu desempenho em
es
sala de aula.

▪

Conversar com colegas, diretores, especialistas para constatar como
eles veem a sua prá
tica e acatar sugestõ de melhoria.
es

▪

Fazer auto-avaliação e reflexão sobre sua prática, utilizando o
resultado da sua turma nas avaliações externas como parâmetro.

▪

Mudar suas estratégias de ensino a partir das avaliações da sua
prática, dos resultados da escola e dos seus alunos em avaliações
externas e internas e outros tipos de feedback.

▪

Definir prioridades e adotar medidas de excelência em sua prática em
sala de aula.

▪

Submeter-se à Avaliação de Desempenho Individual (ADI),
considerando-a como instrumento de alinhamento entre as metas
individuais e as metas da escola.

▪

Elaborar o Plano de Gestão do Desenvolvimento Individual (PGDI),
juntamente com o Diretor da Escola, no primeiro mês de cada período
avaliatório, em consonância com a necessidade de aprendizagem dos
alunos, o seu desempenho nas avaliações internas e externas e o
atingimento das metas da Escola.

“feedbacks”

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Eunice

  • 1. Caderno de Boas Práticas dos Professores Alfabetizadores das Escolas de Minas Gerais Secretaria de Estado de Educaç ã de Minas Gerais-2010 o
  • 2. Introduç ão ▪ As pró ximas pá ginas apresentam boas prá ticas com enfoque pedagó gico apontadas e implementadas por professores alfabetizadores que alcanç aram bons resultados na aprendizagem e nas avaliaç õ dos alunos es ▪ O conteú deste trabalho foi produzido a partir de entrevistas e workshops em do que as atuais prá ticas dos professores alfabetizadores e algumas prá ticas internacionais foram debatidas, detalhadas e exemplificadas ▪ Este Caderno nã pretende ser uma "receita pronta e engessada", mas, sim, um o instrumento para guiar o professor alfabetizador na conduç ã de um trabalho de o sala de aula organizado e voltado para atingir o melhor rendimento dos alunos ▪ É importante ressaltar que este Caderno estarásempre aberto à complementaç ã a partir da experiê o, ncia e contribuiç ã de professores que o obtenham sucesso por meio de outras prá ticas 2
  • 3. Conteúdo Instruç õ sobre como utilizar o Caderno de Boas Práticas es O Caderno de Boas Prá ticas 3
  • 4. Este Caderno apresenta Boas Práticas do Professor alfabetizador distribuídas em 5 eixos fundamentais 1. 2. ▪ Utilizaç ã das mais apropriadas e eficazes prá o ticas e té cnicas de ensino, em consonâ ncia com as capacidades a serem desenvolvidas e consolidadas em cada etapa da vida escolar do aluno ▪ Acompanhamento da aprendizagem e dos resultados individuais dos alunos em relaç ã às metas de proficiê o ncia Aná lise do desempenho dos alunos de forma a evidenciar a evoluç ã e o crescimento dos mesmos o Intervenç õ pedagó gicas necessá es rias Planejamento das Aulas Ensino e Avaliaç ão da Aprendizagem ▪ ▪ 3. 4. 5. Domínio de Turma Engajamento dos pais e da comunidade Engajamento com a equipe da escola e desenvolvimento profissional ▪ ▪ Formaç ã integral dos alunos atravé s do desenvolvimento o de capacidades, valores e posturas. Desenvolvimento do processo pedagó gico ▪ ▪ Inclusã dos pais na aprendizagem dos filhos o Envolvimento da comunidade nas atividades escolares ▪ Participaç ã ativa no desenvolvimento de uma equipe o pedagó gica alinhada com os objetivos da escola maximizando os resultados esperados 4
  • 5. Sugestão para utilizaç ão deste Caderno 1 Fazer um diagnó stico simples de como estáo seu trabalho de professor alfabetizador em relaç ã aos 5 eixos fundamentais. o 2 Levantar os pontos fortes e os pontos a serem trabalhados. 3 Dentro de cada um dos eixos, selecionar as boas prá ticas que mais poderã contribuir para a o melhoria dos pontos a serem trabalhados. 4 Para cada boa prá tica selecionada, definir aç õ para a implementaç ã das mesmas. Estas es o aç õ podem ser inspiradas nos exemplos prá es ticos contidos neste Caderno, na experiê ncia pessoal do professor e em outras fontes de pesquisa. 5 Elaborar um Plano de Trabalho que contenha as aç õ a serem implementadas, prazos e es responsá veis por desenvolvê -las. 6 Implementar o Plano de Trabalho. 5
  • 6. Como consultar o Caderno Eixo r Boa Prática sugerida para a obtenç ão da excelência do ensino Aç õ concretas: Exemplos de como es esta prá tica foi implementada em outras escolas que obtiveram excelentes resultados 6
  • 7. Conteúdo Instruç õ sobre como utilizar o Caderno de Boas Prá es ticas O Caderno de Boas Práticas 7
  • 8. 1 Planejamento das Aulas Boa Prática ▪ Aç õ concretas es ▪ ▪ pedagó gicos adequados Fazer uso do acervo bibliográ fico,literá multimídia e tecnoló gico rio, existente na escola. ▪ Usar materiais didático- Conhecer o Projeto Pedagó gico da Escola ▪ 1.1 Buscar outras fontes que possam auxiliar no planejamento, como livros didá ticos, revistas pedagó gicas, dentre outros. Elaborar planos didá ticos considerando o Projeto Pedagó gico da Escola e de acordo com os eixos e competê ncias do currículo da SEE, baseando-se, para isto, nos Cadernos da SEE/ CEALE e nos Guias do Alfabetizador ▪ ▪ 1.2 Fazer avaliaç ã diagnó stica dos alunos para conhecimento de suas o necessidades de aprendizagem, tendo em vista as capacidades a serem desenvolvidas e consolidadas ▪ Elaborar os roteiros / Planos de aula, considerando a realidade de sua turma e as capacidades a serem desenvolvidas e consolidadas, a cada etapa da vida escolar. ▪ Selecionar estraté gias e confeccionar recursos materiais para o desenvolvimento das aulas. ▪ Utilizar o Planejamento Bimestral como base para o roteiro/Plano de aula. ▪ Elaborar e discutir o roteiro/Plano de aula, em conjunto com o Especialista (Supervisor Pedagó gico). ▪ Participar de reuniõ semanais com especialistas e demais es professores, para discutir, avaliar e replanejar aç õ pedagó gicas. es Fazer roteiros/planos de aula, com uma seqü ncia ló gica de ê atividades 8
  • 9. 1 Planejamento das Aulas Boa Prática ▪ 1.3 Buscar as metodologias Aç õ concretas es ▪ Conhecer os diferentes mé todos de alfabetizaç ã e de ensino e o adaptar à realidade da turma e dos alunos, favorecendo o desempenho satisfató rio dos mesmos. ▪ Usar diferentes recursos, estraté gias e metodologias para que todas as crianç as possam aprender. ▪ Elevar a autoestima dos alunos, atravé s de elogios e validaç ã das o atividades realizadas. ▪ Realizar em sala de aula atividades de diferentes níveis, graduando as dificuldades, a fim de proporcionar o sucesso de todos os alunos. ▪ Incentivar e organizar a participação dos alunos de turmas mais avançadas, como monitores, auxiliando os professores alfabetizadores. ▪ Proporcionar aulas de reforço para os alunos dentro do Plano de Intervenção Pedagógica, com a atuação sistemática dos educadores que estejam fora de sala de aula em atendimento aos alunos no turno ou extraturno. ▪ Atender de forma individualizada os alunos que apresentam maiores dificuldades de aprendizagem. adequadas de ensino para desenvolver a aprendizagem dos alunos. 9
  • 10. 1 Planejamento das Aulas Boa Prática ▪ 1.4 Planejar as atividades levando em conta o contexto Aç õ concretas es ▪ ▪ Conhecer a realidade cotidiana em que os alunos vivem. ▪ Desenvolver, com os alunos, oficinas de leitura e produç ã de textos, o utilizando-se de textos de vá rios gê neros e considerando os diversos portadores de texto que circulam no universo social. ▪ Usar recursos que a comunidade oferece para criar aulas diferenciadas, criativas e pró ximas da realidade. social de sua turma Planejar as atividades a serem desenvolvidas em sala de aula, levando em conta fatores contextuais, psicoló gicos, sociais e bioló gicos que possam influenciar a aprendizagem das crianç as. Por exemplo: trabalhar propaganda política como gê nero textual na é poca da eleiç ã atividades de conscientizaç ã e prevenç ã à dengue, o, o o movimentos e atividades pedagó gicas com temas ecoló gicos,entre outros. 10
  • 11. 1 Planejamento das Aulas Boa Prática ▪ 1.5 Promover um ambiente Aç õ concretas es ▪ Afixar e usar, durante a aula, cartazes, calendá rios, trabalhos de aluno, revistas, entre outros que estejam relacionados às atividades a serem desenvolvidas com os educandos. ▪ Construir dentro da sala de aula o “Cantinho da leitura” renová vel, com diferentes gê neros e portadores de texto, conforme o Planejamento . ▪ Conscientizar toda comunidade escolar sobre a importâ ncia da manutenç ã do material visual produzido e exposto dentro da sala de o aula. ▪ Construir com os alunos etiquetas para objetos, mó veis e materiais que compõ o ambiente de sala de aula. em ▪ Disponibilizar em sala de aula textos para o trabalho com a linguagem: receitas culiná rias, regras de jogo, embalagens e ró tulos, anú ncios, slogans, folhetos, cartas, bilhetes, cartõ convites, textos de jornais e es, revistas, adivinhas, contos, romances, lendas, fá bulas, textos didá ticos e informativos, dentre outros. ▪ Transformar a sala de aula num espaç o rico, bonito e incentivador da aprendizagem da leitura e da escrita. alfabetizador na sala de aula 11
  • 12. 2 Ensino e Avaliaç ão da Aprendizagem Boa Prática ▪ 2.1 Desenvolver a oralidade dos Aç õ concretas es ▪ alunos ▪ ▪ ▪ ▪ ▪ ▪ Promover situaç õ para que os alunos falem em pú es blico e ouç am os colegas com respeito, dando oportunidade e estimulando a participaç ã de todos o Desenvolver atividades que envolvam declamar poesia, apresentar jograis, cantar, contar e dramatizar histó rias, ler bilhetes, mensagens, avisos e notícias com entonaç ã e ritmo adequados. o Realizar atividades de livre expressã o(desenho, pinturas, recorte e colagem) e fazer apreciaç ã dos trabalhos realizados o Incentivar o aluno a prá ticas da oralidade em: ▪ Palco de leitura – Espaç o dentro da sala de aula em que os alunos lê textos para os colegas em ▪ “Mala Viajante” – Uma mala contendo livros que cada dia fica com um aluno e ele conta uma histó ria para a família, para amigos e, ao retornar com a mala, passa a sua experiê ncia aos colegas e à professora. ▪ Hora do Conto – o aluno conta a histó ria e a família participa. em ▪ Momento “Conto de Fadas” – os alunos lê contos para os colegas, havendo um rodízio diá dos alunos rio leitores. Promover oficinas de teatro e dramatizaç õ es. Planejar e desenvolver trabalhos pedagó gicos, pesquisas, individualmente ou em grupos, sobre as datas comemorativas locais e nacionais Organizar auditó rio com a participaç ã das turmas e tendo os pais na o platé ia, para culminâ ncia dos projetos desenvolvidos no período escolar. 12
  • 13. 2 Ensino e Avaliaç ão da Aprendizagem Boa Prática ▪ 2.2 Aç õ concretas es ▪ Desenvolver atividades de leitura e de escrita com diferentes gê neros, conforme o tema a ser trabalhado naquele período. ▪ Proporcionar situaç õ prazerosas de leitura, ambiente de alegria e es afeto. ▪ Promover oficinas de leitura e escrita com vá rios gê neros textuais que circulam na sociedade. ▪ Transformar a sala de aula em oficina de textos e de aç ã social o (prestar informaç õ comunicados, classificados, anú es, ncios, avisos em rá e jornal). dio ▪ Desenvolver estraté gias de leitura, trabalhando as estruturas linguísticas de forma contextualizada, dando funcionalidade aos textos. ▪ Apresentar os diversos portadores de textos como jornais, revistas, livros para que os alunos percebam aí os gê neros de que faz uso a sociedade, suas características e funç õ es. Promover contato dos alunos com diferentes gê neros e portadores de texto 13
  • 14. 2 Ensino e Avaliaç ão da Aprendizagem Boa Prática ▪ Aç õ concretas es Indicar livros clá ssicos e contemporâ neos para as crianç as, condizentes com a faixa etá interesse dos alunos e objetivos pedagó gicos a ria, serem alcanç ados. ▪ ▪ Organizar momentos de leitura livre (pique- nique) Realizar maratonas literá rias por autor, tema conforme a intenç ã o pedagó gica. ▪ Indicar livros clá ssicos e ▪ ▪ 2.3 Organizar sessõ de Filmes com os clá es ssicos da literatura e os contemporâ neos, de acordo com a faixa etá e a proposta ria pedagó gica. ▪ Desenvolver aulas com mú sicas, cantos, atividades com palavras cruzadas jogos de leitura e de matemá tica. ▪ Disponibilizar jogos de dama, de xadrez e demais jogos de lazer e pedagó gicos durante o recreio. ▪ Possibilitar aos alunos a ida à biblioteca també m na hora do recreio, tendo a presenç a de um educador para atendê -los e orientá -los. ▪ Criar situaç õ de interdisciplinaridade com os demais professores es como de Educaç ã Física, Arte e Ensino Religioso. o contemporâ neos condizentes com objetivos pedagógicos a serem alcançados ▪ 2.4 Incluir atividades lúdicas no processo de aprendizagem Dispor de acervo literá em sala, para que os alunos possam rio, conviver com os livros e com a leitura por prazer. 14
  • 15. 2 Ensino e Avaliaç ão da Aprendizagem Boa Prática Aç õ concretas es ▪ ▪ 2.5 Promover atividades de leitura e interpretaç ã em que os alunos o trabalhem com dados, grá ficos, tabelas para busca de soluç ã para o o problema detectado (rendimento escolar, alunos faltosos, falta de produtos no mercado). ▪ Promover atividades que desafiem os alunos a desenvolver pensamento crítico, criativos e científicos. ▪ ▪ Trabalhar o raciocínio com jogos e desafios matemá ticos. ▪ Utilizar o material dourado (caixa com peç as representando unidades, dezenas, centenas, para a interpretaç ã física das operaç õ o es matemá ticas, etc). Propiciar situaç õ reais e es hipoté ticas para que os alunos resolvam problemas Propiciar ao aluno situaç õ problema para produç ã de grá es o ficos na prá tica.(quantidade de alunos, idade, aniversá rios, preferê ncias) 15
  • 16. 2 Ensino e Avaliaç ão da Aprendizagem Boa Prática ▪ 2.6 Utilizar a tecnologia da informaç ão e comunicaç ão como recurso didáticopedagó gico Aç õ concretas es ▪ ▪ ▪ ▪ ▪ ▪ 2.7 Usar diferentes espaç os na ▪ Levar os alunos para biblioteca, quadra, horta, galinheiro, ou qualquer espaç o diferente que haja na escola e desenvolver atividades criativas de aprendizagem ▪ Planejar e agendar com antecedê ncia as visitas aos espaç os da comunidade e da escola. ▪ Definir e planejar pedagogicamente as excursõ externas com o es Especialista e os alunos. ▪ Buscar parcerias fora da escola , juntamente com o Diretor e especialista, para que possam proporcionar transporte ou os meios necessá rios para viabilizar as visitas a bibliotecas municipais, zooló gicos, corpo de bombeiros, aeroportos. ▪ Trabalhar comportamento dos alunos em outros ambientes e situaç õ es. escola e na comunidade para atividades pedagó gicas Produzir e enviar e-mail Digitar textos produzidos em sala Buscar capacitaç ã para utilizar a informá o tica como recurso pedagó gico para a aprendizagem. Incentivar e promover o uso consciente da internet como fonte de estudo e pesquisa dos alunos Usar “data show”, projetores, televisõ computadores em sala de es, aula para tornar o processo de ensino aprendizagem mais interessante e significativo para os alunos. 16
  • 17. 2 Ensino e Avaliaç ão da Aprendizagem Boa Prática Aç õ concretas es Planejar e desenvolver avaliaç õ diagnó sticas e es processuais para identificar ▪ Utilizar os resultados da avaliaç ã diagnó stica para planejamento das o aulas e implementaç ã das intervenç õ pedagó gicas adequadas. o es ▪ Organizar os alunos de acordo com as dificuldades específicas e ajustar as atividades em sala de aula às capacidades a serem consolidadas ▪ Promover atividades com grupos de alunos para que realizem atividades diferenciadas em funç ã das aprendizagens necessá o rias naquele momento. ▪ ▪ 2.10 2.8 Orientar os alunos individual e coletivamente na produç ã dos o trabalhos escolares e oferecer oportunidades para alunos reverem e refazerem seus trabalhos ▪ Mapear o desempenho dos alunos por eixos e capacidades consolidadas. ▪ Usar cadernos das avaliaç õ diá es, rios, testes, provinhas, observaç õ es, fichas de desempenho em leitura, em escrita e em conhecimento matemá ticos para avaliaç ã dos alunos. o ▪ Promover atividades em duplas, escolhidas estrategicamente, para estimular a ajuda entre os alunos, observando o desempenho. ▪ ▪ Arquivar em uma pasta as atividades realizadas pelos alunos. as necessidades dos alunos, para orientar o planejamento das aulas e das intervenç õ es pedagó gicas necessárias ▪ 2.9 Manter um registro do desempenho dos alunos e se apoiar nele para planejar intervenç õ pedagó gicas es Mapear as dificuldades e a aprendizagem dos alunos para direcionar as atividades de intervenç ã pedagó gica e para direcionar o processo o de aprendizagem. 17
  • 18. 2 Ensino e Avaliaç ão da Aprendizagem Boa Prática ▪ 2.9 Manter um registro do Aç õ concretas es ▪ Arquivar as avaliaç õ dos alunos e entregar para os pais nas reuniõ es es gerais ▪ Elaborar grá ficos do desempenho nas aprendizagens e consolidaç ã o das capacidades previstas para o período juntamente com os alunos. ▪ Elaborar e implementar o Plano de Intervenç ã Pedagó gica. o ▪ Ouvir a leitura dos alunos e preencher a ficha de leitura com as informaç õ quanto ao desempenho, efetuando a intervenç ã em sala es o e fora dela com a aç ã sistemá o ticas dos educadores que estã fora de o sala ▪ Entender e usar os resultados das avaliaç õ externas e internas para es avaliar a eficá do ensino da escola e planejar intervenç õ cia es pedagó gicas. ▪ Realizar avaliaç ã diagnó stica visando detectar as capacidades nã o o consolidadas e as consolidadas pela turma. ▪ Levantar questõ com maior índice de erros para alinhar o plano de es trabalho. ▪ ▪ Usar a Provinha Brasil como diagnó stico. ▪ Definir os objetivos das prá ticas de ensino em sala de aula de acordo com as metas de proficiê ncia da escola desempenho dos alunos e se apoiar nele para planejar intervenç õ pedagó gicas es ▪ 2.10 Usar a avaliaç ão contínua para monitorar a aprendizagem dos alunos, identificar suas dificuldades e planejar as aulas e as atividades de intervenç ão pedagó gica Selecionar atividades para o desenvolvimento das capacidades nã o consolidadas nas avaliaç õ es 18
  • 19. 2 Ensino e Avaliaç ão da Aprendizagem Boa Prática ▪ 2.10 Usar a avaliaç ão contínua Aç õ concretas es ▪ Aplicar a metodologia utilizada nas avaliaç õ externas nas avaliaç õ es es internas, buscando ajustar o ritmo da aprendizagem, tendo em vista as capacidades a serem consolidadas no período ▪ Responsabilizar-se pelos resultados acadê micos dos alunos, dando acompanhamento e fazendo intervenç ã adequada no momento certo o ▪ Fazer com o aluno a transposiç ã da letra de forma para a cursiva, o trabalhando o traç ado de cada letra em todas as oportunidades de escrita cursiva ▪ Garantir a qualidade e organizaç ã dos registros das atividades no o caderno dos alunos (margem, espaç amento, alinhamento, escrita conforme as convenç õ grá es ficas) ▪ Utilizar-se de todas as prá ticas pedagó gicas para acompanhar os processos de aprendizagem do aluno com a finalidade de compreender como esse aluno estáelaborando seu conhecimento, entendo o significado do seu desempenho para fazer ajustes no processo de ensino e aprendizagem para monitorar a aprendizagem dos alunos, identificar suas dificuldades e planejar as aulas e as atividades de intervenç ão pedagó gica 19
  • 20. 3 Domínio de turma Boa Prática Aç õ concretas es de respeito e colaboraç ão Apoiar os alunos em suas dificuldades ajudando-os a prosseguir aprendendo. ▪ Nunca desmerecer o aluno, principalmente diante dos pais, embora suas dificuldades devam ser sempre discutidas. Trabalhar com expectativas positivas desde o primeiro dia “para que o aluno tenha sucesso em sua aprendizagem”. ▪ ▪ Estabelecer um clima positivo ▪ ▪ ▪ 3.1 Manter maior proximidade dos alunos , observando- os com afeto. ▪ Promover o trabalho em equipe e estimular ajuda mú entre os tua alunos. ▪ Organizar os grupos de trabalho conforme a intenç ã pedagó gica. o entre o professor e os alunos ▪ 3.2 Incentivar os alunos a ajudarem uns aos outros Respeitar as diferenç as individuais, viabilizando crescimento e aprendizagem a todos os alunos. 20
  • 21. 3 Domínio de turma Boa Prática ▪ 3.3 Construir normas de comportamento é tico-moral e Aç õ concretas es ▪ ▪ Estabelecer e cumprir regras combinadas com a turma. ▪ Estimular os alunos a cumprir as regras atravé s de brincadeiras, como recolher livros e os brinquedos, reorganizar a sala, fazer a limpeza, entre outras. ▪ ▪ Estimular o automonitoramento dos alunos ▪ Trabalhar a inclusã dos alunos de forma pedagó gica atravé s de o textos, filmes, mú sicas e atividades sociais. ▪ Incentivar a participaç ã de todos alunos nos jogos escolares, o campeonatos, olimpíadas. ▪ Realizar palestras, oficinas, sessõ de filmes e outras atividades que es possibilitem a harmonizaç ã das relaç õ com os alunos e dos filhos o es com os pais. ▪ Procurar conhecer o contexto social e familiar do aluno para entendê lo melhor . de combate à discriminaç ão junto com os alunos Afixar cartaz com as regras combinadas e trabalhar o seu conteú do periodicamente com os alunos Detectar dificuldades específicas da turma para juntos, professora e alunos, vencerem os problemas. 21
  • 22. 3 Domínio de turma Boa Prática ▪ 3.4 Criar respostas eficazes à Aç õ concretas es ▪ ▪ quebra de regras de convivê ncia ▪ ▪ ▪ 3.5 Acreditar na capacidade de ▪ seus alunos e persistir para que todos aprendam ▪ ▪ ▪ ▪ ▪ Falar com firmeza, sem agressividade e com respeito.. Chamar os pais para conversas individuais discutindo, entre outros assuntos , a importâ ncia de definir limites na escola e na família. Proporcionar aos alunos oportunidades de conversar, de pedir desculpas e discutir situaç õ de desentendimento, de se ajudar es mutuamente Discutir com os alunos os combinados e as medidas para situaç õ de es descumprimento dessas regras coletivas Observar os alunos em suas atividades, objetivando detectar problemas de saú e comunicar aos pais para possíveis de, encaminhamentos. Possibilitar a participaç ã efetiva de todos os alunos nas atividades o escolares. Reconhecer talentos e aprendizagem dos alunos, acompanhar e elogiar os seus avanços para fortalecer a sua autoestima. Adaptar as atividades de sala de aula para incluir alunos com necessidades educacionais especiais Comprometer-se com o sucesso da aprendizagem de cada aluno: “nenhum a menos” Promover ações pedagógicas como festivais de música, poesias, dança, torneios esportivos, olimpíadas do conhecimento, oficinas de arte, de trabalhos manuais para descobrir talentos e promover aprendizagens dos alunos 22
  • 23. 4 Engajamento dos pais e da comunidade Boa Prática Aç õ concretas es ▪ ▪ 4.1 Planejar as reuniõ fazer convites em tempo há e realizar os es, bil encontros de forma acolhedora e produtiva. ▪ Informar nas reuniõ gerais os objetivos, plano de trabalho, regras, es prá ticas, avaliaç õ e expectativas em relaç ã ao desempenho dos es o alunos. ▪ Atender aos pais ou responsá veis com cordialidade, presteza e respeito considerando-os parceiros. ▪ Combinar com o Diretor e Especialista da Escola, antes de se comunicar diretamente com os pais. ▪ Tratar os casos especiais antes das reuniõ gerais e, se for o caso, es conversar individualmente com os pais. ▪ Informar e discutir com os pais os resultados do desempenho dos alunos nas avaliaç õ realizadas nos períodos definidos no Calendá es rio Escolar. ▪ Discutir e envolver os pais e comunidade no cumprimento das metas de proficiê ncia e de desempenho dos alunos e metas da Escola. Manter uma boa comunicaç ão com os pais 23
  • 24. 4 Engajamento dos pais e da comunidade Boa Prática ▪ 4.2 Solicitar e possibilitar a Aç õ concretas es ▪ Solicitar a colaboraç ã e o acompanhamento das famílias ao aluno no o cumprimento das tarefas de casa, no desempenho escolar e na observaç ã e avaliaç ã o o. ▪ Possibilitar aos pais participar das atividades da escola que envolvem interaç ã com a família o ▪ Incentivar a participaç ã das famílias nas atividades culturais, o recreativas e de convivê ncia com os alunos. ▪ Promover a participaç ã dos pais e comunidade nas atividades de o preparaç ã e de realizaç ã dos eventos. o o ▪ Buscar, em conjunto com o Diretor, parcerias e oportunidades na comunidade, para os alunos aprenderem fora da escola, como: parceria com bibliotecas pú blicas, museus, teatros, cinemas e outros. participaç ão dos pais e da comunidade 24
  • 25. 5 Engajamento com a equipe da escola e Desenvolvimento Profissional Boa Prática ▪ 5.1 Participar de atividades coletivas e interagir com os colegas Aç õ concretas es ▪ ▪ ▪ ▪ 5.2 Procurar aperfeiç oamento ▪ contínuo atravé s de leitura, participaç ão de encontros, reuniõ es, congressos e estudo de materiais específicos ▪ ▪ ▪ ▪ ▪ Participar construtivamente das reuniõ de mó dulo II organizadas na es escola, expondo seus projetos e suas descobertas e compartilhando prá ticas pedagó gicas exitosas. Participar de trabalhos coletivos de planejamento e desenvolvimento de aç õ projetos, avaliaç õ e atividades que visem à formaç ã e ao es, es o sucesso escolar dos alunos Refletir sobre questõ pedagó gicas da escola e buscar, em conjunto, es com os colegas e Especialista, as soluç õ es. Estudar os materiais pedagó gicos institucionais da SEE como o Caderno de Alfabetizaç ã da SEE/CEALE, Guias do Alfabetizador, o Boletim Pedagó gico do Proalfa, dentre outros. Estudar os materiais indicados individualmente e participar das discussõ coletivas a respeito deles. es Ler artigos na Internet sobre Educaç ã Avaliaç ã Ensino e o, o, Aprendizagem, Alfabetizaç ã em revistas como Presenç a o, Pedagó gica, Ciê ncia Hoje, Nova Escola, na Internet, em Livros e em outros portadores. Visitar o site do CRV e utilizar os estudos de caso e outros materiais buscando o desenvolvimento profissional e novas ideias (endereç o: http://crv.educacao.mg.gov.br/) Utilizar o Portal do Professor que possui conteú sobre planos de do aula, experiê ncias e projetos de todas as SEE, bem como os demais sites disponíveis na internet. (endereç o: http://portaldoprofessor.mec.gov.br) Estudar temas e atividades curriculares que serã discutidas com os o alunos, preparando-se para o trabalho em sala, com competê ncia 25
  • 26. 5 Engajamento com a equipe da escola e Desenvolvimento Profissional Boa Prática ▪ 5.3 Buscar autoavaliaç õ e es Aç õ concretas es ▪ Solicitar e ouvir opiniõ dos pais, a respeito do seu desempenho em es sala de aula. ▪ Conversar com colegas, diretores, especialistas para constatar como eles veem a sua prá tica e acatar sugestõ de melhoria. es ▪ Fazer auto-avaliação e reflexão sobre sua prática, utilizando o resultado da sua turma nas avaliações externas como parâmetro. ▪ Mudar suas estratégias de ensino a partir das avaliações da sua prática, dos resultados da escola e dos seus alunos em avaliações externas e internas e outros tipos de feedback. ▪ Definir prioridades e adotar medidas de excelência em sua prática em sala de aula. ▪ Submeter-se à Avaliação de Desempenho Individual (ADI), considerando-a como instrumento de alinhamento entre as metas individuais e as metas da escola. ▪ Elaborar o Plano de Gestão do Desenvolvimento Individual (PGDI), juntamente com o Diretor da Escola, no primeiro mês de cada período avaliatório, em consonância com a necessidade de aprendizagem dos alunos, o seu desempenho nas avaliações internas e externas e o atingimento das metas da Escola. “feedbacks” 26