SlideShare uma empresa Scribd logo
Produção Audiovisual
Parte 1 – Origens do Audiovisual
CEFET-RJ Campus Maria da Graça
CEFET-RJ Campus Maria da Graça
Conceito de Audiovisual
Conjunto de todas as tecnologias, formas de
comunicação e produtos constituídos de sons e
imagens com impressão de movimento.
CEFET-RJ Campus Maria da Graça
Origens do Audiovisual
Imagens em movimento: Séc.XIX - Jogos óticos (fenaquitiscópio, zootropo,
praxinoscópio, etc)
CEFET-RJ Campus Maria da Graça
Origens do Audiovisual
James Eadward Muybridge (1830-1904) – Fotografias exibidas
sequencialmente para o estudo do movimento
Thomas Alva Edison (1847-1931)
Detentor de várias patentes: fonógrafo,
lâmpada elétrica, cinematógrafo, cinescópio,
cinefone, vitascópio...
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
Empresa produtora de filmes, propriedade do
inventor Thomas Edison. O estúdio de cinema
foi responsável por 1.200 filmes pela “Edison
Manufacturing Company” (1894 -1911) e pela
“Thomas A. Edison, Inc.” (1911-1918), até o seu
fechamento em 1918. Desse montante, 54
foram longa-metragens e o restante filmes
curtos.
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
A primeira unidade de produção, a Edison's
Black Maria Studios, em Nova Jersey, foi
construída em 1892-1893. A segunda unidade,
um estúdio com telhado de vidro, foi
construído no distrito de entretenimento
de Manhattan, e inaugurado em 1901. Em
1907, Edison teve suas novas instalações
construídas no Bronx, NY.
Edison Studios
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
Louis e Auguste Lumière
Georges Mèliès
Produção Audiovisual
Parte 2 - Audiovisual e Educação
CEFET-RJ Campus Maria da Graça
CEFET-RJ Campus Maria da Graça
O vídeo está umbilicalmente ligado à televisão e a um
contexto de lazer, e entretenimento, que passa
imperceptivelmente para a sala de aula. Vídeo, na
cabeça dos alunos, significa descanso e não "aula“ (...)
José Manuel Moran
Pesquisador, Professor, Conferencista e
Orientador de projetos inovadores na
educação.
O Vídeo na Sala de Aula
Artigo publicado na revista
Comunicação & Educação. São Paulo,
ECA-Ed. Moderna, [2]: 27 a 35, jan./abr.
de 1995
USOS INADEQUADOS EM AULA
1) Vídeo-tapa buraco: colocar vídeo quando há um problema inesperado, como ausência do
professor. Usar este expediente eventualmente pode ser útil, mas se for feito com
freqüência, desvaloriza o uso do vídeo e o associa -na cabeça do aluno- a não ter aula.
2) Vídeo-enrolação: exibir um vídeo sem muita ligação com a matéria. O aluno percebe que o
vídeo é usado como forma de camuflar a aula. Pode concordar na hora, mas discorda do seu
mau uso.
3) Vídeo-deslumbramento: O professor que acaba de descobrir o uso do vídeo costuma
empolgar-se e passa vídeo em todas as aulas, esquecendo outras dinâmicas mais
pertinentes. O uso exagerado do vídeo diminui a sua eficácia e empobrece as aulas.
4) Vídeo-perfeição: Existem professores que questionam todos os vídeos possíveis porque
possuem defeitos de informação ou estéticos. Os vídeos que apresentam conceitos
problemáticos podem ser usados para descobri-los, junto com os alunos, e questioná-los.
5) Só vídeo: Não é satisfatório didaticamente exibir o vídeo sem discuti-lo, sem integrá-lo com o
assunto de aula, sem voltar e mostrar alguns momentos mais importantes.
CEFET-RJ Campus Maria da Graça
PROPOSTAS DE UTILIZAÇÃO
1) Vídeo como SENSIBILIZAÇÃO: É, do meu ponto de vista, ouso mais importante na
escola. Um bom vídeo é interessantíssimo para introduzir um novo assunto, para
despertar a curiosidade, a motivação para novos temas. Isso facilitará o desejo de
pesquisa nos alunos para aprofundar o assunto do vídeo e da matéria.
2) Vídeo como ILUSTRAÇÃO: O vídeo muitas vezes ajuda a mostrar o que se fala em aula, a
compor cenários desconhecidos dos alunos. Por exemplo, um vídeo que exemplifica
como eram os romanos na época de Julio César ou Nero, mesmo que não seja
totalmente fiel, ajuda a situar os alunos no tempo histórico. Um vídeo traz para a sala de
aula realidades distantes dos alunos, como por exemplo a Amazônia ou a África. A vida
se aproxima da escola através do vídeo.
3) Vídeo como SIMULAÇÃO: É uma ilustração mais sofisticada. O vídeo pode simular
experiências de química que seriam perigosas em laboratório ou que exigiriam muito
tempo e recursos. Um vídeo pode mostrar o crescimento acelerado de uma planta, de
uma árvore -da semente até a maturidade- em poucos segundos
4) Vídeo como CONTEÚDO DE ENSINO: Vídeo que mostra determinado assunto, de forma
direta ou indireta. De forma direta, quando informa sobre um tema específico
orientando a sua interpretação. De forma indireta, quando mostra um tema, permitindo
abordagens múltiplas, interdisciplinares.
CEFET-RJ Campus Maria da Graça
PROPOSTAS DE UTILIZAÇÃO
5) Vídeo como PRODUÇÃO:
- Como documentação, registro de eventos, de aulas, de estudos do meio, de experiências,
de entrevistas, depoimentos. Isto facilita o trabalho do professor, dos alunos e dos futuros
alunos. O professor deve poder documentar o que é mais importante para o seu trabalho,
ter o seu próprio material de vídeo assim como tem os seus livros e apostilas para preparar
as suas aulas. O professor estará atento para gravar o material audiovisual mais utilizado,
para não depender sempre do empréstimo ou aluguel dos mesmos programas.
- Como intervenção: interferir, modificar um determinado programa, um material
audiovisual, acrescentando uma nova trilha sonora ou editando o material de forma
compacta ou introduzindo novas cenas com novos significados. O professor precisa perder o
medo, o respeito ao vídeo assim como ele interfere num texto escrito, modificando-o,
acrescentando novos dados, novas interpretações, contextos mais próximos do aluno.
- Vídeo como expressão, como nova forma de comunicação, adaptada à sensibilidade
principalmente das crianças e dos jovens. As crianças adoram fazer vídeo e a escola precisa
incentivar o máximo possível a produção de pesquisas em vídeo pelos alunos. A produção
em vídeo tem uma dimensão moderna, lúdica. Moderna, como um meio contemporâneo,
novo e que integra linguagens. Lúdica, pela miniaturização da câmera, que permite brincar
com a realidade, levá-la junto para qualquer lugar. Filmar é uma das experiências mais
envolventes tanto para as crianças como para os adultos. Os alunos podem ser incentivados
a produzir dentro de uma determinada matéria, ou dentro de um trabalho interdisciplinar. E
também produzir programas informativos, feitos por eles mesmos e colocá-los em lugares
visíveis dentro da escola e em horários onde muitas crianças possam assisti-los.
CEFET-RJ Campus Maria da Graça
PROPOSTAS DE UTILIZAÇÃO
6) Vídeo como AVALIAÇÃO: Dos alunos, do professor, do processo.
7) Vídeo ESPELHO: Vejo-me na tela para poder compreender-me, para descobrir meu
corpo, meus gestos, meus cacoetes. Vídeo-espelho para análise do grupo e dos papéis
de cada um, para acompanhar o comportamento de cada um, do ponto de vista
participativo, para incentivar os mais retraídos e pedir aos que falam muito para darem
mais espaço aos colegas. O vídeo-espelho é de grande utilidade para o professor se ver,
examinar sua comunicação com os alunos, suas qualidades e defeitos.
8) Vídeo como INTEGRAÇÃO/SUPORTE: De outras mídias. - Vídeo como suporte da
televisão e do cinema. Gravar em vídeo programas. importantes da televisão para
utilização em aula. Alugar ou comprar filmes de longa metragem, documentários para
ampliar o conhecimento de cinema, iniciar os alunos na linguagem audiovisual. - Vídeo
interagindo com outras mídias como o computador, o CD-ROM, com os videogames,
com a Internet.
CEFET-RJ Campus Maria da Graça

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Uso do vídeo
Uso do vídeoUso do vídeo
Uso do vídeo
ntebrusque
 
Propostas de utilização do vídeo na sala de aula
Propostas de utilização do vídeo na sala de aulaPropostas de utilização do vídeo na sala de aula
Propostas de utilização do vídeo na sala de aula
Auta Fernandes Costa
 
Propostas de utilização do vídeo na sala de aula
Propostas de utilização do vídeo na sala de aulaPropostas de utilização do vídeo na sala de aula
Propostas de utilização do vídeo na sala de aula
Auta Fernandes Costa
 
O VíDeo Na Sala De Aula
O VíDeo Na Sala De AulaO VíDeo Na Sala De Aula
O VíDeo Na Sala De Aula
adrianacarrazoni
 
Vídeo em sala de aula
Vídeo em sala de aulaVídeo em sala de aula
Vídeo em sala de aula
Ana Pierina
 
O uso da tv e vídeo na escola
O uso da tv e vídeo na escolaO uso da tv e vídeo na escola
O uso da tv e vídeo na escola
LuRamos16
 
O uso do CD, DVD e ví¤¥o
O uso do CD, DVD e ví¤¥o O uso do CD, DVD e ví¤¥o
O uso do CD, DVD e ví¤¥o
valdeniDinamizador
 
O uso do dvd em sala de aula 2
O uso do dvd em sala de aula 2O uso do dvd em sala de aula 2
O uso do dvd em sala de aula 2
anareginaa
 
Relatório de Produção em Novas Tecnologias
Relatório de Produção em Novas TecnologiasRelatório de Produção em Novas Tecnologias
Relatório de Produção em Novas Tecnologias
Venelouis Polar
 
Cinema na sala
Cinema na salaCinema na sala
Cinema na sala
aldarsilva
 
SEMINÁRIO - TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO
SEMINÁRIO - TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃOSEMINÁRIO - TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO
SEMINÁRIO - TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO
Daianne Gonçalves
 
Tecnologias e o video na educacao 2011 - Silvia Fichmann
Tecnologias e o video na educacao 2011 - Silvia FichmannTecnologias e o video na educacao 2011 - Silvia Fichmann
Tecnologias e o video na educacao 2011 - Silvia Fichmann
Silvia Fichmann
 
O Vídeo, a TV e o Cinema em sala de aula
O Vídeo, a TV e o Cinema em sala de aulaO Vídeo, a TV e o Cinema em sala de aula
O Vídeo, a TV e o Cinema em sala de aula
JOSUE DIAS
 
Palestra 02
Palestra 02Palestra 02
Palestra 02
mbcleao
 
Uso pedagógico de vídeos
Uso pedagógico de vídeosUso pedagógico de vídeos
Uso pedagógico de vídeos
Lúcia Martins
 
Sequência Didática: Vídeo Trava- Língua:
Sequência Didática: Vídeo Trava- Língua: Sequência Didática: Vídeo Trava- Língua:
Sequência Didática: Vídeo Trava- Língua:
Casa da Árvore - Cultura Digital e Aprendizagem Criativa
 
escola.doc
escola.docescola.doc
escola.doc
Marta Beznos
 
Produção vídeo
Produção vídeoProdução vídeo
Produção vídeo
teusantana
 

Mais procurados (18)

Uso do vídeo
Uso do vídeoUso do vídeo
Uso do vídeo
 
Propostas de utilização do vídeo na sala de aula
Propostas de utilização do vídeo na sala de aulaPropostas de utilização do vídeo na sala de aula
Propostas de utilização do vídeo na sala de aula
 
Propostas de utilização do vídeo na sala de aula
Propostas de utilização do vídeo na sala de aulaPropostas de utilização do vídeo na sala de aula
Propostas de utilização do vídeo na sala de aula
 
O VíDeo Na Sala De Aula
O VíDeo Na Sala De AulaO VíDeo Na Sala De Aula
O VíDeo Na Sala De Aula
 
Vídeo em sala de aula
Vídeo em sala de aulaVídeo em sala de aula
Vídeo em sala de aula
 
O uso da tv e vídeo na escola
O uso da tv e vídeo na escolaO uso da tv e vídeo na escola
O uso da tv e vídeo na escola
 
O uso do CD, DVD e ví¤¥o
O uso do CD, DVD e ví¤¥o O uso do CD, DVD e ví¤¥o
O uso do CD, DVD e ví¤¥o
 
O uso do dvd em sala de aula 2
O uso do dvd em sala de aula 2O uso do dvd em sala de aula 2
O uso do dvd em sala de aula 2
 
Relatório de Produção em Novas Tecnologias
Relatório de Produção em Novas TecnologiasRelatório de Produção em Novas Tecnologias
Relatório de Produção em Novas Tecnologias
 
Cinema na sala
Cinema na salaCinema na sala
Cinema na sala
 
SEMINÁRIO - TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO
SEMINÁRIO - TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃOSEMINÁRIO - TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO
SEMINÁRIO - TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO
 
Tecnologias e o video na educacao 2011 - Silvia Fichmann
Tecnologias e o video na educacao 2011 - Silvia FichmannTecnologias e o video na educacao 2011 - Silvia Fichmann
Tecnologias e o video na educacao 2011 - Silvia Fichmann
 
O Vídeo, a TV e o Cinema em sala de aula
O Vídeo, a TV e o Cinema em sala de aulaO Vídeo, a TV e o Cinema em sala de aula
O Vídeo, a TV e o Cinema em sala de aula
 
Palestra 02
Palestra 02Palestra 02
Palestra 02
 
Uso pedagógico de vídeos
Uso pedagógico de vídeosUso pedagógico de vídeos
Uso pedagógico de vídeos
 
Sequência Didática: Vídeo Trava- Língua:
Sequência Didática: Vídeo Trava- Língua: Sequência Didática: Vídeo Trava- Língua:
Sequência Didática: Vídeo Trava- Língua:
 
escola.doc
escola.docescola.doc
escola.doc
 
Produção vídeo
Produção vídeoProdução vídeo
Produção vídeo
 

Destaque

Oficina de Audiovisual CEFET-RJ (3)
Oficina de Audiovisual CEFET-RJ (3)Oficina de Audiovisual CEFET-RJ (3)
Oficina de Audiovisual CEFET-RJ (3)
Luciano Dias
 
Roteiro Audiovisual
Roteiro AudiovisualRoteiro Audiovisual
Roteiro Audiovisual
Luciano Dias
 
Roteiro Audiovisual
Roteiro AudiovisualRoteiro Audiovisual
Roteiro Audiovisual
Luciano Dias
 
Oficina de Audiovisual CEFET-RJ (2)
Oficina de Audiovisual CEFET-RJ (2)Oficina de Audiovisual CEFET-RJ (2)
Oficina de Audiovisual CEFET-RJ (2)
Luciano Dias
 
Operação de Câmera de Vídeo
Operação de Câmera de VídeoOperação de Câmera de Vídeo
Operação de Câmera de Vídeo
Luciano Dias
 
Mostra de Arte
Mostra de ArteMostra de Arte
Mostra de Arte
Luciano Dias
 
Sjb vista pcem[1]
Sjb vista pcem[1]Sjb vista pcem[1]
Sjb vista pcem[1]
wladimir
 
Arte Barroca na Europa
Arte Barroca na EuropaArte Barroca na Europa
Arte Barroca na Europa
Luciano Dias
 
Montagem e Edição de Vídeo
Montagem e Edição de VídeoMontagem e Edição de Vídeo
Montagem e Edição de Vídeo
Luciano Dias
 
Equipes e Fases da Produção Audiovisual
Equipes e Fases da Produção AudiovisualEquipes e Fases da Produção Audiovisual
Equipes e Fases da Produção Audiovisual
Luciano Dias
 
Tipos de Documentários
Tipos de DocumentáriosTipos de Documentários
Tipos de Documentários
Luciano Dias
 
Oficina Movie maker
Oficina Movie makerOficina Movie maker
Oficina Movie maker
oficina-blog
 
Cinema vai à escola
Cinema vai à escolaCinema vai à escola
Cinema vai à escola
Mari_Saracchini
 
Blue headed parrot
Blue headed parrotBlue headed parrot
Blue headed parrot
Marcioveras
 
Arte Colonial Brasileira
Arte Colonial BrasileiraArte Colonial Brasileira
Arte Colonial Brasileira
Luciano Dias
 
Produção de Vídeos com o Celular - Dicas para um ótimo trabalho
Produção de Vídeos com o Celular - Dicas para um ótimo trabalhoProdução de Vídeos com o Celular - Dicas para um ótimo trabalho
Produção de Vídeos com o Celular - Dicas para um ótimo trabalho
Suintila Valiño Pedreira
 
Teoria das Cores
Teoria das CoresTeoria das Cores
Teoria das Cores
Luciano Dias
 
O Surgimento da Linguagem Cinematográfica
O Surgimento da Linguagem CinematográficaO Surgimento da Linguagem Cinematográfica
O Surgimento da Linguagem Cinematográfica
Luciano Dias
 
Oficina de producao_de_video
Oficina de producao_de_videoOficina de producao_de_video
Oficina de producao_de_video
Bernardete Motter
 
Iconografia
IconografiaIconografia
Iconografia
Luciano Dias
 

Destaque (20)

Oficina de Audiovisual CEFET-RJ (3)
Oficina de Audiovisual CEFET-RJ (3)Oficina de Audiovisual CEFET-RJ (3)
Oficina de Audiovisual CEFET-RJ (3)
 
Roteiro Audiovisual
Roteiro AudiovisualRoteiro Audiovisual
Roteiro Audiovisual
 
Roteiro Audiovisual
Roteiro AudiovisualRoteiro Audiovisual
Roteiro Audiovisual
 
Oficina de Audiovisual CEFET-RJ (2)
Oficina de Audiovisual CEFET-RJ (2)Oficina de Audiovisual CEFET-RJ (2)
Oficina de Audiovisual CEFET-RJ (2)
 
Operação de Câmera de Vídeo
Operação de Câmera de VídeoOperação de Câmera de Vídeo
Operação de Câmera de Vídeo
 
Mostra de Arte
Mostra de ArteMostra de Arte
Mostra de Arte
 
Sjb vista pcem[1]
Sjb vista pcem[1]Sjb vista pcem[1]
Sjb vista pcem[1]
 
Arte Barroca na Europa
Arte Barroca na EuropaArte Barroca na Europa
Arte Barroca na Europa
 
Montagem e Edição de Vídeo
Montagem e Edição de VídeoMontagem e Edição de Vídeo
Montagem e Edição de Vídeo
 
Equipes e Fases da Produção Audiovisual
Equipes e Fases da Produção AudiovisualEquipes e Fases da Produção Audiovisual
Equipes e Fases da Produção Audiovisual
 
Tipos de Documentários
Tipos de DocumentáriosTipos de Documentários
Tipos de Documentários
 
Oficina Movie maker
Oficina Movie makerOficina Movie maker
Oficina Movie maker
 
Cinema vai à escola
Cinema vai à escolaCinema vai à escola
Cinema vai à escola
 
Blue headed parrot
Blue headed parrotBlue headed parrot
Blue headed parrot
 
Arte Colonial Brasileira
Arte Colonial BrasileiraArte Colonial Brasileira
Arte Colonial Brasileira
 
Produção de Vídeos com o Celular - Dicas para um ótimo trabalho
Produção de Vídeos com o Celular - Dicas para um ótimo trabalhoProdução de Vídeos com o Celular - Dicas para um ótimo trabalho
Produção de Vídeos com o Celular - Dicas para um ótimo trabalho
 
Teoria das Cores
Teoria das CoresTeoria das Cores
Teoria das Cores
 
O Surgimento da Linguagem Cinematográfica
O Surgimento da Linguagem CinematográficaO Surgimento da Linguagem Cinematográfica
O Surgimento da Linguagem Cinematográfica
 
Oficina de producao_de_video
Oficina de producao_de_videoOficina de producao_de_video
Oficina de producao_de_video
 
Iconografia
IconografiaIconografia
Iconografia
 

Semelhante a Oficina de Audiovisual CEFET-RJ

Uso do vídeo
Uso do vídeoUso do vídeo
Uso do vídeo
Marcia Mendes
 
Propostas de utilização do vídeo na sala de aula
Propostas de utilização do vídeo na sala de aulaPropostas de utilização do vídeo na sala de aula
Propostas de utilização do vídeo na sala de aula
dilmamorais2011
 
Propostas de utilização do vídeo na sala de aula
Propostas de utilização do vídeo na sala de aulaPropostas de utilização do vídeo na sala de aula
Propostas de utilização do vídeo na sala de aula
Antoniocarlos2011
 
Propostas de utilização do vídeo na sala de aula
Propostas de utilização do vídeo na sala de aulaPropostas de utilização do vídeo na sala de aula
Propostas de utilização do vídeo na sala de aula
Auta Fernandes Costa
 
Figuras de linguagem
Figuras de linguagemFiguras de linguagem
Figuras de linguagem
guesteff5cc
 
TelevisãO E Dvd X MediaçãO PedagóGica
TelevisãO E Dvd X MediaçãO PedagóGicaTelevisãO E Dvd X MediaçãO PedagóGica
TelevisãO E Dvd X MediaçãO PedagóGica
guest04530b2
 
O cinema na sala de aula
O cinema na sala de aulaO cinema na sala de aula
O cinema na sala de aula
Edilson Arruda
 
Novas tecnologias educacionais 3
Novas tecnologias educacionais 3Novas tecnologias educacionais 3
Novas tecnologias educacionais 3
Laércio Góes
 
O vídeo na construção de uma educação
O vídeo na construção de uma educaçãoO vídeo na construção de uma educação
O vídeo na construção de uma educação
Joaquim Borgato
 
Multimeios aplicados a educação
Multimeios aplicados a educaçãoMultimeios aplicados a educação
Multimeios aplicados a educação
Ticasantos
 
O vídeo na construção de uma educação
O vídeo na construção de uma educaçãoO vídeo na construção de uma educação
O vídeo na construção de uma educação
sergioborgato
 
Metodologia do ensino superior: O Vídeo, a TV e o Cinema em sala de aula
Metodologia do ensino superior: O Vídeo, a TV e o Cinema em sala de aulaMetodologia do ensino superior: O Vídeo, a TV e o Cinema em sala de aula
Metodologia do ensino superior: O Vídeo, a TV e o Cinema em sala de aula
JOSUE DIAS
 
Videos
VideosVideos
Videos
taimaratr
 
Vídeoaula técnica
Vídeoaula técnicaVídeoaula técnica
Vídeoaula técnica
sergioborgato
 
1 utilizandofilmesemsaladeaula
1 utilizandofilmesemsaladeaula1 utilizandofilmesemsaladeaula
1 utilizandofilmesemsaladeaula
Juliana Tolêdo
 
Projeto conservação do patrimônio escolar trabalho
Projeto conservação do patrimônio escolar trabalhoProjeto conservação do patrimônio escolar trabalho
Projeto conservação do patrimônio escolar trabalho
Valdenir Soares
 
Edição e remix de conteúdo digital
Edição e remix de conteúdo digitalEdição e remix de conteúdo digital
Edição e remix de conteúdo digital
Alexandra de Siqueira
 
Física
FísicaFísica
Stop Motion ( AnimaçãO Em VíDeo Na PráTica PedagóGica)
Stop Motion ( AnimaçãO Em VíDeo Na PráTica PedagóGica)Stop Motion ( AnimaçãO Em VíDeo Na PráTica PedagóGica)
Stop Motion ( AnimaçãO Em VíDeo Na PráTica PedagóGica)
elizetearantes
 
L2 gpeform
L2 gpeformL2 gpeform
L2 gpeform
Norma Cunha
 

Semelhante a Oficina de Audiovisual CEFET-RJ (20)

Uso do vídeo
Uso do vídeoUso do vídeo
Uso do vídeo
 
Propostas de utilização do vídeo na sala de aula
Propostas de utilização do vídeo na sala de aulaPropostas de utilização do vídeo na sala de aula
Propostas de utilização do vídeo na sala de aula
 
Propostas de utilização do vídeo na sala de aula
Propostas de utilização do vídeo na sala de aulaPropostas de utilização do vídeo na sala de aula
Propostas de utilização do vídeo na sala de aula
 
Propostas de utilização do vídeo na sala de aula
Propostas de utilização do vídeo na sala de aulaPropostas de utilização do vídeo na sala de aula
Propostas de utilização do vídeo na sala de aula
 
Figuras de linguagem
Figuras de linguagemFiguras de linguagem
Figuras de linguagem
 
TelevisãO E Dvd X MediaçãO PedagóGica
TelevisãO E Dvd X MediaçãO PedagóGicaTelevisãO E Dvd X MediaçãO PedagóGica
TelevisãO E Dvd X MediaçãO PedagóGica
 
O cinema na sala de aula
O cinema na sala de aulaO cinema na sala de aula
O cinema na sala de aula
 
Novas tecnologias educacionais 3
Novas tecnologias educacionais 3Novas tecnologias educacionais 3
Novas tecnologias educacionais 3
 
O vídeo na construção de uma educação
O vídeo na construção de uma educaçãoO vídeo na construção de uma educação
O vídeo na construção de uma educação
 
Multimeios aplicados a educação
Multimeios aplicados a educaçãoMultimeios aplicados a educação
Multimeios aplicados a educação
 
O vídeo na construção de uma educação
O vídeo na construção de uma educaçãoO vídeo na construção de uma educação
O vídeo na construção de uma educação
 
Metodologia do ensino superior: O Vídeo, a TV e o Cinema em sala de aula
Metodologia do ensino superior: O Vídeo, a TV e o Cinema em sala de aulaMetodologia do ensino superior: O Vídeo, a TV e o Cinema em sala de aula
Metodologia do ensino superior: O Vídeo, a TV e o Cinema em sala de aula
 
Videos
VideosVideos
Videos
 
Vídeoaula técnica
Vídeoaula técnicaVídeoaula técnica
Vídeoaula técnica
 
1 utilizandofilmesemsaladeaula
1 utilizandofilmesemsaladeaula1 utilizandofilmesemsaladeaula
1 utilizandofilmesemsaladeaula
 
Projeto conservação do patrimônio escolar trabalho
Projeto conservação do patrimônio escolar trabalhoProjeto conservação do patrimônio escolar trabalho
Projeto conservação do patrimônio escolar trabalho
 
Edição e remix de conteúdo digital
Edição e remix de conteúdo digitalEdição e remix de conteúdo digital
Edição e remix de conteúdo digital
 
Física
FísicaFísica
Física
 
Stop Motion ( AnimaçãO Em VíDeo Na PráTica PedagóGica)
Stop Motion ( AnimaçãO Em VíDeo Na PráTica PedagóGica)Stop Motion ( AnimaçãO Em VíDeo Na PráTica PedagóGica)
Stop Motion ( AnimaçãO Em VíDeo Na PráTica PedagóGica)
 
L2 gpeform
L2 gpeformL2 gpeform
L2 gpeform
 

Mais de Luciano Dias

Parâmetros do Som
Parâmetros do SomParâmetros do Som
Parâmetros do Som
Luciano Dias
 
Arte Moderna - Vanguardas
Arte Moderna - VanguardasArte Moderna - Vanguardas
Arte Moderna - Vanguardas
Luciano Dias
 
Arte Contemporânea
Arte ContemporâneaArte Contemporânea
Arte Contemporânea
Luciano Dias
 
Roteiro de Documentário
Roteiro de DocumentárioRoteiro de Documentário
Roteiro de Documentário
Luciano Dias
 
Literatura de Cordel (parte 2 - Gravura)
Literatura de Cordel (parte 2 - Gravura)Literatura de Cordel (parte 2 - Gravura)
Literatura de Cordel (parte 2 - Gravura)
Luciano Dias
 
Literatura de Cordel
Literatura de CordelLiteratura de Cordel
Literatura de Cordel
Luciano Dias
 
Design: Bauhaus
Design: BauhausDesign: Bauhaus
Design: Bauhaus
Luciano Dias
 
Perspectiva Linear
Perspectiva LinearPerspectiva Linear
Perspectiva Linear
Luciano Dias
 
Arte Moderna - Cubismo
Arte Moderna - CubismoArte Moderna - Cubismo
Arte Moderna - Cubismo
Luciano Dias
 
Arte na Grécia Antiga II (Teatro)
Arte na Grécia Antiga II (Teatro)Arte na Grécia Antiga II (Teatro)
Arte na Grécia Antiga II (Teatro)
Luciano Dias
 
Arte na Grécia Antiga
Arte na Grécia AntigaArte na Grécia Antiga
Arte na Grécia Antiga
Luciano Dias
 

Mais de Luciano Dias (11)

Parâmetros do Som
Parâmetros do SomParâmetros do Som
Parâmetros do Som
 
Arte Moderna - Vanguardas
Arte Moderna - VanguardasArte Moderna - Vanguardas
Arte Moderna - Vanguardas
 
Arte Contemporânea
Arte ContemporâneaArte Contemporânea
Arte Contemporânea
 
Roteiro de Documentário
Roteiro de DocumentárioRoteiro de Documentário
Roteiro de Documentário
 
Literatura de Cordel (parte 2 - Gravura)
Literatura de Cordel (parte 2 - Gravura)Literatura de Cordel (parte 2 - Gravura)
Literatura de Cordel (parte 2 - Gravura)
 
Literatura de Cordel
Literatura de CordelLiteratura de Cordel
Literatura de Cordel
 
Design: Bauhaus
Design: BauhausDesign: Bauhaus
Design: Bauhaus
 
Perspectiva Linear
Perspectiva LinearPerspectiva Linear
Perspectiva Linear
 
Arte Moderna - Cubismo
Arte Moderna - CubismoArte Moderna - Cubismo
Arte Moderna - Cubismo
 
Arte na Grécia Antiga II (Teatro)
Arte na Grécia Antiga II (Teatro)Arte na Grécia Antiga II (Teatro)
Arte na Grécia Antiga II (Teatro)
 
Arte na Grécia Antiga
Arte na Grécia AntigaArte na Grécia Antiga
Arte na Grécia Antiga
 

Último

PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdfPowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
1000a
 
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdfCaderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
enpfilosofiaufu
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
profesfrancleite
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
livrosjovert
 
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Centro Jacques Delors
 
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
AdrianoMontagna1
 
QUIZ - HISTÓRIA 9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptx
QUIZ - HISTÓRIA  9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptxQUIZ - HISTÓRIA  9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptx
QUIZ - HISTÓRIA 9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptx
AntonioVieira539017
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptxA dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
ReinaldoSouza57
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sonsAula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Érika Rufo
 
0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática
Giovana Gomes da Silva
 
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptxForças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
Danielle Fernandes Amaro dos Santos
 
Sinais de pontuação
Sinais de pontuaçãoSinais de pontuação
Sinais de pontuação
Mary Alvarenga
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
Pastor Robson Colaço
 
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdfEgito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
sthefanydesr
 
Funções e Progressões - Livro completo prisma
Funções e Progressões - Livro completo prismaFunções e Progressões - Livro completo prisma
Funções e Progressões - Livro completo prisma
djincognito
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
mamaeieby
 
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptxAula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
edivirgesribeiro1
 
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmenteeducação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
DeuzinhaAzevedo
 

Último (20)

PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdfPowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
 
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdfCaderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
Caderno de Resumos XVIII ENPFil UFU, IX EPGFil UFU E VII EPFEM.pdf
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
 
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
 
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
 
QUIZ - HISTÓRIA 9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptx
QUIZ - HISTÓRIA  9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptxQUIZ - HISTÓRIA  9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptx
QUIZ - HISTÓRIA 9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptx
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptxA dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
A dinâmica da população mundial de acordo com as teorias populacionais.pptx
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sonsAula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
 
0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática
 
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptxForças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
 
Sinais de pontuação
Sinais de pontuaçãoSinais de pontuação
Sinais de pontuação
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
 
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdfEgito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
 
Funções e Progressões - Livro completo prisma
Funções e Progressões - Livro completo prismaFunções e Progressões - Livro completo prisma
Funções e Progressões - Livro completo prisma
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
 
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptxAula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
 
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmenteeducação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
educação inclusiva na atualidade como ela se estabelece atualmente
 

Oficina de Audiovisual CEFET-RJ

  • 1. Produção Audiovisual Parte 1 – Origens do Audiovisual CEFET-RJ Campus Maria da Graça
  • 2. CEFET-RJ Campus Maria da Graça Conceito de Audiovisual Conjunto de todas as tecnologias, formas de comunicação e produtos constituídos de sons e imagens com impressão de movimento.
  • 3. CEFET-RJ Campus Maria da Graça Origens do Audiovisual Imagens em movimento: Séc.XIX - Jogos óticos (fenaquitiscópio, zootropo, praxinoscópio, etc)
  • 4. CEFET-RJ Campus Maria da Graça Origens do Audiovisual James Eadward Muybridge (1830-1904) – Fotografias exibidas sequencialmente para o estudo do movimento
  • 5. Thomas Alva Edison (1847-1931) Detentor de várias patentes: fonógrafo, lâmpada elétrica, cinematógrafo, cinescópio, cinefone, vitascópio... CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 6. Empresa produtora de filmes, propriedade do inventor Thomas Edison. O estúdio de cinema foi responsável por 1.200 filmes pela “Edison Manufacturing Company” (1894 -1911) e pela “Thomas A. Edison, Inc.” (1911-1918), até o seu fechamento em 1918. Desse montante, 54 foram longa-metragens e o restante filmes curtos. CEFET-RJ - Coordenação de Artes A primeira unidade de produção, a Edison's Black Maria Studios, em Nova Jersey, foi construída em 1892-1893. A segunda unidade, um estúdio com telhado de vidro, foi construído no distrito de entretenimento de Manhattan, e inaugurado em 1901. Em 1907, Edison teve suas novas instalações construídas no Bronx, NY. Edison Studios
  • 7. CEFET-RJ - Coordenação de Artes Louis e Auguste Lumière Georges Mèliès
  • 8. Produção Audiovisual Parte 2 - Audiovisual e Educação CEFET-RJ Campus Maria da Graça
  • 9. CEFET-RJ Campus Maria da Graça O vídeo está umbilicalmente ligado à televisão e a um contexto de lazer, e entretenimento, que passa imperceptivelmente para a sala de aula. Vídeo, na cabeça dos alunos, significa descanso e não "aula“ (...) José Manuel Moran Pesquisador, Professor, Conferencista e Orientador de projetos inovadores na educação. O Vídeo na Sala de Aula Artigo publicado na revista Comunicação & Educação. São Paulo, ECA-Ed. Moderna, [2]: 27 a 35, jan./abr. de 1995
  • 10. USOS INADEQUADOS EM AULA 1) Vídeo-tapa buraco: colocar vídeo quando há um problema inesperado, como ausência do professor. Usar este expediente eventualmente pode ser útil, mas se for feito com freqüência, desvaloriza o uso do vídeo e o associa -na cabeça do aluno- a não ter aula. 2) Vídeo-enrolação: exibir um vídeo sem muita ligação com a matéria. O aluno percebe que o vídeo é usado como forma de camuflar a aula. Pode concordar na hora, mas discorda do seu mau uso. 3) Vídeo-deslumbramento: O professor que acaba de descobrir o uso do vídeo costuma empolgar-se e passa vídeo em todas as aulas, esquecendo outras dinâmicas mais pertinentes. O uso exagerado do vídeo diminui a sua eficácia e empobrece as aulas. 4) Vídeo-perfeição: Existem professores que questionam todos os vídeos possíveis porque possuem defeitos de informação ou estéticos. Os vídeos que apresentam conceitos problemáticos podem ser usados para descobri-los, junto com os alunos, e questioná-los. 5) Só vídeo: Não é satisfatório didaticamente exibir o vídeo sem discuti-lo, sem integrá-lo com o assunto de aula, sem voltar e mostrar alguns momentos mais importantes. CEFET-RJ Campus Maria da Graça
  • 11. PROPOSTAS DE UTILIZAÇÃO 1) Vídeo como SENSIBILIZAÇÃO: É, do meu ponto de vista, ouso mais importante na escola. Um bom vídeo é interessantíssimo para introduzir um novo assunto, para despertar a curiosidade, a motivação para novos temas. Isso facilitará o desejo de pesquisa nos alunos para aprofundar o assunto do vídeo e da matéria. 2) Vídeo como ILUSTRAÇÃO: O vídeo muitas vezes ajuda a mostrar o que se fala em aula, a compor cenários desconhecidos dos alunos. Por exemplo, um vídeo que exemplifica como eram os romanos na época de Julio César ou Nero, mesmo que não seja totalmente fiel, ajuda a situar os alunos no tempo histórico. Um vídeo traz para a sala de aula realidades distantes dos alunos, como por exemplo a Amazônia ou a África. A vida se aproxima da escola através do vídeo. 3) Vídeo como SIMULAÇÃO: É uma ilustração mais sofisticada. O vídeo pode simular experiências de química que seriam perigosas em laboratório ou que exigiriam muito tempo e recursos. Um vídeo pode mostrar o crescimento acelerado de uma planta, de uma árvore -da semente até a maturidade- em poucos segundos 4) Vídeo como CONTEÚDO DE ENSINO: Vídeo que mostra determinado assunto, de forma direta ou indireta. De forma direta, quando informa sobre um tema específico orientando a sua interpretação. De forma indireta, quando mostra um tema, permitindo abordagens múltiplas, interdisciplinares. CEFET-RJ Campus Maria da Graça
  • 12. PROPOSTAS DE UTILIZAÇÃO 5) Vídeo como PRODUÇÃO: - Como documentação, registro de eventos, de aulas, de estudos do meio, de experiências, de entrevistas, depoimentos. Isto facilita o trabalho do professor, dos alunos e dos futuros alunos. O professor deve poder documentar o que é mais importante para o seu trabalho, ter o seu próprio material de vídeo assim como tem os seus livros e apostilas para preparar as suas aulas. O professor estará atento para gravar o material audiovisual mais utilizado, para não depender sempre do empréstimo ou aluguel dos mesmos programas. - Como intervenção: interferir, modificar um determinado programa, um material audiovisual, acrescentando uma nova trilha sonora ou editando o material de forma compacta ou introduzindo novas cenas com novos significados. O professor precisa perder o medo, o respeito ao vídeo assim como ele interfere num texto escrito, modificando-o, acrescentando novos dados, novas interpretações, contextos mais próximos do aluno. - Vídeo como expressão, como nova forma de comunicação, adaptada à sensibilidade principalmente das crianças e dos jovens. As crianças adoram fazer vídeo e a escola precisa incentivar o máximo possível a produção de pesquisas em vídeo pelos alunos. A produção em vídeo tem uma dimensão moderna, lúdica. Moderna, como um meio contemporâneo, novo e que integra linguagens. Lúdica, pela miniaturização da câmera, que permite brincar com a realidade, levá-la junto para qualquer lugar. Filmar é uma das experiências mais envolventes tanto para as crianças como para os adultos. Os alunos podem ser incentivados a produzir dentro de uma determinada matéria, ou dentro de um trabalho interdisciplinar. E também produzir programas informativos, feitos por eles mesmos e colocá-los em lugares visíveis dentro da escola e em horários onde muitas crianças possam assisti-los. CEFET-RJ Campus Maria da Graça
  • 13. PROPOSTAS DE UTILIZAÇÃO 6) Vídeo como AVALIAÇÃO: Dos alunos, do professor, do processo. 7) Vídeo ESPELHO: Vejo-me na tela para poder compreender-me, para descobrir meu corpo, meus gestos, meus cacoetes. Vídeo-espelho para análise do grupo e dos papéis de cada um, para acompanhar o comportamento de cada um, do ponto de vista participativo, para incentivar os mais retraídos e pedir aos que falam muito para darem mais espaço aos colegas. O vídeo-espelho é de grande utilidade para o professor se ver, examinar sua comunicação com os alunos, suas qualidades e defeitos. 8) Vídeo como INTEGRAÇÃO/SUPORTE: De outras mídias. - Vídeo como suporte da televisão e do cinema. Gravar em vídeo programas. importantes da televisão para utilização em aula. Alugar ou comprar filmes de longa metragem, documentários para ampliar o conhecimento de cinema, iniciar os alunos na linguagem audiovisual. - Vídeo interagindo com outras mídias como o computador, o CD-ROM, com os videogames, com a Internet. CEFET-RJ Campus Maria da Graça