O cinema na sala de aula

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O cinema na sala de aula

  1. 1. CINEMA NA SALA DE AULA
  2. 2. NÃO USE : • Vídeo-tapa buraco: colocar vídeo quando há um problema inesperado, como ausência do professor. Usar este expediente eventualmente pode ser útil, mas se for feito com frequência, desvaloriza o uso do vídeo e a associação -na cabeça do aluno - a de não ter aula. • Vídeo-enrolação: exibir um vídeo sem muita ligação com a matéria. O aluno percebe que o vídeo é usado como forma de camuflar a aula. Pode concordar na hora, mas discorda do seu mau uso.
  3. 3. NÃO USE: • Vídeo-deslumbramento: O professor que acaba de descobrir o uso do vídeo costuma empolgar-se e passa vídeo em todas as aulas, esquecendo outras dinâmicas mais pertinentes. O uso exagerado do vídeo diminui a sua eficácia e empobrece as aulas. não é satisfatório didaticamente exibir o vídeo sem discuti-lo, sem integra -lo com o assunto de aula, sem voltar e mostrar alguns momentos mais importantes
  4. 4. PROCEDIMENTOS PARA SE TRABALHAR COM FILMES: O QUE FAZER: -ANTES DA EXIBIÇÃO -DURANTE A EXIBIÇÃO -DEPOIS DA EXIBIÇÃO
  5. 5. Antes da exibição - Informar somente aspectos gerais do vídeo (autor, duração, prêmios...). Não interpretar antes da exibição, não pré-julgar (para que cada um possa fazer a sua leitura). - Checar o vídeo antes. Conhecê-lo. - Deixá-lo no ponto antes da exibição (se for fita) - Checar o som (volume), o canal de exibição (3 ou 4), o tracking (a regulagem de gravação)
  6. 6. Durante a exibição •Anotar as cenas mais importantes. • Se for necessário, parar para fazer um comentário breve, sem demorar muito nele
  7. 7. Depois da Exibição Propor alguns caminhos - entre muitos possíveis - para a análise do vídeo em classe
  8. 8. Por que cinema na sala de aula?
  9. 9. - O vídeo está umbilicalmente ligado a um contexto de lazer, e entretenimento, que passa imperceptivelmente para a sala de aula. - Vídeo, na cabeça dos alunos, significa descanso e não "aula", o que modifica a postura, as expectativas em relação ao seu uso. Daí a importância de aproveitar essa expectativa positiva para atrair o aluno para os assuntos do nosso planejamento pedagógico. - Vídeo significa também uma forma de contar multilingüística (Significado e significante)
  10. 10. - O vídeo parte do concreto, do visível, do imediato, próximo, que toca todos os sentidos. Pelo vídeo sentimos, experienciamos sensorialmente o outro, o mundo, nós mesmos. - O vídeo explora também o ver, o visualizar, o ter diante de nós as situações, as pessoas, os cenários, as cores, as relações espaciais, isto é um ver que está situado no presente, mas que o interliga não linearmente com o passado e com o futuro. - O ver está, na maior parte das vezes, apoiando o falar, o narrar, o contar histórias.
  11. 11. O vídeo combina a comunicação sensorial-cinestésica, com a audiovisual, a intuição com a lógica, a emoção com a razão. Combina, mas começa pelo sensorial, pelo emocional e pelo intuitivo, para atingir posteriormente o racional.
  12. 12. Educar pelo cinema ou utilizar o cinema no processo escolar é ensinar a ver diferente. É educar o olhar. É decifrar os enigmas da modernidade na moldura do espaço imagético. Cinéfilos e consumidores de imagens em geral são espectadores passivos. Na realidade, são consumidos pelas imagens. Aprender a ver cinema é realizar esse rito de passagem do espectador passivo para o espectador crítico
  13. 13. O olhar cinematográfico enriquece nosso olhar sobre a educação e sobre o processo escolar. O cinema pode ser definido como uma educação informal, que necessita de uma metodologia para melhor aproveitamento na sala de aula. O cinema atua como um elemento de aprimoramento cultural e intelectual dos docentes e dos discentes. E, ao mesmo tempo, problematiza para além da ciência da história o uso do cinema no campo da educação.
  14. 14. O filme é uma fantasmagoria que pode destruir o fantasmagórico. O cinema pode ser um feitiço contra o feiticeiro. Entender a feitiçaria do cinema é um processo educacional que leva a recusa do mito, supera a alienação, destrói o fetiche da mercadoria.
  15. 15. EXEMPLO:
  16. 16. JURASSIC PARK
  17. 17. Diretor: Steven Spielberg (Diretor de sucessos comerciais) NO ENTANTO: -Personagens = Doutores 1 matemático 1 advogado proprietário do parque
  18. 18. Um filme feito para enfeitiçar pode nos despertar do sonho.
  19. 19. SUGESTÕES DE FILMES -Duelo de Titans = Administração (Estratégias, liderança, motivação... ) - Monstros S.A. = Administração - O homem que fazia chover = Direito, Psicologia (Alcoolismo), Enfermagem,... - Como água para chocolate = O papel da mulher na sociedade -Revelações = Português (polissemia), Psicologia { Preconceito racial, relacionamento familiar, casamento do negro com branca, ...
  20. 20. - A Fuga das Galinhas – Administração (liderança) - Patch Adams – Enfermagem, Pedagogia, Medicina, - Quero ser grande – Inglês (Os primeiros 3 minutos do filme, com assunto da vida real do adolescente) - Um Homem de família – Psicologia (tomar decisões na vida), Inglês....
  21. 21. A sala de aula já vem incorporando, vem sofrendo, a intervenção dos meios de comunicação de massa com a utilização de jornais, revistas, programas de televisão. Porém, é preciso ver que esses meios podem ser considerados como salas de aula, como espaços de transformação de consciência, de aquisição de conhecimentos; que eles dependem de uma pedagogia crítica, e que o sucesso dessa pedagogia crítica depende de como vamos ver e ouvir os produtos da indústria cultural.
  22. 22. CONCLUSÃO O cinema na escola necessita de uma teoria consistente e aplicável. E que a tarefa de exibir filmes na escola, modificando a prática pedagógica do ensino e da aprendizagem, é um fato em processo e uma tarefa coletiva de educadores de todas as áreas de conhecimento. O cinema, uma arte do fetiche, do fantasmagórico, pode eliminar o feiticeiro e o feitiço. A educação tem papel primordial nesse processo. (http://www.campus-oei.org/revista/rie32a04.htm )
  23. 23. Celia: Unidavi / Furb celia@furb.br

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