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NÚCLEO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL DE PARAÍSO DO TOCANTINS PROPOSTAS DE UTILIZAÇÃO DO VÍDEO NA SALA DE AULA Formadora: Auta Fernandes Costa
Vídeo como SENSIBILIZAÇÃO Um bom vídeo é interessantíssimo para introduzir um novo assunto, para despertar a curiosidade, a motivação para novos temas. Isso facilitará o desejo de pesquisa nos alunos para aprofundar o assunto do vídeo e da matéria.
Vídeo como ILUSTRAÇÃO O vídeo muitas vezes ajuda a mostrar o que se fala em aula, a compor cenários desconhecidos dos alunos. Por exemplo, um vídeo que exemplifica como eram os romanos na época de Julio César ou Nero, mesmo que não seja totalmente fiel, ajuda a situar os alunos no tempo histórico. Um vídeo traz para a sala de aula realidades distantes dos alunos, como por exemplo a Amazônia ou a África. A vida se aproxima da escola através do vídeo.
Vídeo como SIMULAÇÃO É uma ilustração mais sofisticada. O vídeo pode simular experiências de química que seriam perigosas em laboratório ou que exigiriam muito tempo e recursos. Um vídeo pode mostrar o crescimento acelerado de uma planta, de uma árvore -da semente até a maturidade- em poucos segundos
Vídeo como  CONTEÚDO DE ENSINO Vídeo que mostra determinado assunto, de forma direta ou indireta. De forma direta, quando informa sobre um tema específico orientando a sua interpretação. De forma indireta, quando mostra um tema, permitindo abordagens múltiplas, interdisciplinares.
Vídeo como PRODUÇÃO Como documentação, registro de eventos, de aulas, de estudos do meio, de experiências, de entrevistas, depoimentos. Isto facilita o trabalho do professor, dos alunos e dos futuros alunos.  O professor deve poder documentar o que é mais importante para o seu trabalho, ter o seu próprio material de vídeo assim como tem os seus livros e apostilas para preparar as suas aulas.
Vídeo como PRODUÇÃO Como intervenção: interferir, modificar um determinado programa, um material audiovisual, acrescentanto uma nova trilha sonora ou editando o material de forma compacta ou introduzindo novas cenas com novos significados.  O professor precisa perder o medo, o respeito ao vídeo assim como ele interfere num texto escrito, modificando-o, acrescentando novos dados, novas interpretações, contextos mais próximos do aluno.
Vídeo como PRODUÇÃO Vídeo como expressão, como nova forma de comunicação, adaptada à sensibilidade principalmente das crianças e dos jovens. As crianças adoram fazer vídeo e a escola precisa incentivar o máximo possível a produção de pesquisas em vídeo pelos alunos. A produção em vídeo tem uma dimensão moderna, lúdica.  Moderna , como um meio contemporâneo, novo e que integra linguagens.  Lúdica , pela miniaturização da câmera, que permite brincar com a realidade, levá-la junto para qualquer lugar.
Vídeo como PRODUÇÃO Filmar é uma das experiências mais envolventes tanto para as crianças como para os adultos. Os alunos podem ser incentivados a produzir dentro de uma determinada matéria, ou dentro de um trabalho interdisciplinar. E também produzir programas informativos, feitos por eles mesmos e colocá-los em lugares visíveis dentro da escola e em horários onde muitas crianças possam assisti-los.
COMO VER O VÍDEO Depois da exibição .  Voltar a fita ao começo (resset/memory) . Rever as cenas mais importantes ou difíceis. Se o vídeo é complexo, exibi-lo uma segunda vez, chamando a atenção para determinadas cenas, para a trilha musical, diálogos, situações. . Passar quadro a quadro as imagens mais significativas. . Observar o som, a música, os efeitos, as frases mais importantes. Proponho alguns caminhos -entre muitos possíveis- para a análise do vídeo em classe.
COMO VER O VÍDEO   Antes da exibição .  Informar somente aspectos gerais do vídeo (autor, duração, prêmios...). Não interpretar antes da exibição, não pré-julgar (para que cada um possa fazer a sua leitura). . Checar o vídeo antes. Conhecê-lo. Ver a qualidade da cópia.  Deixá-lo no ponto antes da exibição. Zerar a numeração (apertar a tecla resset). Apertar também a tecla "memory" para voltar ao ponto desejado.  .Checar o som (volume), o canal de exibição (3 ou 4), o tracking (a regulagem de gravação), o sistema (NTSC ou PAL-M).
COMO VER O VÍDEO Durante a exibição .  Anotar as cenas mais importantes. . Se for necessário (para regulagem ou fazer um rápido comentário)  apertar o pause ou still, sem demorar muito nele, porque danifica a fita. . Observar as reações do grupo.
DINÂMICAS DE ANÁLISE
Análise em conjunto O professor exibe as cenas mais importantes e as comenta junto com os alunos, a partir do que estes destacam ou perguntam. É uma conversa sobre o vídeo, com o professor como moderador. O professor não deve se o primeiro a dar a sua opinião, principalmente em matérias controvertidas, nem monopolizar a discussão, mas tampouco deve ficar encima do muro. Deve posicionar-se, depois dos alunos, trabalhando sempre dois planos: o ideal e o real; o que deveria ser (modelo ideal) e o que costuma ser (modelo real).
Análise globalizante Fazer, depois da exibição, estas quatro perguntas: - Aspectos positivos do vídeo - Aspectos negativos - Idéias principais que passa - O que vocês mudariam neste vídeo Se houver tempo, essas perguntas serão respondidas primeiro em grupos menores e depois relatadas/escritas no plenário. O professor e os alunos destacam as coincidências e divergências. O professor faz a síntese final, devolvendo ao grupo as leituras predominantes (onde se expressam valores, que mostram como o grupo é).
Análise Concentrada Escolher, depois da exibição, uma ou das cenas marcantes. Revê-las uma ou mais vezes. Perguntar (oralmente o por escrito): - O que chama mais a atenção (imagem/som/palavra) - O que dizem as cenas (significados) - Conseqüências, aplicações (para a nossa vida, para o grupo).
Análise "funcional" Antes da exibição, escolher algumas funções ou tarefas (desenvolvidas por vários alunos):  - o contador de cenas (descrição sumária, por um ou mais alunos) - anotar as palavras-chave - anotar as imagens mais significativas - caracterização dos personagens - música e efeitos - mudanças acontecidas no vídeo (do começo até o final). Depois da exibição, cada aluno fala e cada fala é colocada em evidência onde o professor completa com os alunos as informações, relaciona os dados, questiona as soluções apresentadas.
Fonte José Manuel  Moran Especialista em mudanças na educação presencial e a distância  [email_address] http://www.eca.usp.br/PROF/MORAN/VIDSAL.HTM#PROPVIDEO

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Propostas de utilização do vídeo na sala de aula

  • 1. NÚCLEO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL DE PARAÍSO DO TOCANTINS PROPOSTAS DE UTILIZAÇÃO DO VÍDEO NA SALA DE AULA Formadora: Auta Fernandes Costa
  • 2. Vídeo como SENSIBILIZAÇÃO Um bom vídeo é interessantíssimo para introduzir um novo assunto, para despertar a curiosidade, a motivação para novos temas. Isso facilitará o desejo de pesquisa nos alunos para aprofundar o assunto do vídeo e da matéria.
  • 3. Vídeo como ILUSTRAÇÃO O vídeo muitas vezes ajuda a mostrar o que se fala em aula, a compor cenários desconhecidos dos alunos. Por exemplo, um vídeo que exemplifica como eram os romanos na época de Julio César ou Nero, mesmo que não seja totalmente fiel, ajuda a situar os alunos no tempo histórico. Um vídeo traz para a sala de aula realidades distantes dos alunos, como por exemplo a Amazônia ou a África. A vida se aproxima da escola através do vídeo.
  • 4. Vídeo como SIMULAÇÃO É uma ilustração mais sofisticada. O vídeo pode simular experiências de química que seriam perigosas em laboratório ou que exigiriam muito tempo e recursos. Um vídeo pode mostrar o crescimento acelerado de uma planta, de uma árvore -da semente até a maturidade- em poucos segundos
  • 5. Vídeo como CONTEÚDO DE ENSINO Vídeo que mostra determinado assunto, de forma direta ou indireta. De forma direta, quando informa sobre um tema específico orientando a sua interpretação. De forma indireta, quando mostra um tema, permitindo abordagens múltiplas, interdisciplinares.
  • 6. Vídeo como PRODUÇÃO Como documentação, registro de eventos, de aulas, de estudos do meio, de experiências, de entrevistas, depoimentos. Isto facilita o trabalho do professor, dos alunos e dos futuros alunos. O professor deve poder documentar o que é mais importante para o seu trabalho, ter o seu próprio material de vídeo assim como tem os seus livros e apostilas para preparar as suas aulas.
  • 7. Vídeo como PRODUÇÃO Como intervenção: interferir, modificar um determinado programa, um material audiovisual, acrescentanto uma nova trilha sonora ou editando o material de forma compacta ou introduzindo novas cenas com novos significados. O professor precisa perder o medo, o respeito ao vídeo assim como ele interfere num texto escrito, modificando-o, acrescentando novos dados, novas interpretações, contextos mais próximos do aluno.
  • 8. Vídeo como PRODUÇÃO Vídeo como expressão, como nova forma de comunicação, adaptada à sensibilidade principalmente das crianças e dos jovens. As crianças adoram fazer vídeo e a escola precisa incentivar o máximo possível a produção de pesquisas em vídeo pelos alunos. A produção em vídeo tem uma dimensão moderna, lúdica. Moderna , como um meio contemporâneo, novo e que integra linguagens. Lúdica , pela miniaturização da câmera, que permite brincar com a realidade, levá-la junto para qualquer lugar.
  • 9. Vídeo como PRODUÇÃO Filmar é uma das experiências mais envolventes tanto para as crianças como para os adultos. Os alunos podem ser incentivados a produzir dentro de uma determinada matéria, ou dentro de um trabalho interdisciplinar. E também produzir programas informativos, feitos por eles mesmos e colocá-los em lugares visíveis dentro da escola e em horários onde muitas crianças possam assisti-los.
  • 10. COMO VER O VÍDEO Depois da exibição . Voltar a fita ao começo (resset/memory) . Rever as cenas mais importantes ou difíceis. Se o vídeo é complexo, exibi-lo uma segunda vez, chamando a atenção para determinadas cenas, para a trilha musical, diálogos, situações. . Passar quadro a quadro as imagens mais significativas. . Observar o som, a música, os efeitos, as frases mais importantes. Proponho alguns caminhos -entre muitos possíveis- para a análise do vídeo em classe.
  • 11. COMO VER O VÍDEO Antes da exibição . Informar somente aspectos gerais do vídeo (autor, duração, prêmios...). Não interpretar antes da exibição, não pré-julgar (para que cada um possa fazer a sua leitura). . Checar o vídeo antes. Conhecê-lo. Ver a qualidade da cópia. Deixá-lo no ponto antes da exibição. Zerar a numeração (apertar a tecla resset). Apertar também a tecla "memory" para voltar ao ponto desejado. .Checar o som (volume), o canal de exibição (3 ou 4), o tracking (a regulagem de gravação), o sistema (NTSC ou PAL-M).
  • 12. COMO VER O VÍDEO Durante a exibição . Anotar as cenas mais importantes. . Se for necessário (para regulagem ou fazer um rápido comentário) apertar o pause ou still, sem demorar muito nele, porque danifica a fita. . Observar as reações do grupo.
  • 14. Análise em conjunto O professor exibe as cenas mais importantes e as comenta junto com os alunos, a partir do que estes destacam ou perguntam. É uma conversa sobre o vídeo, com o professor como moderador. O professor não deve se o primeiro a dar a sua opinião, principalmente em matérias controvertidas, nem monopolizar a discussão, mas tampouco deve ficar encima do muro. Deve posicionar-se, depois dos alunos, trabalhando sempre dois planos: o ideal e o real; o que deveria ser (modelo ideal) e o que costuma ser (modelo real).
  • 15. Análise globalizante Fazer, depois da exibição, estas quatro perguntas: - Aspectos positivos do vídeo - Aspectos negativos - Idéias principais que passa - O que vocês mudariam neste vídeo Se houver tempo, essas perguntas serão respondidas primeiro em grupos menores e depois relatadas/escritas no plenário. O professor e os alunos destacam as coincidências e divergências. O professor faz a síntese final, devolvendo ao grupo as leituras predominantes (onde se expressam valores, que mostram como o grupo é).
  • 16. Análise Concentrada Escolher, depois da exibição, uma ou das cenas marcantes. Revê-las uma ou mais vezes. Perguntar (oralmente o por escrito): - O que chama mais a atenção (imagem/som/palavra) - O que dizem as cenas (significados) - Conseqüências, aplicações (para a nossa vida, para o grupo).
  • 17. Análise "funcional" Antes da exibição, escolher algumas funções ou tarefas (desenvolvidas por vários alunos): - o contador de cenas (descrição sumária, por um ou mais alunos) - anotar as palavras-chave - anotar as imagens mais significativas - caracterização dos personagens - música e efeitos - mudanças acontecidas no vídeo (do começo até o final). Depois da exibição, cada aluno fala e cada fala é colocada em evidência onde o professor completa com os alunos as informações, relaciona os dados, questiona as soluções apresentadas.
  • 18. Fonte José Manuel Moran Especialista em mudanças na educação presencial e a distância [email_address] http://www.eca.usp.br/PROF/MORAN/VIDSAL.HTM#PROPVIDEO