A utilização do vídeo, CD e DVD na educação Professores: Elaine Maria de Almeida   Valdeni Francisco de Souza
A fim de ajudar a identificar em que situação as práticas pedagógicas mais usuais se encontram em relação ao uso do vídeo,observe os tipos de utilização comumente utilizados ; 1 - Vídeo tapa-buraco:   colocar o vídeo quando há um problema inesperado , como ausência do professor.Usar este expediente eventualmente pode ser útil, mas se for feito com freqüência , desvaloriza o uso do vídeo e o associa - na cabeça do aluno- a não ter aula. 2 - Vídeo enrolação:   exibir um vídeo sem muita ligação com a matéria. O aluno percebe que o vídeo é usado como forma de camuflar a aula. Pode até concordar na hora, mas discorda do seu mau uso. 3 - Vídeo - deslumbramento:  o professor que acaba de conhecer o uso do vídeo costuma empolgar-se e passá-lo em todas as aulas, esquecendo outras dinâmicas mais pertinentes. O uso exagerado do vídeo diminui a sua eficácia e empobrece a aula.
4 - Vídeo perfeição:  existem professores que questionam todos os  vídeos possíveis porque possuem defeitos de informação ou estéticos.Os vídeos que apresentam conceitos problemáticos , podem ser usados para descobri-los junto com os alunos e questioná-los. 5 - Só vídeo:   não é satisfatório didaticamente exibir o vídeo sem discuti-lo,sem integra-lo com  o assunto de aula, sem voltar a mostrar alguns momentos mais importantes.
Após refletir sobre os tipos de utilização comuns, porém não necessariamente consistentes, apresentamos sugestões dos principais tipos de utilização de vídeos, CD e DVD na sala de aula:  Sensibilização :  um bom vídeo é interessantíssimo para introduzir um novo assunto, para despertar a curiosidade, a motivação para novos temas.Isso facilitará o desejo de pesquisa nos alunos para aprofundar o assunto do vídeo e da matéria. Ilustração :  o vídeo muitas vezes ajuda a mostrar o que se fala em aula, a compor cenários desconhecidos dos alunos. Por exemplo, um vídeo que exemplifica como eram os romanos na época de Júlio César ou Nero mesmo que não seja totalmente fiel,ajudar a situar os alunos no tempo histórico.Um vídeo traz para dentro da sala de aula realidades distantes dos alunos, como por exemplo a Amazônia ou a África. A vida se aproxima da escola por meio do vídeo.
Simulação :  é uma ilustração mais sofisticada.O vídeo pode simular experiências de química que seriam perigosas em laboratório ou que exigiriam muito tempo e recursos. Um vídeo pode mostrar o crescimento  acelerado de uma planta, de uma árvore- da semente até a maturidade- em poucos segundos. Conteúdo de ensino :  vídeo que mostra determinado assunto, de forma direta ou indireta. De forma direta, quando informa sobre um tema específico orientando a sua interpretação. De forma indireta, quando mostra um tema, permitindo abordagens múltiplas, interdisciplinares.  Sugerimos começar por vídeos mais  simples  , mais fáceis e exibir depois vídeos mais  complexos  e difíceis, tanto do ponto de vista temático quanto técnico. Pode-se partir vídeos próximos à sensibilidade dos alunos, vídeos mais atraentes, e deixar para um segundo momento a exibição de vídeos mais artísticos, mais elaborados.  Bibliografia http://www.eproinfo.mec.gov.br/fra_def.php?sid=903EF9D4BED08D1495A743A688C2AA58

O uso do CD, DVD e ví¤¥o

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    A utilização dovídeo, CD e DVD na educação Professores: Elaine Maria de Almeida Valdeni Francisco de Souza
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    A fim deajudar a identificar em que situação as práticas pedagógicas mais usuais se encontram em relação ao uso do vídeo,observe os tipos de utilização comumente utilizados ; 1 - Vídeo tapa-buraco: colocar o vídeo quando há um problema inesperado , como ausência do professor.Usar este expediente eventualmente pode ser útil, mas se for feito com freqüência , desvaloriza o uso do vídeo e o associa - na cabeça do aluno- a não ter aula. 2 - Vídeo enrolação: exibir um vídeo sem muita ligação com a matéria. O aluno percebe que o vídeo é usado como forma de camuflar a aula. Pode até concordar na hora, mas discorda do seu mau uso. 3 - Vídeo - deslumbramento: o professor que acaba de conhecer o uso do vídeo costuma empolgar-se e passá-lo em todas as aulas, esquecendo outras dinâmicas mais pertinentes. O uso exagerado do vídeo diminui a sua eficácia e empobrece a aula.
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    4 - Vídeoperfeição: existem professores que questionam todos os vídeos possíveis porque possuem defeitos de informação ou estéticos.Os vídeos que apresentam conceitos problemáticos , podem ser usados para descobri-los junto com os alunos e questioná-los. 5 - Só vídeo: não é satisfatório didaticamente exibir o vídeo sem discuti-lo,sem integra-lo com o assunto de aula, sem voltar a mostrar alguns momentos mais importantes.
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    Após refletir sobreos tipos de utilização comuns, porém não necessariamente consistentes, apresentamos sugestões dos principais tipos de utilização de vídeos, CD e DVD na sala de aula: Sensibilização : um bom vídeo é interessantíssimo para introduzir um novo assunto, para despertar a curiosidade, a motivação para novos temas.Isso facilitará o desejo de pesquisa nos alunos para aprofundar o assunto do vídeo e da matéria. Ilustração : o vídeo muitas vezes ajuda a mostrar o que se fala em aula, a compor cenários desconhecidos dos alunos. Por exemplo, um vídeo que exemplifica como eram os romanos na época de Júlio César ou Nero mesmo que não seja totalmente fiel,ajudar a situar os alunos no tempo histórico.Um vídeo traz para dentro da sala de aula realidades distantes dos alunos, como por exemplo a Amazônia ou a África. A vida se aproxima da escola por meio do vídeo.
  • 5.
    Simulação : é uma ilustração mais sofisticada.O vídeo pode simular experiências de química que seriam perigosas em laboratório ou que exigiriam muito tempo e recursos. Um vídeo pode mostrar o crescimento acelerado de uma planta, de uma árvore- da semente até a maturidade- em poucos segundos. Conteúdo de ensino : vídeo que mostra determinado assunto, de forma direta ou indireta. De forma direta, quando informa sobre um tema específico orientando a sua interpretação. De forma indireta, quando mostra um tema, permitindo abordagens múltiplas, interdisciplinares. Sugerimos começar por vídeos mais simples , mais fáceis e exibir depois vídeos mais complexos e difíceis, tanto do ponto de vista temático quanto técnico. Pode-se partir vídeos próximos à sensibilidade dos alunos, vídeos mais atraentes, e deixar para um segundo momento a exibição de vídeos mais artísticos, mais elaborados. Bibliografia http://www.eproinfo.mec.gov.br/fra_def.php?sid=903EF9D4BED08D1495A743A688C2AA58