Artes
Ensino Médio
Tema da aula:
Paradigmas de Roteiro
Monomito
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
Narrativa
- Narrativa clássica
- Desconstrução da narrativa
(quebra com as regras de seqüência linear do tempo,
seqüências embaralhadas e ordem invertida dos quadros)
- Paradigmas
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
- Período Homérico (1100-800a.C)
- Período Arcaico (600-480a.C)
- Período Clássico (480-323a.C)
- Período Helênico (323-31a.C)
- A cultura grega influenciou a arte e cultura de todos os períodos
subsequentes da civilização ocidental: democracia, individualismo,
razão, jogos olímpicos, etc.
Arte Grega:
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
Teatro Grego
- Ditirambo: Procissão em homenagem à Dionísio
(Período Arcaico)
-Grandes dionísias, também chamadas Dionísias
Urbanas, festival que tinha lugar na Primavera, em
honra de Dionisio.
- Coro: narradores, intermediários entre atores
e platéia (representações, canções, danças)
- Histórias e mitos relacionados à divindade
- Desenvolvimento do uso de máscaras
- Criação do diálogo
- Dois estilos: Tragédia e Comédia
Theatron = “local onde se vê”
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
Teatro Grego
(arquitetura)
Teatro de Dionísio
(desenho do séc.XIX)
Teatro de Mileto
(Aydin, Turquia)
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
Anfiteatro Grego
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
Literatura na Grécia Antiga
Período Clássico
- Epopéias de Homero: Ilíada, Odisséia
-Fábulas de Esopo, séc.VI a.C.:
A cigarra e a formiga, A Raposa e a Cegonha
- Épico
- Lírico
- Dramático
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
Significando "ação" em grego, a palavra "drama" vem
associada à representação teatral na Poética de
Aristóteles
Catarse: Função do teatro para Aristóteles
Segundo os dicionários Houaiss e Aulete, "drama"
pode significar: "forma narrativa em que se figura ou
imita a ação direta dos indivíduos", "texto
em verso ou prosa, escrito para ser encenado" ou
mesmo a "encenação desse texto". Por analogia, pode
ser, ainda, "qualquer narrativa no âmbito da prosa
literária em que haja conflito ou atrito"
Drama
Gêneros literários: Dramático
Drama = ação
Texto literário para ser encenado, para o teatro
Origem nos festivais religiosos dedicados à Dionísio
Dois tipos: a tragédia e a comédia
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
Téspis de Ática (610 – 550 aC) teve a grande
ousadia de pôr um ator a dialogar com o coro,
sendo-lhe assim atribuída a "invenção"
do teatro
Criou o conceito de "monólogo" ao
apresentar-se na Grande Dionisíaca da Grécia
Antiga, no Século V a.C. em Atenas, munido
de máscara e vestindo uma túnica,
interpretando o deus Dionísio
Dramaturgia – Arte de compor peças teatrais
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
Surgimento da Tragédia no Séc. VI a.C.
(Período Clássico)
-Temas oriundos da religião ou saga dos heróis
- Gênero mais antigo
- Ésquilo, Sófocles, Eurípedes
- Atores todos homens, uso de máscaras, túnicas, mímica
Tragédia
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
O teatro deve representar o palácio dos reis da Pérsia.
Ver-se-á, ao lado, o túmulo de Dario.
Coro
Somos, entre os persas, chamados os Fiéis. Guardiães deste rico e soberbo palácio,
aqui estamos, enquanto eles marcham contra a Grécia. Foi à nossa experiência,
que o filho de Dario, Xerxes, nosso rei e senhor, confiou os cuidados do império (...)
Corifeu
Saudamos-te, ó rainha, a primeira entre as mulheres da Pérsia, mãe de Xerxes,
viúva de Dario, tu que partilhaste o leito do deus dos Persas, que puseste no
mundo um deus.
Atossa
Eis porque deixo a soberba morada e o leito em que outrora recebi Dario; sinto a
alma roída de cuidados. Amigos, estou, no íntimo, receosa. Nossos excessivas
riquezas podem se esgotar; a base do poder que Dario, não sem a ajuda dos
deuses, ergueu, pode ruir.
Coro
Ah, desastre irreparável, pasmoso, inaudito, inesperado. Ó triste nova. Persas, vós
que escutais, derramais lágrimas.
Os Persas, de Ésquilo (472 a.C .) CEFET-RJ - Coordenação de Artes
Surgimento da Comédia no Séc. V a.C.
(488 a.C.)
- Crítica aos governantes, à educação
dos sofistas, à guerra.
- Festivais dedicados à Dionísio:
Grandes Dionísias e Lenéias
Máscara teatral do tipo Primeiro
Escravo, personagem típico da
Comédia Nova. Mármore, século
II a.C., Museu Arqueológico
Nacional de Atenas.
Comédia
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
Vênus de Calímaco
(cópia moderna)
Museu Estatal Pushkin de Belas
Artes Moscou/Rússia
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
Statua del Toro Farnese
(séc. II a.C.)
Museo Archeologico
Nazionale. Nápoles, Itália
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
campus Montanha
Altar de Pergamo - Nereu e Oceano
(detalhe)
Pergamonmuseum
Berlim, Alemanha
ESTRUTURA DA NARRATIVA CLÁSSICA
Início: Personagem e objetivo (1º.ato)
Geralmente no início de algum filme os personagens principais são apresentados e
contextualizados. São apresentadas características físicas, psicológicas e sociais. Com
algumas definições, já é possível vislumbrar os objetivos de cada personagem, coerentes
com suas personalidades, em relação a história contada no filme. Eles podem permanecer
os mesmos até o final ou serem alterados de acordo com a trajetória da história.
Meio: Obstáculo (2º.ato)
Os obstáculos que impedem a concretização de objetivos específicos são apresentados como
forma de entreter e prender a atenção do espectador. Justifica a razão de existir do filme.
São os obstáculos que promovem e justificam as ações dos personagens de acordo com
seus objetivos.
Fim: Solução (3º.ato)
Após os obstáculos serem apresentados, a solução para cada um deles é apresentada.
É o final do filme, que mostra se a solução foi concretizada. Filmes clássicos geralmente
terminam com finais felizes.
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Narrativa Clássica Aristotélica:
Estrutura em três atos: início, meio e fim. Manuais de roteiro.
Ex: Syd Field, exposição, conflito e resolução
A Jornada do Herói:
- O Herói de Mil Faces, Joseph Campbell (1949) e
A Jornada do Escritor, de Christopher Vogler (1990)
- Influenciou o cinema de Hollywood, Disney,
George Lucas e Spielberg (Star Wars)
- Estrutura de arquétipos baseada em Carl Jung
e na mitologia grega
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
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Arquétipos
Herói: Aquele que se sacrifica por um bem coletivo. (e Anti-Herói)
Mentor: Figura mais experiente que motiva e fornece dons ou ferramentas para o
Herói durante sua Jornada.
Guardião de Limiar: Personagem ou situações que impedem a entrada do Herói na
Jornada. Limite entre o cotidiano do Herói e sua aventura.
Arauto: Anuncia para o Herói o chamado à aventura. Pode ser o Mentor, o Vilão
ou simplesmente um objeto como, por exemplo, uma carta.
Camaleão: Personagem com personalidade dúbia, nunca se sabe ao certo se ele está
do lado do bem ou do mal. Por exemplo, o aliado que se revela inimigo no final ou o
inimigo que salva o Herói em algum momento.
Sombra: Normalmente é o Vilão da história e deseja a destruição do Herói.
Personificação dos monstros internos de medos e traumas do subconsciente.
Pícaro: Personagem de alívio cômico para equilibrar a seriedade da história. Serve
também para derrubar o status quo do Herói e quebrar seu orgulho.
CEFET-RJ - Coordenação de Artes
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Estágio Um: Mundo Comum
Cotidiano do Herói, sua zona de conforto.
Estágio Dois: Chamado à Aventura
Herói recebe um chamado a uma aventura inesperada.
Estágio Três: Recusa do Chamado
Herói normalmente recusa ao chamado pois prefere ficar em sua zona de
conforto.
Estágio Quatro: Encontro com o Mentor
Herói encontra um Mentor que o motiva e fornece dons para a aventura.
Estágio Cinco: Travessia do Primeiro Limiar
Herói enfrenta os guardiões entre seu mundo comum e o mundo da aventura.
Estágio Seis: Testes, Aliados, Inimigos
Herói conhece o mundo especial, suas regras, amigos, inimigos e enfrenta
diversos testes.
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Estágio Sete: Aproximação da Caverna Oculta
Neste momento o herói se aproxima da grande provação
Estágio Oito: Provação
Na grande provação o herói chega no limite entre a vida e a morte na luta contra
o Vilão, mas é salvo milagrosamente.
Estágio Nove: Recompensa (Apanhando a Espada)
Por vencer a provação, Herói conquista uma recompensa.
Estágio Dez: Caminho de Volta
Voltando para casa o herói se depara com uma ameaça muito maior. Aqui ele
morre.
Estágio Onze: Ressurreição
Como recompensa pelo seu sacrifício, o herói ressucita dos mortos e vence a
grande ameaça final, tornando-se um ser superior.
Estágio Doze: Retorno com o Elixir
O herói então volta para casa (mundo comum) ou fica no mundo especial,
porém agora como uma nova pessoa, com novos conceitos e totalmente diferente
do que era no início.
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Elaboração de roteiro
- Storyline
- Argumento / sinopse
- Escaleta
- Primeiro tratamento
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Storyline
- Conta a história principal do filme
- Resumo em poucas linhas da ação principal da história
- Conflito, espinha dramática da trama
- Começo, meio e fim
Exemplos:
-“Era uma vez um príncipe cujo pai, o rei, foi assassinado por seu
próprio irmão com o fim de ficar com o trono. Este crime conduziu o
jovem a uma crise existencial que deu em uma onda de mortes,
incluindo a sua.” Hamlet, de Shakespeare
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Argumento
- Uma página
- Desenvolvimento dos personagens principais
(caráter, motivações, objetivos)
- Localização da história no tempo e no espaço
“...começa aqui, passa por ali e termina aqui...”
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Fichas de cenas (escaleta)
-Uma ficha para cada cena
Int-ext; locação; dia-noite
Descrição da cena e personagens
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Roteiro (primeiro tratamento)
Formatação: roteiro literário e roteiro de TV
Roteiro literário:
Int-ext; locação; dia-noite
Ação
Personagem
Fala
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Roteiro Audiovisual

  • 1.
    Artes Ensino Médio Tema daaula: Paradigmas de Roteiro Monomito CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 2.
    Narrativa - Narrativa clássica -Desconstrução da narrativa (quebra com as regras de seqüência linear do tempo, seqüências embaralhadas e ordem invertida dos quadros) - Paradigmas CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 3.
    - Período Homérico(1100-800a.C) - Período Arcaico (600-480a.C) - Período Clássico (480-323a.C) - Período Helênico (323-31a.C) - A cultura grega influenciou a arte e cultura de todos os períodos subsequentes da civilização ocidental: democracia, individualismo, razão, jogos olímpicos, etc. Arte Grega: CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 4.
    Teatro Grego - Ditirambo:Procissão em homenagem à Dionísio (Período Arcaico) -Grandes dionísias, também chamadas Dionísias Urbanas, festival que tinha lugar na Primavera, em honra de Dionisio. - Coro: narradores, intermediários entre atores e platéia (representações, canções, danças) - Histórias e mitos relacionados à divindade - Desenvolvimento do uso de máscaras - Criação do diálogo - Dois estilos: Tragédia e Comédia Theatron = “local onde se vê” CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 5.
  • 6.
  • 7.
    Teatro Grego (arquitetura) Teatro deDionísio (desenho do séc.XIX) Teatro de Mileto (Aydin, Turquia) CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 8.
  • 9.
  • 10.
    Anfiteatro Grego CEFET-RJ -Coordenação de Artes
  • 11.
    Literatura na GréciaAntiga Período Clássico - Epopéias de Homero: Ilíada, Odisséia -Fábulas de Esopo, séc.VI a.C.: A cigarra e a formiga, A Raposa e a Cegonha - Épico - Lírico - Dramático CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 12.
    Significando "ação" emgrego, a palavra "drama" vem associada à representação teatral na Poética de Aristóteles Catarse: Função do teatro para Aristóteles Segundo os dicionários Houaiss e Aulete, "drama" pode significar: "forma narrativa em que se figura ou imita a ação direta dos indivíduos", "texto em verso ou prosa, escrito para ser encenado" ou mesmo a "encenação desse texto". Por analogia, pode ser, ainda, "qualquer narrativa no âmbito da prosa literária em que haja conflito ou atrito" Drama Gêneros literários: Dramático Drama = ação Texto literário para ser encenado, para o teatro Origem nos festivais religiosos dedicados à Dionísio Dois tipos: a tragédia e a comédia CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 13.
    Téspis de Ática(610 – 550 aC) teve a grande ousadia de pôr um ator a dialogar com o coro, sendo-lhe assim atribuída a "invenção" do teatro Criou o conceito de "monólogo" ao apresentar-se na Grande Dionisíaca da Grécia Antiga, no Século V a.C. em Atenas, munido de máscara e vestindo uma túnica, interpretando o deus Dionísio Dramaturgia – Arte de compor peças teatrais CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 14.
    Surgimento da Tragédiano Séc. VI a.C. (Período Clássico) -Temas oriundos da religião ou saga dos heróis - Gênero mais antigo - Ésquilo, Sófocles, Eurípedes - Atores todos homens, uso de máscaras, túnicas, mímica Tragédia CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 15.
  • 16.
    O teatro deverepresentar o palácio dos reis da Pérsia. Ver-se-á, ao lado, o túmulo de Dario. Coro Somos, entre os persas, chamados os Fiéis. Guardiães deste rico e soberbo palácio, aqui estamos, enquanto eles marcham contra a Grécia. Foi à nossa experiência, que o filho de Dario, Xerxes, nosso rei e senhor, confiou os cuidados do império (...) Corifeu Saudamos-te, ó rainha, a primeira entre as mulheres da Pérsia, mãe de Xerxes, viúva de Dario, tu que partilhaste o leito do deus dos Persas, que puseste no mundo um deus. Atossa Eis porque deixo a soberba morada e o leito em que outrora recebi Dario; sinto a alma roída de cuidados. Amigos, estou, no íntimo, receosa. Nossos excessivas riquezas podem se esgotar; a base do poder que Dario, não sem a ajuda dos deuses, ergueu, pode ruir. Coro Ah, desastre irreparável, pasmoso, inaudito, inesperado. Ó triste nova. Persas, vós que escutais, derramais lágrimas. Os Persas, de Ésquilo (472 a.C .) CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 17.
    Surgimento da Comédiano Séc. V a.C. (488 a.C.) - Crítica aos governantes, à educação dos sofistas, à guerra. - Festivais dedicados à Dionísio: Grandes Dionísias e Lenéias Máscara teatral do tipo Primeiro Escravo, personagem típico da Comédia Nova. Mármore, século II a.C., Museu Arqueológico Nacional de Atenas. Comédia CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 18.
    Vênus de Calímaco (cópiamoderna) Museu Estatal Pushkin de Belas Artes Moscou/Rússia CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 19.
    Statua del ToroFarnese (séc. II a.C.) Museo Archeologico Nazionale. Nápoles, Itália CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 20.
    campus Montanha Altar dePergamo - Nereu e Oceano (detalhe) Pergamonmuseum Berlim, Alemanha
  • 21.
    ESTRUTURA DA NARRATIVACLÁSSICA Início: Personagem e objetivo (1º.ato) Geralmente no início de algum filme os personagens principais são apresentados e contextualizados. São apresentadas características físicas, psicológicas e sociais. Com algumas definições, já é possível vislumbrar os objetivos de cada personagem, coerentes com suas personalidades, em relação a história contada no filme. Eles podem permanecer os mesmos até o final ou serem alterados de acordo com a trajetória da história. Meio: Obstáculo (2º.ato) Os obstáculos que impedem a concretização de objetivos específicos são apresentados como forma de entreter e prender a atenção do espectador. Justifica a razão de existir do filme. São os obstáculos que promovem e justificam as ações dos personagens de acordo com seus objetivos. Fim: Solução (3º.ato) Após os obstáculos serem apresentados, a solução para cada um deles é apresentada. É o final do filme, que mostra se a solução foi concretizada. Filmes clássicos geralmente terminam com finais felizes. CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 22.
    Narrativa Clássica Aristotélica: Estruturaem três atos: início, meio e fim. Manuais de roteiro. Ex: Syd Field, exposição, conflito e resolução A Jornada do Herói: - O Herói de Mil Faces, Joseph Campbell (1949) e A Jornada do Escritor, de Christopher Vogler (1990) - Influenciou o cinema de Hollywood, Disney, George Lucas e Spielberg (Star Wars) - Estrutura de arquétipos baseada em Carl Jung e na mitologia grega CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 23.
  • 24.
    Arquétipos Herói: Aquele quese sacrifica por um bem coletivo. (e Anti-Herói) Mentor: Figura mais experiente que motiva e fornece dons ou ferramentas para o Herói durante sua Jornada. Guardião de Limiar: Personagem ou situações que impedem a entrada do Herói na Jornada. Limite entre o cotidiano do Herói e sua aventura. Arauto: Anuncia para o Herói o chamado à aventura. Pode ser o Mentor, o Vilão ou simplesmente um objeto como, por exemplo, uma carta. Camaleão: Personagem com personalidade dúbia, nunca se sabe ao certo se ele está do lado do bem ou do mal. Por exemplo, o aliado que se revela inimigo no final ou o inimigo que salva o Herói em algum momento. Sombra: Normalmente é o Vilão da história e deseja a destruição do Herói. Personificação dos monstros internos de medos e traumas do subconsciente. Pícaro: Personagem de alívio cômico para equilibrar a seriedade da história. Serve também para derrubar o status quo do Herói e quebrar seu orgulho. CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 25.
  • 26.
    Estágio Um: MundoComum Cotidiano do Herói, sua zona de conforto. Estágio Dois: Chamado à Aventura Herói recebe um chamado a uma aventura inesperada. Estágio Três: Recusa do Chamado Herói normalmente recusa ao chamado pois prefere ficar em sua zona de conforto. Estágio Quatro: Encontro com o Mentor Herói encontra um Mentor que o motiva e fornece dons para a aventura. Estágio Cinco: Travessia do Primeiro Limiar Herói enfrenta os guardiões entre seu mundo comum e o mundo da aventura. Estágio Seis: Testes, Aliados, Inimigos Herói conhece o mundo especial, suas regras, amigos, inimigos e enfrenta diversos testes. CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 27.
    Estágio Sete: Aproximaçãoda Caverna Oculta Neste momento o herói se aproxima da grande provação Estágio Oito: Provação Na grande provação o herói chega no limite entre a vida e a morte na luta contra o Vilão, mas é salvo milagrosamente. Estágio Nove: Recompensa (Apanhando a Espada) Por vencer a provação, Herói conquista uma recompensa. Estágio Dez: Caminho de Volta Voltando para casa o herói se depara com uma ameaça muito maior. Aqui ele morre. Estágio Onze: Ressurreição Como recompensa pelo seu sacrifício, o herói ressucita dos mortos e vence a grande ameaça final, tornando-se um ser superior. Estágio Doze: Retorno com o Elixir O herói então volta para casa (mundo comum) ou fica no mundo especial, porém agora como uma nova pessoa, com novos conceitos e totalmente diferente do que era no início. CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 29.
  • 30.
  • 33.
  • 34.
  • 35.
  • 36.
    Elaboração de roteiro -Storyline - Argumento / sinopse - Escaleta - Primeiro tratamento CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 37.
    Storyline - Conta ahistória principal do filme - Resumo em poucas linhas da ação principal da história - Conflito, espinha dramática da trama - Começo, meio e fim Exemplos: -“Era uma vez um príncipe cujo pai, o rei, foi assassinado por seu próprio irmão com o fim de ficar com o trono. Este crime conduziu o jovem a uma crise existencial que deu em uma onda de mortes, incluindo a sua.” Hamlet, de Shakespeare CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 38.
    Argumento - Uma página -Desenvolvimento dos personagens principais (caráter, motivações, objetivos) - Localização da história no tempo e no espaço “...começa aqui, passa por ali e termina aqui...” CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 39.
    Fichas de cenas(escaleta) -Uma ficha para cada cena Int-ext; locação; dia-noite Descrição da cena e personagens CEFET-RJ - Coordenação de Artes
  • 40.
    Roteiro (primeiro tratamento) Formatação:roteiro literário e roteiro de TV Roteiro literário: Int-ext; locação; dia-noite Ação Personagem Fala CEFET-RJ - Coordenação de Artes