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Objetivos Psicologia – Teste Nº3
1. Explicar o conceito de cultura.
Cultura é todo o conjunto de normas colectivas de comportamentos que se impõem às
condutas individuais, sob pena de reprovação social que pode ir desde a simples
admoestação até à prisão, dependendo da importância e significado da norma violada.
A cultura é a totalidade dos conhecimentos, das crenças e teorias, das artes, dos valores, leis
e normas, costumes e todas as outras capacidades e hábitos adquiridos pelo Homem
enquanto membro da sociedade. A cultura é uma totalidade onde se conjugam estes diversos
elementos materiais e simbólicos.
2. Definir padrões culturais (e analisar a sua importância no comportamento
individual).
Padrão de cultura ou padrão cultural é o conjunto de comportamentos, práticas, crenças e
valores comuns aos membros de uma determinada cultura.
Os padrões culturais têm um papel muito importante na vida social: são quadros de
referência, são exemplos acessíveis às pessoas e influenciam actividades, relacionamentos
e atitudes. Através do padrão cultural podemos descobrir o significado de um dado
comportamento naquela cultura.
No entanto, o papel dos padrões de cultura nem sempre é notado. São tão normais, banais
e constantes que nem tomamos consciência da sua existência. A nossa forma de
cumprimentar, de falar, de agir e até de pensar está directamente relacionada com o meio
em que estamos inseridos e, consequentemente, com os padrões culturais a que
obedecemos.
Assim, quando julgamos um dado comportamento, é necessário analisá-lo consoante a
cultura em que está inserido, o seu contexto sociocultural, para que o possamos
compreender e, então, avaliar.
Por outro lado, devemos notar que os padrões culturais estão em constante mudança
devido ao contacto com outras culturas, à criação de novos conceitos, às descobertas do
homem e à evolução de pensamento dos cidadãos.
3. Enumerar elementos comuns a todas as culturas.
A cultura é uma totalidade onde se conjugam estes diversos elementos materiais e
simbólicos.
Exemplos de elementos culturais:
1. Crenças – contemplam as diferentes religiões (hinduísmo, cristianismo, etc.), as ideologias
políticas (liberalismo, socialismo, etc.) e as ideias acerca da natureza humana (humanismo,
racionalismo, etc.).
2. Teorias – ciência moderna e as suas disciplinas, astrologias, medicinas alternativas (ex.
Acupunctura).
3. Múltiplas construções e objectos produzidos – construções complexas (ex. casas,
satélites, pontes, etc.) às construções mais simples (ex. garfo, faca, roupas, etc.).
4. Valores – atribuídos a determinados comportamentos (ao trabalho, uso de drogas, sexo,
etc.), qualidades (beleza, criatividade, preguiça, etc.) ou objectos (telemóvel, cigarro, cadeira
eléctrica, etc.).
5. Leis e normas – importantes para regular a vida em comum
6. Arte - ou modos de expressar próprios de uma determinada sociedade (música, tatuagens,
pinturas, teatro, etc.)
7. Costumes – inclui práticas sociais muito variadas, como por exemplo rituais de saudação,
modos de preparar a alimentos e dos consumir, celebrações, modos de vestir, etc.
4. Definir socialização e a sua função.(e explicar a importância desse processo no
comportamento.
Socialização é o processo através do qual aprendemos e interiorizamos os padrões de
comportamento, normas, práticas e valores da comunidade onde estamos inseridos.
Este processo permite a integração individual numa dada cultura, mas também assegura a
sua reprodução e transmissão futura.
Assim, socialização não se cinge à adaptação de um indivíduo à cultura, mas antes à sua
participação activa na produção, recriação e transmissão de padrões de cultura e
socialização.
Todos os elementos que o indivíduo adquire e ajuda a criar no conjunto da comunidade vão
ser postos em prática, reflectindo-se no próprio comportamento, pensamento e atitude.
5. Indicar agentes e tipos de socialização.
Identificar os principais agentes de socialização
Na sociedade contemporânea os meios de comunicação – jornais, televisão, rádio, cinema,
etc., constituem importantes agentes de socialização. As relações pessoais e íntimas entre
os seus membros, como a família, o grupo de pares, a vizinhança, os jardins-de-infância, a
escola, também constituem agentes de socialização.
8. Explicar a importância da cultura e desenvolvimento do ser humano.
A cultura é tudo aquilo que não vem da própria natureza e sim tudo o que é produzido pelos
animais racionais que são os seres humanos, e é exatamente isso que diferencia os seres
humanos dos animais irracionais, a capacidade de fazer cultura.
A diversidade de culturas também é muito grande, pois envolve diversas pessoas de vários
lugares com hábitos e costumes diferentes, e apesar de todas essas diferenças o respeito
entre as pessoas de diferentes culturas é essencial para o bom convívio entre eles.
A cultura não é somente uma herança que se herda de família, mas também uma herança
herdada da sociedade que envolve uma grande diversidade de conceitos nomeadamente a
arte, crenças, hábitos, costumes, entre muitos outros.
Traz para a sociedade um conhecimento e uma riqueza sem igual, quando bem trabalhada,
pode tornar-se algo que faça parte da vida e do quotidiano da sociedade, com esta podem ser
organizados eventos que tragam cultura e valorização para a cidade, sem contar o retorno
financeiro que a mesma traz.
Outro beneficio que a cultura traz, é que com os eventos de longo prazo que ocorrem na
cidade muitas crianças, saem das suas casas para ir até um teatro, ou um evento de cultura
popular, que a propósito atinge públicos diferenciados como homens, mulheres, crianças,
jovens, adultos e idosos a vantagem é que ao invés das crianças estarem nas ruas, estas
participam num evento que vai trazer conhecimentos, que poderá ser de grande importância
para a sua vida futura.
E com este texto conclui que a cultura tem grande importância nas nossas vidas e também
para a cidade que investe neste bem que traz benefícios, vantagens, sem igual.
6. Indicar os processos que constituem a mente humana.
É pelos processos mentais – cognitivos, emocionais e conativos – que a mente se efectua. São
estes processos, que se vão constituindo desde o nascimento de cada um de nós, que
estruturam a nossa vida psíquica e que permitem conhecer o mundo, relacionar-se com ele e
agir sobre a realidade física e social.
Processos cognitivos: estão relacionados com o saber, com o conhecimento, reportam-se á
criação, transformação e utilização da informação do meio interno e exterior. Associam-se á
questão “O quê?”. No âmbito dos processos cognitivos, estudaremos a perceção, a memória e
a aprendizagem.
- Processos emotivos: estão relacionados com o sentir; são estados vividos pelo sujeito
caracterizados pela subjetividade. Correspondem às vivências de prazer e desprazer e á
interpretação das relações que temos com as pessoas, objetos e ideias. Estão associados á
questão “Como?”. No âmbito dos processos emotivos estudaremos a emoção, o afeto e o
sentimento.
- Processos conativos: estão relacionados com o fazer, expressam-se em ações,
comportamentos. Correspondem á dimensão intencional da vida psíquica. Estão associados á
questão “Porquê?”. No âmbito dos processos conativos procuraremos relacionar os conceitos
de intencionalidade, tendência e esforço de realização.
7. Definir perceção e sensação.
A sensação é um processo fisiológico de ligação do organismo com o meio, através dos
órgãos sensoriais, e consiste na transmissão de um influxo nervoso ( corrente elétrica que
percorre os nossos nervos) desde o órgão sensorial até aos centros de descodificação.
Realiza-se pela ação de um estímulo específico sobre um receptor que é apropriado para o
receber. Assim, por exemplo, os olhos recebem estímulos luminosos, os ouvidos estímulos
sonoros, etc.
A perceção é um processo cognitivo através do qual contactamos com o mundo, que se
caracteriza por exigir a presença da realidade a conhecer. Pela perceção, organizamos e
interpretamos as informações sensoriais. Por isso, a perceção começa nos órgãos recetores
(sensoriais) que são sensíveis a estímulos específicos.
A perceção é uma atividade cognitiva que não se limita ao registo da informação sensorial,
implica a atribuição de sentido, que remete para a nossa experiência. As perceções resultam
de um trabalho árduo de análise e síntese por parte do cérebro, destacando o seu caráter ativo
e influenciado pelos conhecimentos, experiências, expectativas e interesses do sujeito, é uma
construção mental e uma interpretação da realidade.
8. Definir aprendizagem/importância da aprendizagem.
Aquisição ou mudança relativamente estável e duradoira do comportamento e/ou do
conhecimento, devido à experiência, ao treino ou ao estudo e com uma função adaptativa
relativamente ao meio e às suas mudanças
Importância da aprendizagem
- É a aprendizagem que nos permite adquirir os diversos modos de agir e de reagir e de alterar
os nossos comportamentos para nos adaptarmos a novas circunstancias que, inevitavelmente,
enfrentamos num mundo em constante mutuação;
- É processo cognitivo de nos permite adquirir o estatuto de verdadeiros seres humanos;
- Pela aprendizagem adquirimos saberes, saber fazer, saber estar, saber ser.
- É a aprendizagem que determina o nosso pensamento, a nossa linguagem, as motivações e
as atitudes, a personalidade.
9.Tipos de memória
Memoria a curto prazo
Retém temporariamente a informação que aí permanece durante um período mais longo do
que na memória sensorial, não ultrapassando os 60 s.
As lembranças só aí estão disponíveis durante o tempo necessário para serem utilizadas.
Tem capacidade de armazenamento limitada (8 itens), podendo ser aumentada se os itens
forem associados em grupos.
Cabe a esta memória selecionar e enviar os conteúdos significativos para a memória a longo
prazo.
Memória a longo prazo
Concede-nos a capacidade de recordar uma quantidade substancial de informação durante
períodos bastante longos.
Tem grande flexibilidade na codificação dos materiais, tanto pode ser codificada em termos de
imagem como verbal (significado).
Recuperamos continuamente informação da memória a longo prazo, sendo a recordação um
processo gerido pela memória a curto prazo.
Memória sensorial
As informações sensoriais são provenientes dos estímulos armazenados na memória sensorial
por um curtíssimo espaço de tempo (+/- 0,25 s).
Regista as impressões visuais, auditivas, olfativas ou tácteis sem as processar.
Aí são retidos onde permanecem sem qualquer tratamento ou análise.
As informações passam por esta memória, sem receber nenhum processamento, se lhes
prestamos atenção, então os dados codificam-se e são transferidos para a memória a curto
prazo, se não lhes prestarmos atenção acabam por se deteriorar.
10. Distinguir condicionamento clássico de condicionamento operante
O condicionamento clássico e o condicionamento operante podem ser vistos como dois
tipos de aprendizagem associativa entre as quais existe uma diferença significativa.
Qual é a diferença entre o clássico e operante condicionado?
• Origem:
• Tanto o condicionamento clássico quando condicionamento operante vem da psicologia
comportamental.
• Fundadores:
• O condicionamento clássico foi desenvolvido por Ivan Pavlov. Ele explica que algumas
formas de aprendizagem podem ser respostas involuntárias, emocionais e fisiológicas
• O condicionamento operante foi desenvolvido por BF Skinner. Ele acreditava que o
comportamento é sustentado pelos reforços e recompensas, e não por livre arbítrio.
• Teoria:
.• Condicionamento clássico destaca que o estímulo neutro pode ser transformado em um
estímulo condicionado, produzindo uma resposta condicionada.
• O condicionamento operante envolve condicionamento de comportamento voluntário,
controlável através de suas consequências – reforços e punições. Este condicionamento
envolve o comportamento voluntário e controlável, e não as respostas fisiológicas
automáticas, como no caso do condicionamento clássico. No condicionamento operante,
ação está associada a consequências pelo organismo. Ações que são reforçadas tornam-se
fortalecidas enquanto as ações que são punidas estão sendo enfraquecidas. Ele introduziu
dois tipos de reforços; reforço positivo e reforço negativo.
• Associação entre comportamento e resultados:
• No condicionamento clássico, a associação não pode ser controlada.
• No condicionamento operante, a associação entre comportamento e resultados é
aprendida.
• Resposta:
• A resposta em condicionamento clássico é automática e involuntária.
• No condicionamento operante, a resposta é voluntária.
*Reforço postivo e negativo
Skinner desenvolveu o condicionamento operante que descreve a
correspondência entre o comportamento e as consequências. Uma resposta
operante origina-se sem a presença de um estímulo incondicionado, ou seja é
um comportamento voluntário. Será então um processo através do qual
aprendemos a dar respostas de forma a evitar algo desagradável. Mas
consequentemente a frequência das respostas depende das suas consequências.
O reforço é um acontecimento que resulta de um comportamento e que o
desenvolve. Existem diversas formas de os classificar: se são primários (diz
respeito a carências básicas – não aprendido) ou secundários (aprendido,
podendo ser material ou social); se são internos ou externos (diz respeito ao
reforço ser ou não ser próprio do comportamento que o criou); ou então se são
positivos ou negativos.
O reforço positivo é um estímulo que tem consequências positivas, agradáveis, e
que se segue a um dado comportamento. O reforço negativo é o sujeito que
evita uma situação dolorosa. É a eliminação do estímulo que permite evitar a
situação dolorosa.
Tanto o reforço positivo com o reforço negativo têm as mesmas consequências,
como fortalecer, aumentar a ocorrência de um comportamento. Estes dois tipos
de reforços aumentam a probabilidade que a resposta ocorra.
11. Explicar a lei do efeito teoria de Thorndike.
A lei do efeito é uma das três leis primárias que fazem parte da, formulada no quadro da
psicologia de aprendizagem. Consiste nas respostas numa determinada situação que são
seguidas por um estado recompensador de eventos. Ao serem fortalecidas, vão-se tornar
respostas habituais para aquela situação, enquanto que as respostas que sejam seguidas por
um estado desagradável vão ter tendência a enfraquecer.
Edward Lee Thorndike estabelece, com a sua lei dos efeitos, as bases para o behaviorismo de
Skinner.
A lei do efeito caracteriza-se na ideia que todo e qualquer ato que produz satisfação vai-se
associar a essa situação. E assim sempre que essa situação se reproduz, a probabilidade de
repetição do ato é maior do que anteriormente. A punição e o desprazer não se comparam em
absoluto ao efeito positivo da recompensa a uma determinada resposta; o efeito de prazer é,
portanto, o que fixa a resposta.
Thorndike formulou a lei do efeito, utilizando experiências de "resolução de problemas" com
gatos. Esta lei teve um papel essencial nas teorias de aprendizagem e na ciência de
comportamento em geral.
Assim, pode-se concluir que qualquer comportamento de um organismo vivo tende a repetir-se
se existir recompensa assim que ele o emitir. Por outro lado, o comportamento tenderá a não
acontecer, se o organismo for castigado após a sua ocorrência.

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  • 1. Objetivos Psicologia – Teste Nº3 1. Explicar o conceito de cultura. Cultura é todo o conjunto de normas colectivas de comportamentos que se impõem às condutas individuais, sob pena de reprovação social que pode ir desde a simples admoestação até à prisão, dependendo da importância e significado da norma violada. A cultura é a totalidade dos conhecimentos, das crenças e teorias, das artes, dos valores, leis e normas, costumes e todas as outras capacidades e hábitos adquiridos pelo Homem enquanto membro da sociedade. A cultura é uma totalidade onde se conjugam estes diversos elementos materiais e simbólicos. 2. Definir padrões culturais (e analisar a sua importância no comportamento individual). Padrão de cultura ou padrão cultural é o conjunto de comportamentos, práticas, crenças e valores comuns aos membros de uma determinada cultura. Os padrões culturais têm um papel muito importante na vida social: são quadros de referência, são exemplos acessíveis às pessoas e influenciam actividades, relacionamentos e atitudes. Através do padrão cultural podemos descobrir o significado de um dado comportamento naquela cultura. No entanto, o papel dos padrões de cultura nem sempre é notado. São tão normais, banais e constantes que nem tomamos consciência da sua existência. A nossa forma de cumprimentar, de falar, de agir e até de pensar está directamente relacionada com o meio em que estamos inseridos e, consequentemente, com os padrões culturais a que obedecemos. Assim, quando julgamos um dado comportamento, é necessário analisá-lo consoante a cultura em que está inserido, o seu contexto sociocultural, para que o possamos compreender e, então, avaliar. Por outro lado, devemos notar que os padrões culturais estão em constante mudança devido ao contacto com outras culturas, à criação de novos conceitos, às descobertas do homem e à evolução de pensamento dos cidadãos. 3. Enumerar elementos comuns a todas as culturas. A cultura é uma totalidade onde se conjugam estes diversos elementos materiais e simbólicos.
  • 2. Exemplos de elementos culturais: 1. Crenças – contemplam as diferentes religiões (hinduísmo, cristianismo, etc.), as ideologias políticas (liberalismo, socialismo, etc.) e as ideias acerca da natureza humana (humanismo, racionalismo, etc.). 2. Teorias – ciência moderna e as suas disciplinas, astrologias, medicinas alternativas (ex. Acupunctura). 3. Múltiplas construções e objectos produzidos – construções complexas (ex. casas, satélites, pontes, etc.) às construções mais simples (ex. garfo, faca, roupas, etc.). 4. Valores – atribuídos a determinados comportamentos (ao trabalho, uso de drogas, sexo, etc.), qualidades (beleza, criatividade, preguiça, etc.) ou objectos (telemóvel, cigarro, cadeira eléctrica, etc.). 5. Leis e normas – importantes para regular a vida em comum 6. Arte - ou modos de expressar próprios de uma determinada sociedade (música, tatuagens, pinturas, teatro, etc.) 7. Costumes – inclui práticas sociais muito variadas, como por exemplo rituais de saudação, modos de preparar a alimentos e dos consumir, celebrações, modos de vestir, etc. 4. Definir socialização e a sua função.(e explicar a importância desse processo no comportamento. Socialização é o processo através do qual aprendemos e interiorizamos os padrões de comportamento, normas, práticas e valores da comunidade onde estamos inseridos. Este processo permite a integração individual numa dada cultura, mas também assegura a sua reprodução e transmissão futura. Assim, socialização não se cinge à adaptação de um indivíduo à cultura, mas antes à sua participação activa na produção, recriação e transmissão de padrões de cultura e socialização. Todos os elementos que o indivíduo adquire e ajuda a criar no conjunto da comunidade vão ser postos em prática, reflectindo-se no próprio comportamento, pensamento e atitude. 5. Indicar agentes e tipos de socialização. Identificar os principais agentes de socialização Na sociedade contemporânea os meios de comunicação – jornais, televisão, rádio, cinema, etc., constituem importantes agentes de socialização. As relações pessoais e íntimas entre
  • 3. os seus membros, como a família, o grupo de pares, a vizinhança, os jardins-de-infância, a escola, também constituem agentes de socialização. 8. Explicar a importância da cultura e desenvolvimento do ser humano. A cultura é tudo aquilo que não vem da própria natureza e sim tudo o que é produzido pelos animais racionais que são os seres humanos, e é exatamente isso que diferencia os seres humanos dos animais irracionais, a capacidade de fazer cultura. A diversidade de culturas também é muito grande, pois envolve diversas pessoas de vários lugares com hábitos e costumes diferentes, e apesar de todas essas diferenças o respeito entre as pessoas de diferentes culturas é essencial para o bom convívio entre eles. A cultura não é somente uma herança que se herda de família, mas também uma herança herdada da sociedade que envolve uma grande diversidade de conceitos nomeadamente a arte, crenças, hábitos, costumes, entre muitos outros. Traz para a sociedade um conhecimento e uma riqueza sem igual, quando bem trabalhada, pode tornar-se algo que faça parte da vida e do quotidiano da sociedade, com esta podem ser organizados eventos que tragam cultura e valorização para a cidade, sem contar o retorno financeiro que a mesma traz. Outro beneficio que a cultura traz, é que com os eventos de longo prazo que ocorrem na cidade muitas crianças, saem das suas casas para ir até um teatro, ou um evento de cultura popular, que a propósito atinge públicos diferenciados como homens, mulheres, crianças, jovens, adultos e idosos a vantagem é que ao invés das crianças estarem nas ruas, estas participam num evento que vai trazer conhecimentos, que poderá ser de grande importância para a sua vida futura. E com este texto conclui que a cultura tem grande importância nas nossas vidas e também para a cidade que investe neste bem que traz benefícios, vantagens, sem igual.
  • 4. 6. Indicar os processos que constituem a mente humana. É pelos processos mentais – cognitivos, emocionais e conativos – que a mente se efectua. São estes processos, que se vão constituindo desde o nascimento de cada um de nós, que estruturam a nossa vida psíquica e que permitem conhecer o mundo, relacionar-se com ele e agir sobre a realidade física e social. Processos cognitivos: estão relacionados com o saber, com o conhecimento, reportam-se á criação, transformação e utilização da informação do meio interno e exterior. Associam-se á questão “O quê?”. No âmbito dos processos cognitivos, estudaremos a perceção, a memória e a aprendizagem. - Processos emotivos: estão relacionados com o sentir; são estados vividos pelo sujeito caracterizados pela subjetividade. Correspondem às vivências de prazer e desprazer e á interpretação das relações que temos com as pessoas, objetos e ideias. Estão associados á questão “Como?”. No âmbito dos processos emotivos estudaremos a emoção, o afeto e o sentimento. - Processos conativos: estão relacionados com o fazer, expressam-se em ações, comportamentos. Correspondem á dimensão intencional da vida psíquica. Estão associados á questão “Porquê?”. No âmbito dos processos conativos procuraremos relacionar os conceitos de intencionalidade, tendência e esforço de realização. 7. Definir perceção e sensação. A sensação é um processo fisiológico de ligação do organismo com o meio, através dos órgãos sensoriais, e consiste na transmissão de um influxo nervoso ( corrente elétrica que percorre os nossos nervos) desde o órgão sensorial até aos centros de descodificação. Realiza-se pela ação de um estímulo específico sobre um receptor que é apropriado para o receber. Assim, por exemplo, os olhos recebem estímulos luminosos, os ouvidos estímulos sonoros, etc. A perceção é um processo cognitivo através do qual contactamos com o mundo, que se caracteriza por exigir a presença da realidade a conhecer. Pela perceção, organizamos e interpretamos as informações sensoriais. Por isso, a perceção começa nos órgãos recetores (sensoriais) que são sensíveis a estímulos específicos. A perceção é uma atividade cognitiva que não se limita ao registo da informação sensorial, implica a atribuição de sentido, que remete para a nossa experiência. As perceções resultam de um trabalho árduo de análise e síntese por parte do cérebro, destacando o seu caráter ativo e influenciado pelos conhecimentos, experiências, expectativas e interesses do sujeito, é uma construção mental e uma interpretação da realidade. 8. Definir aprendizagem/importância da aprendizagem. Aquisição ou mudança relativamente estável e duradoira do comportamento e/ou do conhecimento, devido à experiência, ao treino ou ao estudo e com uma função adaptativa relativamente ao meio e às suas mudanças Importância da aprendizagem - É a aprendizagem que nos permite adquirir os diversos modos de agir e de reagir e de alterar os nossos comportamentos para nos adaptarmos a novas circunstancias que, inevitavelmente, enfrentamos num mundo em constante mutuação; - É processo cognitivo de nos permite adquirir o estatuto de verdadeiros seres humanos;
  • 5. - Pela aprendizagem adquirimos saberes, saber fazer, saber estar, saber ser. - É a aprendizagem que determina o nosso pensamento, a nossa linguagem, as motivações e as atitudes, a personalidade. 9.Tipos de memória Memoria a curto prazo Retém temporariamente a informação que aí permanece durante um período mais longo do que na memória sensorial, não ultrapassando os 60 s. As lembranças só aí estão disponíveis durante o tempo necessário para serem utilizadas. Tem capacidade de armazenamento limitada (8 itens), podendo ser aumentada se os itens forem associados em grupos. Cabe a esta memória selecionar e enviar os conteúdos significativos para a memória a longo prazo. Memória a longo prazo Concede-nos a capacidade de recordar uma quantidade substancial de informação durante períodos bastante longos. Tem grande flexibilidade na codificação dos materiais, tanto pode ser codificada em termos de imagem como verbal (significado). Recuperamos continuamente informação da memória a longo prazo, sendo a recordação um processo gerido pela memória a curto prazo. Memória sensorial As informações sensoriais são provenientes dos estímulos armazenados na memória sensorial por um curtíssimo espaço de tempo (+/- 0,25 s). Regista as impressões visuais, auditivas, olfativas ou tácteis sem as processar. Aí são retidos onde permanecem sem qualquer tratamento ou análise. As informações passam por esta memória, sem receber nenhum processamento, se lhes prestamos atenção, então os dados codificam-se e são transferidos para a memória a curto prazo, se não lhes prestarmos atenção acabam por se deteriorar. 10. Distinguir condicionamento clássico de condicionamento operante O condicionamento clássico e o condicionamento operante podem ser vistos como dois tipos de aprendizagem associativa entre as quais existe uma diferença significativa. Qual é a diferença entre o clássico e operante condicionado? • Origem: • Tanto o condicionamento clássico quando condicionamento operante vem da psicologia comportamental. • Fundadores:
  • 6. • O condicionamento clássico foi desenvolvido por Ivan Pavlov. Ele explica que algumas formas de aprendizagem podem ser respostas involuntárias, emocionais e fisiológicas • O condicionamento operante foi desenvolvido por BF Skinner. Ele acreditava que o comportamento é sustentado pelos reforços e recompensas, e não por livre arbítrio. • Teoria: .• Condicionamento clássico destaca que o estímulo neutro pode ser transformado em um estímulo condicionado, produzindo uma resposta condicionada. • O condicionamento operante envolve condicionamento de comportamento voluntário, controlável através de suas consequências – reforços e punições. Este condicionamento envolve o comportamento voluntário e controlável, e não as respostas fisiológicas automáticas, como no caso do condicionamento clássico. No condicionamento operante, ação está associada a consequências pelo organismo. Ações que são reforçadas tornam-se fortalecidas enquanto as ações que são punidas estão sendo enfraquecidas. Ele introduziu dois tipos de reforços; reforço positivo e reforço negativo. • Associação entre comportamento e resultados: • No condicionamento clássico, a associação não pode ser controlada. • No condicionamento operante, a associação entre comportamento e resultados é aprendida. • Resposta: • A resposta em condicionamento clássico é automática e involuntária. • No condicionamento operante, a resposta é voluntária. *Reforço postivo e negativo Skinner desenvolveu o condicionamento operante que descreve a correspondência entre o comportamento e as consequências. Uma resposta operante origina-se sem a presença de um estímulo incondicionado, ou seja é um comportamento voluntário. Será então um processo através do qual aprendemos a dar respostas de forma a evitar algo desagradável. Mas consequentemente a frequência das respostas depende das suas consequências. O reforço é um acontecimento que resulta de um comportamento e que o desenvolve. Existem diversas formas de os classificar: se são primários (diz respeito a carências básicas – não aprendido) ou secundários (aprendido, podendo ser material ou social); se são internos ou externos (diz respeito ao reforço ser ou não ser próprio do comportamento que o criou); ou então se são positivos ou negativos. O reforço positivo é um estímulo que tem consequências positivas, agradáveis, e que se segue a um dado comportamento. O reforço negativo é o sujeito que evita uma situação dolorosa. É a eliminação do estímulo que permite evitar a situação dolorosa.
  • 7. Tanto o reforço positivo com o reforço negativo têm as mesmas consequências, como fortalecer, aumentar a ocorrência de um comportamento. Estes dois tipos de reforços aumentam a probabilidade que a resposta ocorra. 11. Explicar a lei do efeito teoria de Thorndike. A lei do efeito é uma das três leis primárias que fazem parte da, formulada no quadro da psicologia de aprendizagem. Consiste nas respostas numa determinada situação que são seguidas por um estado recompensador de eventos. Ao serem fortalecidas, vão-se tornar respostas habituais para aquela situação, enquanto que as respostas que sejam seguidas por um estado desagradável vão ter tendência a enfraquecer. Edward Lee Thorndike estabelece, com a sua lei dos efeitos, as bases para o behaviorismo de Skinner. A lei do efeito caracteriza-se na ideia que todo e qualquer ato que produz satisfação vai-se associar a essa situação. E assim sempre que essa situação se reproduz, a probabilidade de repetição do ato é maior do que anteriormente. A punição e o desprazer não se comparam em absoluto ao efeito positivo da recompensa a uma determinada resposta; o efeito de prazer é, portanto, o que fixa a resposta. Thorndike formulou a lei do efeito, utilizando experiências de "resolução de problemas" com gatos. Esta lei teve um papel essencial nas teorias de aprendizagem e na ciência de comportamento em geral. Assim, pode-se concluir que qualquer comportamento de um organismo vivo tende a repetir-se se existir recompensa assim que ele o emitir. Por outro lado, o comportamento tenderá a não acontecer, se o organismo for castigado após a sua ocorrência.