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1. Dintinguir ética de moral.
Moral e ética são conceitos que estão muito presentes nas nossas discussões e são
pronunciados por nós em diversas ocasiões. No entanto, por vezes acaba por ser feito um
mau uso desses conceitos, causando alguns conflitos e uma dificuldade de compreensão e
delimitação que identifique até onda vai a moral e ao que se restringe o conceito de ética.
Sob essa perspetiva, podemos compreender que o conceito de moral se refere a uma série
de condições estabelecidas pela cultura de um povo e que definem as formas de agir de
forma correta ou não dentro do sistema de valores empregado naquela população.
Podemos entender como moral então todos os critérios que estabelecem a conduta de uma
sociedade, ao passo em que delimitam o equilíbrio necessário entre as aspirações pessoais
e os interesses coletivos.
Por outro lado, a ética vêm do termo em latim ethos que se refere a conduta, ao modo de
agir. Portanto, o que difere a ética da moral relaciona-se com o facto de que a moral
pretende estabelecer o convívio equilibrado com o que é bom para a população, enquanto a
ética procura compreender e atribuir sentido aos valores formados pela moral.
A ética é, dessa forma, um conjunto de argumentos que são utilizados pelos indivíduos para
justificar suas ações, solucionando diferentes problemas em que há o conflito de interesses
com base em argumentos universais. Em outras palavras, podem salientar que a ética é
uma filosofia responsável por estudar a moral, contestando e identificando o que podemos
chamar de regras morais vigentes, as quais são alteradas com o tempo. A modernidade
vem mudando muitos desses valores éticos, e hoje os indivíduos são considerados pessoas
livres, o que leva a um relativismo, do qual a ética pode contornar a situação e conduzir a
uma moralidade do qual os fins justificam os meios.
O sentido hoje da ética é estabelecer uma universalidade dos valores, sem considerar a
influência de uma ordem universal. Todos estão corretos e todos estão errados, vai de
acordo com o que é ético para o indivíduo.
2. Explicitar as condições do ato moral.
3. Identificar as condições do ato moral.
Ação moral – As ações realizadas pelo agente que, livre e voluntariamente, aceita o
apelo da própria consciência, respeitando as normas, por ela impostos para se
dignificar e aperfeiçoar como ser humano e promover a sua humanidade e a de
todos os outros, de modo a viver e conviver melhor.
Moralidade – é o esforço para orientar a nossa conduta por princípios racionalmente
justificados, tendo em conta tanto os nossos interesses como os interesses de todos
os que serão afetados pelas nossas ações.
Consciência moral - Por consciência moral, entende-se o sentido que cada indivíduo tem
do correto e incorreto Capacidade interior de orientação e avaliação da ação com base em
princípios e valores autoimpostos e racionalmente justificados. Durante a deliberação ,
antes da decisão e da realização da ação, indica-nos o melhor caminho. Depois aprova ou
deseprova atos, intenções ou omissões.Aconsciência moral, é portanto, a consciência da
nossa condição de seres livres, a consciência de que vivemos no meio de outros seres e de
quem nem todas as possibilidades de escolha são igualmente valiosas. É a dimensão
autónoma da determinação da ação (com coação externa).
Responsabilidade moral – expressa o reconhecimento da autoria da ação e a obrigação
de responder perante a própria consciência.
A capacidade do ser humano cumprir conscienciosamente a direção da sua vida e de
exprimir a sua liberdade através da ação introduz a ultima peça chave do exercício da
moralidade: a responsabilidade.
Não há liberdae humana sem responsabilidade. A responsabilidade, é a consequência
lógica e inevitável da liberdade. O ser humano, sendo livre, e não podendo recusar-se a se-
lo é responsável pelas suas escolhas. Enquanto autor, ou seja, enquanto agente
incontestável dos meus atos, sou constrangido à responsabilidade que a liberdade implica.
4. Identificar as várias áreas da ética.
Ética normativa
Procura encontrar os princípios fundamentais que orientam a conduta humana e que
permitem distinguir as ações corretas das incorretas. 1) Qual é o bem último? Muitas
coisas são bens em virtude de serem meios ou instrumentos para outras coisas boas. O
dinheiro, por exemplo, não é bom em si — mas é bom como meio para podermos ter uma
vida boa. Mas será que há algo que seja o bem último, ou seja, algo em função do qual
todos os outros bens sejam bens? Será o prazer? Ou a virtude? Ou a vontade boa?
Metaética
Procura descobrir a origem, a natureza e o significado dos princípios éticos. Estuda
os conceitos e os juízos morais. Serão os juízos éticos relativos à cultura? Quando
dizemos que o assassínio de crianças inocentes é incorrecto, essa é uma verdade
objectiva, ou meramente um costume social que varia de cultura para cultura?
Ética aplicada
Analisa casos particulares na tentativa de indicar soluções possíveis para esses
mesmos problemas. Será incorrecto fazer um aborto em qualquer circunstância?
Será correcto uma mulher fazer um aborto exclusivamente porque não deseja ter a
criança? Ou terá de ter razões mais fortes, como razões de saúde?
5. Caracterizar o egoísmo psicológico.
Egoísmo psicológico
É uma teoria descritiva do nosso comportamento, no sentido em que nos diz que o
comportamento humano é sempre motivado pela satisfação dos nossos próprios
interesses.
Para o defensor do egoísmo psicológico, somos todos egoístas, porque, dada a
disposição natural do nosso comportamento, sempre que agimos procuramos visar a
satisfação dos nossos interesses.
Põe em causa todo o acto altruísta propriamente humano. (Para o egoísta
psicológico, não faz sentido dizer que existem actos altruístas, porque, para ele, o
comportamento humano encontra-se naturalmente motivado pela concretização dos
nossos interesses pessoais.)
Dois argumentos a favor do egoísmo psicológico:
6. Caracterizar o egoísmo moral
O egoísmo ético é a teoria que defende que devemos agir apenas em função do
nosso interesse pessoal. (devemos viver atendendo apenas aos nossos interesses
pessoais). É uma teoria normativa, no sentido em que nos diz como nos devemos
comportar em toda e qualquer situação da nossa existência.
Admite a existência de actos altruístas, mas considera esses actos moralmente
incorrectos. Não obstante, o egoísta ético não apenas aceita como defende que as
outras pessoas realizem e promovam o altruísmo, porque, se as pessoas com as
quais o egoísta ético se relaciona forem altruístas, o egoísta terá maiores
probabilidades de promover os seus interesses pessoais. O egoísta ético
desempenha assim um papel de “disfarce”, porque, por um lado, assume-se como
egoísta ético e, por outro, pretende que as outras pessoas sejam altruístas.
Para o defensor do egoísmo ético, apenas seria válido agirmos visando os
interesses dos outros, se essa mesma opção fosse uma forma de visarmos os
nossos próprios interesses.
A teoria do egoísmo ético apoia-se na teoria do egoísmo psicológico, a qual
defende que agimos sempre em função do nosso interesse pessoal.
7. Explicar as críticas ao egoísmo moral.
A atitude egoísta é precisamente contrária à atitude ética, segundo a qual devemos
considerar sempre o “outro”, a sua mundividência, interesses, desejos e vontades,
procurando enquadrar a nossa felicidade num contexto de felicidade universal, em que o
“outro” não seja prejudicado.
Apresentam-se, assim, três objecções generalistas ao egoísmo ético:
1) O egoísmo ético tira todo o sentido a uma parte importante da ética que consiste
na actividade de aconselhar e julgar – com o EE deixa de existir espaço para estas
atitudes, pois o “eu” coupa o lugar central na escolha das acções.
2) O egoísmo ético é moralmente inconsistente: não pode ser adoptado universalmente
– caso contrário, a ética perdia a sua principal característica (ser universal) – não queremos
um mundo em que se perca a ajuda do próximo sem benefício próprio, uma ética
desenraizada.
3) O egoísmo ético derrota-se a si próprio: se uma pessoa optar por agir
indiscriminadamente de forma egoísta, terá uma vida pior do que teria se não fosse egoísta,
pois as nossas acções estão ligadas a outras pessoas, das quais depende o efeito das
nossas acções.
8. Compreender em que consiste o problema da fundamentação da moral.
O problema da fundamentação da moral trata-se de responder à seguinte questão: o que
torna uma acção moralmente correcta ou incorrecta? Que critério nos permite distinguir
entre uma acção moralmente correcta e uma acção moralmente errada? Existem duas
respostas a este problema:
a) Ética deontológica (Immanuel Kant): o valor moral de uma acção depende do motivo ou
da intenção.
b) Ética teleológica (Stuart Mill): o valor moral de uma acção depende da sua consequência
(finalidade).
9. Distinguir (e caracterizar) as éticas deontológicas das éticas teológicas.
A Ética Deontológica,defendida por Kant, valoriza a intenção da ação, independentemente
das consequências.
Uma ação é boa se a intenção (razão ou motivo) for bom e se ela for universal (será
universal se o que decidirmos for bom para nós próprios e para todas as outras pessoas).
Kant defende que devemos agir em relação às pessoas como um fim e nunca como um
meio, que nunca devemos usá-las em nosso benefício.
Ela é uma ética formal pois não mostra normas concretas de conduta, mas nos indica como
devemos agir com os outros.
A Ética Teleológica, defendida por Stuart Mill é consequencialista, para ela uma boa ação é
medida pelas suas consequências, sendo o fim do homem a felicidade.
O mais importante não é saber se a intenção é boa mas sim se teve boas consequências.
Ela é uma ética concreta pois te diz como se deve atingir a felicidade.
Segundo Aristóteles todo homem busca a virtude e a felicidade e estas só podem ser
alcançadas através do equilíbrio, pois o excesso e a falta são considerados vícios que
conduzem a um fim contrário à natureza humana.
10. Apresentar e explicar a perspetiva Kantiana quanto à fundamentação do moral.
Através da “Fundamentação da Metafísica dos Costumes”, Kant tenta explicar
racionalmente a moralidade, mas parte do conceito de “boa vontade” em oposição à “má
vontade”. Kant diz que a “boa vontade” é princípio puro da moralidade e o fundamento do
Dever. Segundo Kant, a “boa vontade” encontra-se já no próprio bom senso humano;
portanto, segundo Kant, a “boa vontade” é endógena (é natural ao ser humano). Segundo
Kant, há algumas disposições da natureza humana que são conformes ao Dever, e outras
não. Kant dá um exemplo: a auto-preservação da vida, em si mesma, não possui valor
moral porque obedece a uma inclinação natural (instinto) — embora quem preserve a sua
vida aja conforme o Dever (imperativo hipotético). Mas quando alguém persiste em
“conservar a vida sem a amar”, colocando o Dever acima de qualquer inclinação subjectiva,
então, esse alguém age com verdadeiro conteúdo moral (imperativo categórico). O
problema é 1/ o de saber o que é o Dever (definição de Dever), segundo Kant; 2/ o que
fundamenta (qual é a causa) o Dever (por que é que o Dever é “assim”, e não de “outro
modo”). Segundo Kant, o valor de uma ação moral define-se não pelo fim que pretende
atingir, mas pelo princípio que (alegadamente) a determina. Contudo, existem algumas
objeções a este ponto de vista, nomeadamente, em algumas circuntâncias cumprir um
obrigação moral, pode implicar de não cumprir outra. O cumprimento cego destas
obstinações morais pode conduzir a consequências funestas.
11. Distinguir os vários tipos de ação.
12. Distinguir imperativo hipotético de categórico.
13. Apresentar principais objeções perspetivas kantianas.
1 – As regras morais não são absolutas
Kant defende que para agirmos moralmente temos de respeitar de forma
incondicional um conjunto de algumas regras morais (deveres ditados pela nossa
razão). Para Kant, essas regras morais são absolutas, são para serem respeitadas
de forma incondicional, sem excepções, em todas as situações do nosso quotidiano.
Porém existem exceções no dia a dia nomeadamente, quando se trata de salvar a
vida a alguém.
Por vezes é impossível decidir sem olhar às consequências da ação
"A teoria de Kant não dá atenção às consequências da acção. Isto significa que idiotas bem
intencionados que, involuntariamente, causem várias mortes em consequência da sua
incompetência, podem ser moralmente inocentes à luz da teoria de Kant, uma vez que
seriam primariamente julgados pelas suas intenções.
Mas, em alguns casos, as consequências das acções parecem relevantes para uma
apreciação do seu valor moral: pense como se sentiria em relação a uma babysitter que
tentasse secar o seu gato no micro-ondas. Contudo, para ser justo com Kant a este
respeito, é verdade que ele considera condenáveis alguns tipos de incompetência."
As emoções e os sentimentos são componentes essenciais da natureza
humana, não podendo ser descartados
O amor e a compaixão têm importância ética
"O papel que a teoria de Kant dá a emoções tais como a compaixão, a simpatia e a piedade
parece inadequado. Kant afasta tais emoções como irrelevantes para a moral: a única
motivação apropriada para a acção moral é o sentido do dever.
O formalismo kantiano é desumano
Este formalismo é desumano, porque os seres humanos necessitam, desde a mais
tenra idade, de se sentirem amados, e isto é importante para a formação da auto-
estima. As pessoas com uma auto-estima saudável tendem a sentir que a sua vida
tem sentido, alcançando níveis de auto-realização superiores em relação às pessoas
com uma fraca auto-estima. Isto também se reflete na saúde: as pessoas que se
sentem realizadas (no fundo, que se sentem felizes) têm tendencialmente um
sistema imunitário mais robusto do que as pessoas que se sentem deprimidas e
insatisfeitas consigo próprias.

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Objetivos Filosofia

  • 1. 1. Dintinguir ética de moral. Moral e ética são conceitos que estão muito presentes nas nossas discussões e são pronunciados por nós em diversas ocasiões. No entanto, por vezes acaba por ser feito um mau uso desses conceitos, causando alguns conflitos e uma dificuldade de compreensão e delimitação que identifique até onda vai a moral e ao que se restringe o conceito de ética. Sob essa perspetiva, podemos compreender que o conceito de moral se refere a uma série de condições estabelecidas pela cultura de um povo e que definem as formas de agir de forma correta ou não dentro do sistema de valores empregado naquela população. Podemos entender como moral então todos os critérios que estabelecem a conduta de uma sociedade, ao passo em que delimitam o equilíbrio necessário entre as aspirações pessoais e os interesses coletivos. Por outro lado, a ética vêm do termo em latim ethos que se refere a conduta, ao modo de agir. Portanto, o que difere a ética da moral relaciona-se com o facto de que a moral pretende estabelecer o convívio equilibrado com o que é bom para a população, enquanto a ética procura compreender e atribuir sentido aos valores formados pela moral. A ética é, dessa forma, um conjunto de argumentos que são utilizados pelos indivíduos para justificar suas ações, solucionando diferentes problemas em que há o conflito de interesses com base em argumentos universais. Em outras palavras, podem salientar que a ética é uma filosofia responsável por estudar a moral, contestando e identificando o que podemos chamar de regras morais vigentes, as quais são alteradas com o tempo. A modernidade vem mudando muitos desses valores éticos, e hoje os indivíduos são considerados pessoas livres, o que leva a um relativismo, do qual a ética pode contornar a situação e conduzir a uma moralidade do qual os fins justificam os meios. O sentido hoje da ética é estabelecer uma universalidade dos valores, sem considerar a influência de uma ordem universal. Todos estão corretos e todos estão errados, vai de acordo com o que é ético para o indivíduo. 2. Explicitar as condições do ato moral. 3. Identificar as condições do ato moral. Ação moral – As ações realizadas pelo agente que, livre e voluntariamente, aceita o apelo da própria consciência, respeitando as normas, por ela impostos para se dignificar e aperfeiçoar como ser humano e promover a sua humanidade e a de todos os outros, de modo a viver e conviver melhor. Moralidade – é o esforço para orientar a nossa conduta por princípios racionalmente justificados, tendo em conta tanto os nossos interesses como os interesses de todos os que serão afetados pelas nossas ações.
  • 2. Consciência moral - Por consciência moral, entende-se o sentido que cada indivíduo tem do correto e incorreto Capacidade interior de orientação e avaliação da ação com base em princípios e valores autoimpostos e racionalmente justificados. Durante a deliberação , antes da decisão e da realização da ação, indica-nos o melhor caminho. Depois aprova ou deseprova atos, intenções ou omissões.Aconsciência moral, é portanto, a consciência da nossa condição de seres livres, a consciência de que vivemos no meio de outros seres e de quem nem todas as possibilidades de escolha são igualmente valiosas. É a dimensão autónoma da determinação da ação (com coação externa). Responsabilidade moral – expressa o reconhecimento da autoria da ação e a obrigação de responder perante a própria consciência. A capacidade do ser humano cumprir conscienciosamente a direção da sua vida e de exprimir a sua liberdade através da ação introduz a ultima peça chave do exercício da moralidade: a responsabilidade. Não há liberdae humana sem responsabilidade. A responsabilidade, é a consequência lógica e inevitável da liberdade. O ser humano, sendo livre, e não podendo recusar-se a se- lo é responsável pelas suas escolhas. Enquanto autor, ou seja, enquanto agente incontestável dos meus atos, sou constrangido à responsabilidade que a liberdade implica. 4. Identificar as várias áreas da ética. Ética normativa Procura encontrar os princípios fundamentais que orientam a conduta humana e que permitem distinguir as ações corretas das incorretas. 1) Qual é o bem último? Muitas coisas são bens em virtude de serem meios ou instrumentos para outras coisas boas. O dinheiro, por exemplo, não é bom em si — mas é bom como meio para podermos ter uma vida boa. Mas será que há algo que seja o bem último, ou seja, algo em função do qual todos os outros bens sejam bens? Será o prazer? Ou a virtude? Ou a vontade boa?
  • 3. Metaética Procura descobrir a origem, a natureza e o significado dos princípios éticos. Estuda os conceitos e os juízos morais. Serão os juízos éticos relativos à cultura? Quando dizemos que o assassínio de crianças inocentes é incorrecto, essa é uma verdade objectiva, ou meramente um costume social que varia de cultura para cultura? Ética aplicada Analisa casos particulares na tentativa de indicar soluções possíveis para esses mesmos problemas. Será incorrecto fazer um aborto em qualquer circunstância? Será correcto uma mulher fazer um aborto exclusivamente porque não deseja ter a criança? Ou terá de ter razões mais fortes, como razões de saúde? 5. Caracterizar o egoísmo psicológico. Egoísmo psicológico É uma teoria descritiva do nosso comportamento, no sentido em que nos diz que o comportamento humano é sempre motivado pela satisfação dos nossos próprios interesses. Para o defensor do egoísmo psicológico, somos todos egoístas, porque, dada a disposição natural do nosso comportamento, sempre que agimos procuramos visar a satisfação dos nossos interesses. Põe em causa todo o acto altruísta propriamente humano. (Para o egoísta psicológico, não faz sentido dizer que existem actos altruístas, porque, para ele, o comportamento humano encontra-se naturalmente motivado pela concretização dos nossos interesses pessoais.) Dois argumentos a favor do egoísmo psicológico: 6. Caracterizar o egoísmo moral O egoísmo ético é a teoria que defende que devemos agir apenas em função do nosso interesse pessoal. (devemos viver atendendo apenas aos nossos interesses pessoais). É uma teoria normativa, no sentido em que nos diz como nos devemos comportar em toda e qualquer situação da nossa existência. Admite a existência de actos altruístas, mas considera esses actos moralmente incorrectos. Não obstante, o egoísta ético não apenas aceita como defende que as outras pessoas realizem e promovam o altruísmo, porque, se as pessoas com as quais o egoísta ético se relaciona forem altruístas, o egoísta terá maiores probabilidades de promover os seus interesses pessoais. O egoísta ético desempenha assim um papel de “disfarce”, porque, por um lado, assume-se como egoísta ético e, por outro, pretende que as outras pessoas sejam altruístas. Para o defensor do egoísmo ético, apenas seria válido agirmos visando os interesses dos outros, se essa mesma opção fosse uma forma de visarmos os nossos próprios interesses. A teoria do egoísmo ético apoia-se na teoria do egoísmo psicológico, a qual defende que agimos sempre em função do nosso interesse pessoal.
  • 4. 7. Explicar as críticas ao egoísmo moral. A atitude egoísta é precisamente contrária à atitude ética, segundo a qual devemos considerar sempre o “outro”, a sua mundividência, interesses, desejos e vontades, procurando enquadrar a nossa felicidade num contexto de felicidade universal, em que o “outro” não seja prejudicado. Apresentam-se, assim, três objecções generalistas ao egoísmo ético: 1) O egoísmo ético tira todo o sentido a uma parte importante da ética que consiste na actividade de aconselhar e julgar – com o EE deixa de existir espaço para estas atitudes, pois o “eu” coupa o lugar central na escolha das acções. 2) O egoísmo ético é moralmente inconsistente: não pode ser adoptado universalmente – caso contrário, a ética perdia a sua principal característica (ser universal) – não queremos um mundo em que se perca a ajuda do próximo sem benefício próprio, uma ética desenraizada. 3) O egoísmo ético derrota-se a si próprio: se uma pessoa optar por agir indiscriminadamente de forma egoísta, terá uma vida pior do que teria se não fosse egoísta, pois as nossas acções estão ligadas a outras pessoas, das quais depende o efeito das nossas acções. 8. Compreender em que consiste o problema da fundamentação da moral. O problema da fundamentação da moral trata-se de responder à seguinte questão: o que torna uma acção moralmente correcta ou incorrecta? Que critério nos permite distinguir entre uma acção moralmente correcta e uma acção moralmente errada? Existem duas respostas a este problema: a) Ética deontológica (Immanuel Kant): o valor moral de uma acção depende do motivo ou da intenção. b) Ética teleológica (Stuart Mill): o valor moral de uma acção depende da sua consequência (finalidade). 9. Distinguir (e caracterizar) as éticas deontológicas das éticas teológicas. A Ética Deontológica,defendida por Kant, valoriza a intenção da ação, independentemente das consequências. Uma ação é boa se a intenção (razão ou motivo) for bom e se ela for universal (será universal se o que decidirmos for bom para nós próprios e para todas as outras pessoas). Kant defende que devemos agir em relação às pessoas como um fim e nunca como um meio, que nunca devemos usá-las em nosso benefício. Ela é uma ética formal pois não mostra normas concretas de conduta, mas nos indica como devemos agir com os outros.
  • 5. A Ética Teleológica, defendida por Stuart Mill é consequencialista, para ela uma boa ação é medida pelas suas consequências, sendo o fim do homem a felicidade. O mais importante não é saber se a intenção é boa mas sim se teve boas consequências. Ela é uma ética concreta pois te diz como se deve atingir a felicidade. Segundo Aristóteles todo homem busca a virtude e a felicidade e estas só podem ser alcançadas através do equilíbrio, pois o excesso e a falta são considerados vícios que conduzem a um fim contrário à natureza humana. 10. Apresentar e explicar a perspetiva Kantiana quanto à fundamentação do moral. Através da “Fundamentação da Metafísica dos Costumes”, Kant tenta explicar racionalmente a moralidade, mas parte do conceito de “boa vontade” em oposição à “má vontade”. Kant diz que a “boa vontade” é princípio puro da moralidade e o fundamento do Dever. Segundo Kant, a “boa vontade” encontra-se já no próprio bom senso humano; portanto, segundo Kant, a “boa vontade” é endógena (é natural ao ser humano). Segundo Kant, há algumas disposições da natureza humana que são conformes ao Dever, e outras não. Kant dá um exemplo: a auto-preservação da vida, em si mesma, não possui valor moral porque obedece a uma inclinação natural (instinto) — embora quem preserve a sua vida aja conforme o Dever (imperativo hipotético). Mas quando alguém persiste em “conservar a vida sem a amar”, colocando o Dever acima de qualquer inclinação subjectiva, então, esse alguém age com verdadeiro conteúdo moral (imperativo categórico). O problema é 1/ o de saber o que é o Dever (definição de Dever), segundo Kant; 2/ o que fundamenta (qual é a causa) o Dever (por que é que o Dever é “assim”, e não de “outro modo”). Segundo Kant, o valor de uma ação moral define-se não pelo fim que pretende atingir, mas pelo princípio que (alegadamente) a determina. Contudo, existem algumas objeções a este ponto de vista, nomeadamente, em algumas circuntâncias cumprir um obrigação moral, pode implicar de não cumprir outra. O cumprimento cego destas obstinações morais pode conduzir a consequências funestas. 11. Distinguir os vários tipos de ação.
  • 6. 12. Distinguir imperativo hipotético de categórico. 13. Apresentar principais objeções perspetivas kantianas. 1 – As regras morais não são absolutas Kant defende que para agirmos moralmente temos de respeitar de forma incondicional um conjunto de algumas regras morais (deveres ditados pela nossa razão). Para Kant, essas regras morais são absolutas, são para serem respeitadas de forma incondicional, sem excepções, em todas as situações do nosso quotidiano. Porém existem exceções no dia a dia nomeadamente, quando se trata de salvar a vida a alguém. Por vezes é impossível decidir sem olhar às consequências da ação "A teoria de Kant não dá atenção às consequências da acção. Isto significa que idiotas bem intencionados que, involuntariamente, causem várias mortes em consequência da sua incompetência, podem ser moralmente inocentes à luz da teoria de Kant, uma vez que seriam primariamente julgados pelas suas intenções. Mas, em alguns casos, as consequências das acções parecem relevantes para uma apreciação do seu valor moral: pense como se sentiria em relação a uma babysitter que tentasse secar o seu gato no micro-ondas. Contudo, para ser justo com Kant a este respeito, é verdade que ele considera condenáveis alguns tipos de incompetência." As emoções e os sentimentos são componentes essenciais da natureza humana, não podendo ser descartados O amor e a compaixão têm importância ética "O papel que a teoria de Kant dá a emoções tais como a compaixão, a simpatia e a piedade parece inadequado. Kant afasta tais emoções como irrelevantes para a moral: a única motivação apropriada para a acção moral é o sentido do dever. O formalismo kantiano é desumano Este formalismo é desumano, porque os seres humanos necessitam, desde a mais tenra idade, de se sentirem amados, e isto é importante para a formação da auto- estima. As pessoas com uma auto-estima saudável tendem a sentir que a sua vida tem sentido, alcançando níveis de auto-realização superiores em relação às pessoas com uma fraca auto-estima. Isto também se reflete na saúde: as pessoas que se sentem realizadas (no fundo, que se sentem felizes) têm tendencialmente um sistema imunitário mais robusto do que as pessoas que se sentem deprimidas e insatisfeitas consigo próprias.