Alteraç ões do  material genético QuickTime™ and a TIFF (Uncompressed) decompressor are needed to see this picture.
Mutaç ões S ão alterações do material genético, e podem ocorrer a nível do  gene  ou do  cromossoma. Podem ser: G énicas Cromoss ómicas Estruturais Num éricas
Mutaç ões cromossómicas estruturais As mutaç ões cromossómicas estruturais podem provocar consequências graves no Homem. S índrome do“grito do gato” Leucemia miel óide crónica Doentes t êm um choro Idêntico ao do miar  de um gato. Atrasos mentais e neuromotores graves Fadiga e mal-estar abdominal. Em muitos casos pode ocorrer surdez ou cegueira. Translocaç ão recíproca Delecç ão
Mutaç ões cromossómicas numéricas Cada esp écie tem um nº específico de cromossomas que a caracterizam. Devido a erros durante a divisão celular podem ocorrer mutações que levam a alterações  no número de   cromossomas  -  Aneuploidia  ou em  todo o genoma  -  Euploidia Poliploidia - Duplicaç ão do genoma Haploidia - Perda de metade do material gen ético Euploidia Tetrassomia (2n+2) Trissomia (2n+1) S índrome de Down Aumento  do número de cromossomas Monossomia (2n-1) S índrome de Turner Nulissomia (2n-2) Diminuiç ão  do n úmero de cromossomas Aneuploidia
Mutaç ões G énicas   Erros naturais e espont âneos na  replicação do DNA Agentes físicos Agentes químicos Cromoss ó micas Erros que ocorrem durante as  divis ões celulares   (mitose e meiose) principalmente ao nível do crossing-over e da migração. Podem ser causadas por:
Mutaç ões génicas S ó um gene é afectado , um alelo transforma-se num outro devido a pequenas alterações no número ou na sequência de nucleótidos.
Mutaç ões génicas São muito comuns, responsáveis pela diversidade genética, ocorrem no 3º nucleótido de cada codão A substituição dum nucleótido pode resultar na criação dum  codão stop o que leva à formação de proteínas incompletas Mutaç ões silenciosas  ou sinónimas Mutações sem sentido   (Codão de terminação)
Mutaç ões génicas Há  substituição  de bases que podem alterar a mensagem e levam à substituição dum aminoácido por outro -  anemia falciforme Mutações com  perda de sentido
Mutaç ões cromossómicas estruturais Delecç ão Duplicaç ão Invers ão Translocaç ão Perda de material cromoss ómico,  originando falta de genes ou no centro  ou na extremidade. Adiç ão de um segmento resultante do  cromossoma homólogo. Assim um conjunto de genes  aparece em duplicado. Invers ão da ordem dos genes resultante  da soldadura em posição invertida  de um segmento. Translocaç ão simples Transferência de material dum cromossoma para outro  não homólogo Translocaç ão recíproca Troca de segmentos entre 2 cromossomas  não homólogos .
Mutaç ões cromossómicas numéricas Origem  das Aneuploidias 50% 47 45 25% 25% Meiose I (anafase I) 1 - Na situaç ão A, em que fase da meiose não ocorreu uma disjunção normal dos cromossomas? 2 - Na situação B, qual a probabilidade de serem produzidos: 2.1 - Indivíduos normais.  2.2 - indivíduos com trissomia.  2.3 - indivíduos com monossomia 3 - Considerando que esta meiose ocorre durante a espermatogénese, quantos  cromossomas apresentaria um indivíduo resultante dum zigoto: 3.1 - trissómico 3.2 - monossómico
Mutaç ões cromossómicas numéricas Aneuploidias autossómicas S índrome de Down  -  Trissomia 21   (47,XX + 21 ou 47,XY + 21)  Baixa estatura, face achatada, olhos obl íquos, língua grande, malformações cardíacas atrasos mentais.
Mutaç ões cromossómicas numéricas Aneuploidias autossómicas S índrome de Edwards - Trissomia 18   (47,XX + 18 ou 47,XY + 18) Deformaç ões dos ouvidos, malformações cardíacas,  atraso mental acentuado. A maioria morre antes do 1º ano  de vida. 1 em cada 10.000
Mutaç ões cromossómicas numéricas Aneuploidias autossómicas S índrome de Patau - Trissomia 13   (47,XX + 13 ou 47,XY + 13) Alteraç ões do lábio, malformações cardíacas, polidactilia e profundo atraso mental. A maioria morre antes do 1º ano  de vida. 1 em cada 20.000
Mutaç ões cromossómicas numéricas Aneuploidias heterotossómicas S índrome de Klinefelter   (47,XXY) Estatura grande, test ículos pequenos, que não produzem espermatozóides, estéreis, seios salientes e ancas largas, ligeiros atrasos mentais. 1 em cada 1.000
Mutaç ões cromossómicas numéricas Aneuploidias heterotossómicas S índrome de Turner   (45,X0) Pequena estatura, pescoço curto, caracteres sexuais pouco desenvolvidos, normalmente est éreis. 1 em cada 10.000
Mutaç ões cromossómicas numéricas Causas de algumas aneuploidias nos cromossomas sexuais
Mutaç ões cromossómicas numéricas Euploidias Haploidia  Corresponde  à perda de metade do material genético em que o indivíduo, passa a ter n cromossomas. Os indivíduos resultantes são no geral estéreis. É rara nos animais (excepto nos zangãos), mas muito comum nas plantas Poliploidia  Corresponde  a um aumento de um ou mais conjuntos de cromossomas, em que os indivíduos, passam a ter vários conjuntos cromossómicos nas células (3n,4n,5n,etc) Ocorre frequentemente em plantas de grande valor agrícola e económico (trigo e milho). Através destas mutações é possível a obtenção de novas espécies, melhor adaptadas ao ambiente e economicamente mais rentáveis Para ocorrer poliploidia  é necessário a ocorrência de erros na  meiose e na mitose.
Mutaç ões cromossómicas numéricas Euploidias Como surgem os indivíduos poliploides?  trigo
As mutaç ões podem ocorrer ao nivel da linha somática ou germinativa Mutaç ões somáticas Ocorrem nas células não sexuais.  Não são transmitidas à descendência. Mutaç ões nas células germinativas Ocorrem nas células que originam os gâmetas.  São transmitidas à descendência.
As mutaç ões podem ser espontâneas ou induzidas Mutaç ões espontâneas São alterações permanentes no genoma, sem influência externa, devido a erros nos processos celulares Mutaç ões induzidas São provocadas por agentes mutagénicos externos que causam alterações permanentes no DNA . Alteraç ão das bases nucleotídicas por  agentes químicos . Adição de grupos químicos às bases por  agentes químicos Danificação do material genético devido a  radiações . Alteraç ões nas bases nucleotídicas. Erros na replicação do DNA Erros na meiose.
Mutaç ões induzidas natural e  inevitável:   Atingem os indiv íduos com uma intensidade reduzida Provocam baixo nº de mutações Deliberada A exposiç ão a agentes mutagénicos pode ser: Raios solares Raios c ósmicos Radioactividade de minerais - Para fins cient í f icos  (raios X ao serviço da Medicina) - Com objectivos de destruição: Gás mostarda Armas nucleares Atingem os indiv íduos com uma grande intensidade Provocam elevado nº de mutações
Mutaç ões induzidas O g ás mostarda foi utilizado pela 1ª vez, como arma química, na  1ª guerra   mundial, em 1917 , pelo exército Alemão. Armas nucleares, utilizadas na  2ª guerra   mundial, em 1945,  pelos Estados Unidos, que lançaram 2 bombas nucleares sobre  Hiroxima e Nagasaki. Hiroxima
Mutaç ões induzidas Nas  últimas décadas  vastas  áreas tem sido contaminada por  radiações, devido a: In úmeros testes nucleares que foram realizados, Acidentes em centrais   nucleares. Acidente na Central nuclear de Chernobyl, em 1986
As mutaç ões resultantes da exposição à radiação levaram ao aparecimento de carcinomas. Alguns dos  agentes mutag énicos  provocam mutações em genes envolvidos no  controlo da divisão celular  e por isso são responsáveis pelo aparecimento de cancro -  - Tornam-se em  agentes carcinogénicos - Dão origem a   oncogenes As mutaç ões podem activar a oncogénese
As mutaç ões podem activar a oncogénese Proto-oncogenes ou genes promotores do crescimento Promovem normalmente a mitose,   quando mutados ( oncogenes ), podem  estimular excessivamente a divisão celular, causando a formação de um tumor.  Genes supressores de tumores Impedem normalmente, que as células se multipliquem   descontroladamente,   (promovem a apoptose) quando mutados, podem levar à formação de tumores . Genes envolvidos no controlo da divisão celular
As mutaç ões podem activar a oncogénese Como pode um proto-oncogene  transformar-se num oncogene ? Translocaç ão Duplicação Substituição  nucleotídica Um dos primeiros oncogenes a ser identificado (envolvido num tumor da bexiga) tinha resultado duma mutaç ão  (substituiç ão  nucleot ídica) dum proto-oncogene.  O resultado foi a substituição do aminoácido glicina pela valina.  Esta modificação era o suficiente para transformar uma célula normal numa célula cancerosa.
As mutaç ões podem activar a oncogénese O gene p53  é um gene supressor de tumores.  Quando afectado por agentes mutagénicos pode levar ao cancro.
As mutaç ões podem activar a oncogénese Actualmente, est ão identificados mais de   100 oncogenes e 15 genes supressores de tumores Na maioria dos casos, uma c élula torna-se maligna quando mutações conduzem à: alteração de proto-oncogenes que passam a oncogenes  inactivação de genes supressores de tumores.
As mutaç ões podem ser benéficas ou prejudiciais para os seres vivos, porque por um lado, enriquecem a diversidade genética, promovendo a evolução,  por outro, podem produzir um organismo mal adaptado ao seu ambiente.
O c ódigo genético Universalidade O C ódigo genético constitui uma linguagem comum a praticamente todas as células, das mais simples às mais complexas. Redund ância V ários codões podem significar o mesmo aminoácido, pelo que se diz que o código é degenerado. Aus ência de ambiguidade O mesmo cod ão não codifica mais do que um aminoácido.

Mutações

  • 1.
    Alteraç ões do material genético QuickTime™ and a TIFF (Uncompressed) decompressor are needed to see this picture.
  • 2.
    Mutaç ões São alterações do material genético, e podem ocorrer a nível do gene ou do cromossoma. Podem ser: G énicas Cromoss ómicas Estruturais Num éricas
  • 3.
    Mutaç ões cromossómicasestruturais As mutaç ões cromossómicas estruturais podem provocar consequências graves no Homem. S índrome do“grito do gato” Leucemia miel óide crónica Doentes t êm um choro Idêntico ao do miar de um gato. Atrasos mentais e neuromotores graves Fadiga e mal-estar abdominal. Em muitos casos pode ocorrer surdez ou cegueira. Translocaç ão recíproca Delecç ão
  • 4.
    Mutaç ões cromossómicasnuméricas Cada esp écie tem um nº específico de cromossomas que a caracterizam. Devido a erros durante a divisão celular podem ocorrer mutações que levam a alterações no número de cromossomas - Aneuploidia ou em todo o genoma - Euploidia Poliploidia - Duplicaç ão do genoma Haploidia - Perda de metade do material gen ético Euploidia Tetrassomia (2n+2) Trissomia (2n+1) S índrome de Down Aumento do número de cromossomas Monossomia (2n-1) S índrome de Turner Nulissomia (2n-2) Diminuiç ão do n úmero de cromossomas Aneuploidia
  • 5.
    Mutaç ões Génicas Erros naturais e espont âneos na replicação do DNA Agentes físicos Agentes químicos Cromoss ó micas Erros que ocorrem durante as divis ões celulares (mitose e meiose) principalmente ao nível do crossing-over e da migração. Podem ser causadas por:
  • 6.
    Mutaç ões génicasS ó um gene é afectado , um alelo transforma-se num outro devido a pequenas alterações no número ou na sequência de nucleótidos.
  • 7.
    Mutaç ões génicasSão muito comuns, responsáveis pela diversidade genética, ocorrem no 3º nucleótido de cada codão A substituição dum nucleótido pode resultar na criação dum codão stop o que leva à formação de proteínas incompletas Mutaç ões silenciosas ou sinónimas Mutações sem sentido (Codão de terminação)
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    Mutaç ões génicasHá substituição de bases que podem alterar a mensagem e levam à substituição dum aminoácido por outro - anemia falciforme Mutações com perda de sentido
  • 9.
    Mutaç ões cromossómicasestruturais Delecç ão Duplicaç ão Invers ão Translocaç ão Perda de material cromoss ómico, originando falta de genes ou no centro ou na extremidade. Adiç ão de um segmento resultante do cromossoma homólogo. Assim um conjunto de genes aparece em duplicado. Invers ão da ordem dos genes resultante da soldadura em posição invertida de um segmento. Translocaç ão simples Transferência de material dum cromossoma para outro não homólogo Translocaç ão recíproca Troca de segmentos entre 2 cromossomas não homólogos .
  • 10.
    Mutaç ões cromossómicasnuméricas Origem das Aneuploidias 50% 47 45 25% 25% Meiose I (anafase I) 1 - Na situaç ão A, em que fase da meiose não ocorreu uma disjunção normal dos cromossomas? 2 - Na situação B, qual a probabilidade de serem produzidos: 2.1 - Indivíduos normais. 2.2 - indivíduos com trissomia. 2.3 - indivíduos com monossomia 3 - Considerando que esta meiose ocorre durante a espermatogénese, quantos cromossomas apresentaria um indivíduo resultante dum zigoto: 3.1 - trissómico 3.2 - monossómico
  • 11.
    Mutaç ões cromossómicasnuméricas Aneuploidias autossómicas S índrome de Down - Trissomia 21 (47,XX + 21 ou 47,XY + 21) Baixa estatura, face achatada, olhos obl íquos, língua grande, malformações cardíacas atrasos mentais.
  • 12.
    Mutaç ões cromossómicasnuméricas Aneuploidias autossómicas S índrome de Edwards - Trissomia 18 (47,XX + 18 ou 47,XY + 18) Deformaç ões dos ouvidos, malformações cardíacas, atraso mental acentuado. A maioria morre antes do 1º ano de vida. 1 em cada 10.000
  • 13.
    Mutaç ões cromossómicasnuméricas Aneuploidias autossómicas S índrome de Patau - Trissomia 13 (47,XX + 13 ou 47,XY + 13) Alteraç ões do lábio, malformações cardíacas, polidactilia e profundo atraso mental. A maioria morre antes do 1º ano de vida. 1 em cada 20.000
  • 14.
    Mutaç ões cromossómicasnuméricas Aneuploidias heterotossómicas S índrome de Klinefelter (47,XXY) Estatura grande, test ículos pequenos, que não produzem espermatozóides, estéreis, seios salientes e ancas largas, ligeiros atrasos mentais. 1 em cada 1.000
  • 15.
    Mutaç ões cromossómicasnuméricas Aneuploidias heterotossómicas S índrome de Turner (45,X0) Pequena estatura, pescoço curto, caracteres sexuais pouco desenvolvidos, normalmente est éreis. 1 em cada 10.000
  • 16.
    Mutaç ões cromossómicasnuméricas Causas de algumas aneuploidias nos cromossomas sexuais
  • 17.
    Mutaç ões cromossómicasnuméricas Euploidias Haploidia Corresponde à perda de metade do material genético em que o indivíduo, passa a ter n cromossomas. Os indivíduos resultantes são no geral estéreis. É rara nos animais (excepto nos zangãos), mas muito comum nas plantas Poliploidia Corresponde a um aumento de um ou mais conjuntos de cromossomas, em que os indivíduos, passam a ter vários conjuntos cromossómicos nas células (3n,4n,5n,etc) Ocorre frequentemente em plantas de grande valor agrícola e económico (trigo e milho). Através destas mutações é possível a obtenção de novas espécies, melhor adaptadas ao ambiente e economicamente mais rentáveis Para ocorrer poliploidia é necessário a ocorrência de erros na meiose e na mitose.
  • 18.
    Mutaç ões cromossómicasnuméricas Euploidias Como surgem os indivíduos poliploides? trigo
  • 19.
    As mutaç õespodem ocorrer ao nivel da linha somática ou germinativa Mutaç ões somáticas Ocorrem nas células não sexuais. Não são transmitidas à descendência. Mutaç ões nas células germinativas Ocorrem nas células que originam os gâmetas. São transmitidas à descendência.
  • 20.
    As mutaç õespodem ser espontâneas ou induzidas Mutaç ões espontâneas São alterações permanentes no genoma, sem influência externa, devido a erros nos processos celulares Mutaç ões induzidas São provocadas por agentes mutagénicos externos que causam alterações permanentes no DNA . Alteraç ão das bases nucleotídicas por agentes químicos . Adição de grupos químicos às bases por agentes químicos Danificação do material genético devido a radiações . Alteraç ões nas bases nucleotídicas. Erros na replicação do DNA Erros na meiose.
  • 21.
    Mutaç ões induzidasnatural e inevitável: Atingem os indiv íduos com uma intensidade reduzida Provocam baixo nº de mutações Deliberada A exposiç ão a agentes mutagénicos pode ser: Raios solares Raios c ósmicos Radioactividade de minerais - Para fins cient í f icos (raios X ao serviço da Medicina) - Com objectivos de destruição: Gás mostarda Armas nucleares Atingem os indiv íduos com uma grande intensidade Provocam elevado nº de mutações
  • 22.
    Mutaç ões induzidasO g ás mostarda foi utilizado pela 1ª vez, como arma química, na 1ª guerra mundial, em 1917 , pelo exército Alemão. Armas nucleares, utilizadas na 2ª guerra mundial, em 1945, pelos Estados Unidos, que lançaram 2 bombas nucleares sobre Hiroxima e Nagasaki. Hiroxima
  • 23.
    Mutaç ões induzidasNas últimas décadas vastas áreas tem sido contaminada por radiações, devido a: In úmeros testes nucleares que foram realizados, Acidentes em centrais nucleares. Acidente na Central nuclear de Chernobyl, em 1986
  • 24.
    As mutaç õesresultantes da exposição à radiação levaram ao aparecimento de carcinomas. Alguns dos agentes mutag énicos provocam mutações em genes envolvidos no controlo da divisão celular e por isso são responsáveis pelo aparecimento de cancro - - Tornam-se em agentes carcinogénicos - Dão origem a oncogenes As mutaç ões podem activar a oncogénese
  • 25.
    As mutaç õespodem activar a oncogénese Proto-oncogenes ou genes promotores do crescimento Promovem normalmente a mitose, quando mutados ( oncogenes ), podem estimular excessivamente a divisão celular, causando a formação de um tumor. Genes supressores de tumores Impedem normalmente, que as células se multipliquem descontroladamente, (promovem a apoptose) quando mutados, podem levar à formação de tumores . Genes envolvidos no controlo da divisão celular
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    As mutaç õespodem activar a oncogénese Como pode um proto-oncogene transformar-se num oncogene ? Translocaç ão Duplicação Substituição nucleotídica Um dos primeiros oncogenes a ser identificado (envolvido num tumor da bexiga) tinha resultado duma mutaç ão (substituiç ão nucleot ídica) dum proto-oncogene. O resultado foi a substituição do aminoácido glicina pela valina. Esta modificação era o suficiente para transformar uma célula normal numa célula cancerosa.
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    As mutaç õespodem activar a oncogénese O gene p53 é um gene supressor de tumores. Quando afectado por agentes mutagénicos pode levar ao cancro.
  • 28.
    As mutaç õespodem activar a oncogénese Actualmente, est ão identificados mais de 100 oncogenes e 15 genes supressores de tumores Na maioria dos casos, uma c élula torna-se maligna quando mutações conduzem à: alteração de proto-oncogenes que passam a oncogenes inactivação de genes supressores de tumores.
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    As mutaç õespodem ser benéficas ou prejudiciais para os seres vivos, porque por um lado, enriquecem a diversidade genética, promovendo a evolução, por outro, podem produzir um organismo mal adaptado ao seu ambiente.
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    O c ódigogenético Universalidade O C ódigo genético constitui uma linguagem comum a praticamente todas as células, das mais simples às mais complexas. Redund ância V ários codões podem significar o mesmo aminoácido, pelo que se diz que o código é degenerado. Aus ência de ambiguidade O mesmo cod ão não codifica mais do que um aminoácido.