Genética
Prof. Emanuel
É o ramo da biologia que estuda a
transmissão, expressão e variação das
características herdáveis.
Genética – Herdabilidade
Expressividade
Variabilidade
Definição Prof. Emanuel
a) Gene
• É a unidade hereditária
Conceitos básicos Prof. Emanuel
• Segmento de DNA capaz de codificar a
síntese de cadeias polipeptídicas
b) Cromossomos homólogos – Aparecem aos
pares (diplóides), possuem a mesma forma, o
mesmo tamanho e genes que determinam o
mesmo caráter
Prof. Emanuel
Cor do pêloCor do pêlo
Origem
materna
Origem
paterna
Conceitos básicos
c) Genes alelos – São genes localizados em
locus semelhantes e que condicionam o mesmo
caráter
Prof. Emanuel
Alelo a
(branco)
Alelo A
(preto)
Alelos condicionam
o mesmo caráter
(cor do pêlo)
Conceitos básicos
d) Gene dominante – É aquele que sempre se
expressa independente da força gênica do seu
alelo.
e) Gene recessivo – É aquele que só se
expressa na ausência do gene dominante
Conceitos básicos Prof. Emanuel
Alelo A > Alelo a
AA – Pêlo preto
Aa – Pêlo preto
aa – Pêlo branco
f) Homozigoto – É o indivíduo geneticamente
puro para o caráter estudado, possui alelos
iguais.
g) Heterozigoto ou híbrido – É o indivíduo
geneticamente impuro para o caráter estudado,
possui alelos diferentes.
Conceitos básicos Prof. Emanuel
Homozigose
Heterozigose
h) Genótipo – É o patrimônio genético do
caráter em estudo. Pode ser representado
esquematicamente através de letras.
Conceitos básicos Prof. Emanuel
Genótipos:
AA – Homozigoto dominante
aa – Homozigoto recessivo
Aa – Heterozigoto
i) Fenótipo – É a manifestação observável de um
caráter
• Fenótipo = genótipo + ambiente
Conceitos básicos Prof. Emanuel
Variação na cor do
pêlo da raposa do
Ártico
Conceitos básicos Prof. Emanuel
• Fenótipo independente do genótipo
(caráter adquirido)
Ação teratogênica da Talidomida (Caráter congênito)
Conceitos básicos Prof. Emanuel
• Fenótipo independente do meio
Conceitos básicos
j) Fenocópia – É um fenótipo incompatível com o
genótipo
Prof. Emanuel
Simbologia usada nos heredogramasProf. Emanuel
Simbologia usada nos heredogramasProf. Emanuel
 Gêmeos dizigóticos
Geneticamente diferentes
Originados de zigotos
diferentes
Podem ser ou não do
mesmo sexo
É o tipo mais comum de
gravidez gemelar
Simbologia usada nos heredogramasProf. Emanuel
Originados do mesmo
zigoto
Geneticamente iguais
São obrigatoriamente do
mesmo sexo
Irmãos Chang e Eng (1811-1874),
originários do Sião, daí surgido o
nome de siameses – os quais se
enriqueceram mediante exibições
circenses. Casaram-se e tiveram 22
filhos (normais).
Simbologia usada nos heredogramasProf. Emanuel
 Gêmeos monozigóticos
• O monge Gregor Mendel foi o
primeiro pesquisador a explicar
cientificamente a hereditariedade
• O trabalho apresentado em
1865 passou despercebido da
ciência do Sec. XIX
• Mendel utilizou conhecimentos
matemáticos na interpretação
de seus experimentos
1ª Lei de Mendel (sec. XIX) Prof. Emanuel
• Importância de Mendel:
• Derrubou conceitos antigos sobre
hereditariedade
• Introduziu a definição de fatores
• Criou a base da genética atual
• Mendel utilizou ervilhas de cheiro nos seus
experimentos
1ª Lei de Mendel (sec. XIX) Prof. Emanuel
Vantagens das ervilhas:
• Fácil cultivo
• Ciclo reprodutivo curto
• Prole numerosa
• Hermafroditas
• Caracteres contrastantes
• Cor da semente (Amarela/Verde)
• Textura da semente (Lisa/Rugosa)
• Altura da planta (Alta/Baixa)
1ª Lei de Mendel (sec. XIX) Prof. Emanuel
1ª Lei de Mendel (sec. XIX) Prof. Emanuel
1ª Lei de Mendel ou Lei da pureza dos gametas
“ Durante a formação dos gametas os fatores
segregam-se independentemente, indo um fator
para cada gameta “
1ª Lei de Mendel (sec. XIX) Prof. Emanuel
AA Aa aa
A A A a a a
Gametas
Pares de fatores
Experimento mendeliano
Amarelas Verdes
100% Amarelas
75%
Amarelas
25%
Verdes
G.P.
F1
F2
CRUZAMENTO ARTIFICIAL
AUTO FECUNDAÇÃO
1ª Lei de Mendel (sec. XIX) Prof. Emanuel
Amarela
VV
Verde
vv
100% Amarela (Vv)
Vv X Vv
3/4 ou 75% Amarelas 1/4 ou 25% Verdes
V V
v
v
vv
VV
Vv Vv
Vv Vv
Vv
Vv
V v
V
v
01
02
Cruzamento 02
Cruzamento 01
VV Vv Vv vv
Na F2  R.G: 1:2:1 e R.F: 3:1
1ª Lei de Mendel ou Lei da pureza dos gametas
“ Durante a formação dos gametas os fatores
segregam-se independentemente, indo um fator
para cada gameta “
• Cada gameta é puro (haplóide) possuindo um
fator (gene) de cada caráter
• Cada caráter é condicionado por um par de
fatores
• 1 Par 1 Caráter
Condiciona
MONOHIBRIDISMO
1ª Lei de Mendel (sec. XIX) Prof. Emanuel
• Os alelos possuem a mesma força gênica
• Não existe alelo dominante nem recessivo
• Tipos:
• Codominância
• Dominância incompleta
Monohibridismo com ausência de dominância
Prof. Emanuel
Monohibridismo com ausência de dominância
Prof. Emanuel
Codominância
Branco Vermelho
Ruão
Dominância
intermediária
Branca Vermelha
Flor Rosa
• Os indivíduos heterozigotos expressam os dois
fenótipos simultaneamente.
• Ex: Indivíduo sangue AB (IAIB)
Pelagem de alguns bovinos
Monohibridismo com ausência de dominância
Prof. Emanuel
 Codominância
• O indivíduo heterozigoto apresenta fenótipo
intermediário ao dos homozigotos.
• Ex.: Flor boca de leão ou maravilha da noite.
Monohibridismo com ausência de dominância
Prof. Emanuel
 Dominância incompleta
Flor Branca Flor Vermelha
Flor Rosa
Na F2  R.G: 1:2:1 e R.F: 1:2:1
Monohibridismo com ausência de dominância
Prof. Emanuel
Monohibridismo com
dominância completa
Monohibridismo sem
dominância
R.G. = 1:2:1
R.F. = 3:1
R.G. = 1:2:1
R.F. = 1:2:1
Tipo especial de herança onde um gene
determina vários caracteres
Gene a
(pleiotrópico)
Pleiotropia Prof. Emanuel
Fenótipo I
Fenótipo II
Fenótipo III
 Síndrome de Marfan
• Aracnodactilia
• Problemas cardíacos
• Problemas no cristalino
Pleiotropia
 Albinismo
• Despigmentação da pele
• Despigmentação da íris
• Despigmentação do
cabelo
Prof. Emanuel
Letal é o gene cuja manifestação fenotípica é a
morte do indivíduo
 Exemplo I - Pelagem dos camundongos
Gene C - Pelagem amarela
Gene c - Pelagem cinza
Cc X Cc
2/3
amarelo
1/3
cinza
O gene C é letal em
homozigose, alterando a
R.F. de 3:1 para 2:1
CC Cc Cc cc
Monohibridismo com genes letais Prof. Emanuel
 Exemplo II - Acondroplasia (nanismo)
• Alteração de crescimento gerada pelo gene D
• O gene D é mutante e letal em homozigose
Genótipo
DD
Dd
dd
Fenótipo
Letal
nanismo
normal
Monohibridismo com genes letais Prof. Emanuel
 Exemplo III - Anemia falciforme ou siclemia
• Alelo S - Condiciona a doença
• Alelo A - Condiciona a normalidade
• Não existe dominância completa
Genótipo
SS
AS
AA
Fenótipo
Forma letal
Forma benigna
Normalidade
Prof. Emanuel
Monohibridismo com genes letais
• O gene da anemia falciforme
é mutante e originário da
África
• A mutação culmina com a
substituição de uma aminoácido
na molécula de hemoglobina
• As hemácias possuem
formato de foice
• Os falcêmicos são
resistentes a malária
Prof. Emanuel
Monohibridismo com genes letais
Pleiotropia na anemia falciforme
Prof. Emanuel
Polialelia ou alelos múltiplos
• Tipo especial de herança onde existem vários
alelos que condicionam o mesmo caráter
• Os vários alelos surgem a partir de mutações
Alelo A
Condiciona a
cor do pêlo
(Preto)
Mutações
Alelo A1 – Pêlo cinza
Alelo A2 – Pêlo marrom
Alelo A3 – Pêlo Branco
Os vários alelos condicionam
manifestações fenotípicas
diferentes de um mesmo
caráter
Importante: Embora existam 3
ou mais alelos, cada indivíduo
possuirá apenas dois alelos de
cada gene
Prof. Emanuel
Polialelia ou alelos múltiplos
• Exemplo I – Cor da pelagem dos coelhos
• Condicionada por 4 alelos: • C  selvagem (aguti).
• cch  chinchila.
• ch  himalaia.
• ca  albino.
C > cch > ch > caC _
cch _
ch _
caca
Prof. Emanuel
Polialelia ou alelos múltiplos
GENÓTIPO FENÓTIPO
CC, Ccch, Cch, Cca Selvagem
cchcch, cchch, cchca Chinchila
chch, chca Himalaia
caca Albino
Prof. Emanuel
Sistema sanguíneo ABO
• Condicionado por três alelos (polialelia)
• Dominância: IA > i , IB > i , IA = IB (codominância)
Genótipos Fenótipos
IAIA ou IAi Grupo A
IBIB ou IBi Grupo B
IAIB Grupo AB
ii Grupo 0
• Importância:
• Transfusões sanguíneas
• Medicina legal
• Reconhecimento de paternidade
Prof. Emanuel
O sistema ABO é utilizado
em casos de paternidade
para efetuar-se exclusão de
possibilidades
Exemplo:
Mãe: Tipo B
Filho: Tipo O
Suposto pai 1: Tipo O
Suposto pai 2: Tipo AB
Sistema sanguíneo ABO
Tipo A
IAIA ou IAi
Tipo B
IBIB ou IBi
Tipo AB
IAIB
Tipo O
ii
Aglutino-
gênio
(Hemácia)
Aglutini-
na
( Plasma )
Anti B Anti A Sem aglutinina Anti A e Anti B
Aglutinogênio A Aglutinogênio B Aglutinogênio A e B Sem aglutinogênio
Prof. Emanuel
Sistema sanguíneo ABO
• Esquema de tranfusão:
Tipo O – Doador universal
Tipo AB – Receptor universal
Prof. Emanuel
Sistema sanguíneo ABO
• Tipagem sanguínea:
Prof. Emanuel
Sangue tipo A
Sangue tipo B
Sangue tipo AB
Sangue tipo O
Fator Rh ou sistema D
• É um sistema independente do
sistema sanguíneo ABO
• Condicionado por um par de genes
( R > r )
• As pessoas Rh+ possuem no sangue o fator Rh
• Os anticorpos anti-Rh só são produzidos caso ocorra
sensibilização
Genótipos Fenótipos
RR ou Rr Rh +
rr Rh –
Rh+
Rh+ Rh-
Rh-
Prof. Emanuel
Eritroblastose fetal ou DHRN
• É uma incompatibilidade materno fetal
no Sistema Rh
• Condições:
• Mãe: Rh- (rr)
• Filho: Rh+ (Rr)
• Pai: Rh+ (RR ou Rr)
rr X RR ou Rr
100% Rr 50% Rr
50% rr
Prof. Emanuel
Eritroblastose fetal ou DHRN
• Durante o 1º parto de um filho Rh+ o organismo
materno é sensibilizado
• A mãe passa a produzir
anticorpos anti-Rh
• Caso na 2ª gestação o filho
seja Rh+ os anticorpos anti-Rh
maternos migram via placentária
para o feto.
• Os anticorpos maternos iniciam
a destruição das hemácias Rh+
do feto.
Prof. Emanuel
Eritroblastose fetal ou DHRN Prof. Emanuel
• Tratamento: Exo-transfusão sanguínea, banhos
de luz
• Sintomas: anemia,icterícia,danos teciduais
• Prevenção: Injeção de
anticorpos anti-Rh na mãe
Eritroblastose fetal ou DHRN Prof. Emanuel
Sistema MN
• Condicionado por um par de genes codominantes
( Lm e Ln )
• Não causa problemas na transfusão sanguínea
Genótipos Fenótipos
LmLm Tipo M
LnLn Tipo N
LmLn Tipo MN
Prof. Emanuel
Heranças sexuais Prof. Emanuel
Herança sexual
Região não-homóloga de X
(gene ligado ao sexo)
Região não-homóloga de Y
(gene restrito ao sexo)
X Y
Prof. Emanuel
Herança sexual
A) Herança ligada ao sexo
• Genes localizados exclusivamente no cromossomo X e
sem correspondência no Cromossomo Y
MULHERES →
A A a a A a
Homozigotas Heterozigotas
HOMENS →
A a
Hemizigotos
• Genes ligados ao sexo são
transferidos para os filhos do
sexo masculino por herança
materna
Prof. Emanuel
Exemplo I – Daltonismo
• Alteração genética que
afeta os cones da retina
• Impede a distinção das
cores
• Condicionada por um
gene recessivo (d) ligado
ao sexo
• Raro nas mulheres
Fenótipo Genótipo
Mulher
normal
XDXD
Mulher
portadora
XDXd
Mulher
daltônica
XdXd
Homem
normal
XDY
Homem
daltônico
XdY
Herança sexual Prof. Emanuel
Fenótipos Genótipos
Mulher
normal
XHXH
Mulher
portadora
XHXh
Mulher
hemofílica
XhXh
Homem
normal
XHY
Homem
hemofílico
XhY
Herança sexual
Exemplo II – Hemofilia
• Alteração genética que
afeta o mecanismo de
coagulação
• Condicionada por um gene
recessivo (h) ligado ao sexo
• Rara nas mulheres
Prof. Emanuel
Herança sexual
B) Herança restrita ao sexo ou Holândrica
• Genes localizados exclusivamente no cromossomo Y e
sem correspondência no Cromossomo X
• Exclusiva do sexo masculino
• Exemplo:
• Genes TDF
Prof. Emanuel
Herança sexual
C) Herança limitada ao sexo
• Genes autossômicos cujo efeito sofre influência dos
hormônios sexuais.
• Só se manifestam em um dos sexos.
• Exemplo:
• Hipertricose auricular (?)
Prof. Emanuel
• Genes para a produção de
leite
• Genes do crescimento da
barba
• Os genes possuem comportamento diferente em cada
sexo, agindo como dominante em um e como recessivo
em outro (variação de dominância).
• Ex.: Calvície.
Genótipos Fenótipos
CC Homem calvo Mulher
calva
Cc Homem calvo Mulher
não-calva
cc Homem não-
calvo
Mulher
não-calva
Herança sexual
D) Herança influenciada pelo sexo
Prof. Emanuel
 Sistema XY • Observado em mamíferos e
insetos (Drosophila)
Herança sexual Prof. Emanuel
Herança sexual
 Outros sistemas cromossômicos
Sistema Heterogamético Homogamético
XY Macho Fêmea
X0 Macho Fêmea
ZW Fêmea Macho
Z0 Fêmea Macho
Prof. Emanuel
Herança sexual
OBS: Cromatina sexual ou corpúsculo de
Barr
• É a forma inativa do cromossomo X que fica
aderido a carioteca, nas células femininas,
durante a interfase
CS = Nº de X - 1
Homem (xy) = 1 – 1 = 0
Mulher (xx) = 2 – 1 = 1
Prof. Emanuel
“ Os fatores de cada par segregam-se
independentemente e combinam-se
aleatoriamente nos gametas”
2ª Lei de Mendel (diibridismo) Prof. Emanuel
V v R r
1º Par - Cor da semente
MEIOSE
2º Par - textura da semente
VR
Vr
vR
vr
Lei da
segregação
independente
dos fatores
Formação dos gametas:
a)VVRR → VR
b) VvRR  VR , vR
c) VvRr  VR, Vr, vR, vr
d) VVRr  VR, Vr
Prof. Emanuel
2ª Lei de Mendel (diibridismo)
Amarela
Lisa
VVRR
Verde
Rugosa
vvrr
100% Amarela Lisa ( VvRr)
VvRr X VvRr
VR vr
VR
Vr
vR
vr
VR
Vr
vR
vr
GP -
F1 -
VR Vr vR vr
VR
vR
Vr
vr
VVRR
vvrr
VVRr VvRR VvRr
VVRr VVrr VvRr Vvrr
VvRR VvRr vvRR vvRr
VvRr Vvrr vvRr R.F.= 9:3:3:1
F2 - Amarelas Lisas (V_R_) : 9/16
Amarelas Rugosas (V_rr) : 3/16
Verde Lisa (vvR_) : 3/16
Verde Rugosa (vvrr) : 1/16
Determinação de gametas em poliibridismo
• Para determinar o número de gametas
diferentes utiliza-se:
2n n = nº de pares em heterozigose
Prof. Emanuel
2ª Lei de Mendel (diibridismo)
AABBCCDDEeFF n = 1  21 = 2 gametas
Prof. Emanuel
2ª Lei de Mendel (diibridismo)
AABb n = 1  21 = 2 gametas
AABB n = 0  20 = 1 gameta
AaBb n = 2  22 = 4 gametas
AaBBCcDd n = 3  23 = 8 gametas
• Tipo especial de herança onde genes não alelos
interagem condicionando o mesmo caráter
Interação gênica ou polimeria Prof. Emanuel
Tipos de interação gênica:
a) Genes complementares
b) Herança aditiva
c) Epistasia
V v R r
1º Par - Cor da semente
2º Par - Textura da
semente
V v R r
2 pares condicionam o
mesmo caráter
Diibridismo Polimeria
Interação gênica ou polimeria Prof. Emanuel
• É um tipo de polimeria onde os genes ,quando
isolados, determinam o aparecimento de um
fenótipo diferente daquele que manifestam quando
estão juntos.
Ex.– Forma da crista das galinhas
Condicionada por dois pares
de genes não alelos
1º par – R > r
2º par – E > e
Polimeria de genes complementares
Prof. Emanuel
Galinha Rosa
(RRee)
Galo Ervilha
(rrEE)X
Filhotes Noz (RrEe)
9/16 – R_E_ (Noz)
3/16 – R_ee (Rosa)
3/16 – rrEE (Ervilhas)
1/16 – rree (Simples) R.F. = 9:3:3:1
Fenótipos Genótipos
crista noz R_E_
crista rosa R_ee
crista
ervilha
rrE_
crista
simples
rree
Polimeria de genes complementares
Prof. Emanuel
• É um tipo de polimeria onde o fenótipo varia
gradualmente de acordo com o número de genes
efetivos
• Entre os fenótipos extremos existem fenótipos
intermediários
N º de classes fenotípicas = N + 1
• Ex. Cor da pele humana, produção de leite,
tamanho dos frutos, cor dos olhos
Herança aditiva ou quantitativa Prof. Emanuel
Fenótipo Número
de genes
Genótipo
Branco 0 aabb
Mulato Claro 01 Aabb ou aaBb
Mulato Médio 02 AAbb,aaBB,AaBb
Mulato Escuro 03 AABb ou AaBB
Negro 04 AABB
 Cor da pele humana – Condicinada por 4 poligenes
Herança aditiva ou quantitativa Prof. Emanuel
Branco
aabb
Negro
AABB
100% Mulato médio (AaBb)
GP -
F1 -
Herança aditiva ou quantitativa Prof. Emanuel
Herança aditiva ou quantitativa Prof. Emanuel
AB Ab
AB
aB
aB
Ab
ab
ab
AABB
aabb
AABb AaBB AaBb
AABb AAbb AaBb Aabb
AaBB AaBb aaBB aaBb
AaBb Aabb aaBb
Brancos : 1/16
Mulato claro : 4/16
Mulato médio : 6/16
Mulato escuro : 4/16
Negros: 1/16
R.F. = 1:4:6:4:1
• Tipo de polimeria onde um gene inibe a ação de
outro gene que não é seu alelo
• Gene epistásico – Gene inibidor
• Gene hipostásico – Gene inibido
A a
C CB B
Epistasia recessivaEpistasia dominante
Epistasia Prof. Emanuel
Inibidor é o gene
dominante
Inibidor é o gene
recessivo
• Exemplo
– Cor das penas em galináceos.
• Gene C  penas Pretas.
• Gene c  penas marrons.
• Gene I  inibe a manifestação da cor
• Gene i  Permite a manifestação da cor.
Fenótipos Genótipos
Penas pretas C_ii
Penas marrons ccii
Penas brancas C_I_ ou ccI_
Epistasia Prof. Emanuel

Genetica

  • 1.
  • 2.
    É o ramoda biologia que estuda a transmissão, expressão e variação das características herdáveis. Genética – Herdabilidade Expressividade Variabilidade Definição Prof. Emanuel
  • 3.
    a) Gene • Éa unidade hereditária Conceitos básicos Prof. Emanuel • Segmento de DNA capaz de codificar a síntese de cadeias polipeptídicas
  • 4.
    b) Cromossomos homólogos– Aparecem aos pares (diplóides), possuem a mesma forma, o mesmo tamanho e genes que determinam o mesmo caráter Prof. Emanuel Cor do pêloCor do pêlo Origem materna Origem paterna Conceitos básicos
  • 5.
    c) Genes alelos– São genes localizados em locus semelhantes e que condicionam o mesmo caráter Prof. Emanuel Alelo a (branco) Alelo A (preto) Alelos condicionam o mesmo caráter (cor do pêlo) Conceitos básicos
  • 6.
    d) Gene dominante– É aquele que sempre se expressa independente da força gênica do seu alelo. e) Gene recessivo – É aquele que só se expressa na ausência do gene dominante Conceitos básicos Prof. Emanuel Alelo A > Alelo a AA – Pêlo preto Aa – Pêlo preto aa – Pêlo branco
  • 7.
    f) Homozigoto –É o indivíduo geneticamente puro para o caráter estudado, possui alelos iguais. g) Heterozigoto ou híbrido – É o indivíduo geneticamente impuro para o caráter estudado, possui alelos diferentes. Conceitos básicos Prof. Emanuel Homozigose Heterozigose
  • 8.
    h) Genótipo –É o patrimônio genético do caráter em estudo. Pode ser representado esquematicamente através de letras. Conceitos básicos Prof. Emanuel Genótipos: AA – Homozigoto dominante aa – Homozigoto recessivo Aa – Heterozigoto
  • 9.
    i) Fenótipo –É a manifestação observável de um caráter • Fenótipo = genótipo + ambiente Conceitos básicos Prof. Emanuel Variação na cor do pêlo da raposa do Ártico
  • 10.
    Conceitos básicos Prof.Emanuel • Fenótipo independente do genótipo (caráter adquirido) Ação teratogênica da Talidomida (Caráter congênito)
  • 11.
    Conceitos básicos Prof.Emanuel • Fenótipo independente do meio
  • 12.
    Conceitos básicos j) Fenocópia– É um fenótipo incompatível com o genótipo Prof. Emanuel
  • 13.
    Simbologia usada nosheredogramasProf. Emanuel
  • 14.
    Simbologia usada nosheredogramasProf. Emanuel
  • 15.
     Gêmeos dizigóticos Geneticamentediferentes Originados de zigotos diferentes Podem ser ou não do mesmo sexo É o tipo mais comum de gravidez gemelar Simbologia usada nos heredogramasProf. Emanuel
  • 16.
    Originados do mesmo zigoto Geneticamenteiguais São obrigatoriamente do mesmo sexo Irmãos Chang e Eng (1811-1874), originários do Sião, daí surgido o nome de siameses – os quais se enriqueceram mediante exibições circenses. Casaram-se e tiveram 22 filhos (normais). Simbologia usada nos heredogramasProf. Emanuel  Gêmeos monozigóticos
  • 17.
    • O mongeGregor Mendel foi o primeiro pesquisador a explicar cientificamente a hereditariedade • O trabalho apresentado em 1865 passou despercebido da ciência do Sec. XIX • Mendel utilizou conhecimentos matemáticos na interpretação de seus experimentos 1ª Lei de Mendel (sec. XIX) Prof. Emanuel
  • 18.
    • Importância deMendel: • Derrubou conceitos antigos sobre hereditariedade • Introduziu a definição de fatores • Criou a base da genética atual • Mendel utilizou ervilhas de cheiro nos seus experimentos 1ª Lei de Mendel (sec. XIX) Prof. Emanuel
  • 19.
    Vantagens das ervilhas: •Fácil cultivo • Ciclo reprodutivo curto • Prole numerosa • Hermafroditas • Caracteres contrastantes • Cor da semente (Amarela/Verde) • Textura da semente (Lisa/Rugosa) • Altura da planta (Alta/Baixa) 1ª Lei de Mendel (sec. XIX) Prof. Emanuel
  • 20.
    1ª Lei deMendel (sec. XIX) Prof. Emanuel
  • 21.
    1ª Lei deMendel ou Lei da pureza dos gametas “ Durante a formação dos gametas os fatores segregam-se independentemente, indo um fator para cada gameta “ 1ª Lei de Mendel (sec. XIX) Prof. Emanuel AA Aa aa A A A a a a Gametas Pares de fatores
  • 22.
    Experimento mendeliano Amarelas Verdes 100%Amarelas 75% Amarelas 25% Verdes G.P. F1 F2 CRUZAMENTO ARTIFICIAL AUTO FECUNDAÇÃO 1ª Lei de Mendel (sec. XIX) Prof. Emanuel
  • 23.
    Amarela VV Verde vv 100% Amarela (Vv) VvX Vv 3/4 ou 75% Amarelas 1/4 ou 25% Verdes V V v v vv VV Vv Vv Vv Vv Vv Vv V v V v 01 02 Cruzamento 02 Cruzamento 01 VV Vv Vv vv Na F2  R.G: 1:2:1 e R.F: 3:1
  • 24.
    1ª Lei deMendel ou Lei da pureza dos gametas “ Durante a formação dos gametas os fatores segregam-se independentemente, indo um fator para cada gameta “ • Cada gameta é puro (haplóide) possuindo um fator (gene) de cada caráter • Cada caráter é condicionado por um par de fatores • 1 Par 1 Caráter Condiciona MONOHIBRIDISMO 1ª Lei de Mendel (sec. XIX) Prof. Emanuel
  • 25.
    • Os alelospossuem a mesma força gênica • Não existe alelo dominante nem recessivo • Tipos: • Codominância • Dominância incompleta Monohibridismo com ausência de dominância Prof. Emanuel
  • 26.
    Monohibridismo com ausênciade dominância Prof. Emanuel Codominância Branco Vermelho Ruão Dominância intermediária Branca Vermelha Flor Rosa
  • 27.
    • Os indivíduosheterozigotos expressam os dois fenótipos simultaneamente. • Ex: Indivíduo sangue AB (IAIB) Pelagem de alguns bovinos Monohibridismo com ausência de dominância Prof. Emanuel  Codominância
  • 28.
    • O indivíduoheterozigoto apresenta fenótipo intermediário ao dos homozigotos. • Ex.: Flor boca de leão ou maravilha da noite. Monohibridismo com ausência de dominância Prof. Emanuel  Dominância incompleta Flor Branca Flor Vermelha Flor Rosa
  • 29.
    Na F2 R.G: 1:2:1 e R.F: 1:2:1 Monohibridismo com ausência de dominância Prof. Emanuel
  • 30.
    Monohibridismo com dominância completa Monohibridismosem dominância R.G. = 1:2:1 R.F. = 3:1 R.G. = 1:2:1 R.F. = 1:2:1
  • 31.
    Tipo especial deherança onde um gene determina vários caracteres Gene a (pleiotrópico) Pleiotropia Prof. Emanuel Fenótipo I Fenótipo II Fenótipo III
  • 32.
     Síndrome deMarfan • Aracnodactilia • Problemas cardíacos • Problemas no cristalino Pleiotropia  Albinismo • Despigmentação da pele • Despigmentação da íris • Despigmentação do cabelo Prof. Emanuel
  • 33.
    Letal é ogene cuja manifestação fenotípica é a morte do indivíduo  Exemplo I - Pelagem dos camundongos Gene C - Pelagem amarela Gene c - Pelagem cinza Cc X Cc 2/3 amarelo 1/3 cinza O gene C é letal em homozigose, alterando a R.F. de 3:1 para 2:1 CC Cc Cc cc Monohibridismo com genes letais Prof. Emanuel
  • 34.
     Exemplo II- Acondroplasia (nanismo) • Alteração de crescimento gerada pelo gene D • O gene D é mutante e letal em homozigose Genótipo DD Dd dd Fenótipo Letal nanismo normal Monohibridismo com genes letais Prof. Emanuel
  • 35.
     Exemplo III- Anemia falciforme ou siclemia • Alelo S - Condiciona a doença • Alelo A - Condiciona a normalidade • Não existe dominância completa Genótipo SS AS AA Fenótipo Forma letal Forma benigna Normalidade Prof. Emanuel Monohibridismo com genes letais
  • 36.
    • O geneda anemia falciforme é mutante e originário da África • A mutação culmina com a substituição de uma aminoácido na molécula de hemoglobina • As hemácias possuem formato de foice • Os falcêmicos são resistentes a malária Prof. Emanuel Monohibridismo com genes letais
  • 37.
    Pleiotropia na anemiafalciforme Prof. Emanuel
  • 38.
    Polialelia ou alelosmúltiplos • Tipo especial de herança onde existem vários alelos que condicionam o mesmo caráter • Os vários alelos surgem a partir de mutações Alelo A Condiciona a cor do pêlo (Preto) Mutações Alelo A1 – Pêlo cinza Alelo A2 – Pêlo marrom Alelo A3 – Pêlo Branco Os vários alelos condicionam manifestações fenotípicas diferentes de um mesmo caráter Importante: Embora existam 3 ou mais alelos, cada indivíduo possuirá apenas dois alelos de cada gene Prof. Emanuel
  • 39.
    Polialelia ou alelosmúltiplos • Exemplo I – Cor da pelagem dos coelhos • Condicionada por 4 alelos: • C  selvagem (aguti). • cch  chinchila. • ch  himalaia. • ca  albino. C > cch > ch > caC _ cch _ ch _ caca Prof. Emanuel
  • 40.
    Polialelia ou alelosmúltiplos GENÓTIPO FENÓTIPO CC, Ccch, Cch, Cca Selvagem cchcch, cchch, cchca Chinchila chch, chca Himalaia caca Albino Prof. Emanuel
  • 41.
    Sistema sanguíneo ABO •Condicionado por três alelos (polialelia) • Dominância: IA > i , IB > i , IA = IB (codominância) Genótipos Fenótipos IAIA ou IAi Grupo A IBIB ou IBi Grupo B IAIB Grupo AB ii Grupo 0 • Importância: • Transfusões sanguíneas • Medicina legal • Reconhecimento de paternidade Prof. Emanuel O sistema ABO é utilizado em casos de paternidade para efetuar-se exclusão de possibilidades Exemplo: Mãe: Tipo B Filho: Tipo O Suposto pai 1: Tipo O Suposto pai 2: Tipo AB
  • 42.
    Sistema sanguíneo ABO TipoA IAIA ou IAi Tipo B IBIB ou IBi Tipo AB IAIB Tipo O ii Aglutino- gênio (Hemácia) Aglutini- na ( Plasma ) Anti B Anti A Sem aglutinina Anti A e Anti B Aglutinogênio A Aglutinogênio B Aglutinogênio A e B Sem aglutinogênio Prof. Emanuel
  • 43.
    Sistema sanguíneo ABO •Esquema de tranfusão: Tipo O – Doador universal Tipo AB – Receptor universal Prof. Emanuel
  • 44.
    Sistema sanguíneo ABO •Tipagem sanguínea: Prof. Emanuel Sangue tipo A Sangue tipo B Sangue tipo AB Sangue tipo O
  • 45.
    Fator Rh ousistema D • É um sistema independente do sistema sanguíneo ABO • Condicionado por um par de genes ( R > r ) • As pessoas Rh+ possuem no sangue o fator Rh • Os anticorpos anti-Rh só são produzidos caso ocorra sensibilização Genótipos Fenótipos RR ou Rr Rh + rr Rh – Rh+ Rh+ Rh- Rh- Prof. Emanuel
  • 46.
    Eritroblastose fetal ouDHRN • É uma incompatibilidade materno fetal no Sistema Rh • Condições: • Mãe: Rh- (rr) • Filho: Rh+ (Rr) • Pai: Rh+ (RR ou Rr) rr X RR ou Rr 100% Rr 50% Rr 50% rr Prof. Emanuel
  • 47.
    Eritroblastose fetal ouDHRN • Durante o 1º parto de um filho Rh+ o organismo materno é sensibilizado • A mãe passa a produzir anticorpos anti-Rh • Caso na 2ª gestação o filho seja Rh+ os anticorpos anti-Rh maternos migram via placentária para o feto. • Os anticorpos maternos iniciam a destruição das hemácias Rh+ do feto. Prof. Emanuel
  • 48.
    Eritroblastose fetal ouDHRN Prof. Emanuel • Tratamento: Exo-transfusão sanguínea, banhos de luz • Sintomas: anemia,icterícia,danos teciduais • Prevenção: Injeção de anticorpos anti-Rh na mãe
  • 49.
    Eritroblastose fetal ouDHRN Prof. Emanuel
  • 50.
    Sistema MN • Condicionadopor um par de genes codominantes ( Lm e Ln ) • Não causa problemas na transfusão sanguínea Genótipos Fenótipos LmLm Tipo M LnLn Tipo N LmLn Tipo MN Prof. Emanuel
  • 51.
  • 52.
    Herança sexual Região não-homólogade X (gene ligado ao sexo) Região não-homóloga de Y (gene restrito ao sexo) X Y Prof. Emanuel
  • 53.
    Herança sexual A) Herançaligada ao sexo • Genes localizados exclusivamente no cromossomo X e sem correspondência no Cromossomo Y MULHERES → A A a a A a Homozigotas Heterozigotas HOMENS → A a Hemizigotos • Genes ligados ao sexo são transferidos para os filhos do sexo masculino por herança materna Prof. Emanuel
  • 54.
    Exemplo I –Daltonismo • Alteração genética que afeta os cones da retina • Impede a distinção das cores • Condicionada por um gene recessivo (d) ligado ao sexo • Raro nas mulheres Fenótipo Genótipo Mulher normal XDXD Mulher portadora XDXd Mulher daltônica XdXd Homem normal XDY Homem daltônico XdY Herança sexual Prof. Emanuel
  • 55.
    Fenótipos Genótipos Mulher normal XHXH Mulher portadora XHXh Mulher hemofílica XhXh Homem normal XHY Homem hemofílico XhY Herança sexual ExemploII – Hemofilia • Alteração genética que afeta o mecanismo de coagulação • Condicionada por um gene recessivo (h) ligado ao sexo • Rara nas mulheres Prof. Emanuel
  • 56.
    Herança sexual B) Herançarestrita ao sexo ou Holândrica • Genes localizados exclusivamente no cromossomo Y e sem correspondência no Cromossomo X • Exclusiva do sexo masculino • Exemplo: • Genes TDF Prof. Emanuel
  • 57.
    Herança sexual C) Herançalimitada ao sexo • Genes autossômicos cujo efeito sofre influência dos hormônios sexuais. • Só se manifestam em um dos sexos. • Exemplo: • Hipertricose auricular (?) Prof. Emanuel • Genes para a produção de leite • Genes do crescimento da barba
  • 58.
    • Os genespossuem comportamento diferente em cada sexo, agindo como dominante em um e como recessivo em outro (variação de dominância). • Ex.: Calvície. Genótipos Fenótipos CC Homem calvo Mulher calva Cc Homem calvo Mulher não-calva cc Homem não- calvo Mulher não-calva Herança sexual D) Herança influenciada pelo sexo Prof. Emanuel
  • 59.
     Sistema XY• Observado em mamíferos e insetos (Drosophila) Herança sexual Prof. Emanuel
  • 60.
    Herança sexual  Outrossistemas cromossômicos Sistema Heterogamético Homogamético XY Macho Fêmea X0 Macho Fêmea ZW Fêmea Macho Z0 Fêmea Macho Prof. Emanuel
  • 61.
    Herança sexual OBS: Cromatinasexual ou corpúsculo de Barr • É a forma inativa do cromossomo X que fica aderido a carioteca, nas células femininas, durante a interfase CS = Nº de X - 1 Homem (xy) = 1 – 1 = 0 Mulher (xx) = 2 – 1 = 1 Prof. Emanuel
  • 62.
    “ Os fatoresde cada par segregam-se independentemente e combinam-se aleatoriamente nos gametas” 2ª Lei de Mendel (diibridismo) Prof. Emanuel V v R r 1º Par - Cor da semente MEIOSE 2º Par - textura da semente VR Vr vR vr Lei da segregação independente dos fatores
  • 63.
    Formação dos gametas: a)VVRR→ VR b) VvRR  VR , vR c) VvRr  VR, Vr, vR, vr d) VVRr  VR, Vr Prof. Emanuel 2ª Lei de Mendel (diibridismo)
  • 64.
    Amarela Lisa VVRR Verde Rugosa vvrr 100% Amarela Lisa( VvRr) VvRr X VvRr VR vr VR Vr vR vr VR Vr vR vr GP - F1 -
  • 65.
    VR Vr vRvr VR vR Vr vr VVRR vvrr VVRr VvRR VvRr VVRr VVrr VvRr Vvrr VvRR VvRr vvRR vvRr VvRr Vvrr vvRr R.F.= 9:3:3:1 F2 - Amarelas Lisas (V_R_) : 9/16 Amarelas Rugosas (V_rr) : 3/16 Verde Lisa (vvR_) : 3/16 Verde Rugosa (vvrr) : 1/16
  • 66.
    Determinação de gametasem poliibridismo • Para determinar o número de gametas diferentes utiliza-se: 2n n = nº de pares em heterozigose Prof. Emanuel 2ª Lei de Mendel (diibridismo)
  • 67.
    AABBCCDDEeFF n =1  21 = 2 gametas Prof. Emanuel 2ª Lei de Mendel (diibridismo) AABb n = 1  21 = 2 gametas AABB n = 0  20 = 1 gameta AaBb n = 2  22 = 4 gametas AaBBCcDd n = 3  23 = 8 gametas
  • 68.
    • Tipo especialde herança onde genes não alelos interagem condicionando o mesmo caráter Interação gênica ou polimeria Prof. Emanuel Tipos de interação gênica: a) Genes complementares b) Herança aditiva c) Epistasia
  • 69.
    V v Rr 1º Par - Cor da semente 2º Par - Textura da semente V v R r 2 pares condicionam o mesmo caráter Diibridismo Polimeria Interação gênica ou polimeria Prof. Emanuel
  • 70.
    • É umtipo de polimeria onde os genes ,quando isolados, determinam o aparecimento de um fenótipo diferente daquele que manifestam quando estão juntos. Ex.– Forma da crista das galinhas Condicionada por dois pares de genes não alelos 1º par – R > r 2º par – E > e Polimeria de genes complementares Prof. Emanuel
  • 71.
    Galinha Rosa (RRee) Galo Ervilha (rrEE)X FilhotesNoz (RrEe) 9/16 – R_E_ (Noz) 3/16 – R_ee (Rosa) 3/16 – rrEE (Ervilhas) 1/16 – rree (Simples) R.F. = 9:3:3:1 Fenótipos Genótipos crista noz R_E_ crista rosa R_ee crista ervilha rrE_ crista simples rree Polimeria de genes complementares Prof. Emanuel
  • 72.
    • É umtipo de polimeria onde o fenótipo varia gradualmente de acordo com o número de genes efetivos • Entre os fenótipos extremos existem fenótipos intermediários N º de classes fenotípicas = N + 1 • Ex. Cor da pele humana, produção de leite, tamanho dos frutos, cor dos olhos Herança aditiva ou quantitativa Prof. Emanuel
  • 73.
    Fenótipo Número de genes Genótipo Branco0 aabb Mulato Claro 01 Aabb ou aaBb Mulato Médio 02 AAbb,aaBB,AaBb Mulato Escuro 03 AABb ou AaBB Negro 04 AABB  Cor da pele humana – Condicinada por 4 poligenes Herança aditiva ou quantitativa Prof. Emanuel
  • 74.
    Branco aabb Negro AABB 100% Mulato médio(AaBb) GP - F1 - Herança aditiva ou quantitativa Prof. Emanuel
  • 75.
    Herança aditiva ouquantitativa Prof. Emanuel AB Ab AB aB aB Ab ab ab AABB aabb AABb AaBB AaBb AABb AAbb AaBb Aabb AaBB AaBb aaBB aaBb AaBb Aabb aaBb Brancos : 1/16 Mulato claro : 4/16 Mulato médio : 6/16 Mulato escuro : 4/16 Negros: 1/16 R.F. = 1:4:6:4:1
  • 76.
    • Tipo depolimeria onde um gene inibe a ação de outro gene que não é seu alelo • Gene epistásico – Gene inibidor • Gene hipostásico – Gene inibido A a C CB B Epistasia recessivaEpistasia dominante Epistasia Prof. Emanuel Inibidor é o gene dominante Inibidor é o gene recessivo
  • 77.
    • Exemplo – Cordas penas em galináceos. • Gene C  penas Pretas. • Gene c  penas marrons. • Gene I  inibe a manifestação da cor • Gene i  Permite a manifestação da cor. Fenótipos Genótipos Penas pretas C_ii Penas marrons ccii Penas brancas C_I_ ou ccI_ Epistasia Prof. Emanuel