Medicina Nuclear  em Urologia Carlos Eduardo Anselmi Laboratório de Medicina Nuclear Complexo Hospitalar Santa Casa
Medicina Nuclear Especialidade médica que realiza diagnósticos e tratamentos com o uso de radiofármacos
Medicina Nuclear em Urologia Fluxo Sangüíneo Renal Cintilografia Renal Dinâmica Cintilografia Renal Estática Cistografia Radioisotópica Cintilografia do Esqueleto Cintilografia Testicular Cintilografia com Marcador Tumoral Terapia da Dor Óssea por Metástases Cintilografia por Pósitrons (PET)
99m Tc-DTPA (ácido dietileno-triamino- 1 - Agentes glomerulares   pento-acético) 51 Cr-EDTA (ácido etileno-diamino-tetra- acético) 131 -I-Hipuran,  123 -I-Hipuran (orto-amino hipurato de sódio) 2 - Agentes tubulares  99m Tc-MAG3 (mercapto-acetil-triglicine) 99m Tc-DMSA (ácido dimercaptosuccínico) 3 – Fluxo e perfusão:  99m Tc-Pertecnetato;  99m Tc-hemácias 4 – Agentes Metabólicos:  18 F-FDG 5 – Cintilografia óssea –  99m Tc-MDP Radiofármacos
Cintilografia Renal Dinâmica Indicações Avaliação da função renal relativa Avaliação da drenagem do trato urinário:  hidronefrose pré-natal, estenose da JPU ou UV,  megaureter, duplicação pielocalicinal, RVU . Avaliação do transplante renal:  diagnóstico diferencial das complicações médicas Diagnóstico da hipertensão renovascular Acompanhamento das patologias acima
Cintilografia Renal Dinâmica Filtração glomerular DTPA GH Secreção tubular Mag3 EC OIH GH
Cintilografia Renal Dinâmica Normal
Cintilografia Renal Dinâmica Normal
Assimetria  Funcional Função Relativa
Baixa Função Bilateral
Cintilografia Renal Dinâmica Modelos de Curvas Renográficas Obstrutivas
Cintilografia Renal Dinâmica Modelos de  Curvas Renográficas
Cintilografia Renal Dinâmica Uso do Diurético Menos 15 min Tempo zero Mais 15 min
Obstrução Urinária
Hidronefrose com Obstrução E Diurético
Dilatação sem Obstrução Urinária
Dilatação sem Obstrução
Dilatação com Obstrução Parcial?
Fatores a Serem Considerados na Avaliação das Uropatias Obstrutivas Idade do paciente (maturação renal) Proporção em relação ao tamanho do corpo Função renal diferencial Capacidade pélvica Reabsorção tubular Tempo e efeito do diurético Influência da gravidade e da bexiga na drenagem
1 – Avaliação inicial dentro das 72 horas do Tx para servir de referência 2 – Avaliação das complicações cirúrgicas 3 – Diagnóstico diferencial das complicações clínicas 4 – Paciente em anúria Cintilografia do Fluxo Sangüíneo Renal Indicações no Transplante Renal
Transplante Renal Fluxo Sangüíneo
Transplante Renal Fluxo Sangüíneo
Necrose Tubular Aguda
Rejeição
Obstrução Vascular
Fístula Urinária
Fístula Urinária
Fístula Urinária
Hipertensão Renovascular Identificar pacientes com hipertensão devido a estenose de artérias renais Selecionar potenciais beneficiários de revascularização Identificar ausência de HRV, evitando angiografia ou revascularização possivelmente desnecessárias Indicações:
Hipertensão Renovascular
Hipertensão Renovascular Traçadores
Hipertensão Renovascular Pré-operatório Prós-operatório
Cintilografia Renal Estática Indicações: Avaliação renal na infecção do trato urinário Detecção de pielonefrite aguda Detecção de seqüelas renais de infecções Detecção de lesões renais por processo não infeccioso e de lesões congênitas Avaliação da massa renal funcionante para a determinação da função relativa ou absoluta
Pielonefrite Aguda:   Generalidades: Maior causa de morbidade em crianças com ITU e pode resultar em cicatriz permanente A hipertensão na adolescência ou idade adulta jovem varia entre 10 a 18% em pacientes com cicatrizes O risco é maior em lesões multifocais do que nas cicatrizes únicas Cicatrizes renais associadas com RVU representam 10 a 20% de todos os pacientes com IRC A cicatriz renal pode ser prevenida ou diminuída pelo diagnóstico precoce e tratamento rigoroso da PNA
Pielonefrite Aguda:   Diagnósticos Sinais e sintomas Urocultura   Piuria Urografia excretora Ecografia Tomografia Computadorizada RMN 99m Tc - DMSA
Cintilografia Renal Estática RE: 30% RD: 27%
Pielonefrite Aguda
Pielonefrite Aguda Fase aguda Controle da terapia
Pielonefrite Aguda Fase aguda Cicatriz renal
Rim Ectópico  Fusão Renal
Hidronefrose E  Nefropatia do RVU
Medicina Nuclear em Nefrourologia Aneurisma  Sacular  à Esquerda
Medicina Nuclear em Nefrourologia Obstrução Urinária no  Rim Direito
Hipertrofia de Rim Único à Esquerda Cintilografia Renal Estática
Cintilografia Renal Estática 0 + 16,2 + 28,6 + 41,0 + 50,5 + 56,8 + 67,3 + 64,4 + 68,9 + 69,2 + 66,3 31,5 +/-2,8 36,6 +/- 7,9 40,5 +/- 7,8 44,4 +/- 7,9 47,4 +/- 6,4 49,4 +/- 4,7 52,7 +/- 5,2 51,8 +/- 4,5 53,2 +/- 5,1 53,3 +/- 5,0 52,4 +/- 7,2 Pré 1 2 3 4 9 26 52 78 104 130 18 15 13 11 12 11 14 10 8 8 5 Percentual de aumento Índice de captação Tempo (semanas) Número de doadores
Refluxo Vesicoureteral Graus de Refluxo
Cistografia Direta Refluxo vesicoureteral bilateral
Varicocele Fluxo retrógrado de sangue pela veia espermática e dilatação do plexo pampiniforme Detecção de acúmulo intra-escrotal de hemácias Sensibilidade > 90% Identifica casos palpáveis ou não
 
Torção testicular Anomalia mais comum: bell clapper A túnica vaginal envolve todo o testículo, sem fixação posterior no escroto
Orqui-epididimite
MDP, HDP, HMDP: difosfatos 99m Tc: metal Se liga ao osso por quimioadsorção na superfície do cristal de hidroxiapatita, em osteóide laminar e na camada ativa de mineralização formadora de osso. Captação depende do turnover ósseo e do fluxo sangüíneo T1/2 do clearance sangüíneo: 2-4 minutos Após 3 horas em pacientes bem hidratados: 30-40% está ligado aos ossos 35% excretado pelos rins 10-15% em tecidos moles 5-10% no pool sangüíneo Cintilografia Óssea
< 5% das cintilografias são normais em pacientes com lesões vistas no RX 10-40% dos pacientes com metástases ósseas têm RX normal e cintilografia alterada Em 30% dos pacientes com tumor conhecido se apresentando com dor e RX normal a cintilografia óssea mostra lesões metastáticas O RX é pouco sensível, e pode demorar 6 meses para evidenciar resposta, além de ser difícil avaliar a resposta em lesões inicialmente escleróticas. Cintilografia Óssea Cintilografia x RX
 
 
Exames bem feitos e com boa qualidade tem alta sensibilidade e especificidade 260 Pacientes 1191 Rastreamentos 10 anos de follow up Sensibilidade: 98,2% Especificidade: 95,2% Acurácia: 95,5% VPP: 72,8% VPN: 99,8% Cintilografia Óssea Interpretação J Nucl Biol Med 1993; 37:57–61
Cintilografia óssea Metástases são mais comuns em pacientes com níveis altos de PSA e tumores pouco diferenciados na biópsia, independente da idade A cintilografia deve ser realizada se o PSA for > 20 ng/ml em pacientes com histologia G1 ou G2, e em pacientes com histologia G3 e doença localmente avançada, independente do PSA A cintilografia óssea não é necessária em pacientes com tumores iniciais, PSA < 20 ng/ml e Gleason <=7, a não ser que haja sintomas sugestivos de metástases Não é necessário realizar cintilografia de rotina no follow-up se não houver mudança nos marcadores séricos ou sintomas sugestivos de metástases A cintilografia óssea deve ser realizada quando há alterações rápidas nos marcadores ou quando há surgimento de quaisquer sintomas
153Sm-EDTMP (ácido etilenediaminotetrametilenefosfonico) Bombardeamento neutrônico do 152Sm Emissão beta 810 keV (20%) 710 keV (50%) 640 keV (30%). Gama de 103 keV (24%) Terapia da dor óssea com Samário Samário
 
Resposta em 61-86% Duração média de 18 semanas (9-40) 28% de resposta total Índice próximo de resposta em retratamento Resposta ocorre em 1-3 semanas, com alguns pacientes respondendo em até 3 dias. Há relatos de re-tratamento com sucesso em respondedores, geralmente em intervalos de 12 semanas, por até 7 doses, com respostas entre 50-60%. Alguns pacientes que não apresentam resposta ao primeiro tratamento podem apresentar no segundo Terapia da dor óssea com Samário Eficácia
PET Petscan, PET/CT FDG Cíclotron Colina Fluorotimidina Peptídeos
 
 

MN em Urologia

  • 1.
    Medicina Nuclear em Urologia Carlos Eduardo Anselmi Laboratório de Medicina Nuclear Complexo Hospitalar Santa Casa
  • 2.
    Medicina Nuclear Especialidademédica que realiza diagnósticos e tratamentos com o uso de radiofármacos
  • 3.
    Medicina Nuclear emUrologia Fluxo Sangüíneo Renal Cintilografia Renal Dinâmica Cintilografia Renal Estática Cistografia Radioisotópica Cintilografia do Esqueleto Cintilografia Testicular Cintilografia com Marcador Tumoral Terapia da Dor Óssea por Metástases Cintilografia por Pósitrons (PET)
  • 4.
    99m Tc-DTPA (ácidodietileno-triamino- 1 - Agentes glomerulares pento-acético) 51 Cr-EDTA (ácido etileno-diamino-tetra- acético) 131 -I-Hipuran, 123 -I-Hipuran (orto-amino hipurato de sódio) 2 - Agentes tubulares 99m Tc-MAG3 (mercapto-acetil-triglicine) 99m Tc-DMSA (ácido dimercaptosuccínico) 3 – Fluxo e perfusão: 99m Tc-Pertecnetato; 99m Tc-hemácias 4 – Agentes Metabólicos: 18 F-FDG 5 – Cintilografia óssea – 99m Tc-MDP Radiofármacos
  • 5.
    Cintilografia Renal DinâmicaIndicações Avaliação da função renal relativa Avaliação da drenagem do trato urinário: hidronefrose pré-natal, estenose da JPU ou UV, megaureter, duplicação pielocalicinal, RVU . Avaliação do transplante renal: diagnóstico diferencial das complicações médicas Diagnóstico da hipertensão renovascular Acompanhamento das patologias acima
  • 6.
    Cintilografia Renal DinâmicaFiltração glomerular DTPA GH Secreção tubular Mag3 EC OIH GH
  • 7.
  • 8.
  • 9.
    Assimetria FuncionalFunção Relativa
  • 10.
  • 11.
    Cintilografia Renal DinâmicaModelos de Curvas Renográficas Obstrutivas
  • 12.
    Cintilografia Renal DinâmicaModelos de Curvas Renográficas
  • 13.
    Cintilografia Renal DinâmicaUso do Diurético Menos 15 min Tempo zero Mais 15 min
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19.
    Fatores a SeremConsiderados na Avaliação das Uropatias Obstrutivas Idade do paciente (maturação renal) Proporção em relação ao tamanho do corpo Função renal diferencial Capacidade pélvica Reabsorção tubular Tempo e efeito do diurético Influência da gravidade e da bexiga na drenagem
  • 20.
    1 – Avaliaçãoinicial dentro das 72 horas do Tx para servir de referência 2 – Avaliação das complicações cirúrgicas 3 – Diagnóstico diferencial das complicações clínicas 4 – Paciente em anúria Cintilografia do Fluxo Sangüíneo Renal Indicações no Transplante Renal
  • 21.
  • 22.
  • 23.
  • 24.
  • 25.
  • 26.
  • 27.
  • 28.
  • 29.
    Hipertensão Renovascular Identificarpacientes com hipertensão devido a estenose de artérias renais Selecionar potenciais beneficiários de revascularização Identificar ausência de HRV, evitando angiografia ou revascularização possivelmente desnecessárias Indicações:
  • 30.
  • 31.
  • 32.
  • 33.
    Cintilografia Renal EstáticaIndicações: Avaliação renal na infecção do trato urinário Detecção de pielonefrite aguda Detecção de seqüelas renais de infecções Detecção de lesões renais por processo não infeccioso e de lesões congênitas Avaliação da massa renal funcionante para a determinação da função relativa ou absoluta
  • 34.
    Pielonefrite Aguda: Generalidades: Maior causa de morbidade em crianças com ITU e pode resultar em cicatriz permanente A hipertensão na adolescência ou idade adulta jovem varia entre 10 a 18% em pacientes com cicatrizes O risco é maior em lesões multifocais do que nas cicatrizes únicas Cicatrizes renais associadas com RVU representam 10 a 20% de todos os pacientes com IRC A cicatriz renal pode ser prevenida ou diminuída pelo diagnóstico precoce e tratamento rigoroso da PNA
  • 35.
    Pielonefrite Aguda: Diagnósticos Sinais e sintomas Urocultura  Piuria Urografia excretora Ecografia Tomografia Computadorizada RMN 99m Tc - DMSA
  • 36.
  • 37.
  • 38.
    Pielonefrite Aguda Faseaguda Controle da terapia
  • 39.
    Pielonefrite Aguda Faseaguda Cicatriz renal
  • 40.
    Rim Ectópico Fusão Renal
  • 41.
    Hidronefrose E Nefropatia do RVU
  • 42.
    Medicina Nuclear emNefrourologia Aneurisma Sacular à Esquerda
  • 43.
    Medicina Nuclear emNefrourologia Obstrução Urinária no Rim Direito
  • 44.
    Hipertrofia de RimÚnico à Esquerda Cintilografia Renal Estática
  • 45.
    Cintilografia Renal Estática0 + 16,2 + 28,6 + 41,0 + 50,5 + 56,8 + 67,3 + 64,4 + 68,9 + 69,2 + 66,3 31,5 +/-2,8 36,6 +/- 7,9 40,5 +/- 7,8 44,4 +/- 7,9 47,4 +/- 6,4 49,4 +/- 4,7 52,7 +/- 5,2 51,8 +/- 4,5 53,2 +/- 5,1 53,3 +/- 5,0 52,4 +/- 7,2 Pré 1 2 3 4 9 26 52 78 104 130 18 15 13 11 12 11 14 10 8 8 5 Percentual de aumento Índice de captação Tempo (semanas) Número de doadores
  • 46.
  • 47.
    Cistografia Direta Refluxovesicoureteral bilateral
  • 48.
    Varicocele Fluxo retrógradode sangue pela veia espermática e dilatação do plexo pampiniforme Detecção de acúmulo intra-escrotal de hemácias Sensibilidade > 90% Identifica casos palpáveis ou não
  • 49.
  • 50.
    Torção testicular Anomaliamais comum: bell clapper A túnica vaginal envolve todo o testículo, sem fixação posterior no escroto
  • 51.
  • 52.
    MDP, HDP, HMDP:difosfatos 99m Tc: metal Se liga ao osso por quimioadsorção na superfície do cristal de hidroxiapatita, em osteóide laminar e na camada ativa de mineralização formadora de osso. Captação depende do turnover ósseo e do fluxo sangüíneo T1/2 do clearance sangüíneo: 2-4 minutos Após 3 horas em pacientes bem hidratados: 30-40% está ligado aos ossos 35% excretado pelos rins 10-15% em tecidos moles 5-10% no pool sangüíneo Cintilografia Óssea
  • 53.
    < 5% dascintilografias são normais em pacientes com lesões vistas no RX 10-40% dos pacientes com metástases ósseas têm RX normal e cintilografia alterada Em 30% dos pacientes com tumor conhecido se apresentando com dor e RX normal a cintilografia óssea mostra lesões metastáticas O RX é pouco sensível, e pode demorar 6 meses para evidenciar resposta, além de ser difícil avaliar a resposta em lesões inicialmente escleróticas. Cintilografia Óssea Cintilografia x RX
  • 54.
  • 55.
  • 56.
    Exames bem feitose com boa qualidade tem alta sensibilidade e especificidade 260 Pacientes 1191 Rastreamentos 10 anos de follow up Sensibilidade: 98,2% Especificidade: 95,2% Acurácia: 95,5% VPP: 72,8% VPN: 99,8% Cintilografia Óssea Interpretação J Nucl Biol Med 1993; 37:57–61
  • 57.
    Cintilografia óssea Metástasessão mais comuns em pacientes com níveis altos de PSA e tumores pouco diferenciados na biópsia, independente da idade A cintilografia deve ser realizada se o PSA for > 20 ng/ml em pacientes com histologia G1 ou G2, e em pacientes com histologia G3 e doença localmente avançada, independente do PSA A cintilografia óssea não é necessária em pacientes com tumores iniciais, PSA < 20 ng/ml e Gleason <=7, a não ser que haja sintomas sugestivos de metástases Não é necessário realizar cintilografia de rotina no follow-up se não houver mudança nos marcadores séricos ou sintomas sugestivos de metástases A cintilografia óssea deve ser realizada quando há alterações rápidas nos marcadores ou quando há surgimento de quaisquer sintomas
  • 58.
    153Sm-EDTMP (ácido etilenediaminotetrametilenefosfonico)Bombardeamento neutrônico do 152Sm Emissão beta 810 keV (20%) 710 keV (50%) 640 keV (30%). Gama de 103 keV (24%) Terapia da dor óssea com Samário Samário
  • 59.
  • 60.
    Resposta em 61-86%Duração média de 18 semanas (9-40) 28% de resposta total Índice próximo de resposta em retratamento Resposta ocorre em 1-3 semanas, com alguns pacientes respondendo em até 3 dias. Há relatos de re-tratamento com sucesso em respondedores, geralmente em intervalos de 12 semanas, por até 7 doses, com respostas entre 50-60%. Alguns pacientes que não apresentam resposta ao primeiro tratamento podem apresentar no segundo Terapia da dor óssea com Samário Eficácia
  • 61.
    PET Petscan, PET/CTFDG Cíclotron Colina Fluorotimidina Peptídeos
  • 62.
  • 63.