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Ø Introdução
Ø Ponderação
Ø Sequências de Pulso
Ø Meios de Contraste
Ø Terminologias
Ø Exames
“O primeiro passo para vencer é nunca desistir”.
APRESENTAÇÃO
§ Técnico em Eletrônica e em Radiologia.
§ Tecnólogo em Radiologia – IFPI.
§ Acadêmico de Medicina – UFPI.
§ Esp. Imaginologia, TC, Docência e RM.
§ HU-UFPI, HPA-MA e PxOnline.
§ Developer Mobile – SWIFT | DART.
§ Professor convidado: Instituto
Latosensu (TC/RM).
§ Outras experiências: Hospital São
Marcos, CEPROSC e Pós-Técnico
(Latosensu).
• Ressonância magnética
• Ressonância magnética
nuclear
• RM, RMN, IRM.
TERMOS
E AGORA?
EXAME DE RM
EXAME DE RM
PLANOS SECCIONAIS
ANATOMIA SECCIONAL
TENDÃO SUPRAESPINHAL
PATOLOGIAS
CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS
• Instalação do aparelho
• Melhor imagem
• Massas eletromagnéticas
A IMPORTÂNCIA DA HOMOGENEIDADE DO CAMPO MAGNÉTICO
CUIDADO!!!
• Imagem branca à
Hipersinal
• Imagem preta à
Hipossinal
• Imagem cinza à
Isossinal
Cuidado!!!!
As imagens brancas nem
sempre significam que
possuem uma alta
quantidade de H+, pois as
imagens podem ser com
tonalidades invertidas
(ponderações).
PONDERAÇÕES
• PARÂMETROS TR E TE.
• TR-tempo de repetição. É o tempo
entre o pulso de 90° e o próximo
pulso de 90°
• TE-tempo de eco. É o tempo entre o
pulso de RF e a leitura de sinal
PARÂMETROS DE CONTROLE
Ponderações (contrastes):
• Tempo de repetição: TR
• Tempo de eco: TE
• Imagens com contrastes
diferentes: T1, T2 ou DP.
PONDERAÇÕES
PONDERAÇÕES
CAFÉ COM LEITE: CAFÉ-CURTO -> T1 E LEITE-LONGO -> T2
PONDERAÇÕES
PONDERAÇÕES
PONDERAÇÕES
T1 - ANATOMIA T2 - PATOLOGIA
PONDERAÇÕES
Com gel Sem gel
PONDERAÇÕES
250 ml de Monitol diluído em 1750 ml de água
• Concentração dos átomos
de hidrogênio em dada
região.
• VME-sinais diferentes
• Artefatos magnéticos
DENSIDADE DE PRÓTONS (DP)
PONDERAÇÕES
PONDERAÇÕES
T2 X DP
PONDERAÇÕES
DENSIDADE DE PRÓTONS (DP)
PONDERAÇÕES
DENSIDADE DE PRÓTONS (DP)
PONDERAÇÕES
PONDERAÇÕES
HIDROCEFALIA
PONDERAÇÕES - APLICAÇÃO
PONDERAÇÕES - APLICAÇÃO
HÉRNIA DISCAL- T1 OU T2?
ESPINHA BÍFIDA
PONDERAÇÕES - APLICAÇÃO
CASO CLÍNICO: EDEMA
PONDERAÇÕES - APLICAÇÃO
CASO CLÍNICO: EDEMA
PONDERAÇÕES - APLICAÇÃO
CASO CLÍNICO: EDEMA
PONDERAÇÕES - APLICAÇÃO
DOENÇA POLICÍSTICA HEPATORRENAL
PONDERAÇÕES - APLICAÇÃO
PONDERAÇÕES - APLICAÇÃO
MEIOS DE CONTRASTE – T1
EXAME LENTO?
• Repetição das
sequências de pulsos.
• O exame possui várias
sequências.
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
• Contraste da imagem-
ponderação
• Intensificação de imagem-
sequência de pulsos
• Relaxamento ‡sequência de
pulsos
DIFERENÇA DE PONDERAÇÃO E SEQUÊNCIA DE PULSOS
SEQUÊNCIAS DE PULSO
• Duas grandes famílias: SPIN
ECO E GRADIENTE ECO.
• SE e GRE; entre outras.
• É necessário repetir várias
vezes a sequência de pulsos
durante o exame.
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SPIN-ECO GRADIENTE-ECO
• É determinada por um pulso de
90° e outro de 180°.
• Mesmo utilizado no D.I.L
• Padrão ouro da maior parte das
aquisições de imagens.
• Apenas uma linha do espaço K é
preenchido por TR.
SPIN ECO (SE)
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SPIN ECO (SE)
• Utilização das bobinas gradientes.
• TE e TR curtos; redução do flip
angle-menor que 90°
• Tempo de exame curto
• Utilização em aquisições vasculares
e dinâmicas com apneia.
• Sensibilidade ao fluxo sanguíneo e
artefatos magnéticos
GRADIENTE ECO (GRE)
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
• Não utiliza pulsos de 180°, mas
utiliza as bobinas gradientes para
refasar os spins.
• Defasagem do sinal-D.I.L
• Pouca resolução espacial
• Sensibilidade a artefatos
magnéticos
DIFERENÇAS ENTRE GRE E SE
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
• É aplicado mais de um pulso de
180° para o mesmo TR.
• Dois ecos-dois sinais
• Mesma imagem com 2
ponderações
• Utilizadas no protocolo de
Parkinson
SPIN ECO DUAL
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SPIN ECO DUAL
• É aplicado múltiplos pulsos de
180° para o mesmo TR.
• O espaço K é preenchido de
forma mais rápido.
• Tempo de exame reduzido.
• Trem de eco
• TR longo
TURBO SPIN ECO ( TSE OU FSE)
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
TURBO SPIN ECO ( TSE OU FSE)
SEQUÊNCIAS DE PULSO
• DESVANTAGENS:
• Efeito de fluxo e movimento
aumentados.
• Incompatível com algumas
opções de imagens.
• Turvações de imagens.
TURBO SPIN ECO ( TSE OU FSE)
SEQUÊNCIAS DE PULSO
• Todo espaço k é preenchido em
um TR
• Quantidade de pulsos equivale
ao número da matriz
• Sequência ponderada em T2-
cadeia de ecos longa (TR longo).
• Técnica útil para pacientes com
dificuldades em realizar apneia
respiratória
SINGLE SHOT SPIN ECO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SINGLE SHOT SPIN ECO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
• Outro tipo de sequência de pulso
• Tempo de inversão (TI)
• Início com o pulso de 180°: para
suprimir o sinal de um tecido
conhecendo-se seu tempo de TI.
• Inversão do eixo longitudinal (plano
–z).
• Ao ser removido o pulso de
inversão, o VME começa a relaxar
de volta até Bo.
RECUPERAÇÃO DE INVERSÃO-IR
SEQUÊNCIAS DE PULSO
• É necessário medir o sinal de RM
gerado através de outro pulso de
sequência-SPIN ECO.
• As sequências IR convencionais-
>Intensamente ponderada em
T1.
• Pode-se eliminar o sinal de
outros tecidos utilizando o
pulso de 90° no tecido de
interesse.
• FLAIR; STIR; SPIR; SPAIR
RECUPERAÇÃO DE INVERSÃO-IR
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
RECUPERAÇÃO DE INVERSÃO - IR
SEQUÊNCIAS DE PULSO
• Utilizada em exames de crânio.
• T2, mas o líquido fica preto (sem
sinal)-TI longo.
• Utiliza um pulso de inversão pra
saturar o sinal do LCR.
FLAIR
SEQUÊNCIAS DE PULSO
• Imagens de lesão no parênquima
cerebral serão evidenciadas no
FLAIR.
• Sequência mais importante no
estudo do encéfalo.
FLAIR
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
FLAIR & T2
SEQUÊNCIAS DE PULSO
FLAIR & T1
SEQUÊNCIAS DE PULSO
• TI muito baixo, fazendo com
que a gordura não dê sinal.
• Excelente para estudo
musculoesquelético, pois
evidência muito bem as
lesões com edemas e
inflamações.
STIR
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
FAT-SAT: SATURAÇÃO
DE GORDURA
• A gordura dá sinal, mas é
SATURADA utilizando a pré-
saturação espectral com IR.
• Essa técnica baseia-se na
diferença de frequência entre
a água e gordura.
• A água e gordura são lidas em
tempos diferentes.
SPIR OU FAT-SAT
SEQUÊNCIAS DE PULSO
• Imagem com qualidade.
• Utilizada na rotina pós-
contraste.
• Suscetível ao erro de
saturação da gordura-
>Inomogeneidade do campo
magnético.
SPIR OU FAT-SAT
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
3 TESLA
• Se difere das sequências SE e GRE.
• Gradientes de fase e frequência
são aplicados de formas diferentes.
• Fazendo uma analogia, podemos
dizer que o EPI no gradiente, “é
igual” ao TSE no SPIN ECO.
• Aquisição extremamente rápida.
• Acionamento do gradiente
baseado em SE (EPI-SE) ou GRE
(EPI-GRE).
IMAGEM ECOPLANAR-EPI
SEQUÊNCIAS DE PULSO
• Preenchimento do espaço K: Ecos armazenados
linha a linha em zigue-zague.
• Os gradientes vão se invertendo entre positivos
e negativos, colhendo o eco a cada inversão.
• Bastante sensível a inomogeneidade do campo
magnético.
• EPI-SE: redução nos artefatos de susceptibilidade
magnética. Ex: Difusão da água e Tensor de
difusão
• EPI-GRE: Fortemente ponderada em T2*, o que
aumenta os artefatos de susceptibilidade
magnética.
IMAGEM ECOPLANAR-EPI
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
• Sequência híbrida: padrões
TSE e EPI.
• Utilização dos gradientes e
pulsos de 180°.
• Mais eficiente que o TSE e
com menos artefato que o
EPI.
• Fator GRASE: relação entre
os pulsos de GRE e SE.
GRASE
SEQUÊNCIAS DE PULSO
SEQUÊNCIAS DE PULSO
PROPELLER - GE
MEIOS DE CONTRASTE
EXEMPLO: TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
MEIOS DE CONTRASTE
MEIOS DE CONTRASTE
• Definição das imagens
• Qualidade da informação
morfológica
• Diferenciação de estruturas
anatômicas e/ou
patológicas.
MEIOS DE CONTRASTE
• Baixa toxicidade:
hidrossolúvel.
• Fácil administração
• Fácil eliminação
• Fornecer contraste
adequado.
• Viscosidade
• Osmolaridade e osmolalidade
• Quantidade
• Índices de reações adversas
MEIOS DE CONTRASTE
GADOLÍNIO-DTPA
• Gadolínio à Princípio ativo.
• Quelante à Excreção renal.
• DTPA à Dietilenotriamina Penta-
Acético (TEM OUTROS
ATUALMENTE).
• Redução do relaxamento T1.
• Excreção: +- 1,3h.
MEIOS DE CONTRASTE
UNIDADE INJETORA
DELAY= Tempo de espera entre o início da injeção e a aquisição dos cortes.
MEIOS DE CONTRASTE
UNIDADE INJETORA: CONSOLE
MEIOS DE CONTRASTE
PÓS-CONTRASTE EM T1
MEIOS DE CONTRASTE
MEIOS DE CONTRASTE
MEIOS DE CONTRASTE
• Efeito nocivo ou indesejado
• Grau de severidade
• Tempo decorrido
• Fatores de risco
• Tratamento
REAÇOES ADVERSAS
MEIOS DE CONTRASTE
FATORES DE RISCO
• Idade
• Medicamentos
• Alérgicos
• Doenças subjacentes
• Insuficiência renal
• Desidratação
• Lactante
MEIOS DE CONTRASTE
MEIOS DE CONTRASTE
MEIOS DE CONTRASTE
HEMODIÁLISE
• Insuficiência renal
dialítica.
• Realizar hemodiálise no
mesmo dia que injetar o
contraste.
• Processo de filtração do
sangue de uma forma
artificial.
MEIOS DE CONTRASTE
MEIOS DE CONTRASTE
Pode utilizar a unidade injetora?
E AGORA?
Extravasamento – M.C
E AGORA?
MEIOS DE CONTRASTE
MEIOS DE CONTRASTE
OUTROS MEIOS DE CONTRASTE
OUTROS MEIOS DE CONTRASTE
OUTROS MEIOS DE CONTRASTE
• Fluoro-Trigger (Bolus Track)
• Smart-Prep
• Bolus Test
ANGIO-RM
ANGIO-RM - FLUORO
• Utilização de tracker
(marcador).
• Monitoramento automático
ANGIO-RM - SMART PREP
• Injeção de pequena
quantidade de contraste (1
a 2 ml).
• Seleção de topografia
• Delay automático
ANGIO-RM - BOLUS TEST
• Máscara: pré-contraste
• Várias séries com contaste:
arterial e venosa.
• Subtração do tecido
estacionário.
ANGIO-RM - TRICKS
INHANCE E 3D TOF – SEM CONTRASTE
ANGIO-RM
• Angio-arterial de crânio
• Angio-venosa de crânio
• Angio de carótidas
• Angio de aorta torácica e
abdominal
• Angio de MMII
EXAMES DE RM
ANGIO-ARTERIAL DE CRÂNIO
• 3D TOFF
• O sangue é o próprio contraste
• Não utiliza contraste
• Indicações: cefaleia e
enxaquecas intensas.
EXAMES DE RM
ANGIO-ARTERIAL DE CRÂNIO
EXAMES DE RM
ANGIO-VENOSA DE CRÂNIO
• Utiliza contraste
• Estudo de trombose no
seio venoso.
EXAMES DE RM
ARTRO-RM
OUTROS MEIOS DE CONTRASTE
TERMINOLOGIAS
FOV ( FIELD OF VIEW ) - CAMPO DE VISÃO.
Quando se aumenta o campo de exploração, obtém-se uma
quantidade maior de prótons no processo de formação imagem,
consequentemente há um aumento de sinal, desde que os demais
parâmetros não sofram alterações.
FOV: é a sua área de visão(moldura). O FOV pode ser regular ou irregular.
TERMINOLOGIAS
FOV Quadrado
FOV Retangular
TERMINOLOGIAS
ESPESSURA DE CORTE (THICKNESS)
A espessura de corte também tem relação com a qualidade de prótons que contribuem com
o sinal. Quanto maior a espessura do corte, maior será o sinal de ressonância.
ESPESSURA DO CORTE: em estruturas pequenas usamos cortes finos e em estruturas
maiores usamos cortes mais grosseiros. Quanto maior a espessura, maior a RSR.
TERMINOLOGIAS
QUALIDADE DA IMAGEM
• CONTRASTE DA IMAGEM
• RESOLUÇÃO ESPACIAL
• RELAÇÃO SINAL-RUÍDO
• TEMPO DE EXAME
TERMINOLOGIAS
QUALIDADE DE IMAGEM X BOBINA
• Tipos de bobina
• Relação bobina x área
estudada
TERMINOLOGIAS
ESPAÇO K
• Formalismo introduzido em
1983 por Ljunggren e Twieg.
• Matriz de dados obtidos na
RM.
• Visa relacionar as
informações de fase e
frequência obtidas com
pontos no espaço.
TERMINOLOGIAS
TERMINOLOGIAS
TEOREMA NYQUIST
• As amostras de qualquer sinal
devem ser coletadas pelo
menos duas vezes por ciclo
para poder representá-lo com
precisão.
• Localização espacial do sinal
para a transformação em
imagens.
TERMINOLOGIAS
NEX – NÚMERO DE EXCITAÇÕES
Na formação de IRM é possível excitar mais de
uma vez o tecido, obtendo múltiplas respostas
desta região.
Número de vezes que os dados da imagem são
colhidos e armazenados no espaço K.
NEX RSR TEMPO AQUISIÇÃO
TERMINOLOGIAS
NEX
• Controle da quantidade de
dados que é armazenado em
cada linha do espaço K.
• Existência de sinal e ruído.
• Relação com o tempo de
exame.
TERMINOLOGIAS
QUALIDADE DE IMAGEM
RSR (RELAÇÃO SINAL RUÍDO)
A) tipo de bobina;
B) uma matriz grosseira;
C) uma FOV amplo;
D) cortes espessos;
E) banda de recepção mais estreita;
F) maior n° de NEX;
TERMINOLOGIAS
• A transformada de Fourier desenvolvida pelo
matemático francês Jean Baptiste é uma
ferramenta matemática fundamental na solução
de problemas de processamento de imagens
digitais.
• 𝑓 𝑥 = 𝑎! + ∑"#$
%
𝑎" cos
"&'
(
+ 𝑏" sin
"&'
(
TERMINOLOGIAS
TERMINOLOGIAS
• Movimento
• Fluxo sanguíneo
• Artefato metálico
• Retroprojeção/aliasing/f
oldover
ARTEFATOS
TERMINOLOGIAS
ARTEFATOS - MOVIMENTO
• Depende do tempo de
exame e paciente.
• Perda de sinal e
localização.
• Respiração, cardíaco,
Fluxo, peristaltismo,
deglutição.
TERMINOLOGIAS
ARTEFATOS - MOVIMENTO
• Medicamentos anti-
espasmódico:Buscopan
(diminuição do
peristaltismo).
• Imobilização do paciente
• Correção dos artefatos:
triggering ou gating-
cardíaco e respiratório.
TERMINOLOGIAS
ARTEFATOS - MOVIMENTO
TERMINOLOGIAS
ARTEFATOS - MOVIMENTO
TERMINOLOGIAS
ARTEFATOS – FLUXO SANGUÍNEO
• Imagens fantasmas
• Arterial é mais visível
que o venoso
• Compensação
TERMINOLOGIAS
ARTEFATOS – OBJETOS METÁLICOS
• Presença de objetos
metálicos.
• Tipo de material.
• Prótese dentária,
prótese ortopédica,
clips, etc.
TERMINOLOGIAS
ARTEFATOS: RETROPROJEÇÃO/ALIASING/FOLDOVER
• Dobramento da
imagem
• FOV pequeno
TERMINOLOGIAS
ARTEFATOS: CHEMICAL SHIFT
TERMINOLOGIAS
VOLUME SHIMM
BANDA DE SATURAÇÃO
BANDA DE SATURAÇÃO
PROCESSAMENTO
PROCESSAMENTO
INTRODUÇÃO
EXAME - ETAPAS
EXAME - ETAPAS
v ANAMNESE
v CADASTRO
v EXAME
v PROCESSAMENTO
EXAME DE RM
ANAMNESE
CADASTRO DO PACIENTE
POSICIONAMENTO
POSICIONAMENTO
POSICIONAMENTO
EQUIPAMENTOS
EQUIPAMENTOS
EQUIPAMENTOS
EQUIPAMENTOS
EQUIPAMENTOS
EQUIPAMENTOS
PROTOCOLO
PROTOCOLO
LOCALIZADOR
• 3 PLANOS
• PROGRAMAÇÃO
• FOV
• ANATOMIA
PLANEJAMENTO
PROGRAMAÇÃO
• Localizador ou sequência.
• Início e fim dos cortes.
• Orientação: caudocranial
ou craniocaudal.
PLANEJAMENTO
SENTIDO DISTAL = CÉFALO-PODÁLICO
PLANEJAMENTO
SENTIDO PROXIMAL = PODO-CEFÁLICO
PLANEJAMENTO
SENTIDO MÉDIO LATERAL
PLANEJAMENTO
SENTIDO LATERO-MEDIAL
PLANEJAMENTO
PLANEJAMENTO
PLANEJAMENTO
PLANEJAMENTO
PLANEJAMENTO
EXAMES DE RM
q Cabeça
q Pescoço
q Tórax
q Abdome
q Coluna
q Extremidades
CABEÇA
q Cabeça
q Pescoço
q Tórax
q Abdome
q Coluna
q Extremidades
RM CRÂNIO
• Estudo neurológico
• Exame ouro pra estudo do
crânio
• Exame mais utilizado
CABEÇA
RM CRÂNIO
CABEÇA
RM CRÂNIO
CABEÇA
RM CRÂNIO
CABEÇA
RM CRÂNIO
CABEÇA
RM FACE
• Estudo dos ossos da face e
glândulas salivares.
• Patologia das partes moles
do nariz.
• Não pode cortar o nariz na
programação.
CABEÇA
RM FACE
CABEÇA
RM MASTOIDES/OUVIDOS/OSSOS TEMPORAIS
• Estudo dos nervos cranianos
• Surdez
• Neoplasia trigemial
• FOV pequeno
CABEÇA
RM OSSOS TEMPORAIS
CABEÇA
RM HIPÓFISE/SELA TURCICA
• Estudo de problemas
hormônicos.
• Crescimento, produção de leite
e gametas.
CABEÇA
QUAL O EXAME?
CABEÇA
PESCOÇO
q Cabeça
q Pescoço
q Tórax
q Abdome
q Coluna
q Extremidades
RM PESCOÇO
• Estudo das partes moles do
pescoço.
PESCOÇO
PESCOÇO
PESCOÇO
PESCOÇO
TÓRAX
q Cabeça
q Pescoço
q Tórax
q Abdome
q Coluna
q Extremidades
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• Patologias do mediastino
TÓRAX
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• Mamografia x RM
TÓRAX
RM x MAMOGRAFIA
TÓRAX
RM x MAMOGRAFIA
EXAMES DE RM
RM CORAÇÃO
TÓRAX
ABDOME
q Cabeça
q Pescoço
q Tórax
q Abdome
q Coluna
q Extremidades
RM ABDOME SUPERIOR
• Patologia no
fígado, rins, baço.
ABDOME
RM ABDOME SUPERIOR
ABDOME
RM ABDOME SUPERIOR
ABDOME
RM ABDOME SUPERIOR
ABDOME
RM PELVE
ABDOME
RM PELVE
ABDOME
RM PELVE
ABDOME
RM PELVE
ABDOME
RM PELVE
ABDOME
RM PELVE
ABDOME
COLÂNGIO-RM/RM-VIAS BILIARES
ABDOME
COLÂNGIO-RM/RM-VIAS BILIARES
ABDOME
COLÂNGIO-RM/RM-VIAS BILIARES
ABDOME
ABDOME
ENTERO-RM
ABDOME
ABDOME
URO-RM (aparelho urinário)
COLUNA
q Cabeça
q Pescoço
q Tórax
q Abdome
q Coluna
q Extremidades
RM COLUNA CERVICAL/TORÁCICA/LOMBAR
• Hérnia de disco
• Canal medular
COLUNA
COLUNA LOMBAR
COLUNA
COLUNA
EXTREMIDADES
q Cabeça
q Pescoço
q Tórax
q Abdome
q Coluna
q Extremidades
RM OMBRO
• Lesão de manguito rotador
• Dificuldades em sua
mobilidade
EXTREMIDADES
PLANEJAMENTO AXIAL
• Mais ou menos 20 cortes
• Cortes de 3 a 5 mm (S – I)
• Primeiro corte antes da
articulação acrômio-clavicular.
• Palma da mão virada para cima.
RM OMBRO
TENDÃO SUPRAESPINHAL
RM OMBRO
RM OMBRO
PLANEJAMENTO CORONAL
• De 16 a 20 cortes, em média.
• Angulado perpendicularmente à
articulação (americano) ou ao
tendão supraespinhoso (europeu).
• Cortes de 3-5 mm.
• Cortar toda a cabeça umeral e
tendões nela inseridos.
RM OMBRO
PLANEJAMENTO SAGITAL
• De 16 a 20 cortes, em média.
• Angulado paralelamente a
articulação.
• Cortes de 3-5 mm.
• Cortar toda a cabeça umeral.
RM OMBRO
RM BRAÇO/COTOVELO/ANTEBRAÇO/PUNHO/MÃO/DEDO
EXTREMIDADES
RM BRAÇO/COTOVELO/ANTEBRAÇO/PUNHO/MÃO/DEDO
EXTREMIDADES
•Porcentagem pequena na rotina.
•Posicionamento OFF-CENTER.
•Erro de saturação: STIR.
PUNHO
EXTREMIDADES
RM PUNHO - DINÂMICO
RM QUADRIL
• Patologias no acetábulo
• Dificuldades na
locomoção
EXTREMIDADES
RM JOELHO
• Entorse
• Rompimento dos ligamentos
cruzados anteriores e
posteriores.
• Exame ouro pra estudo do
joelho.
EXTREMIDADES
PLANEJAMENTO SAGITAL
PLANEJAMENTO CORONAL
PLANEJAMENTO AXIAL
RM COXA/PERNA/ TORNOZELO/ANTEPÉ/HÁLUX
EXTREMIDADES
Marcador cutâneo é importante.
EXTREMIDADES
RM MÃO
RM DEDOS
RM DEDOS
RM DEDOS
RM EXTREMIDADES
RM OBSTÉTRICA
EXAMES DE RM
RM OBSTÉTRICA
EXAMES DE RM
EXAMES ESPECIAIS-NEURO
• Espectroscopia
• Perfusão
• RM funcional
• Fluxo liquórico
• Tractografia
EXAMES DE RM
ESPECTROSCOPIA
• Técnica não-invasiva capaz de
oferecer informação
metabólica/bioquímica sobre o
parênquima cerebral e sobre
vários processos patológicos.
• Capaz de identificar patologias
invisíveis a RM estrutural
• Doenças psiquiátricas e
neurodegenerativas (Alzheimer).
EXAMES DE RM
ESPECTROSCOPIA-NEURO
EXAMES DE RM
ESPECTROSCOPIA-NEURO
EXAMES DE RM
ESPECTROSCOPIA-NEURO
EXAMES DE RM
PERFUSÃO
• Estudo da quantidade de
contraste num dado volume de
tecido.
• Estudo da suplementação
sanguínea.
• Gráficos
EXAMES DE RM
PERFUSÃO-NEURO
EXAMES DE RM
DIFUSÃO (DWI)
• Estudo do movimento
browniano.
• Restrições de fluxo arterial.
• Utilizado pra casos de AVC e
AIT.
EXAMES DE RM
TRACTOGRAFIA
• Estudo das vias nervosas.
• Entendimento funcional do
cérebro.
• Utilizado pra casos de AVC e
AIT.
EXAMES DE RM
FLUXO LIQUÓRICO
• Informações sobre o fluxo e
velocidade dos líquidos.
• Estudo de hidrocefalias
EXAMES DE RM
RM FUNCIONAL
EXAMES DE RM
RM FUNCIONAL
EXAMES DE RM
POST-MOTEM: FMUSP
• SVOC à Serviço de
Verificação de Óbitos da
Capital (SP).
• 14 mil autópsias por ano.
EXAMES DE RM
PET-RM
EXAMES DE RM
PET-RM
EXAMES DE RM
• Sistema vácuo-assistida
• Algumas lesões específicas
à RM.
• Tempo: 40-130 minutos
• Caso mais comum:
carcinoma ductal invasivo.
BIÓPSIA PERCUTÂNEA GUIADA POR RM
BIÓPSIA PERCUTÂNEA GUIADA POR RM
PERGUNTAS E
RESPOSTAS
@herculysdouglas
@preparaxcursos
“O primeiro passo para vencer é nunca desistir”.
OBRIGADO! #RADIOLOGIAPORAMOR
@herculysdouglas
@preparaxcursos
Guedes Filho
#LUTO
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