 Sistematização do exame US
 Diagnóstico diferencial dos bócios e
tireoidites
 A importância do Doppler
 Caracterizar alterações difusas da tireóide
 Identificar nódulos da tireóide
 Caracterizar nódulos com maior ou menor probabilidade
de malignidade (qual receberá PAAF)
 Guiar a PAAF
 Determinar a extensão do tumor maligno
 Rastreamento de recidiva tumoral após tratamento
 Determinar o volume da tireoide
 Verificar se há lesões focais associadas
 Descrever a textura do parênquima
 Verificar o padrão de vascularização glandular
 Verificar as velocidades de fluxo nas artérias tireoideas
inferiores
 Artéria tireoidea inferior
 Ramo do tronco tireo-cervical,
ramo da artéria subclávia
 Artéria tireoidea superior
 Ramo da carótida externa
 Veias tireoideas
 Superior
 Média
 Inferior
 Não necessita preparo prévio
 Decúbito dorsal com hiperextensão cervical
 Transdutores
 Linear 7 a 15 MHz
 Principal
 Convexo 3,5 a 5 MHz
 Medida do eixo longitudinal em casos difíceis
 Endocavitário
 Pode ser útil em bócios mergulhantes
 Transdutor linear
 Transdutor convexo
 Modo B
 Varreduras longitudinais e transversais
 Ecogenicidade: tireóide vs. músculos / tireóide x gl.
submandibulares
 Ecotextura: homogênea vs. heterogênea
 Rastrear: traves fibróticas, alterações texturais
focais, nódulos, cistos
 Regiões adjacentes: linfonodos, cistos, outras
alterações
 Doppler
 Ajustes do equipamento
 PRF / Escala de velocidades
 Ganho
 Filtro de parede
 Pressão do transdutor sobre a pele
 Camada de gel
 Sensibilidade de cada equipamento
 Parte integrante do exame
 Diagnóstico dos bócios e das tireoidites
crônicas
 Controle de tratamento
 Especialmente importante para ajustar a
dose de radioiodo (radioterapia)
 Erro mais comum
 Diâmetro Longitudinal
 Causa
 Não incluir os dois pólos da tireóide na imagem a
ser mensurada
 Alternativas
 Imagem trapezoidal (“convexo virtual”)
 Imagem estendida
 Composição da imagem
 Transdutor convexo ou endocavitário
CORRETO INCORRETO
CORRETO
INCORRETO
CORRETO
INCORRETO
INCORRETO
CORRETO
CORRETO
IMAGEM ESTENDIDA
 Volume do lobo = D1 x D2 x D3 x 0,523
 Volume do ístmo = D1 x D2 x D3 x 0,523
 Volume da tireóide = vol. lobo direito + vol. lobo esquerdo + vol. istmo
 Há autores que utilizam a constante : 0,479 (OMS).
 Istmo < 3 mm de espessura
 Volume praticamente desprezível
 Istmo entre 3 e 6 mm de espessura
 Volume próximo a 1,0 cm³
 Istmo ≥ 6 mm de espessura
 Calcular o volume
 Adultos
 Volume: 6 – 15 cm³
 Variações
 Idade
 Sexo
 Superfície corpórea
 Ingestão de iodo
 Fatores genéticos
 Crianças
 Ao nascimento
 0,40 a 1,40 cm³
 A cada ano de vida
 Aumento de 1,0 a 1,3 cm³ por Kg de peso
 Tabelas com valores da normalidade em
função da idade.
Saito 2004
Idade Volume (cm³)
6 2,1 - 2,6
7 2,2 - 3,3
8 2,9 - 3,8
9 3,3 - 4,0
10 3,4 - 4,9
11 4,1 - 6,0
12 4,4 - 6,5
Adulto (média) 4,3 - 12,1
Adulto (homem) 5,3 - 14,5
Adulto (mulher) 4,5 - 8,6
Ueda. 1990 J. Clin. Ultrasound, v.18, p.455-62, 1990
Altura (cm) Volume (cm³)
– 99 2.3 +/- 0.7
100 – 109 3.3 +/- 1.0
110 – 119 4.1 +/- 1.1
120 – 129 4.9 +/- 1.1
130 – 139 6.3 +/- 2.0
140 – 149 7.4 +/- 2.2
150 – 159 8.5 +/- 2.3
160 – 10.9 +/- 2.5
 Modo B
 Parênquima homogêneo
 Ecogênico
 Arquitetura característica
 Contornos regulares
 Doppler Colorido ou Power Doppler
 Vasos nos pólos e na periferia
 Poucos vasos no parênquima
 Ajustes do equipamento
 PRF (velocidade)
 Ganho
 Filtros
 Doppler colorido vs. Doppler de amplitude
 Estabelecer o padrão de normalidade para a sua
instituição *
* Saleh 2001 J Ultrasound in Med & Biol. 27(8) 1137-41
 Doppler (análise espectral)
 Artérias intraparenquimatosas
VPS: 4,8cm/s (+/- 1,2 cm/s)
a
12,0 cm/s (+/- 2,0 cm/s)
 Artérias tireoideas inferiores
VPS: 17,7cm/s (+/- 3,3 cm/s)
a
26,0 cm/s (+/- 3,8 cm/s)
 Fluxo de baixa velocidade < 14 cm/s (?)
 Fluxo de alta velocidade > 30 cm/s
 Fluxo de alta velocidade > 30 cm/s
A sistematização da análise reduz
a probabilidade de erro
 Identificar a tireóide
 Medir cada lobo e o istmo.
 Calcular o volume da glândula
 Observar a ecogenicidade e a ecotextura do parênquima
 Identificar nódulos
 Atentar para as características dos nódulos
 Verificar a vascularidade da glândula ao Doppler
 Medir a velocidade de fluxo nas artérias tireoideas
inferiores direita e esquerda
 Identificar os padrões de fluxo dos nódulos
 Pesquisar linfonodomegalias regionais
 Descrever os achados no laudo
 Bócio é o aumento do volume da tireóide
 Independente da causa
 Bócio difuso
 Tóxico
 Atóxico
 Bócio nodular
 Uninodular
 Tóxico
 Atóxico
 Multinodular
 Tóxico
 Atóxico
doença de Graves
doença de Plummer
 Hiperplasia difusa
 Causas
 Déficit de ingestão de iodo (bócio endêmico)
 Distúrbios da hormonogênese (formas familiares)
 Drogas que interferem na absorção do iodo
(lítio, cobalto, iodatos, fenilbutazona)
 Induzido por alimentos
(repolho, soja, amendoim, pêssego, morango, espinafre,
rabanete)
 Sinônimos
 Bócio Difuso Tóxico
 Doença de Basedow
 Bócio exoftálmico
 Etiologia auto-imune
 Mais comum em mulheres 5:1 a 10:1
 Tireotoxicose
 Pode estar associada a exoftalmia
 Achados Ecográficos
 Aumento volumétrico
 Textura finamente heterogênea
 Aumento difuso da vascularização
(Inferno Tireoideano - Ralls 1988)
 Aumento das velocidades de fluxo nas artérias
tireóideas (pode superar 50 cm/s)
 Tireoidites sem aumento volumétrico da tireóide
 Apenas 30-35% das tireoidites provocam aumento do
volume da tireóide
 Nódulo(s) em tireóides de volume normal
 Relatar as informações clinicamente relevantes
 Termo genérico
 várias entidades
 Etiologia
 autoimune, infecciosa, traumática, drogas, radiação
ionizante
 Predomínio no sexo feminino
 9:1
 Alguns diagnósticos
 Hashimoto, De Quervain, aguda supurativa,
silenciosa, pós-parto, fibrosante de Riedel,
tuberculosa
 Sinônimos
 Tireoidite crônica autoimune
 Tireoidite linfocítica crônica
 Etiologia autoimune
 Mais prevalente nas mulheres: 9:1
 Pico de incidência 4ª e 5ª décadas de vida
 Leva ao hipotireoidismo
 Pode provocar hipertireoidismo
em fases iniciais
 Achados ecográficos
 Espectro variável
 Volume aumentado, normal ou reduzido
 Ecogenicidade reduzida
 Ecotextura fina a grosseiramente heterogênea
 Contornos lobulados
 Faixas lineares hiperecogênicas – fibrose
 Achados ecográficos
 Áreas de comprometimento focal
(pseudonódulos)
 Pode haver linfonodomegalia (15%)
 Aumento da vascularidade (início)
 Aumento da VPS a. tireóideas (início)
 Redução da vascularidade (cronicidade)
 Redução da VPS a. tireóideas (cronicidade)
Höfling, 2008
 Rara
 Infecção bacteriana
 Staphylococcus aureus
 Streptococcus pyogenes
 Outras
 Crianças
 Imunodeprimidos
 AIDS
 Função tireoideana normal
 Dor à palpação
 Tumoração local
 Pode haver febre
 Área focal de menor ecogenicidade
 Pode evoluir para a abscesso
Torres et. al. Arq Bras Endocrinol Metabn. 2008, 52 (4) 701-706
 Sinônimo
 tireoidite granulomatosa subaguda
 Etiologia viral
 Autolimitada
 Após infecções de vias aéreas superiores
 Mães de crianças acometidas por viroses da infância
(caxumba, sarampo)
 Dor à palpação
 Aumento volumétrico da glândula
 Hipertireoidismo leve transitório, que não requer terapia
antitireoideana
 Hipotireoidismo transitório (menos frequente)
 Achados ecográficos
 áreas focais hipoecogênicas mal delimitadas
nas regiões subcapsulares
 coalescem e podem formar pseudo-nódulos
na região central da glândula
Radiol Bras. 2007, 40 (2) 75-79
 Características semelhantes à De
Quervain
 Sem dor
 Hipertireoidismo, geralmente transitório
 Eventualmente necessita tratamento com
drogas antitireoideanas
 Fases tardias – sinais de fibrose
 Pode evoluir para hipotireoidismo
 4 a 7% das puérperas
 Provável etiologia autoimune
 Redução difusa da ecogenicidade
 Focos hipoecogênicos mal delimitados
esparsos
 Hiper ou hipotireoidismo transitório
 10 a 30% evoluirão para hipotireoidismo
permanente
Radiol Bras. 2007, 40 (2) 75-79
 Sinônimo: tireoidite fibrosante
 Rara
 Tireóide fibrosada e endurecida
 Há casos com associação com fibrose
retroperitoneal, mediastinal,pulmonar, colangite
esclerosante, pseudotumor orbitário
 Sensação de “aperto” no pescoço, sufocamento
 Pode haver disfagia, tosse e dispnéia
 Casos severos tem indicação cirúrgica
 Ao US: massa hipoecogênica infiltrando a
musculatura adjacente.
Todd M. 2004, disponível em http://img.medscape.com
 Muito rara
 Formas de acometimento
 Miliar
 Focal
 Difusa
 Lesões caseosas
 Comum associação com acometimento
linfonodal pela Tb
 A forma focal pode simular nódulo maligno
 PAAF pode auxiliar no diagnóstico
Terzidis, 2007. Hormones 6(1):75-79
 Amiodarona
 Antiarrítmico
 Derivado benzofurano com estrutura semelhante ao
T3
 37% de seu peso molecular constituído por iodo
 Quadro de tireotoxicose
 Tipo 1
 Tireóide com nódulo funcionante
 Doença de Graves latente - fenômeno de Jod-Basedow
 Tratamento:
 Metimazol e Perclorato de Potássio
 Tipo 2
 Tireóide inicialmente normal
 Efeito tóxico direto da Amiodarona
 Tratamento:
 Remoção da Amiodarona e Corticosteróides
 Diagnóstico diferencial
 TIA tipo I
 Captação do Iodo radioativo: baixa, normal ou elevada
 Interleucina-6 sérica: discretamente elevada
 Doppler: Fluxo marcadamente aumentado
Velocidades de fluxo aumentadas nas artérias tireóideas
 TIA tipo II
 Captação do Iodo radioativo: baixa, suprimida
 Interleucina-6 sérica: bastante elevada
 Doppler: Fluxo marcadamente reduzido
Baixas velocidades de fluxo nas artérias tireóideas
 Forma, contornos, dimensões, ecogenicidade,
ecotextura, presença de alterações focais.
 Medidas e volume
 Padrão de vascularização
 Habitual
 Globalmente aumentada
 Globalmente reduzida
 Velocidade de pico sistólico nas artérias tireoideas
inferiores direita e esquerda
Doppler doenças difusas da tireoide

Doppler doenças difusas da tireoide

  • 2.
     Sistematização doexame US  Diagnóstico diferencial dos bócios e tireoidites  A importância do Doppler
  • 3.
     Caracterizar alteraçõesdifusas da tireóide  Identificar nódulos da tireóide  Caracterizar nódulos com maior ou menor probabilidade de malignidade (qual receberá PAAF)  Guiar a PAAF  Determinar a extensão do tumor maligno  Rastreamento de recidiva tumoral após tratamento
  • 4.
     Determinar ovolume da tireoide  Verificar se há lesões focais associadas  Descrever a textura do parênquima  Verificar o padrão de vascularização glandular  Verificar as velocidades de fluxo nas artérias tireoideas inferiores
  • 5.
     Artéria tireoideainferior  Ramo do tronco tireo-cervical, ramo da artéria subclávia  Artéria tireoidea superior  Ramo da carótida externa  Veias tireoideas  Superior  Média  Inferior
  • 6.
     Não necessitapreparo prévio  Decúbito dorsal com hiperextensão cervical  Transdutores  Linear 7 a 15 MHz  Principal  Convexo 3,5 a 5 MHz  Medida do eixo longitudinal em casos difíceis  Endocavitário  Pode ser útil em bócios mergulhantes
  • 7.
  • 8.
  • 9.
     Modo B Varreduras longitudinais e transversais  Ecogenicidade: tireóide vs. músculos / tireóide x gl. submandibulares  Ecotextura: homogênea vs. heterogênea  Rastrear: traves fibróticas, alterações texturais focais, nódulos, cistos  Regiões adjacentes: linfonodos, cistos, outras alterações
  • 10.
     Doppler  Ajustesdo equipamento  PRF / Escala de velocidades  Ganho  Filtro de parede  Pressão do transdutor sobre a pele  Camada de gel  Sensibilidade de cada equipamento
  • 11.
     Parte integrantedo exame  Diagnóstico dos bócios e das tireoidites crônicas  Controle de tratamento  Especialmente importante para ajustar a dose de radioiodo (radioterapia)
  • 12.
     Erro maiscomum  Diâmetro Longitudinal  Causa  Não incluir os dois pólos da tireóide na imagem a ser mensurada  Alternativas  Imagem trapezoidal (“convexo virtual”)  Imagem estendida  Composição da imagem  Transdutor convexo ou endocavitário
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19.
  • 20.
  • 23.
     Volume dolobo = D1 x D2 x D3 x 0,523  Volume do ístmo = D1 x D2 x D3 x 0,523  Volume da tireóide = vol. lobo direito + vol. lobo esquerdo + vol. istmo  Há autores que utilizam a constante : 0,479 (OMS).
  • 24.
     Istmo <3 mm de espessura  Volume praticamente desprezível  Istmo entre 3 e 6 mm de espessura  Volume próximo a 1,0 cm³  Istmo ≥ 6 mm de espessura  Calcular o volume
  • 25.
     Adultos  Volume:6 – 15 cm³  Variações  Idade  Sexo  Superfície corpórea  Ingestão de iodo  Fatores genéticos
  • 26.
     Crianças  Aonascimento  0,40 a 1,40 cm³  A cada ano de vida  Aumento de 1,0 a 1,3 cm³ por Kg de peso  Tabelas com valores da normalidade em função da idade.
  • 27.
    Saito 2004 Idade Volume(cm³) 6 2,1 - 2,6 7 2,2 - 3,3 8 2,9 - 3,8 9 3,3 - 4,0 10 3,4 - 4,9 11 4,1 - 6,0 12 4,4 - 6,5 Adulto (média) 4,3 - 12,1 Adulto (homem) 5,3 - 14,5 Adulto (mulher) 4,5 - 8,6
  • 28.
    Ueda. 1990 J.Clin. Ultrasound, v.18, p.455-62, 1990 Altura (cm) Volume (cm³) – 99 2.3 +/- 0.7 100 – 109 3.3 +/- 1.0 110 – 119 4.1 +/- 1.1 120 – 129 4.9 +/- 1.1 130 – 139 6.3 +/- 2.0 140 – 149 7.4 +/- 2.2 150 – 159 8.5 +/- 2.3 160 – 10.9 +/- 2.5
  • 29.
     Modo B Parênquima homogêneo  Ecogênico  Arquitetura característica  Contornos regulares
  • 30.
     Doppler Coloridoou Power Doppler  Vasos nos pólos e na periferia  Poucos vasos no parênquima  Ajustes do equipamento  PRF (velocidade)  Ganho  Filtros  Doppler colorido vs. Doppler de amplitude  Estabelecer o padrão de normalidade para a sua instituição * * Saleh 2001 J Ultrasound in Med & Biol. 27(8) 1137-41
  • 32.
     Doppler (análiseespectral)  Artérias intraparenquimatosas VPS: 4,8cm/s (+/- 1,2 cm/s) a 12,0 cm/s (+/- 2,0 cm/s)  Artérias tireoideas inferiores VPS: 17,7cm/s (+/- 3,3 cm/s) a 26,0 cm/s (+/- 3,8 cm/s)
  • 33.
     Fluxo debaixa velocidade < 14 cm/s (?)  Fluxo de alta velocidade > 30 cm/s
  • 34.
     Fluxo dealta velocidade > 30 cm/s
  • 35.
    A sistematização daanálise reduz a probabilidade de erro
  • 36.
     Identificar atireóide  Medir cada lobo e o istmo.  Calcular o volume da glândula  Observar a ecogenicidade e a ecotextura do parênquima  Identificar nódulos  Atentar para as características dos nódulos  Verificar a vascularidade da glândula ao Doppler  Medir a velocidade de fluxo nas artérias tireoideas inferiores direita e esquerda  Identificar os padrões de fluxo dos nódulos  Pesquisar linfonodomegalias regionais  Descrever os achados no laudo
  • 37.
     Bócio éo aumento do volume da tireóide  Independente da causa
  • 38.
     Bócio difuso Tóxico  Atóxico  Bócio nodular  Uninodular  Tóxico  Atóxico  Multinodular  Tóxico  Atóxico doença de Graves doença de Plummer
  • 39.
     Hiperplasia difusa Causas  Déficit de ingestão de iodo (bócio endêmico)  Distúrbios da hormonogênese (formas familiares)  Drogas que interferem na absorção do iodo (lítio, cobalto, iodatos, fenilbutazona)  Induzido por alimentos (repolho, soja, amendoim, pêssego, morango, espinafre, rabanete)
  • 43.
     Sinônimos  BócioDifuso Tóxico  Doença de Basedow  Bócio exoftálmico  Etiologia auto-imune  Mais comum em mulheres 5:1 a 10:1  Tireotoxicose  Pode estar associada a exoftalmia
  • 44.
     Achados Ecográficos Aumento volumétrico  Textura finamente heterogênea  Aumento difuso da vascularização (Inferno Tireoideano - Ralls 1988)  Aumento das velocidades de fluxo nas artérias tireóideas (pode superar 50 cm/s)
  • 48.
     Tireoidites semaumento volumétrico da tireóide  Apenas 30-35% das tireoidites provocam aumento do volume da tireóide  Nódulo(s) em tireóides de volume normal  Relatar as informações clinicamente relevantes
  • 49.
     Termo genérico várias entidades  Etiologia  autoimune, infecciosa, traumática, drogas, radiação ionizante  Predomínio no sexo feminino  9:1  Alguns diagnósticos  Hashimoto, De Quervain, aguda supurativa, silenciosa, pós-parto, fibrosante de Riedel, tuberculosa
  • 50.
     Sinônimos  Tireoiditecrônica autoimune  Tireoidite linfocítica crônica  Etiologia autoimune  Mais prevalente nas mulheres: 9:1  Pico de incidência 4ª e 5ª décadas de vida  Leva ao hipotireoidismo  Pode provocar hipertireoidismo em fases iniciais
  • 51.
     Achados ecográficos Espectro variável  Volume aumentado, normal ou reduzido  Ecogenicidade reduzida  Ecotextura fina a grosseiramente heterogênea  Contornos lobulados  Faixas lineares hiperecogênicas – fibrose
  • 52.
     Achados ecográficos Áreas de comprometimento focal (pseudonódulos)  Pode haver linfonodomegalia (15%)  Aumento da vascularidade (início)  Aumento da VPS a. tireóideas (início)  Redução da vascularidade (cronicidade)  Redução da VPS a. tireóideas (cronicidade)
  • 53.
  • 56.
     Rara  Infecçãobacteriana  Staphylococcus aureus  Streptococcus pyogenes  Outras  Crianças  Imunodeprimidos  AIDS
  • 57.
     Função tireoideananormal  Dor à palpação  Tumoração local  Pode haver febre  Área focal de menor ecogenicidade  Pode evoluir para a abscesso
  • 58.
    Torres et. al.Arq Bras Endocrinol Metabn. 2008, 52 (4) 701-706
  • 59.
     Sinônimo  tireoiditegranulomatosa subaguda  Etiologia viral  Autolimitada  Após infecções de vias aéreas superiores  Mães de crianças acometidas por viroses da infância (caxumba, sarampo)  Dor à palpação  Aumento volumétrico da glândula  Hipertireoidismo leve transitório, que não requer terapia antitireoideana  Hipotireoidismo transitório (menos frequente)
  • 60.
     Achados ecográficos áreas focais hipoecogênicas mal delimitadas nas regiões subcapsulares  coalescem e podem formar pseudo-nódulos na região central da glândula
  • 61.
    Radiol Bras. 2007,40 (2) 75-79
  • 62.
     Características semelhantesà De Quervain  Sem dor  Hipertireoidismo, geralmente transitório  Eventualmente necessita tratamento com drogas antitireoideanas  Fases tardias – sinais de fibrose  Pode evoluir para hipotireoidismo
  • 63.
     4 a7% das puérperas  Provável etiologia autoimune  Redução difusa da ecogenicidade  Focos hipoecogênicos mal delimitados esparsos  Hiper ou hipotireoidismo transitório  10 a 30% evoluirão para hipotireoidismo permanente
  • 64.
    Radiol Bras. 2007,40 (2) 75-79
  • 65.
     Sinônimo: tireoiditefibrosante  Rara  Tireóide fibrosada e endurecida  Há casos com associação com fibrose retroperitoneal, mediastinal,pulmonar, colangite esclerosante, pseudotumor orbitário  Sensação de “aperto” no pescoço, sufocamento  Pode haver disfagia, tosse e dispnéia  Casos severos tem indicação cirúrgica  Ao US: massa hipoecogênica infiltrando a musculatura adjacente.
  • 66.
    Todd M. 2004,disponível em http://img.medscape.com
  • 67.
     Muito rara Formas de acometimento  Miliar  Focal  Difusa  Lesões caseosas  Comum associação com acometimento linfonodal pela Tb  A forma focal pode simular nódulo maligno  PAAF pode auxiliar no diagnóstico
  • 68.
  • 69.
     Amiodarona  Antiarrítmico Derivado benzofurano com estrutura semelhante ao T3  37% de seu peso molecular constituído por iodo  Quadro de tireotoxicose
  • 70.
     Tipo 1 Tireóide com nódulo funcionante  Doença de Graves latente - fenômeno de Jod-Basedow  Tratamento:  Metimazol e Perclorato de Potássio  Tipo 2  Tireóide inicialmente normal  Efeito tóxico direto da Amiodarona  Tratamento:  Remoção da Amiodarona e Corticosteróides
  • 71.
     Diagnóstico diferencial TIA tipo I  Captação do Iodo radioativo: baixa, normal ou elevada  Interleucina-6 sérica: discretamente elevada  Doppler: Fluxo marcadamente aumentado Velocidades de fluxo aumentadas nas artérias tireóideas  TIA tipo II  Captação do Iodo radioativo: baixa, suprimida  Interleucina-6 sérica: bastante elevada  Doppler: Fluxo marcadamente reduzido Baixas velocidades de fluxo nas artérias tireóideas
  • 72.
     Forma, contornos,dimensões, ecogenicidade, ecotextura, presença de alterações focais.  Medidas e volume  Padrão de vascularização  Habitual  Globalmente aumentada  Globalmente reduzida  Velocidade de pico sistólico nas artérias tireoideas inferiores direita e esquerda