RADIAÇÕES PARA DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO EM MEDICINA NUCLEAR Carlos Eduardo Anselmi
O ÁTOMO O átomo é a menor porção de um elemento que mantém as propriedades químicas desse elemento O átomo não é indivisível Composto de 3 partículas elementares: Próton Z – identidade química A - massa Nêutron: N Elétron Núcleo: 10-13 cm Átomo: 1-2 x 10 -8  cm
 
ENERGIA DE LIGAÇÃO, IONIZAÇÃO E EXCITAÇÃO Cada elétron está ligado a um núcleo com uma quantidade fixa de energia Medida de energia no nível atômico: elétron-volt A energia de ligação dos elétrons aumenta com o aumento do Z Absorção de energia pelos elétrons: aquecimento, campos elétricos, passagem de uma partícula carregada, impacto mecânico Excitação: luz, ultra-violeta ou raio-x em 10-9 segundos Ionização
ENERGIA DE LIGAÇÃO, IONIZAÇÃO E EXCITAÇÃO
FORÇAS FORTE: 1: responsável pela estabilidade nuclear – déficit de massa Fraca: 10 -2 : importante no processo de transformação nuclear Eletromagnética: 10 -13 : vida diária – interações entre átomos, moléculas, biomoléculas, etc Gravitacional: 10 -39 : produzida pela massa da matéria; negligível no nível atômico
RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA Campos magnéticos e elétricos são produzidos pro partículas com carga Durante a interação das partículas há emissão de energia sob forma de radiação eletromagnética A radiação eletromagnética pode se propagar como onda e interagir como partícula Os pacotes individuais são chamados de fótons Um fóton não tem carga ou massa Caracterizada pela energia ou pelo comprimento de onda
ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO
RADIONUCLÍDEOS E ESTABILIDADE NUCLEAR Vários nuclídeos são instáveis – radionuclídeos Busca da estabilidade pela emissão de radiação eletromagnética ou de partículas carregadas Força forte: P-P, N-N, P-N. Atrativa apenas quando a distância entre os componentes é muito pequena Força eletromagnética: apenas entre Prótons, de forma repulsiva O balanço dessas duas forças determina a estabilidade do nuclídeo Quando o balanço é rompido, o nuclídeo se torna instável e, dessa forma, radioativo
RADIONUCLÍDEOS E ESTABILIDADE NUCLEAR
TIPOS DE RADIAÇÃO ALFA BETA GAMA Obedecem aos princípios: Conservação de número de massa Conservação da carga elétrica Conservação da energia
DECAIMENTO ALFA 2 prótons e 2 nêutrons Partícula pesada e com carga Núcleo de Hélio Energia cinética da partícula é discreta para um decaimento em particular 226 Ra –  222 Rn
DECAIMENTO ALFA
DECAIMENTO BETA Um nêutron ou próton é convertido em um próton ou nêutron A conversão é controlada pela força fraca Beta mais: próton convertido em um nêutron Beta menos: nêutron convertido em um próton
DECAIMENTO BETA
BETA MENOS NEUTRON   PRÓTON + ELÉTRON + ANTI-NEUTRINO Aumenta em 1 o número atômico A energia do elétron não é fixa porque a energia total tem que ser compartilhada com o anti-neutrino Espectro Beta menos: 0 a EBmax 131 I –  131 Xe
BETA MENOS
BETA MAIS PRÓTON    NEUTRON + PÓSITRON + NEUTRINO PÓSITRON: PET 18 F –  18 O
DECAIMENTO GAMA Um núcleo pode estar em um estado excitado pela absorção de energia (isômero). Isômeros têm curta duração, exceto no caso de meta-estados. O decaimento é chamado isomérico. O excesso de energia é liberado na forma de um fóton de alta energia: raio gama O gama não pode ser diferenciado do x porque ambos interagem com a matéria da mesma forma; a única diferença é a forma de produção.
DECAIMENTO GAMA
DECAIMENTO GAMA
UNIDADES DE RADIOATIVIDADE Curie (Ci): taxa de desintegração de 1g de Radium: 3,7 x 10 10  desintegrações por segundo Becquerel (Bq): 1 desintegração por segundo – SI 1 Ci = 3,7 x 10 10  Bq 1 mCi = 3,7 x 10 7  Bq 1 Bq = 2,7 x 10 -11  Ci 1 GBq = 27 mCi
DECAIMENTO E MEIA VIDA O número de átomos que decaem é proporcional ao número de átomos na amostra A constante lambda é conhecida como constante de decaimento: probabilidade de decaimento por unidade de tempo para um radioátomo O momento do decaimento de um núcleo em particular não pode ser previsto e não é influenciado pelo decaimento de outros núcleos ou pelo ambiente físico ou químico
DECAIMENTO
 
MEIA VIDA FÍSICA Tempo para que a radioatividade de um radionuclídeo seja reduzida à metade 99m Tc: 6 horas 131 I: 8,04 dias 123 I: 13,6 horas
MEIA VIDA BIOLÓGICA Clearance biológico do radionuclídeo de um tecido ou órgão
MEIA VIDA EFETIVA Depende tanto da meia vida física quanto da biológica Os decaimentos físico e biológico ocorrem ao mesmo tempo Fitato Xenônio
INTERAÇÃO DA RADIAÇÃO COM A MATÉRIA Radiação Particulada Beta menos: Negatron Ionização nos tecidos por interações eletrostáticas com elétrons nos orbitais Perde energia por uma série de interações por um caminho tortuoso Beta mais: Pósitrons Sofre aniquilação quando combina com um elétron Libera dois raios gama em 180 o , cada um com 511 keV Raios gama e x Efeito fotoelétrico Produção de pares Espalhamento Compton
EFEITO FOTOELÉTRICO Toda a energia do fóton é transferida para um elétron em um orbital O fóton tem energia maior que a energia de ligação do elétron Uma cascata de elétrons surge para preencher a vaga com a emissão de raios-x característicos Importante em tecidos moles para energias abaixo de 50 keV Indesejável em tecidos Desejável na detecção
EFEITO FOTOELÉTRICO
ESPALHAMENTO COMPTON Um fóton interage com um elétron de um orbital externo, com energia de ligação fraca O fóton é defletido e continua a existir, mas com energia mais baixa A diferença de energia é transferida para o elétron Degrada as imagens
ESPALHAMENTO COMPTON
MATERIAIS RADIOATIVOS E FONTES DE RADIAÇÃO Naturais:  235 U,  40 K,  232 Th,  222 Rn,  226 Ra Artificiais:  131 I,  99m Tc,  137 Cs Cósmica:  14 C,  3 H
MATERIAIS RADIOATIVOS E FONTES DE RADIAÇÃO
PRODUÇÃO DA RADIAÇÃO Natural Cósmica Reatores Aceleradores lineares Cíclotrons
REATORES
CÍCLOTRONS
CÍCLOTRONS
DETECÇÃO DA RADIAÇÃO
MEDICINA NUCLEAR DEFINIÇÃO Uso de fontes de radiação não selada e radiofármacos para diagnóstico e tratamento Imagens da vida Imagens funcionais Imagens moleculares
RADIOFÁRMACO Composto químico ligado a um material radioativo Princípio do traçador: quantidades ínfimas do fármaco, de forma a não alterar a fisiologia Material radioativo: permite a detecção e o tratamento
RADIOFÁRMACO Livre de carreador: o radionuclídeo não está contaminado por nuclídeos estáveis ou radioativos do mesmo elemento Atividade específica: radioatividade por unidade de peso (mCi/mg) Concentração específica: atividade por unidade de volume (mCi/ml)
O GERADOR
CONTROLE DE QUALIDADE Aparelhos Radiofármacos
CONTROLE DE QUALIDADE Pureza radionuclídica: apenas o radionuclídeo desejado está presente no eluato: Mo Pureza química: presença de outros materiais: Al Pureza radioquímica: o radiofármaco deve estar na forma radioquímica desejada Tc coloidal Tc livre Esterilidade Apirogenicidade
RADIAÇÕES UTILIZADAS 99m Tc DMSA, DTPA, ECD, MDP, MIBI, HMPAO, EC, FITATO, ENXOFRE, CIPRO 67 Ga 131 I e  123 I MIBG 201 Tl 18 F FDG
99m Tc Gama: 140 keV T1/2: 6 horas Produzido em gerador Marcação: Ecd, hmpao, pertecnetato, mibi, maa, fitato, dmsa, dtpa, albumina, mag3, ec
67 Ga Gama: 93, 184, 300, 388 keV T1/2: 78 horas Produzido em cíclotron Usos: Linfoma Infecção Miocardite
131 I Gama: 364 keV Beta: 606 keV T1/2: 8,02 dias Produzido em reator Diagnóstico e tratamento Marca MIBG
123 I Gama: 159 keV T1/2: 13,6 horas Produzido em cíclotron Diagnóstico Marca MIBG
201 Tl Gama: 69-80, 135, 167 keV T1/2: 73 horas Produzido em cíclotron Diagnóstico Viabilidade miocárdica Perfusão miocárdica Viabilidade tumoral
18 F Gama: 511 keV T1/2: 110 minutos Produzido em cíclotron Marca a deoxiglicose Tumores Cardiologia Neurologia Infecção
FORMAÇÃO DA IMAGEM
EFEITOS DA RADIAÇÃO
EFEITOS DA RADIAÇÃO Deposição de energia: ionização e excitação Transferência de energia para uma molécula Formação de radicais livres: H -  e OH -   Reação com DNA/RNA e outras moléculas biológicas importantes Efeito biológico: função da molécula afetada
EFEITOS DA RADIAÇÃO Estocásticos A probabilidade de ocorrer depende da dose (não a severidade) Câncer Dano genético Não têm um limiar Sempre considerados para proteção radiológica: ALARA Determinísticos A severidade depende da dose Têm um limiar Catarata e eritema
EFEITOS AGUDOS Nenhum efeito Discreta depressão medular Depressão medular severa e sintomas gastro-intestinais leves Sintomas gastro-intestinais severos Sintomas neurológicos
EFEITOS TARDIOS Baixa probabilidade de efeitos Efeitos genéticos Câncer
EFEITOS DA RADIAÇÃO Tipo de tecido Quantidade de tecido Taxa de turnover celular Variação biológica: varia enormemente entre indivíduos Modificadores químicos Sensibilização: oxigênio Proteção: cisteína
 

Radiacoes em MN

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    RADIAÇÕES PARA DIAGNÓSTICOE TRATAMENTO EM MEDICINA NUCLEAR Carlos Eduardo Anselmi
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    O ÁTOMO Oátomo é a menor porção de um elemento que mantém as propriedades químicas desse elemento O átomo não é indivisível Composto de 3 partículas elementares: Próton Z – identidade química A - massa Nêutron: N Elétron Núcleo: 10-13 cm Átomo: 1-2 x 10 -8 cm
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  • 4.
    ENERGIA DE LIGAÇÃO,IONIZAÇÃO E EXCITAÇÃO Cada elétron está ligado a um núcleo com uma quantidade fixa de energia Medida de energia no nível atômico: elétron-volt A energia de ligação dos elétrons aumenta com o aumento do Z Absorção de energia pelos elétrons: aquecimento, campos elétricos, passagem de uma partícula carregada, impacto mecânico Excitação: luz, ultra-violeta ou raio-x em 10-9 segundos Ionização
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    ENERGIA DE LIGAÇÃO,IONIZAÇÃO E EXCITAÇÃO
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    FORÇAS FORTE: 1:responsável pela estabilidade nuclear – déficit de massa Fraca: 10 -2 : importante no processo de transformação nuclear Eletromagnética: 10 -13 : vida diária – interações entre átomos, moléculas, biomoléculas, etc Gravitacional: 10 -39 : produzida pela massa da matéria; negligível no nível atômico
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    RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA Camposmagnéticos e elétricos são produzidos pro partículas com carga Durante a interação das partículas há emissão de energia sob forma de radiação eletromagnética A radiação eletromagnética pode se propagar como onda e interagir como partícula Os pacotes individuais são chamados de fótons Um fóton não tem carga ou massa Caracterizada pela energia ou pelo comprimento de onda
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    RADIONUCLÍDEOS E ESTABILIDADENUCLEAR Vários nuclídeos são instáveis – radionuclídeos Busca da estabilidade pela emissão de radiação eletromagnética ou de partículas carregadas Força forte: P-P, N-N, P-N. Atrativa apenas quando a distância entre os componentes é muito pequena Força eletromagnética: apenas entre Prótons, de forma repulsiva O balanço dessas duas forças determina a estabilidade do nuclídeo Quando o balanço é rompido, o nuclídeo se torna instável e, dessa forma, radioativo
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    TIPOS DE RADIAÇÃOALFA BETA GAMA Obedecem aos princípios: Conservação de número de massa Conservação da carga elétrica Conservação da energia
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    DECAIMENTO ALFA 2prótons e 2 nêutrons Partícula pesada e com carga Núcleo de Hélio Energia cinética da partícula é discreta para um decaimento em particular 226 Ra – 222 Rn
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  • 14.
    DECAIMENTO BETA Umnêutron ou próton é convertido em um próton ou nêutron A conversão é controlada pela força fraca Beta mais: próton convertido em um nêutron Beta menos: nêutron convertido em um próton
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    BETA MENOS NEUTRON PRÓTON + ELÉTRON + ANTI-NEUTRINO Aumenta em 1 o número atômico A energia do elétron não é fixa porque a energia total tem que ser compartilhada com o anti-neutrino Espectro Beta menos: 0 a EBmax 131 I – 131 Xe
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    BETA MAIS PRÓTON  NEUTRON + PÓSITRON + NEUTRINO PÓSITRON: PET 18 F – 18 O
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    DECAIMENTO GAMA Umnúcleo pode estar em um estado excitado pela absorção de energia (isômero). Isômeros têm curta duração, exceto no caso de meta-estados. O decaimento é chamado isomérico. O excesso de energia é liberado na forma de um fóton de alta energia: raio gama O gama não pode ser diferenciado do x porque ambos interagem com a matéria da mesma forma; a única diferença é a forma de produção.
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    UNIDADES DE RADIOATIVIDADECurie (Ci): taxa de desintegração de 1g de Radium: 3,7 x 10 10 desintegrações por segundo Becquerel (Bq): 1 desintegração por segundo – SI 1 Ci = 3,7 x 10 10 Bq 1 mCi = 3,7 x 10 7 Bq 1 Bq = 2,7 x 10 -11 Ci 1 GBq = 27 mCi
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    DECAIMENTO E MEIAVIDA O número de átomos que decaem é proporcional ao número de átomos na amostra A constante lambda é conhecida como constante de decaimento: probabilidade de decaimento por unidade de tempo para um radioátomo O momento do decaimento de um núcleo em particular não pode ser previsto e não é influenciado pelo decaimento de outros núcleos ou pelo ambiente físico ou químico
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    MEIA VIDA FÍSICATempo para que a radioatividade de um radionuclídeo seja reduzida à metade 99m Tc: 6 horas 131 I: 8,04 dias 123 I: 13,6 horas
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    MEIA VIDA BIOLÓGICAClearance biológico do radionuclídeo de um tecido ou órgão
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    MEIA VIDA EFETIVADepende tanto da meia vida física quanto da biológica Os decaimentos físico e biológico ocorrem ao mesmo tempo Fitato Xenônio
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    INTERAÇÃO DA RADIAÇÃOCOM A MATÉRIA Radiação Particulada Beta menos: Negatron Ionização nos tecidos por interações eletrostáticas com elétrons nos orbitais Perde energia por uma série de interações por um caminho tortuoso Beta mais: Pósitrons Sofre aniquilação quando combina com um elétron Libera dois raios gama em 180 o , cada um com 511 keV Raios gama e x Efeito fotoelétrico Produção de pares Espalhamento Compton
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    EFEITO FOTOELÉTRICO Todaa energia do fóton é transferida para um elétron em um orbital O fóton tem energia maior que a energia de ligação do elétron Uma cascata de elétrons surge para preencher a vaga com a emissão de raios-x característicos Importante em tecidos moles para energias abaixo de 50 keV Indesejável em tecidos Desejável na detecção
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    ESPALHAMENTO COMPTON Umfóton interage com um elétron de um orbital externo, com energia de ligação fraca O fóton é defletido e continua a existir, mas com energia mais baixa A diferença de energia é transferida para o elétron Degrada as imagens
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    MATERIAIS RADIOATIVOS EFONTES DE RADIAÇÃO Naturais: 235 U, 40 K, 232 Th, 222 Rn, 226 Ra Artificiais: 131 I, 99m Tc, 137 Cs Cósmica: 14 C, 3 H
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    MATERIAIS RADIOATIVOS EFONTES DE RADIAÇÃO
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    PRODUÇÃO DA RADIAÇÃONatural Cósmica Reatores Aceleradores lineares Cíclotrons
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    MEDICINA NUCLEAR DEFINIÇÃOUso de fontes de radiação não selada e radiofármacos para diagnóstico e tratamento Imagens da vida Imagens funcionais Imagens moleculares
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    RADIOFÁRMACO Composto químicoligado a um material radioativo Princípio do traçador: quantidades ínfimas do fármaco, de forma a não alterar a fisiologia Material radioativo: permite a detecção e o tratamento
  • 43.
    RADIOFÁRMACO Livre decarreador: o radionuclídeo não está contaminado por nuclídeos estáveis ou radioativos do mesmo elemento Atividade específica: radioatividade por unidade de peso (mCi/mg) Concentração específica: atividade por unidade de volume (mCi/ml)
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    CONTROLE DE QUALIDADEAparelhos Radiofármacos
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    CONTROLE DE QUALIDADEPureza radionuclídica: apenas o radionuclídeo desejado está presente no eluato: Mo Pureza química: presença de outros materiais: Al Pureza radioquímica: o radiofármaco deve estar na forma radioquímica desejada Tc coloidal Tc livre Esterilidade Apirogenicidade
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    RADIAÇÕES UTILIZADAS 99mTc DMSA, DTPA, ECD, MDP, MIBI, HMPAO, EC, FITATO, ENXOFRE, CIPRO 67 Ga 131 I e 123 I MIBG 201 Tl 18 F FDG
  • 48.
    99m Tc Gama:140 keV T1/2: 6 horas Produzido em gerador Marcação: Ecd, hmpao, pertecnetato, mibi, maa, fitato, dmsa, dtpa, albumina, mag3, ec
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    67 Ga Gama:93, 184, 300, 388 keV T1/2: 78 horas Produzido em cíclotron Usos: Linfoma Infecção Miocardite
  • 50.
    131 I Gama:364 keV Beta: 606 keV T1/2: 8,02 dias Produzido em reator Diagnóstico e tratamento Marca MIBG
  • 51.
    123 I Gama:159 keV T1/2: 13,6 horas Produzido em cíclotron Diagnóstico Marca MIBG
  • 52.
    201 Tl Gama:69-80, 135, 167 keV T1/2: 73 horas Produzido em cíclotron Diagnóstico Viabilidade miocárdica Perfusão miocárdica Viabilidade tumoral
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    18 F Gama:511 keV T1/2: 110 minutos Produzido em cíclotron Marca a deoxiglicose Tumores Cardiologia Neurologia Infecção
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    EFEITOS DA RADIAÇÃODeposição de energia: ionização e excitação Transferência de energia para uma molécula Formação de radicais livres: H - e OH - Reação com DNA/RNA e outras moléculas biológicas importantes Efeito biológico: função da molécula afetada
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    EFEITOS DA RADIAÇÃOEstocásticos A probabilidade de ocorrer depende da dose (não a severidade) Câncer Dano genético Não têm um limiar Sempre considerados para proteção radiológica: ALARA Determinísticos A severidade depende da dose Têm um limiar Catarata e eritema
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    EFEITOS AGUDOS Nenhumefeito Discreta depressão medular Depressão medular severa e sintomas gastro-intestinais leves Sintomas gastro-intestinais severos Sintomas neurológicos
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    EFEITOS TARDIOS Baixaprobabilidade de efeitos Efeitos genéticos Câncer
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    EFEITOS DA RADIAÇÃOTipo de tecido Quantidade de tecido Taxa de turnover celular Variação biológica: varia enormemente entre indivíduos Modificadores químicos Sensibilização: oxigênio Proteção: cisteína
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