PET/CT em Mastologia  Carlos Eduardo Anselmi LAMENU Laboratório de Medicina Nuclear
PET-CT
PET - CT PHS CT PET 3,78m 1,6m 1,9m
PET-CT
PET/CT
Lowly the worm
Onde está a Lowly? CT
Na maçã !  PET
PET-CT
Radionuclídeos e Radiofármacos H 2 0, CO 2 2.04 min 15 Oxigênio Amônia   9.96 min 13 Nitrogênio Acetato, butanol, glicose, palmitato, metilspiperone 20.4 min 11 Carbono Glicose (FDG), estradiol, espiperone 110 min 18 Fluor Marcação Meia-vida Radioisótopo
CÍCLOTRON
PET no Câncer de Mama As massas malignas geralmente apresentam maior metabolismo de glicose com relação aos tecidos normais (Warburg, 1930) FDG foi aplicado pela primeira vez para os estudos metabólicos por Som em 1980 Histórico
Cérebro Glândulas Salivares Gordura/Músculo Pool  Sangüíneo Miocárdio Mamas Fígado/Baço Rins Medula Óssea Intestino Bexiga PROJEÇÃO ANTERIOR OBLÍQUA ANTERIOR ESQUERDA Biodistribuição de FDG- 18 F
PET no Câncer de Mama Aumento do fluxo sangüíneo para o tumor Aumento da permeabilidade vascular Aumento do metabolismo da glicose Aumento do transporte de aminoácidos Aumento de síntese protêica Aumento da expressão de receptores Aumento de síntese de DNA pH mais baixo do que o do tecido normal Alterações Genéticas
PET no Câncer de Mama O transporte de glicose para os tumores é  maior do que para os tecidos normais A concentração aumentada de hexoquinase  nos tumores geralmente intensifica a taxa de  metabolismo O FDG é fosforilado pelas células tumorais,  não sendo posteriormente metabolizado,  resultando em acúmulo do FDG nos tumores Princípios
Proteína transpor-tadora de glicose Hexoquinase Glicose-6- fosfatase Glicólise 18 FDG 18 FDG 18 FDG-6-F Célula Tumoral Capilar
PET no Câncer de Mama Avaliação de lesões primárias Detecção de doença metastática regional e  sistêmica Avaliação de doença metastática sistêmica Avaliação da resposta terapêutica Custo-benefício e alterações no manejo dos  pacientes Utilidade Clínica
PET no Câncer de Mama Diferenciação de malignidade x benignidade das lesão mamárias Estadiamento dos linfonodos axilares e da  mamária interna Detecção de doença metastática Detecção de recorrência local ou à distância Controle da resposta terapêutica Predição de resposta em neoadjuvância Planejamento da radioterapia Indicações
PET - CT +   = Função  Anatomia  Fusão
PET no Câncer de Mama Quanto menor a lesão primária menos eficiente Grau de atividade (SUV): M 4,5+/-2,8 e B 1,05+/-0,41 Corte de SUV   2,0 : Sens. 88% e Espec. 100% Meta-análise: Se: 88% sp: 82% acc: 87% ppv 94% npv 69% Baixa sensibilidade para tumores < 1,0 cm Uso em pacientes com silicone, mama densa, pacientes de alto risco Doença multicêntrica ou multifocal Outros RF :  11 C-metionina,  18 F-Estrógeno Avaliação de lesões primárias
 
 
PET no estadiamento 18 F-FDG CT 18 F-FDG + CT
PET no Câncer de Mama PET positivo na axila torna a pesquisa de linfonodo sentinela desnecessária PET negativo deve ser complementado pela pesquisa de linfonodo sentinela Se: 84% Sp: 97,8% de acordo com os critérios utilizados Permite avaliar a mamária interna Não é recomendado rotineiramente para a avaliação axilar em pacientes com diagnóstico recente Detecção de doença metastática linfonodal
Avaliação de Metástases em Linfonodos
PET no Câncer de Mama Vários valores de sensibilidade e especificidade na deteccão de metástases em linfonodos Em 167 pacientes com lesões médias de  2,1mm : Sensibilidade =  94,4%   Especificidade =  86,3% Acurácia  89,8%   VPP =  84,0%  e VPN =  95,3% Pacientes com adenopatia axilar sem tumor na mama Diagnóstico de envolvimento da mamária interna Grande potencial na avaliação da axila em pacientes  com grandes tumores , nos quais a QT adjuvante está  planejada Detecção de doença metastática regional e  sistêmica  (estadiamento)
Câncer de Mama: PET Câncer de Mama com metástases em linfonodos supraclavicular, cervical inferior, pulmonares e mediastinais Centre Hospitalier Universitaire de Sherbrooke
Câncer de Mama: PET Câncer de Mama com metástases em linfonodos supraclavicular, cervical inferior, pulmonares e mediastinais Centre Hospitalier Universitaire de Sherbrooke
Estadiamento
Câncer de Mama: metástases 51 anos com aumento do CA 15.3 Tratada cirurgicamente  Resultados: Múltiplas lesões ósseas e em linfonodos. Tratamento alterado de cirurgia  para quimioterapia.
Câncer de Mama: recorrência Examina todo o corpo Linfonodos Metástases à distância Se: 96% Sp: 77% Sensibilidade maior do que a combinação de vários métodos de imagem Limitações: Baixa captação em lesões ósseas blásticas Falsos-positivos Os resultados são melhores no PET/CT do que no PET dedicado
Câncer de Mama: recorrência 48 anos com aumento nos níveis de CA 15.3 Ca Mama Esquerda Recorrência de metástases na região periprótese
O PET de corpo inteiro localiza o tumor primário e prediz se o cancer vai responder à terapia, antes do início da mesma, ou comprovar sua eficiência após o término da mesma O PET com 18F-Estrógeno pode predizer que pacientes apresentam expressão de receptores estrogênicos Quando há boa resposta à terapia as alterações metabólicas antecedem às anatômicas Predição histopatológica com acurácia de 88% e 91% após o primeiro e o segundo cilos de quimioterapia, respectivamente Avaliação da resposta terapêutica
Avaliação da resposta terapêutica Pré e pós quimioterapia
O custo do PET é bem mais alto do que o da mamografia, impossibilitando seu uso na triagem Através do uso do PET pode haver modificação em 30% das condutas terapêuticas, com grande benefício para o paciente além do substancial impacto econômico para o sistema de saúde Mudança no estadiamento: 36% 28% upstage 8% downstage Alteração inter-modalidade: 28% Alteração intra-modalidade: 30% Custo-benefício e alterações no manejo dos pacientes
Planejamento terapêutico
 

PET em mastologia

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    PET/CT em Mastologia Carlos Eduardo Anselmi LAMENU Laboratório de Medicina Nuclear
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    PET - CTPHS CT PET 3,78m 1,6m 1,9m
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    Onde está aLowly? CT
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    Radionuclídeos e RadiofármacosH 2 0, CO 2 2.04 min 15 Oxigênio Amônia 9.96 min 13 Nitrogênio Acetato, butanol, glicose, palmitato, metilspiperone 20.4 min 11 Carbono Glicose (FDG), estradiol, espiperone 110 min 18 Fluor Marcação Meia-vida Radioisótopo
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    PET no Câncerde Mama As massas malignas geralmente apresentam maior metabolismo de glicose com relação aos tecidos normais (Warburg, 1930) FDG foi aplicado pela primeira vez para os estudos metabólicos por Som em 1980 Histórico
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    Cérebro Glândulas SalivaresGordura/Músculo Pool Sangüíneo Miocárdio Mamas Fígado/Baço Rins Medula Óssea Intestino Bexiga PROJEÇÃO ANTERIOR OBLÍQUA ANTERIOR ESQUERDA Biodistribuição de FDG- 18 F
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    PET no Câncerde Mama Aumento do fluxo sangüíneo para o tumor Aumento da permeabilidade vascular Aumento do metabolismo da glicose Aumento do transporte de aminoácidos Aumento de síntese protêica Aumento da expressão de receptores Aumento de síntese de DNA pH mais baixo do que o do tecido normal Alterações Genéticas
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    PET no Câncerde Mama O transporte de glicose para os tumores é maior do que para os tecidos normais A concentração aumentada de hexoquinase nos tumores geralmente intensifica a taxa de metabolismo O FDG é fosforilado pelas células tumorais, não sendo posteriormente metabolizado, resultando em acúmulo do FDG nos tumores Princípios
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    Proteína transpor-tadora deglicose Hexoquinase Glicose-6- fosfatase Glicólise 18 FDG 18 FDG 18 FDG-6-F Célula Tumoral Capilar
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    PET no Câncerde Mama Avaliação de lesões primárias Detecção de doença metastática regional e sistêmica Avaliação de doença metastática sistêmica Avaliação da resposta terapêutica Custo-benefício e alterações no manejo dos pacientes Utilidade Clínica
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    PET no Câncerde Mama Diferenciação de malignidade x benignidade das lesão mamárias Estadiamento dos linfonodos axilares e da mamária interna Detecção de doença metastática Detecção de recorrência local ou à distância Controle da resposta terapêutica Predição de resposta em neoadjuvância Planejamento da radioterapia Indicações
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    PET - CT+ = Função Anatomia Fusão
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    PET no Câncerde Mama Quanto menor a lesão primária menos eficiente Grau de atividade (SUV): M 4,5+/-2,8 e B 1,05+/-0,41 Corte de SUV 2,0 : Sens. 88% e Espec. 100% Meta-análise: Se: 88% sp: 82% acc: 87% ppv 94% npv 69% Baixa sensibilidade para tumores < 1,0 cm Uso em pacientes com silicone, mama densa, pacientes de alto risco Doença multicêntrica ou multifocal Outros RF : 11 C-metionina, 18 F-Estrógeno Avaliação de lesões primárias
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    PET no estadiamento18 F-FDG CT 18 F-FDG + CT
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    PET no Câncerde Mama PET positivo na axila torna a pesquisa de linfonodo sentinela desnecessária PET negativo deve ser complementado pela pesquisa de linfonodo sentinela Se: 84% Sp: 97,8% de acordo com os critérios utilizados Permite avaliar a mamária interna Não é recomendado rotineiramente para a avaliação axilar em pacientes com diagnóstico recente Detecção de doença metastática linfonodal
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    PET no Câncerde Mama Vários valores de sensibilidade e especificidade na deteccão de metástases em linfonodos Em 167 pacientes com lesões médias de 2,1mm : Sensibilidade = 94,4% Especificidade = 86,3% Acurácia 89,8% VPP = 84,0% e VPN = 95,3% Pacientes com adenopatia axilar sem tumor na mama Diagnóstico de envolvimento da mamária interna Grande potencial na avaliação da axila em pacientes com grandes tumores , nos quais a QT adjuvante está planejada Detecção de doença metastática regional e sistêmica (estadiamento)
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    Câncer de Mama:PET Câncer de Mama com metástases em linfonodos supraclavicular, cervical inferior, pulmonares e mediastinais Centre Hospitalier Universitaire de Sherbrooke
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    Câncer de Mama:PET Câncer de Mama com metástases em linfonodos supraclavicular, cervical inferior, pulmonares e mediastinais Centre Hospitalier Universitaire de Sherbrooke
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    Câncer de Mama:metástases 51 anos com aumento do CA 15.3 Tratada cirurgicamente Resultados: Múltiplas lesões ósseas e em linfonodos. Tratamento alterado de cirurgia para quimioterapia.
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    Câncer de Mama:recorrência Examina todo o corpo Linfonodos Metástases à distância Se: 96% Sp: 77% Sensibilidade maior do que a combinação de vários métodos de imagem Limitações: Baixa captação em lesões ósseas blásticas Falsos-positivos Os resultados são melhores no PET/CT do que no PET dedicado
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    Câncer de Mama:recorrência 48 anos com aumento nos níveis de CA 15.3 Ca Mama Esquerda Recorrência de metástases na região periprótese
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    O PET decorpo inteiro localiza o tumor primário e prediz se o cancer vai responder à terapia, antes do início da mesma, ou comprovar sua eficiência após o término da mesma O PET com 18F-Estrógeno pode predizer que pacientes apresentam expressão de receptores estrogênicos Quando há boa resposta à terapia as alterações metabólicas antecedem às anatômicas Predição histopatológica com acurácia de 88% e 91% após o primeiro e o segundo cilos de quimioterapia, respectivamente Avaliação da resposta terapêutica
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    Avaliação da respostaterapêutica Pré e pós quimioterapia
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    O custo doPET é bem mais alto do que o da mamografia, impossibilitando seu uso na triagem Através do uso do PET pode haver modificação em 30% das condutas terapêuticas, com grande benefício para o paciente além do substancial impacto econômico para o sistema de saúde Mudança no estadiamento: 36% 28% upstage 8% downstage Alteração inter-modalidade: 28% Alteração intra-modalidade: 30% Custo-benefício e alterações no manejo dos pacientes
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