O indivíduo e a organização Curso Administração Disciplina  Comportamento Organizacional Professora:  Rozeli Dutra
O comportamento do indivíduo por experiências e sua personalidade é  moldado Robbins, 1999
Variáveis do nível  individual Características biográficas P e r  s o n a l i d A d e Hab i l i dade Aprendizagem Efeitos no desempenho e satisfação do empregado? Robbins, 1999
VARIÁVEI S  DO NÍVEL INDIVIDUAL Idade Sexo Estado civil Tempo de serviço CARACTERÍSTICAS BIOGRÁFICAS HABILIDADES Intelectuais Físicas Robbins, 1999
PERSONALIDADE Mais do que partes da pessoa. Vê alguns todos agregados, maiores que a soma das partes. Soma total de maneiras pelas quais um indivíduo reage e interage com os outros. Fatores determinantes Hereditários Ambientais Situação VARIÁVEI S  DO NÍVEL INDIVIDUAL (cont.)
A mudança deve ser relativamente permanente. Mudanças boas ou ruins para a organização.Comportamentos favoráveis ou não. Necessidade de mudar o comportamento do indivíduo. Não só processo de pensamento e atitude. VARIÁVEI S  DO NÍVEL INDIVIDUAL (cont.) APRENDIZAGEM ENVOLVE  MUDANÇAS
Relações de grupos e intergrupos Schein, 1968 A organização por si gera forças no sentido da formação de grupos.
O tamanho do grupo é limitado pelas possibilidades de interação e mútua consciencialização. A força básica que leva à formação de grupo surge fora do processo da organização. Schein, 1968
Formais   Permanentes Temporários Informais Horizontal Vertical Misto Tipos de grupos nas organizações Schein, 1968
FUNÇÕES DOS GRUPOS Formais  da Organização Variáveis que afetam a interação nos grupos Psicológicas  do  indivíduo Funções múltiplas ou mistas Fatores do ambiente Fatores de agrupamento Fatores dinâmicos Schein, 1968
Confiança Rapidez Criatividade Mais eficiente sozinho do que sem a confiança  mútua no grupo Grupo ou o indívíduo?  Envolve a determinação de quando e como  a decisão deve ser tomada Schein, 1968
Schein, 1968 Problemas intergrupos nas organizações Como torná-los eficazes na  realizacão de seus objetivos  e das necessidades de Seus membros? Como aumentar a produtividade sem  Destruir a coordenação e relação entre estes? Como estabelecer relações intergrupos altamente produtivas e de colaboração
O seu comportamento afeta a estrutura e o funcionamento da organização Elas são a organização Não apenas trabalham na organização Tipo especial de recursos para que os objetivos sejam alcançados PUGH, 2004 As pessoas na organização Pessoas Influenciam os objetivos organizacionais
PUGH, 2004 Cientistas sociais As pessoas na organização ESTUDAR Impacto na organização COMPORTAMENTO
Edgar H. Schein Influenciado por McGregor. Comportamento organizacional,  em especial a motivacão humana, as dinâmicas de carreiras e a cultura organizacional Análise da motivação origina-se da investigação dos pressupostos subjacentes que os gerentes fazem sobre as pessoas que eles gerenciam
Elton Mayo(1880-1949) Movimento das  relações humanas Importância de grupo em afetar o comportamento dos indivíduos no trabalho Deduziu daí o que os gerentes deveriam fazer.
Eric Trist(1909-1993) Instituto Tavistock Conduziu com outros colegas um programa combinado de investigações e consultoria  sobre grupos  de funcionamento  organizacional O trabalho por grupos não é um sistema técnico nem um sistema social, mas um subsistema sociotécnico interdependente.
Frederick Herzberg MOTIVAÇÃO NO TRABALHO Até que ponto as organizações mostravam-se apropriadas para  satisfazer as necessidades das  pessoas e lhes  prorporcionar  felicidade?  Satisfação e insatisfação  no trabalho não são opostos
ARGYRIS, 1975 A Personalidade Humana Como se deve começar a analisar a conduta humana em organizações? O que acontece quando o indivíduo interage com os aspectos organizacionais?
As partes da personalidade sustentam o todo e o todo sustenta as partes. ARGYRIS, 1975 A Personalidade Humana PERSONALIDADE: diferente da totalidade das partes. É uma  organização das partes. As partes se alimentam mutuamente
A organização da personalidade evidencia um equilíbrio externo e interno ARGYRIS, 1975 A Personalidade Humana Equilíbrio Pessoas  ajustadas Felicidade: Ajustamento ou adaptação? Pessoas  adaptadas Pessoas integradas
A Personalidade Humana ARGYRIS, 1975 A personalidade possui aptidões A maioria das aptidões são aprendidas e desenvolvidas.  Ex. Liderança Aptidões: operam entre as necessidades e o meio ambiente
A Personalidade Humana ARGYRIS, 1975 A organização da personalidade é conceituada como individualidade Os mecanismos de defesa  preservam a individualidade contra qualquer ameaça. Sensações de ameaças mais frequentes:   ansiedade, conflito, frustação e fracasso.
A Personalidade Humana ARGYRIS, 1975 Alguns mecanismos de defesa Agressão Culpa Conversão Negação Inibição Identificação Vacilacão
A Personalidade Humana ARGYRIS, 1975 Não podemos compreender a nós mesmos, a menos que compreendamos os outros,  e não podemos compreender os outros, a menos que nos compreendamos a nós mesmos.
A Personalidade Humana ARGYRIS, 1975 O homem, no seu comportamento para a satisfação de suas necessidades e consecução de seus objetivos, é, até certo ponto,  “ como todos os outros homens,  como algum outro homem,  como nenhum outro homem”.
Chanlat, 1992 O indivíduo na organização ... É  possível ser  feliz  aqui… COMPORTAMENTO HUMANO Desenvolvimento da melhor compreensão  do comportamento humano que utiliza este saber para tornar as pessoas mais produtivas e satisfeitas
O indivíduo na organização Chanlat, 1992 “ A obsessão pela eficácia, pelo desempenho, pela produtividade rendimento a curto prazo que encontramos até hoje nas nossas organizações e na sociedade levou a maioria dos pesquisadores a concentrar seus interesses nestas questões e a reduzir seus esforços a simples técnicas de controle .”  (Alvesso, 1987;Desmarez,1986;Dufour e Chanlat, 1985;Rose, 1988;Villete, 1988) Pesquisadores contestam esta concepção instrumental, adaptativa  e manipulativa do ser humano O que querem  de mim  aqui ?
Formação do Administrador Organização:  lugar de sofrimento, violência física e psicológica, tédio … + = Especialização Rigidez Chanlat, 1992 O indivíduo na organização Quantitativismo Inaptidão para  Comunicar, interagir…
Um ser Ser humano GENÉRICO SINGULAR Formato inteiro da  humanidade Existência  singular do  indivíduo Chanlat, 1992 O indivíduo na organização Dupla dependência
Um ser Ser humano REFLEXIVO Subjetividade em  ação Reflexão  que sustenta  o mundo  vivenciado de forma  concreta Chanlat, 1992 O indivíduo na organização Universo organizacional ATIVO
O indivíduo na organização Chanlat, 1992 O ser humano, um ser de palavra Facilidade de expressar em palavras a realidade interior e exterior Ponto chave para sua compreensão
O indivíduo na organização Chanlat, 1992 O ser humano, um ser de desejo e pulsão Através das relação com o outro que ele se constitui, se reconhece, sente prazer e sofrimentos Não pode reduzir-se  a um organismo submetido a um  bombardeios de estímulos
O indivíduo na organização Chanlat, 1992 O ser humano, um ser de simbólico Mundo dos signos, metáforas, emblemas, símbolos, mitos e alegorias O ser humano, um ser de simbólico Organização:lugar propício à emergência do simbólico
O indivíduo na organização Chanlat, 1992 O ser humano, um ser de simbólico O ser humano, um ser de espaço temporal Fontes de enraizamento,  onde o indíviduo investe e reafirma sua identidade pessoal e coletiva É originário de um determinado lugar, desenvolveu-se em um meio, uma ocupação uma determinada posição profissional
Teoria antropológica das Organizações DO INDÍVIDUO DA INTERAÇÃO NÍVEIS MUNDIAL DA ORGANIZAÇÃO Estudo do fator humano nas organizações DA SOCIEDADE MUNDIAL
Referência: Robbins, Stephen P.  Comportamento organizacional . Rio de Janeiro: LTC, 1999, Cap.2. Schein, Edgar H.  A psicologia na Organização . Lisboa: Livraria Clássica Editora A. M. Teixeira & C.A.(Filhos), LDA, 1968. Cap.5. ARGIRYS, Chris.  Personalidade e organização . Rio de Janeiro: Renes, 1975, Cap. 2 e 4. CHANLAT, Jean – François(Coordenador).  O indivíduo na Organização: dimensões esquecidas . São Paulo: Atlas, 1992,v.1,p21 a 45. HANDY, Charles B.  Como compreender as organizações . Rio de Janeirö:Zahar Editores, 1976. Cap.6. PUGH, Derek S.,HICKSON, David J.  Os Teóricos das Organizações . Rio de Janeiro: Qualitymark, 2004. Cap 5.

Indivã­duo e a_organizaã§ã£o[1]

  • 1.
    O indivíduo ea organização Curso Administração Disciplina Comportamento Organizacional Professora: Rozeli Dutra
  • 2.
    O comportamento doindivíduo por experiências e sua personalidade é moldado Robbins, 1999
  • 3.
    Variáveis do nível individual Características biográficas P e r s o n a l i d A d e Hab i l i dade Aprendizagem Efeitos no desempenho e satisfação do empregado? Robbins, 1999
  • 4.
    VARIÁVEI S DO NÍVEL INDIVIDUAL Idade Sexo Estado civil Tempo de serviço CARACTERÍSTICAS BIOGRÁFICAS HABILIDADES Intelectuais Físicas Robbins, 1999
  • 5.
    PERSONALIDADE Mais doque partes da pessoa. Vê alguns todos agregados, maiores que a soma das partes. Soma total de maneiras pelas quais um indivíduo reage e interage com os outros. Fatores determinantes Hereditários Ambientais Situação VARIÁVEI S DO NÍVEL INDIVIDUAL (cont.)
  • 6.
    A mudança deveser relativamente permanente. Mudanças boas ou ruins para a organização.Comportamentos favoráveis ou não. Necessidade de mudar o comportamento do indivíduo. Não só processo de pensamento e atitude. VARIÁVEI S DO NÍVEL INDIVIDUAL (cont.) APRENDIZAGEM ENVOLVE MUDANÇAS
  • 7.
    Relações de grupose intergrupos Schein, 1968 A organização por si gera forças no sentido da formação de grupos.
  • 8.
    O tamanho dogrupo é limitado pelas possibilidades de interação e mútua consciencialização. A força básica que leva à formação de grupo surge fora do processo da organização. Schein, 1968
  • 9.
    Formais Permanentes Temporários Informais Horizontal Vertical Misto Tipos de grupos nas organizações Schein, 1968
  • 10.
    FUNÇÕES DOS GRUPOSFormais da Organização Variáveis que afetam a interação nos grupos Psicológicas do indivíduo Funções múltiplas ou mistas Fatores do ambiente Fatores de agrupamento Fatores dinâmicos Schein, 1968
  • 11.
    Confiança Rapidez CriatividadeMais eficiente sozinho do que sem a confiança mútua no grupo Grupo ou o indívíduo? Envolve a determinação de quando e como a decisão deve ser tomada Schein, 1968
  • 12.
    Schein, 1968 Problemasintergrupos nas organizações Como torná-los eficazes na realizacão de seus objetivos e das necessidades de Seus membros? Como aumentar a produtividade sem Destruir a coordenação e relação entre estes? Como estabelecer relações intergrupos altamente produtivas e de colaboração
  • 13.
    O seu comportamentoafeta a estrutura e o funcionamento da organização Elas são a organização Não apenas trabalham na organização Tipo especial de recursos para que os objetivos sejam alcançados PUGH, 2004 As pessoas na organização Pessoas Influenciam os objetivos organizacionais
  • 14.
    PUGH, 2004 Cientistassociais As pessoas na organização ESTUDAR Impacto na organização COMPORTAMENTO
  • 15.
    Edgar H. ScheinInfluenciado por McGregor. Comportamento organizacional, em especial a motivacão humana, as dinâmicas de carreiras e a cultura organizacional Análise da motivação origina-se da investigação dos pressupostos subjacentes que os gerentes fazem sobre as pessoas que eles gerenciam
  • 16.
    Elton Mayo(1880-1949) Movimentodas relações humanas Importância de grupo em afetar o comportamento dos indivíduos no trabalho Deduziu daí o que os gerentes deveriam fazer.
  • 17.
    Eric Trist(1909-1993) InstitutoTavistock Conduziu com outros colegas um programa combinado de investigações e consultoria sobre grupos de funcionamento organizacional O trabalho por grupos não é um sistema técnico nem um sistema social, mas um subsistema sociotécnico interdependente.
  • 18.
    Frederick Herzberg MOTIVAÇÃONO TRABALHO Até que ponto as organizações mostravam-se apropriadas para satisfazer as necessidades das pessoas e lhes prorporcionar felicidade? Satisfação e insatisfação no trabalho não são opostos
  • 19.
    ARGYRIS, 1975 APersonalidade Humana Como se deve começar a analisar a conduta humana em organizações? O que acontece quando o indivíduo interage com os aspectos organizacionais?
  • 20.
    As partes dapersonalidade sustentam o todo e o todo sustenta as partes. ARGYRIS, 1975 A Personalidade Humana PERSONALIDADE: diferente da totalidade das partes. É uma organização das partes. As partes se alimentam mutuamente
  • 21.
    A organização dapersonalidade evidencia um equilíbrio externo e interno ARGYRIS, 1975 A Personalidade Humana Equilíbrio Pessoas ajustadas Felicidade: Ajustamento ou adaptação? Pessoas adaptadas Pessoas integradas
  • 22.
    A Personalidade HumanaARGYRIS, 1975 A personalidade possui aptidões A maioria das aptidões são aprendidas e desenvolvidas. Ex. Liderança Aptidões: operam entre as necessidades e o meio ambiente
  • 23.
    A Personalidade HumanaARGYRIS, 1975 A organização da personalidade é conceituada como individualidade Os mecanismos de defesa preservam a individualidade contra qualquer ameaça. Sensações de ameaças mais frequentes: ansiedade, conflito, frustação e fracasso.
  • 24.
    A Personalidade HumanaARGYRIS, 1975 Alguns mecanismos de defesa Agressão Culpa Conversão Negação Inibição Identificação Vacilacão
  • 25.
    A Personalidade HumanaARGYRIS, 1975 Não podemos compreender a nós mesmos, a menos que compreendamos os outros, e não podemos compreender os outros, a menos que nos compreendamos a nós mesmos.
  • 26.
    A Personalidade HumanaARGYRIS, 1975 O homem, no seu comportamento para a satisfação de suas necessidades e consecução de seus objetivos, é, até certo ponto, “ como todos os outros homens, como algum outro homem, como nenhum outro homem”.
  • 27.
    Chanlat, 1992 Oindivíduo na organização ... É possível ser feliz aqui… COMPORTAMENTO HUMANO Desenvolvimento da melhor compreensão do comportamento humano que utiliza este saber para tornar as pessoas mais produtivas e satisfeitas
  • 28.
    O indivíduo naorganização Chanlat, 1992 “ A obsessão pela eficácia, pelo desempenho, pela produtividade rendimento a curto prazo que encontramos até hoje nas nossas organizações e na sociedade levou a maioria dos pesquisadores a concentrar seus interesses nestas questões e a reduzir seus esforços a simples técnicas de controle .” (Alvesso, 1987;Desmarez,1986;Dufour e Chanlat, 1985;Rose, 1988;Villete, 1988) Pesquisadores contestam esta concepção instrumental, adaptativa e manipulativa do ser humano O que querem de mim aqui ?
  • 29.
    Formação do AdministradorOrganização: lugar de sofrimento, violência física e psicológica, tédio … + = Especialização Rigidez Chanlat, 1992 O indivíduo na organização Quantitativismo Inaptidão para Comunicar, interagir…
  • 30.
    Um ser Serhumano GENÉRICO SINGULAR Formato inteiro da humanidade Existência singular do indivíduo Chanlat, 1992 O indivíduo na organização Dupla dependência
  • 31.
    Um ser Serhumano REFLEXIVO Subjetividade em ação Reflexão que sustenta o mundo vivenciado de forma concreta Chanlat, 1992 O indivíduo na organização Universo organizacional ATIVO
  • 32.
    O indivíduo naorganização Chanlat, 1992 O ser humano, um ser de palavra Facilidade de expressar em palavras a realidade interior e exterior Ponto chave para sua compreensão
  • 33.
    O indivíduo naorganização Chanlat, 1992 O ser humano, um ser de desejo e pulsão Através das relação com o outro que ele se constitui, se reconhece, sente prazer e sofrimentos Não pode reduzir-se a um organismo submetido a um bombardeios de estímulos
  • 34.
    O indivíduo naorganização Chanlat, 1992 O ser humano, um ser de simbólico Mundo dos signos, metáforas, emblemas, símbolos, mitos e alegorias O ser humano, um ser de simbólico Organização:lugar propício à emergência do simbólico
  • 35.
    O indivíduo naorganização Chanlat, 1992 O ser humano, um ser de simbólico O ser humano, um ser de espaço temporal Fontes de enraizamento, onde o indíviduo investe e reafirma sua identidade pessoal e coletiva É originário de um determinado lugar, desenvolveu-se em um meio, uma ocupação uma determinada posição profissional
  • 36.
    Teoria antropológica dasOrganizações DO INDÍVIDUO DA INTERAÇÃO NÍVEIS MUNDIAL DA ORGANIZAÇÃO Estudo do fator humano nas organizações DA SOCIEDADE MUNDIAL
  • 37.
    Referência: Robbins, StephenP. Comportamento organizacional . Rio de Janeiro: LTC, 1999, Cap.2. Schein, Edgar H. A psicologia na Organização . Lisboa: Livraria Clássica Editora A. M. Teixeira & C.A.(Filhos), LDA, 1968. Cap.5. ARGIRYS, Chris. Personalidade e organização . Rio de Janeiro: Renes, 1975, Cap. 2 e 4. CHANLAT, Jean – François(Coordenador). O indivíduo na Organização: dimensões esquecidas . São Paulo: Atlas, 1992,v.1,p21 a 45. HANDY, Charles B. Como compreender as organizações . Rio de Janeirö:Zahar Editores, 1976. Cap.6. PUGH, Derek S.,HICKSON, David J. Os Teóricos das Organizações . Rio de Janeiro: Qualitymark, 2004. Cap 5.

Notas do Editor

  • #10 -         Execução o        Selecionar pesssoas o        Solicitar que seja feita com dobradura de papel um avião. o        Marcar o tempo (1 minuto) o        Selecionar um para ser punido : ou não conseguiu fazer ou demorou. -         Analise o        Suplícios : A punição o        Disciplina : adestramento dos indivíduos, tornando-os dóceis e submissos. Sem questionamento. o        Biopolítica: todos atuaram dentro de uma curva de normal de tempo, padrão de comportamento, como foi feito o avião. Material: - Papel - Relógio - Colar ou Chapéu para punição
  • #16 O regime dos suplícios : A idéia era fazer do criminoso um exemplo para que as pessoas evitassem transgredir as regras. Transição: nova ordem capitalista que se instaurava não precisava somente punir os crimes, mas evitar ao máximo que eles fossem cometidos ao mesmo tempo em que necessitava de uma população com vigor e presa ao aparato de produção. O outro motivos foi que cresceu a consciência dentro das sociedades de que os espetáculos dos suplícios eram desumanos e imorais. O regime dos suplícios foi paulatinamente sendo substituído por um regime de bio-poder, que apresenta dois mecanismos fundamentais: as disciplinas e a biopolítica. as disciplinas dizem respeito ao adestramento dos indivíduos, tornando-os dóceis e submissos. Elas impõem um modelo, uma norma previamente estabelecida, padronizando os indivíduos e seus comportamentos. Porém, ela não deve ser visível como no regime dos suplícios, mas deve ser sim extremamente subliminar. a biopolítica , por sua vez, não age sobre cada indivíduo especificamente, mas sobre o conjunto das pessoas. a biopolítica é uma forma de poder que intervém, sobretudo, para aumentar a vida, controlando seus acidentes, suas eventualidades, suas deficiências globais. agir sobre um grupo de pessoas para combater certas normalidades vistas como mais desviantes em relação ao que se poderia definir como uma “curva normal geral”.
  • #17 O regime dos suplícios : A idéia era fazer do criminoso um exemplo para que as pessoas evitassem transgredir as regras. Transição: nova ordem capitalista que se instaurava não precisava somente punir os crimes, mas evitar ao máximo que eles fossem cometidos ao mesmo tempo em que necessitava de uma população com vigor e presa ao aparato de produção. O outro motivos foi que cresceu a consciência dentro das sociedades de que os espetáculos dos suplícios eram desumanos e imorais. O regime dos suplícios foi paulatinamente sendo substituído por um regime de bio-poder, que apresenta dois mecanismos fundamentais: as disciplinas e a biopolítica. as disciplinas dizem respeito ao adestramento dos indivíduos, tornando-os dóceis e submissos. Elas impõem um modelo, uma norma previamente estabelecida, padronizando os indivíduos e seus comportamentos. Porém, ela não deve ser visível como no regime dos suplícios, mas deve ser sim extremamente subliminar. a biopolítica , por sua vez, não age sobre cada indivíduo especificamente, mas sobre o conjunto das pessoas. a biopolítica é uma forma de poder que intervém, sobretudo, para aumentar a vida, controlando seus acidentes, suas eventualidades, suas deficiências globais. agir sobre um grupo de pessoas para combater certas normalidades vistas como mais desviantes em relação ao que se poderia definir como uma “curva normal geral”.
  • #18 O regime dos suplícios : A idéia era fazer do criminoso um exemplo para que as pessoas evitassem transgredir as regras. Transição: nova ordem capitalista que se instaurava não precisava somente punir os crimes, mas evitar ao máximo que eles fossem cometidos ao mesmo tempo em que necessitava de uma população com vigor e presa ao aparato de produção. O outro motivos foi que cresceu a consciência dentro das sociedades de que os espetáculos dos suplícios eram desumanos e imorais. O regime dos suplícios foi paulatinamente sendo substituído por um regime de bio-poder, que apresenta dois mecanismos fundamentais: as disciplinas e a biopolítica. as disciplinas dizem respeito ao adestramento dos indivíduos, tornando-os dóceis e submissos. Elas impõem um modelo, uma norma previamente estabelecida, padronizando os indivíduos e seus comportamentos. Porém, ela não deve ser visível como no regime dos suplícios, mas deve ser sim extremamente subliminar. a biopolítica , por sua vez, não age sobre cada indivíduo especificamente, mas sobre o conjunto das pessoas. a biopolítica é uma forma de poder que intervém, sobretudo, para aumentar a vida, controlando seus acidentes, suas eventualidades, suas deficiências globais. agir sobre um grupo de pessoas para combater certas normalidades vistas como mais desviantes em relação ao que se poderia definir como uma “curva normal geral”.
  • #19 O regime dos suplícios : A idéia era fazer do criminoso um exemplo para que as pessoas evitassem transgredir as regras. Transição: nova ordem capitalista que se instaurava não precisava somente punir os crimes, mas evitar ao máximo que eles fossem cometidos ao mesmo tempo em que necessitava de uma população com vigor e presa ao aparato de produção. O outro motivos foi que cresceu a consciência dentro das sociedades de que os espetáculos dos suplícios eram desumanos e imorais. O regime dos suplícios foi paulatinamente sendo substituído por um regime de bio-poder, que apresenta dois mecanismos fundamentais: as disciplinas e a biopolítica. as disciplinas dizem respeito ao adestramento dos indivíduos, tornando-os dóceis e submissos. Elas impõem um modelo, uma norma previamente estabelecida, padronizando os indivíduos e seus comportamentos. Porém, ela não deve ser visível como no regime dos suplícios, mas deve ser sim extremamente subliminar. a biopolítica , por sua vez, não age sobre cada indivíduo especificamente, mas sobre o conjunto das pessoas. a biopolítica é uma forma de poder que intervém, sobretudo, para aumentar a vida, controlando seus acidentes, suas eventualidades, suas deficiências globais. agir sobre um grupo de pessoas para combater certas normalidades vistas como mais desviantes em relação ao que se poderia definir como uma “curva normal geral”.
  • #21 A relação entre poder/saber perpassa toda a analítica do poder foucaultiana. A idéia geral é que todo ponto em que se exerce poder é, ao mesmo tempo, um lugar de formação de saberes. Exemplo : O hospital pode mostrar isso, já que não é apenas uma máquina de cura, mas é também um instrumento de produção, acúmulo e transmissão de saber sobre os seres-humanos e a sua saúde. “ como Einstein mostrou que espaço e tempo poderiam ser entendidos somente relacionados entre si, Foucault revelou a recíproca conexão entre conhecimento e poder. Na visão de Foucault, poder está tão fortemente conectado a conhecimento que ele freqüentemente escreve-os desta forma: ‘ poder/conhecimento’. ‘ Conhecimento, uma vez usado para regular a condução de outros, requer restrições, regulamentação e prática de disciplina. Foucault usa a palavra ‘disciplina’ para referir-se aos métodos de controle e para diferenciar ramos do conhecimento, Os mecanismos de poder são simultaneamente instrumentos de formação e acúmulo de conhecimento. O conceito de conhecimento-poder tem duas implicações: -         Os mecanismos de poder são simultaneamente instrumentos de formação e acúmulo de conhecimento. -         O poder não é algo externo, que opera sobre alguma coisa ou alguém. Para Foucault o poder é criativo e não negativo, produz realidade,conhecimento e o indivíduo.
  • #22 A relação entre poder/saber perpassa toda a analítica do poder foucaultiana. A idéia geral é que todo ponto em que se exerce poder é, ao mesmo tempo, um lugar de formação de saberes. Exemplo : O hospital pode mostrar isso, já que não é apenas uma máquina de cura, mas é também um instrumento de produção, acúmulo e transmissão de saber sobre os seres-humanos e a sua saúde. “ como Einstein mostrou que espaço e tempo poderiam ser entendidos somente relacionados entre si, Foucault revelou a recíproca conexão entre conhecimento e poder. Na visão de Foucault, poder está tão fortemente conectado a conhecimento que ele freqüentemente escreve-os desta forma: ‘ poder/conhecimento’. ‘ Conhecimento, uma vez usado para regular a condução de outros, requer restrições, regulamentação e prática de disciplina. Foucault usa a palavra ‘disciplina’ para referir-se aos métodos de controle e para diferenciar ramos do conhecimento, Os mecanismos de poder são simultaneamente instrumentos de formação e acúmulo de conhecimento. O conceito de conhecimento-poder tem duas implicações: -         Os mecanismos de poder são simultaneamente instrumentos de formação e acúmulo de conhecimento. -         O poder não é algo externo, que opera sobre alguma coisa ou alguém. Para Foucault o poder é criativo e não negativo, produz realidade,conhecimento e o indivíduo.
  • #28 O regime dos suplícios : A idéia era fazer do criminoso um exemplo para que as pessoas evitassem transgredir as regras. Transição: nova ordem capitalista que se instaurava não precisava somente punir os crimes, mas evitar ao máximo que eles fossem cometidos ao mesmo tempo em que necessitava de uma população com vigor e presa ao aparato de produção. O outro motivos foi que cresceu a consciência dentro das sociedades de que os espetáculos dos suplícios eram desumanos e imorais. O regime dos suplícios foi paulatinamente sendo substituído por um regime de bio-poder, que apresenta dois mecanismos fundamentais: as disciplinas e a biopolítica. as disciplinas dizem respeito ao adestramento dos indivíduos, tornando-os dóceis e submissos. Elas impõem um modelo, uma norma previamente estabelecida, padronizando os indivíduos e seus comportamentos. Porém, ela não deve ser visível como no regime dos suplícios, mas deve ser sim extremamente subliminar. a biopolítica , por sua vez, não age sobre cada indivíduo especificamente, mas sobre o conjunto das pessoas. a biopolítica é uma forma de poder que intervém, sobretudo, para aumentar a vida, controlando seus acidentes, suas eventualidades, suas deficiências globais. agir sobre um grupo de pessoas para combater certas normalidades vistas como mais desviantes em relação ao que se poderia definir como uma “curva normal geral”.