Desenvolvimento motor eDesenvolvimento motor e
envelhecimentoenvelhecimento
Cássio M. Meira Jr.Cássio M. Meira Jr.
EACH-USP
Comportamento Motor
Modelo Teórico
Características
Estratégias Compensatórias
Velocidade Comportamental
“Velhas” Habilidades Motoras
“Novas” Habilidades Motoras
Comportamento Motor
Mudança
Modelo da Ampulheta de Gallahue
Gallahue (1995); Gallahue & Ozmun (2001)
Decodificação de informações
Codificação de informações
Pré-controle
Inibição de reflexos
Maduro
Elementar
Inicial
Utilização permanente
Aplicação
Transitório
4 meses a 1 ano
No útero até 4 meses
1 a 2 anos
Do nascimento até 1 ano
6 a 7 anos
4 a 5 anos
2 a 3 anos
14 anos em diante
11 a 13 anos
7 a 10 anos
ESTÁGIOS DE
DESENVOLVIMENTO
MOTOR
FAIXAS ETÁRIAS
APROXIMADAS
FASE MOTORA REFLEXIVA
FASE MOTORA RUDIMENTAR
FASE MOTORA FUNDAMENTAL
FASE MOTORA
ESPECIALIZADA
Utilização
permanente
no cotidiano
Utilização
permanente
recreativa
Utilização
permanente
competitiva
Fases de Desenvolvimento Motor
Modelo da Ampulheta de Gallahue
Gallahue (1995); Gallahue & Ozmun (2001)
Enchendo a ampulheta com
areia, o recheio da vida
Ambiente
FASE MOTORA REFLEXIVA
FASE MOTORA RUDIMENTAR
FASE MOTORA FUNDAMENTAL
FASE MOTORA
ESPECIALIZADA
Utilização
permanente
FATORES
FATORES
AMBIENTAIS
FATORES
INDIVIDUAIS
Heredita-
riedade
...........................
...........................
...........................
...........................
...........................
...........................
...........................
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....................................
............
......
............
............
............
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............
............
............
............
............
......
............
............
Esvaziando a ampulheta
da vida
ADULTÍCIA JOVEM
MEIA-IDADE
INÍCIO DA VELHICE
VELHICE TARDIA
MEIO DA VELHICE
18-40
40-60
60-70
70-80
+ 80
......
......
......
..............................
........................................................................
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........................................................................
........................................................................
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........................................................................
........................................................................
........................................................................
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........................................................................
...................................
...................................
...................................
.........................
.........................
.........................
Hereditariedade
Estilo de vida
FILTROS FINAIS
Oportunidades
permanentes de
aprendizagem
Modelo da Ampulheta de Gallahue
Gallahue (1995); Gallahue & Ozmun (2001)
Alterações
Problemas
Tarefas Simultâneas Quedas
Problemas
Tarefas
Bimanuais
Tarefas
Complexas
Problemas
Retenção
Atenção
cupstackingfini.wmv
Problemas
Lentidão
Estratégias
Compensatórias
Equivalência Motora
Bernstein (1967); Magill (2000); Tani (2005)
Estratégias
Compensatórias
Simplificação
Gabbard (2000); Gallahue & Ozmun (2001); Haywood (1993); Haywood et al. (1991)
Lista de checagem do
arremesso:
Adultos: 4 níveis
Idosos: 6 níveis (2,5 e 3,5)
Estratégias
Compensatórias
Troca Velocidade-Precisão
Fitts (1954); Goggin & Meeuwsen (1992); Pohl, Winstein & Fisher (1996); Walker,
Philbin & Fisk (1997); Welfors, Norris & Shock (1969)
TM = a + b log 2 (2D / L)
Estratégias
Compensatórias
Circuito Fechado
Larish & Stelmach (1982); Rabitt & Rogers (1965); Schmidt & Wrisberg (2001)
Estratégias
Compensatórias
Antecipação
Salthouse (1984); Welford (1958)
Padrões Motores Básicos
Andar
Menor comprimento de passada
Separação dos pés para fora
Menor extensão do tornozelo
Menor rotação pélvica
Aumento do período de duplo apoio
Diminuição da velocidade
Murray, Kory, & Sepic (1970); Chen, Ashton-Miller, Alexander & Schultz (1991);
Elble, Hughes & Higgins (1992); Molen (1973); Ferrandez, Paihous & Durup (1990)
Padrões Motores Básicos
Correr
Passadas menos largas
Diminuição da velocidade
Nelson (1981)
Padrões Motores Básicos
Arremessar
Menor velocidade de extensão de braço
Qualidade do padrão associada à experiência passada
Williams, Haywood & VanSant (1990, 1991)
Padrões Motores Básicos
Saltar
Menor amplitude de flexão de joelho
Adrian (1982)
Padrões Motores Básicos
Rebater
Manutenção do padrão; Mais erros
Xavier Filho, Gimenez & Meira Jr. (2003)
Velocidade Comportamental - Tempo de Reação
TRS: mecanismo de resposta
primário geral do SNC - atenção,
planejamento, lateralidade
TRS, TRD e TRE: aumentam com
a idade
TRS: homens melhores que
mulheres, exceto com - de 15 e
+ de 70
Fozard et al. (1990); Gottsdanker (1982); Myerson et al. (1989); Welford (1977)
TR: Importante medida para
inferir a presença de patologias
(Alzheimer, esquizofrenia, etc.)
TR: prática elimina diferenças
Velocidade Comportamental - Tempo de Resposta
TM: menor no membro
dominante para até a meia-
idade; em idosos TM igual não
importa o membro
TR + TM: medida para deduzir
problemas de funcionamento
intelectual (memória,
compreensão verbal,
visualização espacial, indução)
Importantes para tarefas de
velocidade máxima e não ótima
Henry (1961); Santos & Tani (1993, 1994, 1995); Stern et al. (1980)
TR + TM
TR e TM: independentes
TM e TR+TM: aumento com a idade
Velocidade Comportamental - Complexidade
Tarefa Complexa
Cerella et al. (1980); Light & Spirduso (1990); Meeuwsen et al. (1997); Santos et al. (2009)
Velocidade Comportamental - Complexidade
Situação Complexa
Stern et al. (1980); Welford (1977)
Velocidade Comportamental – Hipóteses Explicativas
Processamento de Informações
Atributos do Envelhecimento
Degradação Biológica
Spirduso (2005)
Velocidade Comportamental - Planejamento motor em idosos
(a) caixa de madeira com
orifício semi-circular;
(b) barra sobre o cavalete
(c) e (d) chaves de resposta
direita e esquerda,
respectivamente;
(e) dispositivo emissor de
estímulos visual e sonoro
TRs iguais em ambos os grupos
TMs maiores no grupo mais velho
Natureza do estímulo (visual ou
auditivo) não afeta TR e/ou TM
Meira Jr. & Bastos (2009)
Idosos -: 63 anos
Idosos +: 75 anos
Um cão velho é capaz de aprender novos truques?
Aprendizagem Motora
Elimina déficits de idade
Tarefas simples
Previsão: alvo/palavras
Prática
Light et al. (1989) ; Murrel (1970); Salthouse (1984)
Elimina diferenças de TR:
entre gêneros (TRS)
entre diferentes idades (TRE e TRSvocal)
entre grupos com TRs iniciais baixos e altos
Prática
Santos et al. (2009); Spirduso (2005); Yandell & Spirduso (1981)
Lei da potência
Peculiaridade: Estágio inicial de aprendizagem
Maior potencial para melhora
Prática
Tentativas
20
19
18
17
16
15
14
13
12
11
10
9
8
7
6
5
4
3
2
1
Médias-Força(ErroAbsoluto)
14
13
12
11
10
9
8
7
6
5
4
3
2
1
Grupos
1,00
2,00
3,00
4,00
5,00
6,00
Crossman (1959); Logan (1988); Meira Jr. (2005)
Prática
Transferência
Prática de videogame melhora o desempenho não só no videogame,
mas também no tempo de reação de escolha
Clark et al. (1987); Dustman et al. (1992)
Prática
Demanda motora: baixa X alta
Mudança morfológica neuronal: aumento de conexões sinápticas em vez
de densidade dos vasos sanguíneos (animais)
Floeter & Greenough (1979); Pysh & Weiss (1979)
Informação
Estudos com Conhecimento de Resultados em Idosos
Tarefa: arremesso de
saquinhos a um alvo
CR controle externo igual a CR
autocontrolado
CR após boas tentativas
otimiza a aprendizagem
Chiviacowsky et al. (2006, 2008)
Tarefa: controle simultâneo
de força e distância
CR frequente melhor que CR
ocasional
Gehring (2008)
Complexidade (Situação)
Fatores negativos
McDowd (1986), McDowd & Birren (1990)
Tarefa Simultânea: adultos jovens
permaneceram no alvo por mais
tempo que idosos
Perseguição Rotativa Tempo de Reação
+
Complexidade (Tarefa)
Fatores negativos
Cerella et al. (1980); Light & Spirduso (1990), Welford (1985)
Número de componentes, duração, sincronização, precisão, familiaridade
+
Novidade/Pressão
Fatores negativos
Molander & Backman (1990)
Treino: adultos jovens iguais a
adultos de meia-idade e idosos
Competição: adultos jovens
melhores que adultos de meia-
idade e idosos
Reminiscência/Retenção
Fatores negativos
Wright & Payne (1985)
Atenção: interposição dos estímulos ambientais, intenções e lembranças
Fatores negativos
Nível Alto
Controle
inibitório
Movimento
irrelevante
Desempenho ótimo
Nível Médio
Nível Baixo
Crianças Adultos Idosos
Spirduso (2005)
Um cão velho é capaz de aprender novos truques?
Aprendizagem
Sim, mas.......
Desde que haja pouca complexidade de situação e de tarefa
Desde que não haja pressão
Retém menos
É mais cuidadoso no início
Demora mais (precisa de mais prática)
Presta menos atenção
Executa com mais lentidão
Idosos e Desempenho de Elite
Precisão e resistência aeróbia
Envelhecer é um processo adaptativo
Otimização seletiva com compensação
Baltes & Baltes (1990)
cmj@usp.br
Obrigado!

Idosos&cm

  • 1.
    Desenvolvimento motor eDesenvolvimentomotor e envelhecimentoenvelhecimento Cássio M. Meira Jr.Cássio M. Meira Jr. EACH-USP
  • 3.
    Comportamento Motor Modelo Teórico Características EstratégiasCompensatórias Velocidade Comportamental “Velhas” Habilidades Motoras “Novas” Habilidades Motoras
  • 4.
  • 5.
  • 6.
    Modelo da Ampulhetade Gallahue Gallahue (1995); Gallahue & Ozmun (2001) Decodificação de informações Codificação de informações Pré-controle Inibição de reflexos Maduro Elementar Inicial Utilização permanente Aplicação Transitório 4 meses a 1 ano No útero até 4 meses 1 a 2 anos Do nascimento até 1 ano 6 a 7 anos 4 a 5 anos 2 a 3 anos 14 anos em diante 11 a 13 anos 7 a 10 anos ESTÁGIOS DE DESENVOLVIMENTO MOTOR FAIXAS ETÁRIAS APROXIMADAS FASE MOTORA REFLEXIVA FASE MOTORA RUDIMENTAR FASE MOTORA FUNDAMENTAL FASE MOTORA ESPECIALIZADA Utilização permanente no cotidiano Utilização permanente recreativa Utilização permanente competitiva Fases de Desenvolvimento Motor
  • 7.
    Modelo da Ampulhetade Gallahue Gallahue (1995); Gallahue & Ozmun (2001) Enchendo a ampulheta com areia, o recheio da vida Ambiente FASE MOTORA REFLEXIVA FASE MOTORA RUDIMENTAR FASE MOTORA FUNDAMENTAL FASE MOTORA ESPECIALIZADA Utilização permanente FATORES FATORES AMBIENTAIS FATORES INDIVIDUAIS Heredita- riedade ........................... ........................... ........................... ........................... ........................... ........................... ........................... ............................................................... .................................... ............ ...... ............ ............ ............ ............ ............ ............ ............ ............ ............ ...... ............ ............
  • 8.
    Esvaziando a ampulheta davida ADULTÍCIA JOVEM MEIA-IDADE INÍCIO DA VELHICE VELHICE TARDIA MEIO DA VELHICE 18-40 40-60 60-70 70-80 + 80 ...... ...... ...... .............................. ........................................................................ ........................................................................ ........................................................................ ........................................................................ ........................................................................ ................................................................................................................................................ ........................................................................ ........................................................................ ........................................................................ ................................................................................................................................................ ........................................................................ ................................... ................................... ................................... ......................... ......................... ......................... Hereditariedade Estilo de vida FILTROS FINAIS Oportunidades permanentes de aprendizagem Modelo da Ampulheta de Gallahue Gallahue (1995); Gallahue & Ozmun (2001)
  • 9.
  • 10.
  • 11.
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 15.
    Estratégias Compensatórias Simplificação Gabbard (2000); Gallahue& Ozmun (2001); Haywood (1993); Haywood et al. (1991) Lista de checagem do arremesso: Adultos: 4 níveis Idosos: 6 níveis (2,5 e 3,5)
  • 16.
    Estratégias Compensatórias Troca Velocidade-Precisão Fitts (1954);Goggin & Meeuwsen (1992); Pohl, Winstein & Fisher (1996); Walker, Philbin & Fisk (1997); Welfors, Norris & Shock (1969) TM = a + b log 2 (2D / L)
  • 17.
    Estratégias Compensatórias Circuito Fechado Larish &Stelmach (1982); Rabitt & Rogers (1965); Schmidt & Wrisberg (2001)
  • 18.
  • 19.
    Padrões Motores Básicos Andar Menorcomprimento de passada Separação dos pés para fora Menor extensão do tornozelo Menor rotação pélvica Aumento do período de duplo apoio Diminuição da velocidade Murray, Kory, & Sepic (1970); Chen, Ashton-Miller, Alexander & Schultz (1991); Elble, Hughes & Higgins (1992); Molen (1973); Ferrandez, Paihous & Durup (1990)
  • 20.
    Padrões Motores Básicos Correr Passadasmenos largas Diminuição da velocidade Nelson (1981)
  • 21.
    Padrões Motores Básicos Arremessar Menorvelocidade de extensão de braço Qualidade do padrão associada à experiência passada Williams, Haywood & VanSant (1990, 1991)
  • 22.
    Padrões Motores Básicos Saltar Menoramplitude de flexão de joelho Adrian (1982)
  • 23.
    Padrões Motores Básicos Rebater Manutençãodo padrão; Mais erros Xavier Filho, Gimenez & Meira Jr. (2003)
  • 24.
    Velocidade Comportamental -Tempo de Reação TRS: mecanismo de resposta primário geral do SNC - atenção, planejamento, lateralidade TRS, TRD e TRE: aumentam com a idade TRS: homens melhores que mulheres, exceto com - de 15 e + de 70 Fozard et al. (1990); Gottsdanker (1982); Myerson et al. (1989); Welford (1977) TR: Importante medida para inferir a presença de patologias (Alzheimer, esquizofrenia, etc.) TR: prática elimina diferenças
  • 25.
    Velocidade Comportamental -Tempo de Resposta TM: menor no membro dominante para até a meia- idade; em idosos TM igual não importa o membro TR + TM: medida para deduzir problemas de funcionamento intelectual (memória, compreensão verbal, visualização espacial, indução) Importantes para tarefas de velocidade máxima e não ótima Henry (1961); Santos & Tani (1993, 1994, 1995); Stern et al. (1980) TR + TM TR e TM: independentes TM e TR+TM: aumento com a idade
  • 26.
    Velocidade Comportamental -Complexidade Tarefa Complexa Cerella et al. (1980); Light & Spirduso (1990); Meeuwsen et al. (1997); Santos et al. (2009)
  • 27.
    Velocidade Comportamental -Complexidade Situação Complexa Stern et al. (1980); Welford (1977)
  • 28.
    Velocidade Comportamental –Hipóteses Explicativas Processamento de Informações Atributos do Envelhecimento Degradação Biológica Spirduso (2005)
  • 29.
    Velocidade Comportamental -Planejamento motor em idosos (a) caixa de madeira com orifício semi-circular; (b) barra sobre o cavalete (c) e (d) chaves de resposta direita e esquerda, respectivamente; (e) dispositivo emissor de estímulos visual e sonoro TRs iguais em ambos os grupos TMs maiores no grupo mais velho Natureza do estímulo (visual ou auditivo) não afeta TR e/ou TM Meira Jr. & Bastos (2009) Idosos -: 63 anos Idosos +: 75 anos
  • 30.
    Um cão velhoé capaz de aprender novos truques? Aprendizagem Motora
  • 31.
    Elimina déficits deidade Tarefas simples Previsão: alvo/palavras Prática Light et al. (1989) ; Murrel (1970); Salthouse (1984)
  • 32.
    Elimina diferenças deTR: entre gêneros (TRS) entre diferentes idades (TRE e TRSvocal) entre grupos com TRs iniciais baixos e altos Prática Santos et al. (2009); Spirduso (2005); Yandell & Spirduso (1981)
  • 33.
    Lei da potência Peculiaridade:Estágio inicial de aprendizagem Maior potencial para melhora Prática Tentativas 20 19 18 17 16 15 14 13 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 Médias-Força(ErroAbsoluto) 14 13 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 Grupos 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 Crossman (1959); Logan (1988); Meira Jr. (2005)
  • 34.
    Prática Transferência Prática de videogamemelhora o desempenho não só no videogame, mas também no tempo de reação de escolha Clark et al. (1987); Dustman et al. (1992)
  • 35.
    Prática Demanda motora: baixaX alta Mudança morfológica neuronal: aumento de conexões sinápticas em vez de densidade dos vasos sanguíneos (animais) Floeter & Greenough (1979); Pysh & Weiss (1979)
  • 36.
    Informação Estudos com Conhecimentode Resultados em Idosos Tarefa: arremesso de saquinhos a um alvo CR controle externo igual a CR autocontrolado CR após boas tentativas otimiza a aprendizagem Chiviacowsky et al. (2006, 2008) Tarefa: controle simultâneo de força e distância CR frequente melhor que CR ocasional Gehring (2008)
  • 37.
    Complexidade (Situação) Fatores negativos McDowd(1986), McDowd & Birren (1990) Tarefa Simultânea: adultos jovens permaneceram no alvo por mais tempo que idosos Perseguição Rotativa Tempo de Reação +
  • 38.
    Complexidade (Tarefa) Fatores negativos Cerellaet al. (1980); Light & Spirduso (1990), Welford (1985) Número de componentes, duração, sincronização, precisão, familiaridade +
  • 39.
    Novidade/Pressão Fatores negativos Molander &Backman (1990) Treino: adultos jovens iguais a adultos de meia-idade e idosos Competição: adultos jovens melhores que adultos de meia- idade e idosos
  • 40.
  • 41.
    Atenção: interposição dosestímulos ambientais, intenções e lembranças Fatores negativos Nível Alto Controle inibitório Movimento irrelevante Desempenho ótimo Nível Médio Nível Baixo Crianças Adultos Idosos Spirduso (2005)
  • 42.
    Um cão velhoé capaz de aprender novos truques? Aprendizagem Sim, mas....... Desde que haja pouca complexidade de situação e de tarefa Desde que não haja pressão Retém menos É mais cuidadoso no início Demora mais (precisa de mais prática) Presta menos atenção Executa com mais lentidão
  • 43.
    Idosos e Desempenhode Elite Precisão e resistência aeróbia
  • 44.
    Envelhecer é umprocesso adaptativo Otimização seletiva com compensação Baltes & Baltes (1990)
  • 46.