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Prof. Dr. Marcelo Massa
“PESQUISA QUALITATIVA”
Prof. Massa
CAF5010 - MÉTODOS DE PESQUISA EM ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE
PESQUISA QUALITATIVA
Tipos de Pesquisa Qualitativa
- Etnográfica: estudo descritivo da cultura dos povos, sua língua, raça, religião,
hábitos etc .
- Participante: é uma pesquisa que o pesquisador entra em contato com os
pesquisados e interage entre eles.
- Naturalística: observação sistemática do comportamento humano e animal
conforme ocorre natural e espontaneamente no seu meio habitual.
- Fenomenológica: busca descrever e interpretar os fenômenos que se apresentam à
percepção.
Prof. Massa
•Coleta de dados no ambiente real.
• Registro preciso e detalhado dos eventos no
ambiente por meio de anotações, áudio e vídeo.
• Análise e interpretação dos dados através de
descrições, narrativas, citações diretas, gráficos,
tabelas e estatística descritiva.
PESQUISA QUALITATIVA
Prof. Massa
Pontos comuns:
CONSIDERAÇÕES SOBRE A PESQUISA QUALITITATIVA
Se quero pesquisar “o que pensa ou sente ” (Lefèvre & Lefèvre, 2003)
- questões fechadas:
- pensamento:
quantitativo
deformação do pensamento
discursivo qualitativo
- matéria prima: discursos individuais
dificuldade de processamento se o
objetivo for a produção de resultados
coletivos
Prof. Massa
CONSIDERAÇÕES SOBRE A PESQUISA QUALITITATIVA
- reQUANTIficação - análise de conteúdo
- reQUANTIficação - categorização
- reQUALIficação teórica - generalização
Possibilidades
Limitações: - discursividade
- significado do depoimento
- rigidez
Prof. Massa
CONSIDERAÇÕES SOBRE A PESQUISA QUALITITATIVA
Portanto, dependendo dos objetivos da
pesquisa, será fundamental o
reconhecimento e a escolha do método e
dos procedimentos de coleta, registro e
análise que serão adotados no
desenvolvimento do projeto.
Prof. Massa
EXEMPLO
Prof. Massa
DESENVOLVIMENTO DE JUDOCAS BRASILEIROS
TALENTOSOS
Marcelo Massa
Universidade de São Paulo
Escola de Educação Física e Esporte
São Paulo
2006
Orientadora: Profa. Dra. Maria Tereza S. Böhme
Co-orientador: Prof. Dr. Fernando Lefèvre
Prof. Massa
INTRODUÇÃO
O problema e sua importância
- subjetividade
- carência de estudos
- predições pouco precisas
Prof. Massa
OBJETIVO
Analisar o desenvolvimento de judocas
olímpicos brasileiros e a sua relação com os
modelos de desenvolvimento de talento
descritos na literatura.
Prof. Massa
Considerações sobre a revisão de literatura
Csikszentmihalyi, Rathunde & Whalen (1993)
Ericsson, Krampe & Tesch-Röhmer (1993)
Bloom (1985)
Como o talento se desenvolve numa área
específica do conhecimento ?
Talento Esportivo e TLP
O Judô: aspectos gerais e iniciação esportiva
Prof. Massa
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
Pesquisa qualitativa: entrevista estruturada
- Instrumento: Discurso do Sujeito Coletivo (DSC)
(Lefèvre & Lefèvre, 2003)
Prof. Massa
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
DSC - Pesquisar o que pensa ou sente (Lefèvre & Lefèvre, 2003)
- questões fechadas:
- pensamento:
quantitativo
deformação do pensamento
discursivo qualitativo
- matéria prima: discursos individuais
dificuldade de processamento se o
objetivo for a produção de resultados
coletivos
Prof. Massa
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
- reQUANTIficação - análise de conteúdo
- reQUANTIficação - categorização
- reQUALIficação teórica - generalização
Possibilidades
Limitações: - discursividade
- significado do depoimento
- rigidez
Prof. Massa
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
Solução
- DSC: preserva a discursividade
perguntas
coleta
processamento
resultados
Discurso do Sujeito Coletivo (DSC)
(Lefèvre & Lefèvre, 2003)
Prof. Massa
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
DSC (Lefèvre & Lefèvre, 2003)
- Figuras Metodológicas -
a) Expressões-chave (ECH): transcrição literal - essência do discurso - (grifar) -
correspondência com uma determinada questão.
b) Idéias centrais (IC): descrição sintética do sentido do discurso.
c) DSC: discurso-síntese redigido na 1a pessoa do singular, composto pelas ECH
que possuem a mesma IC.
Prof. Massa
Massa, 2004
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
DSC (Lefèvre & Lefèvre, 2003)
- Interpretante do DSC -
Pesquisador
DSCs X referencial teórico
Prof. Massa
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
Amostra:
- intencional:
6 atletas adultos de judô; participantes
da Seleção Olímpica Masculina no ano
de 2004. (Olimpíada de Atenas)
talento contemporâneo
- Sujeitos da pesquisa:
Prof. Massa
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
Estudo Piloto:
Amostra - 6 atletas adultos de judô masculino
de nível nacional e/ou internacional
Prof. Massa
Massa, 2006
Roteiro de Entrevista
1) Há quanto tempo você pratica judô?
2) Você pode me contar como foi seu começo no judô?
3) No começo da sua formação você acha que se destacava dos demais praticantes de
judô?
4) Você pode me contar o que te fez manter o tempo todo o teu interesse no judô?
5) Me conte como era a participação dos seus pais, familiares e amigos em relação ao
judô.
6) Me conte como era o seu dia a dia e diga o que você fazia no tempo livre restante em
que não estava no judô.
7) Me conte como foi o teu sustento financeiro desde o seu início no judô até os dias
atuais.
8) A que você atribui o teu talento no judô?
9) Fale um pouco sobre os teus professores e/ou técnicos e o papel deles na sua
formação.
10) O teu treinamento era planejado ou não? Fale sobre ele.
11) Como foram as competições no seu treinamento? Você se destacava logo no começo
ou o destaque veio com o tempo?
12) Toda competição é meio estressante não é? Como era isso para você?
Prof. Massa
EXEMPLO QUADRO 2: IAD – Instrumento de Análise de Discurso, referente ao conteúdo de
todas as respostas da pergunta – Você pode me contar como foi seu começo no
judô?
EXPRE SSÕ E S-CH AVE IDÉIAS C ENTRAIS
S1 No começo foi a arte que me encantou muito. Minha
cidade tinha colônia japonesa e fui atraído pela disciplina,
pela educação, pela perseverança. Foi isso o que mais
me cativou primeiro (B). Depois, a competição, a vontade
de competir, a vontade de ser o número 1. Então são
essas coisas que me motivam até hoje na minha carreira.
- cultura da cidade
B
S2 Nasci numa cidade do interior e não tinha muita opção
para a prática esportiva, mas havia uma forte influência da
colônia japonesa. Os esportes praticados na época eram
o Judô, Atletismo e Beisebol (B). Com 7 para 8 anos meu
pai disse que eu precisava fazer algum esporte para não
ficar na rua. Aquele discurso que todo pai faz para o filho:
tirar das drogas, do tempo ocioso (A e C). Fiz um treino
no Beisebol e não gostei. No outro dia já fui para o Judô e
me identifiquei. Logo no 2º dia que eu fui, meu irmão foi
também; e foi assim que começou a minha carreira (A).
- cultura da cidade
B
- apoio do pai/ irmão
A
- comportamento C
S3 Eu entrei porque eu era uma criança hiperativa. Tinha um
comportamento que minha mãe não conseguia me
dominar muito em casa (C). Tinha um tio que fazia Judô
que sugeriu que entrasse no Judô (A) que ajudaria na
disciplina. Foi esse o motivo que eu entrei no Judô.
- comportamento C
- apoio da família A
Prof. Massa
S4 Meu começo no Judô foi através da iniciativa dos meus
pais que queriam que eu não ficasse muito tempo na rua
(A e C). Então por isso que eles me colocaram no Judô,
porque na época meu pai fazia Judô, então por isso foi
escolhida essa modalidade (A). Não que eu gostasse de
Judô, eles me impuseram isso e deu certo e eu comecei a
gostar do esporte (A).
- apoio dos pais A
- comportamento C
S5 Primeiro eu já gostava de artes marciais. Eu não tinha
idéia do que era o Judô, não tinha idéia do que era nada,
mas eu gostava de artes marciais devido a família já
praticar artes marciais (A). Entrei em uma academia de
Tradição, academia japonesa mesmo, no meu bairro (B),
e lá eu comecei minha trajetória. Eu dei sorte, peguei um
professor que para iniciação, eu acho, eu considero ele
um dos melhores do Brasil, já revelou grandes talentos,
não só eu, vários outros. Então é assim, tudo que eu
tenho hoje é devido a essa ótima iniciação que eu tive,
uma boa base pra mim (D).
- apoio da família A
- proximidade de
casa B
- bons professores
D
S6
Comecei na cidade (...), interior de São Paulo, em 1977,
por recomendação médica. Como 5 anos de idade é uma
fase de fazer algum esporte, o pediatra da família
recomendou para minha mãe que eu fizesse Judô e
Natação (A). A natação até hoje eu não sei nadar muito
bem e no judô estou até hoje.
- recomendação
médica/ apoio dos
pais A
Prof. Massa
DSC1: IC-A – Apoio da família (S2, S3, S4, S5, S6).
Meu pai, que fazia Judô, disse que eu precisava fazer algum esporte. O
pediatra da família recomendou para minha mãe que eu fizesse Judô e Natação.
Tinha um tio que também fazia Judô que sugeriu que eu entrasse no Judô. Logo no
2º dia que eu fui, meu irmão foi também, e assim tudo começou. Não que eu já
gostasse de Judô, eles me impuseram isso, deu certo e eu comecei a gostar do
esporte. Eu não tinha idéia do que era o Judô, não tinha idéia do que era nada, mas
eu gostava de artes marciais devido a família já praticar artes marciais.
DSC2: IC-B – Proximidade de casa (S1, S2, S5).
Nasci numa cidade do interior e não tinha muita opção para a prática
esportiva, mas havia uma forte influência da colônia japonesa. Os esportes
praticados na época eram o Judô, Atletismo e Beisebol. Então fui atraído pela
disciplina do Judô, pela educação, pela perseverança. Foi isso o que mais me
cativou. Entrei em uma academia de tradição, academia japonesa mesmo, no meu
bairro.
DSC1: IC-A – Apoio da família (S2, S3, S4, S5, S6).
Meu pai, que fazia Judô, disse que eu precisava fazer algum esporte. O
pediatra da família recomendou para minha mãe que eu fizesse Judô e Natação.
Tinha um tio que também fazia Judô que sugeriu que eu entrasse no Judô. Logo no
2º dia que eu fui, meu irmão foi também, e assim tudo começou. Não que eu já
gostasse de Judô, eles me impuseram isso, deu certo e eu comecei a gostar do
esporte. Eu não tinha idéia do que era o Judô, não tinha idéia do que era nada, mas
eu gostava de artes marciais devido a família já praticar artes marciais.
DSC2: IC-B – Proximidade de casa (S1, S2, S5).
Nasci numa cidade do interior e não tinha muita opção para a prática
esportiva, mas havia uma forte influência da colônia japonesa. Os esportes
praticados na época eram o Judô, Atletismo e Beisebol. Então fui atraído pela
disciplina do Judô, pela educação, pela perseverança. Foi isso o que mais me
cativou. Entrei em uma academia de tradição, academia japonesa mesmo, no meu
bairro.
Prof. Massa
DSC3: IC-C – Comportamento (S2, S3, S4).
Eu entrei no Judô porque eu era uma criança hiperativa. Tinha um
comportamento que minha mãe não conseguia me dominar muito em casa e meus
pais queriam que eu não ficasse muito tempo na rua. Era aquele discurso que todo
pai faz para o filho no sentido de afastar das drogas e do tempo ocioso.
DSC4: IC-D – Bons professores (S5).
Obs.: o discurso abaixo se refere exclusivamente ao sujeito S5, pois apenas ele
apresentou a IC bons professores, não caracterizando, portanto, um discurso
coletivo.
Eu dei sorte, peguei um professor que para iniciação, eu acho, eu
considero ele um dos melhores do Brasil. Ele já revelou grandes talentos, não só eu,
vários outros. Então é assim, tudo que eu tenho hoje é devido a essa ótima iniciação
que eu tive.
87
DSC3: IC-C – Comportamento (S2, S3, S4).
Eu entrei no Judô porque eu era uma criança hiperativa. Tinha um
comportamento que minha mãe não conseguia me dominar muito em casa e meus
pais queriam que eu não ficasse muito tempo na rua. Era aquele discurso que todo
pai faz para o filho no sentido de afastar das drogas e do tempo ocioso.
DSC4: IC-D – Bons professores (S5).
Obs.: o discurso abaixo se refere exclusivamente ao sujeito S5, pois apenas ele
apresentou a IC bons professores, não caracterizando, portanto, um discurso
coletivo.
Eu dei sorte, peguei um professor que para iniciação, eu acho, eu
considero ele um dos melhores do Brasil. Ele já revelou grandes talentos, não só eu,
vários outros. Então é assim, tudo que eu tenho hoje é devido a essa ótima iniciação
que eu tive.
Prof. Massa
TABELA 2 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de
respostas para cada idéia central da pergunta: Você pode me contar
como foi seu começo no judô?
IC Freqüência %
A Apoio da família 5 83,3
B Proximidade de casa 3 50,0
C Comportamento 3 50,0
D Bons professores 1 16,6
Prof. Massa
RESULTADOS E DISCUSSÃO
TABELA 1 – Idade de iniciação, tempo de prática e valores de média e desvio padrão
(dp) para as referidas variáveis em judocas olímpicos brasileiros.
Idade de iniciação (anos) Tempo de prática (anos)
S1 5 18
S2 7 18
S3 5 27
S4 8 22
S5 7 20
S6 5 27
média 6,2 22
dp 1,3 4,1
Prof. Massa
TABELA 2 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de
respostas para cada idéia central da pergunta: Você pode me contar
como foi seu começo no judô?
IC Freqüência %
A Apoio da família 5 83,3
B Proximidade de casa 3 50,0
C Comportamento 3 50,0
D Bons professores 1 16,6
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Prof. Massa
TABELA 3 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de
respostas para cada idéia central da pergunta: No começo da sua
formação você acha que se destacava dos demais praticantes de
judô?
IC Freqüência %
A Sim, me destacava 1 16,6
B Não me destacava 5 83,3
C Gostava de competir 1 16,6
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Prof. Massa
TABELA 4 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de
respostas para cada idéia central da pergunta: Você pode me contar
o que te fez manter o tempo todo o teu interesse no judô?
IC Freqüência %
A Amor e prazer 3 50,0
B Profissionalismo 1 16,6
C Determinação 3 50,0
D Apoio da família 2 33,3
E Viagens 1 16,6
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Prof. Massa
TABELA 5 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de
respostas para cada idéia central da pergunta: Me conte como era a
participação dos seus pais, familiares e amigos em relação ao judô.
IC Freqüência %
A Apoio da família 6 100,0
B Descrença dos familiares 1 16,6
C Ambiente do judô e amigos 3 50,0
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Prof. Massa
TABELA 6 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de
respostas para cada idéia central da pergunta: Me conte como era o
seu dia a dia e diga o que você fazia no tempo livre restante em que
não estava no judô.
IC Freqüência %
A Atividades motoras diversas 2 33,3
B Judô 3 50,0
C Estudos 4 66,6
D Trabalhar 1 16,6
E Vida social 2 33,3
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Prof. Massa
TABELA 7 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de
respostas para cada idéia central da pergunta: Me conte como foi o
teu sustento financeiro desde o seu início no judô até os dias atuais.
IC Freqüência %
A Apoio da família 6 100,0
B Academia, clube, patrocínios 6 100,0
C Trabalho 2 33,3
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Prof. Massa
TABELA 8 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de
respostas para cada idéia central da pergunta: A que você atribui o
teu talento para o judô?
IC Freqüência %
A Técnica 3 50,0
B Determinação 5 83,3
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Prof. Massa
TABELA 9 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de
respostas para cada idéia central da pergunta: Fale um pouco sobre
os teus professores e/ou técnicos e o papel deles na sua formação.
IC Freqüência %
A Iniciação 6 100,0
B Treinamento 4 66,6
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Prof. Massa
TABELA 10 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de
respostas para cada idéia central da pergunta: O teu treinamento
era planejado ou não: fale sobre ele.
IC Freqüência %
A Não era planejado 6 100,0
B Atualmente sim 6 100,0
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Prof. Massa
TABELA 11 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de
respostas para cada idéia central da pergunta: Como foram as
competições no seu treinamento? Você se destacava logo no
começo ou o destaque veio com o tempo?
IC Freqüência %
A Destaque com o tempo 5 83,3
B Competição como parte do treinamento 3 50,0
C Destaque desde cedo 1 16,6
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Prof. Massa
TABELA 12 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de
respostas para cada idéia central da pergunta: Toda competição é
meio estressante não é? Como é isso para você?
IC Freqüência %
A Estresse, ansiedade 5 83,3
B Motivação, superação, confiança 6 100,0
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Prof. Massa
Prof. Dr. Marcelo Massa
mmassa@usp.br
Obrigado, Prof. Massa

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Pesquisa Qualitativa

  • 1. Prof. Dr. Marcelo Massa “PESQUISA QUALITATIVA” Prof. Massa CAF5010 - MÉTODOS DE PESQUISA EM ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE
  • 2. PESQUISA QUALITATIVA Tipos de Pesquisa Qualitativa - Etnográfica: estudo descritivo da cultura dos povos, sua língua, raça, religião, hábitos etc . - Participante: é uma pesquisa que o pesquisador entra em contato com os pesquisados e interage entre eles. - Naturalística: observação sistemática do comportamento humano e animal conforme ocorre natural e espontaneamente no seu meio habitual. - Fenomenológica: busca descrever e interpretar os fenômenos que se apresentam à percepção. Prof. Massa
  • 3. •Coleta de dados no ambiente real. • Registro preciso e detalhado dos eventos no ambiente por meio de anotações, áudio e vídeo. • Análise e interpretação dos dados através de descrições, narrativas, citações diretas, gráficos, tabelas e estatística descritiva. PESQUISA QUALITATIVA Prof. Massa Pontos comuns:
  • 4. CONSIDERAÇÕES SOBRE A PESQUISA QUALITITATIVA Se quero pesquisar “o que pensa ou sente ” (Lefèvre & Lefèvre, 2003) - questões fechadas: - pensamento: quantitativo deformação do pensamento discursivo qualitativo - matéria prima: discursos individuais dificuldade de processamento se o objetivo for a produção de resultados coletivos Prof. Massa
  • 5. CONSIDERAÇÕES SOBRE A PESQUISA QUALITITATIVA - reQUANTIficação - análise de conteúdo - reQUANTIficação - categorização - reQUALIficação teórica - generalização Possibilidades Limitações: - discursividade - significado do depoimento - rigidez Prof. Massa
  • 6. CONSIDERAÇÕES SOBRE A PESQUISA QUALITITATIVA Portanto, dependendo dos objetivos da pesquisa, será fundamental o reconhecimento e a escolha do método e dos procedimentos de coleta, registro e análise que serão adotados no desenvolvimento do projeto. Prof. Massa
  • 8. DESENVOLVIMENTO DE JUDOCAS BRASILEIROS TALENTOSOS Marcelo Massa Universidade de São Paulo Escola de Educação Física e Esporte São Paulo 2006 Orientadora: Profa. Dra. Maria Tereza S. Böhme Co-orientador: Prof. Dr. Fernando Lefèvre Prof. Massa
  • 9. INTRODUÇÃO O problema e sua importância - subjetividade - carência de estudos - predições pouco precisas Prof. Massa
  • 10. OBJETIVO Analisar o desenvolvimento de judocas olímpicos brasileiros e a sua relação com os modelos de desenvolvimento de talento descritos na literatura. Prof. Massa
  • 11. Considerações sobre a revisão de literatura Csikszentmihalyi, Rathunde & Whalen (1993) Ericsson, Krampe & Tesch-Röhmer (1993) Bloom (1985) Como o talento se desenvolve numa área específica do conhecimento ? Talento Esportivo e TLP O Judô: aspectos gerais e iniciação esportiva Prof. Massa
  • 12. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Pesquisa qualitativa: entrevista estruturada - Instrumento: Discurso do Sujeito Coletivo (DSC) (Lefèvre & Lefèvre, 2003) Prof. Massa
  • 13. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS DSC - Pesquisar o que pensa ou sente (Lefèvre & Lefèvre, 2003) - questões fechadas: - pensamento: quantitativo deformação do pensamento discursivo qualitativo - matéria prima: discursos individuais dificuldade de processamento se o objetivo for a produção de resultados coletivos Prof. Massa
  • 14. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS - reQUANTIficação - análise de conteúdo - reQUANTIficação - categorização - reQUALIficação teórica - generalização Possibilidades Limitações: - discursividade - significado do depoimento - rigidez Prof. Massa
  • 15. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Solução - DSC: preserva a discursividade perguntas coleta processamento resultados Discurso do Sujeito Coletivo (DSC) (Lefèvre & Lefèvre, 2003) Prof. Massa
  • 16. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS DSC (Lefèvre & Lefèvre, 2003) - Figuras Metodológicas - a) Expressões-chave (ECH): transcrição literal - essência do discurso - (grifar) - correspondência com uma determinada questão. b) Idéias centrais (IC): descrição sintética do sentido do discurso. c) DSC: discurso-síntese redigido na 1a pessoa do singular, composto pelas ECH que possuem a mesma IC. Prof. Massa
  • 17. Massa, 2004 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS DSC (Lefèvre & Lefèvre, 2003) - Interpretante do DSC - Pesquisador DSCs X referencial teórico Prof. Massa
  • 18. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Amostra: - intencional: 6 atletas adultos de judô; participantes da Seleção Olímpica Masculina no ano de 2004. (Olimpíada de Atenas) talento contemporâneo - Sujeitos da pesquisa: Prof. Massa
  • 19. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Estudo Piloto: Amostra - 6 atletas adultos de judô masculino de nível nacional e/ou internacional Prof. Massa
  • 20. Massa, 2006 Roteiro de Entrevista 1) Há quanto tempo você pratica judô? 2) Você pode me contar como foi seu começo no judô? 3) No começo da sua formação você acha que se destacava dos demais praticantes de judô? 4) Você pode me contar o que te fez manter o tempo todo o teu interesse no judô? 5) Me conte como era a participação dos seus pais, familiares e amigos em relação ao judô. 6) Me conte como era o seu dia a dia e diga o que você fazia no tempo livre restante em que não estava no judô. 7) Me conte como foi o teu sustento financeiro desde o seu início no judô até os dias atuais. 8) A que você atribui o teu talento no judô? 9) Fale um pouco sobre os teus professores e/ou técnicos e o papel deles na sua formação. 10) O teu treinamento era planejado ou não? Fale sobre ele. 11) Como foram as competições no seu treinamento? Você se destacava logo no começo ou o destaque veio com o tempo? 12) Toda competição é meio estressante não é? Como era isso para você? Prof. Massa
  • 21. EXEMPLO QUADRO 2: IAD – Instrumento de Análise de Discurso, referente ao conteúdo de todas as respostas da pergunta – Você pode me contar como foi seu começo no judô? EXPRE SSÕ E S-CH AVE IDÉIAS C ENTRAIS S1 No começo foi a arte que me encantou muito. Minha cidade tinha colônia japonesa e fui atraído pela disciplina, pela educação, pela perseverança. Foi isso o que mais me cativou primeiro (B). Depois, a competição, a vontade de competir, a vontade de ser o número 1. Então são essas coisas que me motivam até hoje na minha carreira. - cultura da cidade B S2 Nasci numa cidade do interior e não tinha muita opção para a prática esportiva, mas havia uma forte influência da colônia japonesa. Os esportes praticados na época eram o Judô, Atletismo e Beisebol (B). Com 7 para 8 anos meu pai disse que eu precisava fazer algum esporte para não ficar na rua. Aquele discurso que todo pai faz para o filho: tirar das drogas, do tempo ocioso (A e C). Fiz um treino no Beisebol e não gostei. No outro dia já fui para o Judô e me identifiquei. Logo no 2º dia que eu fui, meu irmão foi também; e foi assim que começou a minha carreira (A). - cultura da cidade B - apoio do pai/ irmão A - comportamento C S3 Eu entrei porque eu era uma criança hiperativa. Tinha um comportamento que minha mãe não conseguia me dominar muito em casa (C). Tinha um tio que fazia Judô que sugeriu que entrasse no Judô (A) que ajudaria na disciplina. Foi esse o motivo que eu entrei no Judô. - comportamento C - apoio da família A Prof. Massa
  • 22. S4 Meu começo no Judô foi através da iniciativa dos meus pais que queriam que eu não ficasse muito tempo na rua (A e C). Então por isso que eles me colocaram no Judô, porque na época meu pai fazia Judô, então por isso foi escolhida essa modalidade (A). Não que eu gostasse de Judô, eles me impuseram isso e deu certo e eu comecei a gostar do esporte (A). - apoio dos pais A - comportamento C S5 Primeiro eu já gostava de artes marciais. Eu não tinha idéia do que era o Judô, não tinha idéia do que era nada, mas eu gostava de artes marciais devido a família já praticar artes marciais (A). Entrei em uma academia de Tradição, academia japonesa mesmo, no meu bairro (B), e lá eu comecei minha trajetória. Eu dei sorte, peguei um professor que para iniciação, eu acho, eu considero ele um dos melhores do Brasil, já revelou grandes talentos, não só eu, vários outros. Então é assim, tudo que eu tenho hoje é devido a essa ótima iniciação que eu tive, uma boa base pra mim (D). - apoio da família A - proximidade de casa B - bons professores D S6 Comecei na cidade (...), interior de São Paulo, em 1977, por recomendação médica. Como 5 anos de idade é uma fase de fazer algum esporte, o pediatra da família recomendou para minha mãe que eu fizesse Judô e Natação (A). A natação até hoje eu não sei nadar muito bem e no judô estou até hoje. - recomendação médica/ apoio dos pais A Prof. Massa
  • 23. DSC1: IC-A – Apoio da família (S2, S3, S4, S5, S6). Meu pai, que fazia Judô, disse que eu precisava fazer algum esporte. O pediatra da família recomendou para minha mãe que eu fizesse Judô e Natação. Tinha um tio que também fazia Judô que sugeriu que eu entrasse no Judô. Logo no 2º dia que eu fui, meu irmão foi também, e assim tudo começou. Não que eu já gostasse de Judô, eles me impuseram isso, deu certo e eu comecei a gostar do esporte. Eu não tinha idéia do que era o Judô, não tinha idéia do que era nada, mas eu gostava de artes marciais devido a família já praticar artes marciais. DSC2: IC-B – Proximidade de casa (S1, S2, S5). Nasci numa cidade do interior e não tinha muita opção para a prática esportiva, mas havia uma forte influência da colônia japonesa. Os esportes praticados na época eram o Judô, Atletismo e Beisebol. Então fui atraído pela disciplina do Judô, pela educação, pela perseverança. Foi isso o que mais me cativou. Entrei em uma academia de tradição, academia japonesa mesmo, no meu bairro. DSC1: IC-A – Apoio da família (S2, S3, S4, S5, S6). Meu pai, que fazia Judô, disse que eu precisava fazer algum esporte. O pediatra da família recomendou para minha mãe que eu fizesse Judô e Natação. Tinha um tio que também fazia Judô que sugeriu que eu entrasse no Judô. Logo no 2º dia que eu fui, meu irmão foi também, e assim tudo começou. Não que eu já gostasse de Judô, eles me impuseram isso, deu certo e eu comecei a gostar do esporte. Eu não tinha idéia do que era o Judô, não tinha idéia do que era nada, mas eu gostava de artes marciais devido a família já praticar artes marciais. DSC2: IC-B – Proximidade de casa (S1, S2, S5). Nasci numa cidade do interior e não tinha muita opção para a prática esportiva, mas havia uma forte influência da colônia japonesa. Os esportes praticados na época eram o Judô, Atletismo e Beisebol. Então fui atraído pela disciplina do Judô, pela educação, pela perseverança. Foi isso o que mais me cativou. Entrei em uma academia de tradição, academia japonesa mesmo, no meu bairro. Prof. Massa
  • 24. DSC3: IC-C – Comportamento (S2, S3, S4). Eu entrei no Judô porque eu era uma criança hiperativa. Tinha um comportamento que minha mãe não conseguia me dominar muito em casa e meus pais queriam que eu não ficasse muito tempo na rua. Era aquele discurso que todo pai faz para o filho no sentido de afastar das drogas e do tempo ocioso. DSC4: IC-D – Bons professores (S5). Obs.: o discurso abaixo se refere exclusivamente ao sujeito S5, pois apenas ele apresentou a IC bons professores, não caracterizando, portanto, um discurso coletivo. Eu dei sorte, peguei um professor que para iniciação, eu acho, eu considero ele um dos melhores do Brasil. Ele já revelou grandes talentos, não só eu, vários outros. Então é assim, tudo que eu tenho hoje é devido a essa ótima iniciação que eu tive. 87 DSC3: IC-C – Comportamento (S2, S3, S4). Eu entrei no Judô porque eu era uma criança hiperativa. Tinha um comportamento que minha mãe não conseguia me dominar muito em casa e meus pais queriam que eu não ficasse muito tempo na rua. Era aquele discurso que todo pai faz para o filho no sentido de afastar das drogas e do tempo ocioso. DSC4: IC-D – Bons professores (S5). Obs.: o discurso abaixo se refere exclusivamente ao sujeito S5, pois apenas ele apresentou a IC bons professores, não caracterizando, portanto, um discurso coletivo. Eu dei sorte, peguei um professor que para iniciação, eu acho, eu considero ele um dos melhores do Brasil. Ele já revelou grandes talentos, não só eu, vários outros. Então é assim, tudo que eu tenho hoje é devido a essa ótima iniciação que eu tive. Prof. Massa
  • 25. TABELA 2 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de respostas para cada idéia central da pergunta: Você pode me contar como foi seu começo no judô? IC Freqüência % A Apoio da família 5 83,3 B Proximidade de casa 3 50,0 C Comportamento 3 50,0 D Bons professores 1 16,6 Prof. Massa
  • 26. RESULTADOS E DISCUSSÃO TABELA 1 – Idade de iniciação, tempo de prática e valores de média e desvio padrão (dp) para as referidas variáveis em judocas olímpicos brasileiros. Idade de iniciação (anos) Tempo de prática (anos) S1 5 18 S2 7 18 S3 5 27 S4 8 22 S5 7 20 S6 5 27 média 6,2 22 dp 1,3 4,1 Prof. Massa
  • 27. TABELA 2 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de respostas para cada idéia central da pergunta: Você pode me contar como foi seu começo no judô? IC Freqüência % A Apoio da família 5 83,3 B Proximidade de casa 3 50,0 C Comportamento 3 50,0 D Bons professores 1 16,6 RESULTADOS E DISCUSSÃO Prof. Massa
  • 28. TABELA 3 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de respostas para cada idéia central da pergunta: No começo da sua formação você acha que se destacava dos demais praticantes de judô? IC Freqüência % A Sim, me destacava 1 16,6 B Não me destacava 5 83,3 C Gostava de competir 1 16,6 RESULTADOS E DISCUSSÃO Prof. Massa
  • 29. TABELA 4 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de respostas para cada idéia central da pergunta: Você pode me contar o que te fez manter o tempo todo o teu interesse no judô? IC Freqüência % A Amor e prazer 3 50,0 B Profissionalismo 1 16,6 C Determinação 3 50,0 D Apoio da família 2 33,3 E Viagens 1 16,6 RESULTADOS E DISCUSSÃO Prof. Massa
  • 30. TABELA 5 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de respostas para cada idéia central da pergunta: Me conte como era a participação dos seus pais, familiares e amigos em relação ao judô. IC Freqüência % A Apoio da família 6 100,0 B Descrença dos familiares 1 16,6 C Ambiente do judô e amigos 3 50,0 RESULTADOS E DISCUSSÃO Prof. Massa
  • 31. TABELA 6 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de respostas para cada idéia central da pergunta: Me conte como era o seu dia a dia e diga o que você fazia no tempo livre restante em que não estava no judô. IC Freqüência % A Atividades motoras diversas 2 33,3 B Judô 3 50,0 C Estudos 4 66,6 D Trabalhar 1 16,6 E Vida social 2 33,3 RESULTADOS E DISCUSSÃO Prof. Massa
  • 32. TABELA 7 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de respostas para cada idéia central da pergunta: Me conte como foi o teu sustento financeiro desde o seu início no judô até os dias atuais. IC Freqüência % A Apoio da família 6 100,0 B Academia, clube, patrocínios 6 100,0 C Trabalho 2 33,3 RESULTADOS E DISCUSSÃO Prof. Massa
  • 33. TABELA 8 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de respostas para cada idéia central da pergunta: A que você atribui o teu talento para o judô? IC Freqüência % A Técnica 3 50,0 B Determinação 5 83,3 RESULTADOS E DISCUSSÃO Prof. Massa
  • 34. TABELA 9 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de respostas para cada idéia central da pergunta: Fale um pouco sobre os teus professores e/ou técnicos e o papel deles na sua formação. IC Freqüência % A Iniciação 6 100,0 B Treinamento 4 66,6 RESULTADOS E DISCUSSÃO Prof. Massa
  • 35. TABELA 10 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de respostas para cada idéia central da pergunta: O teu treinamento era planejado ou não: fale sobre ele. IC Freqüência % A Não era planejado 6 100,0 B Atualmente sim 6 100,0 RESULTADOS E DISCUSSÃO Prof. Massa
  • 36. TABELA 11 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de respostas para cada idéia central da pergunta: Como foram as competições no seu treinamento? Você se destacava logo no começo ou o destaque veio com o tempo? IC Freqüência % A Destaque com o tempo 5 83,3 B Competição como parte do treinamento 3 50,0 C Destaque desde cedo 1 16,6 RESULTADOS E DISCUSSÃO Prof. Massa
  • 37. TABELA 12 – Caracterização das idéias centrais, freqüência e percentual de respostas para cada idéia central da pergunta: Toda competição é meio estressante não é? Como é isso para você? IC Freqüência % A Estresse, ansiedade 5 83,3 B Motivação, superação, confiança 6 100,0 RESULTADOS E DISCUSSÃO Prof. Massa
  • 38. Prof. Dr. Marcelo Massa mmassa@usp.br Obrigado, Prof. Massa