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1
NOÇÕES DE EPISTEMOLOGIA
Cassio Meira
2
Epistemologia, Filosofia da Ciência
Desenvolvimento do conhecimento
Natureza do conhecimento
Métodos de aquisição do conhecimento
Como a ciência avança
Lógica, Filosofia, História, Sociologia
Métodos de Pesquisa
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Lógica
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5
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Pedro é avô de Mário
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Algumas paulistas são pesquisadoras
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Todo aço conduz eletricidade
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Toda campeã é atleta
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Laura é campeã
6
Como a(s) ciência(s) avança(m)?
Acumulação
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Círculo de Viena
Popper
Kuhn
7
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Representantes principais: Schlick, Carnap, Neurath, Hempel
Influências: iluminismo, empirismo, utilitarismo, livre comércio
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Método científico: essência da racionalidade
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Só o pensamento não conduz ao conhecimento
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Com um só golpe, lavar mãos com cal clorada, conseguiu
comprovar sua teoria e criou um método preventivo da doença
Não aperfeiçoou nem comprovou teoria com experimentos
(microscópio, p.e.)
Contra a metafísica e teologia
Unidade da ciência
Critério de significado verificacionista
9
Popper
Conjeturas e Refutações
Critério de demarcação: ciência x pseudociência (teoria deve ser
testável)
Qualquer conjetura/teoria deve ser testada, deve permitir o teste,
que pode ter refutação ou corroboração
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Indução (inferência baseada em grande número de observações) é
mito, cuja solução é a probabilidade (acumulação de evidência
empírica)
Ciência emprega conjeturas e gera conclusões genéricas (mesmo
depois de apenas uma observação)
10
Popper
Observações e experimentações para testes de
conjeturas/hipóteses são finitas, então uma conclusão
experimental sempre transcende a experiência
Preferimos afirmativas que não foram refutadas a outras que
foram porque estamos sempre à busca da verdade, embora nunca
tenhamos certeza de tê-la encontrado
Apenas a falsidade (não a veracidade) das teorias é conhecida
Boas teorias: resistência à refutação (resolvem problemas)
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(estratagema convencionalista)
11
Kuhn
Thomas Kuhn
Pré-ciência: pseudoteorias rivais
Ciência normal: paradigma 1, apenas conjeturas compatíveis com
o paradigma 1 podem ser testadas, caso contrário sofrerá forte
oposição da comunidade científica
Paradigma 1: regido por valores (não regras) de exatidão,
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Quebra-cabeças: se resolvidos aperfeiçoam o paradigma 1;
se não resolvidos geram anomalias que culminam em crise
Crise: convivência com anomalias
Revolução: resolução das anomalias culminam em nova ciência
normal (Paradigma 2, incompatível c/ paradigma 1)
12
Fim do conteúdo básico
13
14
Conteúdo complementar
(apenas para consulta)
15
6
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4
7
1 2 3
Legenda 1
1/2: tradição positivista-lógica
3/4: fase positivista-popperiana
5/6/7: fase pós-positivista ou kuhniana
Legenda 2
1 – Tradição Positivista (séc. XVIII e XIX): Saint-Simon, Condorcet, Comte
2 – Lógicos Modernos (fim do séc. XIX/início do séc. XX): Frege, Russel, Wittgenstein
3 – Positivistas Lógicos (1920/1930): Círculo de Viena
4 – Popper (1950/1960)
5 – Kuhn (1960/1970)
6 – Relativismo: a) irracionalista/anarquista – Feyerabend – (1970)
b) sociológico/pós-moderno – Escola de Edimburgo – (1980....)
7 – Racionalismo: a) de Lakatos (1970)
b) crítico – Watkins, Andersson – (1980....)
c) engajado – Lacey (1980....)
Diagrama do
Pensamento
Epistemológico
Clássico
16
Teses do pensamento epistemológico
Círculo
De
Viena
Popper Kuhn Relativismo Racionalismo
Racionalismo X X X X
Empirismo X X X X
Cientificismo X X X X
Naturalismo X X X X
Tecnicismo X X X
Formalismo X X
Engajamento X X X (Lacey)
17
Positivismo Lógico
Observação
indução
Teoria 1
dedução
Hipótese
observação
Não Verificação da Teoria 1
 P (Teoria 1)
acúmulo
Teoria 2 (que envolve a Teoria
1)
Teste
 P (Teoria 1)
18
Popper
Teoria 1
problema
Hipótese Teste
Refutação da Teoria 1
Corroboração da Teoria 1
( robustez)
Teoria 2
observação
19
Kuhn
Pré-ciência
(pseudoteorias
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Ciência normal
(Paradigma 1)
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Ciência normal
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valores 2
generalizações
simbólicas 2
axiomas 2
exemplares 2
Resolução Não Resolução
20
Lakatos
(Racionalismo)
Aperfeiçoamento Novas previsões
Avanço Corroboração de previsões
novas
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Hipóteses auxiliares
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Progressivo
Programa de Pesquisa
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21
Racionalismo Crítico
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E
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Complementação
Corroboração da
Teoria 1
E
Refutação da
Teoria 2
Refutação
22
Racionalismo Engajado (Lacey)
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Teorias
Valores Cognitivos
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23
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VALORES ABRANGENTES VALORES DEDUZIDOS
Adequação Empírica
Ajustamento da teoria aos dados disponíveis, poder preditivo
da teoria, verificabilidade ou refutabilidade da teoria, relação
com outras teorias, riqueza em teor de informação sobre uma
série significativa de fenômenos empíricos, aceitação
intersubjetiva dos dados, primazia dos dados experimentais e
quantitativos, coleta de dados representativa e com os
contornos claramente delimitados, exatidão/precisão
Consistência Interna e externa (consonância com outras teorias e meta-
teorias aceitas)
Simplicidade
Clareza conceitual, capacidade de formalização, inteligibilidade
para o leigo, coerência, ausência de aspectos ad hoc,
harmonia, elegância, parcimônia, economia e eficiência no uso
Fecundidade
Fertilidade, origina novas questões e novos programas de
pesquisa, ocasiona a descoberta de novos fenômenos,
predição, solução de quebra-cabeças
Poder Explicativo
Profundidade, fornece acesso às leis, processos e estruturas
subjacentes aos fenômenos, possibilidade de avaliar o que é
infundado ou não nas teorias predecessoras
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indiscutibilidade, verissimilitude
24
Feyerabend
Relativismo
Anarquismo epistemológico
Vale tudo!
Ciência: desprovida de racionalidade e realizada mediante
vários métodos.
Violação das regras é necessária para o progresso da ciência,
que é maior quanto mais teorias rivais e incomensuráveis se
proliferarem para explicar os mesmos fenômenos.
25
Escola de Edimburgo
Relativismo
Explica o conteúdo das teorias científicas do ponto de vista sociológico, não
importando as evidências empíricas ou argumentos teóricos em favor delas.
Empreendimento científico: determinado por interesses sociais de certos grupos,
geralmente atrelados a interesses profissionais dos pesquisadores, tais como status,
poder, prestígio, fama, reputação e obtenção de verbas de agências de fomento.
Competição entre duas teorias: disputa ou negociação entre (grupos de)
pesquisadores.
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Epistemologia

  • 2. 2 Epistemologia, Filosofia da Ciência Desenvolvimento do conhecimento Natureza do conhecimento Métodos de aquisição do conhecimento Como a ciência avança Lógica, Filosofia, História, Sociologia Métodos de Pesquisa Desenvolvimento da pesquisa Como elaborar uma pesquisa específica Delineamentos, técnicas e procedimentos
  • 4. Lógica Trata das propriedades e das relações Permite realizar inferências Ser racional: pensar de acordo com princípios da lógica Proposições afirmam algo sobre a realidade Argumento/Silogismo: conjunto de proposições (premissas e conclusão) que pode ser válido (conclusão decorre das premissas) ou inválido (conclusão não decorre das premissas) Há, portanto, possibilidades de argumentos válidos e inválidos Validade do argumento: depende da forma, não do conteúdo
  • 5. 5 Lógica Argumentos válidos: Toda cloroquina é remédio É falso que alguma cloroquina não é remédio Pedro é pai de José José é pai Mário Pedro é avô de Mário Algumas pesquisadoras são paulistas Algumas paulistas são pesquisadoras Este objeto é um cabo de aço Todo aço conduz eletricidade Então este objeto conduz eletricidade Argumentos inválidos (falácias/sofismas): Algum atleta é técnico Portanto, todo atleta é técnico Algum vírus é corona Nenhum zika é corona Algum vírus não é zika Toda campeã é atleta Laura é atleta Laura é campeã
  • 6. 6 Como a(s) ciência(s) avança(m)? Acumulação Saltos Círculo de Viena Popper Kuhn
  • 7. 7 Positivismo Lógico (Círculo de Viena) Representantes principais: Schlick, Carnap, Neurath, Hempel Influências: iluminismo, empirismo, utilitarismo, livre comércio (liberalismo) Teste de teorias/hipóteses, processo de invenção Método de análise lógica Método científico: essência da racionalidade Não há enigmas insolúveis Baseado na experiência humana Só o pensamento não conduz ao conhecimento Conteúdo da ciência: observações, leis e teorias
  • 8. Positivismo Lógico (Círculo de Viena) Recusa em aceitar fracasso de uma teoria com base em evidências empíricas (apelo a falhas metodológicas) Exemplo de Semmelweis (texto para resenha): Com um só golpe, lavar mãos com cal clorada, conseguiu comprovar sua teoria e criou um método preventivo da doença Não aperfeiçoou nem comprovou teoria com experimentos (microscópio, p.e.) Contra a metafísica e teologia Unidade da ciência Critério de significado verificacionista
  • 9. 9 Popper Conjeturas e Refutações Critério de demarcação: ciência x pseudociência (teoria deve ser testável) Qualquer conjetura/teoria deve ser testada, deve permitir o teste, que pode ter refutação ou corroboração Evidências empíricas são cruciais Indução (inferência baseada em grande número de observações) é mito, cuja solução é a probabilidade (acumulação de evidência empírica) Ciência emprega conjeturas e gera conclusões genéricas (mesmo depois de apenas uma observação)
  • 10. 10 Popper Observações e experimentações para testes de conjeturas/hipóteses são finitas, então uma conclusão experimental sempre transcende a experiência Preferimos afirmativas que não foram refutadas a outras que foram porque estamos sempre à busca da verdade, embora nunca tenhamos certeza de tê-la encontrado Apenas a falsidade (não a veracidade) das teorias é conhecida Boas teorias: resistência à refutação (resolvem problemas) Teoria refutada pode ser salva por suposições auxiliares (estratagema convencionalista)
  • 11. 11 Kuhn Thomas Kuhn Pré-ciência: pseudoteorias rivais Ciência normal: paradigma 1, apenas conjeturas compatíveis com o paradigma 1 podem ser testadas, caso contrário sofrerá forte oposição da comunidade científica Paradigma 1: regido por valores (não regras) de exatidão, consistência, alcance, simplicidade e fecundidade Personalidade e cultura determinam os pesos de cada valor Quebra-cabeças: se resolvidos aperfeiçoam o paradigma 1; se não resolvidos geram anomalias que culminam em crise Crise: convivência com anomalias Revolução: resolução das anomalias culminam em nova ciência normal (Paradigma 2, incompatível c/ paradigma 1)
  • 13. 13
  • 15. 15 6 5 4 7 1 2 3 Legenda 1 1/2: tradição positivista-lógica 3/4: fase positivista-popperiana 5/6/7: fase pós-positivista ou kuhniana Legenda 2 1 – Tradição Positivista (séc. XVIII e XIX): Saint-Simon, Condorcet, Comte 2 – Lógicos Modernos (fim do séc. XIX/início do séc. XX): Frege, Russel, Wittgenstein 3 – Positivistas Lógicos (1920/1930): Círculo de Viena 4 – Popper (1950/1960) 5 – Kuhn (1960/1970) 6 – Relativismo: a) irracionalista/anarquista – Feyerabend – (1970) b) sociológico/pós-moderno – Escola de Edimburgo – (1980....) 7 – Racionalismo: a) de Lakatos (1970) b) crítico – Watkins, Andersson – (1980....) c) engajado – Lacey (1980....) Diagrama do Pensamento Epistemológico Clássico
  • 16. 16 Teses do pensamento epistemológico Círculo De Viena Popper Kuhn Relativismo Racionalismo Racionalismo X X X X Empirismo X X X X Cientificismo X X X X Naturalismo X X X X Tecnicismo X X X Formalismo X X Engajamento X X X (Lacey)
  • 17. 17 Positivismo Lógico Observação indução Teoria 1 dedução Hipótese observação Não Verificação da Teoria 1  P (Teoria 1) acúmulo Teoria 2 (que envolve a Teoria 1) Teste  P (Teoria 1)
  • 18. 18 Popper Teoria 1 problema Hipótese Teste Refutação da Teoria 1 Corroboração da Teoria 1 ( robustez) Teoria 2 observação
  • 19. 19 Kuhn Pré-ciência (pseudoteorias rivais) Ciência normal (Paradigma 1) valores 1 generalizações simbólicas 1 axiomas 1 exemplares 1 Quebra-cabeças Aperfeiçoamento do Paradigma 1 Anomalias significativas 1 Crise Convivência Com Anomalias Revolução (resolução das anomalias 1) Ciência normal (Paradigma 2 incompatível com Paradigma 1) valores 2 generalizações simbólicas 2 axiomas 2 exemplares 2 Resolução Não Resolução
  • 20. 20 Lakatos (Racionalismo) Aperfeiçoamento Novas previsões Avanço Corroboração de previsões novas Núcleo Rígido (Sofisticado) Hipóteses auxiliares Estagnação Não geram novas previsões Corroboração de previsões antigas Núcleo Rígido (Intacto) Hipóteses auxiliares Proteção contra refutações Programa de Pesquisa Progressivo Programa de Pesquisa Degenerativo Poder de Predição Heurística Positiva Heurística Positiva
  • 21. 21 Racionalismo Crítico Teoria 3 e Teoria 4 (Aceitas por Teoria 1 e Teoria 2) Teste não problemático Teoria 1 Teoria 2 Problema Hipótese Hipótese Problema Aperfeiçoamento Nova hipótese Corroboração da Teoria 2 E Refutação da Teoria 1 Poder de Predição Complementação Corroboração da Teoria 1 E Refutação da Teoria 2 Refutação
  • 22. 22 Racionalismo Engajado (Lacey) Estratégia 1 Valores Sociais (Não Universais) (Subjetividade Na Escolha) Estratégia 2 Teorias Teorias Valores Cognitivos (Universais) (Objetividade Na Avaliação) Determinam o que e como estudar
  • 23. 23 Valores cognitivos para avaliação de teorias (Adaptado de Lacey, 1998) VALORES ABRANGENTES VALORES DEDUZIDOS Adequação Empírica Ajustamento da teoria aos dados disponíveis, poder preditivo da teoria, verificabilidade ou refutabilidade da teoria, relação com outras teorias, riqueza em teor de informação sobre uma série significativa de fenômenos empíricos, aceitação intersubjetiva dos dados, primazia dos dados experimentais e quantitativos, coleta de dados representativa e com os contornos claramente delimitados, exatidão/precisão Consistência Interna e externa (consonância com outras teorias e meta- teorias aceitas) Simplicidade Clareza conceitual, capacidade de formalização, inteligibilidade para o leigo, coerência, ausência de aspectos ad hoc, harmonia, elegância, parcimônia, economia e eficiência no uso Fecundidade Fertilidade, origina novas questões e novos programas de pesquisa, ocasiona a descoberta de novos fenômenos, predição, solução de quebra-cabeças Poder Explicativo Profundidade, fornece acesso às leis, processos e estruturas subjacentes aos fenômenos, possibilidade de avaliar o que é infundado ou não nas teorias predecessoras Verdade/Certeza (Verdade) acerca dos princípios fundamentais, indiscutibilidade, verissimilitude
  • 24. 24 Feyerabend Relativismo Anarquismo epistemológico Vale tudo! Ciência: desprovida de racionalidade e realizada mediante vários métodos. Violação das regras é necessária para o progresso da ciência, que é maior quanto mais teorias rivais e incomensuráveis se proliferarem para explicar os mesmos fenômenos.
  • 25. 25 Escola de Edimburgo Relativismo Explica o conteúdo das teorias científicas do ponto de vista sociológico, não importando as evidências empíricas ou argumentos teóricos em favor delas. Empreendimento científico: determinado por interesses sociais de certos grupos, geralmente atrelados a interesses profissionais dos pesquisadores, tais como status, poder, prestígio, fama, reputação e obtenção de verbas de agências de fomento. Competição entre duas teorias: disputa ou negociação entre (grupos de) pesquisadores. Hipóteses: tomadas como fatos com o propósito de preservar o prestígio do pesquisador ou da editora/periódico que publicou a pesquisa.