Enfermeira Mércia Lisieux especialista em gestão em infecção hospitalar e neonatologia REANIMAÇÃO NEONATAL
DEFINIÇÃO Reanimar o recém-nascido significa ressuscitar a criança no nascimento. 22/07/09 Reanimação neonatal
22/07/09 Reanimação neonatal AR AR AR TRANSIÇÃO CÁRDIO-RESPIRATÓRIA 1 as  RESPIRAÇÕES Eliminação do líquido pulmonar Vasodilatação pulmonar feto RN
Movimentos respiratórios rápidos apnéia primária gasping apnéia secundária Tempo de asfixia Conseqüências: Apnéia 1 ária  e 2 ária Óbito    Freqüência Cardíaca    Débito Cardíaco    Pressão Arterial
Quanto maior a demora para iniciar a reanimação, mais difícil esta se torna e mais elevado é o risco de lesão cerebral. 22/07/09 Reanimação neonatal
22/07/09 Reanimação neonatal PREPARO PARA A REANIMAÇÃO HISTÓRIA MATERNA Intercorrências clínicas Intercorrências gestacionais Intercorrências no trabalho  de parto e parto Líquido amniótico meconial? A gestação é de termo?
PREPARO PARA REANIMAÇÃO 22/07/09 Reanimação neonatal EQUIPAMENTOS Fonte de calor radiante Fontes de O 2  e vácuo Material para aspiração Material para ventilação Material para intubação Medicações
22/07/09 Reanimação neonatal Pelo menos um profissional, cuja responsabilidade seja apenas o RN e capaz de iniciar todos os procedimentos de reanimação neonatal, deve estar presente em todo nascimento. PREPARO PARA A REANIMAÇÃO EQUIPE
MATERIAL PARA INTUBAÇÃO 22/07/09 Reanimação neonatal
22/07/09 Reanimação neonatal
PRECAUÇÕES UNIVERSAIS Avental Máscara Gorro Luvas Óculos 22/07/09 Reanimação neonatal
ABC DA REANIMAÇÃO A  – manter vias aéreas pérvias por meio de posicionamento adequado, aspiração; B  – garantir a ventilação por meio de ventilação com pressão positiva; C  – manter a circulação com massagem cardíaca e medicação. 22/07/09 Reanimação neonatal
Gestação de termo?  Ausência de mecônio ? Respirando ou chorando?  Tônus bom? 22/07/09 Reanimação neonatal IMEDIATAMENTE APÓS O CLAMPEAMENTO DO CORDÃO UMBILICAL
Gestação a termo  Sem mecônio  Respirando ou chorando  Tônus bom 22/07/09 Reanimação neonatal CUIDADOS DE ROTINA Prover calor  Aspirar boca e nariz  Secar e desprezar os  campos úmidos Verificar a cor do RN Posicionar RN no tórax e/ou abdome materno
22/07/09 Reanimação neonatal
Prematuro OU Respiração irregular/ausente OU Hipotonia 22/07/09 Reanimação neonatal PASSOS INICIAIS Prover calor Posicionar a cabeça  Aspirar boca e nariz  Secar e desprezar os  campos úmidos Reposicionar o RN
FONTE DE CALOR RADIANTE 22/07/09 Reanimação neonatal Manter a  temp. axilar  em   36,5  C EVITAR: hipotermia hipertermia
MANUTENÇÃO DA TEMPERATURA EM PRÉ-TERMO Garantir o funcionamento da fonte de calor radiante Aumentar a temperatura da sala de parto Colocar colchão aquecido abaixo dos campos Recepcionar o RN em campos aquecidos   Nos <29 semanas: envolver em papel filme (exceto a cabeça) Usar toucas de algodão Transportar em incubadora pré-aquecida 22/07/09 Reanimação neonatal Fazer todos as manobras da reanimação no RN envolvido em plástico.
POSICIONAR A CABEÇA 22/07/09 Reanimação neonatal Leve extensão  do pescoço
22/07/09 Reanimação neonatal
ASPIRAR AS VIAS AÉREAS 22/07/09 Reanimação neonatal 1 o 2 o Aspirar primeiro a boca e depois as narinas Empregar o bulbo ou sonda traqueal n o  8/10 Fazer movimentos suaves Usar pressão negativa de  ~ 100 mmHg
22/07/09 Reanimação neonatal Secar e remover os campos úmidos Reposicionar a cabeça!
22/07/09 Reanimação neonatal Respirando FC > 100 Cianose central AVALIAR Respiração FC Cor NASCIMENTO Gestação de termo? Ausência de mecônio? Respirando ou chorando? Tônus muscular bom? Prover calor Posicionar cabeça e aspirar boca e narinas Secar e reposicionar Considerar  O 2  inalatório não 30 seg. Oxigênio Inalatório
OXIGÊNIO INALATÓRIO 22/07/09 Reanimação neonatal Fluxo de O 2   ~ 5 L/min CATETER O oxigênio deve umidificado e aquecido quando fornecido por período superior a poucos minutos.
22/07/09 Reanimação neonatal
22/07/09 Reanimação neonatal RÓSEA OU ACROCIANOSE Retirada gradual  do O 2  inalatório COR CIANOSE PERSISTENTE Ventilação com  Pressão Positiva Passos Iniciais + O 2  inalatório Oxigênio Inalatório
LÍQUIDO AMNIÓTICO MECONIAL Calor radiante Posicionar Aspirar boca e nariz  Secar 22/07/09 Reanimação neonatal R. rítmica/regular e tônus em flexão e FC > 100 bpm R. irregular/ausente e/ou hipotonia e/ou   FC < 100 bpm Passos iniciais da reanimação Aspiração traqueal sob visualização direta Avaliar Respiração, FC e Cor para decidir  as próximas ações
LÍQUIDO AMNIÓTICO MECONIAL A enfermagem deverá estar atenta à história ou à presença de líquido meconial. Sempre que houver líquido meconial é obrigatória a presença do pediatra na sala de parto pela possível necessidade de intubação traqueal imediata do RN. 22/07/09 Reanimação neonatal Fornecer a cânula traqueal Após a intubação, conectar à cânula traqueal o dispositivo para aspirar mecônio, já ligado à fonte de vácuo. Oferece O 2  inalatório durante todo o procedimento. PAPEL DO AUXILIAR
LÍQUIDO AMNIÓTICO MECONIAL 22/07/09 Reanimação neonatal Pediatra aspira  boca e hipofaringe  com sonda traqueal n o  10 Auxiliar Respiração irregular/ausente e/ou hipotonia e/ou   FC < 100 bpm
22/07/09 Reanimação neonatal
22/07/09 Reanimação neonatal Respirando FC > 100 Cianose central AVALIAR Respiração FC e Cor NASCIMENTO Gestação de termo? Ausência de mecônio? Respirando ou chorando? Tônus muscular bom? PASSOS INICIAIS O 2  inalatório não 30 seg. VENTILAÇÃO COM  PRESSÃO POSITIVA  (VPP) R. Irregular ou ausente ou FC < 100 Cianose central persistente VPP
22/07/09 Reanimação neonatal PASSOS INICIAIS Apnéia ou gasping FC < 100 bpm Cianose central persistente VENTILAÇÃO COM PRESSÃO POSITIVA COM OXIGÊNIO A 100%
EQUIPAMENTOS PARA VPP 22/07/09 Reanimação neonatal Não há necessidade da fonte de gases para inflar o balão. É fácil de ser utilizado. BALÃO AUTO-INFLÁVEL
22/07/09 Reanimação neonatal Reservatório de oxigênio TIPOS: Entrada de O 2 Entrada de AR Válvula de escape RN Fonte de Oxigênio 5 l/min Saída para monitoração da pressão Características do balão auto-inflável
BALÃO AUTO-INFLÁVEL 90-100% O 2 22/07/09 Reanimação neonatal 21% O 2 100% O 2 O 2 O 2 AR 40% O 2 5 L/min. Porque é necessário o reservatório de oxigênio?
PREPARO PARA A APLICAÇÃO DO BALÃO E MÁSCARA 22/07/09 Reanimação neonatal Posicionar o bebê! Posicionar quem reanima! EVITAR !!! EVITAR !!! Posicionar o balão e máscara!
MÁSCARAS RNT e PT 22/07/09 Reanimação neonatal Redonda ou anatômica Cobrir ponta do queixo,  boca e nariz
22/07/09 Reanimação neonatal
QUAL A FREQÜÊNCIA? 22/07/09 Reanimação neonatal 40 a 60 movimentos/minuto “ aperta...” compressão “ solta...solta” liberação “ aperta...” compressão “ solta...solta” liberação
22/07/09 Reanimação neonatal
DURANTE A VPP OBSERVAR: 22/07/09 Reanimação neonatal Adaptação da máscara à face do RN Permeabilidade das vias aéreas Expansibilidade pulmonar
SINAIS DE VPP EFETIVA 22/07/09 Reanimação neonatal 1º Aumento da FC  2º Melhora da Cor e Tônus 3º Início da respiração regular
22/07/09 Reanimação neonatal O 2  inalatório Suspender gradativamente FC > 100 bpm  e Sem cianose central  e Respiração regular VPP + O 2  por 30 seg. RN  melhora 30 seg.
22/07/09 Reanimação neonatal Verificar... Técnica da VPP FC < 100 bpm  ou Cianose central  ou Respiração irregular VPP + O 2  por 30 seg. RN não melhora 30 seg.
MÁ VENTILAÇÃO  COM BALÃO E MÁSCARA Má adaptação da máscara   readaptar a máscara Vias aéreas não pérvias   reposicionar a cabeça   aspirar as secreções   ventilar c/ a boca levemente aberta Pressão insuficiente   aumentar a pressão 22/07/09 Reanimação neonatal
22/07/09 Reanimação neonatal Sonda gástrica Medir a distância da base do nariz ao lóbulo da orelha e deste até o apêndice xifóide
22/07/09 Reanimação neonatal NASCIMENTO 4 perguntas PASSOS INICIAIS 30 seg. VPP com B & CET R. Irregular/ausente ou FC < 100 bpm ou  Cianose persistente VPP com B&M 30 seg. R. Regular  e FC >100 bpm  e Róseo O 2  inalatório FC < 100 bpm ou RN não melhora Considerar intubação
INTUBAÇÃO TRAQUEAL 22/07/09 Reanimação neonatal INDICAÇÕES Necessidade de aspiração traqueal (mecônio) Ventilação com balão e máscara ineficaz ou prolongada Necessidade de massagem cardíaca  Suspeita ou presença de hérnia diafragmática Considerar intubação traqueal, em PT < 30 semanas, se há indicação de surfactante profilático
Diâmetro interno da cânula traqueal 22/07/09 Reanimação neonatal DI (mm) Peso (g) IG (sem) 2,5 < 1000 < 28 3,0 1000 a 2000 28 a 34 3,5 2000 a 3000 34 a 38 3,5 a 4,0 > 3000 > 38
22/07/09 Reanimação neonatal Prevenir contaminação Usar luvas estéreis. Limpeza das peças do laringoscópio  com água e sabão após cada uso. Utilizar cânula, sonda e fio-guia estéreis. Descartar sondas e cânulas após uso único.
DURANTE A INTUBAÇÃO 22/07/09 Reanimação neonatal Fixar a cabeça e segurar o recém-nascido se necessário Fornecer o material ao médico que  está intubando Auxiliar na aspiração de vias aéreas Pressionar a traquéia, se solicitado Oferecer oxigênio inalatório Papel do Auxiliar
22/07/09 Reanimação neonatal Estabilizar a cabeça Fornecer O 2  inalatório Pressionar a traquéia se necessário
22/07/09 Reanimação neonatal Auxiliar na fixação da CET durante a retirada do  laringoscópio e do fio-guia
TUBO TRAQUEAL PROFUNDIDADE DA INSERÇÃO 22/07/09 Reanimação neonatal
CUIDADOS DURANTE A INTUBAÇÃO 22/07/09 Reanimação neonatal 20 segundos! Pré-oxigenar antes de cada tentativa de intubação Oferecer oxigênio inalatório durante o procedimento Limitar o procedimento  em 20 segundos
22/07/09 Reanimação neonatal Fornecer o balão para iniciar  a Ventilação com Pressão Positiva!
22/07/09 Reanimação neonatal Melhora da FC e da cor Expansão torácica simétrica   Ausência de distensão gástrica durante a VPP MV torácico bilateral, na região axilar Entrada de ar ausente na região gástrica Presença de condensação de água na cânula Verificar se a posição da cânula está correta
22/07/09 Reanimação neonatal Fixar a Cânula Traqueal Limpeza da região com água destilada Esparadrapo
INTUBAÇÃO TRAQUEAL 22/07/09 Reanimação neonatal HIPÓXIA APNÉIA e/ou BRADICARDIA PNEUMOTÓRAX LESÃO DE PARTES MOLES ESÔFAGO OU TRAQUÉIA INFECÇÃO COMPLICAÇÕES
22/07/09 Reanimação neonatal 1º  Aumento da FC  2º  Melhora da Cor e Tônus 3º  Início da respiração regular Sinais de  VPP efetiva
VPP com técnica efetiva e O 2  100% 22/07/09 Reanimação neonatal FC < 60 bpm Continuar VPP com B&CET e O 2  100% Iniciar massagem cardíaca 30 seg.
MASSAGEM CARDÍACA 22/07/09 Reanimação neonatal Local de compressão Terço inferior do esterno
TÉCNICA Técnica dos polegares (preferível) 22/07/09 Reanimação neonatal
22/07/09 Reanimação neonatal
22/07/09 Reanimação neonatal Técnica dos 2 dedos
22/07/09 Reanimação neonatal
MASSAGEM CARDÍACA 22/07/09 Reanimação neonatal TEMPO DE COMPRESSÃO SÍSTOLE DIÁSTOLE TEMPO DE LIBERAÇÃO
FREQÜÊNCIA 22/07/09 Reanimação neonatal movimento  de ventilação movimentos  de massagem 1 3 (90/minuto) (30/minuto)
RITMO 22/07/09 Reanimação neonatal Mantenha o ritmo:  ( 1  e  2  e  3  e  ventila ...) Ventilação por pressão positiva e massagem cardíaca
A massagem cardíaca está sendo efetiva? É preferível, pois não precisa interromper a VPP Avaliar a FC por  6 segundos e multiplicar o valor obtido  por 10
22/07/09 Reanimação neonatal
22/07/09 Reanimação neonatal Interromper a MC Manter VPP (40-60 mpm) até FC > 100 bpm e respiração regular FC > 60 bpm VPP com B&CET e MC por 30 seg. 30 seg. RN  melhora
22/07/09 Reanimação neonatal Verificar... Posição da CET e  Técnica da VPP e Técnica da MC  RN não melhora 30 seg. FC < 60 bpm VPP com B&CET e MC por 30 seg.
RN não melhorou R. Irregular/ausente ou FC<100 bpm ou cianose persistente 22/07/09 Reanimação neonatal NASCIMENTO 4 perguntas 30 seg. 30 seg. FC<60 bpm Massagem Cardíaca VPP com B&M VPP com B&CET FC<60 bpm Medicações PASSOS INICIAIS 30 seg. Adrenalina e  Expansor  de volume
MEDICAÇÕES 22/07/09 Reanimação neonatal Separar o material necessário Preparar a adrenalina diluída nas seringas e identificá-las Auxiliar na administração por via endotraqueal ou umbilical Fornecer material e auxiliar no cateterismo de veia umbilical Papel do Auxiliar
22/07/09 Reanimação neonatal MEDICAÇÕES VIA PREFERENCIAL veia umbilical Cateter ou Sonda  traqueal 1 a 2 cm 0,5 a 1,0 mL SF 0,9% Após medicação, infundir
22/07/09 Reanimação neonatal VPP  após instilação da medicação SOMENTE ADRENALINA Administração endotraqueal
22/07/09 Reanimação neonatal VPP com B&CET e O 2  100% Massagem cardíaca FC < 60 bpm 30 seg. Continuar VPP com B&CET e O 2  100% Continuar massagem cardíaca Administrar adrenalina
22/07/09 Reanimação neonatal VPP e MC e Adrenalina FC < 60 bpm Verificar a posição da cânula  Verificar a técnica da VPP e da MC Repetir adrenalina EV a cada 3-5 minutos Considerar hipovolemia
22/07/09 Reanimação neonatal Concentração:  1/10.000 Preparo: 1 mL adrenalina 1/1.000 + 9 mL SF 0,9% Uso ET é recomendado. Pode-se aplicar por via traqueal uma única vez ( seringa de 5ml) enquanto a veia umbilical é cateterizada. ADRENALINA
22/07/09 Reanimação neonatal Concentração:  1/10.000 Preparo: 1 mL adrenalina 1/1.000 + 9 mL SF 0,9% Deixar preparado uma seringa com SF 0,9%, para infundir após a medicação Uso EV é recomendado. Pode-se aplicar por via traqueal uma única vez enquanto a v. umbilical  é cateterizada. ADRENALINA Uso EV  Solução a 1/10.000  0,1-0,3 mL/kg/dose (0,01-0,03 mg/kg) Seringas de 1,0 mL Uso ET único Solução a 1/10.000  0,3-1,0 mL/kg/dose (0,03-0,10 mg/kg) Seringa de 5,0 mL
22/07/09 Reanimação neonatal EXPANSORES DE VOLUME Indicações RN não melhora com VPP e MC e adrenalina. RN com evidências de perda sangüínea (DPP ou placenta prévia) e/ou sinais de choque (palidez, má perfusão periférica, pulsos finos e taquicardia ou bradicardia persistente).
22/07/09 Reanimação neonatal Como   usar Solução cristalóide   SF 0,9%   Ringer lactato Preparo   volume estimado em   seringas de 20 mL Dose   10 mL/kg   repetir s/n Via de infusão   veia umbilical Velocidade de infusão   5 a 10 minutos EXPANSORES DE VOLUME
22/07/09 Reanimação neonatal OBSERVE O RN !!! OLHE O TEMPO !!! Avaliar Respiração FC  e Cor Fornecer material Aspirar  as vias aéreas Ministrar O 2   inalatório Auxiliar na ventilação Preparar as medicações Ajudar na intubação Identificar  RN de risco
Textbook of Neonatal Resuscitation, 5th Ed. AAP/AHA; 2006 Texto disponível em www.sbp.com.br
Obrigada! 22/07/09 Reanimação neonatal

Reanimacao Neonatal

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    Enfermeira Mércia Lisieuxespecialista em gestão em infecção hospitalar e neonatologia REANIMAÇÃO NEONATAL
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    DEFINIÇÃO Reanimar orecém-nascido significa ressuscitar a criança no nascimento. 22/07/09 Reanimação neonatal
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    22/07/09 Reanimação neonatalAR AR AR TRANSIÇÃO CÁRDIO-RESPIRATÓRIA 1 as RESPIRAÇÕES Eliminação do líquido pulmonar Vasodilatação pulmonar feto RN
  • 4.
    Movimentos respiratórios rápidosapnéia primária gasping apnéia secundária Tempo de asfixia Conseqüências: Apnéia 1 ária e 2 ária Óbito  Freqüência Cardíaca  Débito Cardíaco  Pressão Arterial
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    Quanto maior ademora para iniciar a reanimação, mais difícil esta se torna e mais elevado é o risco de lesão cerebral. 22/07/09 Reanimação neonatal
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    22/07/09 Reanimação neonatalPREPARO PARA A REANIMAÇÃO HISTÓRIA MATERNA Intercorrências clínicas Intercorrências gestacionais Intercorrências no trabalho de parto e parto Líquido amniótico meconial? A gestação é de termo?
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    PREPARO PARA REANIMAÇÃO22/07/09 Reanimação neonatal EQUIPAMENTOS Fonte de calor radiante Fontes de O 2 e vácuo Material para aspiração Material para ventilação Material para intubação Medicações
  • 8.
    22/07/09 Reanimação neonatalPelo menos um profissional, cuja responsabilidade seja apenas o RN e capaz de iniciar todos os procedimentos de reanimação neonatal, deve estar presente em todo nascimento. PREPARO PARA A REANIMAÇÃO EQUIPE
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    MATERIAL PARA INTUBAÇÃO22/07/09 Reanimação neonatal
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    PRECAUÇÕES UNIVERSAIS AventalMáscara Gorro Luvas Óculos 22/07/09 Reanimação neonatal
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    ABC DA REANIMAÇÃOA – manter vias aéreas pérvias por meio de posicionamento adequado, aspiração; B – garantir a ventilação por meio de ventilação com pressão positiva; C – manter a circulação com massagem cardíaca e medicação. 22/07/09 Reanimação neonatal
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    Gestação de termo? Ausência de mecônio ? Respirando ou chorando? Tônus bom? 22/07/09 Reanimação neonatal IMEDIATAMENTE APÓS O CLAMPEAMENTO DO CORDÃO UMBILICAL
  • 14.
    Gestação a termo Sem mecônio Respirando ou chorando Tônus bom 22/07/09 Reanimação neonatal CUIDADOS DE ROTINA Prover calor Aspirar boca e nariz Secar e desprezar os campos úmidos Verificar a cor do RN Posicionar RN no tórax e/ou abdome materno
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    Prematuro OU Respiraçãoirregular/ausente OU Hipotonia 22/07/09 Reanimação neonatal PASSOS INICIAIS Prover calor Posicionar a cabeça Aspirar boca e nariz Secar e desprezar os campos úmidos Reposicionar o RN
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    FONTE DE CALORRADIANTE 22/07/09 Reanimação neonatal Manter a temp. axilar em  36,5  C EVITAR: hipotermia hipertermia
  • 18.
    MANUTENÇÃO DA TEMPERATURAEM PRÉ-TERMO Garantir o funcionamento da fonte de calor radiante Aumentar a temperatura da sala de parto Colocar colchão aquecido abaixo dos campos Recepcionar o RN em campos aquecidos Nos <29 semanas: envolver em papel filme (exceto a cabeça) Usar toucas de algodão Transportar em incubadora pré-aquecida 22/07/09 Reanimação neonatal Fazer todos as manobras da reanimação no RN envolvido em plástico.
  • 19.
    POSICIONAR A CABEÇA22/07/09 Reanimação neonatal Leve extensão do pescoço
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    ASPIRAR AS VIASAÉREAS 22/07/09 Reanimação neonatal 1 o 2 o Aspirar primeiro a boca e depois as narinas Empregar o bulbo ou sonda traqueal n o 8/10 Fazer movimentos suaves Usar pressão negativa de ~ 100 mmHg
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    22/07/09 Reanimação neonatalSecar e remover os campos úmidos Reposicionar a cabeça!
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    22/07/09 Reanimação neonatalRespirando FC > 100 Cianose central AVALIAR Respiração FC Cor NASCIMENTO Gestação de termo? Ausência de mecônio? Respirando ou chorando? Tônus muscular bom? Prover calor Posicionar cabeça e aspirar boca e narinas Secar e reposicionar Considerar O 2 inalatório não 30 seg. Oxigênio Inalatório
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    OXIGÊNIO INALATÓRIO 22/07/09Reanimação neonatal Fluxo de O 2 ~ 5 L/min CATETER O oxigênio deve umidificado e aquecido quando fornecido por período superior a poucos minutos.
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    22/07/09 Reanimação neonatalRÓSEA OU ACROCIANOSE Retirada gradual do O 2 inalatório COR CIANOSE PERSISTENTE Ventilação com Pressão Positiva Passos Iniciais + O 2 inalatório Oxigênio Inalatório
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    LÍQUIDO AMNIÓTICO MECONIALCalor radiante Posicionar Aspirar boca e nariz Secar 22/07/09 Reanimação neonatal R. rítmica/regular e tônus em flexão e FC > 100 bpm R. irregular/ausente e/ou hipotonia e/ou FC < 100 bpm Passos iniciais da reanimação Aspiração traqueal sob visualização direta Avaliar Respiração, FC e Cor para decidir as próximas ações
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    LÍQUIDO AMNIÓTICO MECONIALA enfermagem deverá estar atenta à história ou à presença de líquido meconial. Sempre que houver líquido meconial é obrigatória a presença do pediatra na sala de parto pela possível necessidade de intubação traqueal imediata do RN. 22/07/09 Reanimação neonatal Fornecer a cânula traqueal Após a intubação, conectar à cânula traqueal o dispositivo para aspirar mecônio, já ligado à fonte de vácuo. Oferece O 2 inalatório durante todo o procedimento. PAPEL DO AUXILIAR
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    LÍQUIDO AMNIÓTICO MECONIAL22/07/09 Reanimação neonatal Pediatra aspira boca e hipofaringe com sonda traqueal n o 10 Auxiliar Respiração irregular/ausente e/ou hipotonia e/ou FC < 100 bpm
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    22/07/09 Reanimação neonatalRespirando FC > 100 Cianose central AVALIAR Respiração FC e Cor NASCIMENTO Gestação de termo? Ausência de mecônio? Respirando ou chorando? Tônus muscular bom? PASSOS INICIAIS O 2 inalatório não 30 seg. VENTILAÇÃO COM PRESSÃO POSITIVA (VPP) R. Irregular ou ausente ou FC < 100 Cianose central persistente VPP
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    22/07/09 Reanimação neonatalPASSOS INICIAIS Apnéia ou gasping FC < 100 bpm Cianose central persistente VENTILAÇÃO COM PRESSÃO POSITIVA COM OXIGÊNIO A 100%
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    EQUIPAMENTOS PARA VPP22/07/09 Reanimação neonatal Não há necessidade da fonte de gases para inflar o balão. É fácil de ser utilizado. BALÃO AUTO-INFLÁVEL
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    22/07/09 Reanimação neonatalReservatório de oxigênio TIPOS: Entrada de O 2 Entrada de AR Válvula de escape RN Fonte de Oxigênio 5 l/min Saída para monitoração da pressão Características do balão auto-inflável
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    BALÃO AUTO-INFLÁVEL 90-100%O 2 22/07/09 Reanimação neonatal 21% O 2 100% O 2 O 2 O 2 AR 40% O 2 5 L/min. Porque é necessário o reservatório de oxigênio?
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    PREPARO PARA AAPLICAÇÃO DO BALÃO E MÁSCARA 22/07/09 Reanimação neonatal Posicionar o bebê! Posicionar quem reanima! EVITAR !!! EVITAR !!! Posicionar o balão e máscara!
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    MÁSCARAS RNT ePT 22/07/09 Reanimação neonatal Redonda ou anatômica Cobrir ponta do queixo, boca e nariz
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  • 39.
    QUAL A FREQÜÊNCIA?22/07/09 Reanimação neonatal 40 a 60 movimentos/minuto “ aperta...” compressão “ solta...solta” liberação “ aperta...” compressão “ solta...solta” liberação
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    DURANTE A VPPOBSERVAR: 22/07/09 Reanimação neonatal Adaptação da máscara à face do RN Permeabilidade das vias aéreas Expansibilidade pulmonar
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    SINAIS DE VPPEFETIVA 22/07/09 Reanimação neonatal 1º Aumento da FC 2º Melhora da Cor e Tônus 3º Início da respiração regular
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    22/07/09 Reanimação neonatalO 2 inalatório Suspender gradativamente FC > 100 bpm e Sem cianose central e Respiração regular VPP + O 2 por 30 seg. RN melhora 30 seg.
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    22/07/09 Reanimação neonatalVerificar... Técnica da VPP FC < 100 bpm ou Cianose central ou Respiração irregular VPP + O 2 por 30 seg. RN não melhora 30 seg.
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    MÁ VENTILAÇÃO COM BALÃO E MÁSCARA Má adaptação da máscara  readaptar a máscara Vias aéreas não pérvias  reposicionar a cabeça  aspirar as secreções  ventilar c/ a boca levemente aberta Pressão insuficiente  aumentar a pressão 22/07/09 Reanimação neonatal
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    22/07/09 Reanimação neonatalSonda gástrica Medir a distância da base do nariz ao lóbulo da orelha e deste até o apêndice xifóide
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    22/07/09 Reanimação neonatalNASCIMENTO 4 perguntas PASSOS INICIAIS 30 seg. VPP com B & CET R. Irregular/ausente ou FC < 100 bpm ou Cianose persistente VPP com B&M 30 seg. R. Regular e FC >100 bpm e Róseo O 2 inalatório FC < 100 bpm ou RN não melhora Considerar intubação
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    INTUBAÇÃO TRAQUEAL 22/07/09Reanimação neonatal INDICAÇÕES Necessidade de aspiração traqueal (mecônio) Ventilação com balão e máscara ineficaz ou prolongada Necessidade de massagem cardíaca Suspeita ou presença de hérnia diafragmática Considerar intubação traqueal, em PT < 30 semanas, se há indicação de surfactante profilático
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    Diâmetro interno dacânula traqueal 22/07/09 Reanimação neonatal DI (mm) Peso (g) IG (sem) 2,5 < 1000 < 28 3,0 1000 a 2000 28 a 34 3,5 2000 a 3000 34 a 38 3,5 a 4,0 > 3000 > 38
  • 50.
    22/07/09 Reanimação neonatalPrevenir contaminação Usar luvas estéreis. Limpeza das peças do laringoscópio com água e sabão após cada uso. Utilizar cânula, sonda e fio-guia estéreis. Descartar sondas e cânulas após uso único.
  • 51.
    DURANTE A INTUBAÇÃO22/07/09 Reanimação neonatal Fixar a cabeça e segurar o recém-nascido se necessário Fornecer o material ao médico que está intubando Auxiliar na aspiração de vias aéreas Pressionar a traquéia, se solicitado Oferecer oxigênio inalatório Papel do Auxiliar
  • 52.
    22/07/09 Reanimação neonatalEstabilizar a cabeça Fornecer O 2 inalatório Pressionar a traquéia se necessário
  • 53.
    22/07/09 Reanimação neonatalAuxiliar na fixação da CET durante a retirada do laringoscópio e do fio-guia
  • 54.
    TUBO TRAQUEAL PROFUNDIDADEDA INSERÇÃO 22/07/09 Reanimação neonatal
  • 55.
    CUIDADOS DURANTE AINTUBAÇÃO 22/07/09 Reanimação neonatal 20 segundos! Pré-oxigenar antes de cada tentativa de intubação Oferecer oxigênio inalatório durante o procedimento Limitar o procedimento em 20 segundos
  • 56.
    22/07/09 Reanimação neonatalFornecer o balão para iniciar a Ventilação com Pressão Positiva!
  • 57.
    22/07/09 Reanimação neonatalMelhora da FC e da cor Expansão torácica simétrica Ausência de distensão gástrica durante a VPP MV torácico bilateral, na região axilar Entrada de ar ausente na região gástrica Presença de condensação de água na cânula Verificar se a posição da cânula está correta
  • 58.
    22/07/09 Reanimação neonatalFixar a Cânula Traqueal Limpeza da região com água destilada Esparadrapo
  • 59.
    INTUBAÇÃO TRAQUEAL 22/07/09Reanimação neonatal HIPÓXIA APNÉIA e/ou BRADICARDIA PNEUMOTÓRAX LESÃO DE PARTES MOLES ESÔFAGO OU TRAQUÉIA INFECÇÃO COMPLICAÇÕES
  • 60.
    22/07/09 Reanimação neonatal1º Aumento da FC 2º Melhora da Cor e Tônus 3º Início da respiração regular Sinais de VPP efetiva
  • 61.
    VPP com técnicaefetiva e O 2 100% 22/07/09 Reanimação neonatal FC < 60 bpm Continuar VPP com B&CET e O 2 100% Iniciar massagem cardíaca 30 seg.
  • 62.
    MASSAGEM CARDÍACA 22/07/09Reanimação neonatal Local de compressão Terço inferior do esterno
  • 63.
    TÉCNICA Técnica dospolegares (preferível) 22/07/09 Reanimação neonatal
  • 64.
  • 65.
    22/07/09 Reanimação neonatalTécnica dos 2 dedos
  • 66.
  • 67.
    MASSAGEM CARDÍACA 22/07/09Reanimação neonatal TEMPO DE COMPRESSÃO SÍSTOLE DIÁSTOLE TEMPO DE LIBERAÇÃO
  • 68.
    FREQÜÊNCIA 22/07/09 Reanimaçãoneonatal movimento de ventilação movimentos de massagem 1 3 (90/minuto) (30/minuto)
  • 69.
    RITMO 22/07/09 Reanimaçãoneonatal Mantenha o ritmo: ( 1 e 2 e 3 e ventila ...) Ventilação por pressão positiva e massagem cardíaca
  • 70.
    A massagem cardíacaestá sendo efetiva? É preferível, pois não precisa interromper a VPP Avaliar a FC por 6 segundos e multiplicar o valor obtido por 10
  • 71.
  • 72.
    22/07/09 Reanimação neonatalInterromper a MC Manter VPP (40-60 mpm) até FC > 100 bpm e respiração regular FC > 60 bpm VPP com B&CET e MC por 30 seg. 30 seg. RN melhora
  • 73.
    22/07/09 Reanimação neonatalVerificar... Posição da CET e Técnica da VPP e Técnica da MC RN não melhora 30 seg. FC < 60 bpm VPP com B&CET e MC por 30 seg.
  • 74.
    RN não melhorouR. Irregular/ausente ou FC<100 bpm ou cianose persistente 22/07/09 Reanimação neonatal NASCIMENTO 4 perguntas 30 seg. 30 seg. FC<60 bpm Massagem Cardíaca VPP com B&M VPP com B&CET FC<60 bpm Medicações PASSOS INICIAIS 30 seg. Adrenalina e Expansor de volume
  • 75.
    MEDICAÇÕES 22/07/09 Reanimaçãoneonatal Separar o material necessário Preparar a adrenalina diluída nas seringas e identificá-las Auxiliar na administração por via endotraqueal ou umbilical Fornecer material e auxiliar no cateterismo de veia umbilical Papel do Auxiliar
  • 76.
    22/07/09 Reanimação neonatalMEDICAÇÕES VIA PREFERENCIAL veia umbilical Cateter ou Sonda traqueal 1 a 2 cm 0,5 a 1,0 mL SF 0,9% Após medicação, infundir
  • 77.
    22/07/09 Reanimação neonatalVPP após instilação da medicação SOMENTE ADRENALINA Administração endotraqueal
  • 78.
    22/07/09 Reanimação neonatalVPP com B&CET e O 2 100% Massagem cardíaca FC < 60 bpm 30 seg. Continuar VPP com B&CET e O 2 100% Continuar massagem cardíaca Administrar adrenalina
  • 79.
    22/07/09 Reanimação neonatalVPP e MC e Adrenalina FC < 60 bpm Verificar a posição da cânula Verificar a técnica da VPP e da MC Repetir adrenalina EV a cada 3-5 minutos Considerar hipovolemia
  • 80.
    22/07/09 Reanimação neonatalConcentração: 1/10.000 Preparo: 1 mL adrenalina 1/1.000 + 9 mL SF 0,9% Uso ET é recomendado. Pode-se aplicar por via traqueal uma única vez ( seringa de 5ml) enquanto a veia umbilical é cateterizada. ADRENALINA
  • 81.
    22/07/09 Reanimação neonatalConcentração: 1/10.000 Preparo: 1 mL adrenalina 1/1.000 + 9 mL SF 0,9% Deixar preparado uma seringa com SF 0,9%, para infundir após a medicação Uso EV é recomendado. Pode-se aplicar por via traqueal uma única vez enquanto a v. umbilical é cateterizada. ADRENALINA Uso EV Solução a 1/10.000 0,1-0,3 mL/kg/dose (0,01-0,03 mg/kg) Seringas de 1,0 mL Uso ET único Solução a 1/10.000 0,3-1,0 mL/kg/dose (0,03-0,10 mg/kg) Seringa de 5,0 mL
  • 82.
    22/07/09 Reanimação neonatalEXPANSORES DE VOLUME Indicações RN não melhora com VPP e MC e adrenalina. RN com evidências de perda sangüínea (DPP ou placenta prévia) e/ou sinais de choque (palidez, má perfusão periférica, pulsos finos e taquicardia ou bradicardia persistente).
  • 83.
    22/07/09 Reanimação neonatalComo usar Solução cristalóide  SF 0,9%  Ringer lactato Preparo  volume estimado em seringas de 20 mL Dose  10 mL/kg  repetir s/n Via de infusão  veia umbilical Velocidade de infusão  5 a 10 minutos EXPANSORES DE VOLUME
  • 84.
    22/07/09 Reanimação neonatalOBSERVE O RN !!! OLHE O TEMPO !!! Avaliar Respiração FC e Cor Fornecer material Aspirar as vias aéreas Ministrar O 2 inalatório Auxiliar na ventilação Preparar as medicações Ajudar na intubação Identificar RN de risco
  • 85.
    Textbook of NeonatalResuscitation, 5th Ed. AAP/AHA; 2006 Texto disponível em www.sbp.com.br
  • 86.