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JOZIANE ALBINA BRUNELLI
   O hemograma é uma das análises de
    sangue mais úteis e mais solicitadas na
    prática médica
    O hemograma é solicitado quando o
    objetivo é ter informações sobre as células
    do sangue,
   No nosso sangue circulam três tipos
    básicos de células, todas produzidas na
    medula óssea. São estas células que
    estudamos através do hemograma:

    - Hemácias (glóbulos vermelhos)
    - Leucócitos (glóbulos brancos)
    - Plaquetas
   Os atuais valores de referência do hemograma
    foram estabelecidos na década de 1960 após
    observação de vários indivíduos sem doenças. O
    que é considerado normal é na verdade os
    valores que ocorrem em 95% da população sadia.
    5% das pessoas sem problemas médicos podem
    ter valores do hemograma fora da faixa de
    referência (2,5% um pouco abaixo e outros 2,5%
    um pouco acima).
   Portanto, pequenas variações para mais
    ou para menos, não necessariamente
    indicam alguma doença.
    Obviamente, quanto mais afastado um
    resultado se encontra do valor de
    referência, maior a chance disto
    verdadeiramente representar alguma
    patologia.
   O eritrograma é a primeira parte do
    hemograma. É o estudo dos glóbulos
    vermelhos, ou, das hemácias, também
    chamadas de eritrócitos.
   Os três primeiros
    dados, contagem de
    hemácias, hemoglobina e
    hematócrito, são
    analisados em conjunto.
    Quando estão
    reduzidos, indicam anemia

   Quando estão elevados
    indicam policitemia, que é o
    excesso de hemácias
    circulantes.
   O hematócrito é o percentual do sangue que é ocupado
    pelas hemácias. Um hematócrito de 45% significa que 45%
    do sangue é compostos por hemácias. Os outros 55% são
    basicamente água e todas as outras substâncias diluídas.
    Pode-se notar, portanto, que praticamente metade do sangue
    é na verdade composto por células vermelhas.

    Se por um lado, a falta de hemácias prejudica o transporte de
    oxigênio, por outro, células vermelhas em excesso deixam o
    sangue muito espesso, atrapalhando seu fluxo e favorecendo
    a formação de coágulos.
   é uma molécula que
    fica dentro da
    hemácia. É a
    responsável pelo
    transporte de oxigênio.
    Na prática, a dosagem
    de hemoglobina acaba
    sendo a mais precisa
    na avaliação de uma
    anemia.
   mede o tamanho das hemácias. Um VCM elevado indica hemácias
    macrocíticas, ou seja, hemácias grandes. VCM reduzidos indicam
    hemácias microcíticas, ou de tamanhos diminuídos.
    Esse dado ajuda a diferenciar os vários tipos de anemia.
   Por exemplo, anemias por carência de ácido fólico cursam com
    hemácias grandes, enquanto que anemias por falta de ferro se
    apresentam com hemácias pequenas.

   Existem também as anemias com hemácias de tamanho normal.
   Alcoolismo é uma causa de VCM aumentado (macrocitose) sem
    anemia
   ou CHGM (concentração de hemoglobina
    globular média) avalia a concentração de
    hemoglobina dentro da hemácia.

    O HCM (hemoglobina corpuscular
    média) ou HGM (hemoglobina globular
    média) é o peso da hemoglobina dentro das
    hemácias.
   Os dois valores indicam basicamente a
    mesma coisa, a quantidade de hemoglobina
    nas hemácias. Quando as hemácias têm
    pouca hemoglobina, elas são ditas
    hipocrômicas. Quando têm muita, são
    hipercrômicas.

    Assim como o VCM , o HCM e o CHCM
    também são usados para diferenciar os
    vários tipos de anemia.
   O RDW é um índice que avalia a diferença
    de tamanho entra as hemácias. Quando este
    está elevado significa que existem muitas
    hemácias de tamanhos diferentes circulando.
    Isso pode indicar hemácias com problemas
    na sua morfologia. É muito comum RDW
    elevado, por exemplo, na carência de
    ferro, onde a falta deste elemento impede a
    formação da hemoglobina normal, levando à
    formação de uma hemácia de tamanho
    reduzido.
   O leucograma é a parte do hemograma que avalia os leucócitos.
    Estes são também conhecidos como série branca ou glóbulos
    brancos. São as células de defesa responsáveis por combater
    agentes invasores.
    Os leucócitos são, na verdade, um grupo de diferentes células, com
    diferentes funções no sistema imune. Alguns leucócitos atacam
    diretamente o invasor, outros produzem anticorpos, outros apenas
    fazem a identificação e assim por diante.
     O valor normal dos leucócitos varia entre 5000 e 10000 células por
    ml.

    Existem cinco tipos de leucócitos, cada um com suas
    particularidades, a saber:
neutrófilo   eosinófilo     basófilo




 Linfócito       monócito      macrófago
   Neutrófilos
    O neutrófilo é o tipo de leucócito mais
    comum. Representam em média de 45% a
    75% dos leucócitos circulantes. Os
    neutrófilos são especializados no combate
    a bactérias. Quando há uma infecção
    bacteriana, a medula óssea aumenta a sua
    produção, fazendo com que sua
    concentração sanguínea se eleve.
    Portanto, quando temos um aumento do
    número de leucócitos totais, causado
    basicamente pela elevação dos
    neutrófilos, estamos provavelmente diante
    de um quadro infeccioso bacteriano.
   Os neutrófilos tem um tempo de vida de
    aproximadamente 24-48 horas. Por
    isso, assim que o processo infeccioso é
    controlado, a medula reduz a produção de
    novas células e seu níveis sanguíneos
    retornam rapidamente aos valores basais.
   Neutrofilia = é o termo usado quando há um
    aumento do número de neutrófilos.
    Neutropenia = é o termo usado quando há
    uma redução do número de neutrófilos.
   Os segmentados ou bastões são os neutrófilos
    jovens. Quando estamos infectados, a medula óssea
    aumenta rapidamente a produção de leucócitos e
    acaba por lançar na corrente sanguínea neutrófilos
    jovens recém-produzidos. A infecção deve ser
    controlada rapidamente, por isso, não há tempo para
    esperar que essas células fiquem maduras antes de
    lançá-las ao combate.
    Normalmente, apenas 4 a 5% dos neutrófilos
    circulantes são bastões. A presença de um percentual
    maior de células jovens é uma dica de que possa
    haver um processo infeccioso em curso.
   Em medicina, quando o hemograma
    apresenta muitos bastões chamamos este
    achado de "desvio à esquerda". Esta
    denominação deriva do fato dos
    laboratórios fazerem a listagem dos
    diferentes tipos de leucócitos colocando
    seus valores um ao lado do outro. Como
    os bastões costumam estar à esquerda na
    lista, quando há um aumento do seu
    número diz-se que há um desvio para a
    esquerda no hemograma.
   Os linfócitos são o segundo tipo mais
    comum de glóbulos brancos.
    Representam de 15 a 45% dos
    leucócitos no sangue.
    Os linfócitos são as principais linhas de
    defesa contra infecções por vírus e
    contra o surgimento de tumores. São
    eles também os responsáveis pela
    produção dos anticorpos.
    Quando temos um processo viral em
    curso, é comum que o número de
    linfócitos aumente, às
    vezes, ultrapassando o número de
    neutrófilos e tornando-se o tipo de
    leucócito mais presente na circulação.
   Os linfócitos são as células que fazem o
    reconhecimento de organismos estranhos, iniciando o
    processo de ativação do sistema imune. Os linfócitos
    são, por exemplo, as células que iniciam o processo
    de rejeição nos transplantes de órgãos
    Os linfócitos também são as células atacadas pelo
    vírus HIV. Este é um dos motivos da AIDS (SIDA)
    causar imunossupressão e levar a quadros de
    infecções oportunistas.
    Linfocitose = é o termo usado quando há um aumento
    do número de linfócitos.
    Linfopenia = é o termo usado quando há redução do
    número de linfócitos.
   Os monócitos normalmente representam de 3 a
    10% dos leucócitos circulantes. São ativados
    tanto em processos virais quanto bacterianos.
    Quando um tecido está sendo invadido por algum
    germe o sistema imune encaminha os monócitos
    para o local infectado. Este se
    ativa, transformando-se em macrófago, uma
    célula capaz de "comer" micro-organismos
    invasores.
    Os monócitos tipicamente se elevam nos casos
    de infecções, principalmente naquelas mais
    crônicas como a tuberculose
Interpretação do hemograma
   Os eosinófilos são os leucócitos responsáveis pelo
    combate de parasitas e pelo mecanismo da alergia.
    Apenas 1 a 5% dos leucócitos circulantes são
    eosinófilos.
    O aumento de eosinófilos ocorre em pessoas
    alérgicas, asmáticas ou em casos de infecção
    intestinal por parasita.
   .Eosinofilia = é o termo usado quando há aumento do
    número de eosinófilos
   Eosinopenia = é o termo usado quando há redução do
    número de eosinófilos
Interpretação do hemograma
   Os basófilos são o
    tipo menos comum de
    leucócitos no sangue.
    Representam de 0 a
    2% dos glóbulos
    brancos. Sua
    elevação
    normalmente ocorre
    em processos
    alérgicos e estados
    de inflamação
    crônica.
   Grandes elevações podem ocorrer nas
    leucemias, que nada mais é que o câncer dos
    leucócitos. Enquanto processos infecciosos
    podem elevar os leucócitos até 20.000-30.000
    células/ml, na leucemia estes valores ultrapassam
    facilmente os 50.000 cel/ml.
    As leucopenias normalmente ocorrem por lesões
    na medula óssea. Podem ser por
    quimioterapia, por drogas, por invasão de células
    cancerígenas ou por invasão por micro-
    organismos.
   As plaquetas são as células responsáveis pelo início do
    processo de coagulação. Quando um tecido de qualquer
    vaso sanguíneo é lesado, o organismo rapidamente
    encaminha as plaquetas ao local da lesão. As plaquetas se
    agrupam e formam um trombo, uma espécie de rolha ou
    tampão, que imediatamente estanca o sangramento.
    Graças à ação das plaquetas, o organismo tem tempo de
    reparar os tecido lesados sem que haja muita perda de
    sangue.

    O valor normal das plaquetas varia entre 150.000 a
    450.000 por microlitro (uL). Porém, até valores próximos de
    50.000, o organismo não apresenta dificuldades em iniciar
    a coagulação.
Interpretação do hemograma
   Quando os valores se encontram abaixo das
    10.000 plaquetas/uL há risco de morte uma vez
    que pode haver sangramentos espontâneos.
    Trombocitopenia é como chamamos a redução da
    concentração de plaquetas no sangue.
    Trombocitose é o aumento.
    A dosagem de plaquetas é importante antes de
    cirurgias e para avaliar quadro de sangramentos
    sem causa definida.
   Quando temos redução de duas das três linhagens de
    células do sangue, chamamos de bicitopenia. Quando
    os três tipos de células estão reduzidos, damos o
    nome de pancitopenia. Doenças que cursam com
    inflamação crônica, podem se apresentar com
    redução de uma, duas ou das três linhagens . Na
    verdade, qualquer agressão à medula óssea, seja por
    medicamentos, infecções ou doenças, pode causar
    diminuição da produção das células do sangue.
    Não é preciso nenhuma preparação, nem estar em
    jejum, para se colher sangue para o hemograma.
fim

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Interpretação do hemograma

  • 2. O hemograma é uma das análises de sangue mais úteis e mais solicitadas na prática médica O hemograma é solicitado quando o objetivo é ter informações sobre as células do sangue,
  • 3. No nosso sangue circulam três tipos básicos de células, todas produzidas na medula óssea. São estas células que estudamos através do hemograma: - Hemácias (glóbulos vermelhos) - Leucócitos (glóbulos brancos) - Plaquetas
  • 4. Os atuais valores de referência do hemograma foram estabelecidos na década de 1960 após observação de vários indivíduos sem doenças. O que é considerado normal é na verdade os valores que ocorrem em 95% da população sadia.  5% das pessoas sem problemas médicos podem ter valores do hemograma fora da faixa de referência (2,5% um pouco abaixo e outros 2,5% um pouco acima).
  • 5. Portanto, pequenas variações para mais ou para menos, não necessariamente indicam alguma doença. Obviamente, quanto mais afastado um resultado se encontra do valor de referência, maior a chance disto verdadeiramente representar alguma patologia.
  • 6. O eritrograma é a primeira parte do hemograma. É o estudo dos glóbulos vermelhos, ou, das hemácias, também chamadas de eritrócitos.
  • 7. Os três primeiros dados, contagem de hemácias, hemoglobina e hematócrito, são analisados em conjunto. Quando estão reduzidos, indicam anemia  Quando estão elevados indicam policitemia, que é o excesso de hemácias circulantes.
  • 8. O hematócrito é o percentual do sangue que é ocupado pelas hemácias. Um hematócrito de 45% significa que 45% do sangue é compostos por hemácias. Os outros 55% são basicamente água e todas as outras substâncias diluídas. Pode-se notar, portanto, que praticamente metade do sangue é na verdade composto por células vermelhas.  Se por um lado, a falta de hemácias prejudica o transporte de oxigênio, por outro, células vermelhas em excesso deixam o sangue muito espesso, atrapalhando seu fluxo e favorecendo a formação de coágulos.
  • 9. é uma molécula que fica dentro da hemácia. É a responsável pelo transporte de oxigênio. Na prática, a dosagem de hemoglobina acaba sendo a mais precisa na avaliação de uma anemia.
  • 10. mede o tamanho das hemácias. Um VCM elevado indica hemácias macrocíticas, ou seja, hemácias grandes. VCM reduzidos indicam hemácias microcíticas, ou de tamanhos diminuídos. Esse dado ajuda a diferenciar os vários tipos de anemia.  Por exemplo, anemias por carência de ácido fólico cursam com hemácias grandes, enquanto que anemias por falta de ferro se apresentam com hemácias pequenas.  Existem também as anemias com hemácias de tamanho normal.  Alcoolismo é uma causa de VCM aumentado (macrocitose) sem anemia
  • 11. ou CHGM (concentração de hemoglobina globular média) avalia a concentração de hemoglobina dentro da hemácia. O HCM (hemoglobina corpuscular média) ou HGM (hemoglobina globular média) é o peso da hemoglobina dentro das hemácias.
  • 12. Os dois valores indicam basicamente a mesma coisa, a quantidade de hemoglobina nas hemácias. Quando as hemácias têm pouca hemoglobina, elas são ditas hipocrômicas. Quando têm muita, são hipercrômicas. Assim como o VCM , o HCM e o CHCM também são usados para diferenciar os vários tipos de anemia.
  • 13. O RDW é um índice que avalia a diferença de tamanho entra as hemácias. Quando este está elevado significa que existem muitas hemácias de tamanhos diferentes circulando. Isso pode indicar hemácias com problemas na sua morfologia. É muito comum RDW elevado, por exemplo, na carência de ferro, onde a falta deste elemento impede a formação da hemoglobina normal, levando à formação de uma hemácia de tamanho reduzido.
  • 14. O leucograma é a parte do hemograma que avalia os leucócitos. Estes são também conhecidos como série branca ou glóbulos brancos. São as células de defesa responsáveis por combater agentes invasores. Os leucócitos são, na verdade, um grupo de diferentes células, com diferentes funções no sistema imune. Alguns leucócitos atacam diretamente o invasor, outros produzem anticorpos, outros apenas fazem a identificação e assim por diante. O valor normal dos leucócitos varia entre 5000 e 10000 células por ml. Existem cinco tipos de leucócitos, cada um com suas particularidades, a saber:
  • 15. neutrófilo eosinófilo basófilo Linfócito monócito macrófago
  • 16. Neutrófilos O neutrófilo é o tipo de leucócito mais comum. Representam em média de 45% a 75% dos leucócitos circulantes. Os neutrófilos são especializados no combate a bactérias. Quando há uma infecção bacteriana, a medula óssea aumenta a sua produção, fazendo com que sua concentração sanguínea se eleve. Portanto, quando temos um aumento do número de leucócitos totais, causado basicamente pela elevação dos neutrófilos, estamos provavelmente diante de um quadro infeccioso bacteriano.
  • 17. Os neutrófilos tem um tempo de vida de aproximadamente 24-48 horas. Por isso, assim que o processo infeccioso é controlado, a medula reduz a produção de novas células e seu níveis sanguíneos retornam rapidamente aos valores basais.  Neutrofilia = é o termo usado quando há um aumento do número de neutrófilos. Neutropenia = é o termo usado quando há uma redução do número de neutrófilos.
  • 18. Os segmentados ou bastões são os neutrófilos jovens. Quando estamos infectados, a medula óssea aumenta rapidamente a produção de leucócitos e acaba por lançar na corrente sanguínea neutrófilos jovens recém-produzidos. A infecção deve ser controlada rapidamente, por isso, não há tempo para esperar que essas células fiquem maduras antes de lançá-las ao combate.  Normalmente, apenas 4 a 5% dos neutrófilos circulantes são bastões. A presença de um percentual maior de células jovens é uma dica de que possa haver um processo infeccioso em curso.
  • 19. Em medicina, quando o hemograma apresenta muitos bastões chamamos este achado de "desvio à esquerda". Esta denominação deriva do fato dos laboratórios fazerem a listagem dos diferentes tipos de leucócitos colocando seus valores um ao lado do outro. Como os bastões costumam estar à esquerda na lista, quando há um aumento do seu número diz-se que há um desvio para a esquerda no hemograma.
  • 20. Os linfócitos são o segundo tipo mais comum de glóbulos brancos. Representam de 15 a 45% dos leucócitos no sangue. Os linfócitos são as principais linhas de defesa contra infecções por vírus e contra o surgimento de tumores. São eles também os responsáveis pela produção dos anticorpos. Quando temos um processo viral em curso, é comum que o número de linfócitos aumente, às vezes, ultrapassando o número de neutrófilos e tornando-se o tipo de leucócito mais presente na circulação.
  • 21. Os linfócitos são as células que fazem o reconhecimento de organismos estranhos, iniciando o processo de ativação do sistema imune. Os linfócitos são, por exemplo, as células que iniciam o processo de rejeição nos transplantes de órgãos Os linfócitos também são as células atacadas pelo vírus HIV. Este é um dos motivos da AIDS (SIDA) causar imunossupressão e levar a quadros de infecções oportunistas. Linfocitose = é o termo usado quando há um aumento do número de linfócitos. Linfopenia = é o termo usado quando há redução do número de linfócitos.
  • 22. Os monócitos normalmente representam de 3 a 10% dos leucócitos circulantes. São ativados tanto em processos virais quanto bacterianos. Quando um tecido está sendo invadido por algum germe o sistema imune encaminha os monócitos para o local infectado. Este se ativa, transformando-se em macrófago, uma célula capaz de "comer" micro-organismos invasores. Os monócitos tipicamente se elevam nos casos de infecções, principalmente naquelas mais crônicas como a tuberculose
  • 24. Os eosinófilos são os leucócitos responsáveis pelo combate de parasitas e pelo mecanismo da alergia. Apenas 1 a 5% dos leucócitos circulantes são eosinófilos. O aumento de eosinófilos ocorre em pessoas alérgicas, asmáticas ou em casos de infecção intestinal por parasita.  .Eosinofilia = é o termo usado quando há aumento do número de eosinófilos  Eosinopenia = é o termo usado quando há redução do número de eosinófilos
  • 26. Os basófilos são o tipo menos comum de leucócitos no sangue. Representam de 0 a 2% dos glóbulos brancos. Sua elevação normalmente ocorre em processos alérgicos e estados de inflamação crônica.
  • 27. Grandes elevações podem ocorrer nas leucemias, que nada mais é que o câncer dos leucócitos. Enquanto processos infecciosos podem elevar os leucócitos até 20.000-30.000 células/ml, na leucemia estes valores ultrapassam facilmente os 50.000 cel/ml. As leucopenias normalmente ocorrem por lesões na medula óssea. Podem ser por quimioterapia, por drogas, por invasão de células cancerígenas ou por invasão por micro- organismos.
  • 28. As plaquetas são as células responsáveis pelo início do processo de coagulação. Quando um tecido de qualquer vaso sanguíneo é lesado, o organismo rapidamente encaminha as plaquetas ao local da lesão. As plaquetas se agrupam e formam um trombo, uma espécie de rolha ou tampão, que imediatamente estanca o sangramento. Graças à ação das plaquetas, o organismo tem tempo de reparar os tecido lesados sem que haja muita perda de sangue. O valor normal das plaquetas varia entre 150.000 a 450.000 por microlitro (uL). Porém, até valores próximos de 50.000, o organismo não apresenta dificuldades em iniciar a coagulação.
  • 30. Quando os valores se encontram abaixo das 10.000 plaquetas/uL há risco de morte uma vez que pode haver sangramentos espontâneos. Trombocitopenia é como chamamos a redução da concentração de plaquetas no sangue. Trombocitose é o aumento. A dosagem de plaquetas é importante antes de cirurgias e para avaliar quadro de sangramentos sem causa definida.
  • 31. Quando temos redução de duas das três linhagens de células do sangue, chamamos de bicitopenia. Quando os três tipos de células estão reduzidos, damos o nome de pancitopenia. Doenças que cursam com inflamação crônica, podem se apresentar com redução de uma, duas ou das três linhagens . Na verdade, qualquer agressão à medula óssea, seja por medicamentos, infecções ou doenças, pode causar diminuição da produção das células do sangue. Não é preciso nenhuma preparação, nem estar em jejum, para se colher sangue para o hemograma.
  • 32. fim