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João Paulo França
Interno - UFPE
 Senescência e
Senilidade
 Desconhecimento
 Turbulência
Psicológica
Cognição Humor
Mobilidade Comunicação
C H M Co
C H M Co
Iatrogenia Imobilidade
Instabilidade
Postural
Inc.
Esfincteriana
Inc.
Comunicativa
C H M Co
Iatrogenia Imobilidade
Instabilidade
Postural
Inc.
Esfincteriana
Inc.
Comunicativa
Laboratório
Redes
Credenciadas
C H M Co
Iatrogenia Imobilidade
Instabilidade
Postural
Inc.
Esfincteriana
Inc.
Comunicativa
Laboratório
Redes
Credenciadas
(Família)
Ins. Familiar
C H M Co
Inc.
Cognitiva
Imobilidade
Instabilidade
Postural
Inc.
Esfincteriana
Inc.
Comunicativa
Laboratório
Redes
Credenciadas
(Família)
Ins. Familiar
Desconhecimento
Negligência
Ignorância
Superuso
Pouco uso
Iatrogenia
1. IATROGENIA
 “Doenças ou complicações iatrogênicas,
são aquelas decorrentes da intervenção do
médico e/ou da equipe, seja esta
intervenção certa ou errada, mas da qual
resultam conseqüências prejudiciais para a
saúde do paciente”
(Carvalho-Filho e col., 1996)
 Polifarmácia (> 4 medicamentos) 3 x > risco
 ↑ exponencial com nº de medicamentos
 2 drogas – 8%
 5 drogas – 50%
 8 ou + drogas – 100%
Bloq. Ca++
Diurético
Alopurinol + KCl
Inibidos H2 + Antiácido
Laxante
Antiespasmódico
Edema
Hipocalemia
Hiperuricemia
Dispepsia
Obstipação
Dor abdominal
 Ele é muito velho para ser submetido a isto.
 UTI não é local de velho.
 Ele não pode saber ou decidir.
 Polifarmácia é uma necessidade.
 Comunicação Pobre e Ineficiente
 Distanasia
 Intervenções Fúteis e/ou sem comprovação (Prevenção
Quaternária)
 Excesso de Equipe Interdisciplinar
 Ausência de Equipe Interdisciplinar
Falando sobre os "Is" Geriátricos
2. INSTABILIDADES POSTURAIS
 6a causa de morte no idoso
 40% das admissões em casas de repouso
 Incidência
70 anos 25%
75 anos 35%
>80 anos 40%
institucionalizados 50%
 Fraturas: 4 a 6 %
 Morte: 2,2 %
 Incapacidade em levantar-se
 Imobilidade
 Medo de cair : 40 a 73% dos que já caíram
20 a 46% dos que não caíram
 Diminuição na atividade
 Maior morbidade (quedas = marcadores de
condições clínicas subjacentes)
CONDIÇÕES
MÉDICAS
ALTERAÇÕES
SENSORIAIS
ALTERAÇÕES
FISIOLÓGICAS DO
ENVELHECIMENTO
PERIGOS DO
MEIO AMBIENTE
INADEQUADA
AJUDA PARA O
CUIDAR
MEDICAMENTOS
CAUSAS INTRÍNSECAS CAUSAS EXTRÍNSECAS
QUEDA
COMPLICAÇÕES
FRATURAS
IMOBILISMO
HEMATOMAS,
TRAUMAS,
FERIDAS
PERDA DA
AUTOCONFIANÇA,
MEDO DA QUEDA
DIMINUIÇÃO DA
QUALIDADE DE VIDA
INSTITUCIONALIZAÇÃO
MORTE
• Circunstâncias
• Fármacos
• Enfermidades
• Visão
• Função Articular
• Mobilidade
• Marcha e equilíbrio
• Tempo de Reação
• Exame Cardiovascular
 Frequência , ritmo
 PA, ortostatismo
• Exame Neurológico
 Estado Mental
 Força muscular
 Nervos
 Propiocepção
 Cerebelo
• Exames de Laboratório
• Hemograma
• Eletrólitos
• Urea-creatinina
• Glicose
• TSH
• Neuroimagens
Avaliação Multiprofissional: Fisioterapia / TO / Nutrição / ...
3. IMOBILIDADE
Fatores Predisponentes:
 Osteoartrose
 Doenças reumáticas
 Sequelas de fraturas
 DPOC, ICC, AVC e Infecções
 Desnutrição e Desidratação
 Parkinson, Demência e Depressão
 Comprometimento da mobilidade - Passos a seguir:
a) Quantificar a imobilidade( escalas de AVDs)
b) Exame Clínico
c) Exames complementares, de acordo com as suspeitas
levantadas no exame clínico:
- Desnutrição: albumina
- Distúrbio Metabólico: Na , K,U, C,TSH,T4 livre, Ca, glicemia jejum
- Anemia: hemograma e ferritina
- Artropatia: PCR, Raio X
- Miopatias inflamatórias: CK, transaminases
- Síndromes Infecciosas: Hemograma, Urina/Urocultura , Raio X, HIV,VDRL
- DoençasTromboembolicas
 Depressão
 Confusão mental
 Hipotensão e constipação
intestinal
 Incontinência e Infecção
Urinária
 TromboseVenosa e embolia
pulmonar 20% das mortes em
acamados.
 Pneumonia e broncoaspiração
 Úlcera de pressão - escaras
 Atrofia muscular - sarcopenia
Falando sobre os "Is" Geriátricos
4. INCONTINÊNCIAS
Falando sobre os "Is" Geriátricos
4.1. INCONTINÊNCIA URINÁRIA
 Queixa importante em mulheres >60a
 30-30% tem qualquer IU
 6-14% tem IU diária
Incontinência urinária
Hiperplasia prostática benigna
Maior volume residual
IDOSO SAUDÁVEL vs. JOVEM SAUDÁVEL
Diminui a capacidade vesical total
Menor pressão de fechamento uretral máxima
Atrofia vaginal e uretral
Maior número de contrações vesicais involuntárias
Maior número de micções noturnas
TRATO GENITO-URINÁRIO
Incontinência urinária
 Institucionalização
 Isolamento social
▪ Vergonha / Ansiedade / Depressão
 Declínio funcional
 Úlceras de pressão / ITU
 Aumenta o Risco de Quedas/Fraturas
CONSEQUÊNCIAS
Incontinência urinária
 Frequentemente não mencionada
 50% dos idosos c/ IU não procuram o médico
▪ Vergonha / Normal para idade / Sem tratamento
 <10-30% dos médicos documentam IU no prontuário
 Profissionais não capacitados
 1/2 a 2/3 dos médicos não fazem nem uma simples
avaliação quando ficam sabendo do problema
DESCASO
Dave J. ACP-ASSIM on line 2001
Incontinência urinária
 Delirium
 Psicológica
 Imobilidade
 Infecção
 Endócrina
 Excesso de volume urinário
 Medicamentos
 Atrofia
 Fecaloma
Incontinência urinária
Definir o Diagnóstico
 IU do tipo estresse
 de esforço
 IU por hiperatividade do
detrusor
 tipo urgência
 UI por hipoatividade do
detrusor
 UI por obstrução uretral
Incontinência urinária
 Reduzir a ingesta de líquidos, cafeína,...
CUIDADO !
 Posição sentada / Esvaziamento
completo
 Treinamento vesical
 Ir ao banheiro a intervalos muito curtos
 Aumentar os intervalos gradualmente
 Postura do Cuidador
 Reação positiva para “roupa seca”
 Reação neutra para “umidade”
Incontinência urinária
TRATAMENTO
 Abordagem Comportamental (Primeira Escolha)
 Exercícios do Assoalho Pélvico
 Exercícios de Kegel
 Biofeedback
 Anticolinérgicos
 Oxibutinina
 Tolterodina
 Imipramine
 Outros
Incontinência urinária
4.2. INCONTINÊNCIA FECAL
 DISTÚRBIO SOCIAL IMPORTANTE –
INSTITUCIONALIZAÇÃO
 DESAFIO
 IMPACTO SÓCIO-ECONÔMICO
 Assaduras, infecções, alienação,
depressão, alteração, libido
N Eng J Med 1992:326
Incontinência fecal
Envelhecimento
Idade avançada
Descaso Profissional
Sedentarismo
Debilidade geral
Alteração consciência
Esforço crônico evacuar
Br J Community Nurs 2010;15(8):370-4
Incontinência fecal
 ABORDAGEM
 DIAGNOSTICO
 TRATAMENTO
INDIVIDUALIZADO
Incontinência fecal
Rev Med Chir Soc Med
5. INSUFICIÊNCIA COGNITIVA
 Durante o envelhecimento existem
mudanças estruturais cerebrais, como
diminuição de peso e volume, perda seletiva
de neurônios, diminuição no número de
sinapses e decréscimo na plasticidade
neuronal.
Considerações Gerais
• Queixas de memória
 30% dos idosos em geral
 75% dos idosos internados
• Fatores que interferem na memória
idade avançada ansiedade estresse
isolamento desconfiança psicofármacos
Capacidade
cognitiva
Alterações
normais do
envelhecimento
Depressão
Demência
Dellirium
Identificar e
quantificar o
declínio cognitivo
Determinar o nível
de
comprometimento
que acarreta a vida
do indivíduo.
Possível causa e
plano de cuidado.
DEPRESSÃO
 Alta prevalência no idoso
 Turbulência Psicológica
 Potencialmente tratável
 Causa grande prejuízo à reabilitação do paciente
e maior permanência hospitalar
 Acarreta grande sofrimento e desorganização
pessoal, familiar, social e profissional
 Aumento da morbimortalidade
 Condição subdiagnosticada, subtratada e
subvalorizada
 O diagnóstico é
clínico, baseado em uma
história clínica completa
(incluir história psiquiátrica
pregressa e familiar:
 DSM IV
1. OBSERVAR O ASPECTO
FÍSICO (APARÊNCIA) DO
PACIENTE,
2. OBSERVAR O CONTEÚDO DO
DISCURSO
3. IDENTIFICAR FATORES DE
RISCO ; SUICIDIO
- Escalas de avaliação:
- Depressão – edg de yesavage (5, 15 ou
30 itens)
- Hamilton, montgomery-asberg,
beck, cornell, mini-mental
- Funcional (katz, barthel)
- Inventário medicamentoso
- Exame físico (neurológico)
- Exames complementares
- Avaliação neuropsicológica
VanItallie TB. Subsyndromal depression in the elderly: underdiagnosed and undertreated. Metabolism.
2005
• Queixas somáticas desproporcionais aos achados dos exames
clínico e complementares
• Alterações do comportamento e da conduta
• Perda da capacidade funcional
• Distúrbio de memória
• Dor crônica
• Reação anormal ao luto
• Mudanças na vida social
• Institucionalização
• Etilismo de início recente
Doenças clínicas que podem apresentar sintomas depressivos
Independente da etiologia,
podem desenvolver um
quadro depressivo.
Doença
Doenças Endócrinas
Pulmonar obstrutiva crônica
Doença renal em estágio terminal
Câncer - cabeça de pâncreas
AIDS
Doenças Virais
Doenças Auto-imune
Doenças Neurológica
Dor crônica
Doenças Clínicas Crônicas
Antihipertensivos reserpina,clonidina, propranolol, hidralazina, metildopa
Antiarrítmicos lidocaína, procainamida
Antiparkinsonianos levodopa, bromocriptina
Analgésicos AINH; indometacina; opióides
Anticonvulsivantes carbamazepina; fenitoína; barbitúricos
Sedativos-hipnóticos benzodiazepínicos; hidrato de cloral
Antipsicóticos butirofenonas; fenotiazinas
Antibióticos
penicilinas; sulfametoxazol; clotrimazol; tetraciclina;
dapsona; metronidazol; estreptomicina; griseofulvina
Bloqueadores H2 cimetidina; ranitidina
Antineoplásicos
azatioprina; plicamicina; vincristina; vinb;astina;
interferon; bleomicina; 6-azauridina; tamoxifeno
Hormônios corticóides; noretisterona; estrógenos, progesterona
Estimulantes do SNC anfetaminas; fenfluramina; dietilpropiona
Medicamentos associados à depressão
Alexopoulos GS. Depression in the elderly. Lancet, 2005
DEMÊNCIAS
O que é demência?
“A demência consiste em comprometimento
cognitivo e/ou comportamento que
compromete pelo menos dois dos domínios
cognitivos : memória, função executiva,
habilidades visuo - espaciais, linguagem,
personalidade e comportamento, sendo que
nesses domínios acometidos a memória pode
ou não está acometida. ”
Considerações Gerais
• Queixas de memória
 30% dos idosos em geral
 75% dos idosos internados
• Fatores que interferem na memória
idade avançada ansiedade estresse
isolamento desconfiança psicofármacos
 Alzheimer
 Demência Vascular
 Demência Fronto temporal
 Demência dos Corpos de Levy
 Demência na Doença de Parkinson
 Demência e AIDS
 Outras...
Novas abordagens de tratamento
Treino de familiares
e cuidadores
Terapia
Comportamental
Terapia de orientação
para realidade
Facilitadores
ambientais
Terapia de
reminiscências
Aloterapia
DELÍRIUM
• 'delirium' é uma síndrome neurocomportamental,
causada pelo comprometimento transitório da
atividade cerebral, obrigatoriamente em função de
distúrbios sistêmicos. O prejuízo cognitivo decorre
da quebra da homeostase /bom funcionamento do
cérebro e da desorganização da atividade neural.
 Abrupto, flutuante e alteração no nível de
consciência e atenção.
 Metabólica, renal, hepática, infecciosa,
doença da tireóide,TCE, encefalite,
meningite, efeito colateral de drogas.
 Tratamento: Tratar a causa
Falando sobre os "Is" Geriátricos
6. INCAPACIDADE
COMUNICATIVA
Audição Motricidade Oral
Voz (Fala) Linguagem
Comunicação
Visão
 Desconexão com o Mundo
 Resultam em perda da independência.
 Isolamento
 Demência
 Afastar Causas Orgânicas
 Demência
 Fonoaudiologia
Falando sobre os "Is" Geriátricos
7. INSUFICIÊNCIA FAMILIAR
 A Principal Instituição Cuidadora dos Idosos
Frágeis
 Transição Demográfica
 Mudança Padrões da Sociedade
 Limita possibilidade de Cuidados >Tto das
Síndromes Geriátricas.
BIO
SOCIALPSICO
O.M.S.
SAÚDE
Conclusão

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  • 2.  Senescência e Senilidade  Desconhecimento  Turbulência Psicológica
  • 4. C H M Co
  • 5. C H M Co Iatrogenia Imobilidade Instabilidade Postural Inc. Esfincteriana Inc. Comunicativa
  • 6. C H M Co Iatrogenia Imobilidade Instabilidade Postural Inc. Esfincteriana Inc. Comunicativa Laboratório Redes Credenciadas
  • 7. C H M Co Iatrogenia Imobilidade Instabilidade Postural Inc. Esfincteriana Inc. Comunicativa Laboratório Redes Credenciadas (Família) Ins. Familiar
  • 8. C H M Co Inc. Cognitiva Imobilidade Instabilidade Postural Inc. Esfincteriana Inc. Comunicativa Laboratório Redes Credenciadas (Família) Ins. Familiar Desconhecimento Negligência Ignorância Superuso Pouco uso Iatrogenia
  • 10.  “Doenças ou complicações iatrogênicas, são aquelas decorrentes da intervenção do médico e/ou da equipe, seja esta intervenção certa ou errada, mas da qual resultam conseqüências prejudiciais para a saúde do paciente” (Carvalho-Filho e col., 1996)
  • 11.  Polifarmácia (> 4 medicamentos) 3 x > risco  ↑ exponencial com nº de medicamentos  2 drogas – 8%  5 drogas – 50%  8 ou + drogas – 100%
  • 12. Bloq. Ca++ Diurético Alopurinol + KCl Inibidos H2 + Antiácido Laxante Antiespasmódico Edema Hipocalemia Hiperuricemia Dispepsia Obstipação Dor abdominal
  • 13.  Ele é muito velho para ser submetido a isto.  UTI não é local de velho.  Ele não pode saber ou decidir.  Polifarmácia é uma necessidade.
  • 14.  Comunicação Pobre e Ineficiente  Distanasia  Intervenções Fúteis e/ou sem comprovação (Prevenção Quaternária)  Excesso de Equipe Interdisciplinar  Ausência de Equipe Interdisciplinar
  • 15. Falando sobre os "Is" Geriátricos 2. INSTABILIDADES POSTURAIS
  • 16.  6a causa de morte no idoso  40% das admissões em casas de repouso  Incidência 70 anos 25% 75 anos 35% >80 anos 40% institucionalizados 50%
  • 17.  Fraturas: 4 a 6 %  Morte: 2,2 %  Incapacidade em levantar-se  Imobilidade  Medo de cair : 40 a 73% dos que já caíram 20 a 46% dos que não caíram  Diminuição na atividade  Maior morbidade (quedas = marcadores de condições clínicas subjacentes)
  • 18. CONDIÇÕES MÉDICAS ALTERAÇÕES SENSORIAIS ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS DO ENVELHECIMENTO PERIGOS DO MEIO AMBIENTE INADEQUADA AJUDA PARA O CUIDAR MEDICAMENTOS CAUSAS INTRÍNSECAS CAUSAS EXTRÍNSECAS QUEDA COMPLICAÇÕES FRATURAS IMOBILISMO HEMATOMAS, TRAUMAS, FERIDAS PERDA DA AUTOCONFIANÇA, MEDO DA QUEDA DIMINUIÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA INSTITUCIONALIZAÇÃO MORTE
  • 19.
  • 20.
  • 21. • Circunstâncias • Fármacos • Enfermidades • Visão • Função Articular • Mobilidade • Marcha e equilíbrio • Tempo de Reação • Exame Cardiovascular  Frequência , ritmo  PA, ortostatismo • Exame Neurológico  Estado Mental  Força muscular  Nervos  Propiocepção  Cerebelo • Exames de Laboratório • Hemograma • Eletrólitos • Urea-creatinina • Glicose • TSH • Neuroimagens Avaliação Multiprofissional: Fisioterapia / TO / Nutrição / ...
  • 23. Fatores Predisponentes:  Osteoartrose  Doenças reumáticas  Sequelas de fraturas  DPOC, ICC, AVC e Infecções  Desnutrição e Desidratação  Parkinson, Demência e Depressão
  • 24.  Comprometimento da mobilidade - Passos a seguir: a) Quantificar a imobilidade( escalas de AVDs) b) Exame Clínico c) Exames complementares, de acordo com as suspeitas levantadas no exame clínico: - Desnutrição: albumina - Distúrbio Metabólico: Na , K,U, C,TSH,T4 livre, Ca, glicemia jejum - Anemia: hemograma e ferritina - Artropatia: PCR, Raio X - Miopatias inflamatórias: CK, transaminases - Síndromes Infecciosas: Hemograma, Urina/Urocultura , Raio X, HIV,VDRL - DoençasTromboembolicas
  • 25.  Depressão  Confusão mental  Hipotensão e constipação intestinal  Incontinência e Infecção Urinária  TromboseVenosa e embolia pulmonar 20% das mortes em acamados.  Pneumonia e broncoaspiração  Úlcera de pressão - escaras  Atrofia muscular - sarcopenia
  • 26. Falando sobre os "Is" Geriátricos 4. INCONTINÊNCIAS
  • 27. Falando sobre os "Is" Geriátricos 4.1. INCONTINÊNCIA URINÁRIA
  • 28.  Queixa importante em mulheres >60a  30-30% tem qualquer IU  6-14% tem IU diária Incontinência urinária
  • 29. Hiperplasia prostática benigna Maior volume residual IDOSO SAUDÁVEL vs. JOVEM SAUDÁVEL Diminui a capacidade vesical total Menor pressão de fechamento uretral máxima Atrofia vaginal e uretral Maior número de contrações vesicais involuntárias Maior número de micções noturnas TRATO GENITO-URINÁRIO Incontinência urinária
  • 30.  Institucionalização  Isolamento social ▪ Vergonha / Ansiedade / Depressão  Declínio funcional  Úlceras de pressão / ITU  Aumenta o Risco de Quedas/Fraturas CONSEQUÊNCIAS Incontinência urinária
  • 31.  Frequentemente não mencionada  50% dos idosos c/ IU não procuram o médico ▪ Vergonha / Normal para idade / Sem tratamento  <10-30% dos médicos documentam IU no prontuário  Profissionais não capacitados  1/2 a 2/3 dos médicos não fazem nem uma simples avaliação quando ficam sabendo do problema DESCASO Dave J. ACP-ASSIM on line 2001 Incontinência urinária
  • 32.  Delirium  Psicológica  Imobilidade  Infecção  Endócrina  Excesso de volume urinário  Medicamentos  Atrofia  Fecaloma Incontinência urinária
  • 33. Definir o Diagnóstico  IU do tipo estresse  de esforço  IU por hiperatividade do detrusor  tipo urgência  UI por hipoatividade do detrusor  UI por obstrução uretral Incontinência urinária
  • 34.  Reduzir a ingesta de líquidos, cafeína,... CUIDADO !  Posição sentada / Esvaziamento completo  Treinamento vesical  Ir ao banheiro a intervalos muito curtos  Aumentar os intervalos gradualmente  Postura do Cuidador  Reação positiva para “roupa seca”  Reação neutra para “umidade” Incontinência urinária
  • 35. TRATAMENTO  Abordagem Comportamental (Primeira Escolha)  Exercícios do Assoalho Pélvico  Exercícios de Kegel  Biofeedback  Anticolinérgicos  Oxibutinina  Tolterodina  Imipramine  Outros Incontinência urinária
  • 37.  DISTÚRBIO SOCIAL IMPORTANTE – INSTITUCIONALIZAÇÃO  DESAFIO  IMPACTO SÓCIO-ECONÔMICO  Assaduras, infecções, alienação, depressão, alteração, libido N Eng J Med 1992:326 Incontinência fecal
  • 38. Envelhecimento Idade avançada Descaso Profissional Sedentarismo Debilidade geral Alteração consciência Esforço crônico evacuar Br J Community Nurs 2010;15(8):370-4 Incontinência fecal
  • 39.  ABORDAGEM  DIAGNOSTICO  TRATAMENTO INDIVIDUALIZADO Incontinência fecal Rev Med Chir Soc Med
  • 41.  Durante o envelhecimento existem mudanças estruturais cerebrais, como diminuição de peso e volume, perda seletiva de neurônios, diminuição no número de sinapses e decréscimo na plasticidade neuronal.
  • 42. Considerações Gerais • Queixas de memória  30% dos idosos em geral  75% dos idosos internados • Fatores que interferem na memória idade avançada ansiedade estresse isolamento desconfiança psicofármacos
  • 44. Identificar e quantificar o declínio cognitivo Determinar o nível de comprometimento que acarreta a vida do indivíduo. Possível causa e plano de cuidado.
  • 46.  Alta prevalência no idoso  Turbulência Psicológica  Potencialmente tratável  Causa grande prejuízo à reabilitação do paciente e maior permanência hospitalar  Acarreta grande sofrimento e desorganização pessoal, familiar, social e profissional  Aumento da morbimortalidade  Condição subdiagnosticada, subtratada e subvalorizada
  • 47.  O diagnóstico é clínico, baseado em uma história clínica completa (incluir história psiquiátrica pregressa e familiar:  DSM IV 1. OBSERVAR O ASPECTO FÍSICO (APARÊNCIA) DO PACIENTE, 2. OBSERVAR O CONTEÚDO DO DISCURSO 3. IDENTIFICAR FATORES DE RISCO ; SUICIDIO - Escalas de avaliação: - Depressão – edg de yesavage (5, 15 ou 30 itens) - Hamilton, montgomery-asberg, beck, cornell, mini-mental - Funcional (katz, barthel) - Inventário medicamentoso - Exame físico (neurológico) - Exames complementares - Avaliação neuropsicológica
  • 48. VanItallie TB. Subsyndromal depression in the elderly: underdiagnosed and undertreated. Metabolism. 2005 • Queixas somáticas desproporcionais aos achados dos exames clínico e complementares • Alterações do comportamento e da conduta • Perda da capacidade funcional • Distúrbio de memória • Dor crônica • Reação anormal ao luto • Mudanças na vida social • Institucionalização • Etilismo de início recente
  • 49. Doenças clínicas que podem apresentar sintomas depressivos Independente da etiologia, podem desenvolver um quadro depressivo. Doença Doenças Endócrinas Pulmonar obstrutiva crônica Doença renal em estágio terminal Câncer - cabeça de pâncreas AIDS Doenças Virais Doenças Auto-imune Doenças Neurológica Dor crônica Doenças Clínicas Crônicas
  • 50. Antihipertensivos reserpina,clonidina, propranolol, hidralazina, metildopa Antiarrítmicos lidocaína, procainamida Antiparkinsonianos levodopa, bromocriptina Analgésicos AINH; indometacina; opióides Anticonvulsivantes carbamazepina; fenitoína; barbitúricos Sedativos-hipnóticos benzodiazepínicos; hidrato de cloral Antipsicóticos butirofenonas; fenotiazinas Antibióticos penicilinas; sulfametoxazol; clotrimazol; tetraciclina; dapsona; metronidazol; estreptomicina; griseofulvina Bloqueadores H2 cimetidina; ranitidina Antineoplásicos azatioprina; plicamicina; vincristina; vinb;astina; interferon; bleomicina; 6-azauridina; tamoxifeno Hormônios corticóides; noretisterona; estrógenos, progesterona Estimulantes do SNC anfetaminas; fenfluramina; dietilpropiona Medicamentos associados à depressão Alexopoulos GS. Depression in the elderly. Lancet, 2005
  • 52. O que é demência? “A demência consiste em comprometimento cognitivo e/ou comportamento que compromete pelo menos dois dos domínios cognitivos : memória, função executiva, habilidades visuo - espaciais, linguagem, personalidade e comportamento, sendo que nesses domínios acometidos a memória pode ou não está acometida. ”
  • 53. Considerações Gerais • Queixas de memória  30% dos idosos em geral  75% dos idosos internados • Fatores que interferem na memória idade avançada ansiedade estresse isolamento desconfiança psicofármacos
  • 54.  Alzheimer  Demência Vascular  Demência Fronto temporal  Demência dos Corpos de Levy  Demência na Doença de Parkinson  Demência e AIDS  Outras...
  • 55. Novas abordagens de tratamento Treino de familiares e cuidadores Terapia Comportamental Terapia de orientação para realidade Facilitadores ambientais Terapia de reminiscências Aloterapia
  • 57. • 'delirium' é uma síndrome neurocomportamental, causada pelo comprometimento transitório da atividade cerebral, obrigatoriamente em função de distúrbios sistêmicos. O prejuízo cognitivo decorre da quebra da homeostase /bom funcionamento do cérebro e da desorganização da atividade neural.
  • 58.  Abrupto, flutuante e alteração no nível de consciência e atenção.  Metabólica, renal, hepática, infecciosa, doença da tireóide,TCE, encefalite, meningite, efeito colateral de drogas.  Tratamento: Tratar a causa
  • 59. Falando sobre os "Is" Geriátricos 6. INCAPACIDADE COMUNICATIVA
  • 60. Audição Motricidade Oral Voz (Fala) Linguagem Comunicação Visão
  • 61.  Desconexão com o Mundo  Resultam em perda da independência.  Isolamento  Demência
  • 62.  Afastar Causas Orgânicas  Demência  Fonoaudiologia
  • 63. Falando sobre os "Is" Geriátricos 7. INSUFICIÊNCIA FAMILIAR
  • 64.  A Principal Instituição Cuidadora dos Idosos Frágeis  Transição Demográfica  Mudança Padrões da Sociedade  Limita possibilidade de Cuidados >Tto das Síndromes Geriátricas.