SlideShare uma empresa Scribd logo
A integração de Portugal na União Europeia
CECA - Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (1951)
Foi criada com o Tratado de Paris, após a 2ª Guerra Mundial, em 1951, com o objetivo de promover a
cooperação económica e política, garantindo uma paz mais duradoura na Europa Ocidental – Alemanha,
Bélgica, França, Holanda, Itália e Luxemburgo
CEE - Comunidade Económica Europeia (1957)
O sucesso da organização anterior motivou estes países a criarem mais duas comunidades, a CEE e a
EURATOM (Comunidade Europeia de Energia Atómica), com a assinatura do Tratado de Roma, em 1957.
Deu-se a constituição de um mercado comum – Alemanha, Bélgica, França, Holanda, Itália e Luxemburgo
UE - União Europeia (1992)
Em 1992, a assinatura do Tratado de Maastricht, cria a União Europeia e um mercado único que permite a
livre circulação de bens, pessoas, capitais e serviços na UE.
 Alargamentos:
1973 – Dinamarca, Irlanda, Reino Unido;
1981 – Grécia;
1986 – Espanha e Portugal;
1990 – Antiga RDA;
1995 – Áustria, Finlândia, Suécia;
2004 – Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta, Polónia e República
Checa.
2013 – Croácia
 Países não candidatos à adesão: Noruega, Liechtenstein e Suíça - Estes países mantêm acordos de
livre comércio com a U.E
UEM - União Económica e Monetária (2002)
Em 1992, a UE decidiu lançar a UEM, concretizada através de uma moeda europeia única (o euro), que
começou a circular em 2002.
 Países que aderiram ao Euro (17): Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia,
Espanha, Finlândia, França, Grécia, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Malta, Países Baixos (Holanda) e
Portugal
 Países que não aderiram ao Euro: Croácia, República Checa, Letónia, Lituânia, Hungria, Polónia,
Bulgária, Roménia, Suécia, Dinamarca e Reino Unido.
Países candidatos: Turquia e Macedónia; A Islândia fez o pedido em Julho de 2009.
Instituições da U.E: Parlamento Europeu, Conselho Europeu e Comissão Europeia.
Conselho de Copenhaga (1993): definiu os critérios de adesão:
 Critério político – o país candidato tem de possuir instituições estáveis que garantam a democracia,
o Estado de direito, os direitos humanos e a sua proteção.
 Critério económico – a economia do país têm de ser uma economia de mercado com capacidade
para responder à pressão da concorrência.
 Critério jurídico – o país candidato tem de proceder à transposição para o seu direito interno de
todas as normas políticas comunitárias e de estar em condições de assumir as suas obrigações,
incluindo a adesão aos objetivos da união monetária e económica.
Acervo comunitário – Conjunto de leis e normas da EU que cada país deve transpor para a sua legislação
nacional.
Estratégias de Pré-Adesão – Definidas pelo Conselho Europeu em 1997:
 Criação de parcerias de adesão a celebrar com cada país definindo as prioridades nacionais de
preparação da adesão nomeadamente o acervo comunitário.
 Definição de novos instrumentos de apoio técnico e financeiro:
IEPA- Instrumento Estrutural de Pré-adesão, destinado a financiar a convergência com as normas
comunitárias de infraestruturas em matéria de transportes e ambiente.
O SAPARD – Programa Especial para a Agricultura e o Desenvolvimento Rural com vista à
modernização das estruturas e processos de produção agrícola e à diversificação económica dos
espaços rurais de modo a promover a integração na PAC.
Reforço do PHARE (Polónia e Hungria) para recuperar a economia e facilitar o cumprimento do
critério económico.
Tratado de Maastricht
Assinado em 1957, em Roma, cria a Comunidade Económica Europeia (CEE) e a EURATOM.
Tratado de Lisboa (2007)
Documento que adequa o funcionamento das instituições da UE ao alargamento a 27 estados -membros,
melhorando a forma de tomar decisões, reforçando a democraticidade do projeto europeu e aumentando a
coerência no relacionamento externo com os outros países do Mundo. O Tratado foi assinado pelos 27
chefes de Estado em 2007, no Mosteiro dos Jerónimos e entrou em vigor em 2009. Este tratado também é
designado por Tratado sobre o Funcionamento da UE.
Desafios e oportunidades do alargamento
Oportunidades:
 O grande aumento da dimensão territorial
 A expansão do Mercado Único
 O reforço da posição da União no contexto político e no mercado mundial
Desafios:
 Aumento significativo da superfície e da população total
 O empobrecimento registado a nível comunitário (na maioria dos novos países membros o PIB per
capita é muito inferior à média comunitária)
 Maior heterogeneidade económica, social e cultural, o que implica maiores esforços de conciliação
de interesses, na procura de consensos na tomada de decisões
 Necessidade de adaptar as políticas comunitárias e a composição e funcionamento das instituições
da União Europeia
Os esforços de adaptação institucional, iniciaram-se com o tratado de Amesterdão, foram aprofundados com
o tratado de Nice e concluíram-se com o tratado de Lisboa.
Para Portugal este alargamento também trouxe desafios. Portugal viu reduzidos os seu fundos estruturais e
além disso passou a enfrentar uma maior concorrência para as exportações portuguesas e na captação de
investimento estrageiro. No entanto também existem algumas vantagens: maior possibilidade de
internacionalização da economia portuguesa e o alargamento do potencial mercado (consumidor de
produtos portugueses); participação no maior mercado comum do mundo.
Desvantagens face aos novos Estados-membros: Vantagens face aos novos estados-membros:
 A posição periférica do pais, afastado
geograficamente dos países com maior
poder de compra.
 Alguns dos novos países apresentam maior
produtividade do trabalho e mão–de–obra
mais barata, instruída e qualificada
 Melhores infraestruturas e estruturas
produtivas mais organizadas
 Maior desenvolvimento social
 Maior estabilidade política e económica.
 Integração na Zona euro.
 Sistema bancário mais eficiente e credível.
Principais alterações introduzidas pelo tratado de Lisboa:
1. Surge o cargo de presidente da União Europeia em substituição das presidências rotativas.
2. Passa a existir um alto representante da União Europeia para a Politica Externa e de Segurança que
coordena a diplomacia da União Europeia.
3. As decisões no Conselho da União Europeia serão tomadas por dupla maioria – 55% dos países
representando pelo menos 65% da população em vez da divisão de votos por pais criada no tratado
de Nice (2001).
4. O número de assentos no parlamento passa de 785 para 751 e o princípio é o da proporcionalidade
degressiva (os países de menor dimensão estão proporcionalmente à sua população mais
fortemente representados do que os maiores).
Política comunitária do Ambiente
Tratado de Maastricht – definiu os principais objetivos da política comunitária no domínio ambiental:
 Preservação, proteção e melhoria da qualidade do ambiente
 Proteção da saúde das pessoas
 Utilização racional dos recursos naturais
 Promoção no plano internacional de medidas para enfrentar os problemas globais;
O Tratado de Amesterdão coloca o desenvolvimento sustentável e a obtenção de um nível elevado de
proteção ambiental entre as principais prioridades da política comunitária.
As prioridades e objetivos da politica ambiental europeia apresentam como meta global para a União
Europeia atingir padrões de produção e consumo sustentável, maximizar a eficiência dos produtos , serviços
e investimentos numa perspetiva de racionalidade económica equidade social e proteção ambiental.
A política ambiental comunitária definiu 4 domínios de intervenção:
1. Domínio das Alterações climáticas: Finalidade – Chamar a atenção para o facto de as alterações
climáticas constituírem um grande desafio e estabilizar a concentração de gases com efeito de
estufa na atmosfera.
2. Domínio da Natureza e biodiversidade: Finalidade – Proteger, conservar, restabelecer e desenvolver
o funcionamento dos ecossistemas, dos habitats naturais, fauna e flora a fim de travar a
desertificação e a perda de biodiversidade.
3. Domínio do Ambiente e Saúde e Qualidade de Vida: Finalidade- Contribuir para melhorar o nível de
qualidade de vida dos cidadãos proporcionando um ambiente em que o nível de poluição não
provoque efeitos nocivos na saúde humana encorajando o desenvolvimento urbano sustentável.
4. Domínio dos Recursos Naturais e resíduos: Finalidade- Aumentar a eficiência na utilização dos
recursos naturais e gestão de recursos e resíduos, dissociando a produção e utilização dos resíduos
do crescimento económico.
Alterações Climáticas
A União Europeia cumpriu o compromisso do protocolo de Quioto de em 2000 estabilizar as emissões de
CO2 em níveis aproximados de 1990. A principal prioridade é, reduzir até 2012, 8% das emissões de gases
com efeito de estufa face a 1990. A longo prazo a meta é a redução de 70% das emissões através da
inovação e do desenvolvimento científico e tecnológico que permitam manter as atividades económicas e
reduzir as emissões de gases.
Medidas adotadas a nível comunitário nacional:
 Financiamento de projetos que visam otimizar a produção de energia a partir de fontes não
poluentes
 Desenvolver novos veículos impulsionados a eletricidade ou não poluentes
 Desenvolver estruturas urbanas que consomem menos energia e reduzem a utilização de
transportes rodoviários
 Apoio técnico e financeiro às empresas no sentido de reduzirem e otimizarem o consumo de energia
para reduzirem as emissões de gases

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

As regiões portuguesas no contexto das políticas regionais da união europeia
As regiões portuguesas no contexto das políticas regionais da união europeiaAs regiões portuguesas no contexto das políticas regionais da união europeia
As regiões portuguesas no contexto das políticas regionais da união europeia
Ilda Bicacro
 
As novas oportunidades para as áreas rurais
As novas oportunidades para as áreas ruraisAs novas oportunidades para as áreas rurais
As novas oportunidades para as áreas rurais
Ilda Bicacro
 
Geografia11ºano
Geografia11ºanoGeografia11ºano
Geografia11ºano
Gonçalo Paiva
 
Geografia A 11 ano - Áreas Urbanas
Geografia A 11 ano - Áreas UrbanasGeografia A 11 ano - Áreas Urbanas
Geografia A 11 ano - Áreas Urbanas
Raffaella Ergün
 
Recursos marítimos
Recursos marítimosRecursos marítimos
Recursos marítimos
manjosp
 
Geografia A 11 ano - Transportes
Geografia A 11 ano - TransportesGeografia A 11 ano - Transportes
Geografia A 11 ano - Transportes
Raffaella Ergün
 
Geografia A 10 ano - Recursos Marítimos
Geografia A 10 ano - Recursos MarítimosGeografia A 10 ano - Recursos Marítimos
Geografia A 10 ano - Recursos Marítimos
Raffaella Ergün
 
As áreas rurais - geografia 11ºano
As áreas rurais - geografia 11ºanoAs áreas rurais - geografia 11ºano
As áreas rurais - geografia 11ºano
Rita Pontes
 
Multifuncionalidade 11ºlh1
Multifuncionalidade 11ºlh1Multifuncionalidade 11ºlh1
Multifuncionalidade 11ºlh1
mariajosantos
 
A valorização ambiental em portugal e a política ambiental comunitária
A valorização ambiental em portugal e a política ambiental comunitáriaA valorização ambiental em portugal e a política ambiental comunitária
A valorização ambiental em portugal e a política ambiental comunitária
Ilda Bicacro
 
Resumo matéria global - Geografia
Resumo matéria global - GeografiaResumo matéria global - Geografia
Resumo matéria global - Geografia
Ana Delgado
 
Correção teste 3 dez-07
Correção teste 3 dez-07Correção teste 3 dez-07
Correção teste 3 dez-07
manjosp
 
As Cidades Cbd
As Cidades CbdAs Cidades Cbd
As Cidades Cbd
Maria Adelaide
 
A competitividade dos diferentes modos de transporte
A competitividade dos diferentes modos de transporteA competitividade dos diferentes modos de transporte
A competitividade dos diferentes modos de transporte
Ilda Bicacro
 
As redes de transporte no território português - Geografia 11º Ano
As redes de transporte no território português - Geografia 11º AnoAs redes de transporte no território português - Geografia 11º Ano
As redes de transporte no território português - Geografia 11º Ano
713773
 
A organização das áreas urbanas em Portugal: as áreas funcionais - Geografia ...
A organização das áreas urbanas em Portugal: as áreas funcionais - Geografia ...A organização das áreas urbanas em Portugal: as áreas funcionais - Geografia ...
A organização das áreas urbanas em Portugal: as áreas funcionais - Geografia ...
713773
 
Atividade piscatória
Atividade piscatóriaAtividade piscatória
Atividade piscatória
Ilda Bicacro
 
Regioes agrarias
Regioes agrariasRegioes agrarias
Regioes agrarias
Ilda Bicacro
 
As características da rede urbana: o caso de Portugal - Geografia 11º Ano
As características da rede urbana: o caso de Portugal - Geografia 11º AnoAs características da rede urbana: o caso de Portugal - Geografia 11º Ano
As características da rede urbana: o caso de Portugal - Geografia 11º Ano
713773
 
Potencialidades do litoral
Potencialidades do litoralPotencialidades do litoral
Potencialidades do litoral
Ilda Bicacro
 

Mais procurados (20)

As regiões portuguesas no contexto das políticas regionais da união europeia
As regiões portuguesas no contexto das políticas regionais da união europeiaAs regiões portuguesas no contexto das políticas regionais da união europeia
As regiões portuguesas no contexto das políticas regionais da união europeia
 
As novas oportunidades para as áreas rurais
As novas oportunidades para as áreas ruraisAs novas oportunidades para as áreas rurais
As novas oportunidades para as áreas rurais
 
Geografia11ºano
Geografia11ºanoGeografia11ºano
Geografia11ºano
 
Geografia A 11 ano - Áreas Urbanas
Geografia A 11 ano - Áreas UrbanasGeografia A 11 ano - Áreas Urbanas
Geografia A 11 ano - Áreas Urbanas
 
Recursos marítimos
Recursos marítimosRecursos marítimos
Recursos marítimos
 
Geografia A 11 ano - Transportes
Geografia A 11 ano - TransportesGeografia A 11 ano - Transportes
Geografia A 11 ano - Transportes
 
Geografia A 10 ano - Recursos Marítimos
Geografia A 10 ano - Recursos MarítimosGeografia A 10 ano - Recursos Marítimos
Geografia A 10 ano - Recursos Marítimos
 
As áreas rurais - geografia 11ºano
As áreas rurais - geografia 11ºanoAs áreas rurais - geografia 11ºano
As áreas rurais - geografia 11ºano
 
Multifuncionalidade 11ºlh1
Multifuncionalidade 11ºlh1Multifuncionalidade 11ºlh1
Multifuncionalidade 11ºlh1
 
A valorização ambiental em portugal e a política ambiental comunitária
A valorização ambiental em portugal e a política ambiental comunitáriaA valorização ambiental em portugal e a política ambiental comunitária
A valorização ambiental em portugal e a política ambiental comunitária
 
Resumo matéria global - Geografia
Resumo matéria global - GeografiaResumo matéria global - Geografia
Resumo matéria global - Geografia
 
Correção teste 3 dez-07
Correção teste 3 dez-07Correção teste 3 dez-07
Correção teste 3 dez-07
 
As Cidades Cbd
As Cidades CbdAs Cidades Cbd
As Cidades Cbd
 
A competitividade dos diferentes modos de transporte
A competitividade dos diferentes modos de transporteA competitividade dos diferentes modos de transporte
A competitividade dos diferentes modos de transporte
 
As redes de transporte no território português - Geografia 11º Ano
As redes de transporte no território português - Geografia 11º AnoAs redes de transporte no território português - Geografia 11º Ano
As redes de transporte no território português - Geografia 11º Ano
 
A organização das áreas urbanas em Portugal: as áreas funcionais - Geografia ...
A organização das áreas urbanas em Portugal: as áreas funcionais - Geografia ...A organização das áreas urbanas em Portugal: as áreas funcionais - Geografia ...
A organização das áreas urbanas em Portugal: as áreas funcionais - Geografia ...
 
Atividade piscatória
Atividade piscatóriaAtividade piscatória
Atividade piscatória
 
Regioes agrarias
Regioes agrariasRegioes agrarias
Regioes agrarias
 
As características da rede urbana: o caso de Portugal - Geografia 11º Ano
As características da rede urbana: o caso de Portugal - Geografia 11º AnoAs características da rede urbana: o caso de Portugal - Geografia 11º Ano
As características da rede urbana: o caso de Portugal - Geografia 11º Ano
 
Potencialidades do litoral
Potencialidades do litoralPotencialidades do litoral
Potencialidades do litoral
 

Semelhante a Geografia A 11 ano - União Europeia

União europeia
União europeiaUnião europeia
União europeia
Gonçalo Paiva
 
A integração de portugal na união europeia
A integração de portugal na união europeiaA integração de portugal na união europeia
A integração de portugal na união europeia
Gabriel Cristiano
 
Europa
EuropaEuropa
Europa
Ilda Bicacro
 
União europeia
União europeiaUnião europeia
União europeia
arnaldo5
 
Integracao de-portugal-na-ue
Integracao de-portugal-na-ueIntegracao de-portugal-na-ue
Integracao de-portugal-na-ue
Moutinho Jose Pedro
 
Eu in slides_pt
Eu in slides_ptEu in slides_pt
Eu in slides_pt
bibliotecadm
 
A União Europeia
A União EuropeiaA União Europeia
A União Europeia
bibliotescondeixa
 
Eu in slides_pt
Eu in slides_ptEu in slides_pt
Eu in slides_pt
AELPB
 
Eu in slides_pt
Eu in slides_ptEu in slides_pt
Eu in slides_pt
Ilda Bicacro
 
Eu in slides_pt
Eu in slides_ptEu in slides_pt
Eu in slides_pt
Becre Celorico de Basto
 
Eu in slides_pt
Eu in slides_ptEu in slides_pt
Eu in slides_pt
Becre Celorico de Basto
 
Economia
EconomiaEconomia
Economia
Ciornei Cezar
 
Economia
EconomiaEconomia
Economia
Ciornei Cezar
 
Trabalho Geo Ue
Trabalho Geo UeTrabalho Geo Ue
Trabalho Geo Ue
Joana Carvalho
 
Cidadania europeia.
Cidadania europeia.Cidadania europeia.
Cidadania europeia.
Bruno Rafael Tavares Sousa
 
eu_in_slides_pt.ppt
eu_in_slides_pt.ppteu_in_slides_pt.ppt
eu_in_slides_pt.ppt
ducabraga
 
União europeia
União europeiaUnião europeia
União europeia
Teresa Furtado Coelho
 
Construção europeia
Construção europeiaConstrução europeia
Construção europeia
Anabelafernandes
 
Economia
EconomiaEconomia
Economia
jojochacha
 
Apresentação ue
Apresentação ueApresentação ue
Apresentação ue
Pedro Delfino
 

Semelhante a Geografia A 11 ano - União Europeia (20)

União europeia
União europeiaUnião europeia
União europeia
 
A integração de portugal na união europeia
A integração de portugal na união europeiaA integração de portugal na união europeia
A integração de portugal na união europeia
 
Europa
EuropaEuropa
Europa
 
União europeia
União europeiaUnião europeia
União europeia
 
Integracao de-portugal-na-ue
Integracao de-portugal-na-ueIntegracao de-portugal-na-ue
Integracao de-portugal-na-ue
 
Eu in slides_pt
Eu in slides_ptEu in slides_pt
Eu in slides_pt
 
A União Europeia
A União EuropeiaA União Europeia
A União Europeia
 
Eu in slides_pt
Eu in slides_ptEu in slides_pt
Eu in slides_pt
 
Eu in slides_pt
Eu in slides_ptEu in slides_pt
Eu in slides_pt
 
Eu in slides_pt
Eu in slides_ptEu in slides_pt
Eu in slides_pt
 
Eu in slides_pt
Eu in slides_ptEu in slides_pt
Eu in slides_pt
 
Economia
EconomiaEconomia
Economia
 
Economia
EconomiaEconomia
Economia
 
Trabalho Geo Ue
Trabalho Geo UeTrabalho Geo Ue
Trabalho Geo Ue
 
Cidadania europeia.
Cidadania europeia.Cidadania europeia.
Cidadania europeia.
 
eu_in_slides_pt.ppt
eu_in_slides_pt.ppteu_in_slides_pt.ppt
eu_in_slides_pt.ppt
 
União europeia
União europeiaUnião europeia
União europeia
 
Construção europeia
Construção europeiaConstrução europeia
Construção europeia
 
Economia
EconomiaEconomia
Economia
 
Apresentação ue
Apresentação ueApresentação ue
Apresentação ue
 

Mais de Raffaella Ergün

Central Business District
Central Business DistrictCentral Business District
Central Business District
Raffaella Ergün
 
U.E em 12 lições
U.E em 12 liçõesU.E em 12 lições
U.E em 12 lições
Raffaella Ergün
 
Como funciona a União Europeia
Como funciona a União EuropeiaComo funciona a União Europeia
Como funciona a União Europeia
Raffaella Ergün
 
Resumos de Português: Os Maias
Resumos de Português: Os MaiasResumos de Português: Os Maias
Resumos de Português: Os Maias
Raffaella Ergün
 
Saldo da balança de pagamentos portuguesa
Saldo da balança de pagamentos portuguesaSaldo da balança de pagamentos portuguesa
Saldo da balança de pagamentos portuguesa
Raffaella Ergün
 
Resumos Economia A 11º ano: Contabilidade nacional
Resumos Economia A 11º ano: Contabilidade nacionalResumos Economia A 11º ano: Contabilidade nacional
Resumos Economia A 11º ano: Contabilidade nacional
Raffaella Ergün
 
Resumos Economia A 11º ano (2ª parte)
Resumos Economia A 11º ano (2ª parte)Resumos Economia A 11º ano (2ª parte)
Resumos Economia A 11º ano (2ª parte)
Raffaella Ergün
 
Economia A 11º ano - União Europeia
Economia A 11º ano - União EuropeiaEconomia A 11º ano - União Europeia
Economia A 11º ano - União Europeia
Raffaella Ergün
 
Resumos Economia A 11º ano (1ª parte)
Resumos Economia A 11º ano (1ª parte)Resumos Economia A 11º ano (1ª parte)
Resumos Economia A 11º ano (1ª parte)
Raffaella Ergün
 
Resumos 10º ano - Economia A (3ªa parte)
Resumos 10º ano - Economia A (3ªa parte)Resumos 10º ano - Economia A (3ªa parte)
Resumos 10º ano - Economia A (3ªa parte)
Raffaella Ergün
 
Resumos 10ºano - Economia A (2ª parte)
Resumos 10ºano - Economia A (2ª parte)Resumos 10ºano - Economia A (2ª parte)
Resumos 10ºano - Economia A (2ª parte)
Raffaella Ergün
 
Resumos 10ºano - Economia A (1ª parte)
Resumos 10ºano - Economia A (1ª parte)Resumos 10ºano - Economia A (1ª parte)
Resumos 10ºano - Economia A (1ª parte)
Raffaella Ergün
 
Resumos de Português: Sermão de Santo António aos Peixes
Resumos de Português: Sermão de Santo António aos PeixesResumos de Português: Sermão de Santo António aos Peixes
Resumos de Português: Sermão de Santo António aos Peixes
Raffaella Ergün
 
Resumos de Português: Os Lusíadas
Resumos de Português: Os LusíadasResumos de Português: Os Lusíadas
Resumos de Português: Os Lusíadas
Raffaella Ergün
 
Resumos de Português: Fernando Pessoa Ortónimo
Resumos de Português: Fernando Pessoa OrtónimoResumos de Português: Fernando Pessoa Ortónimo
Resumos de Português: Fernando Pessoa Ortónimo
Raffaella Ergün
 
Resumos de Português: Memorial do convento
Resumos de Português: Memorial do conventoResumos de Português: Memorial do convento
Resumos de Português: Memorial do convento
Raffaella Ergün
 
Resumos de Português: Heterónimos De Fernando Pessoa
Resumos de Português: Heterónimos De Fernando PessoaResumos de Português: Heterónimos De Fernando Pessoa
Resumos de Português: Heterónimos De Fernando Pessoa
Raffaella Ergün
 
Resumos de Português: Felizmente há luar!
Resumos de Português: Felizmente há luar!Resumos de Português: Felizmente há luar!
Resumos de Português: Felizmente há luar!
Raffaella Ergün
 
Resumos de Português: Cesário verde
Resumos de Português: Cesário verdeResumos de Português: Cesário verde
Resumos de Português: Cesário verde
Raffaella Ergün
 
Resumos de Português: Camões lírico
Resumos de Português: Camões líricoResumos de Português: Camões lírico
Resumos de Português: Camões lírico
Raffaella Ergün
 

Mais de Raffaella Ergün (20)

Central Business District
Central Business DistrictCentral Business District
Central Business District
 
U.E em 12 lições
U.E em 12 liçõesU.E em 12 lições
U.E em 12 lições
 
Como funciona a União Europeia
Como funciona a União EuropeiaComo funciona a União Europeia
Como funciona a União Europeia
 
Resumos de Português: Os Maias
Resumos de Português: Os MaiasResumos de Português: Os Maias
Resumos de Português: Os Maias
 
Saldo da balança de pagamentos portuguesa
Saldo da balança de pagamentos portuguesaSaldo da balança de pagamentos portuguesa
Saldo da balança de pagamentos portuguesa
 
Resumos Economia A 11º ano: Contabilidade nacional
Resumos Economia A 11º ano: Contabilidade nacionalResumos Economia A 11º ano: Contabilidade nacional
Resumos Economia A 11º ano: Contabilidade nacional
 
Resumos Economia A 11º ano (2ª parte)
Resumos Economia A 11º ano (2ª parte)Resumos Economia A 11º ano (2ª parte)
Resumos Economia A 11º ano (2ª parte)
 
Economia A 11º ano - União Europeia
Economia A 11º ano - União EuropeiaEconomia A 11º ano - União Europeia
Economia A 11º ano - União Europeia
 
Resumos Economia A 11º ano (1ª parte)
Resumos Economia A 11º ano (1ª parte)Resumos Economia A 11º ano (1ª parte)
Resumos Economia A 11º ano (1ª parte)
 
Resumos 10º ano - Economia A (3ªa parte)
Resumos 10º ano - Economia A (3ªa parte)Resumos 10º ano - Economia A (3ªa parte)
Resumos 10º ano - Economia A (3ªa parte)
 
Resumos 10ºano - Economia A (2ª parte)
Resumos 10ºano - Economia A (2ª parte)Resumos 10ºano - Economia A (2ª parte)
Resumos 10ºano - Economia A (2ª parte)
 
Resumos 10ºano - Economia A (1ª parte)
Resumos 10ºano - Economia A (1ª parte)Resumos 10ºano - Economia A (1ª parte)
Resumos 10ºano - Economia A (1ª parte)
 
Resumos de Português: Sermão de Santo António aos Peixes
Resumos de Português: Sermão de Santo António aos PeixesResumos de Português: Sermão de Santo António aos Peixes
Resumos de Português: Sermão de Santo António aos Peixes
 
Resumos de Português: Os Lusíadas
Resumos de Português: Os LusíadasResumos de Português: Os Lusíadas
Resumos de Português: Os Lusíadas
 
Resumos de Português: Fernando Pessoa Ortónimo
Resumos de Português: Fernando Pessoa OrtónimoResumos de Português: Fernando Pessoa Ortónimo
Resumos de Português: Fernando Pessoa Ortónimo
 
Resumos de Português: Memorial do convento
Resumos de Português: Memorial do conventoResumos de Português: Memorial do convento
Resumos de Português: Memorial do convento
 
Resumos de Português: Heterónimos De Fernando Pessoa
Resumos de Português: Heterónimos De Fernando PessoaResumos de Português: Heterónimos De Fernando Pessoa
Resumos de Português: Heterónimos De Fernando Pessoa
 
Resumos de Português: Felizmente há luar!
Resumos de Português: Felizmente há luar!Resumos de Português: Felizmente há luar!
Resumos de Português: Felizmente há luar!
 
Resumos de Português: Cesário verde
Resumos de Português: Cesário verdeResumos de Português: Cesário verde
Resumos de Português: Cesário verde
 
Resumos de Português: Camões lírico
Resumos de Português: Camões líricoResumos de Português: Camões lírico
Resumos de Português: Camões lírico
 

Geografia A 11 ano - União Europeia

  • 1. A integração de Portugal na União Europeia CECA - Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (1951) Foi criada com o Tratado de Paris, após a 2ª Guerra Mundial, em 1951, com o objetivo de promover a cooperação económica e política, garantindo uma paz mais duradoura na Europa Ocidental – Alemanha, Bélgica, França, Holanda, Itália e Luxemburgo CEE - Comunidade Económica Europeia (1957) O sucesso da organização anterior motivou estes países a criarem mais duas comunidades, a CEE e a EURATOM (Comunidade Europeia de Energia Atómica), com a assinatura do Tratado de Roma, em 1957. Deu-se a constituição de um mercado comum – Alemanha, Bélgica, França, Holanda, Itália e Luxemburgo UE - União Europeia (1992) Em 1992, a assinatura do Tratado de Maastricht, cria a União Europeia e um mercado único que permite a livre circulação de bens, pessoas, capitais e serviços na UE.  Alargamentos: 1973 – Dinamarca, Irlanda, Reino Unido; 1981 – Grécia; 1986 – Espanha e Portugal; 1990 – Antiga RDA; 1995 – Áustria, Finlândia, Suécia; 2004 – Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta, Polónia e República Checa. 2013 – Croácia  Países não candidatos à adesão: Noruega, Liechtenstein e Suíça - Estes países mantêm acordos de livre comércio com a U.E UEM - União Económica e Monetária (2002) Em 1992, a UE decidiu lançar a UEM, concretizada através de uma moeda europeia única (o euro), que começou a circular em 2002.  Países que aderiram ao Euro (17): Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Malta, Países Baixos (Holanda) e Portugal  Países que não aderiram ao Euro: Croácia, República Checa, Letónia, Lituânia, Hungria, Polónia, Bulgária, Roménia, Suécia, Dinamarca e Reino Unido. Países candidatos: Turquia e Macedónia; A Islândia fez o pedido em Julho de 2009. Instituições da U.E: Parlamento Europeu, Conselho Europeu e Comissão Europeia. Conselho de Copenhaga (1993): definiu os critérios de adesão:  Critério político – o país candidato tem de possuir instituições estáveis que garantam a democracia, o Estado de direito, os direitos humanos e a sua proteção.
  • 2.  Critério económico – a economia do país têm de ser uma economia de mercado com capacidade para responder à pressão da concorrência.  Critério jurídico – o país candidato tem de proceder à transposição para o seu direito interno de todas as normas políticas comunitárias e de estar em condições de assumir as suas obrigações, incluindo a adesão aos objetivos da união monetária e económica. Acervo comunitário – Conjunto de leis e normas da EU que cada país deve transpor para a sua legislação nacional. Estratégias de Pré-Adesão – Definidas pelo Conselho Europeu em 1997:  Criação de parcerias de adesão a celebrar com cada país definindo as prioridades nacionais de preparação da adesão nomeadamente o acervo comunitário.  Definição de novos instrumentos de apoio técnico e financeiro: IEPA- Instrumento Estrutural de Pré-adesão, destinado a financiar a convergência com as normas comunitárias de infraestruturas em matéria de transportes e ambiente. O SAPARD – Programa Especial para a Agricultura e o Desenvolvimento Rural com vista à modernização das estruturas e processos de produção agrícola e à diversificação económica dos espaços rurais de modo a promover a integração na PAC. Reforço do PHARE (Polónia e Hungria) para recuperar a economia e facilitar o cumprimento do critério económico. Tratado de Maastricht Assinado em 1957, em Roma, cria a Comunidade Económica Europeia (CEE) e a EURATOM. Tratado de Lisboa (2007) Documento que adequa o funcionamento das instituições da UE ao alargamento a 27 estados -membros, melhorando a forma de tomar decisões, reforçando a democraticidade do projeto europeu e aumentando a coerência no relacionamento externo com os outros países do Mundo. O Tratado foi assinado pelos 27 chefes de Estado em 2007, no Mosteiro dos Jerónimos e entrou em vigor em 2009. Este tratado também é designado por Tratado sobre o Funcionamento da UE. Desafios e oportunidades do alargamento Oportunidades:  O grande aumento da dimensão territorial  A expansão do Mercado Único  O reforço da posição da União no contexto político e no mercado mundial Desafios:  Aumento significativo da superfície e da população total  O empobrecimento registado a nível comunitário (na maioria dos novos países membros o PIB per capita é muito inferior à média comunitária)  Maior heterogeneidade económica, social e cultural, o que implica maiores esforços de conciliação de interesses, na procura de consensos na tomada de decisões
  • 3.  Necessidade de adaptar as políticas comunitárias e a composição e funcionamento das instituições da União Europeia Os esforços de adaptação institucional, iniciaram-se com o tratado de Amesterdão, foram aprofundados com o tratado de Nice e concluíram-se com o tratado de Lisboa. Para Portugal este alargamento também trouxe desafios. Portugal viu reduzidos os seu fundos estruturais e além disso passou a enfrentar uma maior concorrência para as exportações portuguesas e na captação de investimento estrageiro. No entanto também existem algumas vantagens: maior possibilidade de internacionalização da economia portuguesa e o alargamento do potencial mercado (consumidor de produtos portugueses); participação no maior mercado comum do mundo. Desvantagens face aos novos Estados-membros: Vantagens face aos novos estados-membros:  A posição periférica do pais, afastado geograficamente dos países com maior poder de compra.  Alguns dos novos países apresentam maior produtividade do trabalho e mão–de–obra mais barata, instruída e qualificada  Melhores infraestruturas e estruturas produtivas mais organizadas  Maior desenvolvimento social  Maior estabilidade política e económica.  Integração na Zona euro.  Sistema bancário mais eficiente e credível. Principais alterações introduzidas pelo tratado de Lisboa: 1. Surge o cargo de presidente da União Europeia em substituição das presidências rotativas. 2. Passa a existir um alto representante da União Europeia para a Politica Externa e de Segurança que coordena a diplomacia da União Europeia. 3. As decisões no Conselho da União Europeia serão tomadas por dupla maioria – 55% dos países representando pelo menos 65% da população em vez da divisão de votos por pais criada no tratado de Nice (2001). 4. O número de assentos no parlamento passa de 785 para 751 e o princípio é o da proporcionalidade degressiva (os países de menor dimensão estão proporcionalmente à sua população mais fortemente representados do que os maiores). Política comunitária do Ambiente Tratado de Maastricht – definiu os principais objetivos da política comunitária no domínio ambiental:  Preservação, proteção e melhoria da qualidade do ambiente  Proteção da saúde das pessoas  Utilização racional dos recursos naturais  Promoção no plano internacional de medidas para enfrentar os problemas globais; O Tratado de Amesterdão coloca o desenvolvimento sustentável e a obtenção de um nível elevado de proteção ambiental entre as principais prioridades da política comunitária. As prioridades e objetivos da politica ambiental europeia apresentam como meta global para a União Europeia atingir padrões de produção e consumo sustentável, maximizar a eficiência dos produtos , serviços e investimentos numa perspetiva de racionalidade económica equidade social e proteção ambiental.
  • 4. A política ambiental comunitária definiu 4 domínios de intervenção: 1. Domínio das Alterações climáticas: Finalidade – Chamar a atenção para o facto de as alterações climáticas constituírem um grande desafio e estabilizar a concentração de gases com efeito de estufa na atmosfera. 2. Domínio da Natureza e biodiversidade: Finalidade – Proteger, conservar, restabelecer e desenvolver o funcionamento dos ecossistemas, dos habitats naturais, fauna e flora a fim de travar a desertificação e a perda de biodiversidade. 3. Domínio do Ambiente e Saúde e Qualidade de Vida: Finalidade- Contribuir para melhorar o nível de qualidade de vida dos cidadãos proporcionando um ambiente em que o nível de poluição não provoque efeitos nocivos na saúde humana encorajando o desenvolvimento urbano sustentável. 4. Domínio dos Recursos Naturais e resíduos: Finalidade- Aumentar a eficiência na utilização dos recursos naturais e gestão de recursos e resíduos, dissociando a produção e utilização dos resíduos do crescimento económico. Alterações Climáticas A União Europeia cumpriu o compromisso do protocolo de Quioto de em 2000 estabilizar as emissões de CO2 em níveis aproximados de 1990. A principal prioridade é, reduzir até 2012, 8% das emissões de gases com efeito de estufa face a 1990. A longo prazo a meta é a redução de 70% das emissões através da inovação e do desenvolvimento científico e tecnológico que permitam manter as atividades económicas e reduzir as emissões de gases. Medidas adotadas a nível comunitário nacional:  Financiamento de projetos que visam otimizar a produção de energia a partir de fontes não poluentes  Desenvolver novos veículos impulsionados a eletricidade ou não poluentes  Desenvolver estruturas urbanas que consomem menos energia e reduzem a utilização de transportes rodoviários  Apoio técnico e financeiro às empresas no sentido de reduzirem e otimizarem o consumo de energia para reduzirem as emissões de gases