Sistemas e
Métodos -

Ferramentas Gerenciais

1
OBJETIVOS
Compreender a necessidade da adoção

dos novos estilos gerenciais ao passo que a
gestão de processos e pessoas caminha para

uma maior autonomia e liberdade de
implementação, no século XXI.
2
Discussão na Marcenaria

3
O Papel do Gerente
O gerente é um dos grandes responsáveis nas organizações,

pela missão complexa de encaminhar as pessoas nos processos de
mudança, em direção a um ponto definido como ideal, na visão
de futuro. Através de ferramentas específicas, ele conduz
processos administrativos e pessoas
à otimização e à maximização
de resultados, caso as práticas
gerenciais sejam bem-sucedidas.
4
Por que usar ferramentas gerenciais?
Segundo a revista HSM Management número 19 (2000), em seu artigo:
“Quem tem medo das ferramentas gerenciais”, foram relacionados os 25
instrumentos de gestão (denominados de ferramentas gerenciais) mais
populares no mundo dos negócios e sua utilização pelos executivos.
O planejamento estratégico foi eleito a principal ferramenta gerencial
aplicada pelos principais executivos de todo o mundo. Das 24 restantes, dez
ferramentas gerenciais foram escolhidas para compor essa aula.
Disponível em
http://agata.ucg.br/formularios/ucg/docentes/cont/manoel_barbosa/pdf/COF
E20061texto4_Ferramentas_gerenciais.pdf. Acesso em 10.mai.2008.
5
Ferramentas
Gerenciais
6.

Database Marketing;

7.

Action Learning;

8.

Downsizing;

1.

Benchmarking;

2.

Empowerment;

3.

Reengenharia;

4.

Gestão da Qualidade Total; 9.

5.

Brainstorming;

10.

Terceirização;
Arquitetura

Organizacional.

6
Benchmarking
“Ser o melhor entre os melhores”
É uma estratégia de gestão voltada para o
aprendizado. Através do benchmarking, uma
organização procura identificar as
melhores práticas empresariais
para aplicá-las a sua realidade
7
Mitos do Benchmarking
Não há processos análogos no meu ramo;

Só pode ser feito com o “melhor”;
É algo para grandes companhias;
É antiético?
É caro demais.

8
Empowerment
“Poder e energia para as pessoas”
Ferramenta gerencial que prima pelo fortalecimento do poder
decisório dos funcionários, para questões operacionais.
Concede-se às pessoas que trabalham em uma empresa,
oportunidades de participarem ativamente
dos processos (eliminando a supervisão)

e escolhas organizacionais (atividades de
rotina), deixando o gerente livre para se
ocupar com as questões estratégicas.
9
Etapas de Implementação - Empowerment

10
Quando o empowerment não dá certo...
1. Programas orientados para o uso da técnica são
cheios de contradições;
2. Executivos e gerentes sabotam os programas de
empowerment; ainda que não percebam que o fazem;
3.Funcionários têm dúvidas quanto ao que venha a
ser a técnica;
4. O processo é rápido demais ou esbarra em resistência.
11
Reengenharia
“Ferramenta da folha de papel em branco”

Significa começar de novo. Colocar uma folha de
papel em branco a sua frente, esquecer dos modelos

tradicionais e criar algo inteiramente novo na forma de
se trabalhar de uma empresa;

ou

seja, uma nova abordagem de
um processo existente na empresa.
12
O que não é a reengenharia!
1. Reorganização, des-hierarquização ou
nivelamento de uma organização;

2. Reestruturação ou downsizing;
3. Gestão pela qualidade total;

4. Automação.

13
Reengenharia - Características
Vários serviços são combinados em um só;

Utilizada para ações drásticas e necessidade rápida de
resposta ao ambiente externo;
As verificações e controles são reduzidos;
Operações centralizadas e descentralizadas unem-se
para o melhor desempenho da empresa.

14
Gestão pela Qualidade Total
“A busca da excelência”
Gestão pela Qualidade Total é busca pela qualidade em toda a
organização. Consiste em estratégia de gestão onde é objetivo da
empresa alcançar altos níveis de excelência

com a plena

satisfação dos clientes (quando

há tempo

para decisões mais rebuscadas).

15
Os Gurus da Qualidade
Para J. Juran, o sucesso em qualidade é fruto de: planejamento;
responsabilização;reconhecimento com base nos resultados
alcançados; desempenho do produto e ausência de deficiências.
Para Feigenbaum, o sucesso em qualidade depende de: visão
sistêmica; orientação para os consumidores; planejamento e
aperfeiçoamento técnico; continuidade; documentação dos
esforços e envolvimento de todos.
Para Deming, o sucesso em qualidade está na adoção de
uma fórmula composta por 14 pontos.

16
Qualidade em Serviços
Constitui um momento de transição no movimento

da gestão pela qualidade. A qualidade em serviços
procura resgatar a excelência em serviços como
fator de competitividade e satisfação da clientela.
Brainstorming
Significa “tempestade de idéias”.
É uma ferramenta para geração de novas idéias, conceitos e

soluções para qualquer assunto ou tópico, num ambiente livre de
críticas e de restrições à imaginação. É útil quando se deseja gerar
em, curto prazo, uma grande quantidade de idéias sobre um

assunto a ser resolvido, possíveis causas de um problema,
abordagens a serem usadas, ou ações a serem tomadas.

18
Reunião de Brainstorming

Prof. Marcello Calvosa

19
Database Marketing
É uma técnica para obtenção de informações a
respeito de seus clientes (ou futuros clientes) numa base de dados

única e a utilização dessa informação para guiar os esforços de
marketing de uma empresa.
Possibilita a busca de informações no banco de dados e a

emissão de mensagens adaptadas ao perfil desejado, o que as
torna mais eficientes e dirigidas especificamente aos usuários.

20
Action learning

Método de
aprendizagem pela
ação;
21
Downsizing
É uma ferramenta gerencial utilizada para
diminuir a burocracia. Ela utiliza a racionalização e a reestruturação
pela redução dos níveis hierárquicos da organização (pessoas),
visando alcançar maior velocidade e produtividade, reduzindo custos.
Sua origem vem de um termo em inglês que significa achatamento
(enxugamento). O enxugamento de pessoal,
refletido na
extinção de níveis hierárquicos até então
presentes, permite
uma comunicação mais rápida e
eficiente da alta
administração com os níveis operacionais.

22
Terceirização
Ou outsourcing é uma ferramenta de administração que consiste
na compra reiterada de serviços especializados de outras empresas
servidora e que permite à empresa tomadora concentrar energia em
sua principal vocação, formando uma associação entre uma

companhia principal e uma “terceira” empresa. Ou seja, significa
passar adiante (para terceiros) a responsabilidade pela execução de
determinada atividade ou conjunto de atividades, porém protegendo

a sua missão.
Quarteirização: gestão de contratos.
23
Arquitetura Organizacional
“Novos desenhos para as organizações do futuro”

Estratégia de gestão empresarial que compreende as
organizações como projetos a serem construídos através
da elaboração de seus principais componentes.
Repensa as como as organizações querem se
apresentar em um futuro um
pouco mais longínquo.
Por que arquitetura organizacional?
A imprecisão pode gerar oportunidades e porque esta

estratégia encontrou na arquitetura física alguns
princípios importantes:
1. Finalidade do projeto;

2. Criação de uma “moldura” para
a realização da vida;
3. Concepção de projetos a frente

5. Primado da finalidade;

da própria época;

6. Adequação arquitetônica;

4. O projeto é fruto do trabalho de

7. Materiais estruturais;

muitos;

8. Disponibilidade de tecnologias;
9. Colaterais necessárias.
25
Perspectivas para a Arquitetura
Organizacional
Maior fluidez nos formatos organizacionais;

Ênfase para o aprendizado;
Ênfase para o fator sistêmico;
Envolvimento pleno do pessoal da organização

com questões comuns e estratégicas; e
Ênfase no equilíbrio financeiro.

26
Acaba por favor…

27

MUNDO DOS NEGÓCIOS - Ferramentas Gerenciais

  • 1.
  • 2.
    OBJETIVOS Compreender a necessidadeda adoção dos novos estilos gerenciais ao passo que a gestão de processos e pessoas caminha para uma maior autonomia e liberdade de implementação, no século XXI. 2
  • 3.
  • 4.
    O Papel doGerente O gerente é um dos grandes responsáveis nas organizações, pela missão complexa de encaminhar as pessoas nos processos de mudança, em direção a um ponto definido como ideal, na visão de futuro. Através de ferramentas específicas, ele conduz processos administrativos e pessoas à otimização e à maximização de resultados, caso as práticas gerenciais sejam bem-sucedidas. 4
  • 5.
    Por que usarferramentas gerenciais? Segundo a revista HSM Management número 19 (2000), em seu artigo: “Quem tem medo das ferramentas gerenciais”, foram relacionados os 25 instrumentos de gestão (denominados de ferramentas gerenciais) mais populares no mundo dos negócios e sua utilização pelos executivos. O planejamento estratégico foi eleito a principal ferramenta gerencial aplicada pelos principais executivos de todo o mundo. Das 24 restantes, dez ferramentas gerenciais foram escolhidas para compor essa aula. Disponível em http://agata.ucg.br/formularios/ucg/docentes/cont/manoel_barbosa/pdf/COF E20061texto4_Ferramentas_gerenciais.pdf. Acesso em 10.mai.2008. 5
  • 6.
  • 7.
    Benchmarking “Ser o melhorentre os melhores” É uma estratégia de gestão voltada para o aprendizado. Através do benchmarking, uma organização procura identificar as melhores práticas empresariais para aplicá-las a sua realidade 7
  • 8.
    Mitos do Benchmarking Nãohá processos análogos no meu ramo; Só pode ser feito com o “melhor”; É algo para grandes companhias; É antiético? É caro demais. 8
  • 9.
    Empowerment “Poder e energiapara as pessoas” Ferramenta gerencial que prima pelo fortalecimento do poder decisório dos funcionários, para questões operacionais. Concede-se às pessoas que trabalham em uma empresa, oportunidades de participarem ativamente dos processos (eliminando a supervisão) e escolhas organizacionais (atividades de rotina), deixando o gerente livre para se ocupar com as questões estratégicas. 9
  • 10.
    Etapas de Implementação- Empowerment 10
  • 11.
    Quando o empowermentnão dá certo... 1. Programas orientados para o uso da técnica são cheios de contradições; 2. Executivos e gerentes sabotam os programas de empowerment; ainda que não percebam que o fazem; 3.Funcionários têm dúvidas quanto ao que venha a ser a técnica; 4. O processo é rápido demais ou esbarra em resistência. 11
  • 12.
    Reengenharia “Ferramenta da folhade papel em branco” Significa começar de novo. Colocar uma folha de papel em branco a sua frente, esquecer dos modelos tradicionais e criar algo inteiramente novo na forma de se trabalhar de uma empresa; ou seja, uma nova abordagem de um processo existente na empresa. 12
  • 13.
    O que nãoé a reengenharia! 1. Reorganização, des-hierarquização ou nivelamento de uma organização; 2. Reestruturação ou downsizing; 3. Gestão pela qualidade total; 4. Automação. 13
  • 14.
    Reengenharia - Características Váriosserviços são combinados em um só; Utilizada para ações drásticas e necessidade rápida de resposta ao ambiente externo; As verificações e controles são reduzidos; Operações centralizadas e descentralizadas unem-se para o melhor desempenho da empresa. 14
  • 15.
    Gestão pela QualidadeTotal “A busca da excelência” Gestão pela Qualidade Total é busca pela qualidade em toda a organização. Consiste em estratégia de gestão onde é objetivo da empresa alcançar altos níveis de excelência com a plena satisfação dos clientes (quando há tempo para decisões mais rebuscadas). 15
  • 16.
    Os Gurus daQualidade Para J. Juran, o sucesso em qualidade é fruto de: planejamento; responsabilização;reconhecimento com base nos resultados alcançados; desempenho do produto e ausência de deficiências. Para Feigenbaum, o sucesso em qualidade depende de: visão sistêmica; orientação para os consumidores; planejamento e aperfeiçoamento técnico; continuidade; documentação dos esforços e envolvimento de todos. Para Deming, o sucesso em qualidade está na adoção de uma fórmula composta por 14 pontos. 16
  • 17.
    Qualidade em Serviços Constituium momento de transição no movimento da gestão pela qualidade. A qualidade em serviços procura resgatar a excelência em serviços como fator de competitividade e satisfação da clientela.
  • 18.
    Brainstorming Significa “tempestade deidéias”. É uma ferramenta para geração de novas idéias, conceitos e soluções para qualquer assunto ou tópico, num ambiente livre de críticas e de restrições à imaginação. É útil quando se deseja gerar em, curto prazo, uma grande quantidade de idéias sobre um assunto a ser resolvido, possíveis causas de um problema, abordagens a serem usadas, ou ações a serem tomadas. 18
  • 19.
  • 20.
    Database Marketing É umatécnica para obtenção de informações a respeito de seus clientes (ou futuros clientes) numa base de dados única e a utilização dessa informação para guiar os esforços de marketing de uma empresa. Possibilita a busca de informações no banco de dados e a emissão de mensagens adaptadas ao perfil desejado, o que as torna mais eficientes e dirigidas especificamente aos usuários. 20
  • 21.
  • 22.
    Downsizing É uma ferramentagerencial utilizada para diminuir a burocracia. Ela utiliza a racionalização e a reestruturação pela redução dos níveis hierárquicos da organização (pessoas), visando alcançar maior velocidade e produtividade, reduzindo custos. Sua origem vem de um termo em inglês que significa achatamento (enxugamento). O enxugamento de pessoal, refletido na extinção de níveis hierárquicos até então presentes, permite uma comunicação mais rápida e eficiente da alta administração com os níveis operacionais. 22
  • 23.
    Terceirização Ou outsourcing éuma ferramenta de administração que consiste na compra reiterada de serviços especializados de outras empresas servidora e que permite à empresa tomadora concentrar energia em sua principal vocação, formando uma associação entre uma companhia principal e uma “terceira” empresa. Ou seja, significa passar adiante (para terceiros) a responsabilidade pela execução de determinada atividade ou conjunto de atividades, porém protegendo a sua missão. Quarteirização: gestão de contratos. 23
  • 24.
    Arquitetura Organizacional “Novos desenhospara as organizações do futuro” Estratégia de gestão empresarial que compreende as organizações como projetos a serem construídos através da elaboração de seus principais componentes. Repensa as como as organizações querem se apresentar em um futuro um pouco mais longínquo.
  • 25.
    Por que arquiteturaorganizacional? A imprecisão pode gerar oportunidades e porque esta estratégia encontrou na arquitetura física alguns princípios importantes: 1. Finalidade do projeto; 2. Criação de uma “moldura” para a realização da vida; 3. Concepção de projetos a frente 5. Primado da finalidade; da própria época; 6. Adequação arquitetônica; 4. O projeto é fruto do trabalho de 7. Materiais estruturais; muitos; 8. Disponibilidade de tecnologias; 9. Colaterais necessárias. 25
  • 26.
    Perspectivas para aArquitetura Organizacional Maior fluidez nos formatos organizacionais; Ênfase para o aprendizado; Ênfase para o fator sistêmico; Envolvimento pleno do pessoal da organização com questões comuns e estratégicas; e Ênfase no equilíbrio financeiro. 26
  • 27.