Serviço Nacional da Aprendizagem Industrial-SENAI
Centro de Formação Profissional de Taguatinga
Gestão de Processos
Como Aproveitar Melhor o Nosso Tempo
 Dedicar este período exclusivamente ao aprendizado
 Desligar o celular ou colocar no vibracall ou Silencioso
 Desligar MP3 (4, ... , 10) – Fone de ouvido
 Fazer as ligações nos intervalos
 Conhecer as facilidades do local
 Conhecer os procedimentos de segurança do local
 Manter os notebooks fechados
 Cumprir os horários
 Respeitar o trabalho dos colegas
 Concentre-se 110% na aprendizagem
 Usar bem os intervalos: procurar conhecer mais as
pessoas, etc.)
 Conectar cada detalhe da disciplina com o seu
trabalho/vida no dia-a-dia
 “Zerar” ansiedade em relação aos horários
Ementa
Evolução do processo da Qualidade. Conceitos Básicos.
Fundamentos de Gestão. Sistema de Avaliação – Critérios
de Excelência do Prêmio Nacional da Qualidade. Ciclo
PDCA. Planejamento da Qualidade. Controle da Qualidade.
Melhoria da Qualidade. Gerenciamento da Rotina.
Gerenciamento pelas Diretrizes. Programa 5S.
Objetivo Geral
Compreender conceitos fundamentais, metodologias e
ferramentas indispensáveis para a concepção e
implantação de processos eficazes de mudança
organizacional em Qualidade e Produtividade, de modo
a tornar as organizações mais competitivas.
Objetivos Específicos
Compreender a Qualidade como um modelo de Gestão baseado na melhoria contínua
dos processos;
Conhecer a evolução e conceitos da qualidade;
Entender a importância da gestão da qualidade no contexto empresarial;
Entender o papel das “partes interessadas” na gestão empresarial;
Compreender o método para planejamento, controle e melhoria da qualidade;
Entender a abordagem de processos;
Entender o gerenciamento para manter e melhorar resultados;
Conhecer os modelos de gestão da qualidade, gestão ambiental e de responsabilidade
social baseados em normas;
Motivar a utilização de metodologia e ferramentas na gestão organizacional;
Conhecer casos de empresas bem-sucedidas.
– 1.1 Apresentação
– 1.2 Evolução da Qualidade
– 1.3 Conceito de Qualidade, Produtividade,
Competitividade e Sobrevivência
– 1.4 Fundamentos de Gestão
– 1.5 Gestão da Qualidade Total
– 1.6 Modelo de Excelência da Gestão®
•1. Introdução
– 2.1 Método PDCA
– 2.2 Definição de problema
– 2.3 Definição de meta
– 2.4 Definição de método
– 2.5 Aplicações do PDCA
– 2.6 Metodologia de Solução de Problemas
•2. Método para
planejamento, controle e
melhoria da qualidade
Conteúdo Programático
– 4.1 Sistema de Gestão da Qualidade
– 4.2 Sistema de Gestão Ambiental
– 4.3 Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional
– 4.4 Sistema de Gestão de Responsabilidade Social
•4. Sistema integrado de
gestão
Conteúdo Programático
•3. Programas de Qualidade
e Produtividade
– 3.1 Programa 5S
– 3.2 Gestão de Processos
– 3.3 Gerenciamento pelas Diretrizes
– 3.4 Gerenciamento da Rotina Diária
– 3.5 Sistema de Padronização
– 3.6 Tratamento de Não Conformidade
Procedimentos Metodológicos
Aulas expositivas: exposição dialogada;
Trabalhos individuais
Formação de grupos de trabalho;
Aplicação de Estudos de Casos e exercícios práticos;
Workshop;
Apresentação de Filmes
Avaliação de Aprendizagem
 Avaliação individual escrita com questões de múltipla
escolha e questões subjetivas (5,0 pontos)
 Atividades em grupo (3,5 pontos)
 Participação / Integração / Pontualidade / Assiduidade (1,5
pontos)
Referências
AGUIAR, Silvo. Integração das ferramentas da qualidade ao pdca e ao programa seis
sigma. v. 1. Belo Horizonte: INDG, 2006.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 9000:2005: Sistemas de
gestão da qualidade: fundamentos e vocabulário. Rio de Janeiro, 2005.
___. NBR ISO 9001:2000: Sistemas de gestão da qualidade: requisitos. Rio de Janeiro,
2000.
___. NBR ISO 14001:2004. Sistemas de gestão ambiental – requisitos com orientações
para uso. Rio de janeiro: ABNT, 2004.
CAMPOS, V. Falconi. Gerenciamento da rotina do trabalho do dia-a-dia. 8. ed. Belo
Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 2004.
___. Gerenciamento pelas diretrizes. 4. ed. Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços
Ltda, 2004 Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 2004
___. Qualidade total: padronização de empresas. Belo Horizonte: INDG Tecnologia e
Serviços Ltda, 2004
Referências
___. TQC: controle da qualidade total (no estilo japonês). 8. ed. Belo Horizonte: INDG
Tecnologia e Serviços Ltda, 2004.
CARPINETTI, Luiz C. R. et al. Gestão da qualidade ISO 9001:2000: princípios e requisitos.
1. ed. São Paulo: Atlas, 2008
CARVALHO, Marly M. e PALADINI, Edson P. (Coord.) Gestão da qualidade: teoria e
casos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
CROSBY, P. B. Qualidade é investimento. José Olympio Editora, Rio de Janeiro: 1999.
DELLARETTI FILHO, O. As sete ferramentas do planejamento da qualidade – série
ferramentas da qualidade. v. 5. Belo Horizonte: FCO/EEUFMG, 1996.
FUNDAÇÃO PARA O PRÊMIO NACIONAL DA QUALIDADE. Critérios de Excelência
2008. São Paulo: FNQ, 2008.
GARVIN, D. A. Gerenciando a qualidade: a visão estratégica e competitiva. Rio de
Janeiro: Qualitymark, 1992.
Referências
JURAN, J. M. A qualidade desde o projeto. 1. ed. São Paulo: Thomson Learning, 2002.
KUME, H. Métodos estatísticos para a melhoria da qualidade. São Paulo: Editora Gente,
1993.
LAPA, Reginaldo P. Praticando os 5 Sensos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1997
MARANHÃO, Mauriti. ISO série 9000 Versão 2000 – Manual de implementação. 8. ed. rev.
e ampl. Rio de Janeiro: Qualitymark. 2007.
MARSHALL JUNIOR, Isnard (coord). et al. Gestão da Qualidade. Rio de Janeiro: FGV,
2004.
MOURA, Eduardo. As sete ferramentas gerenciais da qualidade – implementando a
melhoria contínua com maior eficácia. São Paulo: Makron Books, 1994.
OLIVEIRA, Otávio J. (org.) Gestão da qualidade: tópicos avançados. São Paulo:
Thomson Learning, 2004
OLIVEIRA, M. A. SA 8000 – O modelo ISO 9000 aplicado à responsabilidade social. Rio de
Janeiro: Qualitymark. 2002.
Referências
PALADINI, Edson P. Gestão estratégica da qualidade: princípios, métodos e processos.
São Paulo: Atlas. 2008.
PESSOA, Gerisval A. Círculos de controle da qualidade como instrumento de gestão
participativa e motivacional. Disponível em: <
http://www.artigocientifico.com.br/artigos/?mnu=1&smnu=5&artigo=1932>. Acesso em: 01
de abr. 2008.
___. PDCA: ferramentas para excelência organizacional. (Apostila). São Luís: FAMA, 2007.
SCAPIN, Carlos Alberto. Análise Sistemática de Falhas. Belo Horizonte: EDG, 1999.
SEIFFERT, Mari E. B. Sistemas de gestão ambiental (ISO 14001) e saúde e segurança
ocupacional (OHSAS 18001): vantagens da implantação integrada. São Paulo: Atlas, 2008
SILVA, J. M. da. 5S – O ambiente da qualidade. FCO/EEUFMG, Belo Horizonte: 1994.
WALTON, M. Método Deming de administração. Marques-Saraiva, Rio de Janeiro, 1989.
WERKEMA, M.C.C. As 7 ferramentas da qualidade no gerenciamento de processos –
Série Ferramentas da Qualidade. v. 2. Belo Horizonte: FCO/EEUFMG, 1995.
UNIDADE IUNIDADE I
INTRODUÇÃO E CONCEITOSINTRODUÇÃO E CONCEITOS
BÁSICOSBÁSICOS
Apresentação
Vivemos, atualmente, em um mundo de economia globalizada,
num mercado sem fronteiras e internacionalizado, que leva
as empresas a buscarem uma maior competitividade de
seus produtos e/ou serviços. Para que estas empresas
(organizações humanas) sobrevivam de forma sustentável
neste ambiente competitivo, é necessário que se tenha um
excelente sistema de gestão e, que o mesmo, aborde uma
filosofia global do negócio (visão holística).
O sistema que apresentamos é a Gestão da Qualidade Total,
que busca maximizar os resultados das organizações por meio
da satisfação simultânea de todas as partes interessadas,
ou seja, os clientes, empregados, acionistas, meio ambiente,
comunidade, sociedade e fornecedores.
Apresentação
Para satisfazer as partes interessadas, é necessário: uma
estrutura organizacional voltada para o mercado, atuando de
forma sistematizada e científica, com uma compreensão e
segmentação do conjunto de atividades e processos da
organização que agreguem valor, tomando decisões e
executando ações baseadas em medição e análise do
desempenho, levando-se em consideração as informações
disponíveis, ale dos riscos identificados; um sistema de
padronização bem definido para garantir a previsibilidade dos
resultados esperados pelos clientes e para que se possam
buscar melhorias (competitividade) de forma consistente;
um sistema de indicadores de desempenho, para avaliar os
resultados; e um controle da qualidade, para mantê-los.
Apresentação
Como reduzir custos, aumentar a rentabilidade, agregar
valor ao acionista, criar valor aos clientes, criar mais
postos de trabalho, gerar renda, reduzir acidentes,
melhorar a qualidade de vida e eliminar a poluição
SIMULTANEAMENTE?
Equação Estratégica
Evolução da Qualidade
Evolução da Qualidade
 Inspeção
 Controle Estatístico da Qualidade
 Garantia da Qualidade
 Gestão Estratégica da Qualidade
As Quatro Principais Fases da Qualidade
OS 8 PRINCÍPIOS DE
GESTÃO DA QUALIDADE
For the benefit of business and people
Princípio 1Princípio 1
Organização Focada no Cliente
Organizações dependem de seus
clientes e, portanto, é recomendável
que atendam às necessidades atuais e
futuras do cliente, os seus requisitos e
procurem exceder as suas expectativas
Princípio 2Princípio 2
Liderança
Líderes estabelecem um propósito e
direção única numa organização.
Devem criar e manter um ambiente
interno, no qual as pessoas tornam-se
totalmente envolvidas em atender os
objetivos da organização.
Princípio 3Princípio 3
Envolvimento das Pessoas
As pessoas em todos os níveis,
representam a essência de uma
organização, e seu total
envolvimento, possibilita a
utilização de suas habilidades
em benefício da organização
AtividadesAtividades
++
RecursosRecursos
EntradaEntrada SaídaSaída
Controles doProcessoControles doProcesso
Princípio 4Princípio 4
Abordagem de Processo
Indicadores de desempenhoIndicadores de desempenho
do processodo processo
Um resultado desejado é alcançado mais
eficientemente, quando as atividades e os recursos
relacionados são gerenciados como um processo
ProcessoProcesso
AA
ProcessoProcesso
DD
ProcessoProcesso
BB
ProcessoProcesso
CC
Princípio 5Princípio 5
Abordagem Sistêmica de Gestão
Identificar, entender e gerenciar os processos inter-
Relacionados como um sistema contribui para a eficácia e
eficiência da organização no sentido desta atingir os seus
objetivos
Objetivo
1
Objetivo
2
Princípio 6Princípio 6
Melhoria Contínua
Convém que a Melhoria
Contínua do desempenho
global da organização seja
seu objetivo permanente
Princípio 7Princípio 7
Abordagem Factual para Tomada de Decisão
Decisões eficazes
são baseadas na
análise de dados
e informações
PrincípioPrincípio 8
Benefícios mútuos nas relações com os
fornecedores
Organização e seus fornecedores
são interdependentes, e uma
relação de benefícios mútuos
aumenta a capacidade de
ambos em agregar valor
• Dos oito princípios de gestão da qualidade,
existe alguma hierarquia entre eles?
• Cite e comente dois desses princípios.
• O que é uma abordagem por processos?
• Conceitue abordagem sistêmica de gestão, dê
exemplos!
Mudanças:
“Nada há de permanecer, exceto a mudança”
Heráclito, 450 AC
Pontos críticos da Gestão da QualidadePontos críticos da Gestão da Qualidade
Mudanças:
Ambiente propício para mudança
Maior barreira: Resistências
Comunicação: informação à favor das mudanças
Quebrar paradigmas: necessidade de estar
sempre em busca da inovação
Pontos críticos da Gestão da QualidadePontos críticos da Gestão da Qualidade
Resistências às MudançasResistências às Mudanças
“ A teoria dos germes de Louis Pasteur é ridícula
ficção”
Pierre Pochet – Prof. Fisiologia – 1872
“ O Raio X é uma mistificação”
Lord Kevin – Pres. Da Bristish Royal Society os Science –1900
“ A televisão não dará certo. As pessoas terão de
ficar olhando sua tela, e a família americana média
não tem tempo para isso”.
The New York Times – 18/04/1939
Evolução da Qualidade
1 - Preocupação básica: Verificação
2 - Visão da Qualidade: Um problema a ser resolvido
3 - Ênfase: Uniformidade do produto
4 - Métodos: Instrumento de medição
5 - Responsável pela Qualidade: O Departamento de Inspeção
6 - Orientação e abordagem: “Inspeciona” a qualidade
Inspeção
Evolução da Qualidade
1 - Preocupação básica: Controle
2 - Visão da Qualidade: Um problema a ser resolvido
3 - Ênfase: Uniformidade do produto com menos inspeção
4 - Métodos: Instrumentos e técnicas estatísticas
5 - Responsável pela Qualidade: Os departamentos de produção e
engenharia
6 - Orientação e abordagem: “Controla” a qualidade
Controle Estatístico da Qualidade
Evolução da Qualidade
1 - Preocupação básica: Coordenação
2 - Visão da Qualidade: Um problema a ser resolvido, mas que seja
enfrentado proativamente.
3 - Ênfase: Toda a cadeia de produção,desde o projeto até o mercado,
e a contribuição de todos os grupos funcionais, especialmente os
projetistas, para impedir falhas de qualidade.
4 - Métodos: Programas e Sistemas
5 - Responsável pela Qualidade: Todos os departamentos,embora
a alta gerência só se envolva perifericamente com o projeto, o
planejamento e a execução das políticas da qualidade.
6 - Orientação e abordagem: “Constrói” a qualidade
Garantia da Qualidade
Evolução da Qualidade
1 - Preocupação básica: Impacto estratégico
2 - Visão da Qualidade: Uma oportunidade de concorrência
3 - Ênfase: As necessidades de mercado e do consumidor
4 - Métodos: Planejamento estratégico, estabelecimento de
objetivos
e a mobilização da organização
5 - Responsável pela Qualidade: Todos na empresa, com a alta
gerência exercendo forte liderança
6 - Orientação e abordagem: “Gerencia” a qualidade.
Gerenciamento Estratégico da Qualidade
• Quais as etapas na evolução da qualidade?
• O que significa cada uma delas?
Evolução da Qualidade
O Sucesso
Total Parceria
com Clientes e
Fornecedores
Total Parceria
com Clientes e
Fornecedores
A Qualidade
nos Métodos
de Gestão
A Qualidade
nos Métodos
de Gestão
Perícia
Individual
Perícia
Individual
Estreito
Contato com
o Cliente
Estreito
Contato com
o Cliente
Garantia da
Qualidade em Cada
Posto de Trabalho
Garantia da
Qualidade em Cada
Posto de Trabalho
Amplo Contato
com Clientes e
Fornecedores
Amplo Contato
com Clientes e
Fornecedores
Pouco Contato
com Clientes e
Fornecedores
Pouco Contato
com Clientes e
Fornecedores
Controle de
Qualidade/
Inspeção
Controle de
Qualidade/
Inspeção
Modelo
Atual
Modelo
Atual
Linha
de
Montagem
Linha
de
Montagem
ArtesãoArtesão
O Futuro*O Futuro*
Conceitos de Qualidade,
Produtividade, Competitividade e
Sobrevivência
 Feigenbaum
É uma determinação do consumidor e não do engenheiro, da
área comercial ou da administração de uma empresa. É um
conjunto de características do produto ou serviço em uso, as
quais satisfazem as expectativas do cliente.
Conceitos de Qualidade
 Juran
É a adequação ao uso.
Estabeleceu que a Qualidade é feita de três processos
gerenciais que são: o planejamento, o controle e a melhoria.
Processos Gerenciais – Trilogia de Juran
A
C
P
D
Plano
PROCESSO NOVO
Definir novos padrões
( produto
novo ) para
atingir metas
Padrão
PROCESSO
EXISTENTE
Cumprir os padrões
estabelecidos
verificando os resultados e
corrigindo as anomalias
A
C
P
D
A
C
P
D
Plano
PROCESSO
EXISTENTE
Alterar padrões
para atingir novas
metas
 Deming – 14 Princípios
 Criar constância de propósitos na melhoria contínua de produtos e serviços
 Adoção da nova filosofia
 Não depender da inspeção em massa
 Cessar a prática de avaliar as transações apenas com base nos preços
 Melhorar continuamente o sistema de produção e serviços
 Instituir o treinamento profissional do pessoal
 Instituir a liderança
 Eliminar o medo
 Romper as barreiras entre os departamentos
 Eliminar "slogans" e exortações para o pessoal
 Eliminar quotas numéricas
 Remover barreiras ao orgulho do trabalho bem realizado
 Instituir um vigoroso programa de educação e reciclagens nos novos métodos
 Planos de ação: agir no sentido de concretizar a transformação desejada.
Conceitos de Qualidade
 Crosby
Define qualidade como a conformidade com as especificações. Esta
definição é voltada inteiramente para o cliente, enfatizando que a
Qualidade é tangível, gerenciável e pode ser medida.
Enfatiza:
 Formação de uma equipe de melhoria
 Fazer certo da primeira vez
 Zero defeito
 Especificar bem
 Avaliação dos custos da qualidade
Conceitos de Qualidade
 Ishikawa
Destaca que a qualidade deve ser em toda a empresa: Qualidade do
serviço, Qualidade do trabalho, Qualidade da informação, Qualidade do
processo, Qualidade do departamento, do operário, do engenheiro, do
administrador, Qualidade das pessoas, Qualidade da própria empresa, de
sua diretriz.
Coloca o consumidor em 1º lugar = transposições das opiniões e
expectativas do consumidor ao projeto, produção e distribuição.
Enfatiza
 o trabalho em equipe
 A lealdade da empresa e dos funcionários
 A forte relação entre fornecedor e consumidor.
Conceitos de Qualidade
 Gitlow
É o julgamento feito pelos clientes ou usuários de um produto ou
serviço; é o grau em que os clientes ou usuários sentem que o
produto ou serviço exceda suas necessidades e expectativas.
(GITLOW).
Conceitos de Qualidade
 Falconi
Um produto ou serviço de Qualidade é aquele que atenda
perfeitamente, de forma confiável, de forma acessível, de forma
segura e no tempo certo às necessidades do cliente.
 PNQ 2008
Totalidade de características de uma entidade (atividade ou
processo, produto), organização, ou uma combinação destes,
que lhe confere a capacidade de satisfazer as necessidades
explícitas e implícitas dos clientes e demais partes interessadas.
Conceitos de Qualidade
 NBR ISO 9000:2005
É o grau no qual um conjunto de características inerentes
satisfaz a requisitos.
(Requisitos: necessidade ou expectativa que é expressa, geralmente, de forma implícita ou
obrigatória Característica: propriedade diferenciadora, que pode ser inerente ou atribuída,
qualitativa ou quantitativa)
Parâmetros da Qualidade de Produto – Fatores de Satisfação
 Desempenho funcional;
 Disponibilidade, confiabilidade;
 Durabilidade;
 Conformidade;
 Mantenabilidade;
 Facilidade/conveniência de uso;
 Instalação e orientação de uso;
 Interface com o usuário
 Meio ambiente;
 Atendimento pós-venda, assistência;
 Estética;
 Qualidade percebida, imagem da marca
 Custo do ciclo de vida do produto
Abordagens Práticas Associadas ao Conceito da Qualidade
 Abordagem Centrada no Processo
 Abordagem Centrada no Produto
 Abordagem Centrada no Valor
 Abordagem Centrada no Usuário
Ampliação da Gestão da Qualidade
Qualidade de
projeto do processo
Qualidade de
fabricação
Projeto do Produto
& Processo
Produção
Qualidade de
fabricação
Pós-Venda
Planejamento e
Concepção de
produto
SATISFAÇÃO
DOS
CLIENTES
Conceito de Produtividade
Conceito de Produtividade
É Produzir cada vez mais e melhor com
cada vez menos
Conceito de Competitividade
Qualidade
Produtividade
+
Foco no Mercado
+
Competitividade
=
Conceito de Sobrevivência
A produtividade cresce com a qualidade dos produtos, imprimindo
maior competitividade à empresa e garantindo a sua sobrevivência no
mercado.
Questões
• Como a IS0 9000 trata o conceito de qualidade?
• O que é a trilogia de Juran?
• Cite três princípios do Deming e explique-os!
• O que são fatores de satisfação, cite três deles!
• Conceitue produtividade.
• O que é competitividade?
• Diga com suas palavras o que é sobrevivência no
mercado?
Fundamentos de Gestão
Fundamentos de Excelência - PNQ 2008
 Pensamento sistêmico: entendimento das relações de
interdependência entre os diversos componentes de uma
organização, bem como entre a organização e o ambiente externo.
 Aprendizado organizacional: busca e alcance de um novo
patamar de conhecimento para a organização por meio da
percepção, reflexão, avaliação e compartilhamento de experiências.
 Cultura da inovação: promoção de um ambiente favorável à
criatividade, experimentação e implementação de novas idéias que
possam gerar um diferencial competitivo para a organização.
Fundamentos de Gestão
Fundamentos de Excelência - PNQ 2008
 Liderança e constância de propósitos: atuação de forma aberta,
democrática, inspiradora e motivadora das pessoas, visando ao
desenvolvimento da cultura da excelência, à promoção de relações
de qualidade e à proteção dos interesses das partes interessadas.
 Orientação por processos e informações: compreensão e
segmentação do conjunto das atividades e processos da
organização que agreguem valor para as partes interessadas, sendo
que a tomada de decisões e execução de ações deve ter como base
a medição e análise do desempenho, levando-se em consideração
as informações disponíveis, além de incluir os riscos identificados.
Fundamentos de Gestão
Fundamentos de Excelência - PNQ 2008
 Visão de futuro: compreensão dos fatores que afetam a
organização, seu ecossistema e o ambiente externo no curto e no
longo prazo, visando a sua perenização.
 Geração de valor: alcance de resultados consistentes,
assegurando a perenidade da organização pelo aumento de valor
tangível e intangível de forma sustentada para todas as partes
interessadas.
 Valorização das pessoas: estabelecimento de relações com as
pessoas, criando condições para que elas se realizem
profissionalmente e humanamente, maximizando seu desempenho
por meio do comprometimento, desenvolvimento de competências e
espaço para empreender.
Fundamentos de Gestão
Fundamentos de Excelência - PNQ 2008
 Conhecimento sobre o cliente e o mercado: conhecimento e
entendimento do cliente e do mercado, visando à criação de valor de
forma sustentada para o cliente e, conseqüentemente, gerando maior
competitividade nos mercados.
 Desenvolvimento de parcerias: desenvolvimento de atividades em
conjunto com outras organizações, a partir da plena utilização das
competências essenciais de cada uma, objetivando benefícios para
ambas as partes.
Fundamentos de Gestão
Fundamentos de Excelência - PNQ 2008
 Responsabilidade social: atuação que se define pela relação
ética e transparente da organização com todos os públicos com os
quais ela se relaciona, estando voltada para o desenvolvimento
sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e
culturais para gerações futuras; respeitando a diversidade e
promovendo a redução das desigualdades sociais como parte
integrante da estratégia da organização.
Fundamentos de Gestão
Exercício 1
Fundamentos de Excelência
Documento do
Microsoft Word
Gestão da Qualidade Total
 É o controle exercido por todas as pessoas para a
satisfação de todas as pessoas.
 É a busca da satisfação de todas as “pessoas” que se
relacionam com a organização “stakeholders” (partes
interessadas) de forma simultânea.
Gestão da Qualidade Total
 É o sistema de atividades dirigidas para se atingir
clientes satisfeitos, empregados com responsabilidade e
autoridade, maior faturamento e menor custo” (Juran)
 É uma estratégia de fazer negócios que objetiva
maximizar a competitividade de uma empresa através da
melhoria contínua da qualidade dos seus produtos,
serviços, pessoas, processos e ambiente (Goetsch)
Gestão da Qualidade Total
 Foco no cliente
 Qualidade em primeiro lugar
 Melhoria contínua de produtos e processos
 Envolvimento, comprometimento e desenvolvimento de
recursos humanos
Princípios Fundamentais da Gestão da Qualidade Total
Elementos da Gestão da Qualidade Total
Foco no Cliente
Melhoria
contínua
Comprometimento
& Envolvimento
Educação &
Treinamento
Foco em processos
Abordagem
científica
Valores Métodos
QFD DOE/Taguchi
Seis SigmaBenchmarking
FMEA
PDCA
SGQ ISO
CEP
Ferramentas
Gráficos de Controle
Pareto Causa e Efeito
Matriz de Relações
Diagrama de Afinidades
Histograma
Diagrama Árvore
Gestão da Qualidade Total
CLIENTES
ACIONISTAS
EMPREGADOS
Preço
Qualidade do
produtos
Qualidade dos
serviços
Preço
Qualidade do
produtos
Qualidade dos
serviços
Valor agregadoValor agregado
Satisfação do
empregado
Valorização profissional
Vantagens e benefícios
Satisfação do
empregado
Valorização profissional
Vantagens e benefícios
Ações comunitárias
Defesa do meio
ambiente
Ações comunitárias
Defesa do meio
ambiente
VIZINHOS
Dimensões da Qualidade Total
Satisfazendo a Necessidade das Pessoas
Dimensões
Qualidade
Custo
Entrega
Moral
Segurança
Produto
Serviço
Custo
Preço
Prazo Certo
Local Certo
Empregados
Usuário
Quantidade Certa
Empregados
Cliente
Comunidade
Cliente
Acionista
Empregado
Comunidade
Cliente
Empregado
Cliente
Empregado
Comunidade
Modelo de Excelência da Gestão
®
O Prêmio Nacional da Qualidade (PNQ) é um reconhecimento
à excelência na gestão das organizações sediadas no Brasil.
O Prêmio busca promover:
Amplo entendimento dos requisitos para alcançar a excelência
do desempenho e, portanto, a melhoria da competitividade; e
Ampla troca de informações sobre métodos e sistemas de
gestão que alcançaram sucesso e sobre os benefícios
decorrentes da utilização dessas estratégias.
Critérios de Excelência do Prêmio Nacional da
Qualidade
O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) é concebido tendo
como base os Fundamentos da Excelência, sendo constituído
por oito critérios:
1 Liderança
2 Estratégias e Planos
3 Clientes
4 Sociedade
5 Informações e Conhecimento
6 Pessoas
7 Processos
8 Resultados
Critérios de Excelência do Prêmio Nacional da
Qualidade
Modelo de Excelência em Gestão
Diagrama de Gestão
Critérios, Itens e Pontuação Máxima
1. Liderança .........................................................................................................110
1.1 Governança corporativa ...................................................................................40
1.2 Exercício da liderança .......................................................................................40
1.3 Análise do desempenho da organização ..........................................................30
2. Estratégias e planos .........................................................................................60
2.1 Formulação das estratégias ..............................................................................30
2.2 Implementação das estratégias ........................................................................30
3. Clientes ..............................................................................................................60
3.1 Imagem e conhecimento de mercado ...............................................................30
3.2 Relacionamento com clientes ...........................................................................30
Critérios, Itens e Pontuação Máxima
4. Sociedade ...........................................................................................................60
4.1 Responsabilidade socioambiental .....................................................................30
4.2 Desenvolvimento social .....................................................................................30
5. Informações e conhecimento ...........................................................................60
5.1 Informações da organização ..............................................................................20
5.2 Informações comparativas .................................................................................20
5.3 Ativos intangíveis ...............................................................................................20
6. Pessoas ..............................................................................................................90
6.1 Sistemas de trabalho .........................................................................................30
6.2 Capacitação e desenvolvimento ........................................................................30
6.3 Qualidade de vida ..............................................................................................30
Critérios, Itens e Pontuação Máxima
7. Processos ........................................................................................................110
7.1 Processos principais do negócio e processos de apoio ...................................50
7.2 Processos de relacionamento com os fornecedores ........................................30
7.3 Processos econômico-financeiros ....................................................................30
8. Resultados .......................................................................................................450
8.1 Resultados econômico-financeiros ..................................................................100
8.2 Resultados relativos aos clientes e ao mercado ..............................................100
8.3 Resultados relativos à sociedade ......................................................................60
8.4 Resultados relativos às pessoas .......................................................................60
8.5 Resultados dos processos principais do negócio e dos processos de apoio ..100
8.6 Resultados relativos aos fornecedores ..............................................................30
Total de pontos possíveis ................................................................................1.000
Critério - Liderança
Este critério examina a governança da organização,
incluindo aspectos relativos: à transparência, eqüidade,
prestação de contas e responsabilidade Corporativa.
Também examina como é exercida a liderança,
incluindo temas como o estabelecimento dos padrões
de trabalho, aprendizado e mudança cultural. O critério
aborda a análise do desempenho da organização
enfatizando a comparação com o de outras
organizações, o atendimento aos requisitos das partes
interessadas e a avaliação do êxito das estratégias.
Critério – Estratégias e Planos
Este critério examina o processo de formulação das
estratégias, enfatizando a análise do setor de atuação,
do macroambiente e do modelo de negócio da
organização. Também examina o processo de
implementação das estratégias, incluindo a definição
de indicadores, o desdobramento das metas e dos
planos para as diversas áreas da organização e o
acompanhamento dos ambientes internos e externos.
Critério – Clientes
Este critério examina a gestão do conhecimento de
mercado da organização, destacando a identificação,
análise e compreensão das necessidades e
expectativas dos clientes e dos mercados. também
examina a gestão da imagem, incluindo a divulgação
das marcas e dos produtos, e como a organização se
relaciona com os clientes, incluindo a avaliação da
satisfação, da fidelidade e da insatisfação dos clientes.
Critério – Sociedade
Este critério examina como a organização cumpre a
sua responsabilidade socioambiental, destacando
ações voltadas para o desenvolvimento sustentável.
Também, examina como a organização promove o
desenvolvimento social, incluindo a realização ou apoio
a projetos sociais ou voltados para o desenvolvimento
nacional, regional, local ou setorial.
Critério – Informações e Conhecimento
Este critério examina a gestão das informações,
incluindo a obtenção de informações comparativas
pertinentes. Também, examina como a organização
identifica, desenvolve, mantém e protege os seus
ativos intangíveis.
Critério – Pessoas
Este critério examina os sistemas de trabalho da
organização, incluindo a organização do trabalho, a
estrutura de cargos os processos relativos à seleção e
contratação de pessoas, assim como a gestão do
desempenho de pessoas e equipes. Também, examina
os processos relativos à capacitação e
desenvolvimento das pessoas e como a organização
promove a qualidade de vida das pessoas interna e
externamente ao ambiente de trabalho.
Critério – Processos
Este critério examina como a organização gerencia,
analisa e melhora os processos principais do negócio e
os processos de apoio. também examina como a
organização gerencia o processo de relacionamento
com os fornecedores, destacando o desenvolvimento
da sua cadeia de suprimento. o critério aborda como a
organização gerencia seus processos econômico-
financeiros, visando à sustentabilidade econômica do
negócio.
Critério – Resultados
Este critério examina os resultados da organização,
abrangendo os econômico-financeiros
e os relativos aos clientes e mercados, sociedade,
pessoas, processos principais do negócio e de apoio,
assim como os relativos ao relacionamento com
fornecedores. a avaliação dos resultados inclui a
análise da tendência e do nível atual de desempenho,
pela verificação do atendimento dos requisitos das
partes interessadas e pela comparação com o
desempenho de outras organizações.
Fundamentos x Critérios de Excelência
UNIDADE II
MÉTODO PARA PLANEJAMENTO,
CONTROLE E MELHORIA DA
QUALIDADE
Método PDCA
Uso do PDCA
O PDCA é utilizado no ambiente organizacional,
predominantemente, para manter e melhorar
resultados por meio da identificação, observação
e análise de problemas, bem como para o
alcance das metas. Auxilia os gestores e todos
os empregados na tomada de decisão adequada.
Por que estudar PDCA
Para ....
• Reduzir ineficiências
• Não conformidades,
• Falhas,
• Erros,
• Desperdícios,
• Retrabalhos
• Reduzir custos
• Melhorar a qualidade
• Melhorar a produtividade
• Melhorar a eficiência
• Aumento da satisfação dos clientes
Definição de Problema
Definição de Problema
PROCESSO
RESULTADOS
Problema é o
resultado indesejável
de um processo
Definição de Problema
SEU PROCESSO
RESULTADOS
06 07 J F M A M J J A S O N D
2008
PROBLEMA
PARA
2008
PROBLEMA
TOTAL
META
(556)
PerdasOperacionaisPíerI
(min/mês)
1112
1150
Definição de Meta
É um objetivo a ser alcançado. Determinando-se um
valor e um prazo para se chegar a esse objetivo
Componentes de uma meta:
• Objetivo gerencial
• Valor
• Prazo
• Exemplos:
• Aumentar a taxa comercial de embarque do píer I em 10% até dezembro
de 2008.
• Reduzir o número de reclamações dos clientes do restaurante X-Sabor em
30% até 31/12/2008.
Definição de Método
Método: Palavra de origem grega
Método = Meta + Hodos (Caminho)
Situação
atual
Meta
É o caminho
que leva a
uma meta
Método
MELHOR
Método PDCA
O PDCA é um método de gestão
A
DC
P
MÉTODO
MÉTODO
Situação
atual
Meta
P – Plan (Planejar)
D – Do (Executar)C – Check (Verificar)
A – Act (Agir
corretivamente ou
Padronizar)
A
DC
P
Método PDCA
PDCA para Gerenciamento de Processos
PP
DD
AA
CC
PlanPlan
DoDo
ActionAction
CheckCheck
Defina
as metas
Determine os
métodos para
alcançar
as metas
Eduque
e treine
Execute o
trabalho
Verifique os
efeitos do trabalho
executado
Atue no processo
em função dos
resultados
PDCA para Solução de Problemas
PP
DD
AA
CC
PlanPlan
DoDo
ActionAction
CheckCheck
Executar as
ações
propostas
Verificar os
efeitos do trabalho
executado
Padronizar
Identificaroproblema
Observaro
problem
a
Analisar o
problema
Elaborar o
plano de ação
Concluir
Resolvendo problema sem o PDCA
ProblemaProblema
Causa
Fundamental
Causa
Fundamental
Causa
Fundamental
Causa
Fundamental
Mesmas causas
fundamentais atuam
novamente
Mesmas causas
fundamentais atuam
novamente
Problema
Reincidente
Problema
Reincidente
Ação de correção
somente para
remoção do sintoma
Causas fundamentais
do Problema
não são investigadas
Não são tomadas ações
para bloquear as causas
fundamentais do problema
Sistema típico para tratamento de NC*
Detecção e
Relato da NC
Ação de correção
para remover
o sintoma
Registro da
NC
Planejamento
das
Contramedidas
Execução
das
Contramedidas
Acompanhamento
da Execução das
Contramedidas
Executar
Projetos através
do PDCA
Definir
Projetos
com Metas
Identificar NCs
Crônicas e Prioritárias
Início
Análise da NC pelo
“Princípio dos 3 Gen” e
Método dos Por quês
Análise Periódica
dos
Registros de NC
Fim
Nota: O “Princípio dos 3 Gen”, significa ir ao local da ocorrência (Genba),
observar o equipamento (Genbutsu) e o fenômeno (Gensho).
* Não conformidades, Falhas, Problemas, Anomalias, Defeitos e Desvios
PDCA: Aplicação
Gerenciando para Manter – Meta Padrão
A
S
C
D
1
2
3
4
5
EFETIVO
?
NÃO
SIM
META PADRÃO:
Qualidade Padrão, Custo Padrão, etc.
PADRÃO:
Estabelecido para atingir as metas padrão
EXECUÇÃO:
Cumprir o PADRÃO
VERIFICAÇÃO:
Confirmação da efetividade do PADRÃO
AÇÃO CORRETIVA:
Remoção do Sintoma
Ação na causa (ANÁLISE)
RELATO (Verbal ou Escrito)RELATO (Verbal ou Escrito)
• Treinamento OJT
• Supervisão
• Diagnóstico
PDCA - Operacional
Gerenciando para Melhorar – Meta de Melhoria
PDCA - Tático
EXECUÇÃO:
Atuação de acordo com o "Plano de Ação"
A
P
C
D
1
2
3
4
5
EFETIVO
?
PROBLEMA:
Identificação do Problema
OBSERVAÇÃO:
Reconhecimento das características do
problema
ANÁLISE:
Descoberta das causas principais
7
6
8
PLANO DE AÇÃO:
Contramedidas ás causas
principais
VERIFICAÇÃO:
Confirmação da efetividade da ação
PADRONIZAÇÃO:
Eliminação definitiva das causas
CONCLUSÃO:
Revisão das atividades e planejamento
para trabalho futuro
NÃO
SIM
00 01
2002
J D
META
MELHOR
NÚMERO
DE
RECLAMAÇÕES
R3G
PDCA Aplicado para Manter e Melhorar
DIRETRIZES ANUAIS DA ALTA ADMINISTRAÇÃO
PROBLEMAS
CRÔNICOS
PRIORITÁRIOS
REVISÃO
PERIÓDICA
DOS
PROBLEMAS
CRÔNICOS
METAS ANUAIS
S
D
A
C
AÇÃO
CORRETIVA
PADRONIZAÇÃO
P
D
A
C
MELHORIA
MANTÉM
PRODUTOSPDCA
Estratégico
PDCA Aplicado para o Planejamento de Novos Produtos
Estabelecer a padronização
final
Projetar o produto e o
processo
Estabelecer os
padrões-proposta
Estabelecer o conceito do
produto
Identificar as
necessidades dos clientes
Verificar a satisfação
do cliente
Reflexão sobre o processo
de desenvolvimento
7
8
3
2
1
4
6
Fabricar e testar o
lote-piloto
5
Ciclo Etapas do Planejamento
PDCA: Evolução no Método
PDCA: Metodologia para Solução de
Problemas
Identificação do Problema
Identificação do Problema
• Mostrar que o problema identificado é mais importante do que
qualquer outro problema;
• Apresentar o histórico do problema e como foi sua trajetória
até o presente momento;
• Expressar, em termos concretos, apenas os resultados
indesejáveis do desempenho deficiente. Demonstrar a perda do
desempenho na atual situação, e quanto o desempenho deveria
ser melhorado;
• Fixar um tema e uma meta e, se necessário sub-temas;
• Designar uma pessoa para encarregar-se oficialmente da
tarefa; se for necessário uma equipe, designar os membros e o
líder;
• Apresentar um orçamento estimado para a melhoria.
Observação do Problema
Observação do Problema
• Investigar o aspectos tempo, local, tipo e efeito,
no mínimo, para caracterizar o problema;
•Investigar a partir de diferentes pontos de vista
para avaliar variações nos resultados;
•Ir ao próprio local do problema e coletar
informações necessárias que possam ser
registradas em forma de dados.
•Elaborar um cronograma para a melhoria.
Análise do Problema
Análise do Problema
• Estabelecer hipóteses selecionando os
principais candidatos a causas.
• Desenhar um diagrama de causa-e-efeito de
modo a coletar todo o conhecimento a respeito
das possíveis causas;
• Utilizar as informações obtidas na etapa de
observação e descartar qualquer elemento que
não seja claramente relevante; revisar o
diagrama de causa-e-efeito utilizando os
elementos remanescentes;
• Assinalar os elementos que parecem ter uma
alta possibilidade de serem causas principais.
Análise do Problema
• Testar as hipóteses.
• A partir dos elementos que têm uma alta
possibilidade de serem causas, definir planos
para apurar o efeito que esses elementos têm
sobre o problema pela obtenção de novos
dados ou realização de experimentos;
• Integrar todas as informações investigadas e
decidir quais são as possíveis causas
principais;
• Se possível, reproduzir intencionalmente o
problema.
Plano de Ação
Plano de Ação
• Deve ser feita uma estrita distinção entre ações
tomadas para atenuar o efeito (medida
atenuante imediata) e ações tomadas para
eliminar as causas (prevenção da repetição);
• Certificar-se de que as ações não produzem
outros problemas (efeitos colaterais);
• Caso ocorreram efeitos colaterais, adotar ações
ou medidas atenuantes para os mesmos;
• Planejar um conjunto de diferentes propostas
para ação, examinar as vantagens e
desvantagens de cada uma e selecionar as mais
efetivas.
Plano de Ação
Prevenindo e TratandoPrevenindo e Tratando
ContingênciasContingências
Utilizando o Diagrama do Processo
Decisório
Prevenindo e TratandoPrevenindo e Tratando
ContingênciasContingências
Utilizando o Diagrama do Processo
Decisório
Quando o problema e suas
causas já forem conhecidos,
resta determinar as ações,
medidas, ou estratégias que
garantam o alcance dos
objetivos desejados.
Na elaboração do plano
devem ser consideradas
as precedências entre as ações e
as possíveis contingências.
Quando o problema e suas
causas já forem conhecidos,
resta determinar as ações,
medidas, ou estratégias que
garantam o alcance dos
objetivos desejados.
Na elaboração do plano
devem ser consideradas
as precedências entre as ações e
as possíveis contingências.
Definindo e Mapeando EstratégiasDefinindo e Mapeando Estratégias
Utilizando o Diagrama de Árvore
Definindo e Mapeando EstratégiasDefinindo e Mapeando Estratégias
Utilizando o Diagrama de Árvore
Visualizando a Seqüência do PlanoVisualizando a Seqüência do Plano
Utilizando o Diagrama de Setas
Visualizando a Seqüência do PlanoVisualizando a Seqüência do Plano
Utilizando o Diagrama de Setas
Execução
Execução
• Durante a fase de execução deve-se avaliar
periodicamente o resultado dos indicadores
atribuídos ao problema em estudo e o status
das ações previstas no plano de ação.
• Se as metas estabelecidas não estão sendo
atingidas, deve ser elaborado um plano
complementar resultado de um novo giro do
PDCA, que é chamado de Relatório das Três
Gerações, porque mostra o passado, o presente
e o futuro.
• As novas ações propostas devem ser inseridas
e acompanhadas no próprio plano de ação.
Verificação
Verificação
• Compare os dados do problema (resultado
indesejáveis relativos ao tema), obtidos antes e
depois da execução das ações, em um mesmo
formato (tabelas, gráficos, diagramas).
• Converta os efeitos em valores monetários, e
compare o resultado com o valor alvo.
• Se houver quaisquer outros efeitos, bons ou
maus, enumere-os.
Padronização
Padronização
• Os 5W1H para a melhoria do trabalho
devem ser claramente identificados e
usados como padrão.
• As preparações e comunicações
necessárias com relação aos padrões
devem ser corretamente executadas.
• A educação e o treinamento devem ser
ministrados.
• Um sistema de definição de
responsabilidade deve ser estabelecido para
verificar se os padrões estão sendo
cumpridos.
Conclusão
Conclusão
• Adicione os problemas remanescentes.
• Planeje o que deve ser feito para resolver
esses problemas.
• Reflita sobre as coisas que transcorreram
bem e mal durante a melhoria das
atividades.
UNIDADE III
PROGRAMAS DE QUALIDADE E
PRODUTIVIDADE
Sistema de Gestão
Gestão
 É a Arte de Tomar Decisões ...
Dados Decisão
Ação
ComunicaçãoComunicação
ConhecimentoConhecimento
InformaçãoInformação
CompetênciaCompetência
RecursosRecursos
Sistema de Gestão - Conceito
Conjunto de elementos inter-relacionados ou
interativos para estabelecer política e
objetivos e para atingir estes objetivos.
SistemadeGestão
FORMULAÇÃO ESTRATÉGICAFORMULAÇÃO ESTRATÉGICA
Políticas
Ações
Objetivos
Gerenciamento pelas
Diretrizes
Gerenciamento de
Projetos
Metas anuais
Gerenciamento das
Melhorias
Gerenciamento das
Inovações
SIX SIGMA
Gerenciamento da Rotina do Dia-a-Dia
RESULTADOS
Sistema de Padronização
Orçamento
5anos1ano1dia
OperaçãoMelhoriadaOperação
Programa 5S
Surgiu no Japão, o 5S foi iniciado como atividade para a
eliminação de desperdícios dos locais de trabalho. Esses
desperdícios significam qualquer trabalho desenvolvido
que não pode ser cobrado dos clientes, ou seja, todo
serviço que não agrega qualquer valor. Por exemplo,
aquele tempo enorme gasto para procurar um determinado
documento ou material, não adiciona nenhum valor e não
produz também nenhum lucro. O transporte ou manuseio
de materiais, para lá e para cá, dentro de uma fábrica não
acrescenta praticamente valor algum. E tem mais, os
materiais e produtos não-conformes estocados, sem
serventia, causam até prejuízo, além de não agregarem
qualquer valor.
Programa 5S
Programa 5S
É a derivação das palavras de
origem japonesa adaptadas para o
português que busca a mudança
no comportamento e nos hábitos
das pessoas.
ESTAS PALAVRAS SÃO:
JAPONÊS PORTUGUÊS
• SEIRI SENSO DE UTILIZAÇÃO
• SHITSUKE SENSO DE AUTODISCIPLINA
• SEITON SENSO DE ORDENAÇÃO
• SEISO SENSO DE LIMPEZA
• SEIKETSU SENSO DE SAÚDE
Programa 5S - Definição
É uma filosofia de trabalho que promove a
disciplina por meio de consciência e
responsabilidade de todos com o objetivo de
tornar o ambiente de trabalho agradável,
produtivo e seguro.
Programa 5S – Resultados Esperados
Métodos
de Trabalho
Mais fáceis
Mais seguros
Mais simples
Mais rápidos
Mais limpos
Melhores
Mais baratos
Beneficiados
Empregados Cliente (Produto)
Programa 5S – Objetivos
• Melhoria do ambiente de trabalho
• Melhoria da qualidade de vida
• Melhoria da qualidade
• Prevenção de acidentes
• Aumento da produtividade
• Redução de custos
• Mudança comportamental voltada para a criação de um ambiente de
motivação
• Redução do absenteísmo
• Conservação de energia
• Prevenção quanto à parada por quebras
• Aprimoramento do ambiente de trabalho
• Melhoria do moral dos empregados
• Combate efetivo aos desperdícios
• Otimização dos recursos
O que é o
Senso de Utilização
Seiri ?
É identificar os itens e materiais necessários e
desnecessários de cada ambiente de trabalho, isto é,
manter no local apenas o aquilo que é necessário e
adequado às atividade e ao ambiente de trabalho.
Saber utilizar é, antes de mais nada, saber arrumar, separando o
que é útil do que não é útil.
Este Senso é o ponto inicial do Programa 5S; ter o senso, a
percepção de saber que o que é essencial deve estar presente no
ambiente de trabalho.
Notas:
• É determinar o local para se
encontrar com facilidade algum
documento, material, objeto ou
equipamento.
O que é o Senso de
Ordenação - Seiton?
• É deixar os materiais a serem utilizados sempre
disponíveis, sem precisar procurá-los.
• Arrumar e ordenar aquilo que permaneceu no
ambiente de trabalho por ser considerado
necessário..
Exercício 3 - Dinâmica dos NúmerosExercício 3 - Dinâmica dos Números
OBJETIVO: Demonstrar a importância do Senso de Ordenação.
MÉTODO 1:
No quadro1 a seguir, encontre os números de 1 a 54, identificando
visualmente cada um deles.
Marque o tempo gasto para executar essa tarefa.
MÉTODO 2:
Com a nova configuração (quadro 2), tente novamente encontrar os mesmos
números de 1 a 54, ainda marcando o tempo gasto para executar essa
tarefa.
O que você observou?
1
10
19 28
37 46
20 38
2
29
47
11
30
21
12 39
40
4 31
49 22
41
325
23
14 50
51
42 6
24
15
33
34
743
5216
53 44
17
35
268
36
27
54
4518
9
3
13
48
25
Quadro 1Quadro 1
1
10
19 28
37 46
20 38
2
29
47
11
30
21
12 39
40
4 31
4
9
22
41
325
23
14 50
51
426
24
15
33
34
743
5216
53 44
17
35
268
36
27
54
4518
9
3
13
48
25
Quadro 2Quadro 2
O que é o
Senso de Limpeza - Seiso?
• É deixar tudo limpo, com o cuidado
de não estar varrendo só por varrer,
espanando só por espanar.
Nota:
 Limpar também, é não forçar (um equipamento ou uma
máquina fora de suas especificações), não desperdiçar (não
colocar matéria-prima além do necessário), não variar
(controlar com rigor os itens de controle, por exemplo visando a
qualidade do produto).
• É conservar sempre limpo a ambiente de trabalho e
as máquinas e equipamentos em perfeito
funcionamento.
O que é o Senso de Saúde -
Seiketsu?
Nota:
 É ter saúde física e mental.
 É necessário a existência de um clima bom de trabalho, com
conforto, segurança e relações saudáveis em todas as áreas
da empresa para que o 5S possa ser plenamente
desenvolvido.
 É Desenvolver a preocupação
constante com a “higiene em sentido
amplo”, tornando o local de trabalho
saudável e adequado às tarefas
desenvolvidas.
 É ter os empregados
habituados a cumprirem os
procedimentos, ética e padrões
estabelecidos pela empresa.
Nota:
 É adquirir bons hábitos.
Para se obter a autodisciplina é preciso antes de mais nada,
poder praticar naturalmente os primeiros 4S.
O que é o Senso de
Autodisciplina -Shitsuke?
 Melhorar constantemente. Desenvolver a força de
vontade,a criatividade e o senso crítico. Respeitar e
cumprir o estabelecido.
Vídeo 1Vídeo 1
“Caça Fantasma do Desperdício”
Objetivo:
Perceber os objetivos dos 5S
Atividades:
1. Assistir ao vídeo
2. Observar a apresentação das diversas situações
3. Registrar as principais características de cada uma das
situações
4. Quais são as principais mensagens do vídeo?
5. Elas podem se aplicar no nosso dia-a-dia?
Gestão de Processos
É uma seqüência de ações
(atividades, funções ou tarefas)
que visam a realização de um
trabalho que agregue valoragregue valor a um
produto ou serviço
Processo - Conceito
• O conceito Intuitivo: TransformaçãoTransformação
• Componentes:
• Componentes: o que será transformado (entrada)
• A transformação (processo)
• Resultado da transformação (saída ou produto/serviço)
Processo
Entrada Saída
(Valor de saída) - (Valor de entrada) = Valor agregado no processo(Valor de saída) - (Valor de entrada) = Valor agregado no processo
Processo - Conceito
GESTÃO
ATIVIDADES
RECURSOS
= SATISFAÇÃO DE CLIENTES
SAÍDA
Controles
(p.ex. procedimento)
ENTRADA
Processo - Conceito
Processo - Conceito
Processo
SAÍDAENTRADA
• Informações
• Produtos
• Serviços
Agregação de valor
• Informações
• Produtos
• Serviços
Agregação de Valor aos Processos
Processo: Escovar os dentes
Escovar os
Dentes
SAÍDA
Dentes
Higienizados
ENTRADA
Água
Escova
Creme dental
Pessoa - Agente
Agregação de valor
Dentes protegidos contra a cárie
Agregação de Valor aos Processos
Processo de
Estoque
Processo de
Preparação
Processo de
Vendas
Vendedor Cliente
(Com necessidades
e expectativas)
Sentido de estabelecimento dos requisitos
“As necessidadesnecessidades dos clientes devem ser
transformadas em requisitosrequisitos dos processos”
Gerenciamento de Processos
“As necessidadesnecessidades dos clientes devem ser
transformadas em requisitosrequisitos dos processos”
Processo de
Estoque
Processo de
Preparação
Vendedor Cliente
(Com necessidades
e expectativas)
• Revisão Técnica
• Lavagem
• Polimento
• Abastecimento, etc.
Processo de
Vendas
• Requisito:
Entrega do Carro ao
cliente (Prazo)
Gerenciamento de Processos
Processo de
Estoque
Processo de
Preparação
Processo de
Vendas
Vendedor Cliente
(Satisfeito)
Sentido de obtenção de conformidade
Com os requisitos
“Produzindo Qualidade”
Gerenciamento de Processos
Vídeo 2 – Há Sempre Um Cliente ao Seu Lado
1. Tempo = 22 minutos
2. Foco: Gerência de Processos
3. Assistir o vídeo registrando os principais aspectos abordados
4. Debate
Árvore de Processos
MACRO-PROCESSOS
PROCESSOPROCESSO
TAREFAS TAREFAS
SUB-PROCESSO SUB-PROCESSO
ATIVIDADES ATIVIDADES
• Processos Gerenciais
– São estratégicos
– Dão apoio ao processo de produção e de suporte
– Ex.: Administração de Pessoal e Administração do orçamento
• Processos Cliente ou de Negócio ou Principal
– Estão diretamente envolvidos no atendimento aos
principais requisitos dos clientes externos
– Ex.: Planejamento da operação e Produção e entrega de
produtos e serviços
Classificação de Processos
• Processos de Suporte
– Estão diretamente envolvidos no atendimento aos
principais requisitos dos clientes internos
– Ex.: Informática, Manutenção, Serviços auxiliares e Aquisição de
materiais.
Classificação de Processos
161
PROCESSOS
Agregam valor ao Produto ou Serviço
• A intervenção em um hospital
Não agregam valor, mas são indispensáveis
•Emissão de documentos internos
Não agregam valor e são dispensáveis
•Excesso de estoques
•Duplicata de processos
Tipos de Processos
PROCESSO
Entradas Saídas
Produtos/Serviços
Equipamentos
Métodos
Recursos Materiais
Recursos Humanos
Recursos Tecnológicos
Informação e Conhecimento
Materiais/Informações
R
e
q
u
i
s
i
t
o
s
R
e
q
u
i
s
i
t
o
s
Análise do Processo
PROCESSO
Padrões
•Pontos de Controle
•Medidas
Indicadores
Normas
E
Procedimentos
Processos - Desempenho
Análise do Processo
depto. A depto. B depto. C depto. D
Processo X
Processo Y
obstáculos ao
fluxo dos processos
Empresa
obstáculos da
Hierarquia
Visão por Processo x Visão Funcional
Os Processos na Empresa
Rede de Processos
“ A rede de processos de clientes internos deve
funcionar harmoniosamente, tendo como objetivo
essencial a satisfação do cliente do próximo processo”próximo processo”.
Cliente ExternoC F C F
C F C F
C F C F C F
Cadeia de clientes (C) e Fornecedores (F) internos
Os Processos na Empresa
Gerenciamento Pelas Diretrizes
Gerenciamento Pelas Diretrizes - GPD
HO = Método, forma SHIN = Bússola, Direção
KANRI = Gerenciamento, Controle
HOSHIN KANRI = Gerenciamento pelas DiretrizesHOSHIN KANRI = Gerenciamento pelas Diretrizes
Significado e definiçãoSignificado e definição
HOSHIN = Metodologia para estabelecimento do rumo estratégico
 Sistema de Gerenciamento no qual a Alta Administração
determina diretrizes e lidera sua implantação, promovendo
desdobramento de metas e medidas a serem, respectivamente,
atingidas e executadas por todos níveis gerenciais.
 É um método projetado para captar e concretizar os objetivos
estratégicos, as perspectivas futuras e também desenvolver os
meios para transformá-los em realidade.
Ou seja,
 É um processo que fornece, através de fatos e dados, uma
estrutura para mover toda a empresa na direção desejada.
Gerenciamento Pelas Diretrizes - GPD
Gerenciamento Pelas Diretrizes - Conceito
Diretriz: Conceito
 São temas importantes para a gestão dos negócios,
cujas metas a serem atingidas estão determinadas
pela Alta Administração.
Exemplos:
– Aumentar a produtividade da Empresa
– Aumentar o Retorno sobre o Capital Empregado
(ROCE)
– Aumentar o Valor Econômico Agregado (EVA)
– Aumentar o EBITDA
– Aumentar o CFROGI
– Reduzir os índices de Acidentes
Diretriz: Conceito
A
B
EFEITO
RESULTADO
PRODUTO
PROCESSOS - MEIOS
DIRETRIZDIRETRIZ
MEDIDA
MÉTODO
CAMINHO
MEIOS
META
OBJETIVO
VALOR
PRAZO
Diretriz: Conceito
• Uma Diretriz consiste de uma META e das
MEDIDAS prioritárias e suficientes para se
atingir esta meta.
Diretriz: Método de Gerenciamento
A
B
EFEITO
RESULTADO
PRODUTO
PROCESSOS - MEIOS
CONHECER A META
CONHECER O
PROBLEMA E
SUAS
CARACTERISTICAS
IMPORTANTES
ANALISAR O
PROCESSO, CAUSAS
MAIS IMPORTANTES
ANALISAR O
PLANO CAUSA
MEDIDAS PLANOS
DIRETRIZ = META + PLANO
Método de Desdobramento: Meta - Medida
Método de Desdobramento: Meta - Meta
Desdobramento de uma meta
REDUZIR 10 %
MANUTENÇÃO
CORRETIVA
REDUZIR 8%
CONSUMO
DE ENERGIA
AUMENTAR 5%
DA
PRODUÇÃO
AUMENTAR 5%
DO MERCADO
INTERNO
REDUZIR 8%
DOS
ESTOQUES
1
2 4
3
Item de
controle
do
Presidente
Item de
controle do
Diretor 1
Item de
verificação
do
Presidente
e item de
controle do
Diretor 2
Processo do Diretor 1 Processo do
Gerente do Diretor
3
Item de controle
do Gerente B do
Diretor 4
Processo
do
Presidente
REDUZIR
12%
DOS CUSTOS
A
B
A
B
A
B
A
B
A
B
REDUZIR AS
HORAS EXTRAS
EM 25%
A
B
AUMENTAR 20%
DO MERCADO
EXTERNO
A
B
Gerenciamento da Rotina Diária
Funções das Pessoas em uma Organização
Funções
Gerenciais
Direção
Gerenciamento
Supervisão
Operação
Operacionais
Responsabilidade de Cada Função
Definição de Autoridade e Responsabilidade
AUTORIDADE
RESULTADOS
MATÉRIAS
PRIMAS
SATISFAÇÃO
DAS
PESSOAS
CLIENTES
EMPREGADOS
ACIONISTAS
COMUNIDADE
MEIO
AMBIENTE
MÁQUINAS
MÃO
DE OBRA
MEDIDAS
MÉTODO
METAS
QUALIDADE TOTAL
RESPONSABILIDADE
ITENS DE
VERIFICAÇÃO
ITENS DE
CONTROLE OBJETIVO
SUA ÁREA GERENCIAL
(MEIOS)
(FINS)
FornecedoresFornecedores
Definição de Autoridade e Responsabilidade
• A autoridade é exercida sobre o processo, ou seja, sobre os meios
colocados sobre sua orientação, para que os resultados sejam
produzidos.
• Todo processo é estabelecido para obter um resultado.
• A responsabilidade está atrelada ao resultado.
• Só é possível assumir a responsabilidade pelos resultados quando
há autoridade sobre os meios necessários para atingi-los.
• Não existe responsabilidade sem autoridade.
(meios)(meios)
ResultadosResultadosResultadosResultados
(fins)(fins)
 É uma metodologia usada para definir, analisar, manter
e melhorar continuamente os resultados, objetivando
atender às necessidades e expectativas do cliente em
condições de excelência.
 As ações e controles diários conduzidos para que cada
pessoa possa assumir as responsabilidades no
cumprimento das obrigações conferidas a cada indivíduo e
a cada processo.
Gerenciamento da Rotina Diária - GRD
 Melhorar o Fluxo do Processo Empresarial
 Maior Sinergia para Desempenho com Excelência por
meio de práticas de padronização
 Identificação de Indicadores Chave de Desempenho
 Uso de Métodos e Ferramentas da Qualidade
 Controle da Variabilidade dos Processos
Gerenciamento da Rotina Diária - Objetivos
 Estruturar a Unidade Gerencial
 Definir a sua Missão
 Definir o Negócio
 Estabelecer os Itens de Controle e Metas
 Monitorar os Itens de Controle
 Relatar Resultados
Gerenciamento da Rotina Diária - Etapas
Seqüência para a Melhoria do GRD
1 Faça a Descrição do seu Negócio
2 Defina os Produtos Prioritários ou Críticos
3
Faça o Fluxograma de cada processo, iniciando pelo produto
prioritário ou crítico
4 Padronize as tarefas críticas
5 Defina os Itens de Controle
7 Estabeleça os valores de Benchmark
10
Gerencie. Atinja as metas. Meta padrão – gire o SDCA; Meta de
melhoria – gire o PDCA
9 Padronize cada processo
8 Faça os gráficos padronizados para os itens de controle
6
Defina as Metas para cada item de controle, consultando os clientes
de cada produto e as necessidades da unidade.
Como Fazer a Descrição do Negócio?
1 Faça uma reunião com os seus colaboradores imediatos.
Providencie papel ‘flip chart” e pincéis atômicos.
3 Escreva o negócio (principal benefício esperado pelos seus clientes) e a
missão (razão de existir de sua unidade em seu negócio) de sua Unidade
5
Escreva na parte de baixo quantas pessoas trabalham na sua
Unidade (Liste apenas aquelas que estão sob sua autoridade)
6 Na área à direita do quadrado inicial abra um diagrama de árvore e
inicie a listagem dos produtos da sua Unidade
7 Para cada produto, liste os clientes.
9 Defina os fornecedores de cada produto.
10 Pronto você concluiu a Descrição do Negócio de sua Unidade
8
Agora do lado esquerdo do quadrado inicial, abra outro diagrama de árvore e
liste os produtos (insumos) que você recebe dos seus fornecedores
2 No papel ‘flip chart” desenhe um quadrado na parte central e ali dentro,
descreva o nome de sua Unidade (p. ex.: financeira, expedição, etc.)
4 Escreva a Visão da Empresa
Diretrizes, Política, Visão
MissãoMissão
PRODUTO CRÍTICO
INICIO
FIM
TAREFA
CRÍTICA
PADRONIZAR :
PGS, PRO, PTP’S, RG
REQUISITO
NORMATIVO (ISO)
Descrição do Negócio
FORNECEDOR INSUMO NEGÓCIO PRODUTO USUÁRIO
Funcionograma
Negócio: é o conjunto de processos destinados a produzir determinado
fim, produtos ou serviços;
Meios: são os recursos utilizados para a realização do negócio
(pessoas, equipamentos, software, por exemplo)
Fornecedores: são aqueles que abastecem, propiciam os insumos
necessários, podem ser internos e/ou externos.
Insumos: são elementos que são transformados, modificados ou
tratados na execução de um processo.
Definições
Produtos: são bens ou serviços, com determinadas características
(qualidade, custo, entrega, segurança e moral) que satisfazem às
necessidades e desejos dos usuários. Os produtos devem ser fruto de
consenso com os respectivos usuários, bem como suas especificações e
a forma de medição de sua qualidade, visando atender às suas
expectativas.
Usuários: são todos aqueles que recebem um produto (resultado de um
processo) e são afetados, direta ou indiretamente, por sua qualidade.
Eles podem ser internos e/ou externos.
Missão: é o compromisso e dever da unidade para com os seus clientes,
é a própria razão da existência da unidade.
Definições
Exemplo de Levantamento de Necessidades dos Clientes
Exercício 4 – Descrição do Negócio
Como Elaborar a Descrição do Negócio
e Levantar as Necessidades dos Clientes
Objetivo:
1 - Entender como estruturar o Gerenciamento da Rotina
2 - Identificar o produto/serviço prioritário, seu cliente vital e levantar as suas necessidades nas
dimensões da Qualidade Total (q,C,E)
Método:
1 – Com base no conhecimento da equipe, escolher uma das áreas e elaborar a Descrição do Negócio.
2 – Relacionar os recursos envolvidos na realização do negócio
3 – Identificar os insumos e seus respectivos fornecedores
4 – Identificar os produtos, destacando os críticos
5 – Identificar os clientes de cada produto
6 – Definir a missão do área.
7 – Identificar as necessidades dos clientes de cada produto
8 – Definir item de controle referente a cada necessidade.
Materiais e Recursos:
1 – Formulários de Descrição do Negócio e Levantamento das necessidades dos clientes
2 – Pincel atômico
3 – Papel flip chart
4 – Fita crepe
Exercício 4 – Descrição do Negócio
Exercício 4 – Descrição do Negócio
Sistema de Padronização
É o meio pela qual a padronização se faz uniforme e forte na
organização. É a atividade sistemática para estabelecer
padrões, utilizar padrões e avaliar o seu resultado.
Avaliar quanto:
 Ao cumprimento do Padrão
 Aos resultados decorrentes do seu uso
 No sistema de gestão, o sistema de padronização é a base do
gerenciamento da rotina da qual decorrem seus resultados.
Sistema de Padronização
Importância da Padronização
-
 Estabelecer claramente responsabilidade e
autoridade
 Registrar o conhecimento tecnológico da
organização
 Estabilizar os processos
 Constituir a base para a melhoria contínua
Vantagens da Padronização para Executante
 Fazer o melhor, com menor esforço
 Executar a sua tarefa, sem necessidade de ordem
freqüente da Gerência
 Reduzir perdas de tempo e retrabalho
 Saber como evitar a anomalia
 Estimular a participação e o envolvimento
 Maior segurança no ambiente de trabalho
Vantagens da Padronização para o Supervisor
 Avaliar por resultados e não por sentimentos
 Eliminar a interferência freqüente no trabalho do
subordinado
 Supervisionar, sem necessidade de ordens
 freqüentes da Gerência
 Eliminar o esforço de procurar a solução do
 mesmo problema repetidas vezes
Ter uma ferramenta para o exercício do controle
Ter tempo para melhorar os resultados junto com a
equipe.
 padrões rígidos, limitadores da criatividade
 inibir a flexibilidade das pessoas
 engessar a empresa
 eliminar a necessidade de treinamento
O que padronização não significa:
Padronização ...
• Simplificação
• Consenso dos envolvidos
• Treinamento
• Análises críticas (revisões) regulares
Princípios da Padronização
Fase Descrição Tempo Total
Planejamento Estudar o processo, coleta de
dados e simplificar
Execução
Aplicação
Elaboração da minuta e consenso
Edição e aprovação
Implementação e Treinamento
20 % 20 %
20 %
30 %
30 %
50 %
70 %
100 %
Para avaliar a eficácia das normas implementadas e
melhorá-las, existem auditorias que podem levar a revisões.
Fases da Padronização
 Definir o objetivo do documento
 Identificar os clientes do documento, suas expectativas e
necessidades
 Coletar informações e dados
 Selecionar o formato mais adequado para o documento
 Redigir minuta do documento
 Analisar criticamente
Etapas Típicas da Padronização
 Preparar redação final
 Editar
 Aprovar
 Arquivar e distribuir
 Implementar e treinar
 Revisar e cancelar
Etapas Típicas da Padronização
A sistemática estabelecida para a padronização é:
 Definir o Macro-Fluxograma
 Identificar os Processos Críticos
 Definir as Tarefas Críticas
 Padronizar as Tarefas Críticas
 Treinar nas Tarefas Críticas
 Delegar ou Auditar
Sistema de Padronização
Como Elaborar o Fluxograma do
Processo?
• O fluxograma é o início da padronização.
• Deve ser feito um fluxograma para cada produto, explicitando os processos.
• Deve-se começar pelos produtos prioritários.
• O fluxograma deve refletir a situação real, e não aquela que o gerente imagina
ou acredita ser a ideal. Deve-se ir ao local real, conversar com as pessoas e
verificar a situação real.
• Quando o fluxograma estiver pronto deve ser criticado avaliando:
o processo é necessário?
cada etapa do processo é necessária?
é possível simplificar?
é possível adotar novas tecnologias no todo ou em parte?
o que é possível centralizar ou descentralizar?
Vídeo 3 – Fluxograma
1. Tempo = 12 minutos
2. Foco: Mapeamento de Processos
3. Assistir o vídeo, registrando os principais passos para elaboração
de um fluxograma e as armadilhas a serem evitadas
4. Debate
Como Definir e Padronizar a Tarefa
Crítica?
 Uma vez concluído o fluxograma, o passo seguinte é determinar as
tarefas prioritárias.
 Tarefas prioritárias são aquelas que:
 se houver um pequeno erro afetam fortemente a qualidade do
produto;
 já ocorreram acidentes no passado;
 ocorrem problemas na visão do gerente, supervisores e
operadores.
 O passo seguinte é padronizar as tarefas prioritárias.
Definindo as Tarefas Críticas
Exercício 5 – Macrofluxo – Fluxograma e Tarefa Crítica
Como Elaborar Macro-fluxo, Fluxograma e Definir Tarefas Críticas
• Objetivo:
1 – A partir da escolha de um dos produtos da descrição do negócio elaborada no exercício anterior,
construir o macro-fluxograma e o fluxograma de um dos produtos críticos.
Método:
1 – Com base na descrição do negócio, escolher um produto crítico
2 – Descrever os macro-processos necessários para execução desse produto crítico
3 – Descrever as atividades necessárias para execução de cada um dos processos descritos
4 – Identificar as atividades críticas
5 – Repetir as duas atividades anteriores para todos os processos.
Materiais e Recursos:
1 – Formulário de macro-fluxo
2 – Pincel atômico
3 – Papel flip chart
4 – Fita crepe
Exercício 5 – Macrofluxo – Fluxograma e Tarefa Crítica
Elaborando Padrões Para as Tarefas Críticas
• Para padronizar as tarefas prioritárias é preciso avaliar como o
trabalho é conduzido pelos operadores, verificando todos os locais
e turmas onde a tarefa é executada.
• O passo seguinte é definir junto com a equipe a seqüência correta
para o trabalho.
• Essa seqüência deve ser então colocada no padrão com as demais
informações necessárias.
• Uma vez padronizada a tarefa, é preciso assegurar-se de que todos
os operadores em todos os locais e turmas conduzam o trabalho
da mesma forma.
Exercício 6 – Elaboração de PRO
Como Elaborar um Procedimento Operacional (PRO)
• Objetivo:
1 – Demonstrar a simplicidade, facilidade de elaboração e a importância do procedimento operacional
para melhoria dos resultados do processo (tarefa crítica).
Método:
Cada grupo, com base no exercício 2, deverá escolher uma tarefa crítica e elaborar um Procedimento
Operacional ( P.R.O.), que contenha os elementos mínimos.
Lembrar que o importante não é a forma, mas o conteúdo.
Na elaboração do P.R.O. considerar alguns tópicos como :
- nome da tarefa
- objetivo ou resultado esperado
- materiais necessários para execução da tarefa
- atividades críticas
- cuidados especiais
- ações em caso de desvios
Materiais e Recursos:
1 – Formulário de PRO
2 – Pincel atômico
Como Monitorar os Resultados?
 Itens de controle de entrega avaliam o atendimento do cliente em termos de
entrega do produto no prazo certo, no local certo e na quantidade certa.
Exemplos: índice de cumprimento da programação, índice de entregas
realizadas fora do prazo, índice de entregas com quantidade errada.
 Itens de controle referentes a segurança dos clientes no uso dos produtos
avaliam o atendimento a requisitos de responsabilidade civil pelo produto e
devem antecipar a ocorrência de acidentes.
 No tocante a equipe, devem ser estabelecidos itens de segurança e moral.
Exemplos: segurança – número de acidentes, taxa de acidentes, taxa de
gravidade; moral – índice de turn-over, índice de absenteísmo, índice de causas
trabalhistas (itens defensivos); número de sugestões, percentual do efetivo que
participa de grupos de CCQ (itens pró-ativos).
Monitoramento dos Resultados
 Definidos os itens de controle, deve-se fazer uma avaliação para
conhecimento da situação atual de cada um deles e definição das metas
que precisam ser atingidas para manter o resultado do negócio
 Devem ser também definidos os itens de controle prioritários.
 As metas recebidas do gerenciamento pelas diretrizes geram itens de
controle prioritários.
 Os itens de controle oriundos do gerenciamento da rotina e do
gerenciamento pelas diretrizes devem ser dispostos em uma tabela para
acompanhamento e avaliação periódico.
Monitoramento dos Resultados
 Os itens de controle são muito importante porque são estabelecidos sobre
os resultados, ou seja, sobre as responsabilidades.
 É importante, também, conhecer os resultados do processo, onde reside a
autoridade. Isso é feito com a definição dos itens de verificação, que
medem o desempenho dos componentes do processo.
 Os itens de verificação devem representar os principais fatores que afetam
os itens de controle prioritários.
 Os itens de verificação do gerente representam, normalmente, os itens de
verificação dos supervisores ou subordinados diretos.
 Os itens de verificação devem ser monitorados da mesma forma dos itens
de controle.
Monitoramento dos Resultados
DETERMINAÇÃO DE ITENS DE
CONTROLE E DE VERIFICAÇÃO
ITEM DE CONTROLE
ITEM VERIFICAÇÃO
ITEM VERIFICAÇÃO
ITEM VERIFICAÇÃO
ITEM VERIFICAÇÃO
ITEM VERIFICAÇÃO
ITEM VERIFICAÇÃO
Monitoramento dos Resultados
Farol para acompanhamento dos itens de controle:
Produto Item de Controle
Fórmula de cálculo
do IC
Unidade
medida
Dono 200X 200X
Meta e
Real até
à data
Plan
Real
Jan Fev
- Plan
- Real
- Plan
- Real
- Plan
- Real
- Plan
- Real
Meta
200X
0
Produto crítico!
IC crítico!
Itens de Controle: são características/indicadores que precisam ser
monitorados para garantir a satisfação dos usuários em relação à qualidade
do produto ou serviço.
Monitoramento dos Resultados
Exercício 7 – Itens de Controle
Como Estabelecer Item de Controle
• Objetivo:
1 – A partir da escolha de um dos produtos da descrição de negócio elaborada no Exercício 1, definir os
itens de controle de um dos produtos críticos.
Método:
Com base na descrição do negócio, exercício 1, escolher um produto crítico e:
1 – Realizar um brainstorming para identificar indicadores que serão utilizados como item de controle de
cada necessidade dos clientes.
2 - Escolher os indicadores que melhor representam o resultado/ necessidade do produto crítico
escolhido, estabelecendo os itens de controle.
3 - Detalhar os itens de controle descrevendo fórmula de cálculo, unidade de medida e responsável pela
apuração (dono);
4 - Identificar os itens de controle críticos
Materiais e Recursos:
1 – Formulário de Item de controle
2 – Pincel atômico
Exercício 7 – Itens de Controle
Como Gerenciar a Unidade?
Reunião de Análise Crítica ou de Desempenho
• Para acompanhamento, deve ser realizada reunião mensal onde
será apresentado o Farol e o tratamento / plano de ação dos itens
que devem ser monitorados.
• No início de cada reunião mensal deverão ser verificadas as
pendências da reunião do mês anterior, confrontando-se as ações
previstas na reunião versus as ações realizadas.
• A reunião deve ser registrada.
Tratamento de Não Conformidades
Falhas, Anomalias, Não
Conformidades, Defeitos, Quebras ou
Problemas
não agregam valornão agregam valor ao negócio,
portanto, elas têm que serem
eliminadas
Tratamento os Desvios
Anomalia é o não-atendimento de um
requisito especificado, de um requisito
de uso pretendido ou de uma
expectativa razoável.
•Anomalia é todo acontecimento diferente do usual. Pode ser
um defeito em um produto, um ruído estranho na máquina,
uma falha em um equipamento, um erro em um relatório, um
problema com um fornecedor, uma reclamação de um cliente,
entre outros, inclusive um resultado melhor que o esperado.
•Anomalia é qualquer ocorrência não esperada, consistindo
em um desvio das condições normais de operação.
Anomalia: Conceito
“Falha é o término da capacidade de um
item desempenhar a função requerida
(NBR 5462-1994)
• É a diminuição total ou parcial da capacidade de uma peça,
componente ou máquina de desempenhar a sua função
durante um período de tempo, quando o item deverá ser
reparado ou substituído.
• É a interrupção da operação da função desempenhada por
equipamentos ou componentes; perda da função definida do
equipamento (JIPM).
Falha: Conceito
“Não atendimento a um requisitorequisito
(NBR ISO 9000 - 2005)”
Não Conformidade: Conceito
Ocorrência de Anomalia
Remova o sintoma
Investigue a causa
Existe
Procedimento
Padrão?
Prepare um procedimento
operacional padrão e garanta
que todos os operadores
sejam treinados
Não
Sim
O
Procedimento
Padrão é
apropriado?
1
Sim
Não
2
Visão Geral do Tratamento de Anomalia
Não é prático
ou não conduza
bons resultados
Reveja o padrão
sob o ponto de
vista técnico
2
Os operadores
têm dificuldade
em entender
Reescreva o padrão
usando diagramas
e figuras para fácil
compreensão
Reescreva o padrão
em conformidade
com o método atual
de trabalho
Treine os
operadores de
acordo com os
padrões
Melhore as condi-
ções de trabalho
Melhore os métodos de
trabalho, introduzindo
mecanismo à prova
de erro.
O
Procedimento
Padrão estava sendo
cumprido?
1
Proced. fácil de
errar ou equipamento
complicado
Dê treinamento
técnico aos operadores
ou os reloque para
trabalhos diferentes
Instrua e guie os
operadores a
cumprir os padrões
Os operadores
não compreendem
o padrão
Não
Os operadores não
possuem habilidade
p/ cumprir o padrão
Os operadores não
sentem necessidade
de cumprir o padrão
Não está numa
forma utilizável
Sim
As condições
de trabalho são
inadequadas
Visão Geral do Tratamento de Anomalia
Ocorrência da NC
Avaliação da necessidade de ações
para garantir a não reincidência da NC
Determinação
e implementação das ações
Análise Crítica da NC
Registro dos resultados de
ações executadas
Análise crítica de ações corretivas
executadas
Ok?
Necessidade
de ações?
Sim
Encerra a NC
Sim
Não
Não
Determinação das Causas
Trantando uma NC
Falha
Contaminação do motor
elétrico com água da
lavagem do misturador
Causa
Fundamental
Corpo
Misturador
Motor Elétrico
de Acionamento
Sintoma da
Falha = Queima
do Motor Elétrico
Análise da Falha
(“Princípio dos 3 Gen”e Método dos Por quês”)
• Por que o motor elétrico queimou?
R -Suas partes internas estavam molhadas
•Por que as partes internas do motor estavam
molhadas?
R -Porque a água usada para lavar o misturador
infiltrava (molhava) no motor
Antes DepoisKAIZEN
MELHORIA
Modificar instalação do motor
para afastá-lo do misturador. A
análise do custo da modificação
em relação ao custo das falhas
é favorável.
MELHORIA
Modificar instalação do motor
para afastá-lo do misturador. A
análise do custo da modificação
em relação ao custo das falhas
é favorável.
RESULTADO
A freqüência deste modo
de falha foi reduzido a zero
RESULTADO
A freqüência deste modo
de falha foi reduzido a zero
Exemplo
UNIDADE IV
SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO
 Para termos sistema de gestão efetivo é necessário um
convergência entre a rotina e o sistema de gestão.
 O sistema integrado de gestão contempla a integração
dos processos de qualidade com os de gestão ambiental
e/ou com os de segurança e saúde ocupacional e/ou de
responsabilidade social, dependendo das características,
atividades e necessidades da organização
Sistema Integrado de Gestão
O que é Tipicamente Integrado
 A Política da Empresa
 Objetivos, Metas e Programas
 Treinamento e Conscientização
 Controle de documentos
 Monitoramento e medição
 Ações Corretivas e Preventivas
 Registros
 Auditorias internas
 Análise Crítica da Direção
Sistema Integrado de Gestão
Sistema de Gestão da Qualidade
A NBR ISO 9001:2000 estabelece requisitos para
implementação de um sistema de gestão da qualidade que
a organização possa demonstrar capacidade para fornecer
produtos que atendam aos clientes e regulamentações
aplicáveis e aumentar satisfação dos clientes.
Sistema de Gestão da Qualidade – NBR ISO 9001:2000
• NBR ISO 9000 - Sistemas de gestão da
qualidade - Fundamentos e vocabulário
• Descreve os fundamentos de sistemas de gestão da
qualidade e estabelece a terminologia para estes sistemas.
A Família ISO 9000
•NBR ISO 9001 - Sistemas de gestão da qualidade -
Requisitos
• Especifica requisitos para um sistema de gestão da qualidade, onde
uma organização precisa demonstrar sua capacidade para fornecer
produtos que atendam os requisitos do cliente e os requisitos
regulamentares aplicáveis, e objetiva aumentar a satisfação do cliente.
A Família ISO 9000
•NBR ISO 9004 - Sistemas de gestão da qualidade - Diretrizes para melhoria do desempenho.
• Fornece diretrizes que consideram tanto a eficácia como a
eficiência do sistema de gestão da qualidade. O objetivo desta
norma é melhorar o desempenho da organização e a satisfação
dos clientes e das outras partes interessadas.
A Família ISO 9000
•NBR ISO 19011: 2002 - Diretrizes para auditoria de
sistemas de gestão da qualidade e meio ambiente
• Fornece diretrizes sobre a auditoria de
sistemas de gestão da qualidade e meio ambiente.
A Família ISO 9000
Atividades que agregam valor
Fluxo de informações
5
6
7
8
Processos da ISO 9001:2000
Requisitos da ISO 9001:2000
P
DC
A
4.1 Requisitos gerais
4.2 Requisitos de documentação
5.1 Comprometimento
5.2 Foco no cliente
5.3 Política da qualidade
5.4 Planejamento
5.5 Responsabilidade, autoridade e comunic.
6.1Provisão de recursos
7.1 Planejamento da realização do produto
6.2 Recursos humanos
6.3 Infra-estrutura
6.4 Ambiente de trabalho
7.2 Processos relacionados a cliente
7.3 Projeto
7.4 Aquisição
7.5 Produção
7.6 Controle dispositivos de medição
8.3 Controle de produto não conforme
8.2 Monitoramento e medição
8.2.1 Satisfação do cliente
8.2.2 Auditoria interna
8.2.3 Medição de processo
8.2.4 Medição de produto
5.6 Análise crítica
8.4 Análise de dados
8.5 Melhoria
8.5.1 Melhoria contínua
8.5.2 Ação corretiva
8.5.3 Ação preventiva
Sistema de Gestão Ambiental
A NBR ISO 14001:2004 estabelece requisitos para
implementação, manutenção e melhoria contínua de um
sistema ambiental com base em requisitos legais e
informações de aspectos ambientais significativos,
introduzindo na organização uma postura de prevenção de
ocorrências de impactos adversos ao meio ambiente.
Sistema de Gestão Ambiental – NBR ISO 14001:2004
Sistema de Gestão Ambiental – Foco no Meio Ambiente
• Estabelece as bases de um Sistema de Gestão Ambiental
(SGA), com a definição de uma política e de um
planejamento para o meio ambiente, com aplicações internas
nas organizações, certificação ou fins contratuais.
• Um SGA tem como objetivo principal atingir o controle do
impacto ambiental gerado pelas atividades desenvolvidas
pela organização.
Sistema de Gestão Ambiental – NBR ISO 14001:2004
 Uma Ferramenta Gerencial
 Fornecer estrutura para melhoria contínua
 Competir melhor nos mercados internos e externos
 Promover a imagem ambiental
 Melhorar o desempenho ambiental
 Reduzir custos
 Aumentar a competitividade
 Minimizar riscos
 Reduzir impactos ambientais
Por Que um SGA com base na NBR ISO 14001:2004?
Requisitos da NBR ISO 14001:2004
Estrutura da NBR ISO 14001:2004
 Melhoria Contínua
 Prevenção da Poluição
 Cumprimento da legislação/outros requisitos (p. ex. protocolos)
 Licenças operacionais
 Limites de emissão / ruídos
 Gerenciamento de resíduos
 Manuseio de material perigoso
 Outorgas
SGA – Requisitos Típicos
Sistema de Gestão de SSO
A OHAS 18001:2007 estabelece requisitos para
implementação, manutenção e melhoria contínua de um
sistema de gestão de segurança e saúde ocupacional com
base em requisitos legais e informações de perigos e
avaliação de riscos das atividades e processos para
eliminar ou minimizar os riscos em segurança e saúde
ocupacional dos empregados e outras partes interessadas.
Sistema de Gestão SSO – OHSAS 18001:2007
 Planejamento e Treinamento (P)
Levantamento de Perigos e Riscos Ocupacionais
Objetivos, Metas, Programas de Prevenção de Acidentes
 Registros (D)
Mitigação dos riscos, EPIs, EPCs, Práticas seguras,
Proteção
 Controles (C)
Inspeções, Medições, Auditorias, Análise de Dados, CIPA
 Ações de Melhoria (A)
Correção, Corretiva, Preventiva e Melhoria
SSO – Foco na Saúde e Segurança do Trabalhador
 Atender a legislação
 Redução dos acidentes
 Proteção da saúde
 Controle das tarefas
 Controle dos riscos
 Planos de prevenção
 Transparência
SSO – Foco na Saúde e Segurança do Trabalhador
SSO – Foco na Saúde e Segurança do Trabalhador
Sistema de Gestão de RSE
A SA 8000:2001 estabelece requisitos para
implementação, manutenção e melhoria contínua de um
sistema de gestão de responsabilidade social interna com
objetivo de melhoria do relacionamento organizacional
interno por meio da demonstração da preocupação com o
trabalhador e do estabelecimento de condições adequadas
de saúde e segurança.
Sistema de Gestão de Responsabilidade Social – SA
8000:2001
Foco na Responsabilidade Social
1. Trabalho Infantil
Atender a Legislação Internacional (OIT) e Nacional
Reparação de Crianças e Jovens Trabalhadores
2. Trabalho Escravo
Política de Prevenção e Não Apoio
3. Saúde e Segurança no Trabalho
Legislação Trabalhista Nacional e OIT
4. Liberdade de Associação
Garantia de Acesso, Participação e Negociação Coletiva
5. Discriminação
6. Práticas Disciplinares
Tratamento adequado e humano aos Trabalhadores
7. Horário de Trabalho
Legislação Trabalhista Nacional e OIT
8.Remuneração
Legislação Trabalhista Nacional e OIT
9.Sistema de Gestão
Auditorias, Ações de Reparação, Registros.
Controle de Subcontratados
Foco na Responsabilidade Social
 Atender a legislação Internacional e nacional
 Melhorar a qualidade de vida do Trabalhador a nível
mundial
Transparência
Olhar para dentro da empresa.
Foco na Responsabilidade Social
Norma Brasileira de
Responsabilidade Social
NBR 16001:2004. Responsabilidade Social - Sistema da
Gestão – Requisitos
SA 8000 x NBR 16001
NBR 16001 - Requisitos
Comprometimento
da
Alta Administração
Política
da RS
3.2
MELHORIA CONTÍNUA
Recursos, regras,
responsabilidade
e autoridade 3.3.4
Competência,
treinamento e
conscientização
3.4.1
Comunicação
3.4.2
Controle
operacional
3.4.3
Manual do
SGRS
3.5.2
Controle
de documentos
3.5.3
Controle
de
registros
3.5.4
Monitoramento
e medição
3.6.1
Avaliação
da
conformidade
3.6.2
Não-conformidade
e AC e AP
4.6.3
Auditoria
interna
3.6.4
Análise
pela Administração
3.3.5
Aspectos
da RS
3.3.1
Requisitos
legais e outros
3.3.2
Objetivos
e metas
3.3.3
Programas
3.3.3
3.3
Planejamento
3.4
Implementação e Operação
3.6
Medição, análise
e melhoria
3.5
Requisitos de
documentação
Comprometimento
da
Alta Administração
Política
da RS
3.2
MELHORIA CONTÍNUA
Recursos, regras,
responsabilidade
e autoridade 3.3.4
Competência,
treinamento e
conscientização
3.4.1
Comunicação
3.4.2
Controle
operacional
3.4.3
Manual do
SGRS
3.5.2
Controle
de documentos
3.5.3
Controle
de
registros
3.5.4
Monitoramento
e medição
3.6.1
Avaliação
da
conformidade
3.6.2
Não-conformidade
e AC e AP
4.6.3
Auditoria
interna
3.6.4
Análise
pela Administração
3.3.5
Aspectos
da RS
3.3.1
Requisitos
legais e outros
3.3.2
Objetivos
e metas
3.3.3
Programas
3.3.3
3.3
Planejamento
3.4
Implementação e Operação
3.6
Medição, análise
e melhoria
Comprometimento
da
Alta Administração
Política
da RS
3.2
MELHORIA CONTÍNUA
Recursos, regras,
responsabilidade
e autoridade 3.3.4
Competência,
treinamento e
conscientização
3.4.1
Comunicação
3.4.2
Controle
operacional
3.4.3
Manual do
SGRS
3.5.2
Controle
de documentos
3.5.3
Controle
de
registros
3.5.4
Monitoramento
e medição
3.6.1
Avaliação
da
conformidade
3.6.2
Não-conformidade
e AC e AP
4.6.3
Auditoria
interna
3.6.4
Análise
pela Administração
3.3.5
Aspectos
da RS
3.3.1
Requisitos
legais e outros
3.3.2
Objetivos
e metas
3.3.3
Programas
3.3.3
3.3
Planejamento
3.4
Implementação e Operação
3.6
Medição, análise
e melhoria
3.5
Requisitos de
documentação
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Gestão de ProcessosGestão de Processos
CONCEITOS BÁSICOSCONCEITOS BÁSICOS
DA QUALIDADEDA QUALIDADE
CONCEITO E ABORDAGEM
• O termo QUALIDADE confunde-se muitas vezes
com luxo, beleza, virtudes, preço alto ou baixo,
etiqueta, etc, devido ao seu uso sem distinção.
Todos estes itens fazem parte da Qualidade,
entretanto, a Qualidade não pode se restringir a
alguns deles.
DefiniçõesDefinições
Alguns Conceitos de QualidadeAlguns Conceitos de Qualidade
DefiniçõesDefinições
QUALIDADEQUALIDADE
“Ambrozewicz conceitua qualidade
como “um conjunto de
atributos ou elementos que
compõem um produto ou serviço.”
(2003, p. 18).”
DefiniçõesDefinições
QUALIDADEQUALIDADE
“Deming afirma que “Qualidade é
a capacidade de satisfazer
desejos.” (DEMING apud
AMBROZEWICZ, 2003, p. 19).”
DefiniçõesDefinições
QUALIDADEQUALIDADE
“Qualidade é a adequação ao
uso.”(JURAN et AMBROZEWICZ,
2003, p. 20).”
DefiniçõesDefinições
QUALIDADEQUALIDADE
“Segundo Feigenbaun, “Qualidade é um conjunto
de características do produto – tanto de
engenharia, como de fabricação – que
determinam o grau de satisfação que
proporcionam ao consumidor durante o seu
uso.””
DefiniçõesDefinições
QUALIDADEQUALIDADE
“Crosby declara que “Qualidade significa
conformidade com as especificações.”
DefiniçõesDefinições
QUALIDADEQUALIDADE
De acordo com Ishikawa, “Qualidade é igual à
qualidade do serviço, qualidade do trabalho,
qualidade da informação, qualidade do
processo, do operário, do engenheiro, do
administrador, qualidade das pessoas,
qualidade do sistema, qualidade da própria
empresa, da sua diretriz, de preços...”
DefiniçõesDefinições
QUALIDADEQUALIDADE
E Falconi (apud AMBROZEWICZ, 2003, p. 24),
enuncia que “Produto ou serviço de Qualidade
é aquele que atende perfeitamente, de forma
confiável, de forma segura e no tempo certo as
necessidades dos clientes.”
DefiniçõesDefinições
QUALIDADEQUALIDADE
“GRAU NO QUAL UM CONJUNTO
DE CARACTERÍSTICAS INERENTES
ATENDE A REQUISITOS”
NBR ISO 9000:2000
DefiniçõesDefinições
Qual é de melhor qualidade?Qual é de melhor qualidade?
DefiniçõesDefinições
HISTÓRICO DA QUALIDADEHISTÓRICO DA QUALIDADE
• Ambrozewicz afirma que “A história da Qualidade
começou antes de o homem inventar o dinheiro.”
• Exemplos?
DefiniçõesDefinições
HISTÓRICO DA QUALIDADEHISTÓRICO DA QUALIDADE
• Segundo ele, devido a necessidade do homem de
alimentar-se, passou a escolher os alimentos que
seriam ingeridos, sendo este tipo de seleção uma
demonstração das diferentes formas de controlar a
qualidade do alimento que seria ingerido.
DefiniçõesDefinições
HISTÓRICO DA QUALIDADEHISTÓRICO DA QUALIDADE
•A Qualidade tornou-se propagada, através dos anos
que se passavam:
• Por volta do século XIII a.C. – Os artesãos
marcavam suas peças, a fim de rastreá-las,
posteriormente.
• Segunda Guerra Mundial – A Aeronáutica já
era rigorosa no controle de qualidade das peças
fabricadas.
DefiniçõesDefinições
HISTÓRICO DA QUALIDADEHISTÓRICO DA QUALIDADE
Com a chegada de novas tecnologias, os
consumidores tornaram-se cada vez mais exigentes,
elevando a necessidade dos processos de controle
de qualidade, tornado-os cadas vez maiores e mais
complexos, além de mutável de acordo com as
exigências do mercado.
Sendo assim grandes estudiosos da Qualidade têm
conceituado e definido a Qualidade, durante todas
as suas fases.
DefiniçõesDefinições
HISTÓRICO DA QUALIDADEHISTÓRICO DA QUALIDADE
Nos dias atuais, o processo de obtenção da
Qualidade não se resume à entrega do produto ou
realização do serviços, mas envolve todo o
processo de fabricação ou realização do serviço,
desde a matéria-prima, até o atendimento pós-
entrega no cliente.
DefiniçõesDefinições
CLASSECLASSE
“Categoria ou classificação atribuída a diferentes requisitos
de qualidade para produtos, processos ou sistemas que
têm o mesmo uso funcional”
A Classe é inerente ao produto e pode ser alterada através
de mudança na especificação, enquanto a Qualidade é
dependente de quão bem o produto satisfaça à
necessidade.
DefiniçõesDefinições
CONTROLE DE QUALIDADECONTROLE DE QUALIDADE
“ PARTE DA GESTÃO DA QUALIDADE,
FOCADA NO ATENDIMENTO DOS
REQUISITOS DA QUALIDADE ”
NBR ISO 9000:2000
DefiniçõesDefinições
GARANTIA DA QUALIDADEGARANTIA DA QUALIDADE
“ PARTE DA GESTÃO DA QUALIDADE,
FOCADA EM PROVER CONFIANÇA DE
QUE OS REQUISITOS DA QUALIDADE
SERÃO ATENDIDOS ”
NBR ISO 9000:2000
DefiniçõesDefinições
GESTÃO DA QUALIDADEGESTÃO DA QUALIDADE
“ATIVIDADES COORDENADAS
PARA DIRIGIR E CONTROLAR
UMA ORGANIZAÇÃO NO QUE
DIZ RESPEITO À QUALIDADE”
NBR ISO 9000:2000
DefiniçõesDefinições
REQUISITOREQUISITO
“NECESSIDADE OU EXPECTATIVA QUE É
EXPRESSA, GERALMENTE, DE FORMA
IMPLÍCITA OU OBRIGATÓRIA”
NBR ISO 9000:2000
DefiniçõesDefinições
CONFORMIDADECONFORMIDADE
“ATENDIMENTO A UM REQUISITO”
NBR ISO 9000:2000
DefiniçõesDefinições
NÃO-CONFORMIDADENÃO-CONFORMIDADE
“NÃO ATENDIMENTO A UM
REQUISITO”
NBR ISO 9000:2000
DefiniçõesDefinições
EVIDÊNCIA OBJETIVAEVIDÊNCIA OBJETIVA
“DADOS QUE APÓIAM A EXISTÊNCIA
OU VERACIDADE DE ALGUMA
COISA”
Pode ser obtida através de observação,
medição, ensaio ou outros meios
NBR ISO 9000:2000
DefiniçõesDefinições
Questões Importantes
1. Em sua visão, conceitue Qualidade.
2. Quando a qualidade entrou na vida humana?
3. O que seria a gestão da qualidade?
4. Em gestão da qualidade, o que é uma classe?
5. O que seria controle de qualidade?
6. Conceitue garantia de qualidade?
7. O que é um requisito e uma conformidade?
DefiniçõesDefinições
MÓDULO II
NBR ISO 9001:2000NBR ISO 9001:2000
REVISÃO GERALREVISÃO GERAL
NBR ISO 9001:2000NBR ISO 9001:2000
CONCEITO DECONCEITO DE
PDCAPDCA
A NBR ISO 9001 FOIA NBR ISO 9001 FOI
DESENVOLVIDADESENVOLVIDA
SOB O CONCEITO DE PDCASOB O CONCEITO DE PDCA
P
C
A P
C D
PLANEJAR :
ESTABELECER OS
OBJETIVOS E
PROCESSOS
NECESSÁRIOS PARA
FORNECER
RESULTADOS DE
ACORDO COM OS
REQUISITOS DO
CLIENTE E POLÍTICAS
DA ORGANIZAÇÃO
CONTROLAR:
MONITORAR E MEDIR
PROCESSOS E PRODUTOS
EM RELAÇÃO ÀS POLÍTICAS,
AOS OBJETIVOS E AOS
REQUISITOS PARA O
PRODUTO E RELATAR OS
RESULTADOS
AGIR:
EXECUTAR AÇÕES
PARA PROMOVER
CONTINUAMENTE A
MELHORIA DO
DESEMPENHO DO
PROCESSO
FAZER:
IMPLEMENTAR OS
PROCESSOS
D
A
RESPONSABILIDADE
DA DIREÇÃO
RESPONSABILIDADE
DA DIREÇÃO
GESTÃO
DE
RECURSOS
GESTÃO
DE
RECURSOS
MEDIÇÃO,
ANÁLISE E
MELHORIA
MEDIÇÃO,
ANÁLISE E
MELHORIA
ENTRADA
S
A
T
I
S
F
A
Ç
Ã
O
C
L
I
E
N
T
E REALIZAÇÃO
DO PRODUTO
PRODUTO/
SERVIÇO
R
E
Q
U
I
S
I
T
O
S
MELHORIA CONTÍNUA DO
SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE
C
L
I
E
N
T
E
SAÍDA
MODELO DE SGQMODELO DE SGQ
BASEADO EM PROCESSOBASEADO EM PROCESSO
Agrega valor
Informação
DOCHECK
4.1 REQUISITOS GERAIS DO SGQ
A ORGANIZAÇÃO DEVE: ESTABELECER, DOCUMENTAR, IMPLEMENTAR E MANTER
UM SGQ E MELHORAR CONTINUAMENTE A SUA EFICÁCIA
a) IDENTIFICAR OS PROCESSOS NECESSÁRIOS PARA O SGQ E SUA APLICAÇÃO
POR TODA A ORGANIZAÇÃO.
b) DETERMINAR A SEQÜÊNCIA E INTERAÇÃO DESTES PROCESSOS.
c) DETERMINAR CRITÉRIOS E MÉTODOS PARA ASSEGURAR QUE A OPERAÇÃO E O
CONTROLE DESSES PROCESSOS SEJAM EFICAZES.
d) ASSEGURAR A DISPONIBILIDADE DE RECURSOS E INFORMAÇÕES
NECESSÁRIAS PARA APOIAR A OPERAÇÃO E O MONITORAMENTO DOS
PROCESSOS.
e) MONITORAR, MEDIR E ANALISAR ESSES PROCESSOS
f) IMPLEMENTAR AÇÕES NECESSÁRIAS PARA ATINGIR OS RESULTADOS
PLANEJADOS E A MELHORIA CONTÍNUA DESSES PROCESSOS.
4.0 SISTEMA DE GESTÃO4.0 SISTEMA DE GESTÃO
DA QUALIDADEDA QUALIDADE
Quando a organização optar por adquirir externamente algum processo que
afete a conformidade do produto, esta deve assegurar o controle desses
processos e identificar no SGQ
4.2 REQUISITOS DE4.2 REQUISITOS DE
DOCUMENTAÇÃODOCUMENTAÇÃO
4.2.1 – Documentos Requeridos
a) Política da Qualidade,
b) Objetivos da Qualidade,
c) Manual da Qualidade,
d) 6 Procedimentos requeridos pela Norma
e) Outros que a empresa julgar necessário, para garantir o
planejamento, a operação e o controle eficazes dos processos
f) Registros requeridos pela norma
-Controle de Documentos
- Controle de Registros
- Controle de Produto Não-
Conforme
- Auditoria Interna
- Ação Corretiva
- Ação Preventiva
4.2 REQUISITOS DE4.2 REQUISITOS DE
DOCUMENTAÇÃODOCUMENTAÇÃO
4.2.2 – Manual da Qualidade
a) Escopo e justificativa de Exclusões,
b) Procedimentos ou referência a eles,
c) Interação entre os Processos do SGQ
4.2.3 Controle de documentos
4.2 REQUISITOS DE4.2 REQUISITOS DE
DOCUMENTAÇÃODOCUMENTAÇÃO
DEFINIR A
NECESSIDADE DE
DOCUMENTAÇÃO
DESENVOLVER
A DOCUMENTAÇÃO
ANÁLISE CRÍTICA
E APROVAÇÃO
ANTES DA EMISSÃO
DISPONIBILIDADE
NO LOCAL DE USO
ATUALIZAR A
DOCUMENTAÇÃO
MUDANÇAS?
OBSOLETO?
IDENTIFICAR
SE RETIDO
SIM
SIM
NÃO
4.2 REQUISITOS DE4.2 REQUISITOS DE
DOCUMENTAÇÃODOCUMENTAÇÃO
IDENTIFICAR ARMAZENAR PROTEGER RETER
DESCARTAR
FINDO
TEMPO?CONSULTA?
RECUPERAR
NÃO
SIM
SIM
4.2.4 Controle de Registros
DOCHECK
ACTION
5.1 Comprometimento da Alta Direção
a) A COMUNICAÇÃO À ORGANIZAÇÃO DA IMPORTÂNCIA DE
ATENDER AOS REQUISITOS DOS CLIENTES, COMO TAMBÉM
AOS REQUISITOS REGULAMENTARES E ESTATUTÁRIOS.
b) O ESTABELECIMENTO DA POLÍTICA DA QUALIDADE.
c) A GARANTIA DE QUE SÃO ESTABELECIDOS OS OBJETIVOS
DA QUALIDADE.
d) A CONDUÇÃO DE ANÁLISES CRÍTICAS PELA ALTA DIREÇÃO.
e) A GARANTIA DA DISPONIBILIDADE DE RECURSOS.
5.0 RESPONSABILIDADE5.0 RESPONSABILIDADE
DA DIREÇÃODA DIREÇÃO
5.2 – Foco no cliente
Assegurar determinação e atendimento aos requisitos do
cliente para aumentar sua satisfação
5.0 RESPONSABILIDADE5.0 RESPONSABILIDADE
DA DIREÇÃODA DIREÇÃO
5.3 – Política da Qualidade
Apropriada, comprometida em atender aos requisitos e
com a melhoria contínua do SGQ, entendida e analisada
5.0 RESPONSABILIDADE5.0 RESPONSABILIDADE
DA DIREÇÃODA DIREÇÃO
DEFINIR POLÍTICA
DA QUALIDADE
ADEQUADA
COMUNICAR A
POLÍTICA DA QUALIDADE
NA ORGANIZAÇÃO
ANALISAR CRITICAMENTE
A
POLÍTICA DA QUALIDADE
ADEQUADA?
SIM
NÃO
5.05.0 RESPONSABILIDADERESPONSABILIDADE
DA DIREÇÃODA DIREÇÃO
5.4 - PLANEJAMENTO
5.4.1 – Objetivos da Qualidade
Coerentes com a Política da Qualidade e
mensuráveis
5.4.2 – Planejamento do SGQ
a) Para satisfazer o requisito 4.1 e Objetivos da
Qualidade
b) Para manter o SGQ durante as mudanças
5.05.0 RESPONSABILIDADERESPONSABILIDADE
DA DIREÇÃODA DIREÇÃO
5.5 – Responsabilidade, Autoridade e
Comunicação
5.5.1 - Definidas e conhecidas por todos,
5.5.2 - Representante da Direção para manutenção do SGQ
5.5.3 - Meios de comunicação quanto ao desempenho do SGQ
5.05.0 RESPONSABILIDADERESPONSABILIDADE
DA DIREÇÃODA DIREÇÃO
5.6 – Análise Crítica pela Direção
Para assegurar pertinência, adequação e eficácia do SGQ
ANÁLISE
a) Resultados de auditoria
b) Realimentação do cliente
c) Desempenho de processo e
conformidade do produto
d) Situação de ações preventivas
e corretivas
e) Acompanhamento de ações
oriundas
de auditorias anteriores
f) Mudanças que possam afetar o
SGQ
g) Recomendações de Melhoria
a) Melhoria da
Eficácia
do SGQ e dos
Processos
b) Melhoria do
Produto
em relação aos
requisitos do
cliente
c) Necessidades de
recursos
6.1. Provisão de Recursos
A organização deve determinar e recursos
necessários para:
a) Implementar e manter o sistema de
gestão da qualidade e melhorar
continuamente sua eficácia, e
b) Aumentar a satisfação de clientes
mediante o atendimento aos seus
requisitos
6.0 GESTÃO DE6.0 GESTÃO DE
RECURSOSRECURSOS
6.2. Recursos Humanos
COMPETENTE = educação, treinamento, habilidade e
experiência apropriados
LEVANTAR NECESSIDADES – PROVER COMPETÊNCIA
ANALISAR EFICÁCIA
CONSCIENTE = importância do seu trabalho para
atender requisitos
REGISTRO = competência
6.0 GESTÃO DE6.0 GESTÃO DE
RECURSOSRECURSOS
6.3. Infra-estrutura
Necessária para alcançar a conformidade com
os requisitos do produto
 edifícios, espaço de trabalho e instalações associadas
equipamentos de processo (tanto materiais e equipamentos
quanto programas de computador)
serviços de apoio (tais como transporte e comunicação).
6.0 GESTÃO DE6.0 GESTÃO DE
RECURSOSRECURSOS
6.4. Ambiente de Trabalho
Necessário para alcançar a
conformidade com os requisitos do
produto
-Calor
-Iluminação
-Ventilação
-Ruído, etc.
6.0 GESTÃO DE6.0 GESTÃO DE
RECURSOSRECURSOS
7.1. Planejamento da Realização do Produto
Deve determinar, quando apropriado:
 Objetivos da qualidade e requisitos para o produto.
 A necessidade para estabelecer processos e documentos,
e prover recursos específicos para o produto.
 Verificação, validação, monitoramento, inspeção e
atividades de ensaio requeridos, específicos para o
produto, bem como critério para a aceitação do produto.
 Registros necessários para fornecer evidências de que o
processo de realização e o produto resultante atendem aos
requisitos.
7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO
DO PRODUTODO PRODUTO
ESPECIFICAR
REQUISITOS DO
PRODUTO
IDENTIFICAR
REQUISITOS DO
CLIENTE
ANALISAR
REQUISITOS
CONFIRMAR
REQUISITOS
FIRMAR
CONTRATO/
PEDIDO
MANTER
MEIOS DE
COMUNICAÇÃO
7.2 Processos relacionados a
clientes
REGISTRAR
7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO
DO PRODUTODO PRODUTO
7.3 Projeto e Desenvolvimento
Planejar
Projeto
Determinar
Requisitos
Desenvolver
Projeto
Analisar
Projeto
Desenvolver
Produto
Verificar
Produto
Validar
Produto
Controlar
Alterações
REGISTRAR
REGISTRAR
REGISTRAR
REGISTRAR
REGISTRAR
7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO
DO PRODUTODO PRODUTO
7.4 Aquisição
ACOMPANHAR
DESEMPENHO
FORNECEDORES
ESPECIFICAR
MATERIAIS E
INSUMOS
AVALIAR E
SELECIONAR
FORNECEDORES
COMPRAR INSPECIONAR
REGISTRAR
7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO
DO PRODUTODO PRODUTO
Especificar
Produto
Métodos de
Fabricação
Determinar
Máqs + Equits
Determinar
Pontos de
Monitoramento
Produzir e
Monitorar
Liberar
Produto
Entregar
Atividades
Pós Entrega
7.5.1 – Controle de Produção e fornecimento de serviço
IDENTIFICARIDENTIFICAR
REGISTRAR RASTREABILIDADEREGISTRAR RASTREABILIDADE
PRESERVAR PROP.CLIENTEPRESERVAR PROP.CLIENTE
PRESERVAR PRODUTOPRESERVAR PRODUTO
CONTROLAR D M & MCONTROLAR D M & M
Validar
Processos
7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO
DO PRODUTODO PRODUTO
REGISTRAR
7.5.2-Validação de Processos de produção e
fornecimento de serviços
7.5.3 – Identificação e Rastreabilidade
RASTREAR
IDENTIFICAR
MATERIAIS
INSUMOS
PRODUTOS
IDENTIFICAR
QUANTO A
SITUAÇÃO DE
INSPEÇÃO
IDENTIFICAÇÃO
UNICA
INSPECIONAR
REGISTRAR
7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO
DO PRODUTODO PRODUTO
7.5.4 – Propriedade do Cliente
7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO
DO PRODUTODO PRODUTO
IDENTIFICAR VERIFICAR PROTEGER SALVAGUARDAR
INFORMAR
ADEQUADA?
SIM
NÃO
REGISTRAR
7.5.5 – Preservação do Produto
ESTABELECER
LOCAIS PARA
ARMAZENAMENTO
IDENTIFICAR
FORMAS DE
PRESERVAÇÃO
PROTEGER CONTRA
DANOS OU
DETERIORAÇÃO
DEFINIR
MÉTODOS PARA
MANUSEIO
7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO
DO PRODUTODO PRODUTO
7.6 Controle de dispositivos de
medição e monitoramento
DETERMINAR
M & M
NECESSÁRIA
PROVER
DISPOSISTIVOS
DE M & M
EXECUTAR
M & M
SOFTWARE
M & M ?
CONFIRMAR
ADEQUAÇÃO
Não
Sim
CALIBRADO?
CALIBRAR OU
VERIFICAR
IDENTIFICAR A
SITUAÇÃO
Não
Sim
7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO
DO PRODUTODO PRODUTO
REGISTRAR
 Calibrar ou verificar os dispositivos de medição e monitoração em intervalos
especificados ou antes do uso, frente a padrões nacionais ou internacionais.
Quando tais padrões não existirem, registrar a base de verificação
 Ajustar ou reajustar, conforme necessário
 Identificar para possibilitar a determinação da situação da calibração
 Salvaguardar os DMM de ajustes que invalidem a calibração
 Proteger os DMM contra danos e deterioração durante o manuseio,
manutenção & armazenamento
 Registrar os resultados de calibração
 Avaliar e registrar a validade dos resultados anteriores, quando o dispositivo
for encontrado fora de calibração
7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO
DO PRODUTODO PRODUTO
DOCHECK
ACTION
8.1 - PLANEJAR E IMPLEMENTAR OS PROCESSOS
NECESSÁRIOS DE MONITORAMENTO, MEDIÇÃO,
ANÁLISE E MELHORIA PARA:
 Demonstrar a conformidade do produto.
 Assegurar a conformidade do SGQ.
 Melhorar continuamente a eficácia do SGQ.
Isto deve incluir a determinação dos métodos aplicáveis,
incluindo técnicas estatísticas, e a extensão de seu uso.
8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE
E MELHORIAE MELHORIA
8.2 Medição e monitoramento
8.2.1 Satisfação do Cliente
8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE
E MELHORIAE MELHORIA
8.2 Medição e monitoramento
8.2.2 Auditorias Internas
PLANEJAR REALIZAR ACOMPANHAR
8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE
E MELHORIAE MELHORIA
CONSIDERAR:
- Resultados de Auditorias Anteriores
- Situação e Importância dos Processos
REGISTRAR
8.2.3 Medição e Monitoramento de Processos
• Demonstrar a capacidade dos processos de atingirem os resultados
planejados
• Quando os resultados planejados não forem atingidos, correções e ações
corretivas devem ser tomadas para assegurar conformidade do produto
ATIVIDADES
+
RECURSOS SAIDAENTRADA
PROCESSO
ATIVIDADES
+
RECURSOS
ATIVIDADES
+
RECURSOS
ATIVIDADES
+
RECURSOS
MONITORAR
8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE
E MELHORIAE MELHORIA
MEDIR
8.2.4 Medição e Monitoramento do Produto
8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE
E MELHORIAE MELHORIA
Monitorar e
medir as
características
do produto
Conformidade
C/critério
de aceitação
Registrar
evidência de
conformidade
SIM
Liberação
ou entrega
do produto
Todos os testes
OK ?
Concessão?
SIM
SIM
NÃO
NÃO
NÃO
REGISTRAR
DETECTAR
PRODUTO NÃO-
CONFORME
IDENTIFICAR /
SEGREGAR
REGISTRAR
ANALISAR E
CORRIGIR
8.3 Controle de Produto Não-Conforme
REPARAR
RETRABALHAR
RECLASSIFICAR
ACEITO SOB CONCESSÃO
SUCATEAR
REGISTRAR
8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E
MELHORIAMELHORIA
8.4 Análise de Dados
Para demonstrar a adequação e eficácia do SGQ e
para avaliar onde melhorias contínuas da eficácia do
SGQ podem ser realizadas.
satisfação de clientes.
conformidade com os requisitos do produto.
características e tendências dos processos e
produtos, incluindo oportunidades para ações
preventivas.
fornecedores.
8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E
MELHORIAMELHORIA
DOCHECK
ACTION
8.5.1 – MELHORIA CONTÍNUA
A organização deve continuamente melhorar a eficácia do SGQ por
meio do uso da:
 política da qualidade
 objetivos da qualidade
 resultados de auditorias
 análise de dados
 ações corretivas e preventivas
 análise crítica pela alta direção
8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E
MELHORIAMELHORIA
ANÁLISE DA NÃO
CONFORMIDADE
(REC.CLIENTE)
IDENTIFICAÇÃO
DAS CAUSAS
AVALIAÇÃO
NECESSIDADE
AÇÃO CORRETIVA
IMPLANTAÇÃO
AÇÃO
CORRETIVA
REGISTRO DOS
RESULTADOS
ANÁLISE DA
EFICÁCIA
AC TOMADA
PLANEJAMENTO
IMPLANTAÇÃO
8.5.2 Ação Corretiva
REGISTRAR
8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E
MELHORIAMELHORIA
ANÁLISE DA NÃO
CONFORMIDADE
POTENCIAL
IMPLANTAÇÃO
AÇÃO
PREVENTIVA
REGISTRO DOS
RESULTADOS
ANÁLISE DA
EFICÁCIA
AP TOMADA
PLANEJAMENTO
IMPLANTAÇÃO
8.5.3 Ação Preventiva
REGISTRAR
8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE
E MELHORIAE MELHORIA
IDENTIFICAÇÃO
DAS CAUSAS
AVALIAÇÃO
NECESSIDADE
AÇÃO CORRETIVA
Implantando uma “Gestão
orientada por processos”
alinhada ao Sistema de
Gestão (ISO´s, OHSA´s, SA
e PNQ)
Tsiane Poppe Araújo
Setembro/2005
Programa
Conceito de Processos
Visão Tradicional x Visão por Processos
Principais etapas da GP
Mudanças Significativas
Permeabilidade dos processos
Desafios da GP
Integração da GP com o Sistema de Gestão
Como usar a GP no dia-a-dia
A GP e os Sistemas Normativos
Sistema de Indicadores
Criação da cultura de melhoria
Estudo de caso – Case Politeno
Programa
Conceito de Processos
Visão Tradicional x Visão por Processos
Principais etapas da GP
Mudanças Significativas
Permeabilidade dos processos
Desafios da GP
Integração da GP com o Sistema de Gestão
Como usar a GP no dia-a-dia
A GP e os Sistemas Normativos
Sistema de Indicadores
Criação da cultura de melhoria
Estudo de caso – Case Politeno
Toda Organização é uma coleção de
processos que são executados.
Nas empresas, embora não
estejam documentados
(mapeados) em detalhe, eles são
conhecidos e executados
Não existe um produto ou um serviço
oferecido por uma empresa sem um
processo.
Ex: Atender ao Pedido do Cliente
Conceito de Processos
Qualquer que seja nosso posicionamento
hierárquico, nós temos um negócio dentro
da empresa na qual trabalhamos
Conceito de Processos
Processos é o resultado da articulação de:
•Pessoas
•Instalações
•Equipamentos e
•Outros recursos (materiais,...)
Processos são atividades logicamente relacionadas que, usando
recursos do negócio, produzem resultados reais, adicionando
valor a cada etapa.
VendasVendas ProduçãoProdução FinançasFinanças
... fronteiras Funcionais e Organizacionais...
Fabricante
Fabricante
Distribuidor
Distribuidor
Fornecedor
Fornecedor
Cliente
Cliente
... fronteiras na Cadeia de Suprimentos
Estratégico
Planejamento
Controle
Operacional
... fronteiras Hierárquicas...
• Processos cruzam...
Conceito de Processos
CLIENTESFORNECEDORES
RECEBIMENTO PRODUÇÃO VENDAS EXPEDIÇÃO
INFORMAÇÃO
CADEIA DE VALOR
O PROCESSOO PROCESSO
atividades atividades atividades atividades
A atividade deve agregar valor ao processo.
Conceito de Processos
Conceito de Processos
Os processos e a agregação de valor:
Sempre que o trabalho humano satisfaz as
necessidades das pessoas, ele agrega valor.
Então...
Agregar valor é agregar satisfação ao seu cliente.
Os clientes só pagam por aquilo que na
sua percepção tem VALOR
Criar Valor é aumentar o número de características do seu
produto ou serviço, de forma diferenciada do seu
concorrente, de forma a transcender a demanda existente
Conceito de Processos
criar distinção em todas as esferas de
atuação, oferecendo incrementos de valor
em cada serviço ou produto oferecido
Em geral, organizações estruturadas por função
apresentam dificuldades de ver os vários processos
que são desenvolvidos para atender às necessidades
dos Clientes
Visão
Funcional
Visão
de
Processo
Conceito de Processos
Como algumas pessoas enxergam e entendem a Empresa
Organograma ProcedimentosEstratégias
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
1° Trim. 2° Trim. 3° Trim. 4° Trim.
Leste
Oeste
Norte
Itens de Controle
E os Processos? E as interfaces????
E as entradas e Saídas???
E as etapas dos processos??? Onde
começam e onde terminam???
Como enxergar o todo e não as
partes???
PROCESSO
"X"
ATIVIDADE
2
ATIVIDADE
6
ATIVIDADE
3
ATIVIDADE
5
ATIVIDADE
4
ATIVIDADE
n
ATIVIDADE
1
ATIVIDADE
1
Conceito de Processos
...
Conceito de Processos
Para produzir um bem ou serviço necessitamos
construir um processo
Um processo de negócios é um conjunto de três ações:
Processo de Negócio
Introduzir
Processar
Enviar/Entregar
Fornecedor Cliente
Somos prisioneiros de estruturas que desconhecemos
Peter Senge
Se aprendermos a ver estruturas dentro das quais
trabalhamos, acabamos dominando a habillidade de
trabalhar com elas e mudá-las
Visão Tradicional X Visão por Processos
Programa
Conceito de Processos
Visão Tradicional x Visão por Processos
Principais etapas da GP
Mudanças Significativas
Permeabilidade dos processos
Desafios da GP
Integração da GP com o Sistema de Gestão
Como usar a GP no dia-a-dia
A GP e os Sistemas Normativos
Sistema de Indicadores
Criação da cultura de melhoria
Estudo de caso – Case Politeno
ATRIBUTOS VISÃO TRADICIONAL VISÃO POR
PROCESSO
1 - Foco Chefe Cliente
2 - Relacionamento
Primário
Cadeia de comando Cliente - Fornecedor
3 - Orientação Hierárquica Processo
4 - Quem toma
decisão
Gerência Todos os participantes
5 - Estilo Autoritário Participativo
Visão Tradicional X Visão por Processos
6- Objetivo Redução de Custos Prevenção de Custos
Visão Tradicional X Visão por Processos
Processos Tecnologia
Pessoas
Elementos que formam uma Organização
ClienteCliente
Processos Tecnologia
Pessoas
ChefeChefe
Qual o Foco???
Cria Valor
Visão Tradicional X Visão por Processos
Processos Tecnologia
Pessoas
ClienteCliente
Gera Custos
ClienteCliente
É Preciso definir um Caminho
Equilíbio Desequilíbio
•Não sabem o que
precisam fazer
•Não sabem como fazer
•Não sabem a importância
do seu trabalho dentro do
processo
•Não se engajam
•Desorganizados
•Não documentados
•Não melhorados
•Não simplimficados
•Adquirida por modismos
•Sem maturidade
•Ultrapassadas
Um resultado desejado é mais eficientementeUm resultado desejado é mais eficientemente
atingido quando os recursos e as atividades sãoatingido quando os recursos e as atividades são
gerenciadas como um processo.gerenciadas como um processo.
Identificar, entender e gerenciar um sistema deIdentificar, entender e gerenciar um sistema de
processos inter-relacionados para um dadoprocessos inter-relacionados para um dado
objetivo contribui para a melhoria da eficácia e daobjetivo contribui para a melhoria da eficácia e da
eficiência.eficiência.
Princípio 1 -Princípio 1 - Foco no ClienteFoco no Cliente
Princípio 2 –LiderançaPrincípio 2 –Liderança
Princípio 3 - Envolvimento das pessoasPrincípio 3 - Envolvimento das pessoas
Princípio 4 - Abordagem de processoPrincípio 4 - Abordagem de processo
Princípio 5 - Abordagem sistêmicaPrincípio 5 - Abordagem sistêmica
Princípio 6 - Melhoria contínuaPrincípio 6 - Melhoria contínua
Princípio 7 - Abordagem factual à tomada de decisãoPrincípio 7 - Abordagem factual à tomada de decisão
Princípio 8 - Relacionamento mutuamente benéfico de fornecedoresPrincípio 8 - Relacionamento mutuamente benéfico de fornecedores
Visão Tradicional X Visão por Processos
ISO-9000:2000
Sistema de trabalho que exige novas habilidades, maior
autonomia e compartilhamento de responsabilidade;
Sistema gerencial descentralizado estimulando a cooperação
e comunicação direta;
Promove o trabalho em equipe, avaliando os resultados
pelos resultados da equipe (fim do individualismo);
As decisões são baseadas nas necessidades dos clientes;
Quebra do paradigmaparadigma da visão por função, passando para
a visão do todo.
GESTÃO POR PROCESSOS É UMA MUDANÇA CULTURAL!
Visão Tradicional X Visão por Processos
Programa
Conceito de Processos
Visão Tradicional x Visão por Processos
Principais etapas da GP
Mudanças Significativas
Permeabilidade dos processos
Desafios da GP
Integração da GP com o Sistema de Gestão
Como usar a GP no dia-a-dia
A GP e os Sistemas Normativos
Sistema de Indicadores
Criação da cultura de melhoria
Estudo de caso – Case Politeno
• Entenda seus processos
• Faça um mapeamento através de fluxos
Definir
Processos
Padronizar • Crie Padrões de Trabalho, defina os
requisitos do cliente (Interno e Externo)
Controlar • Defina Objetivos e Metas
• Mensure-os
• Audite-os
Tratar as
Anomalias
• Mapeie as falhas dos processos
• Registre e trate
• Defina prioridades
O PDCA na melhoria de processos empresariais.
Principais Etapas da Gestão por Processos
MelhorarCriando um Sistema
SUB PROCESSO
ATIVIDADE ATIVIDADE
TAREFAS
PROCESSOPROCESSO
ATIVIDADE ATIVIDADE
Principais Etapas da Gestão por Processos
1 - Definir o Processo
Planejar P & D
Desenvolver
Protótipo
Desenvolver
Lote Piloto
Desenvolver
Lote
Comercial
Relacionamento
com o Cliente
Aquisição
Produção
1
2 3 2 3
4
Principais Etapas da Gestão por Processos
Mapeamento do Processo
Desenvolvimento de Protótipo
ProduçãoEquipe
Estabelecer Desenho do Produto
1
Engenharia
Definir critérios e
especificações para
embalagem
Definir critérios e
especificações para
manuseio e
armazenagem
Definir
parâmetros de
operação de
equipamentos
Elaborar Proc
Interno
Desenvolvimento de Lote Comercial
Elaborar Inst.
Trabalho
Produzir Lote
Piloto
CQ
Inspecionar
Produto
Avaliar
processo
produtivo
Elaborar
protocolo de
verificação
Problemas?
Corrigir processo e alterar
documentação
Controle de Documentos
SIM
NÃO
1
Analisar
criticamente
Problemas?
Definir ações a
serem tomadas
3
NÃO
SIM
Validar Produto
3
3
Principais Etapas da Gestão por Processos
INÍCIO:
FIM:
PLANO DA QUALIDADE DOS PROCESSOS
INDICADORES:
LIMITES
DO
PROCESSO
MATERIAIS
RECURSOS UTILIZADOS PARA
REALIZAÇÃO DO PROCESSO
ATIVIDADES
Responsável ControleFornecedores
Requisitos
/ Dados de
Entrada
Atividades
ENTRADA
Fluxograma do processo
MACROPROCESSO: Logística Interna
OBJETIVO DO PROCESSO: Receber e entregar M.P, insumos e materiais e disponibilizar para o armazém
Recebimento da N.F encaminhada pela controladoria
Entrega do material ao armazém ou almoxarifado
RecebimentoPROCESSO:
Recebimento de M.P, insumos e
materiais
Coleta de amostra para análise
Verificação do produto adquirido
Descarregamento de M.P,
insumos e materiais
Entrega de M.P, insumos e
materiais para o almoxarifado
Lançamento de NF no sistema
Recepção de Insumos
RECEBIMENTOSUPRIM.CQ
FORNECEDOR
Receber
Produto
Verificar
Pedido
no
Sistema
Existe
Pedido?
Comparar
Nota Fiscal
com Pedido
Conforme?
Item da
Produção?
Encaminhar produto
para usuário
Avaliar carga
conforme
Check-list
Conforme?
Identificar e
armazenar produto
na Área de
Quarentenae
encaminhar registros
Realizar Ensaios
Matéria-prima
Especial?
Avaliar Certificado
de Análise
Conforme?
Liberar produto
recebido
Tratamento de Não
Conformidade
Suprimentos
Consultar
Suprimentos
Autoriza
recebimento?
Devolver
Produto
1
1
1
Gestão de Estoques
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
NÃO
SIM
NÃOSIM
NÃO
NÃO
NÃO NÃO
NÃO
Controle da
Qualidade
NÃO
Devolver
Produto? 1
SIM NÃO
Lançar dadosno
Sistema
Lançar Nota Fiscal
no Sistema
2
2
Principais Etapas da Gestão por Processos
ISO-9000
Processos
ISO-14001
Principais Etapas da Gestão por Processos
O Mapeamento utilizando as ISO´s
Requisitos de
Qualidade do Processo
OHSAS-18001
Aspectos e
Impactos
dos processos
Perigos e Danos
dos processos
SA-8000
Princípios
Valores
Conduta Ética
Sistema Integrado de Gestão - SIG
SUB PROCESSO
ATIVIDADE ATIVIDADE
TAREFAS
PROCESSOPROCESSO
ATIVIDADE ATIVIDADE
Principais Etapas da Gestão por Processos
2 - Padronize
Manuais
Procedimentos
Instruções
de Trabalho
Descrição de função
Matriz de habilidades
Mapa de Competências
Melhorar
Manter
Principais Etapas da Gestão por Processos
O PDCA
Principais Etapas da Gestão por Processos
3- Controle
Estabeleça itens de Controle para medir
seu processo
• 5 Dimensões: Qualidade – Custo – Entrega – Segurança – Moral
• BSC: Financeiro – Mercado – Processos – Aprendizado e Crescimento
Por Tipo
Por Importância
Estratégico – Tático - Operacional
Principais Etapas da Gestão por Processos
3- Controle
Mensure os custos do seu processo
Custos de Prevenção – Investimentos para evitar custos
Custos de Avaliação – inspeções, testes de insumos, calibração, aferição
1. Custos de Controle
2. Custos de Falha de Controle
Custos de Falha Interna – defeitos verificados antes do produto ser entregue
Custos de Falha Externa – defeitos encontrados após o produto
Principais Etapas da Gestão por Processos
3- Controle
Criando itens de Controle por Processo
Processo Atividade Item de Controle
Compras Comprar materiais
Desenvolver
Fornecedores
n.de pedidos
n.de fornecedores
Almoxarifado Receber materiais
Movimentar materiais
N.de recebimentos
n. De requisições
Produção Programar produção
Controlar produção
n. De produtos
Número de lotes
Eficiência
Principais Etapas da Gestão por Processos
Melhorar4 - Trate as Anomalias
Defina ocorrências prioritárias
Produto fora de especificação
Paradas de equipamentos
Reclamações de Clientes
Perdas maior que XX
Trate as ocorrências prioritárias
Ferramentas de análise de dados: Folha de Verificação, Histogramas, Pareto,
FMEA (Failure Mode and Effect Analysis), Fluxogramas, Cartas de Controle,
Diagrama de Dispersão
Ferramentas de Geração de Idéia: Brainstorming, Causa e Efeito, Mapa de
Raciocínio, Diagrama de afinidades
Ferramentas de Tomada de Decisão: Matriz de Priorização, GUT
Principais Etapas da Gestão por Processos
Melhorar5- Melhorar
Melhoria Contínua, Aprendizado, Kaizen, etc...
Como implantar de forma sistemática????
Definindo correlações entre o método e o resultado
Melhorar o
desempenho
Dos empregados
Programa de treinamento
Matriz de Habilidades
Causa Efeito
Medir o resultado, analisar e acompanhar
Programa
Conceito de Processos
Visão Tradicional x Visão por Processos
Principais etapas da GP
Mudanças Significativas
Permeabilidade dos processos
Desafios da GP
Integração da GP com o Sistema de Gestão
Como usar a GP no dia-a-dia
A GP e os Sistemas Normativos
Sistema de Indicadores
Criação da cultura de melhoria
Estudo de caso – Case Politeno
Identificação de
Pontos Críticos
Eliminação de Situações
de Retrabalho
Clarificação das
Operações e das
Responsabilidades
Maior Agilidade
nos Processos
Redução de Custos
Construção da
Memória
Organizacional
O que esperar da Gestão por Processos?
Monitoramento
de Indicadores de
desempenho
Eliminar Gargalos
e Entraves do
Processo
Mudanças Significativas
Mudanças Significativas
A Quinta Disciplina
A arte de enxergar a floresta e não só as árvores
Pensamento Sistêmico
Domínio Pessoal
Modelos mentais
Visão Compartilhada
Aprendizagem em Equipe
Peter Senger
Um resultado desejado é mais eficientementeUm resultado desejado é mais eficientemente
atingido quando os recursos e as atividades sãoatingido quando os recursos e as atividades são
gerenciadas como um processo.gerenciadas como um processo.
Identificar, entender e gerenciar um sistema deIdentificar, entender e gerenciar um sistema de
processos inter-relacionados para um dadoprocessos inter-relacionados para um dado
objetivo contribui para a melhoria da eficácia e daobjetivo contribui para a melhoria da eficácia e da
eficiência.eficiência.
Princípio 1 - Foco no ClientePrincípio 1 - Foco no Cliente
Princípio 2 –LiderançaPrincípio 2 –Liderança
Princípio 3 - Envolvimento das pessoasPrincípio 3 - Envolvimento das pessoas
Princípio 4 - Abordagem de processoPrincípio 4 - Abordagem de processo
Princípio 5 -Princípio 5 - Abordagem sistêmicaAbordagem sistêmica
Princípio 6 - Melhoria contínuaPrincípio 6 - Melhoria contínua
Princípio 7 - Abordagem factual à tomada de decisãoPrincípio 7 - Abordagem factual à tomada de decisão
Princípio 8 - Relacionamento mutuamente benéfico de fornecedoresPrincípio 8 - Relacionamento mutuamente benéfico de fornecedores
Visão Tradicional X Visão por Processos
ISO-9000:2000
Programa
Conceito de Processos
Visão Tradicional x Visão por Processos
Principais etapas da GP
Mudanças Significativas
Permeabilidade dos processos
Desafios da GP
Integração da GP com o Sistema de Gestão
Como usar a GP no dia-a-dia
A GP e os Sistemas Normativos
Sistema de Indicadores
Criação da cultura de melhoria
Estudo de caso – Case Politeno
Desejo do
cliente
Cliente
Satisfeito
Permeabilidade dos Processos
Atender ao Pedido do Cliente
Colocação do Pedido
Programação de Produção
Compra de insumos
Produção
Análise do Produto
Análise de Crédito
Expedição
Faturamento
Pós Venda
Visão
Funcional
Visão
de
Processo
Exemplo da Permeabilidade dos
Processos ao Longo da Organização
Permeabilidade dos Processos
VISÃO FUNCIONAL
• Não nos permite identificar claramente como as
diversas áreas da empresa participam da geração
dos Produtos e Serviços disponibilizados para seus
clientes internos e externos.
• Não nos permite identificar com clareza o que, como
e para quem a empresa executa as atividades.
• Não contempla as “áreas cinzentas” entre as diversas
Áreas de Negócio, onde ocorrem muitas
transferências de informações.
Permeabilidade dos Processos
PROCESSO
"X"
ATIVIDADE
2
ATIVIDADE
6
ATIVIDADE
3
ATIVIDADE
5
ATIVIDADE
4
ATIVIDADE
n
ATIVIDADE
1
ATIVIDADE
1
DIRETORIA
DIRETORIA DIRETORIA
DIRETORIA
DIRETORIA
ESTRUTURA ORIENTADA A PROCESSO
Entradas e
Saídas Múltiplas
Permeabilidade dos Processos
Programa
Conceito de Processos
Visão Tradicional x Visão por Processos
Principais etapas da GP
Mudanças Significativas
Permeabilidade dos processos
Desafios da GP
Integração da GP com o Sistema de Gestão
Como usar a GP no dia-a-dia
A GP e os Sistemas Normativos
Sistema de Indicadores
Criação da cultura de melhoria
Estudo de caso – Case Politeno
Preparar a cultura da organização para mudanças, culminando
na necessidade de se ter recursos humanos muito mais
analíticos do que operacionais ....
Desafios da Gestão por Processos
Recursos Humanos
Tecnologia da Informação
Documentação
Estratégia
Qual o tamanho do seu muro????
Fases
Graudeavanço
Básico
Eficiente
Excelente
Classe Mundial
Descontrole
Desafios da Gestão por Processos
Programa
Conceito de Processos
Visão Tradicional x Visão por Processos
Principais etapas da GP
Mudanças Significativas
Permeabilidade dos processos
Desafios da GP
Integração da GP com o Sistema de Gestão
Como usar a GP no dia-a-dia
A GP e os Sistemas Normativos
Sistema de Indicadores
Criação da cultura de melhoria
Estudo de caso – Case Politeno
Visão
Missão
Valores
Estratégias
Processos
Integração e uso da GP e os requisitos normativos
Requisitos
Normativos
Documentação TI RHLegislação Controle
Integrando a
GP
ISO-9001
ISO-14001
ISO-18001
SA-8000
NBR-16000
NBR-7791
Processos
Organizacionais
Segurança da Informação
Meio Ambiente
Saúde e Segurança
Responsabilidade Social
A Gestão Integrada
Integração e uso da GP e os requisitos normativos
4.1 Requisitos Gerais da ISO 9000 – 2000
• Estabelecer, documentar, implementar e manter um SGQ
e melhorar continuamente a sua eficácia de acordo com os
requisitos desta norma.
•Identificar os processos necessários para o SGQ e
sua aplicação por toda a organização.
•Determinar a seqüência e interação destes
processos.
•Determinar critérios e métodos para assegurar que a
operação e o controle desses processos sejam
eficazes....
Integração e uso da GP e os requisitos normativos
Integrando a GP com o Sistema de Gestão
Matriz de
Aspectos e
Impactos
Matriz de
Perigos e Danos
Mapa de
Processos
Requisitos que
afetam a qualidade
Integração e uso da GP e os requisitos normativos
Critério 7 –Processos
Integração e uso da GP e os requisitos normativos
• Processos de Produto
• Processos de Apoio
• De Fornecedores
• Financeiro
Requisitos, Padrão,
Controle e Melhoria
Primários ou Chave
Estão ligados diretamente à produção do produto que a organização
tem por objetivo disponibilizar para seus clientes.
Corresponde ao conjunto de atividades realizadas para projetar,
produzir, comercializar e disponibilizar produtos e serviços a
clientes.
Representam a relação da empresa com o meio externo.
Suporte ou de Apoio
São todos os processos que suportam os processos primários,
dando-lhes apoio para que possam existir. Estão voltados à
administração de recursos.
Integração e uso da GP e os requisitos normativos
Classificação dos Processos
Gerenciais
São centrados nos gerentes e nas suas relações. Incluem
ações de medição e ajuste do desenvolvimento da
organização.
Integração e uso da GP e os requisitos normativos
Classificação dos Processos
RESPONSABILIDADE
DA direção
RESPONSABILIDADE
DA direção
GESTÃO
DE
RECURSOS
GESTÃO
DE
RECURSOS
MEDIÇÃO,
ANÁLISE E
MELHORIA
MEDIÇÃO,
ANÁLISE E
MELHORIA
S
A
T
I
S
F
A
Ç
Ã
O
C
L
I
E
N
T
E REALIZAÇÃO
DO PRODUTO PRODUTO/
SERVIÇO
R
E
Q
U
I
S
I
T
O
S
MELHORIA CONTÍNUA DOMELHORIA CONTÍNUA DO
SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADESISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE
MELHORIA CONTÍNUA DOMELHORIA CONTÍNUA DO
SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADESISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE
C
L
I
E
N
T
E
SAÍDA
MODELO DE SGQ BASEADO EM PROCESSOMODELO DE SGQ BASEADO EM PROCESSO
Integração e uso da GP e os requisitos normativos
ENTRADA
ISO-9000:2000
TreinamentoDocumentação Indicadores
Controle
Gestão por Processos
Metodologia
Auditorias
Fornecedor Cliente
Como usar a GP no dia-a-dia
Integração e uso da GP e os requisitos normativos
Como usar a GP no dia-a-dia
Avaliação de Desempenho Cliente x Fornecedor
Programa
Conceito de Processos
Visão Tradicional x Visão por Processos
Principais etapas da GP
Mudanças Significativas
Permeabilidade dos processos
Desafios da GP
Integração da GP com o Sistema de Gestão
Como usar a GP no dia-a-dia
A GP e os Sistemas Normativos
Sistema de Indicadores
Criação da cultura de melhoria
Estudo de caso – Case Politeno
A importância de medir o desempenho dos Processos
• Influência na cultura de organização:
resultado como prioridade
• Clareza e alinhamento do pensamento:
senso de importância
• Linguagem comum
• Maior capacidade de ação e reação
Sistema de Indicadores
O Sistema de Indicadores e a GP
- Visão integrada da organização
- O Sistema de indicadores deve refletir a lógica
dos processos
- Incorporação por todos os níveis
- Conseqüências claras do desempenho
Sistema de Indicadores
Cuidados com o Sistema de medição
Medir muitos indicadores, sem estabelecer a
prioridade e a hierarquia;
Medir “apenas” para controle das metas em
vez de enfoque na melhoria;
Medir para cortar custos, em vez de melhorar
o desempenho e a qualidade;
Sistema de Indicadores
Criação de uma dinâmica de melhoria
contínua permitindo ganhos significativos
às empresas em termos de desempenho,
eficiência e eficácia.
Conclusão
Como Fazemos
Case Politeno
VISÃO Ser reconhecida como a melhor marca de
polietileno da América do Sul
MISSÃO Produzir e Comercializar competitivamente
resinas termoplásticas e seus derivados
VALORES (Objetivos Permanentes)
• Segurança em 1º lugar
• Satisfação dos Clientes
• Foco Nos Resultados
• Excelência nos processos
e produtos
• Inovação
• Trabalho em Equipe
•Aprendizado Contínuo
•Respeito às Leis e a Comunidade
•Conduta Ética
Filosofia Empresarial
MODELO DE GESTÃO POLITENO
MODELO DE GESTÃO
Baseada nos princípios do TQC (Total Quality Control)
Visão de Futuro
(Planejamento
Estratégico e Balanced
Scorecard)
Solução de Problemas
(Six Sigma e Relatório de
Anomalias (ROA))
Controle dos Processos
( ISO 9001, ISO 14001 e NR 13)
Excelência nos
processos
Critérios de Excelência
do PNQ
Melhoria
Contínua
Ferramentas da
Qualidade
Comprometimento
e Desafio
(PLR)
Foco em Resultados
Gerenciamento da Rotina e
GPD
Melhoria do
Ambiente e
Qualidade de Vida
(5S E Pró Vida)
Trabalho em
Equipe
(CCQ e grupos
Multifuncionais)
Inovação
Benchmarking
PROJETOS INDUSTRIAIS
Identificação de Necessidade / Estudo de Viabilidade / Detalhamento / Construção
Clientes Acionistas Pessoas Sociedade Fornecedores
DIAGRAMA DOS PROCESSOS ORGANIZACIONAIS
Tesouraria/Mercado Exterior/Seguros/Contas a Pagar/Gestão de Crédito/Fiscal/Custos/Contabilidade/Ativo Fixo
A
P
O
I
O
C
L
I
E
N
T
E
S
P
R
I
M
Á
R
I
O
S
RECURSOS HUMANOS
CONTROLADORIA
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Gestão de Redes e Telecomunicações / Gestão de Sistemas, Informações e Conteúdo Internet / Gestão de Equipamentos / Help Desk
Recrutamento e Seleção / Capacitação e Desenvolvimento / Plano de Remuneração / Gestão de Benefícios/ Rotina de Pessoal
Elaboração do Orçamento / Acompanhamento do Orçamento / Estudo de Viabilidade
Inspeção / Engenharia de Manutenção / Planejamento e Programação / Execução de Serviços
DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA
Controle de Documentos Internos e Externos/ Controle de Registros
ORÇAMENTO ECONTROLE
C
L
I
E
N
T
E
S
A
P
O
I
O
G
E
R
E
N
C
I
A
I
S
JURÍDICO
Cumprimento do Código de Ética / Cumprimento-Atualização da Legislação / Gestão dos Projetos Sociais / Tratamento de Preocupações
Análise de Relações Jurídicas / Contenciosos Judiciais e Administrativos / Gestão Societária
RESPONSABILIDADESOCIAL
Recebimento de Amostras / Análises / Estocagem de contra prova / classificação da resina e definição de lote
MANUTENÇÃO
LABORATÓRIO
AQUISIÇÃO
-Compras
-Recebimento
-Armazenamento
-Expedição
-Controle de
Estoque
DESENVOLV.
DEPRODUTOS
-Planej. Do
Produto
-Desenvolvimento
-Alterações do
Produto
PRODUÇÃO
- Produção
- Controle de
Produto
LOGÍSTICA
- PCP
-Ensaque
-Armazenamento
-Expedição
-Entrega ao
Cliente
VENDAS
- Vendas
- Colocação do
Pedido
- Reclamações
CAC
Planejamento
Estratégico
Análise Crítica
Auditoria Interna
Ações Corretivas
e Preventivas
Medição do
Desempenho
Benchmarking
CCQ
Normas
Administrativas
Gestão de
Fornecedores
Six Sigma
Interação com as
Partes
Interessadas
Gestão das Áreas
Críticas do
Conhecimento
Ambiente de
Trabalho
Sistema de
Garantia da
Qualidade do
Produto
MARKETING
- Plano de
Marketing
- Pesquisa
- Plano de
Comunicação
ASSIST.
TÉCNICA
- Visitas -
- Apoio Técnico
1ª versão do Mapa de Processos
Procedimentos
Estruturados pelo PDCA
Procedimentos
Com fluxo do processo
Padronização
Definindo a Metodologia de Implantação
Sistemática
1. Mapeamento1. Mapeamento
2. Análise2. Análise
3. Proposta
de Melhoria
3. Proposta
de Melhoria
4. Redesenho4. Redesenho
5. Implantação5. Implantação
Aquisição de uma Ferramenta especializada
Após análise criteriosa, a POLITENO adotou a
ferramenta QPR Process Guide em decorrência dos
seguintes fatores:
Permite a disponibilização imediata, via Portal, dos
processos mapeados;
Permite qualificar os profissionais nos conceitos teóricos e
práticos de modelagem de processo;
Pemite a extração e impressão de relatórios;
Mapear os processos organizacionais conciliando-os com as
estratégias formuladas;
Necessidade da implantação
de uma Gestão orientada à Processos
1. Mapeamento1. Mapeamento
• Definição da missão do processo – para que ele existe
• Levantamento de atividades
• Interfaces/fronteiras com outros processos/áreas
• Mapeamento de Entradas e Saídas
• Fornecedores e Clientes
• Grau de automação
• Itens de controle
• Atividades Críticas
Área de Qualidade, Analista de
Processo, Usuários, Ferramenta QPR
SUBPROCESSOSUBPROCESSO ATIVIDADE
ATIVIDADE
AUTOMATIZADA
PROCESSO
DECISÃO
USUÁRIO INTERNO
Fluxo
CLIENTES EXTERNOS FORNECEDORES EXTERNOS
Padrão de modelagem politeno - Modelo base
Depósito de Informações
Manual de Identidade OrganizacionalManual de Identidade Organizacional
2. Análise2. Análise
Análise de Processo e a Melhoria Organizacional
O processo/atividade é necessário? Agrega valor?
Qual o seu impacto para a empresa? Como está seu desempenho?
Poderia ser melhor? Existe gargalos? As responsabilidades estão
definidas?
Quais são as expectativas dos clientes internos?
Que ferramentas são utilizadas? A estrutura está adequada?
Gestor da área, usuários, equipe de análise
Comitês de Melhorias
PROCESSOS GERENCIAIS
PROCESSOS DE APOIO
COMERCIALIZAÇÃO SUPRIMENTO
PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO
PRODUÇÃO ENSAQUE ARMAZENAMNETO E
EXPEDIÇÃO
DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO
C
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C
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D
A
D
E
Processos
Mapa de Processos Polit eno
Processos
Mapa de Processos Polit eno
ATENDIMENTO AO
CLIENTE
PROCESSOS PRIMÁRIOS - CADEIA PRODUTIVA
DEMANDA ATUAL
NOVA DEMANDA
EAP CONDIÇÃO DE SÍNTESE
PREVISÃO DE VENDA
PREVISÃO CONSUMO
ESTOQUE
PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO
PROGRAMAÇÃO DE ENSAQUE
PROGRAMAÇÃO DE EXPEDIÇÃO
S
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Ç
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Q
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I
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O
S
08. MANUTENÇÃO
09. ORÇAMENTO E
CONTROLE
10. JURÍDICO
11. PROJETOS
INDUSTRIAIS
12. RECURSOS
HUMANOS
13. CONTROLADORIA
14. TECNOLOGIA DA
INFORMAÇÃO
16. GESTÃO DA
QUALIDADE
17. SEGURANÇA,
SAÚDE E MEIO
AMBIENTE
18. INFRAESTRUTURA
15. DOCUMENTAÇÃO
TÉCNICA
PROCESSOS DE APOIO
20. BENCHMARKING
19. NORMAS
ADMINISTRATIVAS
21. GESTÃO DO
CONHECIMENTO
22. GESTÃO DE
FORNECEDORES
PROCESSOS GERENCIAIS
Exemplo: Abertura do Processo de SuprimentoExemplo: Abertura do Processo de Suprimento
Exemplo de um processo: Suprimento
Itemização
Processos ProduçãoProcessos Produção
Sistema de Documentação
Sistemade
Documentação
Manual
Procedimentos / Normas
Instruções de Trabalho
Legislações/
Requisitos
Registros
Sistema com acesso Web,
Organizado por processos
Sistema de Gestão Politeno
PROCESSOS GERENCIAIS
PROCESSOS DE APOIO
COMERCIALIZAÇÃO SUPRIMENTO
PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO
PRODUÇÃO ENSAQUE ARMAZENAMNETO E
EXPEDIÇÃO
DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO
C
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A
D
E
Processos
Mapa de Processos Polit eno
Processos
Mapa de Processos Polit eno
ATENDIMENTO AO
CLIENTE
PROCESSOS PRIMÁRIOS - CADEIA PRODUTIVA
DEMANDA ATUAL
NOVA DEMANDA
EAP CONDIÇÃO DE SÍNTESE
PREVISÃO DE VENDA
PREVISÃO CONSUMO
ESTOQUE
PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO
PROGRAMAÇÃO DE ENSAQUE
PROGRAMAÇÃO DE EXPEDIÇÃO
S
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S
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R
E
Q
U
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S
I
T
O
S
Mapa de ProcessosMapa de Processos
Padrões de TrabalhoPadrões de Trabalho Controle do DesempenhoControle do Desempenho
GIROGIRO
Tratamento de AnomaliaTratamento de Anomalia
A GP como cultura
A Modelagem de processos
Projeto que promovia um
redesenho pontual
Custo alto, não é
sistemático, é reativo
Gestão por processos
Gestão de Mudanças
Custo baixo, é
sistemático, é pró-
ativo
ANTES HOJE
A adoção desta metodologia tem sido um instrumento
poderoso para evoluirmos na melhoria de desempenho
e competitividade....
Empresas de Alto DesempenhoEmpresas de Alto Desempenho
Em
BuscadaExcelência
PessoasPessoas
Desenvolver uma
organização ágil, capaz
de transformar-se por si
mesma, com uma nova
cultura
RecursosRecursos
Utilizar eficientemente
os recursos e a
tecnologia
ProcessosProcessos
Fortalecer os
processos com
práticas de classe
mundial
EstratégiaEstratégia
Desenvolver
estratégias
concretas para
competir
Estrutura do Sistema de IndicadoresEstrutura do Sistema de Indicadores
Estratégias
Processos
Estrutura
Organizacional
Financeira
Aprendizado e Crescimento
Processos
Clientes
Sistema de Medição doSistema de Medição do
DesempenhoDesempenho
Mapa EstratégicoMapa Estratégico
Desempenho por EstratégiasDesempenho por Estratégias
Desempenho por áreaDesempenho por área
Desempenho por ProcessosDesempenho por Processos
Gráficos
Painel de BordoPainel de Bordo
Planos dePlanos de
AçãoAção
Os Indicadores e suas MétricasOs Indicadores e suas Métricas
Médias Anuais Movimentação Mensal
Orientação
Record
Benchmarking
Unidade de Medida
Indicador
Gráficos e Informações que permitem uma análise críticaGráficos e Informações que permitem uma análise crítica
Apurada do negócioApurada do negócio
Projeções
99
100 100
Gerenciamento da Estratégia
Projeções AnuaisProjeções Anuais
Plano de Ação
Plano dePlano de
AçãoAção
Desdobramento
Indicadores Pai eIndicadores Pai e
FilhosFilhos
Indicadores Pai e FilhosIndicadores Pai e Filhos
Mensagem
A melhor forma de entender um arquétipo
(processo), é diagramar sua própria versão dele.
Quanto mais trabalhar nele, melhor poderá
reconhecê-los e encontrar sua alavancagem.
Peter Senge
NBR ISO 9001:2000NBR ISO 9001:2000
REVISÃO GERALREVISÃO GERAL
NBR ISO 9001:2000NBR ISO 9001:2000
CONCEITO DECONCEITO DE
PDCAPDCA
A NBR ISO 9001 FOIA NBR ISO 9001 FOI
DESENVOLVIDADESENVOLVIDA
SOB O CONCEITO DE PDCASOB O CONCEITO DE PDCA
P
C
A P
C D
PLANEJAR :
ESTABELECER OS
OBJETIVOS E
PROCESSOS
NECESSÁRIOS PARA
FORNECER
RESULTADOS DE
ACORDO COM OS
REQUISITOS DO
CLIENTE E POLÍTICAS
DA ORGANIZAÇÃO
CONTROLAR:
MONITORAR E MEDIR
PROCESSOS E PRODUTOS
EM RELAÇÃO ÀS POLÍTICAS,
AOS OBJETIVOS E AOS
REQUISITOS PARA O
PRODUTO E RELATAR OS
RESULTADOS
AGIR:
EXECUTAR AÇÕES
PARA PROMOVER
CONTINUAMENTE A
MELHORIA DO
DESEMPENHO DO
PROCESSO
FAZER:
IMPLEMENTAR OS
PROCESSOS
D
A
RESPONSABILIDADE
DA DIREÇÃO
RESPONSABILIDADE
DA DIREÇÃO
GESTÃO
DE
RECURSOS
GESTÃO
DE
RECURSOS
MEDIÇÃO,
ANÁLISE E
MELHORIA
MEDIÇÃO,
ANÁLISE E
MELHORIA
ENTRADA
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E REALIZAÇÃO
DO PRODUTO
PRODUTO/
SERVIÇO
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MELHORIA CONTÍNUA DO
SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE
C
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E
SAÍDA
MODELO DE SGQMODELO DE SGQ
BASEADO EM PROCESSOBASEADO EM PROCESSO
Agrega valor
Informação
DOCHECK
4.1 REQUISITOS GERAIS DO SGQ
A ORGANIZAÇÃO DEVE: ESTABELECER, DOCUMENTAR, IMPLEMENTAR E MANTER
UM SGQ E MELHORAR CONTINUAMENTE A SUA EFICÁCIA
a) IDENTIFICAR OS PROCESSOS NECESSÁRIOS PARA O SGQ E SUA APLICAÇÃO
POR TODA A ORGANIZAÇÃO.
b) DETERMINAR A SEQÜÊNCIA E INTERAÇÃO DESTES PROCESSOS.
c) DETERMINAR CRITÉRIOS E MÉTODOS PARA ASSEGURAR QUE A OPERAÇÃO E O
CONTROLE DESSES PROCESSOS SEJAM EFICAZES.
d) ASSEGURAR A DISPONIBILIDADE DE RECURSOS E INFORMAÇÕES
NECESSÁRIAS PARA APOIAR A OPERAÇÃO E O MONITORAMENTO DOS
PROCESSOS.
e) MONITORAR, MEDIR E ANALISAR ESSES PROCESSOS
f) IMPLEMENTAR AÇÕES NECESSÁRIAS PARA ATINGIR OS RESULTADOS
PLANEJADOS E A MELHORIA CONTÍNUA DESSES PROCESSOS.
4.0 SISTEMA DE GESTÃO4.0 SISTEMA DE GESTÃO
DA QUALIDADEDA QUALIDADE
Quando a organização optar por adquirir externamente algum processo que
afete a conformidade do produto, esta deve assegurar o controle desses
processos e identificar no SGQ
4.2 REQUISITOS DE4.2 REQUISITOS DE
DOCUMENTAÇÃODOCUMENTAÇÃO
4.2.1 – Documentos Requeridos
a) Política da Qualidade,
b) Objetivos da Qualidade,
c) Manual da Qualidade,
d) 6 Procedimentos requeridos pela Norma
e) Outros que a empresa julgar necessário, para garantir o
planejamento, a operação e o controle eficazes dos processos
f) Registros requeridos pela norma
-Controle de Documentos
- Controle de Registros
- Controle de Produto Não-
Conforme
- Auditoria Interna
- Ação Corretiva
- Ação Preventiva
4.2 REQUISITOS DE4.2 REQUISITOS DE
DOCUMENTAÇÃODOCUMENTAÇÃO
4.2.2 – Manual da Qualidade
a) Escopo e justificativa de Exclusões,
b) Procedimentos ou referência a eles,
c) Interação entre os Processos do SGQ
4.2.3 Controle de documentos
4.2 REQUISITOS DE4.2 REQUISITOS DE
DOCUMENTAÇÃODOCUMENTAÇÃO
DEFINIR A
NECESSIDADE DE
DOCUMENTAÇÃO
DESENVOLVER
A DOCUMENTAÇÃO
ANÁLISE CRÍTICA
E APROVAÇÃO
ANTES DA EMISSÃO
DISPONIBILIDADE
NO LOCAL DE USO
ATUALIZAR A
DOCUMENTAÇÃO
MUDANÇAS?
OBSOLETO?
IDENTIFICAR
SE RETIDO
SIM
SIM
NÃO
4.2 REQUISITOS DE4.2 REQUISITOS DE
DOCUMENTAÇÃODOCUMENTAÇÃO
IDENTIFICAR ARMAZENAR PROTEGER RETER
DESCARTAR
FINDO
TEMPO?CONSULTA?
RECUPERAR
NÃO
SIM
SIM
4.2.4 Controle de Registros
DOCHECK
ACTION
5.1 Comprometimento da Alta Direção
a) A COMUNICAÇÃO À ORGANIZAÇÃO DA IMPORTÂNCIA DE
ATENDER AOS REQUISITOS DOS CLIENTES, COMO TAMBÉM
AOS REQUISITOS REGULAMENTARES E ESTATUTÁRIOS.
b) O ESTABELECIMENTO DA POLÍTICA DA QUALIDADE.
c) A GARANTIA DE QUE SÃO ESTABELECIDOS OS OBJETIVOS
DA QUALIDADE.
d) A CONDUÇÃO DE ANÁLISES CRÍTICAS PELA ALTA DIREÇÃO.
e) A GARANTIA DA DISPONIBILIDADE DE RECURSOS.
5.0 RESPONSABILIDADE5.0 RESPONSABILIDADE
DA DIREÇÃODA DIREÇÃO
5.2 – Foco no cliente
Assegurar determinação e atendimento aos requisitos do
cliente para aumentar sua satisfação
5.0 RESPONSABILIDADE5.0 RESPONSABILIDADE
DA DIREÇÃODA DIREÇÃO
5.3 – Política da Qualidade
Apropriada, comprometida em atender aos requisitos e
com a melhoria contínua do SGQ, entendida e analisada
5.0 RESPONSABILIDADE5.0 RESPONSABILIDADE
DA DIREÇÃODA DIREÇÃO
DEFINIR POLÍTICA
DA QUALIDADE
ADEQUADA
COMUNICAR A
POLÍTICA DA QUALIDADE
NA ORGANIZAÇÃO
ANALISAR CRITICAMENTE
A
POLÍTICA DA QUALIDADE
ADEQUADA?
SIM
NÃO
5.05.0 RESPONSABILIDADERESPONSABILIDADE
DA DIREÇÃODA DIREÇÃO
5.4 - PLANEJAMENTO
5.4.1 – Objetivos da Qualidade
Coerentes com a Política da Qualidade e
mensuráveis
5.4.2 – Planejamento do SGQ
a) Para satisfazer o requisito 4.1 e Objetivos da
Qualidade
b) Para manter o SGQ durante as mudanças
5.05.0 RESPONSABILIDADERESPONSABILIDADE
DA DIREÇÃODA DIREÇÃO
5.5 – Responsabilidade, Autoridade e
Comunicação
5.5.1 - Definidas e conhecidas por todos,
5.5.2 - Representante da Direção para manutenção do SGQ
5.5.3 - Meios de comunicação quanto ao desempenho do SGQ
5.05.0 RESPONSABILIDADERESPONSABILIDADE
DA DIREÇÃODA DIREÇÃO
5.6 – Análise Crítica pela Direção
Para assegurar pertinência, adequação e eficácia do SGQ
ANÁLISE
a) Resultados de auditoria
b) Realimentação do cliente
c) Desempenho de processo e
conformidade do produto
d) Situação de ações preventivas
e corretivas
e) Acompanhamento de ações
oriundas
de auditorias anteriores
f) Mudanças que possam afetar o
SGQ
g) Recomendações de Melhoria
a) Melhoria da
Eficácia
do SGQ e dos
Processos
b) Melhoria do
Produto
em relação aos
requisitos do
cliente
c) Necessidades de
recursos
6.1. Provisão de Recursos
A organização deve determinar e recursos
necessários para:
a) Implementar e manter o sistema de
gestão da qualidade e melhorar
continuamente sua eficácia, e
b) Aumentar a satisfação de clientes
mediante o atendimento aos seus
requisitos
6.0 GESTÃO DE6.0 GESTÃO DE
RECURSOSRECURSOS
6.2. Recursos Humanos
COMPETENTE = educação, treinamento, habilidade e
experiência apropriados
LEVANTAR NECESSIDADES – PROVER COMPETÊNCIA
ANALISAR EFICÁCIA
CONSCIENTE = importância do seu trabalho para
atender requisitos
REGISTRO = competência
6.0 GESTÃO DE6.0 GESTÃO DE
RECURSOSRECURSOS
6.3. Infra-estrutura
Necessária para alcançar a conformidade com
os requisitos do produto
 edifícios, espaço de trabalho e instalações associadas
equipamentos de processo (tanto materiais e equipamentos
quanto programas de computador)
serviços de apoio (tais como transporte e comunicação).
6.0 GESTÃO DE6.0 GESTÃO DE
RECURSOSRECURSOS
6.4. Ambiente de Trabalho
Necessário para alcançar a
conformidade com os requisitos do
produto
-Calor
-Iluminação
-Ventilação
-Ruído, etc.
6.0 GESTÃO DE6.0 GESTÃO DE
RECURSOSRECURSOS
7.1. Planejamento da Realização do Produto
Deve determinar, quando apropriado:
 Objetivos da qualidade e requisitos para o produto.
 A necessidade para estabelecer processos e documentos,
e prover recursos específicos para o produto.
 Verificação, validação, monitoramento, inspeção e
atividades de ensaio requeridos, específicos para o
produto, bem como critério para a aceitação do produto.
 Registros necessários para fornecer evidências de que o
processo de realização e o produto resultante atendem aos
requisitos.
7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO
DO PRODUTODO PRODUTO
ESPECIFICAR
REQUISITOS DO
PRODUTO
IDENTIFICAR
REQUISITOS DO
CLIENTE
ANALISAR
REQUISITOS
CONFIRMAR
REQUISITOS
FIRMAR
CONTRATO/
PEDIDO
MANTER
MEIOS DE
COMUNICAÇÃO
7.2 Processos relacionados a
clientes
REGISTRAR
7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO
DO PRODUTODO PRODUTO
7.3 Projeto e Desenvolvimento
Planejar
Projeto
Determinar
Requisitos
Desenvolver
Projeto
Analisar
Projeto
Desenvolver
Produto
Verificar
Produto
Validar
Produto
Controlar
Alterações
REGISTRAR
REGISTRAR
REGISTRAR
REGISTRAR
REGISTRAR
7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO
DO PRODUTODO PRODUTO
7.4 Aquisição
ACOMPANHAR
DESEMPENHO
FORNECEDORES
ESPECIFICAR
MATERIAIS E
INSUMOS
AVALIAR E
SELECIONAR
FORNECEDORES
COMPRAR INSPECIONAR
REGISTRAR
7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO
DO PRODUTODO PRODUTO
Especificar
Produto
Métodos de
Fabricação
Determinar
Máqs + Equits
Determinar
Pontos de
Monitoramento
Produzir e
Monitorar
Liberar
Produto
Entregar
Atividades
Pós Entrega
7.5.1 – Controle de Produção e fornecimento de serviço
IDENTIFICARIDENTIFICAR
REGISTRAR RASTREABILIDADEREGISTRAR RASTREABILIDADE
PRESERVAR PROP.CLIENTEPRESERVAR PROP.CLIENTE
PRESERVAR PRODUTOPRESERVAR PRODUTO
CONTROLAR D M & MCONTROLAR D M & M
Validar
Processos
7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO
DO PRODUTODO PRODUTO
REGISTRAR
7.5.2-Validação de Processos de produção e
fornecimento de serviços
7.5.3 – Identificação e Rastreabilidade
RASTREAR
IDENTIFICAR
MATERIAIS
INSUMOS
PRODUTOS
IDENTIFICAR
QUANTO A
SITUAÇÃO DE
INSPEÇÃO
IDENTIFICAÇÃO
UNICA
INSPECIONAR
REGISTRAR
7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO
DO PRODUTODO PRODUTO
7.5.4 – Propriedade do Cliente
7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO
DO PRODUTODO PRODUTO
IDENTIFICAR VERIFICAR PROTEGER SALVAGUARDAR
INFORMAR
ADEQUADA?
SIM
NÃO
REGISTRAR
7.5.5 – Preservação do Produto
ESTABELECER
LOCAIS PARA
ARMAZENAMENTO
IDENTIFICAR
FORMAS DE
PRESERVAÇÃO
PROTEGER CONTRA
DANOS OU
DETERIORAÇÃO
DEFINIR
MÉTODOS PARA
MANUSEIO
7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO
DO PRODUTODO PRODUTO
7.6 Controle de dispositivos de
medição e monitoramento
DETERMINAR
M & M
NECESSÁRIA
PROVER
DISPOSISTIVOS
DE M & M
EXECUTAR
M & M
SOFTWARE
M & M ?
CONFIRMAR
ADEQUAÇÃO
Não
Sim
CALIBRADO?
CALIBRAR OU
VERIFICAR
IDENTIFICAR A
SITUAÇÃO
Não
Sim
7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO
DO PRODUTODO PRODUTO
REGISTRAR
 Calibrar ou verificar os dispositivos de medição e monitoração em intervalos
especificados ou antes do uso, frente a padrões nacionais ou internacionais.
Quando tais padrões não existirem, registrar a base de verificação
 Ajustar ou reajustar, conforme necessário
 Identificar para possibilitar a determinação da situação da calibração
 Salvaguardar os DMM de ajustes que invalidem a calibração
 Proteger os DMM contra danos e deterioração durante o manuseio,
manutenção & armazenamento
 Registrar os resultados de calibração
 Avaliar e registrar a validade dos resultados anteriores, quando o dispositivo
for encontrado fora de calibração
7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO
DO PRODUTODO PRODUTO
DOCHECK
ACTION
8.1 - PLANEJAR E IMPLEMENTAR OS PROCESSOS
NECESSÁRIOS DE MONITORAMENTO, MEDIÇÃO,
ANÁLISE E MELHORIA PARA:
 Demonstrar a conformidade do produto.
 Assegurar a conformidade do SGQ.
 Melhorar continuamente a eficácia do SGQ.
Isto deve incluir a determinação dos métodos aplicáveis,
incluindo técnicas estatísticas, e a extensão de seu uso.
8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE
E MELHORIAE MELHORIA
8.2 Medição e monitoramento
8.2.1 Satisfação do Cliente
8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE
E MELHORIAE MELHORIA
8.2 Medição e monitoramento
8.2.2 Auditorias Internas
PLANEJAR REALIZAR ACOMPANHAR
8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE
E MELHORIAE MELHORIA
CONSIDERAR:
- Resultados de Auditorias Anteriores
- Situação e Importância dos Processos
REGISTRAR
8.2.3 Medição e Monitoramento de Processos
• Demonstrar a capacidade dos processos de atingirem os resultados
planejados
• Quando os resultados planejados não forem atingidos, correções e ações
corretivas devem ser tomadas para assegurar conformidade do produto
ATIVIDADES
+
RECURSOS SAIDAENTRADA
PROCESSO
ATIVIDADES
+
RECURSOS
ATIVIDADES
+
RECURSOS
ATIVIDADES
+
RECURSOS
MONITORAR
8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE
E MELHORIAE MELHORIA
MEDIR
8.2.4 Medição e Monitoramento do Produto
8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE
E MELHORIAE MELHORIA
Monitorar e
medir as
características
do produto
Conformidade
C/critério
de aceitação
Registrar
evidência de
conformidade
SIM
Liberação
ou entrega
do produto
Todos os testes
OK ?
Concessão?
SIM
SIM
NÃO
NÃO
NÃO
REGISTRAR
DETECTAR
PRODUTO NÃO-
CONFORME
IDENTIFICAR /
SEGREGAR
REGISTRAR
ANALISAR E
CORRIGIR
8.3 Controle de Produto Não-Conforme
REPARAR
RETRABALHAR
RECLASSIFICAR
ACEITO SOB CONCESSÃO
SUCATEAR
REGISTRAR
8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E
MELHORIAMELHORIA
8.4 Análise de Dados
Para demonstrar a adequação e eficácia do SGQ e
para avaliar onde melhorias contínuas da eficácia do
SGQ podem ser realizadas.
satisfação de clientes.
conformidade com os requisitos do produto.
características e tendências dos processos e
produtos, incluindo oportunidades para ações
preventivas.
fornecedores.
8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E
MELHORIAMELHORIA
DOCHECK
ACTION
8.5.1 – MELHORIA CONTÍNUA
A organização deve continuamente melhorar a eficácia do SGQ por
meio do uso da:
 política da qualidade
 objetivos da qualidade
 resultados de auditorias
 análise de dados
 ações corretivas e preventivas
 análise crítica pela alta direção
8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E
MELHORIAMELHORIA
ANÁLISE DA NÃO
CONFORMIDADE
(REC.CLIENTE)
IDENTIFICAÇÃO
DAS CAUSAS
AVALIAÇÃO
NECESSIDADE
AÇÃO CORRETIVA
IMPLANTAÇÃO
AÇÃO
CORRETIVA
REGISTRO DOS
RESULTADOS
ANÁLISE DA
EFICÁCIA
AC TOMADA
PLANEJAMENTO
IMPLANTAÇÃO
8.5.2 Ação Corretiva
REGISTRAR
8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E
MELHORIAMELHORIA
ANÁLISE DA NÃO
CONFORMIDADE
POTENCIAL
IMPLANTAÇÃO
AÇÃO
PREVENTIVA
REGISTRO DOS
RESULTADOS
ANÁLISE DA
EFICÁCIA
AP TOMADA
PLANEJAMENTO
IMPLANTAÇÃO
8.5.3 Ação Preventiva
REGISTRAR
8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE
E MELHORIAE MELHORIA
IDENTIFICAÇÃO
DAS CAUSAS
AVALIAÇÃO
NECESSIDADE
AÇÃO CORRETIVA
 Apostila Gestão de Processos

Apostila Gestão de Processos

  • 1.
    Serviço Nacional daAprendizagem Industrial-SENAI Centro de Formação Profissional de Taguatinga Gestão de Processos
  • 2.
    Como Aproveitar Melhoro Nosso Tempo  Dedicar este período exclusivamente ao aprendizado  Desligar o celular ou colocar no vibracall ou Silencioso  Desligar MP3 (4, ... , 10) – Fone de ouvido  Fazer as ligações nos intervalos  Conhecer as facilidades do local  Conhecer os procedimentos de segurança do local  Manter os notebooks fechados  Cumprir os horários  Respeitar o trabalho dos colegas  Concentre-se 110% na aprendizagem  Usar bem os intervalos: procurar conhecer mais as pessoas, etc.)  Conectar cada detalhe da disciplina com o seu trabalho/vida no dia-a-dia  “Zerar” ansiedade em relação aos horários
  • 3.
    Ementa Evolução do processoda Qualidade. Conceitos Básicos. Fundamentos de Gestão. Sistema de Avaliação – Critérios de Excelência do Prêmio Nacional da Qualidade. Ciclo PDCA. Planejamento da Qualidade. Controle da Qualidade. Melhoria da Qualidade. Gerenciamento da Rotina. Gerenciamento pelas Diretrizes. Programa 5S.
  • 4.
    Objetivo Geral Compreender conceitosfundamentais, metodologias e ferramentas indispensáveis para a concepção e implantação de processos eficazes de mudança organizacional em Qualidade e Produtividade, de modo a tornar as organizações mais competitivas.
  • 5.
    Objetivos Específicos Compreender aQualidade como um modelo de Gestão baseado na melhoria contínua dos processos; Conhecer a evolução e conceitos da qualidade; Entender a importância da gestão da qualidade no contexto empresarial; Entender o papel das “partes interessadas” na gestão empresarial; Compreender o método para planejamento, controle e melhoria da qualidade; Entender a abordagem de processos; Entender o gerenciamento para manter e melhorar resultados; Conhecer os modelos de gestão da qualidade, gestão ambiental e de responsabilidade social baseados em normas; Motivar a utilização de metodologia e ferramentas na gestão organizacional; Conhecer casos de empresas bem-sucedidas.
  • 6.
    – 1.1 Apresentação –1.2 Evolução da Qualidade – 1.3 Conceito de Qualidade, Produtividade, Competitividade e Sobrevivência – 1.4 Fundamentos de Gestão – 1.5 Gestão da Qualidade Total – 1.6 Modelo de Excelência da Gestão® •1. Introdução – 2.1 Método PDCA – 2.2 Definição de problema – 2.3 Definição de meta – 2.4 Definição de método – 2.5 Aplicações do PDCA – 2.6 Metodologia de Solução de Problemas •2. Método para planejamento, controle e melhoria da qualidade Conteúdo Programático
  • 7.
    – 4.1 Sistemade Gestão da Qualidade – 4.2 Sistema de Gestão Ambiental – 4.3 Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional – 4.4 Sistema de Gestão de Responsabilidade Social •4. Sistema integrado de gestão Conteúdo Programático •3. Programas de Qualidade e Produtividade – 3.1 Programa 5S – 3.2 Gestão de Processos – 3.3 Gerenciamento pelas Diretrizes – 3.4 Gerenciamento da Rotina Diária – 3.5 Sistema de Padronização – 3.6 Tratamento de Não Conformidade
  • 8.
    Procedimentos Metodológicos Aulas expositivas:exposição dialogada; Trabalhos individuais Formação de grupos de trabalho; Aplicação de Estudos de Casos e exercícios práticos; Workshop; Apresentação de Filmes
  • 9.
    Avaliação de Aprendizagem Avaliação individual escrita com questões de múltipla escolha e questões subjetivas (5,0 pontos)  Atividades em grupo (3,5 pontos)  Participação / Integração / Pontualidade / Assiduidade (1,5 pontos)
  • 10.
    Referências AGUIAR, Silvo. Integraçãodas ferramentas da qualidade ao pdca e ao programa seis sigma. v. 1. Belo Horizonte: INDG, 2006. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 9000:2005: Sistemas de gestão da qualidade: fundamentos e vocabulário. Rio de Janeiro, 2005. ___. NBR ISO 9001:2000: Sistemas de gestão da qualidade: requisitos. Rio de Janeiro, 2000. ___. NBR ISO 14001:2004. Sistemas de gestão ambiental – requisitos com orientações para uso. Rio de janeiro: ABNT, 2004. CAMPOS, V. Falconi. Gerenciamento da rotina do trabalho do dia-a-dia. 8. ed. Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 2004. ___. Gerenciamento pelas diretrizes. 4. ed. Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 2004 Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 2004 ___. Qualidade total: padronização de empresas. Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 2004
  • 11.
    Referências ___. TQC: controleda qualidade total (no estilo japonês). 8. ed. Belo Horizonte: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, 2004. CARPINETTI, Luiz C. R. et al. Gestão da qualidade ISO 9001:2000: princípios e requisitos. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2008 CARVALHO, Marly M. e PALADINI, Edson P. (Coord.) Gestão da qualidade: teoria e casos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. CROSBY, P. B. Qualidade é investimento. José Olympio Editora, Rio de Janeiro: 1999. DELLARETTI FILHO, O. As sete ferramentas do planejamento da qualidade – série ferramentas da qualidade. v. 5. Belo Horizonte: FCO/EEUFMG, 1996. FUNDAÇÃO PARA O PRÊMIO NACIONAL DA QUALIDADE. Critérios de Excelência 2008. São Paulo: FNQ, 2008. GARVIN, D. A. Gerenciando a qualidade: a visão estratégica e competitiva. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1992.
  • 12.
    Referências JURAN, J. M.A qualidade desde o projeto. 1. ed. São Paulo: Thomson Learning, 2002. KUME, H. Métodos estatísticos para a melhoria da qualidade. São Paulo: Editora Gente, 1993. LAPA, Reginaldo P. Praticando os 5 Sensos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1997 MARANHÃO, Mauriti. ISO série 9000 Versão 2000 – Manual de implementação. 8. ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Qualitymark. 2007. MARSHALL JUNIOR, Isnard (coord). et al. Gestão da Qualidade. Rio de Janeiro: FGV, 2004. MOURA, Eduardo. As sete ferramentas gerenciais da qualidade – implementando a melhoria contínua com maior eficácia. São Paulo: Makron Books, 1994. OLIVEIRA, Otávio J. (org.) Gestão da qualidade: tópicos avançados. São Paulo: Thomson Learning, 2004 OLIVEIRA, M. A. SA 8000 – O modelo ISO 9000 aplicado à responsabilidade social. Rio de Janeiro: Qualitymark. 2002.
  • 13.
    Referências PALADINI, Edson P.Gestão estratégica da qualidade: princípios, métodos e processos. São Paulo: Atlas. 2008. PESSOA, Gerisval A. Círculos de controle da qualidade como instrumento de gestão participativa e motivacional. Disponível em: < http://www.artigocientifico.com.br/artigos/?mnu=1&smnu=5&artigo=1932>. Acesso em: 01 de abr. 2008. ___. PDCA: ferramentas para excelência organizacional. (Apostila). São Luís: FAMA, 2007. SCAPIN, Carlos Alberto. Análise Sistemática de Falhas. Belo Horizonte: EDG, 1999. SEIFFERT, Mari E. B. Sistemas de gestão ambiental (ISO 14001) e saúde e segurança ocupacional (OHSAS 18001): vantagens da implantação integrada. São Paulo: Atlas, 2008 SILVA, J. M. da. 5S – O ambiente da qualidade. FCO/EEUFMG, Belo Horizonte: 1994. WALTON, M. Método Deming de administração. Marques-Saraiva, Rio de Janeiro, 1989. WERKEMA, M.C.C. As 7 ferramentas da qualidade no gerenciamento de processos – Série Ferramentas da Qualidade. v. 2. Belo Horizonte: FCO/EEUFMG, 1995.
  • 14.
    UNIDADE IUNIDADE I INTRODUÇÃOE CONCEITOSINTRODUÇÃO E CONCEITOS BÁSICOSBÁSICOS
  • 15.
  • 16.
    Vivemos, atualmente, emum mundo de economia globalizada, num mercado sem fronteiras e internacionalizado, que leva as empresas a buscarem uma maior competitividade de seus produtos e/ou serviços. Para que estas empresas (organizações humanas) sobrevivam de forma sustentável neste ambiente competitivo, é necessário que se tenha um excelente sistema de gestão e, que o mesmo, aborde uma filosofia global do negócio (visão holística). O sistema que apresentamos é a Gestão da Qualidade Total, que busca maximizar os resultados das organizações por meio da satisfação simultânea de todas as partes interessadas, ou seja, os clientes, empregados, acionistas, meio ambiente, comunidade, sociedade e fornecedores. Apresentação
  • 17.
    Para satisfazer aspartes interessadas, é necessário: uma estrutura organizacional voltada para o mercado, atuando de forma sistematizada e científica, com uma compreensão e segmentação do conjunto de atividades e processos da organização que agreguem valor, tomando decisões e executando ações baseadas em medição e análise do desempenho, levando-se em consideração as informações disponíveis, ale dos riscos identificados; um sistema de padronização bem definido para garantir a previsibilidade dos resultados esperados pelos clientes e para que se possam buscar melhorias (competitividade) de forma consistente; um sistema de indicadores de desempenho, para avaliar os resultados; e um controle da qualidade, para mantê-los. Apresentação
  • 18.
    Como reduzir custos,aumentar a rentabilidade, agregar valor ao acionista, criar valor aos clientes, criar mais postos de trabalho, gerar renda, reduzir acidentes, melhorar a qualidade de vida e eliminar a poluição SIMULTANEAMENTE? Equação Estratégica
  • 19.
  • 20.
    Evolução da Qualidade Inspeção  Controle Estatístico da Qualidade  Garantia da Qualidade  Gestão Estratégica da Qualidade As Quatro Principais Fases da Qualidade
  • 21.
    OS 8 PRINCÍPIOSDE GESTÃO DA QUALIDADE For the benefit of business and people
  • 22.
    Princípio 1Princípio 1 OrganizaçãoFocada no Cliente Organizações dependem de seus clientes e, portanto, é recomendável que atendam às necessidades atuais e futuras do cliente, os seus requisitos e procurem exceder as suas expectativas
  • 23.
    Princípio 2Princípio 2 Liderança Líderesestabelecem um propósito e direção única numa organização. Devem criar e manter um ambiente interno, no qual as pessoas tornam-se totalmente envolvidas em atender os objetivos da organização.
  • 24.
    Princípio 3Princípio 3 Envolvimentodas Pessoas As pessoas em todos os níveis, representam a essência de uma organização, e seu total envolvimento, possibilita a utilização de suas habilidades em benefício da organização
  • 25.
    AtividadesAtividades ++ RecursosRecursos EntradaEntrada SaídaSaída Controles doProcessoControlesdoProcesso Princípio 4Princípio 4 Abordagem de Processo Indicadores de desempenhoIndicadores de desempenho do processodo processo Um resultado desejado é alcançado mais eficientemente, quando as atividades e os recursos relacionados são gerenciados como um processo
  • 26.
    ProcessoProcesso AA ProcessoProcesso DD ProcessoProcesso BB ProcessoProcesso CC Princípio 5Princípio 5 AbordagemSistêmica de Gestão Identificar, entender e gerenciar os processos inter- Relacionados como um sistema contribui para a eficácia e eficiência da organização no sentido desta atingir os seus objetivos Objetivo 1 Objetivo 2
  • 27.
    Princípio 6Princípio 6 MelhoriaContínua Convém que a Melhoria Contínua do desempenho global da organização seja seu objetivo permanente
  • 28.
    Princípio 7Princípio 7 AbordagemFactual para Tomada de Decisão Decisões eficazes são baseadas na análise de dados e informações
  • 29.
    PrincípioPrincípio 8 Benefícios mútuosnas relações com os fornecedores Organização e seus fornecedores são interdependentes, e uma relação de benefícios mútuos aumenta a capacidade de ambos em agregar valor
  • 30.
    • Dos oitoprincípios de gestão da qualidade, existe alguma hierarquia entre eles? • Cite e comente dois desses princípios. • O que é uma abordagem por processos? • Conceitue abordagem sistêmica de gestão, dê exemplos!
  • 31.
    Mudanças: “Nada há depermanecer, exceto a mudança” Heráclito, 450 AC Pontos críticos da Gestão da QualidadePontos críticos da Gestão da Qualidade
  • 32.
    Mudanças: Ambiente propício paramudança Maior barreira: Resistências Comunicação: informação à favor das mudanças Quebrar paradigmas: necessidade de estar sempre em busca da inovação Pontos críticos da Gestão da QualidadePontos críticos da Gestão da Qualidade
  • 33.
    Resistências às MudançasResistênciasàs Mudanças “ A teoria dos germes de Louis Pasteur é ridícula ficção” Pierre Pochet – Prof. Fisiologia – 1872 “ O Raio X é uma mistificação” Lord Kevin – Pres. Da Bristish Royal Society os Science –1900 “ A televisão não dará certo. As pessoas terão de ficar olhando sua tela, e a família americana média não tem tempo para isso”. The New York Times – 18/04/1939
  • 34.
    Evolução da Qualidade 1- Preocupação básica: Verificação 2 - Visão da Qualidade: Um problema a ser resolvido 3 - Ênfase: Uniformidade do produto 4 - Métodos: Instrumento de medição 5 - Responsável pela Qualidade: O Departamento de Inspeção 6 - Orientação e abordagem: “Inspeciona” a qualidade Inspeção
  • 35.
    Evolução da Qualidade 1- Preocupação básica: Controle 2 - Visão da Qualidade: Um problema a ser resolvido 3 - Ênfase: Uniformidade do produto com menos inspeção 4 - Métodos: Instrumentos e técnicas estatísticas 5 - Responsável pela Qualidade: Os departamentos de produção e engenharia 6 - Orientação e abordagem: “Controla” a qualidade Controle Estatístico da Qualidade
  • 36.
    Evolução da Qualidade 1- Preocupação básica: Coordenação 2 - Visão da Qualidade: Um problema a ser resolvido, mas que seja enfrentado proativamente. 3 - Ênfase: Toda a cadeia de produção,desde o projeto até o mercado, e a contribuição de todos os grupos funcionais, especialmente os projetistas, para impedir falhas de qualidade. 4 - Métodos: Programas e Sistemas 5 - Responsável pela Qualidade: Todos os departamentos,embora a alta gerência só se envolva perifericamente com o projeto, o planejamento e a execução das políticas da qualidade. 6 - Orientação e abordagem: “Constrói” a qualidade Garantia da Qualidade
  • 37.
    Evolução da Qualidade 1- Preocupação básica: Impacto estratégico 2 - Visão da Qualidade: Uma oportunidade de concorrência 3 - Ênfase: As necessidades de mercado e do consumidor 4 - Métodos: Planejamento estratégico, estabelecimento de objetivos e a mobilização da organização 5 - Responsável pela Qualidade: Todos na empresa, com a alta gerência exercendo forte liderança 6 - Orientação e abordagem: “Gerencia” a qualidade. Gerenciamento Estratégico da Qualidade
  • 38.
    • Quais asetapas na evolução da qualidade? • O que significa cada uma delas?
  • 39.
    Evolução da Qualidade OSucesso Total Parceria com Clientes e Fornecedores Total Parceria com Clientes e Fornecedores A Qualidade nos Métodos de Gestão A Qualidade nos Métodos de Gestão Perícia Individual Perícia Individual Estreito Contato com o Cliente Estreito Contato com o Cliente Garantia da Qualidade em Cada Posto de Trabalho Garantia da Qualidade em Cada Posto de Trabalho Amplo Contato com Clientes e Fornecedores Amplo Contato com Clientes e Fornecedores Pouco Contato com Clientes e Fornecedores Pouco Contato com Clientes e Fornecedores Controle de Qualidade/ Inspeção Controle de Qualidade/ Inspeção Modelo Atual Modelo Atual Linha de Montagem Linha de Montagem ArtesãoArtesão O Futuro*O Futuro*
  • 40.
    Conceitos de Qualidade, Produtividade,Competitividade e Sobrevivência
  • 41.
     Feigenbaum É umadeterminação do consumidor e não do engenheiro, da área comercial ou da administração de uma empresa. É um conjunto de características do produto ou serviço em uso, as quais satisfazem as expectativas do cliente. Conceitos de Qualidade  Juran É a adequação ao uso. Estabeleceu que a Qualidade é feita de três processos gerenciais que são: o planejamento, o controle e a melhoria.
  • 42.
    Processos Gerenciais –Trilogia de Juran A C P D Plano PROCESSO NOVO Definir novos padrões ( produto novo ) para atingir metas Padrão PROCESSO EXISTENTE Cumprir os padrões estabelecidos verificando os resultados e corrigindo as anomalias A C P D A C P D Plano PROCESSO EXISTENTE Alterar padrões para atingir novas metas
  • 43.
     Deming –14 Princípios  Criar constância de propósitos na melhoria contínua de produtos e serviços  Adoção da nova filosofia  Não depender da inspeção em massa  Cessar a prática de avaliar as transações apenas com base nos preços  Melhorar continuamente o sistema de produção e serviços  Instituir o treinamento profissional do pessoal  Instituir a liderança  Eliminar o medo  Romper as barreiras entre os departamentos  Eliminar "slogans" e exortações para o pessoal  Eliminar quotas numéricas  Remover barreiras ao orgulho do trabalho bem realizado  Instituir um vigoroso programa de educação e reciclagens nos novos métodos  Planos de ação: agir no sentido de concretizar a transformação desejada. Conceitos de Qualidade
  • 44.
     Crosby Define qualidadecomo a conformidade com as especificações. Esta definição é voltada inteiramente para o cliente, enfatizando que a Qualidade é tangível, gerenciável e pode ser medida. Enfatiza:  Formação de uma equipe de melhoria  Fazer certo da primeira vez  Zero defeito  Especificar bem  Avaliação dos custos da qualidade Conceitos de Qualidade
  • 45.
     Ishikawa Destaca quea qualidade deve ser em toda a empresa: Qualidade do serviço, Qualidade do trabalho, Qualidade da informação, Qualidade do processo, Qualidade do departamento, do operário, do engenheiro, do administrador, Qualidade das pessoas, Qualidade da própria empresa, de sua diretriz. Coloca o consumidor em 1º lugar = transposições das opiniões e expectativas do consumidor ao projeto, produção e distribuição. Enfatiza  o trabalho em equipe  A lealdade da empresa e dos funcionários  A forte relação entre fornecedor e consumidor. Conceitos de Qualidade
  • 46.
     Gitlow É ojulgamento feito pelos clientes ou usuários de um produto ou serviço; é o grau em que os clientes ou usuários sentem que o produto ou serviço exceda suas necessidades e expectativas. (GITLOW). Conceitos de Qualidade  Falconi Um produto ou serviço de Qualidade é aquele que atenda perfeitamente, de forma confiável, de forma acessível, de forma segura e no tempo certo às necessidades do cliente.
  • 47.
     PNQ 2008 Totalidadede características de uma entidade (atividade ou processo, produto), organização, ou uma combinação destes, que lhe confere a capacidade de satisfazer as necessidades explícitas e implícitas dos clientes e demais partes interessadas. Conceitos de Qualidade  NBR ISO 9000:2005 É o grau no qual um conjunto de características inerentes satisfaz a requisitos. (Requisitos: necessidade ou expectativa que é expressa, geralmente, de forma implícita ou obrigatória Característica: propriedade diferenciadora, que pode ser inerente ou atribuída, qualitativa ou quantitativa)
  • 48.
    Parâmetros da Qualidadede Produto – Fatores de Satisfação  Desempenho funcional;  Disponibilidade, confiabilidade;  Durabilidade;  Conformidade;  Mantenabilidade;  Facilidade/conveniência de uso;  Instalação e orientação de uso;  Interface com o usuário  Meio ambiente;  Atendimento pós-venda, assistência;  Estética;  Qualidade percebida, imagem da marca  Custo do ciclo de vida do produto
  • 49.
    Abordagens Práticas Associadasao Conceito da Qualidade  Abordagem Centrada no Processo  Abordagem Centrada no Produto  Abordagem Centrada no Valor  Abordagem Centrada no Usuário
  • 50.
    Ampliação da Gestãoda Qualidade Qualidade de projeto do processo Qualidade de fabricação Projeto do Produto & Processo Produção Qualidade de fabricação Pós-Venda Planejamento e Concepção de produto SATISFAÇÃO DOS CLIENTES
  • 51.
  • 52.
    Conceito de Produtividade ÉProduzir cada vez mais e melhor com cada vez menos
  • 53.
  • 54.
    Conceito de Sobrevivência Aprodutividade cresce com a qualidade dos produtos, imprimindo maior competitividade à empresa e garantindo a sua sobrevivência no mercado.
  • 55.
    Questões • Como aIS0 9000 trata o conceito de qualidade? • O que é a trilogia de Juran? • Cite três princípios do Deming e explique-os! • O que são fatores de satisfação, cite três deles! • Conceitue produtividade. • O que é competitividade? • Diga com suas palavras o que é sobrevivência no mercado?
  • 56.
  • 57.
    Fundamentos de Excelência- PNQ 2008  Pensamento sistêmico: entendimento das relações de interdependência entre os diversos componentes de uma organização, bem como entre a organização e o ambiente externo.  Aprendizado organizacional: busca e alcance de um novo patamar de conhecimento para a organização por meio da percepção, reflexão, avaliação e compartilhamento de experiências.  Cultura da inovação: promoção de um ambiente favorável à criatividade, experimentação e implementação de novas idéias que possam gerar um diferencial competitivo para a organização. Fundamentos de Gestão
  • 58.
    Fundamentos de Excelência- PNQ 2008  Liderança e constância de propósitos: atuação de forma aberta, democrática, inspiradora e motivadora das pessoas, visando ao desenvolvimento da cultura da excelência, à promoção de relações de qualidade e à proteção dos interesses das partes interessadas.  Orientação por processos e informações: compreensão e segmentação do conjunto das atividades e processos da organização que agreguem valor para as partes interessadas, sendo que a tomada de decisões e execução de ações deve ter como base a medição e análise do desempenho, levando-se em consideração as informações disponíveis, além de incluir os riscos identificados. Fundamentos de Gestão
  • 59.
    Fundamentos de Excelência- PNQ 2008  Visão de futuro: compreensão dos fatores que afetam a organização, seu ecossistema e o ambiente externo no curto e no longo prazo, visando a sua perenização.  Geração de valor: alcance de resultados consistentes, assegurando a perenidade da organização pelo aumento de valor tangível e intangível de forma sustentada para todas as partes interessadas.  Valorização das pessoas: estabelecimento de relações com as pessoas, criando condições para que elas se realizem profissionalmente e humanamente, maximizando seu desempenho por meio do comprometimento, desenvolvimento de competências e espaço para empreender. Fundamentos de Gestão
  • 60.
    Fundamentos de Excelência- PNQ 2008  Conhecimento sobre o cliente e o mercado: conhecimento e entendimento do cliente e do mercado, visando à criação de valor de forma sustentada para o cliente e, conseqüentemente, gerando maior competitividade nos mercados.  Desenvolvimento de parcerias: desenvolvimento de atividades em conjunto com outras organizações, a partir da plena utilização das competências essenciais de cada uma, objetivando benefícios para ambas as partes. Fundamentos de Gestão
  • 61.
    Fundamentos de Excelência- PNQ 2008  Responsabilidade social: atuação que se define pela relação ética e transparente da organização com todos os públicos com os quais ela se relaciona, estando voltada para o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para gerações futuras; respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais como parte integrante da estratégia da organização. Fundamentos de Gestão
  • 62.
    Exercício 1 Fundamentos deExcelência Documento do Microsoft Word
  • 63.
  • 64.
     É ocontrole exercido por todas as pessoas para a satisfação de todas as pessoas.  É a busca da satisfação de todas as “pessoas” que se relacionam com a organização “stakeholders” (partes interessadas) de forma simultânea. Gestão da Qualidade Total
  • 65.
     É osistema de atividades dirigidas para se atingir clientes satisfeitos, empregados com responsabilidade e autoridade, maior faturamento e menor custo” (Juran)  É uma estratégia de fazer negócios que objetiva maximizar a competitividade de uma empresa através da melhoria contínua da qualidade dos seus produtos, serviços, pessoas, processos e ambiente (Goetsch) Gestão da Qualidade Total
  • 66.
     Foco nocliente  Qualidade em primeiro lugar  Melhoria contínua de produtos e processos  Envolvimento, comprometimento e desenvolvimento de recursos humanos Princípios Fundamentais da Gestão da Qualidade Total
  • 67.
    Elementos da Gestãoda Qualidade Total Foco no Cliente Melhoria contínua Comprometimento & Envolvimento Educação & Treinamento Foco em processos Abordagem científica Valores Métodos QFD DOE/Taguchi Seis SigmaBenchmarking FMEA PDCA SGQ ISO CEP Ferramentas Gráficos de Controle Pareto Causa e Efeito Matriz de Relações Diagrama de Afinidades Histograma Diagrama Árvore
  • 68.
    Gestão da QualidadeTotal CLIENTES ACIONISTAS EMPREGADOS Preço Qualidade do produtos Qualidade dos serviços Preço Qualidade do produtos Qualidade dos serviços Valor agregadoValor agregado Satisfação do empregado Valorização profissional Vantagens e benefícios Satisfação do empregado Valorização profissional Vantagens e benefícios Ações comunitárias Defesa do meio ambiente Ações comunitárias Defesa do meio ambiente VIZINHOS
  • 69.
    Dimensões da QualidadeTotal Satisfazendo a Necessidade das Pessoas Dimensões Qualidade Custo Entrega Moral Segurança Produto Serviço Custo Preço Prazo Certo Local Certo Empregados Usuário Quantidade Certa Empregados Cliente Comunidade Cliente Acionista Empregado Comunidade Cliente Empregado Cliente Empregado Comunidade
  • 70.
    Modelo de Excelênciada Gestão ®
  • 71.
    O Prêmio Nacionalda Qualidade (PNQ) é um reconhecimento à excelência na gestão das organizações sediadas no Brasil. O Prêmio busca promover: Amplo entendimento dos requisitos para alcançar a excelência do desempenho e, portanto, a melhoria da competitividade; e Ampla troca de informações sobre métodos e sistemas de gestão que alcançaram sucesso e sobre os benefícios decorrentes da utilização dessas estratégias. Critérios de Excelência do Prêmio Nacional da Qualidade
  • 72.
    O Modelo deExcelência da Gestão (MEG) é concebido tendo como base os Fundamentos da Excelência, sendo constituído por oito critérios: 1 Liderança 2 Estratégias e Planos 3 Clientes 4 Sociedade 5 Informações e Conhecimento 6 Pessoas 7 Processos 8 Resultados Critérios de Excelência do Prêmio Nacional da Qualidade
  • 73.
  • 74.
  • 75.
    Critérios, Itens ePontuação Máxima 1. Liderança .........................................................................................................110 1.1 Governança corporativa ...................................................................................40 1.2 Exercício da liderança .......................................................................................40 1.3 Análise do desempenho da organização ..........................................................30 2. Estratégias e planos .........................................................................................60 2.1 Formulação das estratégias ..............................................................................30 2.2 Implementação das estratégias ........................................................................30 3. Clientes ..............................................................................................................60 3.1 Imagem e conhecimento de mercado ...............................................................30 3.2 Relacionamento com clientes ...........................................................................30
  • 76.
    Critérios, Itens ePontuação Máxima 4. Sociedade ...........................................................................................................60 4.1 Responsabilidade socioambiental .....................................................................30 4.2 Desenvolvimento social .....................................................................................30 5. Informações e conhecimento ...........................................................................60 5.1 Informações da organização ..............................................................................20 5.2 Informações comparativas .................................................................................20 5.3 Ativos intangíveis ...............................................................................................20 6. Pessoas ..............................................................................................................90 6.1 Sistemas de trabalho .........................................................................................30 6.2 Capacitação e desenvolvimento ........................................................................30 6.3 Qualidade de vida ..............................................................................................30
  • 77.
    Critérios, Itens ePontuação Máxima 7. Processos ........................................................................................................110 7.1 Processos principais do negócio e processos de apoio ...................................50 7.2 Processos de relacionamento com os fornecedores ........................................30 7.3 Processos econômico-financeiros ....................................................................30 8. Resultados .......................................................................................................450 8.1 Resultados econômico-financeiros ..................................................................100 8.2 Resultados relativos aos clientes e ao mercado ..............................................100 8.3 Resultados relativos à sociedade ......................................................................60 8.4 Resultados relativos às pessoas .......................................................................60 8.5 Resultados dos processos principais do negócio e dos processos de apoio ..100 8.6 Resultados relativos aos fornecedores ..............................................................30 Total de pontos possíveis ................................................................................1.000
  • 78.
    Critério - Liderança Estecritério examina a governança da organização, incluindo aspectos relativos: à transparência, eqüidade, prestação de contas e responsabilidade Corporativa. Também examina como é exercida a liderança, incluindo temas como o estabelecimento dos padrões de trabalho, aprendizado e mudança cultural. O critério aborda a análise do desempenho da organização enfatizando a comparação com o de outras organizações, o atendimento aos requisitos das partes interessadas e a avaliação do êxito das estratégias.
  • 79.
    Critério – Estratégiase Planos Este critério examina o processo de formulação das estratégias, enfatizando a análise do setor de atuação, do macroambiente e do modelo de negócio da organização. Também examina o processo de implementação das estratégias, incluindo a definição de indicadores, o desdobramento das metas e dos planos para as diversas áreas da organização e o acompanhamento dos ambientes internos e externos.
  • 80.
    Critério – Clientes Estecritério examina a gestão do conhecimento de mercado da organização, destacando a identificação, análise e compreensão das necessidades e expectativas dos clientes e dos mercados. também examina a gestão da imagem, incluindo a divulgação das marcas e dos produtos, e como a organização se relaciona com os clientes, incluindo a avaliação da satisfação, da fidelidade e da insatisfação dos clientes.
  • 81.
    Critério – Sociedade Estecritério examina como a organização cumpre a sua responsabilidade socioambiental, destacando ações voltadas para o desenvolvimento sustentável. Também, examina como a organização promove o desenvolvimento social, incluindo a realização ou apoio a projetos sociais ou voltados para o desenvolvimento nacional, regional, local ou setorial.
  • 82.
    Critério – Informaçõese Conhecimento Este critério examina a gestão das informações, incluindo a obtenção de informações comparativas pertinentes. Também, examina como a organização identifica, desenvolve, mantém e protege os seus ativos intangíveis.
  • 83.
    Critério – Pessoas Estecritério examina os sistemas de trabalho da organização, incluindo a organização do trabalho, a estrutura de cargos os processos relativos à seleção e contratação de pessoas, assim como a gestão do desempenho de pessoas e equipes. Também, examina os processos relativos à capacitação e desenvolvimento das pessoas e como a organização promove a qualidade de vida das pessoas interna e externamente ao ambiente de trabalho.
  • 84.
    Critério – Processos Estecritério examina como a organização gerencia, analisa e melhora os processos principais do negócio e os processos de apoio. também examina como a organização gerencia o processo de relacionamento com os fornecedores, destacando o desenvolvimento da sua cadeia de suprimento. o critério aborda como a organização gerencia seus processos econômico- financeiros, visando à sustentabilidade econômica do negócio.
  • 85.
    Critério – Resultados Estecritério examina os resultados da organização, abrangendo os econômico-financeiros e os relativos aos clientes e mercados, sociedade, pessoas, processos principais do negócio e de apoio, assim como os relativos ao relacionamento com fornecedores. a avaliação dos resultados inclui a análise da tendência e do nível atual de desempenho, pela verificação do atendimento dos requisitos das partes interessadas e pela comparação com o desempenho de outras organizações.
  • 86.
  • 87.
    UNIDADE II MÉTODO PARAPLANEJAMENTO, CONTROLE E MELHORIA DA QUALIDADE
  • 88.
  • 89.
    Uso do PDCA OPDCA é utilizado no ambiente organizacional, predominantemente, para manter e melhorar resultados por meio da identificação, observação e análise de problemas, bem como para o alcance das metas. Auxilia os gestores e todos os empregados na tomada de decisão adequada.
  • 90.
    Por que estudarPDCA Para .... • Reduzir ineficiências • Não conformidades, • Falhas, • Erros, • Desperdícios, • Retrabalhos • Reduzir custos • Melhorar a qualidade • Melhorar a produtividade • Melhorar a eficiência • Aumento da satisfação dos clientes
  • 91.
  • 92.
    Definição de Problema PROCESSO RESULTADOS Problemaé o resultado indesejável de um processo
  • 93.
    Definição de Problema SEUPROCESSO RESULTADOS 06 07 J F M A M J J A S O N D 2008 PROBLEMA PARA 2008 PROBLEMA TOTAL META (556) PerdasOperacionaisPíerI (min/mês) 1112 1150
  • 94.
    Definição de Meta Éum objetivo a ser alcançado. Determinando-se um valor e um prazo para se chegar a esse objetivo Componentes de uma meta: • Objetivo gerencial • Valor • Prazo • Exemplos: • Aumentar a taxa comercial de embarque do píer I em 10% até dezembro de 2008. • Reduzir o número de reclamações dos clientes do restaurante X-Sabor em 30% até 31/12/2008.
  • 95.
    Definição de Método Método:Palavra de origem grega Método = Meta + Hodos (Caminho) Situação atual Meta É o caminho que leva a uma meta Método MELHOR
  • 96.
    Método PDCA O PDCAé um método de gestão A DC P MÉTODO MÉTODO Situação atual Meta
  • 97.
    P – Plan(Planejar) D – Do (Executar)C – Check (Verificar) A – Act (Agir corretivamente ou Padronizar) A DC P Método PDCA
  • 98.
    PDCA para Gerenciamentode Processos PP DD AA CC PlanPlan DoDo ActionAction CheckCheck Defina as metas Determine os métodos para alcançar as metas Eduque e treine Execute o trabalho Verifique os efeitos do trabalho executado Atue no processo em função dos resultados
  • 99.
    PDCA para Soluçãode Problemas PP DD AA CC PlanPlan DoDo ActionAction CheckCheck Executar as ações propostas Verificar os efeitos do trabalho executado Padronizar Identificaroproblema Observaro problem a Analisar o problema Elaborar o plano de ação Concluir
  • 100.
    Resolvendo problema semo PDCA ProblemaProblema Causa Fundamental Causa Fundamental Causa Fundamental Causa Fundamental Mesmas causas fundamentais atuam novamente Mesmas causas fundamentais atuam novamente Problema Reincidente Problema Reincidente Ação de correção somente para remoção do sintoma Causas fundamentais do Problema não são investigadas Não são tomadas ações para bloquear as causas fundamentais do problema
  • 101.
    Sistema típico paratratamento de NC* Detecção e Relato da NC Ação de correção para remover o sintoma Registro da NC Planejamento das Contramedidas Execução das Contramedidas Acompanhamento da Execução das Contramedidas Executar Projetos através do PDCA Definir Projetos com Metas Identificar NCs Crônicas e Prioritárias Início Análise da NC pelo “Princípio dos 3 Gen” e Método dos Por quês Análise Periódica dos Registros de NC Fim Nota: O “Princípio dos 3 Gen”, significa ir ao local da ocorrência (Genba), observar o equipamento (Genbutsu) e o fenômeno (Gensho). * Não conformidades, Falhas, Problemas, Anomalias, Defeitos e Desvios
  • 102.
  • 103.
    Gerenciando para Manter– Meta Padrão A S C D 1 2 3 4 5 EFETIVO ? NÃO SIM META PADRÃO: Qualidade Padrão, Custo Padrão, etc. PADRÃO: Estabelecido para atingir as metas padrão EXECUÇÃO: Cumprir o PADRÃO VERIFICAÇÃO: Confirmação da efetividade do PADRÃO AÇÃO CORRETIVA: Remoção do Sintoma Ação na causa (ANÁLISE) RELATO (Verbal ou Escrito)RELATO (Verbal ou Escrito) • Treinamento OJT • Supervisão • Diagnóstico PDCA - Operacional
  • 104.
    Gerenciando para Melhorar– Meta de Melhoria PDCA - Tático EXECUÇÃO: Atuação de acordo com o "Plano de Ação" A P C D 1 2 3 4 5 EFETIVO ? PROBLEMA: Identificação do Problema OBSERVAÇÃO: Reconhecimento das características do problema ANÁLISE: Descoberta das causas principais 7 6 8 PLANO DE AÇÃO: Contramedidas ás causas principais VERIFICAÇÃO: Confirmação da efetividade da ação PADRONIZAÇÃO: Eliminação definitiva das causas CONCLUSÃO: Revisão das atividades e planejamento para trabalho futuro NÃO SIM 00 01 2002 J D META MELHOR NÚMERO DE RECLAMAÇÕES R3G
  • 105.
    PDCA Aplicado paraManter e Melhorar DIRETRIZES ANUAIS DA ALTA ADMINISTRAÇÃO PROBLEMAS CRÔNICOS PRIORITÁRIOS REVISÃO PERIÓDICA DOS PROBLEMAS CRÔNICOS METAS ANUAIS S D A C AÇÃO CORRETIVA PADRONIZAÇÃO P D A C MELHORIA MANTÉM PRODUTOSPDCA Estratégico
  • 106.
    PDCA Aplicado parao Planejamento de Novos Produtos Estabelecer a padronização final Projetar o produto e o processo Estabelecer os padrões-proposta Estabelecer o conceito do produto Identificar as necessidades dos clientes Verificar a satisfação do cliente Reflexão sobre o processo de desenvolvimento 7 8 3 2 1 4 6 Fabricar e testar o lote-piloto 5 Ciclo Etapas do Planejamento
  • 107.
  • 108.
    PDCA: Metodologia paraSolução de Problemas
  • 109.
  • 110.
    Identificação do Problema •Mostrar que o problema identificado é mais importante do que qualquer outro problema; • Apresentar o histórico do problema e como foi sua trajetória até o presente momento; • Expressar, em termos concretos, apenas os resultados indesejáveis do desempenho deficiente. Demonstrar a perda do desempenho na atual situação, e quanto o desempenho deveria ser melhorado; • Fixar um tema e uma meta e, se necessário sub-temas; • Designar uma pessoa para encarregar-se oficialmente da tarefa; se for necessário uma equipe, designar os membros e o líder; • Apresentar um orçamento estimado para a melhoria.
  • 111.
  • 112.
    Observação do Problema •Investigar o aspectos tempo, local, tipo e efeito, no mínimo, para caracterizar o problema; •Investigar a partir de diferentes pontos de vista para avaliar variações nos resultados; •Ir ao próprio local do problema e coletar informações necessárias que possam ser registradas em forma de dados. •Elaborar um cronograma para a melhoria.
  • 113.
  • 114.
    Análise do Problema •Estabelecer hipóteses selecionando os principais candidatos a causas. • Desenhar um diagrama de causa-e-efeito de modo a coletar todo o conhecimento a respeito das possíveis causas; • Utilizar as informações obtidas na etapa de observação e descartar qualquer elemento que não seja claramente relevante; revisar o diagrama de causa-e-efeito utilizando os elementos remanescentes; • Assinalar os elementos que parecem ter uma alta possibilidade de serem causas principais.
  • 115.
    Análise do Problema •Testar as hipóteses. • A partir dos elementos que têm uma alta possibilidade de serem causas, definir planos para apurar o efeito que esses elementos têm sobre o problema pela obtenção de novos dados ou realização de experimentos; • Integrar todas as informações investigadas e decidir quais são as possíveis causas principais; • Se possível, reproduzir intencionalmente o problema.
  • 116.
  • 117.
    Plano de Ação •Deve ser feita uma estrita distinção entre ações tomadas para atenuar o efeito (medida atenuante imediata) e ações tomadas para eliminar as causas (prevenção da repetição); • Certificar-se de que as ações não produzem outros problemas (efeitos colaterais); • Caso ocorreram efeitos colaterais, adotar ações ou medidas atenuantes para os mesmos; • Planejar um conjunto de diferentes propostas para ação, examinar as vantagens e desvantagens de cada uma e selecionar as mais efetivas.
  • 118.
    Plano de Ação Prevenindoe TratandoPrevenindo e Tratando ContingênciasContingências Utilizando o Diagrama do Processo Decisório Prevenindo e TratandoPrevenindo e Tratando ContingênciasContingências Utilizando o Diagrama do Processo Decisório Quando o problema e suas causas já forem conhecidos, resta determinar as ações, medidas, ou estratégias que garantam o alcance dos objetivos desejados. Na elaboração do plano devem ser consideradas as precedências entre as ações e as possíveis contingências. Quando o problema e suas causas já forem conhecidos, resta determinar as ações, medidas, ou estratégias que garantam o alcance dos objetivos desejados. Na elaboração do plano devem ser consideradas as precedências entre as ações e as possíveis contingências. Definindo e Mapeando EstratégiasDefinindo e Mapeando Estratégias Utilizando o Diagrama de Árvore Definindo e Mapeando EstratégiasDefinindo e Mapeando Estratégias Utilizando o Diagrama de Árvore Visualizando a Seqüência do PlanoVisualizando a Seqüência do Plano Utilizando o Diagrama de Setas Visualizando a Seqüência do PlanoVisualizando a Seqüência do Plano Utilizando o Diagrama de Setas
  • 119.
  • 120.
    Execução • Durante afase de execução deve-se avaliar periodicamente o resultado dos indicadores atribuídos ao problema em estudo e o status das ações previstas no plano de ação. • Se as metas estabelecidas não estão sendo atingidas, deve ser elaborado um plano complementar resultado de um novo giro do PDCA, que é chamado de Relatório das Três Gerações, porque mostra o passado, o presente e o futuro. • As novas ações propostas devem ser inseridas e acompanhadas no próprio plano de ação.
  • 121.
  • 122.
    Verificação • Compare osdados do problema (resultado indesejáveis relativos ao tema), obtidos antes e depois da execução das ações, em um mesmo formato (tabelas, gráficos, diagramas). • Converta os efeitos em valores monetários, e compare o resultado com o valor alvo. • Se houver quaisquer outros efeitos, bons ou maus, enumere-os.
  • 123.
  • 124.
    Padronização • Os 5W1Hpara a melhoria do trabalho devem ser claramente identificados e usados como padrão. • As preparações e comunicações necessárias com relação aos padrões devem ser corretamente executadas. • A educação e o treinamento devem ser ministrados. • Um sistema de definição de responsabilidade deve ser estabelecido para verificar se os padrões estão sendo cumpridos.
  • 125.
  • 126.
    Conclusão • Adicione osproblemas remanescentes. • Planeje o que deve ser feito para resolver esses problemas. • Reflita sobre as coisas que transcorreram bem e mal durante a melhoria das atividades.
  • 127.
    UNIDADE III PROGRAMAS DEQUALIDADE E PRODUTIVIDADE
  • 128.
  • 129.
    Gestão  É aArte de Tomar Decisões ... Dados Decisão Ação ComunicaçãoComunicação ConhecimentoConhecimento InformaçãoInformação CompetênciaCompetência RecursosRecursos
  • 130.
    Sistema de Gestão- Conceito Conjunto de elementos inter-relacionados ou interativos para estabelecer política e objetivos e para atingir estes objetivos.
  • 131.
    SistemadeGestão FORMULAÇÃO ESTRATÉGICAFORMULAÇÃO ESTRATÉGICA Políticas Ações Objetivos Gerenciamentopelas Diretrizes Gerenciamento de Projetos Metas anuais Gerenciamento das Melhorias Gerenciamento das Inovações SIX SIGMA Gerenciamento da Rotina do Dia-a-Dia RESULTADOS Sistema de Padronização Orçamento 5anos1ano1dia OperaçãoMelhoriadaOperação
  • 132.
  • 133.
    Surgiu no Japão,o 5S foi iniciado como atividade para a eliminação de desperdícios dos locais de trabalho. Esses desperdícios significam qualquer trabalho desenvolvido que não pode ser cobrado dos clientes, ou seja, todo serviço que não agrega qualquer valor. Por exemplo, aquele tempo enorme gasto para procurar um determinado documento ou material, não adiciona nenhum valor e não produz também nenhum lucro. O transporte ou manuseio de materiais, para lá e para cá, dentro de uma fábrica não acrescenta praticamente valor algum. E tem mais, os materiais e produtos não-conformes estocados, sem serventia, causam até prejuízo, além de não agregarem qualquer valor. Programa 5S
  • 134.
    Programa 5S É aderivação das palavras de origem japonesa adaptadas para o português que busca a mudança no comportamento e nos hábitos das pessoas. ESTAS PALAVRAS SÃO: JAPONÊS PORTUGUÊS • SEIRI SENSO DE UTILIZAÇÃO • SHITSUKE SENSO DE AUTODISCIPLINA • SEITON SENSO DE ORDENAÇÃO • SEISO SENSO DE LIMPEZA • SEIKETSU SENSO DE SAÚDE
  • 135.
    Programa 5S -Definição É uma filosofia de trabalho que promove a disciplina por meio de consciência e responsabilidade de todos com o objetivo de tornar o ambiente de trabalho agradável, produtivo e seguro.
  • 136.
    Programa 5S –Resultados Esperados Métodos de Trabalho Mais fáceis Mais seguros Mais simples Mais rápidos Mais limpos Melhores Mais baratos Beneficiados Empregados Cliente (Produto)
  • 137.
    Programa 5S –Objetivos • Melhoria do ambiente de trabalho • Melhoria da qualidade de vida • Melhoria da qualidade • Prevenção de acidentes • Aumento da produtividade • Redução de custos • Mudança comportamental voltada para a criação de um ambiente de motivação • Redução do absenteísmo • Conservação de energia • Prevenção quanto à parada por quebras • Aprimoramento do ambiente de trabalho • Melhoria do moral dos empregados • Combate efetivo aos desperdícios • Otimização dos recursos
  • 138.
    O que éo Senso de Utilização Seiri ? É identificar os itens e materiais necessários e desnecessários de cada ambiente de trabalho, isto é, manter no local apenas o aquilo que é necessário e adequado às atividade e ao ambiente de trabalho. Saber utilizar é, antes de mais nada, saber arrumar, separando o que é útil do que não é útil. Este Senso é o ponto inicial do Programa 5S; ter o senso, a percepção de saber que o que é essencial deve estar presente no ambiente de trabalho. Notas:
  • 139.
    • É determinaro local para se encontrar com facilidade algum documento, material, objeto ou equipamento. O que é o Senso de Ordenação - Seiton? • É deixar os materiais a serem utilizados sempre disponíveis, sem precisar procurá-los. • Arrumar e ordenar aquilo que permaneceu no ambiente de trabalho por ser considerado necessário..
  • 140.
    Exercício 3 -Dinâmica dos NúmerosExercício 3 - Dinâmica dos Números OBJETIVO: Demonstrar a importância do Senso de Ordenação. MÉTODO 1: No quadro1 a seguir, encontre os números de 1 a 54, identificando visualmente cada um deles. Marque o tempo gasto para executar essa tarefa. MÉTODO 2: Com a nova configuração (quadro 2), tente novamente encontrar os mesmos números de 1 a 54, ainda marcando o tempo gasto para executar essa tarefa. O que você observou?
  • 141.
    1 10 19 28 37 46 2038 2 29 47 11 30 21 12 39 40 4 31 49 22 41 325 23 14 50 51 42 6 24 15 33 34 743 5216 53 44 17 35 268 36 27 54 4518 9 3 13 48 25 Quadro 1Quadro 1
  • 142.
    1 10 19 28 37 46 2038 2 29 47 11 30 21 12 39 40 4 31 4 9 22 41 325 23 14 50 51 426 24 15 33 34 743 5216 53 44 17 35 268 36 27 54 4518 9 3 13 48 25 Quadro 2Quadro 2
  • 143.
    O que éo Senso de Limpeza - Seiso? • É deixar tudo limpo, com o cuidado de não estar varrendo só por varrer, espanando só por espanar. Nota:  Limpar também, é não forçar (um equipamento ou uma máquina fora de suas especificações), não desperdiçar (não colocar matéria-prima além do necessário), não variar (controlar com rigor os itens de controle, por exemplo visando a qualidade do produto). • É conservar sempre limpo a ambiente de trabalho e as máquinas e equipamentos em perfeito funcionamento.
  • 144.
    O que éo Senso de Saúde - Seiketsu? Nota:  É ter saúde física e mental.  É necessário a existência de um clima bom de trabalho, com conforto, segurança e relações saudáveis em todas as áreas da empresa para que o 5S possa ser plenamente desenvolvido.  É Desenvolver a preocupação constante com a “higiene em sentido amplo”, tornando o local de trabalho saudável e adequado às tarefas desenvolvidas.
  • 145.
     É teros empregados habituados a cumprirem os procedimentos, ética e padrões estabelecidos pela empresa. Nota:  É adquirir bons hábitos. Para se obter a autodisciplina é preciso antes de mais nada, poder praticar naturalmente os primeiros 4S. O que é o Senso de Autodisciplina -Shitsuke?  Melhorar constantemente. Desenvolver a força de vontade,a criatividade e o senso crítico. Respeitar e cumprir o estabelecido.
  • 146.
    Vídeo 1Vídeo 1 “CaçaFantasma do Desperdício” Objetivo: Perceber os objetivos dos 5S Atividades: 1. Assistir ao vídeo 2. Observar a apresentação das diversas situações 3. Registrar as principais características de cada uma das situações 4. Quais são as principais mensagens do vídeo? 5. Elas podem se aplicar no nosso dia-a-dia?
  • 147.
  • 148.
    É uma seqüênciade ações (atividades, funções ou tarefas) que visam a realização de um trabalho que agregue valoragregue valor a um produto ou serviço Processo - Conceito
  • 149.
    • O conceitoIntuitivo: TransformaçãoTransformação • Componentes: • Componentes: o que será transformado (entrada) • A transformação (processo) • Resultado da transformação (saída ou produto/serviço) Processo Entrada Saída (Valor de saída) - (Valor de entrada) = Valor agregado no processo(Valor de saída) - (Valor de entrada) = Valor agregado no processo Processo - Conceito
  • 150.
    GESTÃO ATIVIDADES RECURSOS = SATISFAÇÃO DECLIENTES SAÍDA Controles (p.ex. procedimento) ENTRADA Processo - Conceito Processo - Conceito
  • 151.
    Processo SAÍDAENTRADA • Informações • Produtos •Serviços Agregação de valor • Informações • Produtos • Serviços Agregação de Valor aos Processos
  • 152.
    Processo: Escovar osdentes Escovar os Dentes SAÍDA Dentes Higienizados ENTRADA Água Escova Creme dental Pessoa - Agente Agregação de valor Dentes protegidos contra a cárie Agregação de Valor aos Processos
  • 153.
    Processo de Estoque Processo de Preparação Processode Vendas Vendedor Cliente (Com necessidades e expectativas) Sentido de estabelecimento dos requisitos “As necessidadesnecessidades dos clientes devem ser transformadas em requisitosrequisitos dos processos” Gerenciamento de Processos
  • 154.
    “As necessidadesnecessidades dosclientes devem ser transformadas em requisitosrequisitos dos processos” Processo de Estoque Processo de Preparação Vendedor Cliente (Com necessidades e expectativas) • Revisão Técnica • Lavagem • Polimento • Abastecimento, etc. Processo de Vendas • Requisito: Entrega do Carro ao cliente (Prazo) Gerenciamento de Processos
  • 155.
    Processo de Estoque Processo de Preparação Processode Vendas Vendedor Cliente (Satisfeito) Sentido de obtenção de conformidade Com os requisitos “Produzindo Qualidade” Gerenciamento de Processos
  • 156.
    Vídeo 2 –Há Sempre Um Cliente ao Seu Lado 1. Tempo = 22 minutos 2. Foco: Gerência de Processos 3. Assistir o vídeo registrando os principais aspectos abordados 4. Debate
  • 157.
    Árvore de Processos MACRO-PROCESSOS PROCESSOPROCESSO TAREFASTAREFAS SUB-PROCESSO SUB-PROCESSO ATIVIDADES ATIVIDADES
  • 158.
    • Processos Gerenciais –São estratégicos – Dão apoio ao processo de produção e de suporte – Ex.: Administração de Pessoal e Administração do orçamento • Processos Cliente ou de Negócio ou Principal – Estão diretamente envolvidos no atendimento aos principais requisitos dos clientes externos – Ex.: Planejamento da operação e Produção e entrega de produtos e serviços Classificação de Processos
  • 159.
    • Processos deSuporte – Estão diretamente envolvidos no atendimento aos principais requisitos dos clientes internos – Ex.: Informática, Manutenção, Serviços auxiliares e Aquisição de materiais. Classificação de Processos
  • 160.
    161 PROCESSOS Agregam valor aoProduto ou Serviço • A intervenção em um hospital Não agregam valor, mas são indispensáveis •Emissão de documentos internos Não agregam valor e são dispensáveis •Excesso de estoques •Duplicata de processos Tipos de Processos
  • 161.
    PROCESSO Entradas Saídas Produtos/Serviços Equipamentos Métodos Recursos Materiais RecursosHumanos Recursos Tecnológicos Informação e Conhecimento Materiais/Informações R e q u i s i t o s R e q u i s i t o s Análise do Processo
  • 162.
  • 163.
    depto. A depto.B depto. C depto. D Processo X Processo Y obstáculos ao fluxo dos processos Empresa obstáculos da Hierarquia Visão por Processo x Visão Funcional
  • 164.
  • 165.
    Rede de Processos “A rede de processos de clientes internos deve funcionar harmoniosamente, tendo como objetivo essencial a satisfação do cliente do próximo processo”próximo processo”. Cliente ExternoC F C F C F C F C F C F C F Cadeia de clientes (C) e Fornecedores (F) internos Os Processos na Empresa
  • 166.
  • 167.
    Gerenciamento Pelas Diretrizes- GPD HO = Método, forma SHIN = Bússola, Direção KANRI = Gerenciamento, Controle HOSHIN KANRI = Gerenciamento pelas DiretrizesHOSHIN KANRI = Gerenciamento pelas Diretrizes Significado e definiçãoSignificado e definição HOSHIN = Metodologia para estabelecimento do rumo estratégico
  • 168.
     Sistema deGerenciamento no qual a Alta Administração determina diretrizes e lidera sua implantação, promovendo desdobramento de metas e medidas a serem, respectivamente, atingidas e executadas por todos níveis gerenciais.  É um método projetado para captar e concretizar os objetivos estratégicos, as perspectivas futuras e também desenvolver os meios para transformá-los em realidade. Ou seja,  É um processo que fornece, através de fatos e dados, uma estrutura para mover toda a empresa na direção desejada. Gerenciamento Pelas Diretrizes - GPD
  • 169.
  • 170.
    Diretriz: Conceito  Sãotemas importantes para a gestão dos negócios, cujas metas a serem atingidas estão determinadas pela Alta Administração. Exemplos: – Aumentar a produtividade da Empresa – Aumentar o Retorno sobre o Capital Empregado (ROCE) – Aumentar o Valor Econômico Agregado (EVA) – Aumentar o EBITDA – Aumentar o CFROGI – Reduzir os índices de Acidentes
  • 171.
    Diretriz: Conceito A B EFEITO RESULTADO PRODUTO PROCESSOS -MEIOS DIRETRIZDIRETRIZ MEDIDA MÉTODO CAMINHO MEIOS META OBJETIVO VALOR PRAZO
  • 172.
    Diretriz: Conceito • UmaDiretriz consiste de uma META e das MEDIDAS prioritárias e suficientes para se atingir esta meta.
  • 173.
    Diretriz: Método deGerenciamento A B EFEITO RESULTADO PRODUTO PROCESSOS - MEIOS CONHECER A META CONHECER O PROBLEMA E SUAS CARACTERISTICAS IMPORTANTES ANALISAR O PROCESSO, CAUSAS MAIS IMPORTANTES ANALISAR O PLANO CAUSA MEDIDAS PLANOS DIRETRIZ = META + PLANO
  • 174.
  • 175.
  • 176.
    Desdobramento de umameta REDUZIR 10 % MANUTENÇÃO CORRETIVA REDUZIR 8% CONSUMO DE ENERGIA AUMENTAR 5% DA PRODUÇÃO AUMENTAR 5% DO MERCADO INTERNO REDUZIR 8% DOS ESTOQUES 1 2 4 3 Item de controle do Presidente Item de controle do Diretor 1 Item de verificação do Presidente e item de controle do Diretor 2 Processo do Diretor 1 Processo do Gerente do Diretor 3 Item de controle do Gerente B do Diretor 4 Processo do Presidente REDUZIR 12% DOS CUSTOS A B A B A B A B A B REDUZIR AS HORAS EXTRAS EM 25% A B AUMENTAR 20% DO MERCADO EXTERNO A B
  • 177.
  • 178.
    Funções das Pessoasem uma Organização Funções Gerenciais Direção Gerenciamento Supervisão Operação Operacionais
  • 179.
  • 180.
    Definição de Autoridadee Responsabilidade AUTORIDADE RESULTADOS MATÉRIAS PRIMAS SATISFAÇÃO DAS PESSOAS CLIENTES EMPREGADOS ACIONISTAS COMUNIDADE MEIO AMBIENTE MÁQUINAS MÃO DE OBRA MEDIDAS MÉTODO METAS QUALIDADE TOTAL RESPONSABILIDADE ITENS DE VERIFICAÇÃO ITENS DE CONTROLE OBJETIVO SUA ÁREA GERENCIAL (MEIOS) (FINS) FornecedoresFornecedores
  • 181.
    Definição de Autoridadee Responsabilidade • A autoridade é exercida sobre o processo, ou seja, sobre os meios colocados sobre sua orientação, para que os resultados sejam produzidos. • Todo processo é estabelecido para obter um resultado. • A responsabilidade está atrelada ao resultado. • Só é possível assumir a responsabilidade pelos resultados quando há autoridade sobre os meios necessários para atingi-los. • Não existe responsabilidade sem autoridade. (meios)(meios) ResultadosResultadosResultadosResultados (fins)(fins)
  • 182.
     É umametodologia usada para definir, analisar, manter e melhorar continuamente os resultados, objetivando atender às necessidades e expectativas do cliente em condições de excelência.  As ações e controles diários conduzidos para que cada pessoa possa assumir as responsabilidades no cumprimento das obrigações conferidas a cada indivíduo e a cada processo. Gerenciamento da Rotina Diária - GRD
  • 183.
     Melhorar oFluxo do Processo Empresarial  Maior Sinergia para Desempenho com Excelência por meio de práticas de padronização  Identificação de Indicadores Chave de Desempenho  Uso de Métodos e Ferramentas da Qualidade  Controle da Variabilidade dos Processos Gerenciamento da Rotina Diária - Objetivos
  • 184.
     Estruturar aUnidade Gerencial  Definir a sua Missão  Definir o Negócio  Estabelecer os Itens de Controle e Metas  Monitorar os Itens de Controle  Relatar Resultados Gerenciamento da Rotina Diária - Etapas
  • 185.
    Seqüência para aMelhoria do GRD 1 Faça a Descrição do seu Negócio 2 Defina os Produtos Prioritários ou Críticos 3 Faça o Fluxograma de cada processo, iniciando pelo produto prioritário ou crítico 4 Padronize as tarefas críticas 5 Defina os Itens de Controle 7 Estabeleça os valores de Benchmark 10 Gerencie. Atinja as metas. Meta padrão – gire o SDCA; Meta de melhoria – gire o PDCA 9 Padronize cada processo 8 Faça os gráficos padronizados para os itens de controle 6 Defina as Metas para cada item de controle, consultando os clientes de cada produto e as necessidades da unidade.
  • 186.
    Como Fazer aDescrição do Negócio?
  • 187.
    1 Faça umareunião com os seus colaboradores imediatos. Providencie papel ‘flip chart” e pincéis atômicos. 3 Escreva o negócio (principal benefício esperado pelos seus clientes) e a missão (razão de existir de sua unidade em seu negócio) de sua Unidade 5 Escreva na parte de baixo quantas pessoas trabalham na sua Unidade (Liste apenas aquelas que estão sob sua autoridade) 6 Na área à direita do quadrado inicial abra um diagrama de árvore e inicie a listagem dos produtos da sua Unidade 7 Para cada produto, liste os clientes. 9 Defina os fornecedores de cada produto. 10 Pronto você concluiu a Descrição do Negócio de sua Unidade 8 Agora do lado esquerdo do quadrado inicial, abra outro diagrama de árvore e liste os produtos (insumos) que você recebe dos seus fornecedores 2 No papel ‘flip chart” desenhe um quadrado na parte central e ali dentro, descreva o nome de sua Unidade (p. ex.: financeira, expedição, etc.) 4 Escreva a Visão da Empresa
  • 188.
    Diretrizes, Política, Visão MissãoMissão PRODUTOCRÍTICO INICIO FIM TAREFA CRÍTICA PADRONIZAR : PGS, PRO, PTP’S, RG REQUISITO NORMATIVO (ISO) Descrição do Negócio FORNECEDOR INSUMO NEGÓCIO PRODUTO USUÁRIO Funcionograma
  • 189.
    Negócio: é oconjunto de processos destinados a produzir determinado fim, produtos ou serviços; Meios: são os recursos utilizados para a realização do negócio (pessoas, equipamentos, software, por exemplo) Fornecedores: são aqueles que abastecem, propiciam os insumos necessários, podem ser internos e/ou externos. Insumos: são elementos que são transformados, modificados ou tratados na execução de um processo. Definições
  • 190.
    Produtos: são bensou serviços, com determinadas características (qualidade, custo, entrega, segurança e moral) que satisfazem às necessidades e desejos dos usuários. Os produtos devem ser fruto de consenso com os respectivos usuários, bem como suas especificações e a forma de medição de sua qualidade, visando atender às suas expectativas. Usuários: são todos aqueles que recebem um produto (resultado de um processo) e são afetados, direta ou indiretamente, por sua qualidade. Eles podem ser internos e/ou externos. Missão: é o compromisso e dever da unidade para com os seus clientes, é a própria razão da existência da unidade. Definições
  • 191.
    Exemplo de Levantamentode Necessidades dos Clientes
  • 192.
    Exercício 4 –Descrição do Negócio Como Elaborar a Descrição do Negócio e Levantar as Necessidades dos Clientes Objetivo: 1 - Entender como estruturar o Gerenciamento da Rotina 2 - Identificar o produto/serviço prioritário, seu cliente vital e levantar as suas necessidades nas dimensões da Qualidade Total (q,C,E) Método: 1 – Com base no conhecimento da equipe, escolher uma das áreas e elaborar a Descrição do Negócio. 2 – Relacionar os recursos envolvidos na realização do negócio 3 – Identificar os insumos e seus respectivos fornecedores 4 – Identificar os produtos, destacando os críticos 5 – Identificar os clientes de cada produto 6 – Definir a missão do área. 7 – Identificar as necessidades dos clientes de cada produto 8 – Definir item de controle referente a cada necessidade. Materiais e Recursos: 1 – Formulários de Descrição do Negócio e Levantamento das necessidades dos clientes 2 – Pincel atômico 3 – Papel flip chart 4 – Fita crepe
  • 193.
    Exercício 4 –Descrição do Negócio
  • 194.
    Exercício 4 –Descrição do Negócio
  • 195.
  • 196.
    É o meiopela qual a padronização se faz uniforme e forte na organização. É a atividade sistemática para estabelecer padrões, utilizar padrões e avaliar o seu resultado. Avaliar quanto:  Ao cumprimento do Padrão  Aos resultados decorrentes do seu uso  No sistema de gestão, o sistema de padronização é a base do gerenciamento da rotina da qual decorrem seus resultados. Sistema de Padronização
  • 197.
    Importância da Padronização - Estabelecer claramente responsabilidade e autoridade  Registrar o conhecimento tecnológico da organização  Estabilizar os processos  Constituir a base para a melhoria contínua
  • 198.
    Vantagens da Padronizaçãopara Executante  Fazer o melhor, com menor esforço  Executar a sua tarefa, sem necessidade de ordem freqüente da Gerência  Reduzir perdas de tempo e retrabalho  Saber como evitar a anomalia  Estimular a participação e o envolvimento  Maior segurança no ambiente de trabalho
  • 199.
    Vantagens da Padronizaçãopara o Supervisor  Avaliar por resultados e não por sentimentos  Eliminar a interferência freqüente no trabalho do subordinado  Supervisionar, sem necessidade de ordens  freqüentes da Gerência  Eliminar o esforço de procurar a solução do  mesmo problema repetidas vezes Ter uma ferramenta para o exercício do controle Ter tempo para melhorar os resultados junto com a equipe.
  • 200.
     padrões rígidos,limitadores da criatividade  inibir a flexibilidade das pessoas  engessar a empresa  eliminar a necessidade de treinamento O que padronização não significa: Padronização ...
  • 201.
    • Simplificação • Consensodos envolvidos • Treinamento • Análises críticas (revisões) regulares Princípios da Padronização
  • 202.
    Fase Descrição TempoTotal Planejamento Estudar o processo, coleta de dados e simplificar Execução Aplicação Elaboração da minuta e consenso Edição e aprovação Implementação e Treinamento 20 % 20 % 20 % 30 % 30 % 50 % 70 % 100 % Para avaliar a eficácia das normas implementadas e melhorá-las, existem auditorias que podem levar a revisões. Fases da Padronização
  • 203.
     Definir oobjetivo do documento  Identificar os clientes do documento, suas expectativas e necessidades  Coletar informações e dados  Selecionar o formato mais adequado para o documento  Redigir minuta do documento  Analisar criticamente Etapas Típicas da Padronização
  • 204.
     Preparar redaçãofinal  Editar  Aprovar  Arquivar e distribuir  Implementar e treinar  Revisar e cancelar Etapas Típicas da Padronização
  • 205.
    A sistemática estabelecidapara a padronização é:  Definir o Macro-Fluxograma  Identificar os Processos Críticos  Definir as Tarefas Críticas  Padronizar as Tarefas Críticas  Treinar nas Tarefas Críticas  Delegar ou Auditar Sistema de Padronização
  • 206.
    Como Elaborar oFluxograma do Processo?
  • 207.
    • O fluxogramaé o início da padronização. • Deve ser feito um fluxograma para cada produto, explicitando os processos. • Deve-se começar pelos produtos prioritários. • O fluxograma deve refletir a situação real, e não aquela que o gerente imagina ou acredita ser a ideal. Deve-se ir ao local real, conversar com as pessoas e verificar a situação real. • Quando o fluxograma estiver pronto deve ser criticado avaliando: o processo é necessário? cada etapa do processo é necessária? é possível simplificar? é possível adotar novas tecnologias no todo ou em parte? o que é possível centralizar ou descentralizar?
  • 208.
    Vídeo 3 –Fluxograma 1. Tempo = 12 minutos 2. Foco: Mapeamento de Processos 3. Assistir o vídeo, registrando os principais passos para elaboração de um fluxograma e as armadilhas a serem evitadas 4. Debate
  • 209.
    Como Definir ePadronizar a Tarefa Crítica?
  • 210.
     Uma vezconcluído o fluxograma, o passo seguinte é determinar as tarefas prioritárias.  Tarefas prioritárias são aquelas que:  se houver um pequeno erro afetam fortemente a qualidade do produto;  já ocorreram acidentes no passado;  ocorrem problemas na visão do gerente, supervisores e operadores.  O passo seguinte é padronizar as tarefas prioritárias. Definindo as Tarefas Críticas
  • 211.
    Exercício 5 –Macrofluxo – Fluxograma e Tarefa Crítica Como Elaborar Macro-fluxo, Fluxograma e Definir Tarefas Críticas • Objetivo: 1 – A partir da escolha de um dos produtos da descrição do negócio elaborada no exercício anterior, construir o macro-fluxograma e o fluxograma de um dos produtos críticos. Método: 1 – Com base na descrição do negócio, escolher um produto crítico 2 – Descrever os macro-processos necessários para execução desse produto crítico 3 – Descrever as atividades necessárias para execução de cada um dos processos descritos 4 – Identificar as atividades críticas 5 – Repetir as duas atividades anteriores para todos os processos. Materiais e Recursos: 1 – Formulário de macro-fluxo 2 – Pincel atômico 3 – Papel flip chart 4 – Fita crepe
  • 212.
    Exercício 5 –Macrofluxo – Fluxograma e Tarefa Crítica
  • 213.
    Elaborando Padrões Paraas Tarefas Críticas • Para padronizar as tarefas prioritárias é preciso avaliar como o trabalho é conduzido pelos operadores, verificando todos os locais e turmas onde a tarefa é executada. • O passo seguinte é definir junto com a equipe a seqüência correta para o trabalho. • Essa seqüência deve ser então colocada no padrão com as demais informações necessárias. • Uma vez padronizada a tarefa, é preciso assegurar-se de que todos os operadores em todos os locais e turmas conduzam o trabalho da mesma forma.
  • 214.
    Exercício 6 –Elaboração de PRO Como Elaborar um Procedimento Operacional (PRO) • Objetivo: 1 – Demonstrar a simplicidade, facilidade de elaboração e a importância do procedimento operacional para melhoria dos resultados do processo (tarefa crítica). Método: Cada grupo, com base no exercício 2, deverá escolher uma tarefa crítica e elaborar um Procedimento Operacional ( P.R.O.), que contenha os elementos mínimos. Lembrar que o importante não é a forma, mas o conteúdo. Na elaboração do P.R.O. considerar alguns tópicos como : - nome da tarefa - objetivo ou resultado esperado - materiais necessários para execução da tarefa - atividades críticas - cuidados especiais - ações em caso de desvios Materiais e Recursos: 1 – Formulário de PRO 2 – Pincel atômico
  • 215.
    Como Monitorar osResultados?
  • 216.
     Itens decontrole de entrega avaliam o atendimento do cliente em termos de entrega do produto no prazo certo, no local certo e na quantidade certa. Exemplos: índice de cumprimento da programação, índice de entregas realizadas fora do prazo, índice de entregas com quantidade errada.  Itens de controle referentes a segurança dos clientes no uso dos produtos avaliam o atendimento a requisitos de responsabilidade civil pelo produto e devem antecipar a ocorrência de acidentes.  No tocante a equipe, devem ser estabelecidos itens de segurança e moral. Exemplos: segurança – número de acidentes, taxa de acidentes, taxa de gravidade; moral – índice de turn-over, índice de absenteísmo, índice de causas trabalhistas (itens defensivos); número de sugestões, percentual do efetivo que participa de grupos de CCQ (itens pró-ativos). Monitoramento dos Resultados
  • 217.
     Definidos ositens de controle, deve-se fazer uma avaliação para conhecimento da situação atual de cada um deles e definição das metas que precisam ser atingidas para manter o resultado do negócio  Devem ser também definidos os itens de controle prioritários.  As metas recebidas do gerenciamento pelas diretrizes geram itens de controle prioritários.  Os itens de controle oriundos do gerenciamento da rotina e do gerenciamento pelas diretrizes devem ser dispostos em uma tabela para acompanhamento e avaliação periódico. Monitoramento dos Resultados
  • 218.
     Os itensde controle são muito importante porque são estabelecidos sobre os resultados, ou seja, sobre as responsabilidades.  É importante, também, conhecer os resultados do processo, onde reside a autoridade. Isso é feito com a definição dos itens de verificação, que medem o desempenho dos componentes do processo.  Os itens de verificação devem representar os principais fatores que afetam os itens de controle prioritários.  Os itens de verificação do gerente representam, normalmente, os itens de verificação dos supervisores ou subordinados diretos.  Os itens de verificação devem ser monitorados da mesma forma dos itens de controle. Monitoramento dos Resultados
  • 219.
    DETERMINAÇÃO DE ITENSDE CONTROLE E DE VERIFICAÇÃO ITEM DE CONTROLE ITEM VERIFICAÇÃO ITEM VERIFICAÇÃO ITEM VERIFICAÇÃO ITEM VERIFICAÇÃO ITEM VERIFICAÇÃO ITEM VERIFICAÇÃO Monitoramento dos Resultados
  • 220.
    Farol para acompanhamentodos itens de controle: Produto Item de Controle Fórmula de cálculo do IC Unidade medida Dono 200X 200X Meta e Real até à data Plan Real Jan Fev - Plan - Real - Plan - Real - Plan - Real - Plan - Real Meta 200X 0 Produto crítico! IC crítico! Itens de Controle: são características/indicadores que precisam ser monitorados para garantir a satisfação dos usuários em relação à qualidade do produto ou serviço. Monitoramento dos Resultados
  • 221.
    Exercício 7 –Itens de Controle Como Estabelecer Item de Controle • Objetivo: 1 – A partir da escolha de um dos produtos da descrição de negócio elaborada no Exercício 1, definir os itens de controle de um dos produtos críticos. Método: Com base na descrição do negócio, exercício 1, escolher um produto crítico e: 1 – Realizar um brainstorming para identificar indicadores que serão utilizados como item de controle de cada necessidade dos clientes. 2 - Escolher os indicadores que melhor representam o resultado/ necessidade do produto crítico escolhido, estabelecendo os itens de controle. 3 - Detalhar os itens de controle descrevendo fórmula de cálculo, unidade de medida e responsável pela apuração (dono); 4 - Identificar os itens de controle críticos Materiais e Recursos: 1 – Formulário de Item de controle 2 – Pincel atômico
  • 222.
    Exercício 7 –Itens de Controle
  • 223.
  • 224.
    Reunião de AnáliseCrítica ou de Desempenho • Para acompanhamento, deve ser realizada reunião mensal onde será apresentado o Farol e o tratamento / plano de ação dos itens que devem ser monitorados. • No início de cada reunião mensal deverão ser verificadas as pendências da reunião do mês anterior, confrontando-se as ações previstas na reunião versus as ações realizadas. • A reunião deve ser registrada.
  • 225.
    Tratamento de NãoConformidades
  • 226.
    Falhas, Anomalias, Não Conformidades,Defeitos, Quebras ou Problemas não agregam valornão agregam valor ao negócio, portanto, elas têm que serem eliminadas Tratamento os Desvios
  • 227.
    Anomalia é onão-atendimento de um requisito especificado, de um requisito de uso pretendido ou de uma expectativa razoável. •Anomalia é todo acontecimento diferente do usual. Pode ser um defeito em um produto, um ruído estranho na máquina, uma falha em um equipamento, um erro em um relatório, um problema com um fornecedor, uma reclamação de um cliente, entre outros, inclusive um resultado melhor que o esperado. •Anomalia é qualquer ocorrência não esperada, consistindo em um desvio das condições normais de operação. Anomalia: Conceito
  • 228.
    “Falha é otérmino da capacidade de um item desempenhar a função requerida (NBR 5462-1994) • É a diminuição total ou parcial da capacidade de uma peça, componente ou máquina de desempenhar a sua função durante um período de tempo, quando o item deverá ser reparado ou substituído. • É a interrupção da operação da função desempenhada por equipamentos ou componentes; perda da função definida do equipamento (JIPM). Falha: Conceito
  • 229.
    “Não atendimento aum requisitorequisito (NBR ISO 9000 - 2005)” Não Conformidade: Conceito
  • 230.
    Ocorrência de Anomalia Removao sintoma Investigue a causa Existe Procedimento Padrão? Prepare um procedimento operacional padrão e garanta que todos os operadores sejam treinados Não Sim O Procedimento Padrão é apropriado? 1 Sim Não 2 Visão Geral do Tratamento de Anomalia
  • 231.
    Não é prático ounão conduza bons resultados Reveja o padrão sob o ponto de vista técnico 2 Os operadores têm dificuldade em entender Reescreva o padrão usando diagramas e figuras para fácil compreensão Reescreva o padrão em conformidade com o método atual de trabalho Treine os operadores de acordo com os padrões Melhore as condi- ções de trabalho Melhore os métodos de trabalho, introduzindo mecanismo à prova de erro. O Procedimento Padrão estava sendo cumprido? 1 Proced. fácil de errar ou equipamento complicado Dê treinamento técnico aos operadores ou os reloque para trabalhos diferentes Instrua e guie os operadores a cumprir os padrões Os operadores não compreendem o padrão Não Os operadores não possuem habilidade p/ cumprir o padrão Os operadores não sentem necessidade de cumprir o padrão Não está numa forma utilizável Sim As condições de trabalho são inadequadas Visão Geral do Tratamento de Anomalia
  • 232.
    Ocorrência da NC Avaliaçãoda necessidade de ações para garantir a não reincidência da NC Determinação e implementação das ações Análise Crítica da NC Registro dos resultados de ações executadas Análise crítica de ações corretivas executadas Ok? Necessidade de ações? Sim Encerra a NC Sim Não Não Determinação das Causas Trantando uma NC
  • 233.
    Falha Contaminação do motor elétricocom água da lavagem do misturador Causa Fundamental Corpo Misturador Motor Elétrico de Acionamento Sintoma da Falha = Queima do Motor Elétrico Análise da Falha (“Princípio dos 3 Gen”e Método dos Por quês”) • Por que o motor elétrico queimou? R -Suas partes internas estavam molhadas •Por que as partes internas do motor estavam molhadas? R -Porque a água usada para lavar o misturador infiltrava (molhava) no motor Antes DepoisKAIZEN MELHORIA Modificar instalação do motor para afastá-lo do misturador. A análise do custo da modificação em relação ao custo das falhas é favorável. MELHORIA Modificar instalação do motor para afastá-lo do misturador. A análise do custo da modificação em relação ao custo das falhas é favorável. RESULTADO A freqüência deste modo de falha foi reduzido a zero RESULTADO A freqüência deste modo de falha foi reduzido a zero Exemplo
  • 234.
  • 235.
     Para termossistema de gestão efetivo é necessário um convergência entre a rotina e o sistema de gestão.  O sistema integrado de gestão contempla a integração dos processos de qualidade com os de gestão ambiental e/ou com os de segurança e saúde ocupacional e/ou de responsabilidade social, dependendo das características, atividades e necessidades da organização Sistema Integrado de Gestão
  • 236.
    O que éTipicamente Integrado  A Política da Empresa  Objetivos, Metas e Programas  Treinamento e Conscientização  Controle de documentos  Monitoramento e medição  Ações Corretivas e Preventivas  Registros  Auditorias internas  Análise Crítica da Direção
  • 237.
  • 238.
    Sistema de Gestãoda Qualidade
  • 239.
    A NBR ISO9001:2000 estabelece requisitos para implementação de um sistema de gestão da qualidade que a organização possa demonstrar capacidade para fornecer produtos que atendam aos clientes e regulamentações aplicáveis e aumentar satisfação dos clientes. Sistema de Gestão da Qualidade – NBR ISO 9001:2000
  • 240.
    • NBR ISO9000 - Sistemas de gestão da qualidade - Fundamentos e vocabulário • Descreve os fundamentos de sistemas de gestão da qualidade e estabelece a terminologia para estes sistemas. A Família ISO 9000
  • 241.
    •NBR ISO 9001- Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos • Especifica requisitos para um sistema de gestão da qualidade, onde uma organização precisa demonstrar sua capacidade para fornecer produtos que atendam os requisitos do cliente e os requisitos regulamentares aplicáveis, e objetiva aumentar a satisfação do cliente. A Família ISO 9000
  • 242.
    •NBR ISO 9004- Sistemas de gestão da qualidade - Diretrizes para melhoria do desempenho. • Fornece diretrizes que consideram tanto a eficácia como a eficiência do sistema de gestão da qualidade. O objetivo desta norma é melhorar o desempenho da organização e a satisfação dos clientes e das outras partes interessadas. A Família ISO 9000
  • 243.
    •NBR ISO 19011:2002 - Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão da qualidade e meio ambiente • Fornece diretrizes sobre a auditoria de sistemas de gestão da qualidade e meio ambiente. A Família ISO 9000
  • 244.
    Atividades que agregamvalor Fluxo de informações 5 6 7 8 Processos da ISO 9001:2000
  • 245.
    Requisitos da ISO9001:2000 P DC A 4.1 Requisitos gerais 4.2 Requisitos de documentação 5.1 Comprometimento 5.2 Foco no cliente 5.3 Política da qualidade 5.4 Planejamento 5.5 Responsabilidade, autoridade e comunic. 6.1Provisão de recursos 7.1 Planejamento da realização do produto 6.2 Recursos humanos 6.3 Infra-estrutura 6.4 Ambiente de trabalho 7.2 Processos relacionados a cliente 7.3 Projeto 7.4 Aquisição 7.5 Produção 7.6 Controle dispositivos de medição 8.3 Controle de produto não conforme 8.2 Monitoramento e medição 8.2.1 Satisfação do cliente 8.2.2 Auditoria interna 8.2.3 Medição de processo 8.2.4 Medição de produto 5.6 Análise crítica 8.4 Análise de dados 8.5 Melhoria 8.5.1 Melhoria contínua 8.5.2 Ação corretiva 8.5.3 Ação preventiva
  • 246.
  • 247.
    A NBR ISO14001:2004 estabelece requisitos para implementação, manutenção e melhoria contínua de um sistema ambiental com base em requisitos legais e informações de aspectos ambientais significativos, introduzindo na organização uma postura de prevenção de ocorrências de impactos adversos ao meio ambiente. Sistema de Gestão Ambiental – NBR ISO 14001:2004
  • 248.
    Sistema de GestãoAmbiental – Foco no Meio Ambiente
  • 249.
    • Estabelece asbases de um Sistema de Gestão Ambiental (SGA), com a definição de uma política e de um planejamento para o meio ambiente, com aplicações internas nas organizações, certificação ou fins contratuais. • Um SGA tem como objetivo principal atingir o controle do impacto ambiental gerado pelas atividades desenvolvidas pela organização. Sistema de Gestão Ambiental – NBR ISO 14001:2004
  • 250.
     Uma FerramentaGerencial  Fornecer estrutura para melhoria contínua  Competir melhor nos mercados internos e externos  Promover a imagem ambiental  Melhorar o desempenho ambiental  Reduzir custos  Aumentar a competitividade  Minimizar riscos  Reduzir impactos ambientais Por Que um SGA com base na NBR ISO 14001:2004?
  • 251.
    Requisitos da NBRISO 14001:2004
  • 252.
    Estrutura da NBRISO 14001:2004
  • 253.
     Melhoria Contínua Prevenção da Poluição  Cumprimento da legislação/outros requisitos (p. ex. protocolos)  Licenças operacionais  Limites de emissão / ruídos  Gerenciamento de resíduos  Manuseio de material perigoso  Outorgas SGA – Requisitos Típicos
  • 254.
  • 255.
    A OHAS 18001:2007estabelece requisitos para implementação, manutenção e melhoria contínua de um sistema de gestão de segurança e saúde ocupacional com base em requisitos legais e informações de perigos e avaliação de riscos das atividades e processos para eliminar ou minimizar os riscos em segurança e saúde ocupacional dos empregados e outras partes interessadas. Sistema de Gestão SSO – OHSAS 18001:2007
  • 256.
     Planejamento eTreinamento (P) Levantamento de Perigos e Riscos Ocupacionais Objetivos, Metas, Programas de Prevenção de Acidentes  Registros (D) Mitigação dos riscos, EPIs, EPCs, Práticas seguras, Proteção  Controles (C) Inspeções, Medições, Auditorias, Análise de Dados, CIPA  Ações de Melhoria (A) Correção, Corretiva, Preventiva e Melhoria SSO – Foco na Saúde e Segurança do Trabalhador
  • 257.
     Atender alegislação  Redução dos acidentes  Proteção da saúde  Controle das tarefas  Controle dos riscos  Planos de prevenção  Transparência SSO – Foco na Saúde e Segurança do Trabalhador
  • 258.
    SSO – Focona Saúde e Segurança do Trabalhador
  • 259.
  • 260.
    A SA 8000:2001estabelece requisitos para implementação, manutenção e melhoria contínua de um sistema de gestão de responsabilidade social interna com objetivo de melhoria do relacionamento organizacional interno por meio da demonstração da preocupação com o trabalhador e do estabelecimento de condições adequadas de saúde e segurança. Sistema de Gestão de Responsabilidade Social – SA 8000:2001
  • 261.
    Foco na ResponsabilidadeSocial 1. Trabalho Infantil Atender a Legislação Internacional (OIT) e Nacional Reparação de Crianças e Jovens Trabalhadores 2. Trabalho Escravo Política de Prevenção e Não Apoio 3. Saúde e Segurança no Trabalho Legislação Trabalhista Nacional e OIT 4. Liberdade de Associação Garantia de Acesso, Participação e Negociação Coletiva 5. Discriminação
  • 262.
    6. Práticas Disciplinares Tratamentoadequado e humano aos Trabalhadores 7. Horário de Trabalho Legislação Trabalhista Nacional e OIT 8.Remuneração Legislação Trabalhista Nacional e OIT 9.Sistema de Gestão Auditorias, Ações de Reparação, Registros. Controle de Subcontratados Foco na Responsabilidade Social
  • 263.
     Atender alegislação Internacional e nacional  Melhorar a qualidade de vida do Trabalhador a nível mundial Transparência Olhar para dentro da empresa. Foco na Responsabilidade Social
  • 264.
    Norma Brasileira de ResponsabilidadeSocial NBR 16001:2004. Responsabilidade Social - Sistema da Gestão – Requisitos
  • 265.
    SA 8000 xNBR 16001
  • 266.
    NBR 16001 -Requisitos Comprometimento da Alta Administração Política da RS 3.2 MELHORIA CONTÍNUA Recursos, regras, responsabilidade e autoridade 3.3.4 Competência, treinamento e conscientização 3.4.1 Comunicação 3.4.2 Controle operacional 3.4.3 Manual do SGRS 3.5.2 Controle de documentos 3.5.3 Controle de registros 3.5.4 Monitoramento e medição 3.6.1 Avaliação da conformidade 3.6.2 Não-conformidade e AC e AP 4.6.3 Auditoria interna 3.6.4 Análise pela Administração 3.3.5 Aspectos da RS 3.3.1 Requisitos legais e outros 3.3.2 Objetivos e metas 3.3.3 Programas 3.3.3 3.3 Planejamento 3.4 Implementação e Operação 3.6 Medição, análise e melhoria 3.5 Requisitos de documentação Comprometimento da Alta Administração Política da RS 3.2 MELHORIA CONTÍNUA Recursos, regras, responsabilidade e autoridade 3.3.4 Competência, treinamento e conscientização 3.4.1 Comunicação 3.4.2 Controle operacional 3.4.3 Manual do SGRS 3.5.2 Controle de documentos 3.5.3 Controle de registros 3.5.4 Monitoramento e medição 3.6.1 Avaliação da conformidade 3.6.2 Não-conformidade e AC e AP 4.6.3 Auditoria interna 3.6.4 Análise pela Administração 3.3.5 Aspectos da RS 3.3.1 Requisitos legais e outros 3.3.2 Objetivos e metas 3.3.3 Programas 3.3.3 3.3 Planejamento 3.4 Implementação e Operação 3.6 Medição, análise e melhoria Comprometimento da Alta Administração Política da RS 3.2 MELHORIA CONTÍNUA Recursos, regras, responsabilidade e autoridade 3.3.4 Competência, treinamento e conscientização 3.4.1 Comunicação 3.4.2 Controle operacional 3.4.3 Manual do SGRS 3.5.2 Controle de documentos 3.5.3 Controle de registros 3.5.4 Monitoramento e medição 3.6.1 Avaliação da conformidade 3.6.2 Não-conformidade e AC e AP 4.6.3 Auditoria interna 3.6.4 Análise pela Administração 3.3.5 Aspectos da RS 3.3.1 Requisitos legais e outros 3.3.2 Objetivos e metas 3.3.3 Programas 3.3.3 3.3 Planejamento 3.4 Implementação e Operação 3.6 Medição, análise e melhoria 3.5 Requisitos de documentação
  • 267.
    • Muito Obrigadoa Todos! • Contatos • gerisval@fama.br • + 55 98 3246 2005 • + 55 98 9114 4699 • + 55 98 2108 6000
  • 268.
  • 269.
  • 271.
    CONCEITO E ABORDAGEM •O termo QUALIDADE confunde-se muitas vezes com luxo, beleza, virtudes, preço alto ou baixo, etiqueta, etc, devido ao seu uso sem distinção. Todos estes itens fazem parte da Qualidade, entretanto, a Qualidade não pode se restringir a alguns deles. DefiniçõesDefinições
  • 272.
    Alguns Conceitos deQualidadeAlguns Conceitos de Qualidade DefiniçõesDefinições
  • 273.
    QUALIDADEQUALIDADE “Ambrozewicz conceitua qualidade como“um conjunto de atributos ou elementos que compõem um produto ou serviço.” (2003, p. 18).” DefiniçõesDefinições
  • 274.
    QUALIDADEQUALIDADE “Deming afirma que“Qualidade é a capacidade de satisfazer desejos.” (DEMING apud AMBROZEWICZ, 2003, p. 19).” DefiniçõesDefinições
  • 275.
    QUALIDADEQUALIDADE “Qualidade é aadequação ao uso.”(JURAN et AMBROZEWICZ, 2003, p. 20).” DefiniçõesDefinições
  • 276.
    QUALIDADEQUALIDADE “Segundo Feigenbaun, “Qualidadeé um conjunto de características do produto – tanto de engenharia, como de fabricação – que determinam o grau de satisfação que proporcionam ao consumidor durante o seu uso.”” DefiniçõesDefinições
  • 277.
    QUALIDADEQUALIDADE “Crosby declara que“Qualidade significa conformidade com as especificações.” DefiniçõesDefinições
  • 278.
    QUALIDADEQUALIDADE De acordo comIshikawa, “Qualidade é igual à qualidade do serviço, qualidade do trabalho, qualidade da informação, qualidade do processo, do operário, do engenheiro, do administrador, qualidade das pessoas, qualidade do sistema, qualidade da própria empresa, da sua diretriz, de preços...” DefiniçõesDefinições
  • 279.
    QUALIDADEQUALIDADE E Falconi (apudAMBROZEWICZ, 2003, p. 24), enuncia que “Produto ou serviço de Qualidade é aquele que atende perfeitamente, de forma confiável, de forma segura e no tempo certo as necessidades dos clientes.” DefiniçõesDefinições
  • 280.
    QUALIDADEQUALIDADE “GRAU NO QUALUM CONJUNTO DE CARACTERÍSTICAS INERENTES ATENDE A REQUISITOS” NBR ISO 9000:2000 DefiniçõesDefinições
  • 281.
    Qual é demelhor qualidade?Qual é de melhor qualidade? DefiniçõesDefinições
  • 282.
    HISTÓRICO DA QUALIDADEHISTÓRICODA QUALIDADE • Ambrozewicz afirma que “A história da Qualidade começou antes de o homem inventar o dinheiro.” • Exemplos? DefiniçõesDefinições
  • 283.
    HISTÓRICO DA QUALIDADEHISTÓRICODA QUALIDADE • Segundo ele, devido a necessidade do homem de alimentar-se, passou a escolher os alimentos que seriam ingeridos, sendo este tipo de seleção uma demonstração das diferentes formas de controlar a qualidade do alimento que seria ingerido. DefiniçõesDefinições
  • 284.
    HISTÓRICO DA QUALIDADEHISTÓRICODA QUALIDADE •A Qualidade tornou-se propagada, através dos anos que se passavam: • Por volta do século XIII a.C. – Os artesãos marcavam suas peças, a fim de rastreá-las, posteriormente. • Segunda Guerra Mundial – A Aeronáutica já era rigorosa no controle de qualidade das peças fabricadas. DefiniçõesDefinições
  • 285.
    HISTÓRICO DA QUALIDADEHISTÓRICODA QUALIDADE Com a chegada de novas tecnologias, os consumidores tornaram-se cada vez mais exigentes, elevando a necessidade dos processos de controle de qualidade, tornado-os cadas vez maiores e mais complexos, além de mutável de acordo com as exigências do mercado. Sendo assim grandes estudiosos da Qualidade têm conceituado e definido a Qualidade, durante todas as suas fases. DefiniçõesDefinições
  • 286.
    HISTÓRICO DA QUALIDADEHISTÓRICODA QUALIDADE Nos dias atuais, o processo de obtenção da Qualidade não se resume à entrega do produto ou realização do serviços, mas envolve todo o processo de fabricação ou realização do serviço, desde a matéria-prima, até o atendimento pós- entrega no cliente. DefiniçõesDefinições
  • 287.
    CLASSECLASSE “Categoria ou classificaçãoatribuída a diferentes requisitos de qualidade para produtos, processos ou sistemas que têm o mesmo uso funcional” A Classe é inerente ao produto e pode ser alterada através de mudança na especificação, enquanto a Qualidade é dependente de quão bem o produto satisfaça à necessidade. DefiniçõesDefinições
  • 288.
    CONTROLE DE QUALIDADECONTROLEDE QUALIDADE “ PARTE DA GESTÃO DA QUALIDADE, FOCADA NO ATENDIMENTO DOS REQUISITOS DA QUALIDADE ” NBR ISO 9000:2000 DefiniçõesDefinições
  • 289.
    GARANTIA DA QUALIDADEGARANTIADA QUALIDADE “ PARTE DA GESTÃO DA QUALIDADE, FOCADA EM PROVER CONFIANÇA DE QUE OS REQUISITOS DA QUALIDADE SERÃO ATENDIDOS ” NBR ISO 9000:2000 DefiniçõesDefinições
  • 290.
    GESTÃO DA QUALIDADEGESTÃODA QUALIDADE “ATIVIDADES COORDENADAS PARA DIRIGIR E CONTROLAR UMA ORGANIZAÇÃO NO QUE DIZ RESPEITO À QUALIDADE” NBR ISO 9000:2000 DefiniçõesDefinições
  • 291.
    REQUISITOREQUISITO “NECESSIDADE OU EXPECTATIVAQUE É EXPRESSA, GERALMENTE, DE FORMA IMPLÍCITA OU OBRIGATÓRIA” NBR ISO 9000:2000 DefiniçõesDefinições
  • 292.
    CONFORMIDADECONFORMIDADE “ATENDIMENTO A UMREQUISITO” NBR ISO 9000:2000 DefiniçõesDefinições
  • 293.
    NÃO-CONFORMIDADENÃO-CONFORMIDADE “NÃO ATENDIMENTO AUM REQUISITO” NBR ISO 9000:2000 DefiniçõesDefinições
  • 294.
    EVIDÊNCIA OBJETIVAEVIDÊNCIA OBJETIVA “DADOSQUE APÓIAM A EXISTÊNCIA OU VERACIDADE DE ALGUMA COISA” Pode ser obtida através de observação, medição, ensaio ou outros meios NBR ISO 9000:2000 DefiniçõesDefinições
  • 295.
    Questões Importantes 1. Emsua visão, conceitue Qualidade. 2. Quando a qualidade entrou na vida humana? 3. O que seria a gestão da qualidade? 4. Em gestão da qualidade, o que é uma classe? 5. O que seria controle de qualidade? 6. Conceitue garantia de qualidade? 7. O que é um requisito e uma conformidade? DefiniçõesDefinições
  • 296.
    MÓDULO II NBR ISO9001:2000NBR ISO 9001:2000 REVISÃO GERALREVISÃO GERAL
  • 297.
    NBR ISO 9001:2000NBRISO 9001:2000 CONCEITO DECONCEITO DE PDCAPDCA
  • 298.
    A NBR ISO9001 FOIA NBR ISO 9001 FOI DESENVOLVIDADESENVOLVIDA SOB O CONCEITO DE PDCASOB O CONCEITO DE PDCA P C A P C D PLANEJAR : ESTABELECER OS OBJETIVOS E PROCESSOS NECESSÁRIOS PARA FORNECER RESULTADOS DE ACORDO COM OS REQUISITOS DO CLIENTE E POLÍTICAS DA ORGANIZAÇÃO CONTROLAR: MONITORAR E MEDIR PROCESSOS E PRODUTOS EM RELAÇÃO ÀS POLÍTICAS, AOS OBJETIVOS E AOS REQUISITOS PARA O PRODUTO E RELATAR OS RESULTADOS AGIR: EXECUTAR AÇÕES PARA PROMOVER CONTINUAMENTE A MELHORIA DO DESEMPENHO DO PROCESSO FAZER: IMPLEMENTAR OS PROCESSOS D A
  • 299.
    RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃO RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃO GESTÃO DE RECURSOS GESTÃO DE RECURSOS MEDIÇÃO, ANÁLISEE MELHORIA MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIA ENTRADA S A T I S F A Ç Ã O C L I E N T E REALIZAÇÃO DO PRODUTO PRODUTO/ SERVIÇO R E Q U I S I T O S MELHORIA CONTÍNUA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE C L I E N T E SAÍDA MODELO DE SGQMODELO DE SGQ BASEADO EM PROCESSOBASEADO EM PROCESSO Agrega valor Informação
  • 300.
    DOCHECK 4.1 REQUISITOS GERAISDO SGQ A ORGANIZAÇÃO DEVE: ESTABELECER, DOCUMENTAR, IMPLEMENTAR E MANTER UM SGQ E MELHORAR CONTINUAMENTE A SUA EFICÁCIA a) IDENTIFICAR OS PROCESSOS NECESSÁRIOS PARA O SGQ E SUA APLICAÇÃO POR TODA A ORGANIZAÇÃO. b) DETERMINAR A SEQÜÊNCIA E INTERAÇÃO DESTES PROCESSOS. c) DETERMINAR CRITÉRIOS E MÉTODOS PARA ASSEGURAR QUE A OPERAÇÃO E O CONTROLE DESSES PROCESSOS SEJAM EFICAZES. d) ASSEGURAR A DISPONIBILIDADE DE RECURSOS E INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS PARA APOIAR A OPERAÇÃO E O MONITORAMENTO DOS PROCESSOS. e) MONITORAR, MEDIR E ANALISAR ESSES PROCESSOS f) IMPLEMENTAR AÇÕES NECESSÁRIAS PARA ATINGIR OS RESULTADOS PLANEJADOS E A MELHORIA CONTÍNUA DESSES PROCESSOS. 4.0 SISTEMA DE GESTÃO4.0 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADEDA QUALIDADE Quando a organização optar por adquirir externamente algum processo que afete a conformidade do produto, esta deve assegurar o controle desses processos e identificar no SGQ
  • 301.
    4.2 REQUISITOS DE4.2REQUISITOS DE DOCUMENTAÇÃODOCUMENTAÇÃO 4.2.1 – Documentos Requeridos a) Política da Qualidade, b) Objetivos da Qualidade, c) Manual da Qualidade, d) 6 Procedimentos requeridos pela Norma e) Outros que a empresa julgar necessário, para garantir o planejamento, a operação e o controle eficazes dos processos f) Registros requeridos pela norma -Controle de Documentos - Controle de Registros - Controle de Produto Não- Conforme - Auditoria Interna - Ação Corretiva - Ação Preventiva
  • 302.
    4.2 REQUISITOS DE4.2REQUISITOS DE DOCUMENTAÇÃODOCUMENTAÇÃO 4.2.2 – Manual da Qualidade a) Escopo e justificativa de Exclusões, b) Procedimentos ou referência a eles, c) Interação entre os Processos do SGQ
  • 303.
    4.2.3 Controle dedocumentos 4.2 REQUISITOS DE4.2 REQUISITOS DE DOCUMENTAÇÃODOCUMENTAÇÃO DEFINIR A NECESSIDADE DE DOCUMENTAÇÃO DESENVOLVER A DOCUMENTAÇÃO ANÁLISE CRÍTICA E APROVAÇÃO ANTES DA EMISSÃO DISPONIBILIDADE NO LOCAL DE USO ATUALIZAR A DOCUMENTAÇÃO MUDANÇAS? OBSOLETO? IDENTIFICAR SE RETIDO SIM SIM NÃO
  • 304.
    4.2 REQUISITOS DE4.2REQUISITOS DE DOCUMENTAÇÃODOCUMENTAÇÃO IDENTIFICAR ARMAZENAR PROTEGER RETER DESCARTAR FINDO TEMPO?CONSULTA? RECUPERAR NÃO SIM SIM 4.2.4 Controle de Registros
  • 305.
    DOCHECK ACTION 5.1 Comprometimento daAlta Direção a) A COMUNICAÇÃO À ORGANIZAÇÃO DA IMPORTÂNCIA DE ATENDER AOS REQUISITOS DOS CLIENTES, COMO TAMBÉM AOS REQUISITOS REGULAMENTARES E ESTATUTÁRIOS. b) O ESTABELECIMENTO DA POLÍTICA DA QUALIDADE. c) A GARANTIA DE QUE SÃO ESTABELECIDOS OS OBJETIVOS DA QUALIDADE. d) A CONDUÇÃO DE ANÁLISES CRÍTICAS PELA ALTA DIREÇÃO. e) A GARANTIA DA DISPONIBILIDADE DE RECURSOS. 5.0 RESPONSABILIDADE5.0 RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃODA DIREÇÃO
  • 306.
    5.2 – Focono cliente Assegurar determinação e atendimento aos requisitos do cliente para aumentar sua satisfação 5.0 RESPONSABILIDADE5.0 RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃODA DIREÇÃO
  • 307.
    5.3 – Políticada Qualidade Apropriada, comprometida em atender aos requisitos e com a melhoria contínua do SGQ, entendida e analisada 5.0 RESPONSABILIDADE5.0 RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃODA DIREÇÃO DEFINIR POLÍTICA DA QUALIDADE ADEQUADA COMUNICAR A POLÍTICA DA QUALIDADE NA ORGANIZAÇÃO ANALISAR CRITICAMENTE A POLÍTICA DA QUALIDADE ADEQUADA? SIM NÃO
  • 308.
    5.05.0 RESPONSABILIDADERESPONSABILIDADE DA DIREÇÃODADIREÇÃO 5.4 - PLANEJAMENTO 5.4.1 – Objetivos da Qualidade Coerentes com a Política da Qualidade e mensuráveis 5.4.2 – Planejamento do SGQ a) Para satisfazer o requisito 4.1 e Objetivos da Qualidade b) Para manter o SGQ durante as mudanças
  • 309.
    5.05.0 RESPONSABILIDADERESPONSABILIDADE DA DIREÇÃODADIREÇÃO 5.5 – Responsabilidade, Autoridade e Comunicação 5.5.1 - Definidas e conhecidas por todos, 5.5.2 - Representante da Direção para manutenção do SGQ 5.5.3 - Meios de comunicação quanto ao desempenho do SGQ
  • 310.
    5.05.0 RESPONSABILIDADERESPONSABILIDADE DA DIREÇÃODADIREÇÃO 5.6 – Análise Crítica pela Direção Para assegurar pertinência, adequação e eficácia do SGQ ANÁLISE a) Resultados de auditoria b) Realimentação do cliente c) Desempenho de processo e conformidade do produto d) Situação de ações preventivas e corretivas e) Acompanhamento de ações oriundas de auditorias anteriores f) Mudanças que possam afetar o SGQ g) Recomendações de Melhoria a) Melhoria da Eficácia do SGQ e dos Processos b) Melhoria do Produto em relação aos requisitos do cliente c) Necessidades de recursos
  • 311.
    6.1. Provisão deRecursos A organização deve determinar e recursos necessários para: a) Implementar e manter o sistema de gestão da qualidade e melhorar continuamente sua eficácia, e b) Aumentar a satisfação de clientes mediante o atendimento aos seus requisitos 6.0 GESTÃO DE6.0 GESTÃO DE RECURSOSRECURSOS
  • 312.
    6.2. Recursos Humanos COMPETENTE= educação, treinamento, habilidade e experiência apropriados LEVANTAR NECESSIDADES – PROVER COMPETÊNCIA ANALISAR EFICÁCIA CONSCIENTE = importância do seu trabalho para atender requisitos REGISTRO = competência 6.0 GESTÃO DE6.0 GESTÃO DE RECURSOSRECURSOS
  • 313.
    6.3. Infra-estrutura Necessária paraalcançar a conformidade com os requisitos do produto  edifícios, espaço de trabalho e instalações associadas equipamentos de processo (tanto materiais e equipamentos quanto programas de computador) serviços de apoio (tais como transporte e comunicação). 6.0 GESTÃO DE6.0 GESTÃO DE RECURSOSRECURSOS
  • 314.
    6.4. Ambiente deTrabalho Necessário para alcançar a conformidade com os requisitos do produto -Calor -Iluminação -Ventilação -Ruído, etc. 6.0 GESTÃO DE6.0 GESTÃO DE RECURSOSRECURSOS
  • 315.
    7.1. Planejamento daRealização do Produto Deve determinar, quando apropriado:  Objetivos da qualidade e requisitos para o produto.  A necessidade para estabelecer processos e documentos, e prover recursos específicos para o produto.  Verificação, validação, monitoramento, inspeção e atividades de ensaio requeridos, específicos para o produto, bem como critério para a aceitação do produto.  Registros necessários para fornecer evidências de que o processo de realização e o produto resultante atendem aos requisitos. 7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO DO PRODUTODO PRODUTO
  • 316.
    ESPECIFICAR REQUISITOS DO PRODUTO IDENTIFICAR REQUISITOS DO CLIENTE ANALISAR REQUISITOS CONFIRMAR REQUISITOS FIRMAR CONTRATO/ PEDIDO MANTER MEIOSDE COMUNICAÇÃO 7.2 Processos relacionados a clientes REGISTRAR 7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO DO PRODUTODO PRODUTO
  • 317.
    7.3 Projeto eDesenvolvimento Planejar Projeto Determinar Requisitos Desenvolver Projeto Analisar Projeto Desenvolver Produto Verificar Produto Validar Produto Controlar Alterações REGISTRAR REGISTRAR REGISTRAR REGISTRAR REGISTRAR 7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO DO PRODUTODO PRODUTO
  • 318.
    7.4 Aquisição ACOMPANHAR DESEMPENHO FORNECEDORES ESPECIFICAR MATERIAIS E INSUMOS AVALIARE SELECIONAR FORNECEDORES COMPRAR INSPECIONAR REGISTRAR 7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO DO PRODUTODO PRODUTO
  • 319.
    Especificar Produto Métodos de Fabricação Determinar Máqs +Equits Determinar Pontos de Monitoramento Produzir e Monitorar Liberar Produto Entregar Atividades Pós Entrega 7.5.1 – Controle de Produção e fornecimento de serviço IDENTIFICARIDENTIFICAR REGISTRAR RASTREABILIDADEREGISTRAR RASTREABILIDADE PRESERVAR PROP.CLIENTEPRESERVAR PROP.CLIENTE PRESERVAR PRODUTOPRESERVAR PRODUTO CONTROLAR D M & MCONTROLAR D M & M Validar Processos 7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO DO PRODUTODO PRODUTO REGISTRAR 7.5.2-Validação de Processos de produção e fornecimento de serviços
  • 320.
    7.5.3 – Identificaçãoe Rastreabilidade RASTREAR IDENTIFICAR MATERIAIS INSUMOS PRODUTOS IDENTIFICAR QUANTO A SITUAÇÃO DE INSPEÇÃO IDENTIFICAÇÃO UNICA INSPECIONAR REGISTRAR 7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO DO PRODUTODO PRODUTO
  • 321.
    7.5.4 – Propriedadedo Cliente 7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO DO PRODUTODO PRODUTO IDENTIFICAR VERIFICAR PROTEGER SALVAGUARDAR INFORMAR ADEQUADA? SIM NÃO REGISTRAR
  • 322.
    7.5.5 – Preservaçãodo Produto ESTABELECER LOCAIS PARA ARMAZENAMENTO IDENTIFICAR FORMAS DE PRESERVAÇÃO PROTEGER CONTRA DANOS OU DETERIORAÇÃO DEFINIR MÉTODOS PARA MANUSEIO 7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO DO PRODUTODO PRODUTO
  • 323.
    7.6 Controle dedispositivos de medição e monitoramento DETERMINAR M & M NECESSÁRIA PROVER DISPOSISTIVOS DE M & M EXECUTAR M & M SOFTWARE M & M ? CONFIRMAR ADEQUAÇÃO Não Sim CALIBRADO? CALIBRAR OU VERIFICAR IDENTIFICAR A SITUAÇÃO Não Sim 7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO DO PRODUTODO PRODUTO REGISTRAR
  • 324.
     Calibrar ouverificar os dispositivos de medição e monitoração em intervalos especificados ou antes do uso, frente a padrões nacionais ou internacionais. Quando tais padrões não existirem, registrar a base de verificação  Ajustar ou reajustar, conforme necessário  Identificar para possibilitar a determinação da situação da calibração  Salvaguardar os DMM de ajustes que invalidem a calibração  Proteger os DMM contra danos e deterioração durante o manuseio, manutenção & armazenamento  Registrar os resultados de calibração  Avaliar e registrar a validade dos resultados anteriores, quando o dispositivo for encontrado fora de calibração 7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO DO PRODUTODO PRODUTO
  • 325.
    DOCHECK ACTION 8.1 - PLANEJARE IMPLEMENTAR OS PROCESSOS NECESSÁRIOS DE MONITORAMENTO, MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIA PARA:  Demonstrar a conformidade do produto.  Assegurar a conformidade do SGQ.  Melhorar continuamente a eficácia do SGQ. Isto deve incluir a determinação dos métodos aplicáveis, incluindo técnicas estatísticas, e a extensão de seu uso. 8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIAE MELHORIA
  • 326.
    8.2 Medição emonitoramento 8.2.1 Satisfação do Cliente 8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIAE MELHORIA
  • 327.
    8.2 Medição emonitoramento 8.2.2 Auditorias Internas PLANEJAR REALIZAR ACOMPANHAR 8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIAE MELHORIA CONSIDERAR: - Resultados de Auditorias Anteriores - Situação e Importância dos Processos REGISTRAR
  • 328.
    8.2.3 Medição eMonitoramento de Processos • Demonstrar a capacidade dos processos de atingirem os resultados planejados • Quando os resultados planejados não forem atingidos, correções e ações corretivas devem ser tomadas para assegurar conformidade do produto ATIVIDADES + RECURSOS SAIDAENTRADA PROCESSO ATIVIDADES + RECURSOS ATIVIDADES + RECURSOS ATIVIDADES + RECURSOS MONITORAR 8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIAE MELHORIA MEDIR
  • 329.
    8.2.4 Medição eMonitoramento do Produto 8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIAE MELHORIA Monitorar e medir as características do produto Conformidade C/critério de aceitação Registrar evidência de conformidade SIM Liberação ou entrega do produto Todos os testes OK ? Concessão? SIM SIM NÃO NÃO NÃO REGISTRAR
  • 330.
    DETECTAR PRODUTO NÃO- CONFORME IDENTIFICAR / SEGREGAR REGISTRAR ANALISARE CORRIGIR 8.3 Controle de Produto Não-Conforme REPARAR RETRABALHAR RECLASSIFICAR ACEITO SOB CONCESSÃO SUCATEAR REGISTRAR 8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIAMELHORIA
  • 331.
    8.4 Análise deDados Para demonstrar a adequação e eficácia do SGQ e para avaliar onde melhorias contínuas da eficácia do SGQ podem ser realizadas. satisfação de clientes. conformidade com os requisitos do produto. características e tendências dos processos e produtos, incluindo oportunidades para ações preventivas. fornecedores. 8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIAMELHORIA
  • 332.
    DOCHECK ACTION 8.5.1 – MELHORIACONTÍNUA A organização deve continuamente melhorar a eficácia do SGQ por meio do uso da:  política da qualidade  objetivos da qualidade  resultados de auditorias  análise de dados  ações corretivas e preventivas  análise crítica pela alta direção 8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIAMELHORIA
  • 333.
    ANÁLISE DA NÃO CONFORMIDADE (REC.CLIENTE) IDENTIFICAÇÃO DASCAUSAS AVALIAÇÃO NECESSIDADE AÇÃO CORRETIVA IMPLANTAÇÃO AÇÃO CORRETIVA REGISTRO DOS RESULTADOS ANÁLISE DA EFICÁCIA AC TOMADA PLANEJAMENTO IMPLANTAÇÃO 8.5.2 Ação Corretiva REGISTRAR 8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIAMELHORIA
  • 334.
    ANÁLISE DA NÃO CONFORMIDADE POTENCIAL IMPLANTAÇÃO AÇÃO PREVENTIVA REGISTRODOS RESULTADOS ANÁLISE DA EFICÁCIA AP TOMADA PLANEJAMENTO IMPLANTAÇÃO 8.5.3 Ação Preventiva REGISTRAR 8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIAE MELHORIA IDENTIFICAÇÃO DAS CAUSAS AVALIAÇÃO NECESSIDADE AÇÃO CORRETIVA
  • 335.
    Implantando uma “Gestão orientadapor processos” alinhada ao Sistema de Gestão (ISO´s, OHSA´s, SA e PNQ) Tsiane Poppe Araújo Setembro/2005
  • 336.
    Programa Conceito de Processos VisãoTradicional x Visão por Processos Principais etapas da GP Mudanças Significativas Permeabilidade dos processos Desafios da GP Integração da GP com o Sistema de Gestão Como usar a GP no dia-a-dia A GP e os Sistemas Normativos Sistema de Indicadores Criação da cultura de melhoria Estudo de caso – Case Politeno
  • 337.
    Programa Conceito de Processos VisãoTradicional x Visão por Processos Principais etapas da GP Mudanças Significativas Permeabilidade dos processos Desafios da GP Integração da GP com o Sistema de Gestão Como usar a GP no dia-a-dia A GP e os Sistemas Normativos Sistema de Indicadores Criação da cultura de melhoria Estudo de caso – Case Politeno
  • 338.
    Toda Organização éuma coleção de processos que são executados. Nas empresas, embora não estejam documentados (mapeados) em detalhe, eles são conhecidos e executados Não existe um produto ou um serviço oferecido por uma empresa sem um processo. Ex: Atender ao Pedido do Cliente Conceito de Processos
  • 339.
    Qualquer que sejanosso posicionamento hierárquico, nós temos um negócio dentro da empresa na qual trabalhamos Conceito de Processos Processos é o resultado da articulação de: •Pessoas •Instalações •Equipamentos e •Outros recursos (materiais,...)
  • 340.
    Processos são atividadeslogicamente relacionadas que, usando recursos do negócio, produzem resultados reais, adicionando valor a cada etapa. VendasVendas ProduçãoProdução FinançasFinanças ... fronteiras Funcionais e Organizacionais... Fabricante Fabricante Distribuidor Distribuidor Fornecedor Fornecedor Cliente Cliente ... fronteiras na Cadeia de Suprimentos Estratégico Planejamento Controle Operacional ... fronteiras Hierárquicas... • Processos cruzam... Conceito de Processos
  • 341.
    CLIENTESFORNECEDORES RECEBIMENTO PRODUÇÃO VENDASEXPEDIÇÃO INFORMAÇÃO CADEIA DE VALOR O PROCESSOO PROCESSO atividades atividades atividades atividades A atividade deve agregar valor ao processo. Conceito de Processos
  • 342.
    Conceito de Processos Osprocessos e a agregação de valor: Sempre que o trabalho humano satisfaz as necessidades das pessoas, ele agrega valor. Então... Agregar valor é agregar satisfação ao seu cliente. Os clientes só pagam por aquilo que na sua percepção tem VALOR
  • 343.
    Criar Valor éaumentar o número de características do seu produto ou serviço, de forma diferenciada do seu concorrente, de forma a transcender a demanda existente Conceito de Processos criar distinção em todas as esferas de atuação, oferecendo incrementos de valor em cada serviço ou produto oferecido
  • 344.
    Em geral, organizaçõesestruturadas por função apresentam dificuldades de ver os vários processos que são desenvolvidos para atender às necessidades dos Clientes Visão Funcional Visão de Processo Conceito de Processos
  • 345.
    Como algumas pessoasenxergam e entendem a Empresa Organograma ProcedimentosEstratégias 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 1° Trim. 2° Trim. 3° Trim. 4° Trim. Leste Oeste Norte Itens de Controle E os Processos? E as interfaces???? E as entradas e Saídas??? E as etapas dos processos??? Onde começam e onde terminam??? Como enxergar o todo e não as partes??? PROCESSO "X" ATIVIDADE 2 ATIVIDADE 6 ATIVIDADE 3 ATIVIDADE 5 ATIVIDADE 4 ATIVIDADE n ATIVIDADE 1 ATIVIDADE 1 Conceito de Processos ...
  • 346.
    Conceito de Processos Paraproduzir um bem ou serviço necessitamos construir um processo Um processo de negócios é um conjunto de três ações: Processo de Negócio Introduzir Processar Enviar/Entregar Fornecedor Cliente
  • 347.
    Somos prisioneiros deestruturas que desconhecemos Peter Senge Se aprendermos a ver estruturas dentro das quais trabalhamos, acabamos dominando a habillidade de trabalhar com elas e mudá-las Visão Tradicional X Visão por Processos
  • 348.
    Programa Conceito de Processos VisãoTradicional x Visão por Processos Principais etapas da GP Mudanças Significativas Permeabilidade dos processos Desafios da GP Integração da GP com o Sistema de Gestão Como usar a GP no dia-a-dia A GP e os Sistemas Normativos Sistema de Indicadores Criação da cultura de melhoria Estudo de caso – Case Politeno
  • 349.
    ATRIBUTOS VISÃO TRADICIONALVISÃO POR PROCESSO 1 - Foco Chefe Cliente 2 - Relacionamento Primário Cadeia de comando Cliente - Fornecedor 3 - Orientação Hierárquica Processo 4 - Quem toma decisão Gerência Todos os participantes 5 - Estilo Autoritário Participativo Visão Tradicional X Visão por Processos 6- Objetivo Redução de Custos Prevenção de Custos
  • 350.
    Visão Tradicional XVisão por Processos Processos Tecnologia Pessoas Elementos que formam uma Organização ClienteCliente Processos Tecnologia Pessoas ChefeChefe Qual o Foco???
  • 351.
    Cria Valor Visão TradicionalX Visão por Processos Processos Tecnologia Pessoas ClienteCliente Gera Custos ClienteCliente É Preciso definir um Caminho Equilíbio Desequilíbio •Não sabem o que precisam fazer •Não sabem como fazer •Não sabem a importância do seu trabalho dentro do processo •Não se engajam •Desorganizados •Não documentados •Não melhorados •Não simplimficados •Adquirida por modismos •Sem maturidade •Ultrapassadas
  • 352.
    Um resultado desejadoé mais eficientementeUm resultado desejado é mais eficientemente atingido quando os recursos e as atividades sãoatingido quando os recursos e as atividades são gerenciadas como um processo.gerenciadas como um processo. Identificar, entender e gerenciar um sistema deIdentificar, entender e gerenciar um sistema de processos inter-relacionados para um dadoprocessos inter-relacionados para um dado objetivo contribui para a melhoria da eficácia e daobjetivo contribui para a melhoria da eficácia e da eficiência.eficiência. Princípio 1 -Princípio 1 - Foco no ClienteFoco no Cliente Princípio 2 –LiderançaPrincípio 2 –Liderança Princípio 3 - Envolvimento das pessoasPrincípio 3 - Envolvimento das pessoas Princípio 4 - Abordagem de processoPrincípio 4 - Abordagem de processo Princípio 5 - Abordagem sistêmicaPrincípio 5 - Abordagem sistêmica Princípio 6 - Melhoria contínuaPrincípio 6 - Melhoria contínua Princípio 7 - Abordagem factual à tomada de decisãoPrincípio 7 - Abordagem factual à tomada de decisão Princípio 8 - Relacionamento mutuamente benéfico de fornecedoresPrincípio 8 - Relacionamento mutuamente benéfico de fornecedores Visão Tradicional X Visão por Processos ISO-9000:2000
  • 353.
    Sistema de trabalhoque exige novas habilidades, maior autonomia e compartilhamento de responsabilidade; Sistema gerencial descentralizado estimulando a cooperação e comunicação direta; Promove o trabalho em equipe, avaliando os resultados pelos resultados da equipe (fim do individualismo); As decisões são baseadas nas necessidades dos clientes; Quebra do paradigmaparadigma da visão por função, passando para a visão do todo. GESTÃO POR PROCESSOS É UMA MUDANÇA CULTURAL! Visão Tradicional X Visão por Processos
  • 354.
    Programa Conceito de Processos VisãoTradicional x Visão por Processos Principais etapas da GP Mudanças Significativas Permeabilidade dos processos Desafios da GP Integração da GP com o Sistema de Gestão Como usar a GP no dia-a-dia A GP e os Sistemas Normativos Sistema de Indicadores Criação da cultura de melhoria Estudo de caso – Case Politeno
  • 355.
    • Entenda seusprocessos • Faça um mapeamento através de fluxos Definir Processos Padronizar • Crie Padrões de Trabalho, defina os requisitos do cliente (Interno e Externo) Controlar • Defina Objetivos e Metas • Mensure-os • Audite-os Tratar as Anomalias • Mapeie as falhas dos processos • Registre e trate • Defina prioridades O PDCA na melhoria de processos empresariais. Principais Etapas da Gestão por Processos MelhorarCriando um Sistema
  • 356.
    SUB PROCESSO ATIVIDADE ATIVIDADE TAREFAS PROCESSOPROCESSO ATIVIDADEATIVIDADE Principais Etapas da Gestão por Processos 1 - Definir o Processo
  • 357.
    Planejar P &D Desenvolver Protótipo Desenvolver Lote Piloto Desenvolver Lote Comercial Relacionamento com o Cliente Aquisição Produção 1 2 3 2 3 4 Principais Etapas da Gestão por Processos Mapeamento do Processo Desenvolvimento de Protótipo
  • 358.
    ProduçãoEquipe Estabelecer Desenho doProduto 1 Engenharia Definir critérios e especificações para embalagem Definir critérios e especificações para manuseio e armazenagem Definir parâmetros de operação de equipamentos Elaborar Proc Interno Desenvolvimento de Lote Comercial Elaborar Inst. Trabalho Produzir Lote Piloto CQ Inspecionar Produto Avaliar processo produtivo Elaborar protocolo de verificação Problemas? Corrigir processo e alterar documentação Controle de Documentos SIM NÃO 1 Analisar criticamente Problemas? Definir ações a serem tomadas 3 NÃO SIM Validar Produto 3 3 Principais Etapas da Gestão por Processos
  • 359.
    INÍCIO: FIM: PLANO DA QUALIDADEDOS PROCESSOS INDICADORES: LIMITES DO PROCESSO MATERIAIS RECURSOS UTILIZADOS PARA REALIZAÇÃO DO PROCESSO ATIVIDADES Responsável ControleFornecedores Requisitos / Dados de Entrada Atividades ENTRADA Fluxograma do processo MACROPROCESSO: Logística Interna OBJETIVO DO PROCESSO: Receber e entregar M.P, insumos e materiais e disponibilizar para o armazém Recebimento da N.F encaminhada pela controladoria Entrega do material ao armazém ou almoxarifado RecebimentoPROCESSO: Recebimento de M.P, insumos e materiais Coleta de amostra para análise Verificação do produto adquirido Descarregamento de M.P, insumos e materiais Entrega de M.P, insumos e materiais para o almoxarifado Lançamento de NF no sistema Recepção de Insumos RECEBIMENTOSUPRIM.CQ FORNECEDOR Receber Produto Verificar Pedido no Sistema Existe Pedido? Comparar Nota Fiscal com Pedido Conforme? Item da Produção? Encaminhar produto para usuário Avaliar carga conforme Check-list Conforme? Identificar e armazenar produto na Área de Quarentenae encaminhar registros Realizar Ensaios Matéria-prima Especial? Avaliar Certificado de Análise Conforme? Liberar produto recebido Tratamento de Não Conformidade Suprimentos Consultar Suprimentos Autoriza recebimento? Devolver Produto 1 1 1 Gestão de Estoques SIM SIM SIM SIM SIM NÃO SIM NÃOSIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO Controle da Qualidade NÃO Devolver Produto? 1 SIM NÃO Lançar dadosno Sistema Lançar Nota Fiscal no Sistema 2 2 Principais Etapas da Gestão por Processos
  • 360.
    ISO-9000 Processos ISO-14001 Principais Etapas daGestão por Processos O Mapeamento utilizando as ISO´s Requisitos de Qualidade do Processo OHSAS-18001 Aspectos e Impactos dos processos Perigos e Danos dos processos SA-8000 Princípios Valores Conduta Ética Sistema Integrado de Gestão - SIG
  • 361.
    SUB PROCESSO ATIVIDADE ATIVIDADE TAREFAS PROCESSOPROCESSO ATIVIDADEATIVIDADE Principais Etapas da Gestão por Processos 2 - Padronize Manuais Procedimentos Instruções de Trabalho Descrição de função Matriz de habilidades Mapa de Competências
  • 362.
    Melhorar Manter Principais Etapas daGestão por Processos O PDCA
  • 363.
    Principais Etapas daGestão por Processos 3- Controle Estabeleça itens de Controle para medir seu processo • 5 Dimensões: Qualidade – Custo – Entrega – Segurança – Moral • BSC: Financeiro – Mercado – Processos – Aprendizado e Crescimento Por Tipo Por Importância Estratégico – Tático - Operacional
  • 364.
    Principais Etapas daGestão por Processos 3- Controle Mensure os custos do seu processo Custos de Prevenção – Investimentos para evitar custos Custos de Avaliação – inspeções, testes de insumos, calibração, aferição 1. Custos de Controle 2. Custos de Falha de Controle Custos de Falha Interna – defeitos verificados antes do produto ser entregue Custos de Falha Externa – defeitos encontrados após o produto
  • 365.
    Principais Etapas daGestão por Processos 3- Controle Criando itens de Controle por Processo Processo Atividade Item de Controle Compras Comprar materiais Desenvolver Fornecedores n.de pedidos n.de fornecedores Almoxarifado Receber materiais Movimentar materiais N.de recebimentos n. De requisições Produção Programar produção Controlar produção n. De produtos Número de lotes Eficiência
  • 366.
    Principais Etapas daGestão por Processos Melhorar4 - Trate as Anomalias Defina ocorrências prioritárias Produto fora de especificação Paradas de equipamentos Reclamações de Clientes Perdas maior que XX Trate as ocorrências prioritárias Ferramentas de análise de dados: Folha de Verificação, Histogramas, Pareto, FMEA (Failure Mode and Effect Analysis), Fluxogramas, Cartas de Controle, Diagrama de Dispersão Ferramentas de Geração de Idéia: Brainstorming, Causa e Efeito, Mapa de Raciocínio, Diagrama de afinidades Ferramentas de Tomada de Decisão: Matriz de Priorização, GUT
  • 367.
    Principais Etapas daGestão por Processos Melhorar5- Melhorar Melhoria Contínua, Aprendizado, Kaizen, etc... Como implantar de forma sistemática???? Definindo correlações entre o método e o resultado Melhorar o desempenho Dos empregados Programa de treinamento Matriz de Habilidades Causa Efeito Medir o resultado, analisar e acompanhar
  • 368.
    Programa Conceito de Processos VisãoTradicional x Visão por Processos Principais etapas da GP Mudanças Significativas Permeabilidade dos processos Desafios da GP Integração da GP com o Sistema de Gestão Como usar a GP no dia-a-dia A GP e os Sistemas Normativos Sistema de Indicadores Criação da cultura de melhoria Estudo de caso – Case Politeno
  • 369.
    Identificação de Pontos Críticos Eliminaçãode Situações de Retrabalho Clarificação das Operações e das Responsabilidades Maior Agilidade nos Processos Redução de Custos Construção da Memória Organizacional O que esperar da Gestão por Processos? Monitoramento de Indicadores de desempenho Eliminar Gargalos e Entraves do Processo Mudanças Significativas
  • 370.
    Mudanças Significativas A QuintaDisciplina A arte de enxergar a floresta e não só as árvores Pensamento Sistêmico Domínio Pessoal Modelos mentais Visão Compartilhada Aprendizagem em Equipe Peter Senger
  • 371.
    Um resultado desejadoé mais eficientementeUm resultado desejado é mais eficientemente atingido quando os recursos e as atividades sãoatingido quando os recursos e as atividades são gerenciadas como um processo.gerenciadas como um processo. Identificar, entender e gerenciar um sistema deIdentificar, entender e gerenciar um sistema de processos inter-relacionados para um dadoprocessos inter-relacionados para um dado objetivo contribui para a melhoria da eficácia e daobjetivo contribui para a melhoria da eficácia e da eficiência.eficiência. Princípio 1 - Foco no ClientePrincípio 1 - Foco no Cliente Princípio 2 –LiderançaPrincípio 2 –Liderança Princípio 3 - Envolvimento das pessoasPrincípio 3 - Envolvimento das pessoas Princípio 4 - Abordagem de processoPrincípio 4 - Abordagem de processo Princípio 5 -Princípio 5 - Abordagem sistêmicaAbordagem sistêmica Princípio 6 - Melhoria contínuaPrincípio 6 - Melhoria contínua Princípio 7 - Abordagem factual à tomada de decisãoPrincípio 7 - Abordagem factual à tomada de decisão Princípio 8 - Relacionamento mutuamente benéfico de fornecedoresPrincípio 8 - Relacionamento mutuamente benéfico de fornecedores Visão Tradicional X Visão por Processos ISO-9000:2000
  • 372.
    Programa Conceito de Processos VisãoTradicional x Visão por Processos Principais etapas da GP Mudanças Significativas Permeabilidade dos processos Desafios da GP Integração da GP com o Sistema de Gestão Como usar a GP no dia-a-dia A GP e os Sistemas Normativos Sistema de Indicadores Criação da cultura de melhoria Estudo de caso – Case Politeno
  • 373.
  • 374.
    Atender ao Pedidodo Cliente Colocação do Pedido Programação de Produção Compra de insumos Produção Análise do Produto Análise de Crédito Expedição Faturamento Pós Venda Visão Funcional Visão de Processo Exemplo da Permeabilidade dos Processos ao Longo da Organização Permeabilidade dos Processos
  • 375.
    VISÃO FUNCIONAL • Nãonos permite identificar claramente como as diversas áreas da empresa participam da geração dos Produtos e Serviços disponibilizados para seus clientes internos e externos. • Não nos permite identificar com clareza o que, como e para quem a empresa executa as atividades. • Não contempla as “áreas cinzentas” entre as diversas Áreas de Negócio, onde ocorrem muitas transferências de informações. Permeabilidade dos Processos
  • 376.
  • 377.
    Programa Conceito de Processos VisãoTradicional x Visão por Processos Principais etapas da GP Mudanças Significativas Permeabilidade dos processos Desafios da GP Integração da GP com o Sistema de Gestão Como usar a GP no dia-a-dia A GP e os Sistemas Normativos Sistema de Indicadores Criação da cultura de melhoria Estudo de caso – Case Politeno
  • 378.
    Preparar a culturada organização para mudanças, culminando na necessidade de se ter recursos humanos muito mais analíticos do que operacionais .... Desafios da Gestão por Processos Recursos Humanos Tecnologia da Informação Documentação Estratégia
  • 379.
    Qual o tamanhodo seu muro???? Fases Graudeavanço Básico Eficiente Excelente Classe Mundial Descontrole Desafios da Gestão por Processos
  • 380.
    Programa Conceito de Processos VisãoTradicional x Visão por Processos Principais etapas da GP Mudanças Significativas Permeabilidade dos processos Desafios da GP Integração da GP com o Sistema de Gestão Como usar a GP no dia-a-dia A GP e os Sistemas Normativos Sistema de Indicadores Criação da cultura de melhoria Estudo de caso – Case Politeno
  • 381.
    Visão Missão Valores Estratégias Processos Integração e usoda GP e os requisitos normativos Requisitos Normativos Documentação TI RHLegislação Controle Integrando a GP
  • 382.
    ISO-9001 ISO-14001 ISO-18001 SA-8000 NBR-16000 NBR-7791 Processos Organizacionais Segurança da Informação MeioAmbiente Saúde e Segurança Responsabilidade Social A Gestão Integrada Integração e uso da GP e os requisitos normativos
  • 383.
    4.1 Requisitos Geraisda ISO 9000 – 2000 • Estabelecer, documentar, implementar e manter um SGQ e melhorar continuamente a sua eficácia de acordo com os requisitos desta norma. •Identificar os processos necessários para o SGQ e sua aplicação por toda a organização. •Determinar a seqüência e interação destes processos. •Determinar critérios e métodos para assegurar que a operação e o controle desses processos sejam eficazes.... Integração e uso da GP e os requisitos normativos Integrando a GP com o Sistema de Gestão
  • 384.
    Matriz de Aspectos e Impactos Matrizde Perigos e Danos Mapa de Processos Requisitos que afetam a qualidade Integração e uso da GP e os requisitos normativos
  • 385.
    Critério 7 –Processos Integraçãoe uso da GP e os requisitos normativos • Processos de Produto • Processos de Apoio • De Fornecedores • Financeiro Requisitos, Padrão, Controle e Melhoria
  • 386.
    Primários ou Chave Estãoligados diretamente à produção do produto que a organização tem por objetivo disponibilizar para seus clientes. Corresponde ao conjunto de atividades realizadas para projetar, produzir, comercializar e disponibilizar produtos e serviços a clientes. Representam a relação da empresa com o meio externo. Suporte ou de Apoio São todos os processos que suportam os processos primários, dando-lhes apoio para que possam existir. Estão voltados à administração de recursos. Integração e uso da GP e os requisitos normativos Classificação dos Processos
  • 387.
    Gerenciais São centrados nosgerentes e nas suas relações. Incluem ações de medição e ajuste do desenvolvimento da organização. Integração e uso da GP e os requisitos normativos Classificação dos Processos
  • 388.
    RESPONSABILIDADE DA direção RESPONSABILIDADE DA direção GESTÃO DE RECURSOS GESTÃO DE RECURSOS MEDIÇÃO, ANÁLISEE MELHORIA MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIA S A T I S F A Ç Ã O C L I E N T E REALIZAÇÃO DO PRODUTO PRODUTO/ SERVIÇO R E Q U I S I T O S MELHORIA CONTÍNUA DOMELHORIA CONTÍNUA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADESISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MELHORIA CONTÍNUA DOMELHORIA CONTÍNUA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADESISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE C L I E N T E SAÍDA MODELO DE SGQ BASEADO EM PROCESSOMODELO DE SGQ BASEADO EM PROCESSO Integração e uso da GP e os requisitos normativos ENTRADA ISO-9000:2000
  • 389.
    TreinamentoDocumentação Indicadores Controle Gestão porProcessos Metodologia Auditorias Fornecedor Cliente Como usar a GP no dia-a-dia
  • 390.
    Integração e usoda GP e os requisitos normativos Como usar a GP no dia-a-dia Avaliação de Desempenho Cliente x Fornecedor
  • 391.
    Programa Conceito de Processos VisãoTradicional x Visão por Processos Principais etapas da GP Mudanças Significativas Permeabilidade dos processos Desafios da GP Integração da GP com o Sistema de Gestão Como usar a GP no dia-a-dia A GP e os Sistemas Normativos Sistema de Indicadores Criação da cultura de melhoria Estudo de caso – Case Politeno
  • 392.
    A importância demedir o desempenho dos Processos • Influência na cultura de organização: resultado como prioridade • Clareza e alinhamento do pensamento: senso de importância • Linguagem comum • Maior capacidade de ação e reação Sistema de Indicadores
  • 393.
    O Sistema deIndicadores e a GP - Visão integrada da organização - O Sistema de indicadores deve refletir a lógica dos processos - Incorporação por todos os níveis - Conseqüências claras do desempenho Sistema de Indicadores
  • 394.
    Cuidados com oSistema de medição Medir muitos indicadores, sem estabelecer a prioridade e a hierarquia; Medir “apenas” para controle das metas em vez de enfoque na melhoria; Medir para cortar custos, em vez de melhorar o desempenho e a qualidade; Sistema de Indicadores
  • 395.
    Criação de umadinâmica de melhoria contínua permitindo ganhos significativos às empresas em termos de desempenho, eficiência e eficácia. Conclusão
  • 396.
  • 397.
    VISÃO Ser reconhecidacomo a melhor marca de polietileno da América do Sul MISSÃO Produzir e Comercializar competitivamente resinas termoplásticas e seus derivados VALORES (Objetivos Permanentes) • Segurança em 1º lugar • Satisfação dos Clientes • Foco Nos Resultados • Excelência nos processos e produtos • Inovação • Trabalho em Equipe •Aprendizado Contínuo •Respeito às Leis e a Comunidade •Conduta Ética Filosofia Empresarial
  • 398.
    MODELO DE GESTÃOPOLITENO MODELO DE GESTÃO Baseada nos princípios do TQC (Total Quality Control) Visão de Futuro (Planejamento Estratégico e Balanced Scorecard) Solução de Problemas (Six Sigma e Relatório de Anomalias (ROA)) Controle dos Processos ( ISO 9001, ISO 14001 e NR 13) Excelência nos processos Critérios de Excelência do PNQ Melhoria Contínua Ferramentas da Qualidade Comprometimento e Desafio (PLR) Foco em Resultados Gerenciamento da Rotina e GPD Melhoria do Ambiente e Qualidade de Vida (5S E Pró Vida) Trabalho em Equipe (CCQ e grupos Multifuncionais) Inovação Benchmarking
  • 399.
    PROJETOS INDUSTRIAIS Identificação deNecessidade / Estudo de Viabilidade / Detalhamento / Construção Clientes Acionistas Pessoas Sociedade Fornecedores DIAGRAMA DOS PROCESSOS ORGANIZACIONAIS Tesouraria/Mercado Exterior/Seguros/Contas a Pagar/Gestão de Crédito/Fiscal/Custos/Contabilidade/Ativo Fixo A P O I O C L I E N T E S P R I M Á R I O S RECURSOS HUMANOS CONTROLADORIA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Gestão de Redes e Telecomunicações / Gestão de Sistemas, Informações e Conteúdo Internet / Gestão de Equipamentos / Help Desk Recrutamento e Seleção / Capacitação e Desenvolvimento / Plano de Remuneração / Gestão de Benefícios/ Rotina de Pessoal Elaboração do Orçamento / Acompanhamento do Orçamento / Estudo de Viabilidade Inspeção / Engenharia de Manutenção / Planejamento e Programação / Execução de Serviços DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA Controle de Documentos Internos e Externos/ Controle de Registros ORÇAMENTO ECONTROLE C L I E N T E S A P O I O G E R E N C I A I S JURÍDICO Cumprimento do Código de Ética / Cumprimento-Atualização da Legislação / Gestão dos Projetos Sociais / Tratamento de Preocupações Análise de Relações Jurídicas / Contenciosos Judiciais e Administrativos / Gestão Societária RESPONSABILIDADESOCIAL Recebimento de Amostras / Análises / Estocagem de contra prova / classificação da resina e definição de lote MANUTENÇÃO LABORATÓRIO AQUISIÇÃO -Compras -Recebimento -Armazenamento -Expedição -Controle de Estoque DESENVOLV. DEPRODUTOS -Planej. Do Produto -Desenvolvimento -Alterações do Produto PRODUÇÃO - Produção - Controle de Produto LOGÍSTICA - PCP -Ensaque -Armazenamento -Expedição -Entrega ao Cliente VENDAS - Vendas - Colocação do Pedido - Reclamações CAC Planejamento Estratégico Análise Crítica Auditoria Interna Ações Corretivas e Preventivas Medição do Desempenho Benchmarking CCQ Normas Administrativas Gestão de Fornecedores Six Sigma Interação com as Partes Interessadas Gestão das Áreas Críticas do Conhecimento Ambiente de Trabalho Sistema de Garantia da Qualidade do Produto MARKETING - Plano de Marketing - Pesquisa - Plano de Comunicação ASSIST. TÉCNICA - Visitas - - Apoio Técnico 1ª versão do Mapa de Processos
  • 400.
  • 401.
    Definindo a Metodologiade Implantação Sistemática 1. Mapeamento1. Mapeamento 2. Análise2. Análise 3. Proposta de Melhoria 3. Proposta de Melhoria 4. Redesenho4. Redesenho 5. Implantação5. Implantação
  • 402.
    Aquisição de umaFerramenta especializada Após análise criteriosa, a POLITENO adotou a ferramenta QPR Process Guide em decorrência dos seguintes fatores: Permite a disponibilização imediata, via Portal, dos processos mapeados; Permite qualificar os profissionais nos conceitos teóricos e práticos de modelagem de processo; Pemite a extração e impressão de relatórios; Mapear os processos organizacionais conciliando-os com as estratégias formuladas;
  • 403.
    Necessidade da implantação deuma Gestão orientada à Processos 1. Mapeamento1. Mapeamento • Definição da missão do processo – para que ele existe • Levantamento de atividades • Interfaces/fronteiras com outros processos/áreas • Mapeamento de Entradas e Saídas • Fornecedores e Clientes • Grau de automação • Itens de controle • Atividades Críticas Área de Qualidade, Analista de Processo, Usuários, Ferramenta QPR
  • 404.
    SUBPROCESSOSUBPROCESSO ATIVIDADE ATIVIDADE AUTOMATIZADA PROCESSO DECISÃO USUÁRIO INTERNO Fluxo CLIENTESEXTERNOS FORNECEDORES EXTERNOS Padrão de modelagem politeno - Modelo base Depósito de Informações Manual de Identidade OrganizacionalManual de Identidade Organizacional
  • 405.
    2. Análise2. Análise Análisede Processo e a Melhoria Organizacional O processo/atividade é necessário? Agrega valor? Qual o seu impacto para a empresa? Como está seu desempenho? Poderia ser melhor? Existe gargalos? As responsabilidades estão definidas? Quais são as expectativas dos clientes internos? Que ferramentas são utilizadas? A estrutura está adequada? Gestor da área, usuários, equipe de análise Comitês de Melhorias
  • 406.
    PROCESSOS GERENCIAIS PROCESSOS DEAPOIO COMERCIALIZAÇÃO SUPRIMENTO PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO PRODUÇÃO ENSAQUE ARMAZENAMNETO E EXPEDIÇÃO DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO C L I E N T E S E M P R E G A D O S A C I O N I S T A S F O R N E C E D O R E S S O C I E D A D E C L I E N T E S E M P R E G A D O S A C I O N I S T A S F O R N E C E D O R E S S O C I E D A D E Processos Mapa de Processos Polit eno Processos Mapa de Processos Polit eno ATENDIMENTO AO CLIENTE PROCESSOS PRIMÁRIOS - CADEIA PRODUTIVA DEMANDA ATUAL NOVA DEMANDA EAP CONDIÇÃO DE SÍNTESE PREVISÃO DE VENDA PREVISÃO CONSUMO ESTOQUE PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO PROGRAMAÇÃO DE ENSAQUE PROGRAMAÇÃO DE EXPEDIÇÃO S A T I S F A Ç Ã O R E Q U I S I T O S
  • 407.
    08. MANUTENÇÃO 09. ORÇAMENTOE CONTROLE 10. JURÍDICO 11. PROJETOS INDUSTRIAIS 12. RECURSOS HUMANOS 13. CONTROLADORIA 14. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 16. GESTÃO DA QUALIDADE 17. SEGURANÇA, SAÚDE E MEIO AMBIENTE 18. INFRAESTRUTURA 15. DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA PROCESSOS DE APOIO
  • 408.
    20. BENCHMARKING 19. NORMAS ADMINISTRATIVAS 21.GESTÃO DO CONHECIMENTO 22. GESTÃO DE FORNECEDORES PROCESSOS GERENCIAIS
  • 409.
    Exemplo: Abertura doProcesso de SuprimentoExemplo: Abertura do Processo de Suprimento
  • 410.
    Exemplo de umprocesso: Suprimento Itemização
  • 411.
  • 412.
    Sistema de Documentação Sistemade Documentação Manual Procedimentos/ Normas Instruções de Trabalho Legislações/ Requisitos Registros Sistema com acesso Web, Organizado por processos
  • 413.
    Sistema de GestãoPoliteno PROCESSOS GERENCIAIS PROCESSOS DE APOIO COMERCIALIZAÇÃO SUPRIMENTO PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO PRODUÇÃO ENSAQUE ARMAZENAMNETO E EXPEDIÇÃO DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO C L I E N T E S E M P R E G A D O S A C I O N I S T A S F O R N E C E D O R E S S O C I E D A D E C L I E N T E S E M P R E G A D O S A C I O N I S T A S F O R N E C E D O R E S S O C I E D A D E Processos Mapa de Processos Polit eno Processos Mapa de Processos Polit eno ATENDIMENTO AO CLIENTE PROCESSOS PRIMÁRIOS - CADEIA PRODUTIVA DEMANDA ATUAL NOVA DEMANDA EAP CONDIÇÃO DE SÍNTESE PREVISÃO DE VENDA PREVISÃO CONSUMO ESTOQUE PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO PROGRAMAÇÃO DE ENSAQUE PROGRAMAÇÃO DE EXPEDIÇÃO S A T I S F A Ç Ã O R E Q U I S I T O S Mapa de ProcessosMapa de Processos Padrões de TrabalhoPadrões de Trabalho Controle do DesempenhoControle do Desempenho GIROGIRO Tratamento de AnomaliaTratamento de Anomalia
  • 414.
    A GP comocultura A Modelagem de processos Projeto que promovia um redesenho pontual Custo alto, não é sistemático, é reativo Gestão por processos Gestão de Mudanças Custo baixo, é sistemático, é pró- ativo ANTES HOJE
  • 415.
    A adoção destametodologia tem sido um instrumento poderoso para evoluirmos na melhoria de desempenho e competitividade.... Empresas de Alto DesempenhoEmpresas de Alto Desempenho Em BuscadaExcelência PessoasPessoas Desenvolver uma organização ágil, capaz de transformar-se por si mesma, com uma nova cultura RecursosRecursos Utilizar eficientemente os recursos e a tecnologia ProcessosProcessos Fortalecer os processos com práticas de classe mundial EstratégiaEstratégia Desenvolver estratégias concretas para competir
  • 416.
    Estrutura do Sistemade IndicadoresEstrutura do Sistema de Indicadores Estratégias Processos Estrutura Organizacional Financeira Aprendizado e Crescimento Processos Clientes
  • 417.
    Sistema de MediçãodoSistema de Medição do DesempenhoDesempenho
  • 418.
    Mapa EstratégicoMapa Estratégico Desempenhopor EstratégiasDesempenho por Estratégias
  • 419.
  • 420.
  • 421.
  • 422.
  • 423.
    Os Indicadores esuas MétricasOs Indicadores e suas Métricas
  • 424.
    Médias Anuais MovimentaçãoMensal Orientação Record Benchmarking Unidade de Medida Indicador Gráficos e Informações que permitem uma análise críticaGráficos e Informações que permitem uma análise crítica Apurada do negócioApurada do negócio Projeções 99 100 100
  • 425.
  • 426.
    Plano de Ação PlanodePlano de AçãoAção
  • 427.
  • 428.
    Indicadores Pai eFilhosIndicadores Pai e Filhos
  • 429.
    Mensagem A melhor formade entender um arquétipo (processo), é diagramar sua própria versão dele. Quanto mais trabalhar nele, melhor poderá reconhecê-los e encontrar sua alavancagem. Peter Senge
  • 430.
    NBR ISO 9001:2000NBRISO 9001:2000 REVISÃO GERALREVISÃO GERAL
  • 431.
    NBR ISO 9001:2000NBRISO 9001:2000 CONCEITO DECONCEITO DE PDCAPDCA
  • 432.
    A NBR ISO9001 FOIA NBR ISO 9001 FOI DESENVOLVIDADESENVOLVIDA SOB O CONCEITO DE PDCASOB O CONCEITO DE PDCA P C A P C D PLANEJAR : ESTABELECER OS OBJETIVOS E PROCESSOS NECESSÁRIOS PARA FORNECER RESULTADOS DE ACORDO COM OS REQUISITOS DO CLIENTE E POLÍTICAS DA ORGANIZAÇÃO CONTROLAR: MONITORAR E MEDIR PROCESSOS E PRODUTOS EM RELAÇÃO ÀS POLÍTICAS, AOS OBJETIVOS E AOS REQUISITOS PARA O PRODUTO E RELATAR OS RESULTADOS AGIR: EXECUTAR AÇÕES PARA PROMOVER CONTINUAMENTE A MELHORIA DO DESEMPENHO DO PROCESSO FAZER: IMPLEMENTAR OS PROCESSOS D A
  • 433.
    RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃO RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃO GESTÃO DE RECURSOS GESTÃO DE RECURSOS MEDIÇÃO, ANÁLISEE MELHORIA MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIA ENTRADA S A T I S F A Ç Ã O C L I E N T E REALIZAÇÃO DO PRODUTO PRODUTO/ SERVIÇO R E Q U I S I T O S MELHORIA CONTÍNUA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE C L I E N T E SAÍDA MODELO DE SGQMODELO DE SGQ BASEADO EM PROCESSOBASEADO EM PROCESSO Agrega valor Informação
  • 434.
    DOCHECK 4.1 REQUISITOS GERAISDO SGQ A ORGANIZAÇÃO DEVE: ESTABELECER, DOCUMENTAR, IMPLEMENTAR E MANTER UM SGQ E MELHORAR CONTINUAMENTE A SUA EFICÁCIA a) IDENTIFICAR OS PROCESSOS NECESSÁRIOS PARA O SGQ E SUA APLICAÇÃO POR TODA A ORGANIZAÇÃO. b) DETERMINAR A SEQÜÊNCIA E INTERAÇÃO DESTES PROCESSOS. c) DETERMINAR CRITÉRIOS E MÉTODOS PARA ASSEGURAR QUE A OPERAÇÃO E O CONTROLE DESSES PROCESSOS SEJAM EFICAZES. d) ASSEGURAR A DISPONIBILIDADE DE RECURSOS E INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS PARA APOIAR A OPERAÇÃO E O MONITORAMENTO DOS PROCESSOS. e) MONITORAR, MEDIR E ANALISAR ESSES PROCESSOS f) IMPLEMENTAR AÇÕES NECESSÁRIAS PARA ATINGIR OS RESULTADOS PLANEJADOS E A MELHORIA CONTÍNUA DESSES PROCESSOS. 4.0 SISTEMA DE GESTÃO4.0 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADEDA QUALIDADE Quando a organização optar por adquirir externamente algum processo que afete a conformidade do produto, esta deve assegurar o controle desses processos e identificar no SGQ
  • 435.
    4.2 REQUISITOS DE4.2REQUISITOS DE DOCUMENTAÇÃODOCUMENTAÇÃO 4.2.1 – Documentos Requeridos a) Política da Qualidade, b) Objetivos da Qualidade, c) Manual da Qualidade, d) 6 Procedimentos requeridos pela Norma e) Outros que a empresa julgar necessário, para garantir o planejamento, a operação e o controle eficazes dos processos f) Registros requeridos pela norma -Controle de Documentos - Controle de Registros - Controle de Produto Não- Conforme - Auditoria Interna - Ação Corretiva - Ação Preventiva
  • 436.
    4.2 REQUISITOS DE4.2REQUISITOS DE DOCUMENTAÇÃODOCUMENTAÇÃO 4.2.2 – Manual da Qualidade a) Escopo e justificativa de Exclusões, b) Procedimentos ou referência a eles, c) Interação entre os Processos do SGQ
  • 437.
    4.2.3 Controle dedocumentos 4.2 REQUISITOS DE4.2 REQUISITOS DE DOCUMENTAÇÃODOCUMENTAÇÃO DEFINIR A NECESSIDADE DE DOCUMENTAÇÃO DESENVOLVER A DOCUMENTAÇÃO ANÁLISE CRÍTICA E APROVAÇÃO ANTES DA EMISSÃO DISPONIBILIDADE NO LOCAL DE USO ATUALIZAR A DOCUMENTAÇÃO MUDANÇAS? OBSOLETO? IDENTIFICAR SE RETIDO SIM SIM NÃO
  • 438.
    4.2 REQUISITOS DE4.2REQUISITOS DE DOCUMENTAÇÃODOCUMENTAÇÃO IDENTIFICAR ARMAZENAR PROTEGER RETER DESCARTAR FINDO TEMPO?CONSULTA? RECUPERAR NÃO SIM SIM 4.2.4 Controle de Registros
  • 439.
    DOCHECK ACTION 5.1 Comprometimento daAlta Direção a) A COMUNICAÇÃO À ORGANIZAÇÃO DA IMPORTÂNCIA DE ATENDER AOS REQUISITOS DOS CLIENTES, COMO TAMBÉM AOS REQUISITOS REGULAMENTARES E ESTATUTÁRIOS. b) O ESTABELECIMENTO DA POLÍTICA DA QUALIDADE. c) A GARANTIA DE QUE SÃO ESTABELECIDOS OS OBJETIVOS DA QUALIDADE. d) A CONDUÇÃO DE ANÁLISES CRÍTICAS PELA ALTA DIREÇÃO. e) A GARANTIA DA DISPONIBILIDADE DE RECURSOS. 5.0 RESPONSABILIDADE5.0 RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃODA DIREÇÃO
  • 440.
    5.2 – Focono cliente Assegurar determinação e atendimento aos requisitos do cliente para aumentar sua satisfação 5.0 RESPONSABILIDADE5.0 RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃODA DIREÇÃO
  • 441.
    5.3 – Políticada Qualidade Apropriada, comprometida em atender aos requisitos e com a melhoria contínua do SGQ, entendida e analisada 5.0 RESPONSABILIDADE5.0 RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃODA DIREÇÃO DEFINIR POLÍTICA DA QUALIDADE ADEQUADA COMUNICAR A POLÍTICA DA QUALIDADE NA ORGANIZAÇÃO ANALISAR CRITICAMENTE A POLÍTICA DA QUALIDADE ADEQUADA? SIM NÃO
  • 442.
    5.05.0 RESPONSABILIDADERESPONSABILIDADE DA DIREÇÃODADIREÇÃO 5.4 - PLANEJAMENTO 5.4.1 – Objetivos da Qualidade Coerentes com a Política da Qualidade e mensuráveis 5.4.2 – Planejamento do SGQ a) Para satisfazer o requisito 4.1 e Objetivos da Qualidade b) Para manter o SGQ durante as mudanças
  • 443.
    5.05.0 RESPONSABILIDADERESPONSABILIDADE DA DIREÇÃODADIREÇÃO 5.5 – Responsabilidade, Autoridade e Comunicação 5.5.1 - Definidas e conhecidas por todos, 5.5.2 - Representante da Direção para manutenção do SGQ 5.5.3 - Meios de comunicação quanto ao desempenho do SGQ
  • 444.
    5.05.0 RESPONSABILIDADERESPONSABILIDADE DA DIREÇÃODADIREÇÃO 5.6 – Análise Crítica pela Direção Para assegurar pertinência, adequação e eficácia do SGQ ANÁLISE a) Resultados de auditoria b) Realimentação do cliente c) Desempenho de processo e conformidade do produto d) Situação de ações preventivas e corretivas e) Acompanhamento de ações oriundas de auditorias anteriores f) Mudanças que possam afetar o SGQ g) Recomendações de Melhoria a) Melhoria da Eficácia do SGQ e dos Processos b) Melhoria do Produto em relação aos requisitos do cliente c) Necessidades de recursos
  • 445.
    6.1. Provisão deRecursos A organização deve determinar e recursos necessários para: a) Implementar e manter o sistema de gestão da qualidade e melhorar continuamente sua eficácia, e b) Aumentar a satisfação de clientes mediante o atendimento aos seus requisitos 6.0 GESTÃO DE6.0 GESTÃO DE RECURSOSRECURSOS
  • 446.
    6.2. Recursos Humanos COMPETENTE= educação, treinamento, habilidade e experiência apropriados LEVANTAR NECESSIDADES – PROVER COMPETÊNCIA ANALISAR EFICÁCIA CONSCIENTE = importância do seu trabalho para atender requisitos REGISTRO = competência 6.0 GESTÃO DE6.0 GESTÃO DE RECURSOSRECURSOS
  • 447.
    6.3. Infra-estrutura Necessária paraalcançar a conformidade com os requisitos do produto  edifícios, espaço de trabalho e instalações associadas equipamentos de processo (tanto materiais e equipamentos quanto programas de computador) serviços de apoio (tais como transporte e comunicação). 6.0 GESTÃO DE6.0 GESTÃO DE RECURSOSRECURSOS
  • 448.
    6.4. Ambiente deTrabalho Necessário para alcançar a conformidade com os requisitos do produto -Calor -Iluminação -Ventilação -Ruído, etc. 6.0 GESTÃO DE6.0 GESTÃO DE RECURSOSRECURSOS
  • 449.
    7.1. Planejamento daRealização do Produto Deve determinar, quando apropriado:  Objetivos da qualidade e requisitos para o produto.  A necessidade para estabelecer processos e documentos, e prover recursos específicos para o produto.  Verificação, validação, monitoramento, inspeção e atividades de ensaio requeridos, específicos para o produto, bem como critério para a aceitação do produto.  Registros necessários para fornecer evidências de que o processo de realização e o produto resultante atendem aos requisitos. 7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO DO PRODUTODO PRODUTO
  • 450.
    ESPECIFICAR REQUISITOS DO PRODUTO IDENTIFICAR REQUISITOS DO CLIENTE ANALISAR REQUISITOS CONFIRMAR REQUISITOS FIRMAR CONTRATO/ PEDIDO MANTER MEIOSDE COMUNICAÇÃO 7.2 Processos relacionados a clientes REGISTRAR 7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO DO PRODUTODO PRODUTO
  • 451.
    7.3 Projeto eDesenvolvimento Planejar Projeto Determinar Requisitos Desenvolver Projeto Analisar Projeto Desenvolver Produto Verificar Produto Validar Produto Controlar Alterações REGISTRAR REGISTRAR REGISTRAR REGISTRAR REGISTRAR 7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO DO PRODUTODO PRODUTO
  • 452.
    7.4 Aquisição ACOMPANHAR DESEMPENHO FORNECEDORES ESPECIFICAR MATERIAIS E INSUMOS AVALIARE SELECIONAR FORNECEDORES COMPRAR INSPECIONAR REGISTRAR 7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO DO PRODUTODO PRODUTO
  • 453.
    Especificar Produto Métodos de Fabricação Determinar Máqs +Equits Determinar Pontos de Monitoramento Produzir e Monitorar Liberar Produto Entregar Atividades Pós Entrega 7.5.1 – Controle de Produção e fornecimento de serviço IDENTIFICARIDENTIFICAR REGISTRAR RASTREABILIDADEREGISTRAR RASTREABILIDADE PRESERVAR PROP.CLIENTEPRESERVAR PROP.CLIENTE PRESERVAR PRODUTOPRESERVAR PRODUTO CONTROLAR D M & MCONTROLAR D M & M Validar Processos 7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO DO PRODUTODO PRODUTO REGISTRAR 7.5.2-Validação de Processos de produção e fornecimento de serviços
  • 454.
    7.5.3 – Identificaçãoe Rastreabilidade RASTREAR IDENTIFICAR MATERIAIS INSUMOS PRODUTOS IDENTIFICAR QUANTO A SITUAÇÃO DE INSPEÇÃO IDENTIFICAÇÃO UNICA INSPECIONAR REGISTRAR 7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO DO PRODUTODO PRODUTO
  • 455.
    7.5.4 – Propriedadedo Cliente 7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO DO PRODUTODO PRODUTO IDENTIFICAR VERIFICAR PROTEGER SALVAGUARDAR INFORMAR ADEQUADA? SIM NÃO REGISTRAR
  • 456.
    7.5.5 – Preservaçãodo Produto ESTABELECER LOCAIS PARA ARMAZENAMENTO IDENTIFICAR FORMAS DE PRESERVAÇÃO PROTEGER CONTRA DANOS OU DETERIORAÇÃO DEFINIR MÉTODOS PARA MANUSEIO 7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO DO PRODUTODO PRODUTO
  • 457.
    7.6 Controle dedispositivos de medição e monitoramento DETERMINAR M & M NECESSÁRIA PROVER DISPOSISTIVOS DE M & M EXECUTAR M & M SOFTWARE M & M ? CONFIRMAR ADEQUAÇÃO Não Sim CALIBRADO? CALIBRAR OU VERIFICAR IDENTIFICAR A SITUAÇÃO Não Sim 7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO DO PRODUTODO PRODUTO REGISTRAR
  • 458.
     Calibrar ouverificar os dispositivos de medição e monitoração em intervalos especificados ou antes do uso, frente a padrões nacionais ou internacionais. Quando tais padrões não existirem, registrar a base de verificação  Ajustar ou reajustar, conforme necessário  Identificar para possibilitar a determinação da situação da calibração  Salvaguardar os DMM de ajustes que invalidem a calibração  Proteger os DMM contra danos e deterioração durante o manuseio, manutenção & armazenamento  Registrar os resultados de calibração  Avaliar e registrar a validade dos resultados anteriores, quando o dispositivo for encontrado fora de calibração 7.0 REALIZAÇÃO7.0 REALIZAÇÃO DO PRODUTODO PRODUTO
  • 459.
    DOCHECK ACTION 8.1 - PLANEJARE IMPLEMENTAR OS PROCESSOS NECESSÁRIOS DE MONITORAMENTO, MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIA PARA:  Demonstrar a conformidade do produto.  Assegurar a conformidade do SGQ.  Melhorar continuamente a eficácia do SGQ. Isto deve incluir a determinação dos métodos aplicáveis, incluindo técnicas estatísticas, e a extensão de seu uso. 8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIAE MELHORIA
  • 460.
    8.2 Medição emonitoramento 8.2.1 Satisfação do Cliente 8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIAE MELHORIA
  • 461.
    8.2 Medição emonitoramento 8.2.2 Auditorias Internas PLANEJAR REALIZAR ACOMPANHAR 8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIAE MELHORIA CONSIDERAR: - Resultados de Auditorias Anteriores - Situação e Importância dos Processos REGISTRAR
  • 462.
    8.2.3 Medição eMonitoramento de Processos • Demonstrar a capacidade dos processos de atingirem os resultados planejados • Quando os resultados planejados não forem atingidos, correções e ações corretivas devem ser tomadas para assegurar conformidade do produto ATIVIDADES + RECURSOS SAIDAENTRADA PROCESSO ATIVIDADES + RECURSOS ATIVIDADES + RECURSOS ATIVIDADES + RECURSOS MONITORAR 8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIAE MELHORIA MEDIR
  • 463.
    8.2.4 Medição eMonitoramento do Produto 8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIAE MELHORIA Monitorar e medir as características do produto Conformidade C/critério de aceitação Registrar evidência de conformidade SIM Liberação ou entrega do produto Todos os testes OK ? Concessão? SIM SIM NÃO NÃO NÃO REGISTRAR
  • 464.
    DETECTAR PRODUTO NÃO- CONFORME IDENTIFICAR / SEGREGAR REGISTRAR ANALISARE CORRIGIR 8.3 Controle de Produto Não-Conforme REPARAR RETRABALHAR RECLASSIFICAR ACEITO SOB CONCESSÃO SUCATEAR REGISTRAR 8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIAMELHORIA
  • 465.
    8.4 Análise deDados Para demonstrar a adequação e eficácia do SGQ e para avaliar onde melhorias contínuas da eficácia do SGQ podem ser realizadas. satisfação de clientes. conformidade com os requisitos do produto. características e tendências dos processos e produtos, incluindo oportunidades para ações preventivas. fornecedores. 8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIAMELHORIA
  • 466.
    DOCHECK ACTION 8.5.1 – MELHORIACONTÍNUA A organização deve continuamente melhorar a eficácia do SGQ por meio do uso da:  política da qualidade  objetivos da qualidade  resultados de auditorias  análise de dados  ações corretivas e preventivas  análise crítica pela alta direção 8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIAMELHORIA
  • 467.
    ANÁLISE DA NÃO CONFORMIDADE (REC.CLIENTE) IDENTIFICAÇÃO DASCAUSAS AVALIAÇÃO NECESSIDADE AÇÃO CORRETIVA IMPLANTAÇÃO AÇÃO CORRETIVA REGISTRO DOS RESULTADOS ANÁLISE DA EFICÁCIA AC TOMADA PLANEJAMENTO IMPLANTAÇÃO 8.5.2 Ação Corretiva REGISTRAR 8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIAMELHORIA
  • 468.
    ANÁLISE DA NÃO CONFORMIDADE POTENCIAL IMPLANTAÇÃO AÇÃO PREVENTIVA REGISTRODOS RESULTADOS ANÁLISE DA EFICÁCIA AP TOMADA PLANEJAMENTO IMPLANTAÇÃO 8.5.3 Ação Preventiva REGISTRAR 8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE8.0 MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIAE MELHORIA IDENTIFICAÇÃO DAS CAUSAS AVALIAÇÃO NECESSIDADE AÇÃO CORRETIVA

Notas do Editor

  • #298 Neste módulo devem ser passadas informações essenciais que um auditor deve buscar em cada requisito, isto é, aspectos relevantes. Os exercícios complementarão este conhecimento. IMPORTANTE: NÃO É PARA SER DADA INTERPRETAÇÃO DA NORMA, PARA ISTO TEMOS O CURSO DE INTERPRETAÇÃO.
  • #299 Neste módulo devem ser passadas informações essenciais que um auditor deve buscar em cada requisito, isto é, aspectos relevantes. Os exercícios complementarão este conhecimento. IMPORTANTE: NÃO É PARA SER DADA INTERPRETAÇÃO DA NORMA, PARA ISTO TEMOS O CURSO DE INTERPRETAÇÃO.
  • #302 Existem 3 tipos de processos que formam o SGQ: Processos Gerenciais – dão as diretrizes para o sistema Processos de Negócio ou clientes – tratam diretamente em identificar e atender aos requisitos do cliente Processos Suporte, dão apoio aos demais processos, para que eles possam atender as necessidades e expectativas dos clientes Todos eles precisam ser Planejados – Executados – Monitorados e Melhorados (P_D_C_A)
  • #303 Deixar como exercício para casa que eles identifiquem quantos são os registros exigidos pela norma (Resposta: 18 registros, isto incluindo o 7.5.2). Notar que no item 7.1 pede que a empresa planeje os outros registros que ela julgar necessário (daí nascerão os demais registros requeridos pela organização ou/e órgão competentes)
  • #325 This clause directs the organisation to determine the monitoring and measuring (M&amp;M) to be undertaken and then provide and use the necessary and adequate devices. The steps of this process are straightforward as can be seen above, but the content of the activities involved can vary greatly depending on the complexity of the product and process. The main problems arise with the issue of the calibration of the devices and the application of the requirements to each particular situation (see next page).
  • #326 This clause is more flexible than in previous editions of the standard, but it is still the clause against which most non conformances are written during an audit. This is mainly because of lack of understanding of the theory involved and the importance of measurements in process and product control and improvement. Compounded with insufficient training of both quality control personnel and auditors (internal and in many cases external), the result of the measuring process and the following analysis of data becomes frequently a futile exercise, since in many cases the data is not reliable. The Standard, in a note, suggests using ISO 10012 as a guide in implementing this clause. The external auditor should have a working knowledge of this subject, so he can judge if the organisation’s measuring system and measuring equipment are really adequate, on one side, and avoiding “inventing” requirements that simply do not exist.
  • #432 Neste módulo devem ser passadas informações essenciais que um auditor deve buscar em cada requisito, isto é, aspectos relevantes. Os exercícios complementarão este conhecimento. IMPORTANTE: NÃO É PARA SER DADA INTERPRETAÇÃO DA NORMA, PARA ISTO TEMOS O CURSO DE INTERPRETAÇÃO.
  • #433 Neste módulo devem ser passadas informações essenciais que um auditor deve buscar em cada requisito, isto é, aspectos relevantes. Os exercícios complementarão este conhecimento. IMPORTANTE: NÃO É PARA SER DADA INTERPRETAÇÃO DA NORMA, PARA ISTO TEMOS O CURSO DE INTERPRETAÇÃO.
  • #436 Existem 3 tipos de processos que formam o SGQ: Processos Gerenciais – dão as diretrizes para o sistema Processos de Negócio ou clientes – tratam diretamente em identificar e atender aos requisitos do cliente Processos Suporte, dão apoio aos demais processos, para que eles possam atender as necessidades e expectativas dos clientes Todos eles precisam ser Planejados – Executados – Monitorados e Melhorados (P_D_C_A)
  • #437 Deixar como exercício para casa que eles identifiquem quantos são os registros exigidos pela norma (Resposta: 18 registros, isto incluindo o 7.5.2). Notar que no item 7.1 pede que a empresa planeje os outros registros que ela julgar necessário (daí nascerão os demais registros requeridos pela organização ou/e órgão competentes)
  • #459 This clause directs the organisation to determine the monitoring and measuring (M&amp;M) to be undertaken and then provide and use the necessary and adequate devices. The steps of this process are straightforward as can be seen above, but the content of the activities involved can vary greatly depending on the complexity of the product and process. The main problems arise with the issue of the calibration of the devices and the application of the requirements to each particular situation (see next page).
  • #460 This clause is more flexible than in previous editions of the standard, but it is still the clause against which most non conformances are written during an audit. This is mainly because of lack of understanding of the theory involved and the importance of measurements in process and product control and improvement. Compounded with insufficient training of both quality control personnel and auditors (internal and in many cases external), the result of the measuring process and the following analysis of data becomes frequently a futile exercise, since in many cases the data is not reliable. The Standard, in a note, suggests using ISO 10012 as a guide in implementing this clause. The external auditor should have a working knowledge of this subject, so he can judge if the organisation’s measuring system and measuring equipment are really adequate, on one side, and avoiding “inventing” requirements that simply do not exist.